Anexo 2 balanço patrimonial 2012 (1)

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Anexo 2 balanço patrimonial 2012 (1)

  1. 1. Balanço Patrimonial, Relatório e Contas 2012
  2. 2. Mensagem do Superintendente O ano de 2012 para a FURP foi o início de uma trajetória de conquistas e ações, que certamente irão levar o maior laboratório público farmacêutico do País a novos patamares na assistência farmacêutica brasileira. Chegamos ao 38º aniversário da Fundação conseguindo junto ao Ministério da Saúde a liberação de recursos da ordem de R$ 34 milhões, para ampliação e modernização da unidade fabril de Guarulhos. Avançamos, e muito, com a Parceria Público Privada - PPP - da unidade de Américo Brasiliense, que, depois de concluída, irá permitir um grande passo, para conseguirmos novos registros e ampliarmos nossa lista de medicamentos. A previsão é que já em 2013 este processo seja finalizado. Também foi realizada parceria com a Fundação Faculdade de Medicina e Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da USP - para a produção de radiofármacos (FDG) para a utilização em tomografia por emissão de pósitrons. A ação viabilizou a criação da filial FURP-HC. Um dos maiores programas de distribuição de medicamentos do País - Programa Dose Certa - atingiu este ano, a marca de 20 bilhões de unidades farmacotécnicas distribuídas desde 1995, quando foi criado. A FURP realiza toda a logística de distribuição aos municípios paulistas, bem como a produção da maior parte dos 69 tipos de medicamentos que chegam à população. Internamente, mantivemos a certificação ISO 9001, com o esforço de todos e iniciamos, junto com a Fundação Instituto de Administração, os trabalhos para a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários para os funcionários da FURP. Também criamos o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC), que é uma unidade de atendimento com o objetivo de receber e gerenciar pedidos de informações solicitadas pelos cidadãos, também disponível no site da FURP. O serviço está em sintonia com a Lei Federal e Decreto Estadual de Acesso à Informação. Alinhado com Programa de Melhoria do Gasto Público do Governo do Estado, lançado pelo governador Geraldo Alckmin, a FURP criou o Comitê de Gestão de Recursos, que entre outras ações incentivou a economia de energia e redução de consumo de papel nas áreas da Fundação, através da Campanha Desperdício Zero. Diante desses importantes avanços, que tornaram 2012 um período ímpar para a FURP, nossa responsabilidade aumenta ainda mais nos anos vindouros, pois alcançar novos patamares na indústria farmacêutica brasileira representa novos desafios, que enfrentaremos com mais vigor e buscando a melhoria contínua do atendimento à população, que tanto depende dos medicamentos gratuitos. PDPs e Sustentabilidade Financeira Firmamos importantíssimos convênios com o Ministério da Saúde, que fazem parte das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), para transferência de tecnologia na produção nacional de medicamentos de alto valor agregado, no combate à AIDS, doença de Parkinson, endometriose, leiomioma de útero e esclerose múltipla. Também assinamos acordo com o laboratório Novartis para a produção de medicamentos utilizados no tratamento de pacientes transplantados. Estas ações elevam a FURP a um novo plano tecnológico e possibilitam a sustentabilidade financeira da Fundação nos próximos anos, reforçando sua missão de melhoria contínua da qualidade de vida da população e contribuindo com a consolidação do Sistema Único de Saúde. Flavio Francisco Vormittag 1
  3. 3. Sumário 1. Destaques do ano ......................................................................................... 02 2. Análise dos resultados .................................................................................... 04 3. Produção ...................................................................................................... 06 4. Vendas ......................................................................................................... 08 5. Expedição .................................................................................................. 09 6. Unidades Farmácia Dose Certa ........................................................................ 10 7. Pós venda .................................................................................................... 11 8. Recursos Humanos ........................................................................................ 12 9. Financeiro . Balanço Patrimonial .................................................................................... 13 . Demonstração do Déficit / Superávit dos Exercícios ......................................... 15 . Demonstração das Mutações do Patrimônio Social ........................................... 16 . Demonstração do Fluxo de Caixa .................................................................. 17 . Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Contábeis ..................... 18 . Indicadores Financeiros ............................................................................... 25 . Índices Comparativo Dezembro/2011 – Dezembro/2010 .................................. 26 . Análise Demonstração de Déficit / Superávit (Acumulado)................................. 27 . Comentários Relevantes sobre a Demonstração do Déficit ................................ 28 . Demonstrativo do Faturamento .................................................................... 29 . Gráfico de Análise de Desempenho ............................................................... 30 . Comportamento da Receita Bruta (Faturamento) e Receita Realizada ................ 31 . Participação na Receita Realizada ................................................................. 32 . Participação do Estado de São Paulo, no Total da Receita Realizada .................. 33 . Demonstrativo do Déficit / Superávit ............................................................ 34 . Demonstrativo do Contas a Receber ............................................................. 35 . Demonstrativo de Clientes em Atraso de Pagamentos ..................................... 36 . Demonstrativo Receita Bruta Benefícios por Funcionário – Anual ...................... 37 . Fluxo de Caixa Orçado X Realizado ............................................................... 38 Anexo: Parecer dos Auditores Independentes. 1
  4. 4. 1. DESTAQUES DO ANO Ministério da Saúde libera recursos para a Fundação A Fundação firmou parceria com o Ministério da Saúde para repasse de R$ 34 milhões, que serão investidos na ampliação, adequação e modernização da unidade de Guarulhos. Abrangem projetos para Fábrica de Líquidos e Penicilínicos, Almoxarifado de Produtos Acabados (Termolábeis), instalações prediais das áreas de apoio, produtivas, administrativas e também externas da unidade fabril. As obras serão iniciadas no primeiro semestre de 2013 e devem ser finalizadas até dezembro do mesmo ano. Convênios com o Ministério da Saúde A FURP firmou diversos convênios com o Ministério da Saúde, que fazem parte das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), para transferência de tecnologia na produção nacional de medicamentos de alto valor agregado no combate à AIDS, doença de Parkinson, endometriose e leiomioma de útero e esclerose múltipla. Os convênios foram assinados em Brasília, durante a 3ª Reunião do Comitê Executivo e Conselho de Competitividade do Complexo Industrial da Saúde (GECIS). Transferências de Tecnologia A FURP e a Novartis anunciaram uma PDP, sob coordenação do Ministério da Saúde, que resultará na transferência de tecnologia para produzir no laboratório público os medicamentos – Micofenolato de Sódio e Everolimo - para tratamento de pacientes submetidos a transplantes. O acordo foi assinado na sede da Novartis, em São Paulo. Cerimônia Palácio dos Bandeirantes - FURP e Novartis Em cerimônia realizada no início de dezembro no Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin anunciou oficialmente a parceria entre FURP e Novartis para transferência de tecnologia. Estiveram presentes, o Secretário Estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri, o Superintendente da FURP, Flávio Vormittag, o Gerente Geral da Divisão Industrial, Adivar Cristina, o presidente do Grupo Novartis no Brasil, Adib Jacob, além de representantes da Secretaria Estadual da Saúde, da FURP e Novartis. Audiência Pública da Parceria Público-Privada de Américo Brasiliense Foi realizada em São Paulo a audiência pública relativa à Parceria Público-Privada, na modalidade de concessão administrativa, para a realização de obras para adequação e melhoria da infraestrutura existente, equipagem, operação, manutenção e gestão da unidade de Américo Brasiliense e fornecimento de bens e obtenção de registros de medicamentos genéricos à Fundação. A previsão é de que o processo de concessão ocorra até meados de 2013. Novo Superintendente da FURP Em julho, o médico Flavio Francisco Vormittag assumiu a Superintendência da Fundação. Ele substituiu o Prof. Moisés Goldbaum. Flávio é medico pediatra pela Faculdade de Medicina da USP, com especialização em Medicina Farmacêutica pela UNIFESP, mestrado em Administração de Empresas pela FEA/USP e com ampla experiência na indústria farmacêutica. Programa Dose Certa atinge marca histórica O Programa Dose Certa alcançou a marca histórica de 20 bilhões de unidades farmacêuticas distribuídas para a população paulista. A FURP é responsável pela produção da maior parte dos 69 tipos de medicamentos distribuídos e por todas as atividades de logística. Projeto Cíclotron Já está em operação a Parceria de Cooperação Técnica e Científica entre FURP, Fundação Faculdade de Medicina e Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP - para a produção de radiofármacos (FDG) na utilização em tomografia por emissão de pósitrons. Já foram iniciadas as vendas, na filial FURP HC, tendo como clientes o Hospital Sírio Libanês, Hospital do Coração e Fundação Zerbini, entre outros. 2
  5. 5. Representantes do laboratório Merck Sharp & Dhome As unidades da FURP de Guarulhos e Américo Brasiliense receberam representantes do laboratório Merck Sharp & Dhome, que conheceram as instalações e demais potencialidades da FURP. Também avaliaram as condições, quanto à viabilidade técnica de um projeto de transferência de tecnologia para alguns produtos. Inspeção da ANVISA A Fundação obteve resultado satisfatório no Relatório Final de Reinspeção elaborado por profissionais da Vigilância Sanitária. A inspeção inicial foi realizada em junho. No mês de agosto o processo foi finalizado. O objetivo é a renovação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação para todas as linhas de produção da FURP. Recertificação do Sistema de Gestão da Qualidade Auditores da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, realizaram auditoria de recertificação no Sistema de Gestão da Qualidade, pela NBR ISO 9001:2008. Avaliaram diversas áreas da unidade de Guarulhos e quatro unidades Farmácia Dose Certa e, diante dos resultados, recomendaram a recertificação, mediante a apresentação de um Plano de Ações Corretivas e realização de auditoria de follow-up in loco nas não conformidades apontadas. FURP sedia reunião mensal da diretoria do COSEMS-SP A diretoria do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de São Paulo – COSEMS-SP - realizou pela primeira vez, sua reunião mensal na sede da FURP em Guarulhos. Os secretários municipais de Saúde assistiram uma apresentação sobre a Fundação e também visitaram as áreas produtivas. FURP em Debate Foi realizado o IV FURP em Debate, tendo como tema Lei de Acesso à Informação. Foram convidados Levi de Mello, diretor do Departamento de Assuntos Jurídicos e Disciplinares da Corregedoria Geral da Administração do Estado e Álvaro Gregório, da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional e Consultor de Inovação em Governo, além do superintendente e funcionários da FURP. Serviço de Informação ao Cidadão – SIC Já está em funcionamento na Fundação, o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC), que é uma unidade de atendimento, instituída nos órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta, com o objetivo de receber e gerenciar os pedidos de informações solicitadas pelos cidadãos. As informações também já estão disponíveis no site da FURP. Plano de Cargos, Carreiras e Salários A Fundação Instituto de Administração (FIA) iniciou os trabalhos para a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários na FURP. Atualmente o projeto encontra-se na etapa 2 que prevê modelagem de cargos, competências, estrutura remuneratória, redação de minutas e envio para aprovação. Programa Melhoria do Gasto Público O Comitê de Gestão de Recursos da FURP iniciou a Campanha Desperdício Zero com o tema “Como economizar energia elétrica?”, envolvendo todos os funcionários. 3
  6. 6. 2. ANÁLISE DOS RESULTADOS Modernização tecnológica e novos produtos A FURP implementou a modernização tecnológica da unidade de Guarulhos. Iniciativas como as parcerias para processos de Transferência de Tecnologia trarão mudanças no elenco de itens produzidos, introduzindo novos produtos de maior valor agregado e de interesse ao SUS. Em novembro de 2012 a FURP firmou convênios com o Ministério da Saúde, para a produção de medicamentos como imunossupressores, antirretrovirais, doença de Parkinson, endometriose, leiomioma de útero e esclerose múltipla. Esses convênios fazem parte das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo - PDPs com transferência de tecnologia, no âmbito do Programa para o Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde-PROCIS, do Ministério da Saúde. Os convênios firmados com o Ministério da Saúde vão permitir o financiamento dos projetos de readequações às normas sanitárias em vigor, necessárias às linhas de produções de medicamentos líquidos, dos penicilínicos, e da central de pesagem de insumos, somando-se a expansão do almoxarifado para produtos que exigem refrigeração. Produção A produção em 2012 acumulou um total de 1,5 bilhão de unidades farmacotécnicas, ficando 14,1% abaixo da produção do ano anterior. Vários fatores contribuíram para que a produção tenha ficado abaixo das previsões. • Dificuldades na aquisição de matérias primas e materiais de embalagem – a ocorrência de uma alta frequência de pregões sem finalização favorável – fracassos ou desertos, além das rejeições de matérias primas e materiais de embalagem, contribuíram para a redução da produção. • Adequações emergenciais nas áreas de produção, central de pesagem, almoxarifado de insumos e no sistema de água industrial – em decorrência dos resultados das auditorias internas do Sistema de Garantia da Qualidade, tinha-se diagnósticos das necessidades de intervenções emergenciais e essenciais nas áreas de produção, central de pesagem e no almoxarifado de insumos, visando a manutenção da certificação de Boas Práticas de Fabricação/Anvisa. Para a realização dessas intervenções, foram necessárias interrupções da produção. Somou-se a intercorrência no sistema de água industrial, obrigando a suspensão temporária das linhas de produção dependentes de grandes volumes de água, durante o período da manutenção corretiva. • Absenteísmo – por conta do alto índice de absenteísmo, houve necessidade de remanejamento de mão de obra nas áreas produtivas para atendimento à demanda, o que contribuiu na diminuição da capacidade produtiva; • Outras intercorrências: a) dificuldades para o desembaraço aduaneiro de algumas matérias primas importadas (penicilina, benzatina, digoxina, fenobarbital e amoxicilina compactada); b) quebra de equipamentos como o micronizador. A partir do segundo semestre de 2012, a produção de medicamentos da FURP teve a contribuição da unidade de Américo Brasiliense, que iniciou a produção regular após a certificação de Boas Práticas de Fabricação pela Anvisa, e acumulou no ano a produção de 143,6 milhões de unidades farmacotécnicas, com a produção do medicamento Captopril. 4
  7. 7. Vendas e Distribuição O fornecimento de medicamentos pela FURP inclui o Programa Dose Certa (produtos FURP) e o fornecimento para a Prefeitura Municipal de São Paulo, Ministério da Saúde e Outros Clientes. Em 2012 o valor desses fornecimentos totalizou R$ 145,5 milhões. A FURP presta importante serviço de armazenamento, controle e distribuição de medicamentos para a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo – SES/SP. Somando-se o atendimento ao Programa Dose Certa e vendas diversas, a FURP movimentou estoques de medicamentos de 3.368.318 kg/ano. Em valor esses medicamentos correspondem a mais de R$ 1,6 bilhão. Os custos com esses serviços são expressivos e vem crescendo aceleradamente nos últimos três anos. As despesas com pessoal, locação e frete somaram em 2010, R$ 7,8 milhões, passando para R$ 16,0 milhões em 2011 e R$ 23,3 milhões em 2012. Programa Dose Certa O Programa Dose Certa, iniciado em 1995, alcançou a importante marca histórica com a distribuição para a população paulista de mais de 20 bilhões de unidades farmacotécnicas. No ano de 2012 foram distribuídos 1,5 bilhão de unidades farmacotécnicas. 5
  8. 8. 3. PRODUÇÃO PRODUÇÃO REALIZADA E ESTRATIFICAÇÃO POR LOCAL DE PRODUÇÃO - 2012 (UF) Produção interna Guarulhos AmB Produção externa (beneficiamento) Total Jan 9.516.330 0 0 9.516.330 Fev 77.526.000 0 896.400 78.422.400 Mar 65.939.420 0 1.088.500 67.027.920 Abr 75.517.495 0 596.750 76.114.245 Mai 113.108.990 0 242.000 113.350.990 Jun 132.817.364 3.430.000 1.500.200 137.747.564 Jul 138.046.070 27.327.000 594.000 165.967.070 Ago 176.045.760 30.587.000 0 206.632.760 Set 102.927.300 20.495.000 476.400 123.898.700 Out 170.398.104 10.243.000 478.650 181.119.754 Nov 146.420.100 30.895.000 0 177.315.100 Mês Dez 149.026.760 20.655.000 0 169.681.760 Acumulado 1.357.289.693 143.632.000 5.872.900 1.506.794.593 Fonte: Gerência de Materiais UF: Unidade Farmacotécnica AmB: Américo Brasiliense PRODUÇÃO REALIZADA E ESTRATIFICAÇÃO POR LOCAL DE PRODUÇÃO - 2008/2012 (UF) Produção interna Guarulhos AmB Produção externa (beneficiamento) Total 2008 1.529.144.040 0 137.357.600 1.666.501.640 2009 1.928.929.883 0 101.117.600 2.030.047.483 2010 1.625.278.179 0 18.565.200 1.643.843.379 2011 1.726.133.988 0 28.919.275 1.755.053.263 2012 1.357.289.693 143.632.000 5.872.900 1.506.794.593 Mês Fonte: Gerência de Materiais UF: Unidade Farmacotécnica AmB: Américo Brasiliense NOTA: Até o ano de 2011 a fonte de informações dos dados era a Gerência de Produção. 6
  9. 9. PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PRODUTOS COM REGISTRO E/OU CONTRATADOS Produto Apresentação FURP - Fe rro Aminoá cido que la to + Ácido Fólico Cloridra to de Fluoxe tina Cloridra to de Done pe zila 50 mg comp 1.1039.0159.002-5 150 mg + 5 mg comp revest 1.1039.0159.005-1 20 mg ca p ge l dura 1.1039.0160.001-2 5 mg comp re ve st 1.1039.0161.008-5 10 mg comp re ve st 1.1039.0161.017-4 2,0 mg/mL sol.oral 3,0 mg c ap gel dura - 6,0 mg c ap gel dura - Montagem do c ont rato de fornec iment o 2013 Cristá lia Produtos Q uímicos Fa rma cê uticos Ltda - Montagem do c ont rato de fornec iment o 2013 Nova rtis do Bra sil Ltda Proc esso ADM 5260/2011 de 02/02/2012 Ac ordo de Cooperaç ão Vigente aguardando deferimento da Anvisa para obtenç ão do Regist ro 2013 Nova rtis do Bra sil Ltda Proc esso Adm 5452/2012 de 01/11/2012 Fa se de monta ge m de dossiê de registro 2013 Nova rtis do Bra sil Ltda Proc esso ADM 5473/2012 de 01/11/2012 Fa se de monta ge m de dossiê de registro 2013 Nova rtis do Bra sil Ltda Proc esso ADM 5453/2012 de 01/11/2012 Fa se de monta ge m de dossiê de registro 2013 - 0,75 mg comp - 1,0 mg c omp - 2,5 mg c omp - 5,0 mg c omp - 10 mg c omp Micofe nolato de Sódio Teva Fa rmacêutica Ltda - 0,5 mg comp Everolimo - - 4,5 mg c ap gel dura Everolimo Ativus Fa rma cê utica Ltda - 1,5 mg c ap gel dura He mita rta ra to de Riva stigmina - 1.1039.0158.002-1 15 mg/mL + 0,5 mg/mL sol.ora l Contrato / data 1.1039.0158.001-1 100 mg comp FURP - Atenolol - 180 mg c omp revest - 360 mg c omp revest - Condição Atual Previsão para comercialização Empresa Parceira La bora tório Teuto Registro MS nº Montagem do c ont rato de fornec iment o Montagem do c ont rato de fornec iment o - 2013 Fonte: Gerência Geral da Divisão Industrial 7
  10. 10. PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PROC ESSOS EM ANDAMENTO Indicação C ontrato (assinatura) Condição Atual Previsão para comercialização Quimio te ra pia a ntineo plá sica - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 10,8 MG - So lução inje tável De po t Quimio te ra pia a ntineo plá sica - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 20 MG - Soluçã o Inje tá ve l Escle ro se Múltipla - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 50 + 200 MG - C o mprimido reves tido Antire tro vira l - Pa cie nte s po rta do re s do vírus HIV - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Bo ce pre vir 200 MG - Cá psula Antire trovira l pa ra He pa tite C - Fa se de a udito ria s po r pa rte da Me rck nas insta la çõe s da FURP 2014 Enta capo na Empresa Parceira 200 MG - C o mprimido re ve stido Ma l de P a rkinso n - Agua rdando de fe rime nto da Anvisa pa ra o bte nçã o do Regis tro 2013 Hipe rte nsã o P ulmo na r - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Antipsicó tico - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Ma l de Alzhe ime r - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Ma l de P a rkinso n - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Antipsicó tico - Mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Produto Dosagem/Forma 5,0 MG/mL - So luçã o Inje tá ve l 3,75 MG - P ó lio filiza do C ristá lia P roduto s Q uímico s Fa rmacê utico s Ltda Ace ta to de Le uprorre lina 11,25 MG - Pó liofiliza do 3,6 MG - P ó lio filiza do Ace tato de Go sse rre lina Ace ta to de Gla tira mer C ristá lia P roduto s Q uímico s Fa rmacê utico s Rito navir + Lo pinavir Ltda - He te ro do Bra sil Ltda Me rck Sha rp & Dho me 7,50 MG - P ó lio filiza do Bo se nta na 3,6 MG - So lução inje tável De po t 62,5 MG - Co mprimido re ve stido 125 MG - C o mprimido re ve stido 25 MG - C o mprimido re ve stido Fuma ra to de Que tia pina 100 MG - C o mprimido re ve stido 200 MG - C o mprimido re ve stido 8 MG - Cá psula E.M.S. Ga la nta mina 16 MG - Cá psula 24 MG - Cá psula 0,125 MG - C omprimido P ramipexo l 0,150 MG - C omprimido 1,0 MG - C o mprimido 0,25 MG - Co mprimido re ve stido 0,5 MG - Co mprimido re ve stido Rispe rido na 1,0 MG - Co mprimido re ve stido 2,0 MG - Co mprimido re ve stido 3,0 MG - Co mprimido re ve stido Uniã o Química Ome pra zo l 20 MG - Cá psula Antiulce ro so - Aguarda ndo de finiçã o de pre ço e a pro va çã o pe lo C o nse lho De libe ra tivo 2013 Inje fle x D.I.U. TCU 380 A C o ntra se ptivo Intra uterino - Agua rdando mo nta ge m do pro ce sso a dministra tivo 2013 Fonte: Gerência Geral da Divisão Industrial 7A 8
  11. 11. 4. VENDAS FORNECIMENTOS REALIZADOS EM 2012 (*) Mês Em UF´s Em R$ Jan 113.035.700 7.847.041,91 Fev 110.669.300 6.980.947,48 Mar 160.078.850 27.671.882,83 Abr 104.423.300 14.113.872,43 Mai 115.740.080 11.134.432,43 Jun 90.514.470 10.914.839,19 Jul 125.164.630 9.505.529,85 Ago 194.460.254 19.652.971,74 Set 152.788.150 12.212.527,08 Out 169.663.916 9.406.722,50 Nov 138.917.200 7.959.832,08 Dez 163.455.346 8.050.023,91 Total 1.638.911.196 145.450.623,43 Fonte: Gerência de Administração de Vendas UF: Unidade Farmacotécnica (*) Inclui Programa Dose Certa (produtos Furp) + Prefeitura Municipal de São Paulo + Ministério da Saúde + Outros Clientes. FORNECIMENTOS REALIZADOS - 2008/2012 (*) Realizado (*) Ano Em UF´s R$ 2008 2.007.212.892 145.218.045,26 2009 2.077.608.845 156.178.452,56 2010 2.025.836.544 177.966.587,19 2011 1.695.455.175 153.013.109,79 2012 1.638.911.196 145.450.623,43 Fonte: Gerência de Administração de Vendas UF: Unidade Farmacotécnica (*) Inclui Programa Dose Certa (produtos Furp) + Prefeitura Municipal de São Paulo + Ministério da Saúde + Outros Clientes. 8
  12. 12. 5. EXPEDIÇÃO TOTAL DAS MOVIMENTAÇÕES EM 2012 Mês Nº de DANFE + FATURAS+DFM Peso (kg) Unidades Farmacotécnicas Valor (R$) Jan 3.158 272.521 154.579.291 166.407.943,41 Fev 1.920 222.202 141.917.007 163.073.014,14 Mar 2.689 300.187 182.495.254 89.600.206,74 Abr 2.808 250.051 148.423.869 161.707.862,54 Mai 2.251 264.101 148.658.061 106.571.459,48 Jun 2.639 220.774 124.053.940 91.958.001,66 Jul 3.441 244.972 156.567.086 129.531.270,80 Ago 3.631 354.154 216.547.696 133.664.071,54 Set 2.922 367.166 190.627.847 112.703.768,62 Out 3.705 330.849 216.454.580 162.707.224,90 Nov 2.806 295.336 180.821.826 126.995.664,07 Dez 2.929 246.005 173.095.199 116.814.046,77 Acumulado 34.899 3.368.318 2.034.241.656 1.561.734.534,67 Fonte: Gerência de Administração de Vendas DANFE: DFM: Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Ministério da Saúde + outros clientes). Documento de Fornecimento de Medicamentos (Programa Dose Certa + outros produtos FURP fornecidos à SES/SP com emissão desse documento). FATURA: Documento emitido pela SES/SP, para distribuição de medicamentos no estoque da SES/SP. MOVIMENTAÇÃO: VENDAS + PROGRAMA DOSE CERTA - 2008/2012 Ano Realizado Peso (kg) UF´s 2008 3.370.329 2.023.923.101 2009 3.929.101 2.080.552.384 2010 3.267.917 2.107.582.931 2011 2.669.717 1.711.786.872 2012 2.531.377 1.754.719.480 Fonte: Gerência de Administração de Vendas UF: Unidade Farmacotécnica MOVIMENTAÇÃO: ESTOQUE DA SES/SP - 2008/2012 Ano Realizado Peso (kg) UF´s 2008 1.069.876 545.379.526 2009 999.828 457.365.923 2010 923.953 347.405.581 2011 979.795 354.004.802 2012 836.941 279.522.176 Fonte: Gerência de Administração de Vendas UF: Unidade Farmacotécnica 9
  13. 13. 6. UNIDADES FARMÁCIA DOSE CERTA MOVIMENTAÇÃO DAS UNIDADES FARMÁCIA DOSE CERTA - 2012 Mês Nº de receitas atendidas Unidades Farmacotécnicas dispensadas Jan 22.682 1.608.791 Fev 21.641 1.497.724 Mar 26.737 1.708.109 Abr 22.872 1.436.946 Mai 27.007 1.799.133 Jun 22.783 1.520.173 Jul 24.360 1.616.223 Ago 26.360 1.743.626 Set 21.647 1.509.408 Out 24.790 1.772.306 Nov 20.844 1.569.615 Dez 19.045 1.457.043 Acumulado 280.768 19.239.097 Fonte: Gerência de Assistência Farmacêutica MOVIMENTAÇÃO DAS UNIDADES FARMÁCIA DOSE CERTA - 2008/2012 Ano Nº de receitas atendidas Unidades Farmacotécnicas dispensadas 2008 491.776 30.937.003 2009 543.396 34.678.857 2010 566.181 38.575.760 2011 495.908 37.630.987 2012 280.768 19.239.297 Fonte: Gerência de Assistência Farmacêutica 10
  14. 14. 7. PÓS VENDA RELATÓRIO DE MANIFESTAÇÕES DE CLIENTES 2012 Tipo de Manifestação JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL Abertas 20 4 28 7 7 6 9 11 10 11 3 2 118 Encerradas 31 6 31 8 7 9 7 9 6 16 8 6 144 Abertas 14 3 5 9 6 17 6 10 12 17 6 5 110 Encerradas 23 4 5 8 6 11 12 10 10 15 2 13 119 Abertas 11 10 12 9 12 16 17 12 9 14 11 10 143 Encerradas 5 12 9 5 20 7 12 7 22 20 3 18 140 Abertas 0 0 35 0 0 28 0 2 24 2 1 12 104 Encerradas 31 0 0 0 0 33 13 0 1 41 7 165 291 Abertas 45 17 80 25 25 67 32 35 55 44 21 29 475 Encerradas 90 22 45 21 33 60 44 26 39 92 20 202 694 Status Administrativa Boas Práticas de Transporte - BPT Farmacovigilância Produtos de Terceiros TOTAL Fonte: Gerência de Asistência Farmacêutica Manifestação: refere-se ao número total de reclamações (procedentes e não procedentes) recebidas pelo SAC/GAF que geram Registro de Solicitação de Atendimento ao Cliente - RSAC. Os RSACs abertos e somente encerrados após a solução dos responsáveis pela área. Manifestações Administrativas: referem-se às manifestações relacionadas aos processos administrativos: extravio da Nota Fiscal, carga roubada, pedido incorreto, faturamento próximo à validade, expedição incorreta, problemas no sistema informatizado, prorrogação de prazo, devolução – Resolução SMA nº 31, Farmácia Dose Certa. Manifestações de Boas Práticas de Transporte - BPT: referem-se às manifestações relacionadas à qualidade do transporte Furp e empresa terceirizada. São avaliados: Qualidade do transporte, atraso e conduta da transportadora, extravio ou avaria de medicamentos, entrega em local indevido. Manifestações de Farmacovigilância: referem-se às manifestações relacionadas a evento adverso, evento adverso com suspeita de desvio de qualidade. Manifestações de Produtos de Terceiros: referem-se às manifestações de produtos adquiridos pela SES/SP dispensados pelas unidades Farmácia Dose Certa-FDC, pelos municípios incluídos no Programa Dose Certa e aqueles da parceria FDC/PMSP. A Gerência de Assistência Farmacêutica recebe a manifestação, realiza tratamento conforme procedimentos internos e notifica o desvio ao Sistema Estadual de Vigilância Sanitária e fabricante. A manifestação é considerada encerrada, para fins de estratificação, quando o fabricante já realizou o estudo do desvio e enviou a reposição dos quantitativos. TOTAL DE MANIFESTAÇÕES DE CLIENTES - 2008/2012 Ano Manifestações abertas (*) Manifestações encerradas 2008 - 1.491 2009 - 1.492 2010 - 802 2011 - 886 2012 950 1.388 Fonte: Gerência de Assistência Farmacêutica (*) A partir do ano de 2012 estão sendo consideradas também as manifestações abertas no período. 11
  15. 15. 8. RECURSOS HUMANOS QUADRO DE PESSOAL, MOVIMENTAÇÕES E EVENTOS - 2012 Período Quadro efetivo- Guarulhos jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 1.071 1.066 1.061 1.059 1.057 1.056 1.054 1.052 1.047 1.047 1.044 1.043 Quadro efetivo- Améric o Brasiliense 46 46 45 45 44 44 44 45 45 46 46 48 Quadro de Estagiário- Guarulhos 52 49 54 54 58 52 53 30 48 58 62 47 Quadro de Estagiário- Améric o Brasiliense 2 2 2 2 1 2 2 2 4 4 4 4 Quadro de Jovens Cidadãos 22 26 21 23 24 22 20 23 21 21 22 17 Admissões - Guarulhos 1 0 0 0 0 1 2 0 1 0 0 1 Desligamentos - Guarulhos 4 5 5 2 1 2 4 2 6 0 3 2 Admissões Américo Brasiliense 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0 2 Desligamentos - Américo Brasiliense 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 7.238,44 2.491,23 4.323,00 3.685,31 9.864,25 7.127,81 8,66 0,00 10,69 0,00 0,00 19,46 0,00 15,58 0 0 83,1 6,73 1.470 2.680 1.679 2.266 1.328 3.739 1.439 1.625 1.337 1.946 2.536 612 0 0 1 1 3 4 10 1 0 0 1 0 Nº Horas Extras - Guarulhos Nº Horas Extras Américo Brasiliense Horas Treinamento Acidente de Trabalho 5.989,87 11.868,62 9.298,05 8.533,44 13.483,62 3.800,66 Fonte: Gerência de Recursos Humanos QUADRO DE PESSOAL, MOVIMENTAÇÕES E EVENTOS - 2008/2012 (*) Período 2008 2009 2010 2011 2012 1.160 1.140 1.151 1.120 1.091 135 27 77 19 10 Desligamentos 60 47 66 50 38 Nº Horas Extras 47.052,97 37.137,31 88.928,74 90.072,76 87.848,52 11,52 10,76 13,14 14,81 15,94 Horas de Treinamento 16.184 15.732 16.805 28.457 22.657 Acidentes de Trabalho 48 57 22 23 21 Quadro efetivo (**) Admissões Índices Absenteísmo (***) Fonte: Gerência de Recursos Humanos (*) A partir de 2009 estão incluídos os dados da unidade de Américo Brasiliense. (**) Posição em 31 de dezembro. (***) Média anual. 12
  16. 16. 9. FINANCEIRO Balanço Patrimonial BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO de 2012 e 2011 - CONSOLIDADO (Em Reais) ATIVO 2012 2011 CIRCULANTE Disponibilidades Aplicações financeiras Contas a receber de clientes Outros créditos Estoques Despesas pagas antecipadamente 24.899,17 8.782.043,95 4.575.729,00 260.412,29 39.675.017,73 267.013,62 53.585.115,76 97.802,53 11.923.287,95 1.170.332,60 576.736,92 55.518.414,60 265.006,71 69.551.581,31 2.327.942,63 2.899.697,95 Imobilizado 248.172.945,37 259.780.737,64 Intangível 5.894.745,27 256.395.633,27 6.422.576,97 269.103.012,56 TOTAL DO ATIVO 309.980.749,03 338.654.593,87 NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Outros Créditos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 13
  17. 17. BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO de 2012 e 2011 - CONSOLIDADO (Em Reais) PASSIVO 2012 2011 CIRCULANTE Fornecedores Obrigações de folha de pagamento Férias e encargos Outras contas a pagar 14.939.281,09 1.970.345,83 5.988.576,79 8.041.611,06 30.939.814,77 15.522.499,39 1.982.151,86 4.198.343,19 7.066.273,18 28.769.267,62 158.596,04 21.217.850,02 21.376.446,06 145.580,84 86.137.960,26 19.774.242,24 106.057.783,34 120.613.939,09 231.882.342,37 (94.831.793,26) 257.664.488,20 120.613.939,09 142.074.639,57 (58.861.035,75) 203.827.542,91 309.980.749,03 338.654.593,87 NÃO-CIRCULANTE Fornecedores Doações e subvenções para investimentos Provisões fiscais, previdenciárias e trabalhistas PATRIMÔNIO SOCIAL Fundo patrimonial Doações e subvenções para investimentos Déficit acumulado TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO SOCIAL As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 14
  18. 18. DEMONSTRAÇÃO DO DÉFICIT / SUPERÁVIT DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO de 2012 e 2011 - CONSOLIDADO (Em Reais) 2012 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2011 184.210.580,38 151.947.254,31 CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (139.663.661,76) (94.762.428,37) SUPERÁVIT BRUTO OPERACIONAL 44.546.918,62 57.184.825,94 (22.136.680,34) (59.517.275,03) 607.875,77 (81.046.079,60) (24.604.345,93) (52.894.269,83) 283.332,36 (77.215.283,40) (36.499.160,98) (20.030.457,46) RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Com pessoal Administrativas e gerais Outras receitas (despesas) operacionais DÉFICIT ANTES DAS RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS DÉFICIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO AGNALDO DE AZEVEDO CARNEIRO Contador CRC-SP Nº1SP128211/O-5 CRISTIANE BARSOTTINI Gerente Geral da Divisão Adm. e Financeira 528.403,47 (35.970.757,51) 564.028,94 (19.466.428,52) PAULO RIBEIRO DOS SANTOS JR. Gerente Financeiro FLAVIO FRANCISCO VORMITTAG Superintendente As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 15
  19. 19. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO de 2012 e 2011 - CONSOLIDADO (Em Reais) Reserva de Capital Fundo patrimonial Saldos em 31 de dezembro de 2010 Superávit líquido do exercício Saldos em 31 de dezembro de 2011 Saldos em 31 de dezembro de 2012 Doações e /Déficit subvenções acumulado Total 120.613.939,09 142.074.639,57 (39.394.607,23) 223.293.971,43 0 0 (19.466.428,52) (19.466.428,52) 120.613.939,09 142.074.639,57 (58.861.035,75) 203.827.542,91 Doações e subvenções para investimentos Déficit líquido do exercício Superávit 89.807.702,80 89.807.702,80 0 0 (35.970.757,51) (35.970.757,51) 120.613.939,09 231.882.342,37 (94.831.793,26) 257.664.488,20 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 16
  20. 20. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - CONSOLIDADO (Em Reais) 2012 2011 FLUXO DE CAIXA DA ATIVIDADE OPERACIONAL Déficit líquido Depreciação / Amortização Valor líquido de bens baixados (35.970.757,51) 21.400.936,41 5.116,75 (69.186.716,62) Aumento (redução) em contas a receber de clientes Redução em outros créditos Redução (aumento) em estoques Aumento (redução) em despesas pagas antecipadamente Aumento em fornecedores Redução (aumento) em obrigações de folha de pagamento Aumento (redução) em férias e encargos Aumento em provisões fiscais, previdenciárias e trabalhistas Redução (aumento) em outras contas a pagar Redução (aumento) em doações e subvenções para investimentos CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS 24.259.458,17 (3.405.396,40) 888.079,95 15.843.396,87 (2.006,91) 2.009.510,88 (11.806,03) 1.790.233,60 1.443.607,78 (1.604.376,10) (86.137.960,26) 17.495.524,58 2.177.259,01 (12.409.366,34) 93.711,81 8.317.011,59 36.818,12 (830.915,50) 5.220.412,29 3.535.860,67 623.141,94 (83.751.420,97) 16.343.900,92 (9.256.726,19) (8.563,00) (5.140,00) VARIAÇÃO DE ATIVOS E PASSIVOS (19.466.428,52) 11.479.016,15 71.855,12 (7.844.928,03) (62.310,80) - (9.270.429,19) (7.907.238,83) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisições de imobilizado Aquisições de intangível Doação recebida CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Aumento de patrimônio social 89.807.702,80 - CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS89.807.702,80 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA (3.214.147,36) 8.436.662,09 SALDO DE CAIXA + EQUIVALENTE - CAIXA NO INÍCIO DO EXERCÍCIO 12.021.090,48 3.584.428,39 SALDO DE CAIXA + EQUIVALENTE - CAIXA NO FINAL DO EXERCÍCIO 8.806.943,12 12.021.090,48 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 17
  21. 21. NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 - CONSOLIDADO (Em Reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A FURP é uma entidade civil instituída pela Lei Estadual nº 10.071/68 e tem por objetivo, preponderantemente, fabricar medicamentos e produtos afins e fornecê-los a órgãos de saúde pública e de assistência médica e social à população, tendo seus atos constitutivos arquivados na Rua Endres, 35, bairro Itapegica, município de Guarulhos - SP. NOTA 2 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações Contábeis foram elaboradas e são apresentadas em conformidade com as Leis nº 11.638/07 e 11.941/09. NOTA 3 - PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As principais práticas contábeis adotadas das demonstrações contábeis são as seguintes: - Apuração de resultado O resultado é apurado pelo regime de competência de exercícios, exceto os valores provenientes do Programa Estadual de Assistência Farmacêutica Básica - Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, que são reconhecidos apenas quando do recebimento. - Ativos e passivos circulantes Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo os rendimentos, encargos e as variações monetárias, quando aplicável, constituídas as provisões necessárias para ajustar determinados ativos ao seu valor de realização provável. - Aplicações financeiras Demonstradas ao custo acrescido dos rendimentos, auferidos até a data das demonstrações contábeis apropriados ao resultado. - Caixa e equivalentes de caixa Para fins das demonstrações de fluxo de caixa e equivalentes de caixa correspondem aos saldos de disponibilidades e outras aplicações com conversibilidade imediata ou com prazo original igual ou inferior a noventa dias. - Estoques 18
  22. 22. Demonstrados ao custo médio de aquisição ou de produção, reduzidos por uma provisão para perda provável, basicamente calculada em função do vencimento de seus prazos de validade e de materiais e produtos rejeitados que não poderão mais serem aproveitados. - Realizável a longo prazo Representado por saldos cuja estimativa de realização ultrapassa doze meses. - Imobilizado Os bens do ativo imobilizado são demonstrados pelo valor de custo de aquisição ou de construção. A depreciação é calculada pelo método linear que leva em consideração a estimativa de vida-útil de cada classe de bens. - Provisão fiscal, previdenciária e trabalhista Constituída em montante considerado suficiente para atender eventuais contingências trabalhistas e tributárias, tendo como base as causas consideradas pelos Assessores Jurídicos como “prováveis”. NOTA 4 - CONTAS A RECEBER DE CLIENTES 2012 ATIVO CIRCULANTE Valores referentes a contratos com . Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo - Diretorias Regionais e Dependentes do Tesouro . Prefeituras Municipais . Ministério da Saúde . Demais Clientes . Filial - HC Total Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Saldo 2011 0,00 3.330.816,56 2.508.340,70 3.920.561,74 101.670,00 9.861.389,00 (5.285.660,00) 4.575.729,00 3.841.685,16 1.943.916,63 2.320.288,29 2.347.115,89 0,00 10.453.005,97 (9.282.673,37) 1.170.332,60 A provisão constituída no exercício de 2012, consignada no ativo circulante na rubrica “Provisão para créditos de liquidação duvidosa” no valor de R$ 5.285.660,00, foi calculada com base nos clientes com atrasos superiores a 365 dias. A contabilização teve como contrapartida contas de despesas operacionais (despesas administrativas). 19
  23. 23. NOTA 5 - OUTROS CRÉDITOS 2012 2011 19.741,49 2.195,80 194.455,09 44.019,91 260.412,29 151.614,81 1.020,10 381.120,39 42.981,62 576.736,92 1.991.033,89 336.908,74 2.327.942,63 2.364.741,00 534.956,95 2.899.697,95 ATIVO CIRCULANTE Adiantamentos para importações Adiantamentos a fornecedores Créditos de funcionários Contas a receber Total REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósito Judicial e Penhora IPI a recuperar Total Créditos de funcionários Os valores são referentes aos pagamentos de: Adiantamento para viagens e estadias, Antecipação de férias, adiantamento para auxílio doença e adiantamento de acidente de trabalho. Depósito Judicial e Penhora Os valores são referentes aos depósitos efetuados para cada reclamante, atualizados até 31/12/2012, aguardando decisão judicial. IPI a Recuperar Os valores são referentes à crédito de IPI incidentes nas aquisições de insumos empregados na fabricação de produtos isentos ou tributados à alíquota “zero”. NOTA 6 - ESTOQUES 2012 2011 16.232.591,07 (325.528,36) 15.907.062,71 36.138.684,47 (531.012,12) 35.607.672,35 395.598,19 421.469,58 Matérias primas e auxiliares Provisão para perdas 19.536.053,22 (380.242,39) 19.155.810,83 15.499.638,33 (166.762,14) 15.332.876,19 Sub-total 35.458.471,73 51.362.018,12 4.216.546,00 4.156.396,48 39.675.017,73 55.518.414,60 Produtos acabados Provisão para perdas Produtos em elaboração Materiais diversos Total 20
  24. 24. NOTA 7 – IMOBILIZADO Tempo de vida útil em anos Total 25 10 10 10 10 5 5 5 2011 142.879.716,98 93.380.270,61 5.904.380,83 23.415.843,01 76.911.526,53 2.470.831,27 962.570,29 3.958.354,80 349.883.494,32 (111.680.444,05) 238.203.050,27 4.302.153,50 39.120,00 5.628.621,60 0,00 141.707.028,42 92.978.997,84 5.894.620,15 23.415.843,01 76.911.526,53 2.470.831,27 956.002,87 3.943.058,40 348.277.908,49 (90.824.514,55) 257.453.393,94 706.357,63 39.120,00 1.001.651,33 580.214,74 248.172.945,37 Edificações Máquinas e equipamentos Móveis e utensílios Instalações Instalações - Prédios Veículos Ferramentas Equipamentos de informática Total Depreciação acumulada Saldo Obras em andamento Adiantamento a fornecedores de imobilizado Imobilizações em andamento Importações em andamento 2012 259.780.737,64 Da depreciação / amortização do exercício no valor de R$ 21.400.936,41 a parte correspondente a R$ 12.016.420,21 foi apropriada ao custo dos produtos vendidos e o restante em despesas administrativas e gerais. Movimentação do Imobilizado Imobilizado Depreciação Total 31/12/2011 350.605.252,19 (90.824.514,55) 259.780.737,64 Aquisições 9.256.726,19 (20.864.541,71) (11.607.815,52) Baixas (13.728,96) 8.612,21 (5.116,75) Doação 5.140,00 0,00 5.140,00 31/12/2012 359.853.389,42 (111.680.444,05) 248.172.945,37 21
  25. 25. NOTA 8 – INTANGÍVEIS 2012 4.200.545,41 (3.079.252,30) 1.121.293,11 4.773.452,16 Total 4.191.982,41 (2.542.857,60) 1.649.124,81 4.773.452,16 5.894.745,27 Sistemas Aplicativos (software) Amortização acumulada Saldo Pesq. e desenv. Produtos (andamento) 2011 6.422.576,97 Movimentação do Intangível Intangível Amortização Intangível em andamento Total 31/12/2011 4.191.982,41 (2.542.857,60) 4.773.452,16 Aquisições 8.563,00 (536.394,70) 0,00 Baixas 0,00 0,00 0,00 31/12/2012 4.200.545,41 (3.079.252,30) 4.773.452,16 6.422.576,97 (527.831,70) 0,00 5.894.745,27 NOTA 9 – PROVISÃO FISCAL, PREVIDENCIÁRIA E TRABALHISTA 31/12/2011 Adições Baixas 31/12/2012 19.774.242,24 1.691.528,33 (247.920,55) 21.217.850,02 NOTA 10 – DETALHAMENTO DA RECEITA 2012 RECEITA OPERACIONAL BRUTA Ministério da Saúde Secretaria da Saúde (Programa Dose Certa) Farmanguinhos Prefeituras Municipais / FMS Órgãos Públicos Outras Vendas Total 2011 27.019.348,59 123.060.140,88 18.500.526,40 11.476.937,16 4.623.658,11 256.358,47 184.936.969,61 12.671.212,34 125.683.311,61 0,00 12.778.672,62 1.650.724,27 229.188,95 153.013.109,79 (726.389,23) 184.210.580,38 (1.065.855,48) 151.947.254,31 DEDUÇÕES DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA Devoluções de mercadorias e abatimentos RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 22
  26. 26. NOTA 11 – DOAÇÕES E SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS No exercício de 2012, registramos o reconhecimento da subvenção governamental, os valores registrados na rubrica contábil Doações e Subvenções para Investimentos no grupo contábil do Passivo Não Circulante, foram reconhecidos no resultado e creditado à reserva própria no Patrimônio Social. NOTA 12 – SEGUROS Os valores segurados são determinados e contratados em bases técnicas que se estimam suficientes para cobertura de eventuais perdas, decorrentes de sinistros com bens do ativo imobilizado e estoques. NOTA 13 – DESPESAS COM PESSOAL, ADMINISTRATIVAS E GERAIS Variações relevantes Pessoal e Encargos 2012 Salários 11.571.820,53 Contribuição ao INSS 3.972.571,64 Férias 1.541.017,63 Contribuição ao FGTS 1.254.368,81 13º Salários 1.127.266,24 Assistência Médica 0,00 Demais Despesas 2.669.635,49 Total 22.136.680,34 2011 12.080.300,29 4.078.595,86 1.638.462,79 1.432.487,33 1.197.843,65 1.332.375,55 2.844.280,46 24.604.345,93 Administrativas e Gerais 2012 Depreciação 9.384.516,20 Materiais para incineração 13.317,91 Reserva para obsolescência 213.911,33 Assistência Técnica 647.992,75 Alugueis 9.191.649,36 Fretes 19.944.366,59 Segurança e Vigilância 3.541.947,26 Serviço de Limpeza 3.108.766,81 Assistência Médica 1.314.424,40 Despesas com Provisões 1.913.428,32 Demais despesas 10.242.954,10 Total 59.517.275,03 2011 3.059.414,92 365.571,62 638.693,84 2.091.432,28 3.809.876,33 15.360.271,91 3.815.222,43 2.246.659,09 0,00 6.063.368,54 15.443.758,87 52.894.269,83 Variação -508.479,76 -106.024,22 -97.445,16 -178.118,52 -70.577,41 -1.332.375,55 -174.644,97 -2.467.665,59 Variação 6.325.101,28 -352.253,71 -424.782,51 -1.443.439,53 5.381.773,03 4.584.094,68 -273.275,17 862.107,72 1.314.424,40 -4.149.940,22 -5.200.804,77 6.623.005,20 23
  27. 27. NOTA 14 – MUDANÇA DE PRÁTICA CONTÁBIL No exercício de 2012, em conformidade com as Leis nº 11.638/07 e 11.941/09, as despesas com assistência médica, anteriormente classificada no grupo “Pessoal e Encargos” foram registradas no grupo “Serviços de Terceiros”. NOTA 15 – ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS INTERNACIONAIS (IFRS) CONTÁBEIS E REFLEXOS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E CONTÁBEIS A FURP atendeu plenamente às práticas contábeis no que concerne a convergência e harmonização das normas contábeis brasileiras com o padrão contábil internacional (International Financial Reporting Standards – IFRS): CPC 01 – Redução ao valor recuperável de ativos Testamos a recuperabilidade de todos os bens tangíveis do Ativo Imobilizado, de acordo com o CPC 01, procedendo com os ajustes necessários em atendimento e observação desta norma. CPC 03 (R2) – Demonstração do fluxo de caixa A FURP tem adotado tal demonstração desde a sua exigência pela Lei 11.638/07. CPC 04 – Ativo intangível Testamos a recuperabilidade de todos os bens intangíveis do Ativo Imobilizado, de acordo com o CPC 04, em atendimento e observação desta norma sem quaisquer necessidades de ajuste. CPC 12 – Ajuste a valor presente O prazo médio das rubricas Contas a Receber e Contas a Pagar é inferior a 90 dias e, os preços praticados para seus efeitos, não possuem juros embutidos, desse modo, não existe atividade de financiamento de natureza monetária, não sendo necessário o ajuste a valor presente (AVP). CPC 16 – Estoques Demonstrados ao custo médio de aquisição ou de produção, reduzidos por uma provisão para perda provável, basicamente calculada em função do vencimento de seus prazos de validade e de materiais e produtos rejeitados que não poderão mais serem aproveitados. CPC 25 – Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes As provisões para contingências foram reconhecidas de acordo com o disposto nesse pronunciamento conforme descrito nas NOTAS 03 e 04. CPC 27 – Ativo imobilizado Foram feitos os ajustes necessários em atendimento e observação desta norma. ICPC 10 – Interpretação sobre aplicação inicial ao ativo imobilizado do pronunciamento técnico CPC 27 ativo imobilizado Foram feitos os ajustes necessários em atendimento e observação desta norma. 24
  28. 28. INDICADORES FINANCEIROS SITUAÇÃO FINANCEIRA A FURP encerrou 2012 com o grau de endividamento na casa dos 10%, superior ao ano de 2011 que foi de 9%, indicando um comprometimento baixo em relação a nossos credores. O Ativo Permanente representa 82% do total do ativo; e 99% do capital próprio (patrimônio social). Capital de Giro Próprio: Ativo Circulante (-) Passivo Circulante (=) Capital de Giro Próprio R$ MIL 53.585 (30.940) 22.645 Ativo Permanente: Por conta da modernização do parque industrial, a FURP investiu no ano de 2012, em ativo permanente o seguinte: INVESTIMENTOS 2012 DISCRIMINAÇÃO R$ Mil 2011 % R$ Mil % IMOBILIZADO: 633 7 0 0 0 0 1.747 22 391 4 1.994 25 18 0 792 10 FERRAMENTAS 7 0 37 0 INSTALAÇÕES/PRÉDIOS 0 0 1.412 18 15 0 278 4 OBRAS EM ANDAMENTO 4.135 45 295 4 IMOBILIZAÇÕES EM ANDAMENTO 4.057 44 0 0 OBRAS EM AMÉRICO BRASILIENSE – FURP AMB 0 0 710 9 IMPORTAÇÕES EM ANDAMENTO 0 0 580 7 9 0 62 1 PRÉDIOS INSTALAÇÕES MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS MÓVEIS E UTENSÍLIOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA INTANGÍVEL: SISTEMA APLICATIVOS (SOFTWARE) TOTAL 9.265 100% 7.907 100% 25
  29. 29. ÍNDICES COMPARATIVO DEZEMBRO/2012 - DEZEMBRO/2011 1 - LIQUIDEZ CORRENTE ( ATIVO CIRCULANTE / PASSIVO CIRCULANTE ) DEZEMBRO/2012 DEZEMBRO/2011 1,73 2,42 0,45 0,49 22.645 40.782 Este índice diminuiu pelo decréscimo do ativo circulante em função princ ipalmente dos estoques. O resultado do indicador significa que a administração possui R$ 1,73 para cada R$ 1,00 de dívida fluente no c urto prazo. 2 - LIQUIDEZ SECA ( ATIVO CIRCULANTE - ESTOQUE / PASSIVO CIRCULANTE ) O índice mostra a c apacidade da Fundaç ão de pagar as dívidas a curto prazo, tendo como base os ativos c irculantes, menos os estoques e despesas do exercíc io seguinte. O resultado do indic ador significa que a Fundação possui R$ 0,45 para cada R$ 1,00 de dívida fluente. 3 - CAPITAL DE GIRO PRÓPRIO - EM R$/MIL ( ATIVO CIRCULANTE - PASSIVO CIRCULANTE ) Este indicador demonstra um dec résc imo relevante em termos monetários em função do decréscimo do ativo circulante. 4 - IMOBILIZAÇÃO DO CAPITAL PRÓPRIO ( ATIVO PERMANENTE / PATRIMÔNIO SOCIAL ) 99% 131% 10% 9% 83% 60% 82% 79% Este índice retrata qual a proporç ão de recursos próprios da Fundação, investidos como ativo permanente, e que , portanto, não estão em giro. 5 - PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL DE TERCEIROS NO ATIVO (ENDIVIDAMENTO) ( CAPITAL DE TERCEIROS / ATIVO TOTAL ) Este índice aumentou pelo acrésc imo do capital de terceiros em funç ão princ ipalmente dos fornecedores a pagar e provisões de férias, 13º salário e encargos. 6 - PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL PRÓPRIO NO ATIVO ( CAPITAL PRÓPRIO / ATIVO TOTAL ) Este índice aumentou pelo acrésc imo do patrimônio soc ial em função do reconhec imento das doações e subvenç ões como receita nas reservas patrimoniais. 7 - IMOBILIZAÇÃO / ATIVO TOTAL ( ATIVO PERMANENTE / ATIVO TOTAL ) Este índice aumentou pelo dec réscimo do ativo total em funç ão pricipalmente dos estoques. 26
  30. 30. ANÁLISE DEMONSTRAÇÃO DO DÉFICIT / SUPERÁVIT ( ACUMULADO ) Valores em R$ CONTAS DEZEMBRO/2012 ANÁLISE VERTICAL % RECEITA OPERACIONAL BRUTA ANÁLISE VERTICAL ANÁLISE HORIZONTAL DEZ-12/DEZ-11 % DEZEMBRO/2011 % 184.936.969,61 153.013.109,79 20,86 Vendas de produtos, mercadorias e convênios..................................... 184.936.969,61 153.013.109,79 20,86 DEDUÇÕES DE VENDAS (726.389,23) (1.065.855,48) Devoluções de mercadorias e abatimentos.................................................................. (726.389,23) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS SUPERÁVIT BRUTO OPERACIONAL DESPESAS ADMINISTRATIVAS 184.210.580,38 (139.663.661,76) 100% (31,85) (1.065.855,48) (31,85) 151.947.254,31 100% 21,23 (75,82) (94.762.428,37) (62,37) 47,38 44.546.918,62 24,18 57.184.825,94 37,63 (22,10) (81.653.955,37) (44,33) (77.498.615,76) (51,00) Com Pessoal............................................................................................. (22.136.680,34) (12,02) (24.604.345,93) Administrativa e Gerais.............................................................................. (50.132.758,83) (27,21) (49.834.854,91) Depreciação ................................................................................................................... (21.400.936,41) (11,62) (11.479.016,15) (-) Depreciação Apropriadas nos Custos ........................................................................................... 12.016.420,21 6,52 8.419.601,23 (16,19) (32,80) (7,55) 5,54 RECEITAS FINANCEIRAS / DESPESAS 571.863,08 0,31 344.586,86 0,23 VARIAÇÕES MONET.OBRIGAÇÕES E CRÉDITOS (43.459,61) (0,02) 219.442,08 0,14 OUTRAS RECEITAS E DESPESAS OPERACIONAIS 614.462,32 0,33 356.746,67 0,23 DÉFICIT OPERACIONAL (35.964.170,96) (19,52) Outros Déficit Não Operacionais .............................................................................. (6.586,55) (0,00) DÉFICIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (35.970.757,51) (19,53) (19.393.014,21) (12,76) (73.414,31) (0,05) (19.466.428,52) (12,81) 5,36 (10,03) 0,60 86,44 42,72 65,96 (119,80) 72,24 85,45 (91,03) 84,78 27
  31. 31. COMENTÁRIOS RELEVANTES SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DO DÉFICIT ACUMULADO DE JANEIRO A DEZEMBRO/2012 1- Fatos que influenciaram o Déficit do exercício. 1.1. Receita operacional líquida acréscimo de 21% em relação ao ano anterior. 1.2. Custos dos produtos vendidos representam 76% da receita líquida, em 2011 foi de 62%, indicando vendas de produtos com maior valor agregado em 2012. 1.3. Redução nos valores de itens de despesas administrativas e gerais em comparação ao mesmo período do ano anterior, tais como: 1.3.1 – 1.3.2 – 1.3.3 – 1.3.4 – 1.3.5 – Materiais para incineração Reserva para obsolescência Assistência técnica Segurança e vigilância Despesas com provisões R$ 352 mil R$ 424 mil R$ 1.443 mil R$ 273 mil R$ 4.149 mil 1.4. Acréscimo nos valores de itens de despesas administrativas em comparação ao mesmo período do ano anterior, tais como: 1.4.1 1.4.2 1.4.3 1.4.4 – – – – Depreciação Aluguéis Fretes Serviços de limpeza R$ 6.325 mil R$ 5.382 mil R$ 4.584 mil R$ 862 mil 28
  32. 32. DEMONSTRATIVO DO FATURAMENTO VALORES EM R$ CLIENTES SECRETARIA DA SAÚDE PROGRAMA DOSE CERTA 2.012 ACUMULADO 2.011 ACUMULADO ** VARIAÇÃO 2012/2011 ** 123.060.140,88 66% 125.683.311,61 82% -2% MINISTÉRIO DA SAÚDE 27.019.348,59 15% 12.671.212,34 8% 113% DEMAIS CLIENTES 34.857.480,14 19% 14.658.585,84 10% 138% 184.936.969,61 100% 153.013.109,79 100% 21% TOTAL GERAL ** Participação sobre o faturamento total acumulado 29
  33. 33. GRÁFICO DE ANÁLISE DE DESEMPENHO Valores em R$ / MIL 30
  34. 34. 31
  35. 35. PARTICIPAÇÃO NA RECEITA REALIZADA ( VALORES EM R$/MIL ) 2012 DOSE CERTA - SES/SP - MS 2011 123.060 125.683 108 54 26.767 25.307 5.912 7.205 24.717 11.218 180.564 169.467 SES/SP - OUTROS MEDICAMENTOS MINISTÉRIO DA SAÚDE PREFEITURAS / OUTROS - ESTADO DE SÃO PAULO PREFEITURAS / OUTROS - DEMAIS ESTADOS TOTAL PERCENTUAL DA PARTICIPAÇÃO NA RECEITA REALIZADA DOSE CERTA - SES/SP 68% MINISTÉRIO DA SAÚDE PREFEITURAS / OUTROS - ESTADO DE SÃO PAULO PREFEITURAS / OUTROS - DEMAIS ESTADOS TOTAL 0% 0% 15% SES/SP - OUTROS MEDICAMENTOS 74% 15% 3% 4% 14% 7% 100% 100% 32
  36. 36. PARTICIPAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, NO TOTAL DA RECEITA REALIZADA ( VALORES EM R$/MIL ) 2012 SÃO PAULO 2011 129.080 51.484 TOTAL 36.525 180.564 OUTROS ESTADOS 132.942 169.467 PERCENTUAL DA PARTICIPAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, NO TOTAL DA RECEITA REALIZADA - ANUAL SÃO PAULO 71% 78% OUTROS ESTADOS 29% 22% 100% 100% TOTAL 33
  37. 37. DEMONSTRATIVO DO SUPERÁVIT/DÉFICIT ( EM REAIS / MIL ) - ACUMULADO 2012 DESCRIÇÃO RECEITA OPER. BRUTA DE VENDAS E SERVIÇOS Vendas de Produtos,mercadorias, serviços e convênio ORÇADO ORÇADO REALIZADO R/O 184.937 -3,74% 178.818 153.013 -14,43% 192.120 61.775 102 123.060 -67,85% 78.818 153.013 94,13% Receita Convênio Programa Dose Certa Devoluções de Merc. e Abatimentos e IPI R/O 192.120 Receita Convênio HC DEDUÇÕES DE VENDAS 2011 REALIZADO 100.000 - - (726) (1.066) (1.066) Imposto Incidentes sobre Vendas RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTO OPERACIONAL Custos dos Produtos Vendidos e Convenio Dose Certa SUPERÁVIT/DÉFICIT BRUTO OPERACIONAL DESPESAS ADMINISTRATIVAS Com Pessoal Administrativa e Gerais Depreciação (-) Depreciação Apropriadas nos Custos 192.120 184.211 -4,12% 178.818 (125.903) (139.664) 10,93% (125.903) (139.664) 10,93% (94.762) -17,19% (114.430) (94.762) -17,19% 64.388 57.185 -11,19% -32,73% (56.387) 81.654 -244,81% (56.026) (77.499) 38,33% (22.171) (32.028) (10.465) 8.278 (22.137) (50.133) (21.401) 12.016 -0,15% 56,53% 104,50% 45,16% (24.973) (29.922) (9.517) 8.386 (24.604) (49.835) (11.479) 8.420 -1,48% 66,55% 20,62% 0,40% 572 VARIAÇÕES MONET. OBRIGAÇÕES E CRÉDITOS - OUTRAS RECEITAS E DESP. OPERACIONAIS - SUPERÁVIT/DÉFICIT LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (114.430) 44.547 - Outros Superàvit/Déficit. n/ Operacionais -15,03% 66.217 RECEITAS FINANCEIRAS/DESPESAS SUPERÁVIT/DÉFICIT OPERACIONAL 151.947 9.830 9.830 - 345 (43) - 219 614 - 357 (35.964) 0,00% -465,86% (7) (35.971) 8.362 - -465,93% 8.362 (19.393) 0,00% -331,92% (73) (19.466) -332,80% 34
  38. 38. DEMONSTRATIVO DO CONTAS A RECEBER Valores em R$/Mil 2012 SES/SP 2011 OUTROS CLIENTES OUTROS CLIENTES TOTAL SES/SP TOTAL (+) Vencidos em 30/11 .......................................................... 8.049 0 8.049 3.803 6.722 10.525 (+) A Vencer em 30/11 .......................................................... 1.262 7 1.269 3 1.281 1.284 (-) Deduções de Faturamento .................................................... 0 (+) Faturamento Dezembro.............................................. 0 64 64 0 0 0 1.010 1.010 40 711 751 396 403 4 2.103 2.107 (=) Saldo em 31/12 ............................................................... 9.861 - 9.861 3.842 6.611 10.453 Vencidos ....................................................................................... 0 8.736 8.736 3.802 5.952 9.754 A vencer .................................................................................... 1.125 1.125 659 699 (-) Recebimentos Dezembro............................................... 7 40 35
  39. 39. DEMONSTRATIVO DE CLIENTES EM ATRASO DE PAGAMENTOS Valores em R$/Mil SES/SP DEZEMBRO/2012 OUTROS CLIENTES TOTAL DEZEMBRO/2011 OUTROS CLIENTES SES/SP TOTAL DE 01 A 15 DIAS ........................................................................ 9 0 9 0 100 100 DE 16 A 30 DIAS ...................................................................... 0 698 698 0 12 12 DE 31 A 45 DIAS ......................................................................... 0 142 142 0 0 0 DE 46 A 60 DIAS .......................................................................... 0 25 25 0 0 0 ACIMA DE 60 DIAS ...................... TOTAL 0 - 7.862 8.736 7.862 8.736 3.802 3.802 5.840 9.642 5.952 9.754 36
  40. 40. DEMONSTRATIVO RECEITA BRUTA BENEFÍCIOS POR FUNCIONÁRIO ANUAL INFORMAÇÃO 2012 2011 NÚMERO FUNCIONÁRIOS 1.091 1.120 RECEITA BRUTA 184.937 153.013 SALÁRIOS + ENCARGOS 60.581 58.097 BENEFÍCIOS 11.407 11.483 170 137 66 62 FATURADO POR FUNCIONÁRIO CUSTO POR FUNCIONÁRIO Valores em Reais. 37
  41. 41. FLUXO DE CAIXA ORÇADO x REALIZADO ( EM REAIS / MIL ) - ACUMULADO 2012 DESCRIÇÃO SALDO INICIAL ORÇADO REALIZADO R/O 178.819 174.244 -2,56% 181.649 -5,45% 178.719 169.467 -5,18% 6.466 0,00% 100 4.777 4677,00% 192.120 191.232 -0,46% 178.819 165.881 -7,24% MAT.PRIMA, MATL.EMBAL., BENEF. 40.333 43.627 8,17% 37.887 36.114 -4,68% PESSOAL 67.687 58.637 -13,37% 52.144 57.931 11,10% DEMAIS DESPESAS 74.270 81.880 10,25% 80.426 65.363 -18,73% 9.830 7.088 -27,89% 8.362 6.473 -22,59% 11.924 8.807 -26,14% 3.561 11.924 234,85% DESEMBOLSO IMOBILIZADO * SALDO FINAL DE CAIXA * INC LUSO REC URSO DO TESOURO 192.120 REALIZADO -2,08% DEMAIS RECEITAS * 188.115 ORÇADO 3.561 RECEBIMENTOS DUPLICATAS 11.924 192.120 R/O 3.561 RECEBIMENTOS 11.924 2011 - ANUAL 38

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