Ulcera da córnea.

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Trabalho sobre a ulcera da córnea dos estudantes do Isctem, do curso de medicina geral.

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Ulcera da córnea.

  1. 1. Úlceras da córnea Grupo N°5 5°ano de Medicina Geral Helnícia Banze Míchel Tamele Salomão Zavale1
  2. 2. Definição • É a descontinuação do epitélio normal da superfície da córnea associada a necrose ao redor do tecido da mesma, caracterizado por edema e infiltração celular.
  3. 3. Considerações • Sendo uma estrutura em contacto directo com o meio externo, facilmente poderia ser infectada. • Entretanto, a córnea é protegida diariamente por mecanismos primários de defesa, tais como as lágrimas.
  4. 4. Etiologia • Há 2 factores major para formação de úlceras bacterianas: Destruição do epitélio da córnea. Infecção da área destruída. •.
  5. 5. Agentes Causadores • Os principais microrganismos implicados na génese desta patologia são: • Neisseria gonorrhoea • N.meingitidis • Corynebacterium diptheriae • Estafilococus aureus • Pseudomonas pyocyanea • Echerichia Coli • Proteus • Klibsiela
  6. 6. Patogénese
  7. 7. Patogénese • Depois da invasão da córnea por agentes agressores, ocorre uma sequência de eventos para formação da úlcera, que pode ser descrita em 4 estadios: • Estadio de infiltração • Estadio de úlcera activa • Estadio de regressão • Estadio de cicatrização
  8. 8. Mácula, Nébula, Leucoma • São termos usados para descrever o estado da superfície da córnea após cicatrização; • Nébula(Névoa)- difícil dectectar; apenas com uma luz especial para seu diagnóstico; • Mácula(Mancha)- facilmente detectável com luz ambiente; • Leucoma (Branca) - é uma cicatriz branca facilmente dectável ao olhar para o olho.
  9. 9. Mácula Leucoma Nébula
  10. 10. Quadro clinico • Dor • Sensação de corpo estranho • Lacrimejamento • Fotofobia • Visão Turva • Eritema ocular • Edema palpebral
  11. 11. Diagnóstico • Historia Clinica • Exame Físico Exame Laboratoriais • Fluoresceína • Teste de rosa bengala • Cultura e Antibiograma • Cultura do liquido da lente de contacto • HIV • Hemograma • Bioquímica
  12. 12. Complicações • Cegueira • Descemetocele • Perfuração da cornea • Prolapso da iris • Endoftalmite • Panoftalmite
  13. 13. Mácula Leucoma Nébula
  14. 14. Tratamento • O tratamento depende da causa e deve ser iniciado o mais rápido possível, para previnir a fibrose e opacicifação da córnea e outras complicações. • Pode ser médico ou cirúrgico, dependendo das condições em que o paciente se apresenta, e o tratamento farmacológico tem em conta os resultados laboratoriais (citologia, cultura, antibiograma).
  15. 15. Tratamento • Agente desconhecido: ATB largo espectro (tratamento inicial) Local: Fluorquinolona isolada ou + aminoglicósido ou clorafenicol. - Atropina 1% - Cloranfenicol - Ciprofloxacina, Gentamicina – injecção subconjuntival se extensão escleral ou risco de perfuração. Penso *Se nao melhorar em 48h, associar um anti-fúngico.
  16. 16. Tratamento Fungos - Miconazol, Nistatina - Clotrimazol - Sulfadiazina de prata - Povidone Iodine (Betadine) – anti- séptico muito eficaz em infecções bacterianas, virais e fúngicas).
  17. 17. Tratamento • O tratamento cirúrgico é indicado nos casos em que haja perfuração da córnea ou de ausência de resposta ao tratamento médico. • O uso de corticoesteróides e controverso, visto que, na presença de infecção activa, pode haver exacerbação da inflamação.
  18. 18. Prognóstico • Depende do tamanho da úlcera, tempo de diagnóstico, início e resultados do tratamento, bem como das complicações que possam surgir ou ser encontradas. • Todas as úlceras da córnea cursam com cicatriz. Dependendo do tamanho e da localização desta, a refracção pode ser afectada. • Úlceras pequenas e situadas na periferia da córnea apresentam um bom prognóstico.
  19. 19. Conclusão • A úlcera da córnea e uma solução de continuidade, provocada pela destruição do seu epitélio e infecção, por bactérias, fungos, vírus. • Cursam com um quadro de dor, fotossensibilidade e uma maior secreção de lágrimas. Em certos casos, ocupam toda a córnea e podem penetrar em profundidade. Pode aparecer um ponto branco-amarelado de pús na córnea, ou mesmo haver acúmulo de certa quantidade do mesmo. Quanto mais profunda é a úlcera, mais graves são os sintomas e as complicações. • Podem curar com um tratamento, mas podem deixar como sequela uma substância turva e fibrosa que impede a visão. Outras complicações incluem: infecções persistentes, perfuração da córnea, deslocação da íris e destruição do olho. • A úlcera da córnea é uma urgência oftalmológica que deve ser tratada de imediato.
  20. 20. Bibliografia • ALFONSO E., MANDELBAUM S., FoOX M.J., FOSTER R.K. , “Ulcerative keratitis associated with contact lens wear.” Am. J. Ophthalmol. 1986;101:429-33. • ALVES M.R., KARA J. N., “Resposta corneana às infecções. In Belfort RB, Kara José N. Cornea Clínica-cirúrgica. São Paulo, Roca, 2006, pp.163-71 • KENT.C., “Gannando la batalla contra las ulceras corneales”, Review of Ophtalmology, Jobson Publushing; • http://www.manualmerck.net/?id=248&cn=2060, acessado a 1 de Setembro de 2015. • www.google.com/imagens ,acessado as 20 Horas do dia 31 de Agosto de 2015.
  21. 21. OBRIGADO

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