O SENHOR É PAZ Clique para passagem de slides Ligue o som
Certo filósofo, assentado em um banco de praça nas primeiras horas da manhã, tentava definir o conceito de paz.
A cidade ainda dormia. Quem logo apareceu foram os pombos do lugar. Acostumados a receberem alimento, aproximaram-se sem m...
O filósofo observou entre eles uma pombinha branca. Admirando sua beleza pensou: Aí está o símbolo da paz!
Ofereceu-lhe migalhas de pão e, assim que ela se aproximou, tentou pegá-la. Não conseguiu. A pomba voou. Mas não demorou m...
“ Agora eu a pego”, pensou o filósofo! Lançou algumas iscas e foi-se aproximando. Até dizia consigo mesmo: Venha comigo, p...
Mas quando estava quase por agarrá-la, apenas sentia o vento e ouvia o ruflar de suas asas.
Depois de várias tentativas, exausto, envergonhado pela presença de outros na praça, já numerosos, curiosos com suas atitu...
Voltou triste e cansado, pensando: É, a paz é exatamente assim, nós a rodeamos, até nos aproximamos dela, mas quando vamos...
Este relato descreve bem o sentimento de muitos em relação à paz. Procuram-na onde não está. Não sabem que a paz só se enc...
Gideão descobriu essa paz em situação muito difícil. Ficou tão empolgado com isso que construiu um altar comemorativo, que...
Como cristãos, nós também já encontramos a paz. Cabe a nós, então, tal como Gideão fez, anunciar esse grande achado.
Jesus disse: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá” (Jo 14.27).
Sim, paz não é algo inatingível; pode ser alcançada, mas só no Senhor. Ela é dada por Jesus, pois o Senhor é paz.
Créditos: texto: Ana Cláudia Gusso/Antonio Renato Gusso formatação: Nerivaldo música: Poème  (do CD Secret Garden)
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O Senhor e paz

  1. 1. O SENHOR É PAZ Clique para passagem de slides Ligue o som
  2. 2. Certo filósofo, assentado em um banco de praça nas primeiras horas da manhã, tentava definir o conceito de paz.
  3. 3. A cidade ainda dormia. Quem logo apareceu foram os pombos do lugar. Acostumados a receberem alimento, aproximaram-se sem medo.
  4. 4. O filósofo observou entre eles uma pombinha branca. Admirando sua beleza pensou: Aí está o símbolo da paz!
  5. 5. Ofereceu-lhe migalhas de pão e, assim que ela se aproximou, tentou pegá-la. Não conseguiu. A pomba voou. Mas não demorou muito e ela voltou.
  6. 6. “ Agora eu a pego”, pensou o filósofo! Lançou algumas iscas e foi-se aproximando. Até dizia consigo mesmo: Venha comigo, paz, não vá embora, preciso de você!
  7. 7. Mas quando estava quase por agarrá-la, apenas sentia o vento e ouvia o ruflar de suas asas.
  8. 8. Depois de várias tentativas, exausto, envergonhado pela presença de outros na praça, já numerosos, curiosos com suas atitudes estranhas, desistiu e foi para casa.
  9. 9. Voltou triste e cansado, pensando: É, a paz é exatamente assim, nós a rodeamos, até nos aproximamos dela, mas quando vamos alcançá-la, bate as asas e se vai! Deixa-nos na mão. É mesmo impossível alcançar a paz. Desisto!
  10. 10. Este relato descreve bem o sentimento de muitos em relação à paz. Procuram-na onde não está. Não sabem que a paz só se encontra em Deus e acabam por desistir.
  11. 11. Gideão descobriu essa paz em situação muito difícil. Ficou tão empolgado com isso que construiu um altar comemorativo, que chamou de “O Senhor é a paz”, anunciando, assim, sua grande descoberta (Juízes 6.24).
  12. 12. Como cristãos, nós também já encontramos a paz. Cabe a nós, então, tal como Gideão fez, anunciar esse grande achado.
  13. 13. Jesus disse: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá” (Jo 14.27).
  14. 14. Sim, paz não é algo inatingível; pode ser alcançada, mas só no Senhor. Ela é dada por Jesus, pois o Senhor é paz.
  15. 15. Créditos: texto: Ana Cláudia Gusso/Antonio Renato Gusso formatação: Nerivaldo música: Poème (do CD Secret Garden)

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