Apostila curso capacitacao 2007

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Apostila curso capacitacao 2007

  1. 1. IGREJA METODISTA – VI REGIÃO CURSO DE CAPACITAÇÃO MEU ALUNO, MEU DISCÍPULO E EU Aventureiros em Missão DEPARTAMENTO REGIONAL DE TRABALHO COM CRIANÇAS Bispo VI Região: João Carlos Lopes Coordenação Regional de Ação Docente: Pr. Cláudio Luiz Freire dos Santos Coordenação Depart. Regional de Trabalho com Crianças: Mônica R. Brisolla Rúbio 2007 1
  2. 2. Prefacio Queridos irmãos e irmãs, é com alegria que apresentamos este material, fruto de dedicação da irmã Monica Rubio, coordenadora regional de trabalho com crianças. A Igreja Metodista reconhece o trabalho com crianças como uma de suas prioridades. O foco deste empenho é o compromisso de uma ação pastoral que promova a criança como cidadã do Reino de Deus. A Pastoral da Criança insere neste contexto dois eixos fundamentais. O primeiro é a importância da educação cristã no desenvolvimento da criança. A inserção da criança na comunidade através do batismo é um imperativo e, conseqüentemente, sua nutrição na comunidade a fim de que cresçam arraigadas na fé, na esperança e no amor. O segundo eixo é a criança na sociedade, na cidade em geral. A igreja precisa empenhar suas forças na defesa da vida da criança, promovendo iniciativas de valorização e luta. Com este material, colocamos o desafio para que a igreja seja um lugar acolhedor e um espaço de excelência de formação da criança. Que Deus abençoe os resultados que, com certeza, virão. Pr. Cláudio Luiz Freire dos Santos Coordenador Regional de Ação Docente Queridos (as) ministros (as) e educadores (as) de crianças, Esta apostila foi preparada para que pudéssemos estar cooperando com o seu ministério. É uma material prático, fruto de atividades e programações que já foram desenvolvidas no Ministério Local em Guarapuava, inspiradas pelo Senhor aos vários integrantes deste ministério, ao longo de alguns anos de trabalho. Gostaríamos que nas próximas apostilas possamos somar também as experiências de outros Ministérios Distritais e Locais. Precisamos repartir e compartilhar aquilo que temos recebido e vamos tentar criar uma forma de fazermos isso. O conteúdo da apostila apresenta sugestões para um trabalho de um ano. Acreditamos que as atividades e materiais estejam ao alcance de igrejas com maior ou menor recursos. Que este material possa ser uma benção e uma ajuda bem vinda ao seu Ministério. Que Deus abençoe cada um de nós, nesta tarefa tão importante que nos tem confiado. Mônica R. Brisolla Rúbio Coordenação Regional do Departamento de Trabalho com Crianças 2
  3. 3. DEVOCIONAL MEU ALUNO, MEU DISCÍPULO E EU Objetivo: Compartilhar e destacar que: “O PODER GLORIOSO QUE ESTÁ DENTRO DE NÓS, TEM QUE VIR DE DEUS E NÃO É DE NÓS MESMOS.” Em Jeremias 48:11 lemos: A história do povo de Moabe - Um povo que viveu tranquilamente... “Era como o vinho que ficou algum tempo misturado com uvas amassadas para ganhar sabor”. “Não foi passado de uma vasilha para outra, assim conservou sem alteração seu sabor, gosto e cheiro.” -Fazendo uma pausa para nessa introdução, observamos em Lucas 5:36-38, o seguinte: “Quem usaria odres velhos para vinhos novos”? Pois os odres velhos arrebentariam com a pressão, o vinho derramaria e os odres se estragariam. Para guardar vinhos novos, só se usam odres novos. Desta maneira ambos são conservados juntos.” - As coisas que partilhamos tem que partir de dentro de nós. PARALELO: TEMA EDUCAÇÃO Na tradição grega clássica o termo educação nos traz a idéia de EDUCAR – Educere – Educare – Guiar – Orientar Quando entendemos esse significado podemos perceber que educar é como: Levar pela mão A criança não sabe fazer nada sozinha – temos que guiá-la até que ela aprenda e se torne madura. “Mas ninguém pode guiar uma pessoa se não tiver algumas noções, conhecimento, experiência e vivencia.” É como se um educador dissesse: Estou cuidando de você, me importo com o teu desenvolvimento, como um todo: físico, mental, espiritual, seu interior. Todo ser humano tem algo que precisa desenvolver, que precisa amadurecer, moldar. - Quando lemos a história de Sócrates vemos uma parte sobre um discípulo dele: MENON. - O livro relata que Menon estando caminhando, encontra Sócrates, que pergunta: -Como está você? -Que bom te ver!! Passo por crise!! -Quer conversar sobre isso? - Sim! Assim os dois trajetos se tornaram um. - Um educador auxilia a recordar, relembrar. Trazer de volta ao coração, recuperar o registro que está no teu íntimo mais profundo – O EDUCADOR É UM CANAL. - Um discipulador é um canal, um instrumento de Deus na vida do discípulo. Se tenho eu o chamado para esse ministério, sou um discipulador – Sou aquele que vai levar, vai guiar meu aluno a aprender mais do Senhor. - Aprender tem haver com caminhar – andar junto. - sair de um lugar e ir para outro. DISCÍPULO – Discípulus – jovem que vai sair de uma condição para outra. Ser capaz de outra coisa. “CRISTO CAMINHAVA COM SEUS DISCIPULOS” O sujeito aluno – tem relação com o discípulo – disciplina – em latim discere – grego. 3
  4. 4. - Eu sou um instrumento de Deus para que o aluno da Escola Dominical possa ir de A até B e assim, na vida, gradativamente... -Educação afetiva. O educador precisa considerar que a afetividade é a base da vida. A Escola Dominical não é mera estrutura, sobretudo é um espaço de pessoas que tem seus anseios, expectativas, desejos, angústias e esperanças. A essência da Escola Dominical não é a estrutura, são as pessoas. -Em Gálatas 3:23 Paulo menciona que: Dentro da cultura Israelita vemos a figura do AIO - Esse tinha responsabilidade e buscar sua maioria. O AIO tinha que ser uma pessoa preparada culturalmente, socialmente, mas o mais importante era o aspecto religioso – Espiritual. - No pouco tempo que passamos com nossos discípulos, temos que ter essa perspectiva de responsabilidade, compromisso de gerarmos verdadeiros discípulos e guia-lo à Cristo. - Hoje nós não temos mais os AIOS – AMAS – GOVERNANTAS... Mas a missão que a igreja tem, principalmente o MINISTÉRIO DE ENSINO da Igreja Local, da palavra, assume então a tarefa de qualificar, preparar e capacitar o educando. (Aluno da escola dominical) - Paulo nos apresenta em II Timóteo 2:15 Ele fala para Timóteo: Procura apresentar-se a Deus como obreiro preparado, que maneja bem a palavra da verdade, que não tem do que se envergonhar. -Paulo estava preparando Timóteo para assumir a igreja – Timóteo, seu discípulo. -Quem é teu aluno? Quem será teu discípulo?? Vejamos!!! Que missão Deus nos repassou !!! E EU COMO DISCIPULADOR?? Aí está: Deus derrama graça sobre Moabe, mas Moabe não alterou, não passou de vaso em vaso e manteve seu sabor. - Isso pode acontecer quando: -Não aceitamos os caminhos de Deus. -Não somos humildes. -Não há preocupações em crescermos espiritualmente. -Estacionamos. Em JEREMIAS 48:11 cita Fezes.. -São impurezas da uva que fica no fundo do recipiente. - O vinho virou vinagre -Isso pode acontecer, vinagre, quando nós guardamos coisas preciosas dentro de nós. -Devemos compartilhar o nosso tesouro vivo, que há dentro de nós. MATEUS 9:17 – Não se põe vinho... -Nossas vasilhas precisam estar novas dentro de nós -Precisamos nos renovar diante do Senhor. -Enquanto estivermos com nossos vasos perecíveis, não teremos uma igreja renovada, crescendo. -Tudo tem que começar de nossas vidas assim conseguiremos atingir nosso próximo, nosso discípulo para Cristo. Um exemplo a citar é: -Na Palestina há um rio chamado Jordão que vai até ao Líbano e deságua no mar da Galiléia, e dá para o Mar Morto – Simbolização. -O Mar Morto só recebe, não dá nada. Não deságua em lugar nenhum. -Deus deseja que sejamos mudados de vasilha em vasilha (purificados). Quando o vinho ficar bom aí será dado as pessoas, um vinho derramado,compartilhado. “O PODER GLORIOSO QUE ESTÁ DENTRO DE NÓS, TEM QUE VIR DE DEUS E NÃO É DE NÓS MESMOS.” (Leda Cascione – Coordenação Distrital de Trabalho com Crianças – Distrito Litorâneo) 4
  5. 5. CONTEÚDO 1. Louvor 2. Devocional: Meu Aluno, Meu Discípulo e Eu 3. Dinâmica: Dê o seu passo neste caminho 4. Palestra 01: Aos líderes de crianças e aos pais: Filhos bem treinados para a vida 5. Palestra 02: Apresentação aos pais da programação anual do Ministério. Programação e Orçamento. Entrega de lembrança que tem toda a programação do ano 6. Palestra 03: Aos líderes e liderados: Modelo de Plano de Ação, Calendário de Atividades e Orçamento Programa 7. Indicação de Materiais e Bibliografias disponíveis: Escola Dominical, Culto Infantil, EBF 8. Idéias e Sugestões para Programação Anual de datas Especiais:  Páscoa  Dia das mães  Dia Especial com Crianças – Você é Especial  EBF  Dia dos Pais  Dia da Criança  Sugestão para Encontro Local ou Distrital com Crianças – DVD Encontro Regional 2006  Natal – Peça: Você é Especial  Natal – Peça: Uma árvore de Natal diferente 9. Oficinas Práticas:  Confecção de Fantoches  Confecção de Casinha de Fantoches  Confecção de Jogos: Quebra-cabeças gigante (de caixas ou de peças)  Jogo da Velha  Jogo da Memória - Dinâmica para separação de grupos  Jogo de Perguntas – Escolha a sua  Jogo de Perguntas - Alvo 5
  6. 6. Dê o seu passo neste caminho Marcos 6:8 “ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, senão apenas um bordão; nem pão, nem alforje, nem dinheiro no cinto; I Cor 12:31 “Mas procurai com zelo os maiores dons. Ademais, eu vos mostrarei um caminho sobremodo excelente” Como Líder de uma reunião ou de um encontro com outros líderes você pode se utilizar de algumas idéias como quebra gelo, estabelecimento de comunhão e interação. Oração e louvor são sempre utilizados e importantes. Mas abaixo vai uma idéia para você dar um início na sua programação. Deixe uma caminho traçado no chão (com fita, papel crepom torcido, etc). No início deste caminho faça um círculo. Dentro do círculo coloque os dizeres “ Obras no Reino de Deus” ou “Ministérios”. Nas bordas deste círculo coloque as várias opções de Ministério (Oração, Cura e libertação, Ensino, Administração, Tesouraria, Louvor, Diaconia, Ação Social,etc). De frente para o caminho traçado coloque o Ministério com Crianças. No final do Caminho, coloque algumas placas de chegada, identificando os objetivos, as metas os alvos do Ministério, por exemplo: crianças sadias emocionalmente, crianças sadias espiritualmente, crianças em comunhão com Deus, crianças com experiências pessoais, crianças com conhecimento de Deus, crianças com intimidade com Deus. Conforme os líderes forem chegando não comente nada, apenas os deixe observar. Quando todos chegarem, coloque os em volta do caminho e faça uma reflexão, elevando os pensamentos para que os líderes olhem quantos ministérios existem, olhem o ministério que escolheram estar, olhem os objetivos de seu ministério. Então entregue para cada um 01 pezinho, desenhado e recortado em papel de cor clara (sulfite, cartão) e peça ao líder que escreva o que acha que precisa de Deus para caminhar neste ministério, quais devem ser os seus passos para que os objetivos possam ser alcançados. Então peça que cada um leia o que escreveu e coloque um passo no caminho. Observe cada uma das colocações ore, dando sempre uma palavra de responsabilidade, ânimo e alegria no servir e então inicie a reunião. 6
  7. 7. LOUVOR VISITANTE OLHE PARA UM LADO, OLHE PARA O OUTRO VEJA SE CONHECE TODO MUNDO POR AQUI OLHE PARA A FRENTE E OLHE PARA TRÁS DÊ UMA VOLTINHA, FAÇA UM GESTO DE AMOR DÊ UM ABRAÇO NO AMIGO CUMPRIMENTE O VISITANTE, DESEJANDO QUE ELE VOLTE OUTRA VEZ OLHE PARA UM LADO, OLHE PARA O OUTRO AGORA JÁ CONHECE TODO MUNDO POR AQUI (esta música é do CD do Departamento Nacional de Trabalho com crianças) ADORAÇÃO SENHOR JESUS, PRA TE ADORAR ESTOU AQUI, UNINDO AS MÃOS EM ORAÇÃO, ME RENDO AOS TEUS PÉS LEVANTO A VOZ E CANTO ESTA CANÇÃO PRA TE ADORAR, O REI DOS REIS! MESMO TÃO PEQUENO POSSO TE LOUVAR MESMO TÃO PEQUENO POSSO TE SERVIR MESMO TÃO PEQUENO POSSO TE ADORAR, SENHOR (Ilza Pugliese CD Evangelho – Convite para a Paz - Departamento Nacional de Trabalho com crianças) DEUS É BOM DEUS É BOM DEUS É BOM DEMAIS AS ANGUSTIAS E AFLIÇÕES FICARAM PRA TRAS MEU CORAÇÃO PALPITOU DE ALEGRIA, AMOR E PAZ PORQUE DEUS É BOM.... QUANDO ESTOU A PERECER ELE VEM ME SOCORRER COM SUAS MÃOS ME SUSTENTA E ME DÁ AMOR E PAZ PORQUE DEUS É BOM... DEUS É BOM DEMAIS QUERO OUVIR UM CORO SÓ DE VOZES CELESTIAIS POQUE DEUS É BOM... 7
  8. 8. DEUS É BOM DEMAIS. ACENDA A LUZ ACENDA A LUZ NA ESCURIDÃO DEIXE A SUA LUZ BRILHAR NÃO ESCONDA NÃO DEIXE A ILUMINAR JESUS É A LUZ QUE ESTÁ EM SEU CORAÇÃO JESUS DISSE: VOÇÊ É A LUZ DO MUNDO ENTÃO DEIXE A SUA LUZ BRILHAR NÃO IMPORTA O DIA NEM A HORA DEIXE A LUZ BRILHAR EM TODO LUGAR ACENDA A LUZ ... MINHA PEQUENA LUZ VOU DEIXAR BRILHAR VOU DEIXAR, SIM BRILHAR TODO DIA EM TODO LUGAR VOU DEIXAR MINHA LUZ BRILHAR ACENDA A LUZ ... (CD Crianças Diante do Trono – Vamos Compartilhar) 8
  9. 9. PALESTRA 01 FILHOS BEM TREINADOS PARA A VIDA por Lúcio César Menezes Ensinar filhos é um desafio em duas frentes: diário e de longo prazo. Exige respostas imediatas e não pode prescindir de um bom planejamento que leve em consideração alvos de médio e longo prazos. É preciso encontrar soluções para situações inesperadas sem perder a consistência. Saber para onde se está caminhando, o que se deseja alcançar, que tipo de caráter os filhos cultivarão quando adultos. Ensinar, entre várias acepções, significa: dar ensino a, adestrar, treinar. Dar a conhecer, indicar. Sugere um processo que se inicia com o nascimento e perdura ao longo de toda a vida. Um processo que vai sendo avaliado, testado, atualizado e corrigido diante de novas circunstâncias, de novos desafios. É semelhante ao aprendizado de qualquer esporte. O começo é sem coordenação motora, mais erros que acertos, vontade de desistir, cansaço, incentivos e críticas, muitas correções, muitos elogios, persistência e paciência. Após algum tempo os resultados aparecem – já há boa coordenação, as correções diminuem, há mais alegria que cobranças, os elogios superam as críticas. Como em tudo na vida, sempre haverá outras coisas a aprender. Treinar os filhos para a vida é mais interessante e desafiador que treiná-los para qualquer esporte. Um bom treinamento produzirá um cidadão consciente, honesto, de caráter, capaz de fazer diferença na sociedade. Como ensinar é algo importante, deixar para decidir na hora da crise o que fazer para educar não me parece uma boa idéia. O acaso não produzirá um treinamento consistente. Ensinar envolve algumas decisões importantes para os pais. Significa assumir algumas premissas: É preciso ter metas – aonde se pretende chegar? O que você espera de seu filhos nas situações importantes? Honestidade? Coragem? Levar vantagem em tudo? Ser confiável ou "ter jogo de cintura"? Luta até o fim ou desiste na primeira resistência? Os fins justificam os meios? Muitas oportunidades acontecerão para o treinamento: ele chega em casa com brinquedo que não é dele; passa em uma prova colando; quebra algo em casa e esconde, foge. A forma que os pais reagirem influenciará no caráter da criança. É preciso saber que é um processo – ensinar não é algo estático, inflexível. É um processo em constante mutação. Há falhas a serem corrigidas, há avanços e retrocessos, erros e acertos. Se um caminho não está funcionando é necessário testar outros. Adapta-se a cada criança, ao seu jeito e temperamento. Mas deve ser um processo pensado, articulado, capaz de orientar ações consistentes, que permita aos filhos perceberem que há um norte e que não depende apenas do humor dos pais. Olho para os lados e não vejo pais que desejem ver seus filhos despreparados para a vida. Ao contrário, há sempre um desejo ardente de vê-los progredir, vencer, conquistar espaços, serem motivos de orgulho e satisfação. No entanto, é possível perceber que nem todos estão conscientes da necessidade de ter um projeto bem elaborado de treinamento. Estão envolvidos por tantas exigências da vida que abrem mão de incutir nos filhos os conceitos corretos. O espaço deixado pelos pais é logo ocupado pela TV, filmes ou novelas, amigos da escola e a cultura pós-moderna do relativismo. Os filhos vão assumindo posturas que deixam os pais perplexos, atônitos, não poucas vezes envergonhados. Já adolescentes, não estão mais tão acessíveis ao ensino que passou da hora. Não há mais treinamento – há muita discussão, cobrança, intransigência, falta diálogo e não há mais como indicar o caminho ante a incapacidade de pais e filhos se comunicarem. Educar envolve muitas atitudes importantes. Para treinar bem um filho é fundamental: 1. Coerência – seja o sim, sim e o não, não. Quanto mais coerentes forem os pais mais obedientes serão os filhos. Eles não ficam em dúvida quando há uma ordem, um direcionamento. Sentem que os pais sabem o que estão fazendo, ainda que não gostem. Um filho chega para o pai e pede para ir para a chuva. O pai diz logo que não e pronto. O filho fica 9
  10. 10. insistindo, pedindo, pedindo, pedindo. O pai faz de conta que não está ouvindo, mas, por fim perde a paciência e diz: tá bom, pode ir, mas só um pouquinho! Pronto, oportunidade de treinamento perdida. Ou pior, a criança está sendo treinada para não obedecer, percebe que insistindo, chorando consegue tudo. Testemunho de vida do professor 2. Esperança – treinar pressupõe a esperança de obter bons resultados. Qualquer que seja a situação da família, a esperança é uma companhia das mais interessantes. As correções necessárias, o cansaço que advém da disciplina serão recompensados. É promessa bíblica. Ensina, treina a criança e ela seguirá o bom caminho. Não desista de ensinar os conceitos corretos, pois há esperança no futuro. Perseverança – só vai para a frente quem não desiste. Ensinar exige perseverança. É luta constante, diária, por toda a vida. Quem larga mão no meio do caminho não chega a lugar nenhum. Vencem os que perseveram, os que vão até o fim. Pense no prazer de ter filhos equilibrados, conscientes, de bom caráter. Vale qualquer esforço. 3. Paciência – os conceitos bons não são aprendidos facilmente. As porcarias sim. Portanto, prepare-se para ter paciência nas idas e vindas, erros e acertos. Siga em frente, pois você sabe aonde quer chegar (ou não????)! 4. Cobrança por resultados junto com muitos elogios – uma regra de ouro no ensino é conhecida como a regra do sanduíche – uma crítica deve estar sempre envolvida por pelo menos dois elogios. Outra dica é lembrar que para cada crítica você deve ser capaz de fazer três ou mais elogios. Pais que só sabem corrigir, ver erros, criticar, reclamar, se aborrecer, exigir (ufa!), não são bons treinadores. Os filhos fazem dezenas de coisas boas por dia. Por quê só lembrar dos erros? Treinar significar elogiar o que está certo, incentivar, estimular e, quando necessário, fazer os ajustes necessários. Se você só corrige não há filho que não desanime. 5. Os resultados devem aparecer – é importante avaliar os resultados para ver onde o processo de treinamento precisa ser revisto. Se não há resultados desejados algo está errado no ensino. O progresso deve acontecer. Um treinamento eficiente conduzirá a filhos obedientes, que não envergonham os pais, que respeitam as pessoas e as propriedades, que se comportam bem. Não quer dizer que nunca errarão, mas que já têm um caminho traçado. A missão dos pais é imensa. Preparar os filhos para serem homens e mulheres de bem não é tarefa fácil. É um privilégio dado por Deus poder contribuir tão decisivamente na formação do caráter de outras pessoas. Permitir que as crianças desenvolvam a rebeldia, o desrespeito por regras e pessoas, o desrespeito pelos valores cristão de integridade, honestidade e humildade é uma ofensa direta aos preceitos bíblicos. É semear no campo do inimigo. Uma opção que não deve existir para famílias cristãs de verdade, nem que seja de forma inconsciente. Fonte site Revendo Retirado do Site do Cemetre – Igreja Metodista - VI Região ** no CD tem a apresentação desta palestra em power point, para Data Show. Versículos: “ Porém Ana não subiu; mas disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o SENHOR, e lá fique para sempre”. I Samuel 1:22 “Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se sua obra é pura e reta”. Pv 20:11 “Educa a criança em que caminho deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. Pv 22:6 “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha sua mãe”. Pv 29:15 10
  11. 11. PALESTRA 02 A Palestra 02, de acordo com atividade sugerida, pode ser proferida logo após a Palestra 01. Trata de uma apresentação de todas as atividades que o Ministério Local de Trabalho com Crianças, com as suas respectivas datas, locais das atividades e orçamentos. Esta apresentação deve acontecer após a aprovação, pela CLAM e Concílio Local, do Plano de Ação da Igreja Local, Calendário e Orçamento Programa. Um exemplo para esta palestra está no CD, junto com a palestra 02, no Power Point. ATIVIDADE SUGERIDA PARA USO DA PALESTRA 01 e 02 Esta reflexão pode ser trabalhada, tanto com os pais, como com professores de crianças nas igrejas. Com a devida adaptação, o trabalho de professores de crianças deve observar as colocações do texto. 1. Como uma primeira aplicação, esta reflexão pode ser utilizada com os professores de crianças, como abertura de um trabalho, onde deverão ser discutidos os objetivos do ministério com crianças, as metas anuais e a longo prazo e como deve ser conduzido e planejado o trabalho a fim de se alcançar os objetivos. Desta forma, o Líder do Ministério deve palestrar aos liderados a reflexão, posteriormente discuti-la de forma a aperfeiçoa-la e então, posteriormente partirem para a concepção do calendário anual de atividades, divisão de tarefas, enfim, a programação anual do ministério com as crianças, que deverá ser apresentada à CLAM e ao Concílio Local para aprovação, juntamente com a programação de todos os outros ministérios. 2. Em uma segunda aplicação, esta reflexão pode ser utilizada com os pais. Pode ser apresentada em uma reunião com os pais, como pode ser ministrada em um culto para toda a igreja. Então, encerra-se a reflexão, com as propostas do Ministério com Crianças para o ano, tanto orçamentária, quanto o calendário de atividades. 3. Pode ser preparado como lembrança da reunião ou Culto com os pais, um imã de geladeira, que contenha a programação anual. * No Cd tem uma foto de uma imã de geladeira com esta sugestão 11
  12. 12. PALESTRA 03 PLANO DE AÇÃO – PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO MINISTÉRIO COM CRIANÇAS (Exemplo do Plano de Ação da Igreja Metodista em Guarapuava) 12 Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, porque me julgou fiel, pondo-me no seu ministério, 13 ainda que outrora eu era blasfemador, perseguidor, e injuriador; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância, na incredulidade; 14 e a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. 15 Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal; 16 mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, o principal, Cristo Jesus mostrasse toda a sua longanimidade, a fim de que eu servisse de exemplo aos que haviam de crer nele para a vida eterna. 17 Ora, ao rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém. I Tim 1:12-17 A proposta do Ministério com crianças para o Plano de Ação da Igreja Local, para o Biênio 2006 e 2007, tem em vista o serviço a Deus, o considerando como um privilégio, tal qual demonstra ser o relato bíblico utilizado. Este serviço compreenderá o acompanhamento das crianças da Igreja Local, através da Escola Dominical, Cultos Infantis e Programações Especiais. O Ministério se propõe a ser co-responsável com os pais na tarefa dada por Deus, de que a Palavra deve ser inculcada aos filhos. É necessário que as crianças sejam conduzidas a ter suas próprias experiências e intimidade com Deus. Para tanto foram programadas: • Capacitação dos integrantes do Ministério, através da participação nos encontros distritais, regionais e nacionais de professores de escola dominical e de pessoas que exercem trabalhos com crianças (devendo se oferecer, inclusive, para hospedar os encontros de forma a facilitar a participação dos ministros locais) e ainda através da compra de livros sobre didática, métodos educacionais, psicologia da criança, métodos de jogos e diversão a serem lidos pelos integrantes do Ministério e busca de conhecimento de técnicas de trabalho com crianças que estimule o aprendizado, o interesse, a comunhão, o envolvimento e a concentração delas; • Buscar que os integrantes do Ministério com crianças, estejam conscientes do chamado ao Ministério e que não apenas gostem de ficar ou de brincar com crianças; • Despertamento a respeito da assiduidade na freqüência por parte dos pais e crianças na escola dominical, através de estabelecimento de currículo permanente de escola dominical, currículo para culto infantil, de material escolar, avaliações, tarefas, e camisetas e bolsas para professores e alunos e processo de formatura; • Diferenciação nos métodos de culto infantil, fazendo a distinção necessária entre o culto e a escola dominical. Procurar desenvolver no culto infantil 12
  13. 13. atividades interativas, de comunhão, de participação, cujo objetivo seja o de fixar a mensagem do texto bíblico ministrado. Introduzir no culto infantil pedidos de oração e vinda da criança no altar, despertamento para a confissão de pecados e arrependimento (ênfase no domingo de ceia); • Iniciar as crianças nas doutrinas metodistas; • Despertar nas crianças a necessidade de evangelização e discipulado; • Buscar métodos que levem às crianças à busca de experiências pessoais com Deus, despertamento para a oração e à prática da fé, através do ensino do conhecimento bíblico associado à experiências ( o ministro de crianças deve contar às crianças as suas experiências pessoais); • Fazer a Igreja e os pais, bem como as crianças compreenderem cada vez mais que o culto infantil é realizado com o principal objetivo de ministração de culto na linguagem da criança e não como uma maneira de retirá-las do culto de adultos; • Buscar o interesse e responsabilidade dos pais e das crianças na questão da educação cristã (tal qual a importância dada com respeito à educação secular) e incluir neste contexto temas relativos também à moral, princípios, educação, escolha de programas de televisão; • Como forma de estimular formação de liderança e distribuir tarefas e responsabilidades a coordenação contará com um responsável pela Escola Dominical, Cultos e Programações Especiais. ORÇAMENTO PROGRAMA E CALENDÁRIO ATIVIDADES – 2006 COORDENADORA: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Atividade Data Local Recurso 13
  14. 14. ESCALA PARA O CULTO INFANTIL MINISTÉRIO COM CRIANÇAS MÊSES: MAIO, JUNHO DATA EQUIPE TEMA 29/04/07 06/05/07 13/05/07 20/05/07 27/05/07 03/06/07 10/06/07 17/06/07 24/06/07 ESCALA PARA O CULTO INFANTIL MINISTÉRIO COM CRIANÇAS MÊSES: ANO: DATA EQUIPE TEMA 29/04/07 06/05/07 13/05/07 20/05/07 27/05/07 03/06/07 10/06/07 17/06/07 24/06/07 Cadastro do Ministério Cadastro de Crianças (de 0 a 11 anos) Nome da Criança Nome dos Pais ou Responsável Endereço Data Nascimento Classe de Escola Dominical Telefone 14
  15. 15. * é importante que o coordenador e todos os integrantes do ministério tenham esta tabela Cadastro do Ministério Coordenador e Integrantes do Ministério Nome Função (Coordenadora, Professor, Ministro de Culto ou Auxiliar) Endereço (Rua e número) Telefone (fixo e celular) Data de Nascimento Endereço e-mail * é importante que o coordenador e todos os integrantes do ministério tenham esta tabela REFLEXÃO O MINISTRO E O MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS Muitos são os ensinamentos, as ordenanças e os conselhos de Deus a respeito de se inculcar a Sua Palavra às crianças. Em muitos textos bíblicos, Deus instrui os pais a falarem Dele aos seus filhos: sobre quem Ele é, das coisas que Ele fez e fará, dos seus testemunhos e estatutos, das suas maravilhas, da sua misericórdia, do seu zelo, da sua providência, etc. 15
  16. 16. Algumas destas Palavras estão relacionadas com promessas. Faça que eu Faço. Inculque que Eu .............ensine que Eu....... Em Deuteronômio 6:6-7, a Palavra diz: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.” Em Provérbios 22:6, a Palavra diz: “ Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” Mas temos visto que muitas crianças que foram criadas e educadas nas igrejas, hoje adolescentes ou adultos não estão mais lá. Por quê?? Deus não cumpriu com a sua parte?? Sabemos que Deus não é homem para que minta e conhecemos sua fidelidade e integridade na tarefa de dar cabo ao cumprimento da sua palavra. Partindo daí, podemos então, desenvolver o pensamento e analisar esta situação. Na sociedade que vivemos hoje, cumprir com a nossa parte (igreja ou pais) tornou-se tarefa muito complexa. O Ministério de Trabalho com crianças, surgido na Igreja pelo mover do Espírito, se propõe a cooperar com os Pais. E não há como ser visto de outra forma, que não a cooperação. Mas não basta aos pais, trazerem os seus filhos à Igreja (embora de fundamental importância) para que a tarefa esteja cumprida. Tudo o que envolve a vida da criança deve fazer parte deste processo de “inculcação”. Mas como?? Veja que a Palavra diz, sentado em sua casa (nos horários de lazer, nas refeições), andando pelo caminho (levando para a escola, indo para um passeio, viajando), ao deitar-se (orando com seu filho, contando histórias, orando por eles). Isto quer dizer em todo o tempo, aproveitando sabiamente toda a oportunidade, aplicando a Palavra no dia a dia. Não temos como influenciar no ambiente escolar, por exemplo, por mais que tenhamos oportunidade de escolher. As crianças estão sozinhas lá, e as professoras terão influencia e também os colegas de classe, etc. Aí existem muitos outros ambientes dos quais as crianças participam: • Os amigos das crianças (aí já existe pelo menos uma subdivisão: amigos da escola e amigos da igreja); • Os amigos dos pais (que também tem os amigos em geral e os amigos da igreja); • A família (que hoje já não participa da mesma crença, os tios(as), primos(as), avós e muitas vezes nem mesmo os pais); • A Igreja; • O lar onde a criança vive (e aí temos o relacionamento familiar, muitas vezes a falta do pai ou da mãe, a formação da família já não é necessariamente, papai, mamãe e filhos; tem a TV, etc) E no meio disso tudo, de toda essa diversidade, a grande tarefa: INCULCAR.......que não pode ser satisfeita apenas com a freqüência e a participação na igreja. (Agora imagine se nem isso acontece). Desta forma, é com se estivéssemos em uma grande competição. Mas os Pais, a Igreja, e o Ministério de trabalho com Crianças, podem se unir e saírem vitoriosos. E eu creio que Deus, honrará esta atitude. Por isso, no que compete ao Ministério, este deve procurar se esmerar e empenhar toda a sua dedicação, em cumprir com a sua parte, objetivando e proporcionando: • Desenvolver o amor da criança por Deus; • Que a Criança se sinta amada por Deus, pelos ministros que trabalham com Crianças e pela Igreja; • Que a Criança perceba o interesse por ela e a alegria que o Ministro de Crianças tem em participar do Ministério com Crianças; 16
  17. 17. • Que a Criança se sinta acolhida, segura e confiante com o Ministério de trabalho com Crianças; • Que a criança tenha prazer em participar das atividades programadas (escola dominical, cultos infantis e programações especiais); • Que seja proporcionado à criança estudos de qualidade desenvolvidos em uma linguagem que ela possa entender; • Que o Ministro de Crianças tenha plena consciência de sua parte na tarefa de inculcar, e que ele não está ali apenas brincando ou passando o tempo. Veja que é de fundamental importância o investimento da Igreja, em materiais, métodos e capacitação, mas o ministro deve procurar desenvolver uma forma de alcançar os objetivos mesmo sem os recursos necessários. È necessário que o ministro se veja como alguém indispensável e de suma importância. É necessário que perceba a dependência que existe e a necessidade de que ele desenvolva um excelente trabalho. Apenas como reflexão pessoal, analise o seu envolvimento atual com o Ministério: Quantos livros evangélicos e/ou de educação cristã, você lê no período de 01 ano?? ( ) Nenhum ( ) de 01 a 02 ( ) mais que 02 Quantas vezes você se pega pensando em seus alunos ou crianças da igreja, ou mesmo no seu ministério? ( ) Apenas no momento ou dias que antecedem a preparação da aula ou cultinho ( ) Ocasionalmente, fora o momento em que você tem que pensar por causa da aula ou cultinho ( ) sempre me pego pensando De que forma você se prepara para dar a aula ou o culto infantil? (podem ser marcadas várias alternativas) ( ) fico pensando em alguma coisa que pode ser criativa e provocar o interesse das crianças ( ) pego o material disponível e me preparo rapidamente ( ) oro ocasionalmente e busco a inspiração de Deus ( ) sempre oro e busco a inspiração de Deus ( ) fico lendo e buscando material, de forma contínua, ainda que no momento do preparo, o faça rapidamente. Como você acredita que o Ministério de Trabalho com crianças pode ajudar na formação espiritual delas? REFLEXÃO DE APOIO AO PLANO DE AÇÃO PROPOSTO É DE PEQUENINO QUE SE TORCE O PEPINO Bispo Paulo Lockmann 01/01/2006 É de pequenino que se torce o pepino. (Reflexão sobre a formação cristã das crianças) 17
  18. 18. 1. Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho não se desviará dele”. (Pr 22. 6). Quem sabe ao ler ou ouvir o título deste estudo você pensou: “Que mau gosto Bispo, este ditado cheira violência”. Não é esta a nossa intenção, o que desejamos é sublinhar a responsabilidade da família e da Igreja na formação das crianças. Pois esta responsabilidade ainda que sabida, não acontece na prática, na medida que deveria ocorrer. Na verdade, quem está formando o caráter e os valores das crianças são os diversos veículos da mídia, mais especialmente a televisão, e em alguns casos, os jogos eletrônicos e uso indiscriminado do computador. Vamos provar isto de maneira prática. Por exemplo: Como se comemora o aniversário das vossas crianças, os 2 ou 3 anos, não são “Meninas super poderosas”, ou “a turma da Mônica”, ou mesmo o “Homem aranha”? Aniversários temáticos com temas bíblicos são raridade entre nós. Por favor, se eu estiver enganado me corrijam. O fato é que não temos o controle dos valores de nossas crianças, é verdade que aprendem nossas canções, as histórias bíblicas. Mas vamos medir quanto tempo elas têm contato com o ensino verdadeiramente cristão. Na igreja são no máximo 3 horas, isto calculando que eles estejam na escola dominical e no culto das crianças à noite. Sonhemos que em todas nossas famílias haja devocional familiar ou tempo específico com as crianças para ensino cristão na Palavra de mais 2 horas semanais. Qual o resultado? Teremos então 4 horas semanais de tempo para formação cristã, para ensinar a criança no caminho que ela deve andar. Seria isto suficiente? A resposta todos sabemos, é não, especialmente porque o tempo que ela tem debaixo de outras influências é massivamente maior. Vejamos isto. Segundo projeções sobre o assunto a criança brasileira, passa em média diária 4 horas na escola, 1h30min em recreação com os colegas na rua, ou em lugares reservados a isto. No caso da classe média, passam aproximadamente 2 horas diante da televisão ou de jogos eletrônicos. O certo é que as crianças, hoje, recebem mais influência dos programas de televisão, dos jogos eletrônicos, dos colegas de escola do que dos pais ou da Igreja. Em geral somos permissivos, entregamos a formação de nossas crianças a terceiros, os quais na sua maioria não têm temor de Deus. A cultura televisiva está sexualizando os relacionamentos infantis, e nós assistimos a isto sem esboçarmos maior reação. Precisamos urgentemente fazer algo. Consideramos o processo do crescimento e formação cristã, para aliviarmos o quanto o temos implementado com nossas crianças, seja na Igreja ou na família. 2. Crescimento cristão: Cristo em vós, o verdadeiro alvo. Formar a identidade de Cristo Jesus em cada ser humano é o alvo de desenvolvimento cristão. Ser como nosso salvador Jesus Cristo, passa ser a motivação da caminhada cristã, e isto precisa ser despertado em nós desde cedo, se conseguirmos criar esta motivação, e este alvo claro em nossas crianças, então estaremos formando uma geração capaz de mudar este mundo. Este processo de crescimento supõe etapas permanentes com elementos básicos da vida humana visto numa dimensão bíblica cristã: a) Alimentação. Nossa vida carece de nutrição como um recém nascido, nossa natureza carece de Deus. A linguagem de Salmo 42.1-2 nos ajuda a ver isto: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?”. O apóstolo Pedro ilustra isto literalmente dizendo: “desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado 18
  19. 19. crescimento para salvação”.(Pe 2.2) Esta alimentação no conhecimento da Bíblia, inclui a oração. Posso recordar o salmo 23 de cor desde quando era muito criança, era a oração que minha mãe fazia a beira da minha cama. Como necessitam de alimento para o corpo crescer e desenvolver, as crianças também necessitam de alimento espiritual. Apreender porções da Palavra e oração são valores decisivos para que haja o desenvolvimento cristão, e se comece a cultivar o interesse pelos elementos da fé cristã. b)Amor, carinho e acolhimento cristão. A criança precisa ser amada, ser acolhida, sentir-se parte de uma família. A maturidade emocional tem a ver, com relações de acolhimento amoroso e relacionamentos maduros desde o nascimento. Por isso, é decisivo que nossas crianças aprendam o caminho do amor de Deus, aprendam que: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”(Jo 3.16) e “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. (Rm 5.8) São textos que revelam a natureza de Deus, sim Deus é amor (1Jo 4.8), e isto precisa ser desenvolvido em cada criança, nada de jogos de guerra, nada de morte aos inimigos, mas de amar os inimigos, amar a todos sem restrição. O amor como ensinou Paulo, desenvolve em nós várias outras virtudes: “E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus.”(Fl 1.9-11) Isto ajudará construir a relações comunitárias amorosas e sadias, uma nova comunidade. c) Descanso e crescimento.Assim como uma criança carece de alimentação e de amor e vida em comunhão, ela precisa também de descanso, repouso, de uma base de repouso e confiança. Desde as épocas mais primitivas, o ser humano precisou de um lugar de refúgio e descanso. Nossas crianças precisam ter isto claro em algum momento da sua vida, ou seja, assim como os braços dos pais lhes servem de refúgio desde o nascimento, nossa fé em Deus é o nosso refúgio por toda a nossa vida, isto nos está assegurado na Palavra: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”. (Mt 11.28-30) e “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”(Sl 46.1) . “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação”. (Sl 62.1). Para ter esse refúgio a criança precisa ter um momento claro em que já podendo entender o Evangelho, seja levada com clareza a fazer sua decisão por Cristo “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”(Rm 10.17) Alguns pais não tem nenhuma timidez em catequizar seus filhos para fazerem deles torcedor do Flamengo, Vasco ou outro clube qualquer, nem sempre vemos este zelo no sentido de levar a criança a uma decisão de aceitar a Cristo como Salvador pessoal, e de segui-lo como Senhor e Mestre. Esta é a mais importante decisão que um pai, mãe, avô ou avó pode levar a uma criança a tomar na sua vida, isto em nossa doutrina se chama Novo Nascimento. A idade? Você me pergunta, eu respondo: Não sei. Nossas crianças estão tão precoces que suponho que muitas delas com cerca de 8 anos, já estão em condições de tomar esta decisão pessoal, reconheço que isto pode variar bastante. Ideal é que, antes dos doze anos, seja ajudada a tomar esta decisão pessoal. Sendo preparada então, para a confirmação na Igreja. 19
  20. 20. d)Exercício e crescimento cristão. Todo o crescimento supõe exercício, músculos se desenvolvem com exercício. A fé também se desenvolve com exercício, prática, experiência com Deus. Pois no campo da fé, o exercício é toda ação que fazemos em obediência a Palavra de Deus, e na dependência do Espírito Santo, visando a expansão do Reino de Deus. Aqui entram diversas áreas da caminhada cristã. 1) Dependência de Deus: (Jo 6. 68-69) 2) Aprender de Jesus: (Mt 11.29) 3) Permanecer em Jesus: (Jo 15.5) 4) Obedecer a Jesus: (Jo 14.21) 5) Testemunhar de Jesus: (At 1.8) Concluo dizendo, que há um potencial evangelizador em nossas crianças, não há limites para elas, com sua inocência e espontaneidade, vão distribuindo folhetos e falando de Cristo com muito mais ousadia que a maioria dos adultos. Eu aprendi a importância de evangelizar. Quando criança, íamos à Vila Batista Xavier, em Porto Alegre, nos domingos à tarde distribuir folhetos. Eu e os demais meninos fazíamos com grande alegria este trabalho. Ali, surgiu depois uma igreja, isto com a cooperação das crianças. Afinal, delas é o Reino de Deus! ORGANIZAÇÃO DA IGREJA METODISTA - NÍVEL REGIONAL 6ª. Região 20
  21. 21. ORGANIZAÇÃO DA IGREJA METODISTA - NÍVEL REGIONAL 6ª. Região 21
  22. 22. Secretário Executivo de Ação Docente: Pr. Cláudio Luiz Freire dos Santos Departamento de Escola Dominical: Pr. Cláudio Luiz Freire dos Santos Caixa Postal 399 87001-970 – Maringá – PR (44) 3222-2891 cemetrediretor@brturbo.com.br Departamento Regional de Crianças: Mônica Rodrigues Brisolla Rúbio – Igreja Metodista de Guarapuava R. José Carollo, 318 85035-260 Guarapuava-PR 42-3622-3292 e 42-3623-5844 monicarubio@ig.com.br Coordenadores Distritais dos Ministérios de Trabalho com Crianças (TC) e Escola Dominical (ED) Distrito Noroeste Roselane Marques - ED/TC Rua Paraíba, 720 87701-080 Paranavaí-PR 44 – 3423-4579 roselanemarques@hotmail.com lanemarques@brturbo.com.br Distrito Metropolitano Marta Schüller- ED/ Lorena-Trabalho com Crianças Rua Frederico Maurer, 3625 - Boqueirão 81670-020 Curitiba-PR mschuller@onda.com.br amasceitiabety@terra.com.br Sara Regina Sampaio TC R. Expedicionário Francisco Alves de Oliveira, 678 Jd. Paranaense 81850-290 Curitiba-PR Distrito Serrano Laura Rodrigues Colpini - ED/TC Rua Campos Novos, 33 89500-000 Caçador–SC (49) 3563-4517 pastorelias@brturbo.com.com Distrito Litorâneo Lêda Wesley de Souza Cascione Rua Pastor Willam R. Schusler Filho – 871 Itacorubi - Florianópolis - Sc Fone 48- 32330860 / 33342078 leda_cascione@yahoo.com.br Distrito Norte Pioneiro I 22
  23. 23. Lucimara Mendes Araújo Bahls ED/TC Rua Benjamim Caetano Zambom, 221 86360-000 Bandeirantes-PR e-mail: lucimarabahls@hotmail.com Distrito Norte Pioneiro II Pra. Elaine Cristina da Silva – ED Rua Dês. Antônio Franco Ferreira Costa, 1187 86490-000 Ribeirão do Pinhal - PR e-mail: lancris@hotmail.com Suzete Varaschim Correia de Oliveira TC R. Dr. Xavier da Silva, 1060 86410-000 Ribeirão Claro-PR e-mail: zolrak@globo.com Distrito Sudoeste Herinne Vitória Argüëllo ED/TC R. Osvaldo Goch, 1190 - Bloco 8 Apto 843 Condomínio Mega Vila - Jd Lindóia 85856-630 Foz do Iguaçu-PR Fone - 45 3025-6815 e-mail: herinnevitoria@yahoo.com.br Distrito Centro-Norte Ednalda Maria Montanha ED/TC R. Pinto Roxo - 75 apto 202 Bairro Vila Cascata 86701-460 Arapongas-PR e-mail: ednaldamontanha@bol.com.br Fone: 43 3276-3069 e 9121-7015 Distrito Norte-Novo Gislaine Bispo dos Santos Nery R. Samuel Moura, 328 Apto 201 86061-060 Londrina-PR 43 3348-7650 e-mail gislainenery@hotmail.com I e II- Distrito Litorâneo e Serrano: Balneário Camboriú; Blumenau; Caçador; Chapecó; Curitibanos; Florianópolis: Estreito e Itacorubi; Itapoá; Itapema/Piçarras; Joinville; Mafra; Porto União e Três Barras/Canoinhas. III - Distrito Centro-Norte: Apucarana; Arapongas; Cambira; Faxinal; Ivaiporã; Jandaia do Sul; Mandaguari; São Pedro do Ivaí e Telêmaco Borba. IV - Distrito Metropolitano: Curitiba: Acordes, Alto Boqueirão, Bacacheri, Cajuru, Central, Cidade Industrial, Fanny, Fazendinha; Araucária; Campo Largo; Morretes; Paranaguá/Matinhos (e litoral paranaense); Ponta Grossa e São José dos Pinhais. V - Distrito Noroeste: Campo Mourão; Cianorte; Guaíra; Goioere; Iporã; Marialva; Maringá: Central, Zona 04, Parque das Grevíleas; Nova Esperança; Paiçandu; Paranavaí; Santa Cruz de Monte Castelo/Loanda e Umuarama. VI - Distrito Norte Novo: Assaí; Cambe; Ibiporã; Londrina: Central; Setor Norte, Setor Sul, Jardim do Sol, Jardim Bandeirantes e Jardim Cafezal; Miraselva; São Sebastião da Amoreira e Sertanópolis. 23
  24. 24. VII - Distrito Norte Pioneiro: Abatiá; Andirá; Bandeirantes; Cambará; Congonhinhas; Cornélio Procópio; Ibaiti; Itambaracá; Jacarezinho; Joaquim Távora; Ribeirão Claro; Ribeirão do Pinhal/Jundiaí do Sul; Santo Antônio da Platina e Wenceslau Braz. VIII - Distrito Sudoeste: Cascavel; Corbélia; Foz do Iguaçu; Guarapuava; Laranjeiras do Sul; Medianeira; Pato Branco; Porto Barreiro; São Miguel do Iguaçu e Toledo. INDICAÇÃO DE MATERIAIS E BIBLIOGRAFIAS DISPONÍVEIS Escola Dominical, Culto Infantil, EBF, etc 1. REVISTAS ESCOLA DOMINICAL – Igreja Metodista 2. EBF – Produção Anual Departamento Nacional de Trabalho com Crianças – sede Nacional – igreja Metodista 3. SITES RECOMENDADOS www.metodista.org.br/ http://criancas.metodista.org.br/index.htm (Sede Nacional Igreja Metodista – Departamento Nacional de Trabalho com Crianças – Turminha Aventureiros em Missão) www.criancametodista-rio.org.br – I Região – Igreja Metodista – Departamento Regional de Escola Dominical http://www.novaescola.abril.uol.com.br – Revista para professores de Ensino Fundamental http://www.kreateva.com.br/ - Materiais e Trabalhos com EVA http://www.luzevida.com.br/ - smilinguido e querubim 4. LOJAS VIRTUAIS http://www.editoracedro.com.br/ - Revistas Escola Dominical - Igreja Metodista http://www.sbb.org.br/ - Sociedade bíblica do Brasil http://www.editoracristaevangelica.com.br/ - Editora Cristã Evangélica – Material para Escola Dominical e Culto Infantil http://www.apec.com.br/ - Aliança Pró Evangelização de Crianças http://www.socep.com.br/ - Livraria Evangélica http://www.vidanova.com.br/ - Edições Vida Nova e Shedd Publicações http://www.luzevida.com.br/ - smilinguido e querubim http://www.cpad.com.br/ - Publicações Assembléia de Deus 24
  25. 25. 5. LITERATURA RECOMENDADA (Sempre lembrando que é bom estar atendo em todas as literaturas) SÉRIE CRESCENDO E APRENDENDO – EDIÇÕES VIDA NOVA EDITORA CRISTÃ EVANGÉLICA – MATERIAL PARA CULTOS INFANTIS SUGESTÕES DE CULTOS PARA CRIANÇAS – UFMBB DEVOCIONAL ENSINA A CRIANÇA – LIVRARIA METODISTA DIA A DIA COM SMILINGUIDO E SUA TURMA – EDITORA LUZ E VIDA AVENTURAS NA TERRA DE JOÃO WESLEY - EDITEO 25
  26. 26. IDÉIAS E SUGESTÕES PARA PROGRAMAÇÃO ANUAL DE DATAS ESPECIAIS PÁSCOA I Parte: Ensinando às Crianças Pode e deve ser preparado anteriormente nos cultos infantis, ou nas classes de Escola Dominical ministrações sobre as histórias que culminam na Páscoa, como por exemplo a genealogia de Abraão até Moisés e as histórias que estão dentro da história (Jacó e Esaú, José vendido como Escravo, as 10 pragas, o Mar Vermelho, A morte de Jesus nos dias da Páscoa, a última Ceia, a morte e a Ressurreição, etc.) II Parte: Atividade de Aplicação Esta comemoração da Páscoa na Igreja Local, pode ser realizada de duas formas: 1. Apenas com as crianças 2. Com toda a Igreja Apenas com as Crianças No domingo de Páscoa deixar uma mesa preparada com carneiro assado, ervas amargas, pães asmos e suco de uva. Em um determinado ambiente, o ministro de crianças, no domingo de páscoa está então conversando com as crianças sobre a Páscoa, relembrando as lições que elas aprenderam em um tipo de gincana. Em um determinado momento, alguém interrompe o professor dizendo que chegaram na igreja alguns judeus e que eles querem falar com as crianças sobre a Páscoa. Cria-se uma expectativa e as crianças são conduzidas para um outro ambiente, onde encontram pessoas vestidas de judeus e uma mesa colocada com os elementos da Páscoa Judaica. Eles então começam a conversar com as crianças e oferecer o alimento a elas. Com toda a Igreja As crianças podem sair com os professores de Escola Dominical e Culto e entrevistar pessoas na cidade na época da Páscoa. Elas então perguntarão às pessoas se elas sabem o que é Páscoa, se já ouviram falar da Páscoa Judaica, se elas sabem a diferença da Páscoa Judaica e da Páscoa Cristã. Estas entrevistas podem ser filmadas. As crianças então perceberão o quanto as pessoas desconhecem o verdadeiro sentido da Páscoa. No momento do Culto de Páscoa, o filme de entrevistas pode ser passado para toda a Igreja e posteriormente ser realizada um tipo de aula explicando o que é a Páscoa Judaica e a Cristã (pelo professor ou pelo Pastor) para toda a Igreja. É bom usar uma apresentação em DataShow, com frases curtas e imagens bem afins. No CD tem uma apresentação que pode ser utilizada Após a explicação, as crianças servem para a Igreja os elementos da Páscoa Judaica. Após o Pastor prega sobre a Páscoa Cristã e ministra a Ceia do senhor. 26
  27. 27. DIA DAS MÃES E DIA DOS PAIS Esta é uma idéia bem interessante para se trabalhar no dia das mães. Pode ser usada da seguinte forma: As crianças são colocadas no altar, como numa apresentação de coral e então uma criança com boa leitura, ou uma professora de crianças faz a leitura a respeito de uma mãe, conforme texto abaixo. Quando tem a pergunta “Você sabe que mãe sou eu?”, todas as crianças juntas respondem. E depois uma criança diz quem é o filho desta mãe. Uma variação pode incluir mães da própria igreja. No final uma criança ou um membro do ministério infantil ora pelas mães e são entregues as lembrancinhas que porventura tenham sido confeccionadas. O mesmo tipo de comemoração pode ser feito no dia dos pais. *É importante além dos ensaios, que as crianças sejam ministradas nos cultos infantis sobre estas mães ou pais bíblicos. É também importante falar com as crianças a respeito da realidade delas. Sempre há uma criança que já perdeu um dos pais, ou são separados, ou não participam da igreja, ou não são criadas pelos pais, ou tem problema com os pais em casa e o dia da comemoração pode ser difícil para esta criança. Saiba trabalhar esta realidade, conduza as crianças a orarem por seus problemas familiares, etc. APRESENTAÇÃO Eu era uma mulher muito atribulada porque não podia ser mãe. E como eu queria! Me sentia humilhada e triste. Meu marido me amava muito, mas não era suficiente. Um dia me derramei na presença do Senhor, clamando a Ele por um filho. O Profeta Eli chegou no momento em que eu estava orando e intercedeu por mim, e Deus me abençoou me dando um filho maravilhoso e que foi muito usado por Ele. Vou sabe que mãe sou eu? ANA, a mãe do Profeta Samuel. I Samuel 1:10 Puxa vida! Deus formou uma grande nação a partir de mim. Prometeu ao meu marido que a sua descendência seria enorme, e que ela seria chamada de Povo de Deus. Eu já estava avançada em idade. Mas Deus é fiel com sua promessa. Meu marido já tinha 100 anos e eu já era bastante idosa, quando meu querido filho nasceu. Você sabe que mãe sou eu? Sara, mãe de Isaque. Gênesis 21:6 Eu era muito bonita. Meu noivo que estava prometido a mim, logo que me viu se apaixonou. Eu tive dois filhos gêmeos, mas em alguns momentos não fui uma mãe muito sábia, pois dei preferência para um deles. Os dois acabaram brigando e se passou muito tempo até que fizessem as pazes. É preciso pedir muita sabedoria a Deus, para ser mãe. Você sabe que mãe sou eu? Rebeca, a mãe de Jacó e Esaú. Gênesis 25:27 Eu sou orgulhosa de meu filho. Ele foi o salvador do povo na época em que eles eram escravos no Egito. Ele, com a capacitação do Senhor, os tirou de lá. Em pensar que se eu não tivesse agido rápido, meu filho teria sido morto ainda quando era bebê. Eu o escondi o quanto pude, depois arrumei uma forma dele ser criado como filho da filha do Faraó, por isso ele não foi morto, quando aconteceu aquela tragédia, em que os bebês foram mortos por ordem do faraó. Você sabe que mãe sou eu? A mãe de Moisés. Êxodo 2:2 27
  28. 28. Eu cometi um erro! Trai meu marido e ele acabou sendo morto. Nesse ato de traição, fiquei grávida e meu bebê acabou morrendo ainda muito pequeno. Mas desfrutei do grande perdão de Deus e depois tudo acabou ficando bem e Deus me deu de presente um outro filho, que ficou conhecido como o mais sábio dos homens. Você sabe que mãe sou eu? Bate Seba, mãe do Rei Salomão. II Samuel 11:5 Eu fui mãe. Por escolha do Senhor, porque era estéril. Meu marido era sacerdote e éramos muito considerados. Procurávamos honrar o nome de Deus e servi-lo, e através de nosso filho, Deus nos incubiu da mais dura tarefa por qual passamos. Foi morto de uma forma cruel. Mas alguns provam o seu amor com Deus nem que para isso tenham que por a perder a sua própria vida. E meu filho foi assim. Nosso filho precedeu o Senhor. Denunciou o pecado e a necessidade de arrependimento. Veio preparar e anunciar aquele que batizaria com fogo e que seria o Salvador. Você sabe que mãe sou eu? Isabel, mãe de João Batista. Lucas 1:24 Deus me permitiu o privilégio de ser mãe. È importante estarmos disponíveis a Deus, para que Ele realize a Sua Obra. Ele gosta que façamos parte dela.Na verdade eu fui usada por Ele para trazer o Seu Próprio Filho, como um homem. Embora tenha me sentido agraciada e bem aventurada, não foi fácil. Mas eu e meu povo precisávamos muito de um Salvador. Você sabe que mãe sou eu? Maria, mãe de Jesus. Mateus 1:18 DIA ESPECIAL COM CRIANÇAS TEMA: EU SOU ESPECIAL Versículo Chave: Visto que você é precioso e honrado à minha vista, e porque eu o amo... JUSTIFICATIVA: As pessoas tem vivido debaixo de padrões que não podem alcançar, mas se esforçam para fazê-lo a fim de que se tornem aceitas (recebam estrelas). As crianças também tem vivido debaixo desta tensão e isso as torna ansiosas e estressadas. Tem recebido notícias das quais em tempos atrás, as crianças não ficavam sabendo (praticamente não mais se passa pelo período da inocência). Portanto se faz necessário que a Igreja trabalhe com temas complexos, mesmo com as crianças, embora de forma interativa, didática e o menos carregada possível, de forma natural. OBJETIVO: Trabalhar a auto estima e o gostar de si mesmo. Fazer com que a criança ministrada se sinta amada por Deus e por ela mesma, que ela é única (não poderá nunca ser igual à outra) e isso é bom , e não ruim. Que vão estar preparadas para rejeitar a opinião das outras pessoas acerca dela mesma, quando forem opiniões destrutivas. MINISTRAÇÃO: A ministração deverá trabalhar a questão do amor a si mesmo e a conquista da auto-estima sadia, desvinculando-a das questões de orgulho, complexo de inferioridade ou superioridade. Nos dias de hoje, e na verdade em todos os tempos, os valores tem sido invertidos, fazendo com que as pessoas não se aceitem. Isso acontece em todas as faixas etárias (crianças, jovens e adultos) e é bastante perigoso, pois poderá levar às pessoas, a desenvolverem complexos, frustrações, depressão, etc. 28
  29. 29. As padrões para sermos aceitos no mundo é bastante eliminatório e faz com que as pessoas sofram um ataque direto sobre sua auto-estima. Todos devem usar uma marca de roupa, senão estão fora. Todos devem freqüentar um determinado local de diversão, senão estão fora. No meio cristão, devemos permanecer com o cuidado de não incentivar a produção de pessoas egoístas e egocêntricas e ainda orgulhosas, que se glorificam, as invés de glorificar a Deus, mas não diminuindo a necessidade de se desenvolver o sentimento de auto-aceitação, o sentimento de se gostar. A palavra de Deus nos diz para amarmos o nosso próximo (no que se dá muita ênfase) como a nós mesmos (no que se dá pouca ênfase), porém a base de comparação usada por Deus, é o amor a si mesmo. Desenvolvimento da Ministração: Aquecimento: Fazer a Brincadeira “Conhecendo Melhor Nossos Amigos Ou Percebendo Nossas Diferenças”. A Brincadeira vai mostrar que todas as pessoas são diferentes. Ora gostam de coisas iguais, ora gostam de coisas diferentes. Todos vão perceber que o grupo vai mudar a cada pergunta. Contar a história “ Você é Especial” (livro Max Lucado) Dinâmica 01 (primeira parte): Cada criança deverá carimbar a sua impressão digital em um papel e analisá-la com uma lupa. Após, cada um vai classificar o tipo de classe a que pertence a sua impressão digital e serão formados grupos de acordo com a classe. Após, dentro do grupo de mesmas classes, será observado que mesmo a impressão do seu colega que tem a mesma classificação não é exatamente igual à sua. Ministração sobre o Profeta Jeremias Dinâmica 02 (segunda parte): Todos devem colar sua folha de impressão digital no cartaz que diz: Senhor: Obrigado por mim. Todos devem fazer anotações nas partes uns dos outros, deixando recadinhos com elogios e frases de amor e incentivo. Terminar entregando a folha de cada um para levar de lembrança o que foi escrito na folha de cada um, e fazer uma brincadeira de fazer parte do exército dos que se amam e dos que são amados por Deus: Deus me planejou assim....Ele me fez com Suas Próprias Mãos,,,,Deus me ama e sou Especial....Tem um plano só pra mim....Obrigado Deus, porque sou assim..... Obrigado Deus, porque sou assim Obrigado Deus, porque sou assim e oração. Lanche e Lazer DINÂMICA: CONHECENDO MELHOR NOSSOS AMIGOS OU PERCEBENDO NOSSAS DIFERENÇAS Esta dinâmica pode ser aplicada em alguns momentos de ministração como por exemplo quando se estiver ensinando que todos são especiais para Deus, que Ele morreu por todos, que as vezes não nos conhece-mos intimamente embora convivamos na mesma igreja ou que ora nos temos algumas coisas em comum com outras pessoas e oras não, que cada um é único, que não tem ninguém igual ao outro, que podemos conviver, sermos irmãos e amigos mesmo sendo diferentes, etc. Aplicação da brincadeira (01): separe as crianças em duas equipes, por quantidade, por meninas e meninos, por idade, etc. Dê as perguntas para uma equipe responder o que a outra equipe responderia. Depois traga as equipe e revele as respostas. Vencerá a equipe que demonstrar que conhece mais as pessoas. 29
  30. 30. Aplicação da brincadeira (02): junte as crianças no meio do salão ou da sala, e explique onde é o lado esquerdo e o direito. Para o lado direito elas devem correr sempre quando a resposta for sim (você pode ter um cartaz com um SIM), para o lado esquerdo elas devem correr sempre que a resposta for não (você pode te um cartaz com um NÃO). Comece a fazer as perguntas. Todas vão perceber que ora estão no lado SIM ora no lado NÃO e nem sempre com as mesmas crianças. “CONHECENDO MELHOR OS NOSSOS AMIGOS OU PERCEBENDO NOSSAS DIFERENÇAS” 1. Quem gosta de tomar café com leite? 2. Quem gosta de tomar leite com Nescau? 3. Quem gosta mais de matemática do que de todas as outras matérias? 4. Quem gosta mais de português do que de matemática? 5. Quem gosta de comer frango? 6. Quem gosta de bife com batata frita? 7. Quem gosta de cebola? 8. Quem gosta de acordar cedo? 9. Quem acorda de bom humor? 10. Quem tem um animal de estimação? EBF (ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS) Para a EBF (Escola Bíblica de Férias) a programação sugerida são a aplicação dos cadernos produzidos pelo Departamento Nacional de Trabalho com Crianças. Os cadernos são enviados anualmente via correio para as Igrejas Locais e também estão disponíveis no Site da Sede Nacional da igreja Metodista, na página da Criança. DIA DA CRIANÇA/ENCONTRO DISTRITAL OU LOCAL COM CRIANÇAS Para a comemoração do Dia da Criança a programação sugerida são duas. A primeira sugestão seria realizada apenas no dia da Criança. Seria feita uma devocional com elas, mas concentrar neste dia atividades de lazer. No Cd tem algumas sugestões de Brincadeiras com Crianças e também muitas idéias de jogos cooperativos, que podem ser utilizados em gincanas e seqüência de atividades. 30
  31. 31. A segunda sugestão seria a realização de um Encontro Local ou Distrital. O Encontro pode ser programado e planejado de acordo com o Encontro Regional de Crianças que aconteceu em 2006. Todo o Encontro encontra-se gravado em DVD e pode ser disponibilizado. NATAL SUGESTÃO 01: PEÇA VOCÊ É ESPECIAL (Uma adaptação da obra de Max Lucado) Esta sugestão fica muito bem, caso seja realizado a sugestão do Dia Especial com Crianças. A realização desta peça completaria e fortaleceria a ministração anterior. Os Xulingos eram uma gentinha pequena, feita de madeira. Toda essa gente de madeira tinha sido feita por um carpinteiro chamado Eli. A oficina onde ele trabalhava ficava no Alto de um morro, de onde se avistava a aldeia dos Xulingos. Cada Xulingo era diferente dos outros. Uns tinham narizes bem grandes, outros tinham olhos enormes. Alguns eram altos, e outros, bem baixinhos. Uns usavam chapéus, outros usavam casacos. Todos eles porém tinham sido feitos pelo mesmo carpinteiro e moravam na mesma aldeia. E o dia inteiro, todos os dias, os Xulingos só faziam uma coisa: colavam adesivos uns nos outros. Cada Xulingo tinha uma cartelinha com adesivos dourados, em forma de estrela, e uma cartelinha com adesivos cinzentos, em forma de bola. Em toda a aldeia, indo e vindo pelas ruas, os Xulingos passavam dia após dia colando estrelas e bolas uns nos outros. Os mais bonitos, feitos de madeira lisa e tinta brilhante, sempre ganhavam estrelas. Mas, se a madeira era áspera ou se a tinta descascava, os Xulingos colavam bolinhas cinzentas. Os Xulingos que tinham algum talento também ganhavam estrelas. Alguns conseguiam levantar pesos, bem pesados e bem acima de suas cabeças ou conseguiam pular por cima de caixas de madeira bem grandes, ou vencer obstáculos com a corda. Outros conseguiam falar palavras compridas e difíceis ou cantar belas canções. Todos colavam estrelas nesses Xulingos. Alguns Xulingos viviam carregados de estrelas! Cada vez que recebiam uma estrela ficavam muito felizes! Sentiam vontade de fazer alguma coisa para ganhar mais uma estrela. Alguns Xulingos, porém, não sabiam fazer muita coisa, ou não tinham muito sucesso naquilo que tentavam fazer, muitas vezes pressionados, pela necessidade que tinham de ganhar estrelas, ou pelo medo, de receber bolas cinzentas. Esses acabavam por ganhar bolinhas cinzentas. --- Nossa !!!! Como ele é forte!!! Olhem só o peso que ele conseguiu levantar!!! --- Vamos colar uma estrela nele!!! --- Olha como eles pulam alto!!! --- Puxa!!!! --- Hehhhh!!! Vamos colar estrelas neles!!!! --- Olha só!! Aquela não conseguiu pular!!! Há! Há! Há!!! --- Bola nela gente!!!! --- Gente!!!!Olha a Palavra que eu sei falar........ Inconstitucionalissimamente!!! --- Ualllll !!!!! --- Olha!!! Eu também sei falar uma bem difícil..... Paralelepípedo --- Ulhhhh!!! Há!Há! Há!! Você nunca consegue nada mesmo. Não adianta você tentar mais. --- Bolinhas nele xulingos!!!! --- Atenção Xulingos, agora vai se apresentar a melhor cantora dos Xulingos!! Batam palmas pra ela!!!! --- Música........ 31
  32. 32. --- Heeeee!! Viva!!! --- É isso aí!!! --- Mas que Beleza!!! --- Estrela nela, Xulingos!!!! Marcinelo fazia parte do grupo de Xulingos que mais recebiam bolas cinzentas. Ele tentava pular bem alto como os outros, mas sempre caía. ---Ai!!!! E quando caia, os outros Xulingos se juntavam a volta dele e lhe davam bolinhas cinzentas. As vezes quando caía, sua madeira ficava arranhada, e assim os outros colavam ainda mais bolinhas cinzentas nele. Então ele tentava explicar porque tinha caído, dizia alguma coisa do jeito errado, e os Xulingos colvam mais bolinhas cinzentas --- Eu.... --- Vou teinar mais.... --- Há! Há! Há!!! Marcinelo vai se encolhendo, ficando no chão enquanto ou outros estão colando bolas cinzentas nele. --- Posso fazer melhor da próxima vez!!! --- Há! Há! Há!!! Depois de algum tempo, Marcinelo tinha tantas bolinhas que nem queria sair de casa. Tinha medo de fazer alguma bobagem, como pisar na poça d´gua, tropeçar, ou não passar pelas provas que os Xulingos faziam todos os dias, porque os Xulingos certamente iam colar nele mais uma bolinha. A verdade é que ele tinha tantos adesivos cinzentos que os xulingos se aproximavam dele e, sem razão alguma, colavam nele mais uma bolinha cinzenta. --- Puxa!!! Faz tempo que a gente não vê o Marcinelo!!! --- Por onde será que ele anda!!!??? --- Deve estar trancado dentro de casa!!!! --- O Colecionador de bolas cinzentas!!! Há!Há!Há!! --- Ele merece ficar coberto de bolinhas!! --- Ele não é um bom Xulingo mesmo..... Depois de algum tempo, Marcinelo começou a acreditar no que eles diziam a seu respeito. E vivia dizendo: --- Eu não sou mesmo um bom Xulingo. Nas poucas vezes que saía de casa, ficava junto de outros xulingos que tinham muitas bolinhas cinzentas. Entre eles Marcinelo se sentia melhor. Passa um tempo .... fica um silencio.... E o dia começa a amanhecer.... Certo dia, Marcinelo encontrou uma Xulinga diferente de todas as que ele conhecia. Ela não tinha nem estrelas e nem bolinhas. Ele ficava olhando para ela admirado, procurando por uma bolinha, ou então por uma estrela. Mas não encontrou uma sequer. Nada de estrelas, nada de bolinhas. Como poderia ser isso????? Era assim que ele queria ser!!! --- Hei!!! Como é o seu nome??? --- Meu nome é Lúcia. E o seu?? --- O meu é Marcinelo... Puxa!! Seu nome é tão bonito!! --- Mas o seu também é!!! --- Não.....o meu não é. --- Escuta Lúcia ..... Porque você não tem nem estrelas e nem bolinhas coladas em você??? --- É fácil!! Todo dia, vou visitar Eli.] --- Eli??? --- Sim, Eli, o carpinteiro. Fico lá no oficina com ele. --- Por quê?? --- Porque você não descobre por si mesmo?? Suba o morro. Ele está lá em cima. E dizendo isso, a Xulinga que não tinha adesivos virou-se e foi embora, saltitando!! --- Hei???Mas será que ele vai querer me ver??? 32
  33. 33. Mas Lúcia não podia mais ouvi-lo. Assim Marcinelo foi para casa. Lúcia realmente não tinha nenhum adesivo. E não era porque outros xulingos não tentassem colar adesivos nela. É que os adesivos não ficavam. Alguns xulingos admiravam Lúcia porque não tinha bolinhas, por isso, chegavam perto dela e lhe davam uma estrela. Mas a estrela caía. Outros a desprezavam porque ela não tinha estrelas, e por isso lhe davam uma bolinha. Mas as bolinhas também não colavam. Naquele dia em que Marcinelo se encontrou com Lúcia ficou muito pensativo. Sentou-se junto à janela de seu quarto e ficou observando todos aqueles xulingos andando de um lado para o outro, colando estrelas e bolinhas uns nos outros. --- Isso não é certo!!! Isso não pode continuar assim!!! E ficou pensando em sua conversa com Lúcia. Que diferente aquela Xulinga!! --- Também vou ver o Eli. Foi então, que decidido, Marcinelo subiu pelo caminho estreito até o alto da morro. As vezes encontrava alguns xulingos pelo caminho e acabava se distraindo. Mas logo se lembrava do que tinha decidido fazer. Continuava caminhando.... até o alto do morro. As vezes parava e descansava um pouco. Mas finalmente estava em frente à grande oficina!! Foi então entrando pela grande e maciça porta. Quase que não podia com ela. Seus olhos se arregalaram com o tamanho das coisas. A mesa do carpinteiro era do seu tamanho. Tinha que ficar na ponta dos pés para poder ver a bancada onde trabalhava o carpinteiro. O martelo era tão grande quanto o braço do Marcinelo, e ele engoliu em seco. --- Eu não vou ficar aqui não!! --- Marcinelo??? --- Marcinelo!!! Que alegria ver você!!! Chegue aqui!! Quero ver você bem de perto!! --- O Senhor sabe o meu nome??? --- É claro que eu sei!!! Fui eu que fiz você!! Vem até aqui. Senta aqui perto de mim!! Eli então se curva e ajuda Marcinelo subir na sua mesa de trabalho e se sentar --- HUMMM! Parece que você andou recebendo muitos adesivos ruins..... --- Eu não queria que isso acontecesse!!! Eu me esforcei para ganhar estrelas.... --- Você não precisa se defender comigo, amiguinho. Eu não me importo com o que os outros Xulingos pensam!! --- Não??? --- Não, e você também não precisa se importar. Quem são eles para dar estrelas ou bolinhas??? São apenas Xulingos como você. O que eles pensam, não importa, Marcinelo. A única coisa que importa é o que eu penso. E eu penso que você é muito especial. Marcinelo dá um sorriso meio sem graça... --- Eu especial!!?? Por quê?? Não sei correr!! Não consigo pular.. Minha tinta está descascando. Porque eu seria importante pro senhor?? Então Eli olha para Marcinelo, coloca suas mãos em seus ombros e diz bem devagarinho --- Porque você é Meu. Por isso você é importante para mim.... Todo dia tenho esperado sua visita. --- Eu vim porque encontrei alguém que não tinha marcas... --- Eu sei. Tenha ouvido ele falar de você pra mim... --- É???? --- Sim.... --- Por que os adesivos não colam nela?? --- Porque ela decidiu que o que eu penso é mais importante para ela do que o que eles pensam. Os adesivos só colam se você deixar que colem em você!! --- O quê?? --- Os adesivos só colam se eles forem importantes pra você. Quanto mais você confiar no meu amor, menos vai se importar com os adesivos dos xulingos. --- Acho que não estou entendendo. --- Você vai entender, mas aos poucos. Pode levar algum tempo. Você tem muitos adesivos. Por enquanto, basta vir me visitar todos os dias, e eu lhe direi como você é importante para mim.... então Eli o ajuda a descer e ficar no chão 33
  34. 34. --- Lembre-se, você é Especial porque eu o fiz. E eu, não cometo erros!! Marcinelo nem parou quando ouviu estas palavras. Estava bastante emocionado. Tudo era tão novo para ele. Ele pensava acho que realmente ele se importa comigo. E quando ele pensou assim.......plimmmm.... uma bolinha cinzenta caiu no chão. FAZER A SEGUINTE LEITURA NARRATIVA APÓS A APRESENTAÇÃO DA PEÇA Isaías 43:4a “Porque foste precioso aos meus olhos e porque Eu Te Amei.” Deus, o nosso criador (o Nosso Grande Carpinteiro), podia nos ter feito apenas bonecos. Sem desejos próprios, sem condições de escolha, sem sentimentos, sem vida própria. Brincaríamos quando Ele quisesse brincar conosco, deitaríamos no chão, largados, quando Ele nos esquecesse por uma outra coisa que lhe chamasse mais a atenção e ficaríamos ali, dias. Deitaríamos junto dele, aconchegantes, quando Ele decidisse que precisava de companhia ou quisesse brincar de Pai. Mas Ele não nos fez bonecos. Nos fez homens e soprou sobre nós o Espírito de Vida. Passamos a ter desejos próprios, vida própria, condições de escolha, inclusive a condição de escolher amar a quem nos criou, a ter ou a romper o relacionamento com Ele. Passamos a ter outros donos, passamos de mão em mão. Passamos a ser servos do pecado, servos uns dos outros e servos de nós mesmos. Criamos condições de vida que nos escraviza, que nos adoece, que é concorrente, que é classificatória e que é eliminatória. Condições que não nos satisfazem e que nos afastam daquele que nos ama. Muitas vezes, não temos noção de quem é o nosso criador. Parecemos mesmo bonecos, que foram fabricados em um lugar, transportados, distribuídos e então comprados e depois dados a outros, e então passamos a não ter mais referência de quem somos. Vivemos vidas atribuladas, passamos a agir com maldade, ora por defesa, ora por que nos tornamos maus, mesmo. Passamos a procurar a atender padrões de vida que nos sufocam. As pessoas precisam ser salvas de seus próprios pecados, dos maus tratos que recebem, dos seus maus caminhos, das suas dores, das suas marcas. Precisam encontrar outras pessoas que já foram libertas desta situação e que estejam disponíveis para ajudar. E o Criador vê tudo isso. E então, providencia uma maneira, de voltarmos a ter relacionamento com Ele. Essa maneira nos salva dessa situação. E essa salvação começa com o nascimento de um Homem. Passa por uma cruz. Tem sua vitória concretizada por Sua ressurreição, e abre de volta o caminho até o Carpinteiro. Isaías 53: 5,6 e 11 “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados; “ “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele, a iniqüidade de nós todos;” “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma, e ficará satisfeito, o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre Si.” 34
  35. 35. SUGESTÃO 02: NATAL – PEÇA: UMA ÁRVORE DE NATAL DIFERENTE Idéia ou sugestão para apresentação de Natal pelas crianças nas igrejas Locais. Proposição: Reforçar que as comemorações e as apresentações devem se reportar ao verdadeiro sentido do Natal. O momento precisa ser aproveitado de forma a oportunizar às crianças de serem lembradas do real motivo de se comemorar o Natal e também como forma de evangelismo. Poderá ser preparada uma peça teatral, onde algumas crianças estão em uma aula de escola dominical. Começam a conversar umas com as outras sobre o Natal. Umas contam o que pediram de presente, o que vão ganhar...etc. Começam a perguntar quem dá os presentes. Umas se manisfestam que acreditam em papai Noel. Outras dizem que não acreditam....enfim, as crianças demonstram conhecer o Natal pelo Papai Noel, pelos presentes, enfeites, etc.. Neste momento a professora intervém e os questiona, diz que não está entendendo a conversa deles. Ela diz que até achava que muitas crianças não conheciam o verdadeiro sentido do Natal, mas que elas, que estão ali, todos os domingos, elas não poderiam tratar o Natal assim... Algumas crianças reconhecem e mostram arrependimento, dizendo que a professora tem razão. Outras mais novas pedem esclarecimento, dizem não estar entendendo, e então a professora os reúne em torno dela e passa a contar a história verdadeira. Quando ela termina a história, podem ser escolhidas duas aplicações. Ela pode ensinar uma música de Natal para as crianças e elas terminam a peça apresentando esta música à Igreja. Ela propõe a eles que façam uma atividade: uma árvore diferente neste natal.. Esta árvore pode ser um pinheiro, ou uma árvore feita de EVA ou papel cartão. Devem estar confeccionados os enfeites: Estrela, anjos, cruz. No interior de cada um destes enfeites deve ter um versículo de anúncio, profecia ou de cumprimento da vinda do Messias. As crianças que não participaram da peça podem entrar, ler o versículo e colocar o enfeite na árvore. Se todas as crianças participarem da peça, elas ficam um tempo ali, como que preparando os enfeites e também lêem, um de cada vez e vão enfeitando a árvore. Então se encerra a peça com todos olhando a árvore e comentando como ficou bonita e como de fato conta a história do natal. PEÇA DE NATAL ---- Olá crianças! Graça e Paz! Vão entrando e se sentando que já começamos a nossa aula de escola dominical de hoje, ok??? ---- Oi Tia!!! ---- Oi Tia!!! Graça e Paz!! ---- Oi ____________. Tudo bem?? ---- Oi ____________. Tudo. ---- Oi?? ---- Oi!! ---- Você sabe quantos dias faltam para o Natal?? ---- Eu, não só sei que está perto!!! ---- Ai!!! Eu não vejo a hora!! ----Eu também!! Natal é uma delícia!! Todos aqueles presentes, aquelas comidas!!! ---- O que você vai ganhar?? ---- Bom........eu pedi uma bicicleta..... e você?? ---- Eu pedi um Vídeo Game!! E dos bons!!! ---- Ei!!!]_____________________ e você, o que pediu de Natal?? ---- Eu??? Um computador, e com Internet!! ---- Nossa!! Isso é Legal!! 35
  36. 36. ---- Quem vai te dar a bicicleta?? Seus pais?? ---- Bom!! Pedi para o meu pai, que é o dono da grana lá em casa. Mas reforcei o pedido pra minha mãe e pra minha vó, sabe como é, pra garantir que eu vou mesmo ganhar!! ---- É, boa idéia!! Vou fazer isso também, pra ficar bem claro o que eu quero!! ---- Sabe onde vai ser a casa do papai noel, este ano, será que vai ter?? ---- Não sei não, mas vou descobrir, quero ir lá, ganhar umas balas. ---- E também pra falar pra ele o que você quer, né?? ---- O quê?? ---- Você não vai pedir pro papai noel o seu presente?? ---- Claro que não!! Eu já estou grandinho pra acreditar em papai noel!! ---- Como assim??? Você não acredita?? ---- Olha só gente!! __________________acredita em papai noel!! ----- Há! Há! Há! ---- Porque vocês estão rindo?? Eu também acredito!! E é só a gente ficar bonzinho, tirar boas notas na escola, que ele traz os presentes!! ---- Lógico que não! Menina!! ---- Como então que a gente ganha os presentes?? E porque tem criança que não ganha?? ---- Os nossos pais que compram. Ou outras pessoas da família. Isso se eles tiverem dinheiro!! ---- Bom, de qualquer forma, é torcer pro presente chegar e ter coisa boa pra comer!! ---- É!! E depois também é legal, porque as cidades ficam bonitas, todas enfeitadas!! ---- Puxa Vida!! ---- O que é professora?? ---- Estava aqui.... escutando vocês conversarem. Mas estão falando do natal de uma forma!!! ---- Como assim professora?? ---- É que vocês são crianças cristãs! Sabem o verdadeiro sentido do Natal, mas nem está parecendo... e isso mostra o quanto o comércio, o papai noel, as comidas e outras coisas que tem nesta época, estão conseguindo fazer com que as pessoas se esqueçam.... ---- É verdade professora! ---- Eu sinto muito!! ---- Eu também!! ---- Como assim?? Não estou entendendo?? ---- Nem eu!!! ---- Bom...Vou contar a vocês. Quem já sabe, irá relembrar e refletir, quem não sabe ainda, vai aprender. O importante é que todos saibam o verdadeiro sentido do Natal!! E assim, a professora pega sua bíblia e fala às crianças desde a criação do mundo, a promessa da vinda de um Salvador, as muitas profecias sobre ele, o anúncio da sua vinda e do seu nascimento, a vida dele aqui na terra, seus milagres, sua morte, sua ressurreição, sua salvação!! ---- Puxa que legal!! ---- É mesmo!! ---- Muitas pessoas precisam ouvir esta história. ---- É verdade!! Tem tanta gente na nossa família que não tem Jesus!! ---- Tenho uma idéia!! ---- Fala professora!! ---- As pessoas gostam muito da árvore de Natal, não é mesmo?? ---- É!!!! ---- Então!! Podíamos fazer uma árvore de Natal aqui hoje, que seja uma árvore evangelística!! ---- Como??? ---- Ao invés de colocarmos enfeites que todo mundo sempre coloca, nós podemos colocar enfeites que contam a história de Jesus!! Os versículos que falam dele, as profecias, o cumprimento da profecia. ---- Puxa que legal!! A gente podia não só fazer essa árvore aqui na igreja, como também dar idéia nas nossas casas! ---- Isso! Assim, quando alguém fosse na nossa casa e visse a árvore, estaria tendo uma oportunidade de conhecer a vida de Jesus! ---- Isso mesmo!! E mais e mais as pessoas aprenderiam o verdadeiro sentido do Natal! ---- Legal crianças!! Então mãos à obra!! Assim as crianças passaram a fazer o enfeites, usando os versículos bíblicos sobre Jesus. ---- Ok!! Todo mundo com seu enfeite pronto??? ---- Sim!!!! ---- Então, tá!! Vamos fazer assim...Cada um pega seu enfeite, lê para a turma e vai lá colocar na árvore!! Enquanto isso, cada criança pega o microfone, lê seu versículo e o coloca na árvore. (Os enfeites devem estar previamente prontos com fita adesiva – também deve ter na parede da Igreja uma árvore montada, sem enfeites) ----- Puxa! Nossa árvore ficou linda!! ---- Sim!! Linda e verdadeira!! 36
  37. 37. OFICINAS PRÁTICAS: Confecção de Fantoches Material e Modo de execução: Os fantoches são muito legais, as crianças gostam muito. Hoje se tem mais facilidade para adquiri-los, porque os preços estão mais acessíveis. Também se tem a opção de dedoches e o avental de fantoches. O Departamento Nacional da Igreja Metodista tem para encomendas os fantoches da Turminha Aventureiros em Missão. Também tem os bonecos e os dedoches, além do John Wesley, Suzana Wesley e Carlos Wesley. A proposta neste curso é a confecção de fantoches, que em uma reunião com o Ministério Local podem ser confeccionados, ou mesmo em uma programação de Um Dia Especial com as Crianças. Confecção dos Bonecos - Para confeccionar o fantoche de varetas é necessário: - Jornal para cabeça e ombros - Barbante para amarrar a cabeça na vareta e atá-la ao ombro. Ambos tem que ficar bem firmes e fixos. - A roupa é de tecido, estilo pagão de bebê, amarrado atrás. - O cabelo é a gosto, mas como sugestão temos lã, bombril, etc. - Os olhos: cartolina branca, papel dobradura marrom ou caneta de tecido. - As mãos são feitas de cartolina branca, coladas com cola quente na parte de dentro da manga da blusa. - Uma vareta de churrasco é colada na mão diteita do fantoche, na parte de dentro. - Sendo assim use sua criatividade para enriquecer sua aula. Confecção de Casinha de Fantoches Material e Modo de execução: A casinha para fantoches não tem segredo. Ela pode ser feita com papelão e também com EVA. Atualmente tem uns pacotinhos com desenhos prontos em EVA, que fica muito prático montar uma casinha bem legal, sem muito custo. A casinha em EVA, pode ser confeccionado em tamanho menores para uso com dedoches. A proposta neste curso é fazer uma casa em madeira. Em uma madeireira comprar chapas de compensado de boa qualidade. A Chapa central pode ser da largura de uma porta (0,80 cm). E cada umas das chapas laterais pode ser de 0,40 cm cada uma. A altura é a própria atura da chapa, em torno de 1,60 m. Monta-se com dobradiças, iguais a de porta. Depois é só bolar um cenário e pintar com tinta látex. 37
  38. 38. CONFECÇÃO DE JOGOS: Quebra-cabeças gigante (de caixas ou de peças) Material e Modo de execução: O quebra cabeças gigante é muito legal. As crianças gostam muito. O de caixas deve se pegar no mercado 9 caixas do mesmo tamanho. Estas caixas devem ser encapadas com papel branco ou craft. Aí se pega a largura das caixas (montadas de 3 em 3) e também a altura. Então se faz um desenho deste tamanho total (uma ilustração de uma história bíblica por exemplo). Pintar a ilustração e recortá-la do tamanho de cada caixa. Colar individualmente em cada caixa. Para dar um melhor acabamento, colocar os pedaços de desenho em sacos plásticos ou encapar com papel contacte. Cada conjunto de 09 caixas dá para duas faces de quebra cabeças. A mesma coisa pode ser feita com papel cartão. Jogo da Velha Material e Modo de execução: O Jogo da velha pode ser feito em tamanho grande ou gigante. Pode ser usado aquele tecido de nylon, usado para fazer coletes, caminha de cachorro, que são muito bons, laváveis, duráveis e de bom preço. Usar uma cor legal e caneta de tecido para desenhar o jogo da velha. Ou então usar duas cores de tecido. Aí faz um quadrado de uma cor e um quadrado de outra. As bolinhas e os x, no caso do jogo grande, podem ser feitos com carinhas dos Aventureiros em Missão por exemplo. Para grudar usar velcro de adesivo. Na variação de gigante pode ser a mesma coisa, só os quadrados que podem ser de 0,50 cm x 0,50 cm. Aí o jogo fica de 1,50 m x 1,50 m. As próprias crianças podem ser usadas como as peças e o jogo serve também como tapete. Jogo da Memória - Dinâmica para separação de grupos Material e Modo de execução: Este jogo pode ser feito com papel cartão ou com EVA. Você pode escolher pares. Por exemplo nomes de discípulos (escrever duas vezes cada nome), ou nome de casais (uma variação um pouco mais difícil) Na aplicação para se definir grupos, o que tirar um par primeiro fica de um lado, o outro que tirar o próximo par fica do outro lado. O terceiro que tirar o par, se junta ao primeiro e assim por diante. Livro de Figuras Geométricas -Para cada dupla entrega-se uma parte de uma história xerocada em forma de verso. -Meia cartolina, giz de cera e cola. -Cada equipe terá que criar a imagem do pequeno texto lido, usando as formas e os materiais disponíveis. - Ao final reúnem-se todos os trabalhos e monta-se o livro amarrado com barbante 38
  39. 39. Dízimo - Envelope de Dízimo para Crianças Aventureiros em Missão Igreja Metodista em xxxxxxxxxxx - xxxxxxxxxxxxx, xxxxxx – Bairro xxxxxxx – fone (xx) xxxxxxxx FIM DO CURSO Que Deus abençoe muitíssimo a sua Vida e Ministério E que este curso e material lhe possam ser bastante úteis 39 Assim diz o Senhor Deus: “Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro, para que tenha mantimento na minha Casa ....” Malaquias 3:10a NOME: _______________________________________ IGREJA METODISTA – VI REGIÃO Departamento Regional de Trabalho com Crianças

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