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Professor: Mauro Jansen

Linguagem C
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Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
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Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
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3
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Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

4
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Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

5
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#Include <biblioteca1.h>
#Include <biblioteca2.h>
...
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{
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...
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...
}

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Função main(): é
obrigatória. É a primeira
função chamada quando
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Delimitadores de inicio e fim de
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Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

6
Definindo funções em C
Sintaxe:
tipo nome da função(tipo parâmetro1,...,tipo parâmetroN)
{
// comandos da função
}

Os parâmetros são os dados que serão usados
pela função para realizar sua operação ou
retornar algum resultado
A lista de parâmetros é opcional, mas se for
usada deve ser especificado o tipo de cada
parâmetro
Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

7
Chamada de funções

void main()
{
// comando anterior à chamada
funcao1(2,3)
// comando posterior à chamada
}

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void funcao1(int a,int b)
{
// comandos da função
}

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8
Exemplo de função
#Include <stdio.h>
float media(float nota1,float nota2)
{
return( (nota1+nota2)/2);
}

void main()
{
printf(“%fn”,media(8,9));
}

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Linguagem C – parte 1

9
Vetores em C

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Linguagem C – parte 1

10
Vetor
É como uma variável dividida em vários
pedaços, onde cada pedaço é acessado
através de um número chamado índice
Na linguagem C, o primeiro elemento é o
de índice zero
0

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1

2

...

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Linguagem C – parte 1

N

11
Declaração de um vetor
Sintaxe:
tipo <nome>[<tamanho>];

Exemplos:
float notas[30];
// vetor p/até 30 notas
char nome[50];
// vetor p/nome de até 50 caracteres
// podemos também declarar e já inicializar o vetor:
Float precos[4]={10.25, 11.55, 12.55, 20.65};

Note que as STRINGS (cadeia de caracteres)
em C, são vetores de caracteres

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Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

12
Usando vetores
int i;
float notas[30];
char nome[50];

// vetor p/até 30 notas
// vetor p/nome de até 50 caracteres

// podemos também declarar e já inicializar o vetor:
Float precos[4]={10.25, 11.55, 12.55, 20.65};
notas[0]=9.5;

// guarda valor numa pos.específica

// usando um vetor no comando de entrada de dados:
scanf(“%f”,&notas[1]);
printf(“%fn”,notas[0]);

// acessa o valor de uma pos.

// especificando indice com variável:
i=1;
printf(“%fn”,notas[i]);
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13
Exemplo – preços de produtos
#include <stdio.h>
#define MAX 20
int main()
{
int pos;
float precos[MAX],total;
for(pos=0;pos<MAX;pos++) {
printf("Digite o preco do produto %d: ",pos);
scanf("%f",&precos[pos]);
}
printf("Preços digitados:n");
total=0;
for(pos=0;pos<MAX;pos++) {
printf("%fn",precos[pos]);
total+=precos[pos];
}
printf("Total: %fn",total);
}

#

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14
Matrizes
Similar ao vetor (variável dividida em
vários pedaços), com a diferença que
temos mais de uma dimensão
0,0
1,0
...
N,0

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0,1
1,1
...
N,1

0,2
1,2
...
N,2

...
...
...
...

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0,M
1,M
...
N,M

15
Declaração de uma matriz
Sintaxe:
tipo <nome>[<tam.1>][tam.2]..[tam.N];

Exemplos:
float notas[30][3]; // matriz p/até 3 notas de 30 alunos
nome[50][10]; // matriz nomes (até 50 car.) de 10 pessoas

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Linguagem de Programação
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16
Usando matrizes
int i,j;
float notas[30][3]; // matriz p/até 3 notas de 30 alunos
nome[50][10]; // matriz nomes (até 50 car.) de 10 pessoas
notas[0][0]=9.5;

// guarda valor numa pos.específica

// usando matriz no comando de entrada de dados:
scanf(“%f”,&notas[0][1]);
printf(“%fn”,notas[0][1]); // acessa o valor
// especificando indice com variável:
i=0;
j=1;
printf(“%fn”,notas[i][j]);

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Linguagem C – parte 1

17
Exemplo – notas de alunos de uma turma de 10
alunos, com 3 notas de cada
#include <stdio.h>
#define MAX 10
int main()
{
int a,n;
float notas[MAX][3];
for(a=0;a<MAX;a++) {
for(n=0;n<3;n++) {
printf("Digite a nota %d do aluno %d: ",n,a);
scanf("%f",&notas[a][n]);
}
printf("n");
}
}

#

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Registros (estruturas) em C

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Linguagem C – parte 1

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Registros (estruturas)
Variável composta por um conjunto de
sub-itens (membros da estrutura) que não
precisam ser do mesmo tipo de dados
Exemplo:
Dados de uma Conta Bancária
ITEM DE DADO VALOR
Número: 2245
Tipo: Especial
Cliente: José da Silva
Saldo: R$5.250,00

Neste registro, representamos
uma conta bancária, que tem os
seguintes tipos de dados:
Inteiro (Número)
Real (Saldo e Limite)
Literal (Tipo e Cliente)

Limite: R$950,00
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20
Definindo uma estrutura em C
É feita em duas fases
Definição da estrutura (novo tipo de dados)
Definição da variável do tipo criado para a estrutura
// definição da estrutura (novo tipo de dados)
Typedef struct {
tipo <nome do elemento 1>;
tipo <nome do elemento 2>;
...
tipo <nome do elemento N>;
} <nome da estrutura>;
// declaração da variável do tipo estrutura
<nome da estrutura> <nome da variável>;
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21
Usando estruturas
Para referenciar um valor, mencionamos o
nome da estrutura e do elemento
separados por um ponto:
<nome da estrutura>.<nome do elemento>;

Exemplo:
conta.numero=123;
Conta.tipo=“Normal”;
Conta.cliente=“João da Silva”;
Conta.saldo=1000;
printf(“%fn”,conta.saldo);
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22
Vetor de estrutura
O uso de esturutras torna-se mais efetivo
quando associado a vetores
Podemos criar um vetor de estrutura,
podendo guardar dados de vários
elementos distintos. Exemplos:
100 registros de contas bancárias
40 registros de alunos de uma turma

Prof. Mauro Jansen

Linguagem de Programação
Linguagem C – parte 1

23
Exemplo: notas de alunos de uma
turma usando estrutura
#include <stdio.h>
#define MAX 10
int main()
{
typedef struct {
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} reg_aluno;
reg_aluno alunos[MAX];
int c;
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Linguagem c parte 2

  • 1. Curso: Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Linguagem de Programação Professor: Mauro Jansen Linguagem C Procedimentos e funções, vetores, matrizes e registros (estruturas)
  • 2. Procedimentos e funções em C Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 2
  • 3. Procedimentos e funções Também chamados de sub-programas ou rotinas, são programas que executam uma função específica que é acessada diversas vezes Procedimento: não retorna valor ao programa que o chamou Função: retorna valor Exemplos: função fatorial (calcula o fatorial de um número) Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 3
  • 4. Por que usar funções? Reaproveitar código já criado (por você ou outros programadores) Evitar repetição de código dentro do mesmo programa Separar o programa em blocos, facilitando a leitura, o entendimento e a manutenção Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 4
  • 5. Procedimentos e funções em C A linguagem C tem apenas funções O tipo da função diz se ela retorna ou não valor: Tipo void: função que não retorna valor Outros tipos básicos (int, float, etc.): funções que retornam valor Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 5
  • 6. A função main() Como já vimos, todo programa em C tem pelo menos uma função: #Include <biblioteca1.h> #Include <biblioteca2.h> ... Void main() { <Declaração de variáveis> ... <comandos> ... } Inclusão de arquivo de bibliotecas de comandos Função main(): é obrigatória. É a primeira função chamada quando o programa é iniciado Delimitadores de inicio e fim de bloco de comandos Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 6
  • 7. Definindo funções em C Sintaxe: tipo nome da função(tipo parâmetro1,...,tipo parâmetroN) { // comandos da função } Os parâmetros são os dados que serão usados pela função para realizar sua operação ou retornar algum resultado A lista de parâmetros é opcional, mas se for usada deve ser especificado o tipo de cada parâmetro Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 7
  • 8. Chamada de funções void main() { // comando anterior à chamada funcao1(2,3) // comando posterior à chamada } Prof. Mauro Jansen void funcao1(int a,int b) { // comandos da função } Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 8
  • 9. Exemplo de função #Include <stdio.h> float media(float nota1,float nota2) { return( (nota1+nota2)/2); } void main() { printf(“%fn”,media(8,9)); } Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 9
  • 10. Vetores em C Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 10
  • 11. Vetor É como uma variável dividida em vários pedaços, onde cada pedaço é acessado através de um número chamado índice Na linguagem C, o primeiro elemento é o de índice zero 0 Prof. Mauro Jansen 1 2 ... Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 N 11
  • 12. Declaração de um vetor Sintaxe: tipo <nome>[<tamanho>]; Exemplos: float notas[30]; // vetor p/até 30 notas char nome[50]; // vetor p/nome de até 50 caracteres // podemos também declarar e já inicializar o vetor: Float precos[4]={10.25, 11.55, 12.55, 20.65}; Note que as STRINGS (cadeia de caracteres) em C, são vetores de caracteres Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 12
  • 13. Usando vetores int i; float notas[30]; char nome[50]; // vetor p/até 30 notas // vetor p/nome de até 50 caracteres // podemos também declarar e já inicializar o vetor: Float precos[4]={10.25, 11.55, 12.55, 20.65}; notas[0]=9.5; // guarda valor numa pos.específica // usando um vetor no comando de entrada de dados: scanf(“%f”,&notas[1]); printf(“%fn”,notas[0]); // acessa o valor de uma pos. // especificando indice com variável: i=1; printf(“%fn”,notas[i]); Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 13
  • 14. Exemplo – preços de produtos #include <stdio.h> #define MAX 20 int main() { int pos; float precos[MAX],total; for(pos=0;pos<MAX;pos++) { printf("Digite o preco do produto %d: ",pos); scanf("%f",&precos[pos]); } printf("Preços digitados:n"); total=0; for(pos=0;pos<MAX;pos++) { printf("%fn",precos[pos]); total+=precos[pos]; } printf("Total: %fn",total); } # Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 14
  • 15. Matrizes Similar ao vetor (variável dividida em vários pedaços), com a diferença que temos mais de uma dimensão 0,0 1,0 ... N,0 Prof. Mauro Jansen 0,1 1,1 ... N,1 0,2 1,2 ... N,2 ... ... ... ... Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 0,M 1,M ... N,M 15
  • 16. Declaração de uma matriz Sintaxe: tipo <nome>[<tam.1>][tam.2]..[tam.N]; Exemplos: float notas[30][3]; // matriz p/até 3 notas de 30 alunos nome[50][10]; // matriz nomes (até 50 car.) de 10 pessoas Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 16
  • 17. Usando matrizes int i,j; float notas[30][3]; // matriz p/até 3 notas de 30 alunos nome[50][10]; // matriz nomes (até 50 car.) de 10 pessoas notas[0][0]=9.5; // guarda valor numa pos.específica // usando matriz no comando de entrada de dados: scanf(“%f”,&notas[0][1]); printf(“%fn”,notas[0][1]); // acessa o valor // especificando indice com variável: i=0; j=1; printf(“%fn”,notas[i][j]); Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 17
  • 18. Exemplo – notas de alunos de uma turma de 10 alunos, com 3 notas de cada #include <stdio.h> #define MAX 10 int main() { int a,n; float notas[MAX][3]; for(a=0;a<MAX;a++) { for(n=0;n<3;n++) { printf("Digite a nota %d do aluno %d: ",n,a); scanf("%f",&notas[a][n]); } printf("n"); } } # Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 18
  • 19. Registros (estruturas) em C Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 19
  • 20. Registros (estruturas) Variável composta por um conjunto de sub-itens (membros da estrutura) que não precisam ser do mesmo tipo de dados Exemplo: Dados de uma Conta Bancária ITEM DE DADO VALOR Número: 2245 Tipo: Especial Cliente: José da Silva Saldo: R$5.250,00 Neste registro, representamos uma conta bancária, que tem os seguintes tipos de dados: Inteiro (Número) Real (Saldo e Limite) Literal (Tipo e Cliente) Limite: R$950,00 Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 20
  • 21. Definindo uma estrutura em C É feita em duas fases Definição da estrutura (novo tipo de dados) Definição da variável do tipo criado para a estrutura // definição da estrutura (novo tipo de dados) Typedef struct { tipo <nome do elemento 1>; tipo <nome do elemento 2>; ... tipo <nome do elemento N>; } <nome da estrutura>; // declaração da variável do tipo estrutura <nome da estrutura> <nome da variável>; Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 21
  • 22. Usando estruturas Para referenciar um valor, mencionamos o nome da estrutura e do elemento separados por um ponto: <nome da estrutura>.<nome do elemento>; Exemplo: conta.numero=123; Conta.tipo=“Normal”; Conta.cliente=“João da Silva”; Conta.saldo=1000; printf(“%fn”,conta.saldo); Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 22
  • 23. Vetor de estrutura O uso de esturutras torna-se mais efetivo quando associado a vetores Podemos criar um vetor de estrutura, podendo guardar dados de vários elementos distintos. Exemplos: 100 registros de contas bancárias 40 registros de alunos de uma turma Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 23
  • 24. Exemplo: notas de alunos de uma turma usando estrutura #include <stdio.h> #define MAX 10 int main() { typedef struct { char nome[50]; float nota1; float nota2; } reg_aluno; reg_aluno alunos[MAX]; int c; for(c=0;c<MAX;c++) { printf("Digite os dados do aluno %d:n",c+1); printf("Nome: "); scanf("%s",&alunos[c].nome); printf("Nota 1: "); scanf("%f",&alunos[c].nota1); printf("Nota 2: "); scanf("%f",&alunos[c].nota2); printf("n"); } } Prof. Mauro Jansen Linguagem de Programação Linguagem C – parte 1 24