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ACESSIBILIDADE
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Palestrante:
Maria Emília Cavalcante
Analista Técnica do CREA-BA
2014
O que é Acessibilidade?
Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas
com deficiências ou mobilidade reduzida p...
ACESSIBILIDADE
• ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Na arquitetura é a adequação do espaço urbano e dos edifícios
às necessidade...
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ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL
É a acessibilidade que se dá sem barreiras na comunicação
interpessoal (face a face,...
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Pessoas com deficiência são aquelas que tem
impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial,
diversas ba...
Na antiguidade
O registro mais antigo de uma pessoa com deficiência data de
1.250 a.c. numa placa chamada Estela de Rama q...
Grandes Nomes
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Beethoven - Autor de sonatas, quartetos e sinfonias,
perdeu completamente a audição nos últimos anos...
Parâmetros antropométricos
A aplicação dos estudos das medidas físicas nos homens e mulheres,
buscando determinar as difer...
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Cego com cão guia
obeso
Anão
Gestante
Deformação nos braços
Desenho Universal
O desenho universal recria o conceito de padronização do homem, definindo um
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Símbolos e Sinalização
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A sinalização de acessibilidade das edificações, do mobiliário, dos
espaços e dos equipamen...
Símbolos e Sinalização
Sinalização tátil no piso – pode ser do tipo alerta ou direcional,
ambos devem ter cor e textura co...
Acessos e Circulações
CREA-BA
Como vimos, as pessoas possuem necessidades diferentes que
variam conforme a idade, estatura...
Legislação
Leis Federais
Lei N.º 10.048/2000: Dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e dá
outras providên...
• A NBR 9050/2004 trata da Acessibilidade em edificações, de
mobiliário, de espaços e de equipamentos urbanos.
• Em 1988, ...
Espaço Necessário
CREA-BA
Módulo de Referência Área de Giro
Ônibus acessível
Calçadas
Calçada: parte da via reservada ao transito de pedestres que,quando
possível, pode contemplar mobiliário urbano, ...
Calçadas
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Travessia de pedestre
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Faixa de Travessia de Pedestres
Devemos evitar:
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Toco de árvore
Degrau na calçada
Material de Construção
Mesas de bar na calçadaEstacionamento na c...
Devemos evitar:
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Cuidados
• Permitir o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção nas dependências do
condomínio não é apenas uma corte...
Cuidados
• Portas – devem ter vão livre mínimo de 80 cm, e altura mínima
de 2,10m, inclusive de elevadores;
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Conselho Municipal
O Conselho é instância de participação e controle social, tendo como
pauta a efetivação dos direitos hu...
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Palestra acessibilidade 2014 Maria Cecília - CREA, S.A.Jesus-BA, 03.04.14

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MARIA CECÍLIA, CREA-BA, proferiu palestra audiovisual no CETEP, S.A.Jesus-BA, dia 03.04, no I Encontro Municipal de Desenvolvimento Sustentável de S.A.Jesus, oportunidade em que discorreu sobre acessibilidade. CONFIRA OS SLIDES

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Palestra acessibilidade 2014 Maria Cecília - CREA, S.A.Jesus-BA, 03.04.14

  1. 1. CREA-BA www.creaba.org.br
  2. 2. ACESSIBILIDADE CREA-BA ACESSIBILIDADE
  3. 3. ACESSIBILIDADE CREA-BA Palestrante: Maria Emília Cavalcante Analista Técnica do CREA-BA 2014
  4. 4. O que é Acessibilidade? Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informações, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população, visando sua adaptação e locomoção, eliminando as barreiras. Segundo dados do IBGE/2010, 45 milhões de pessoas declararam possuir algum tipo de deficiência. CREA-BA
  5. 5. ACESSIBILIDADE • ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Na arquitetura é a adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de inclusão de toda população, visando eliminar os obstáculos existentes ao acesso, modernizando e incorporando as pessoas ao convívio social, possibilitando o ir e vir. • ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Refere-se à acessibilidade sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. CREA-BA
  6. 6. CREA-BA ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL É a acessibilidade que se dá sem barreiras na comunicação interpessoal (face a face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila etc., incluindo textos em braile, uso do computador portátil) e virtual (acessibilidade digital). Na informática, bons exemplos são os teclados virtuais para portadores de deficiência motora ou com dificuldades de coordenação motora, e sintetizadores de voz para pessoas com problemas de fala. ACESSIBILIDADE
  7. 7. CREA-BA Pessoas com deficiência são aquelas que tem impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, diversas barreiras podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade. No Brasil, a palavra acessibilidade costuma ser associada apenas a questões físicas e arquitetônicas, mas este vocábulo expressa um conjunto de dimensões diversas, complementares e indispensáveis para que haja um processo de efetiva inclusão. Pessoas com Deficiência
  8. 8. Na antiguidade O registro mais antigo de uma pessoa com deficiência data de 1.250 a.c. numa placa chamada Estela de Rama que é do tempo dos faraós e mostra o porteiro do templo de Astarte apoiado em um comprido bastão por causa de uma anomalia na perna. CREA-BA
  9. 9. Grandes Nomes CREA-BA Beethoven - Autor de sonatas, quartetos e sinfonias, perdeu completamente a audição nos últimos anos de sua vida e continuou criando lindas obras musicais. Frida Kahlo – Pintora, de obras magníficas e intrigantes, em 1913, com 6 anos, contrai poliomielite, a primeira de uma série de doenças, acidentes e operações feitas ao longo da vida, que lhe deu o apelido de “Frida perna de pau” . Steve Wonder – Compositor e cantor ficou cego devido a complicações decorrentes de tratamento médico realizado logo após o seu nascimento. Ganhou 25 Grammy Awards, o maior número obtido por um artista masculino.
  10. 10. Parâmetros antropométricos A aplicação dos estudos das medidas físicas nos homens e mulheres, buscando determinar as diferenças entres indivíduos e grupos sociais, com a finalidade de se obter informações utilizadas nos projetos de arquitetura, urbanismo, desenho industrial, comunicação visual, engenharia, e de um modo geral para melhor adequar esses produtos a seus usuários, denomina-se antropometria. CREA-BA É preciso considerar as peculiaridades da sociedade em geral.
  11. 11. Parâmetros antropométricos CREA-BA Idosa muletas Cego com cão guia obeso Anão Gestante Deformação nos braços
  12. 12. Desenho Universal O desenho universal recria o conceito de padronização do homem, definindo um projeto de produtos e ambientes que possam ser usados por TODOS, na sua máxima extensão possível, sem necessidade de adaptação ou projeto especializado para pessoas com deficiência. O desenho universal valoriza o desenvolvimento do usuário ao longo de sua vida. • A criança, com dimensões menores, não consegue alcançar ou manipular uma série de objetos, por não serem seguros, ou porque não foram pensados para elas. • Os idosos com menor mobilidade, flexibilidade, com menos audição e outras dificuldades que atrapalham a execução de várias atividades. • Todos os indivíduos em situações provisórias, como uma fratura, um torcicolo, ou uma gestação; ou a aquisição inesperada de alguma deficiência, seja ela física, psíquica ou sensorial, que podem complicar a rotina das pessoas. CREA-BA
  13. 13. Símbolos e Sinalização CREA-BA A sinalização de acessibilidade das edificações, do mobiliário, dos espaços e dos equipamentos e a indicação da existência de elementos acessíveis ou utilizáveis por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida devem ser feitas por meio de símbolo internacional de acesso Símbolo Internacional de Acesso Símbolo Internacional de Pessoas com Deficiência Auditiva Símbolo Internacional de Pessoas com Deficiência Visual
  14. 14. Símbolos e Sinalização Sinalização tátil no piso – pode ser do tipo alerta ou direcional, ambos devem ter cor e textura contrastantes com a do piso adjacente. Servem como orientação para as pessoas com deficiência visual. CREA-BA Piso tipo alerta Piso tipo direcional Alerta de obstáculo
  15. 15. Acessos e Circulações CREA-BA Como vimos, as pessoas possuem necessidades diferentes que variam conforme a idade, estatura, condições de saúde, etc. As barreiras arquitetônicas e urbanísticas dificultam o deslocamento, assim se estabeleceu a importância da concepção de espaços que permitam o pleno deslocamento, além de meios de transporte coletivo acessíveis. Na promoção da acessibilidade serão observadas as regras previstas no Decreto Federal N.º 5.296/2004, complementadas pelas Normas Técnicas como a NBR 9050/2004 e Legislação específica.
  16. 16. Legislação Leis Federais Lei N.º 10.048/2000: Dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e dá outras providências. Lei N.º 10.098/2000: Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida , e dá outras providências. Decreto N.º 5.296/2004: Regulamenta as leis N.º10.048/2000 e N.º10.098/2000. Lei N.º 7.405/1985: Torna obrigatória a colocação de “símbolo internacional de acesso” em todos os locais e serviços que permitam sua utilização por pessoas portadoras de deficiência e dá outras providências. CREA-BA
  17. 17. • A NBR 9050/2004 trata da Acessibilidade em edificações, de mobiliário, de espaços e de equipamentos urbanos. • Em 1988, a Constituição Federal já se referia ao direito à acessibilidade aos portadores de deficiência sem, no entanto, cobrar o seu cumprimento. Só em 2000, 12 anos depois, o assunto originou as Leis Federais 10.048/2000 e 10.098/2000 (Direito a acessibilidade da Pessoa com Deficiência) que foram regulamentadas pelo Decreto 5296/04 estabelecendo normas e critérios para a promoção da acessibilidade. O direito ao transporte público coletivo da pessoa com deficiência é expressamente assegurado pela Constituição Federal, art. 244. NBR 9050/2004 CREA-BA
  18. 18. Espaço Necessário CREA-BA Módulo de Referência Área de Giro Ônibus acessível
  19. 19. Calçadas Calçada: parte da via reservada ao transito de pedestres que,quando possível, pode contemplar mobiliário urbano, sinalização, vegetação e utros fins (Código de Trânsito Brasileiro). A calçada ideal é aquela que garante o caminhar livre, seguro e confortável de todos os cidadãos. Passeio (Faixa Livre): Espaço livre de interferências destinado à circulação De exclusiva de pedestres e, excepcionalmente,de ciclistas. (dimensão mínima 1,20m) Faixa de Serviço: destinada a colocação de árvores, rampas de acesso para veículos ou pessoas com deficiências, postes de iluminação, sinalização de trânsito e mobiliário urbano como bancos, floreiras, Telefones, caixas de correio e lixeiras. Faixa de Acesso: área em frente ao imóvel onde podem estar a vegetação, a rampa, toldos, propagandas e mobiliário móvel (mesas de bar e floreiras), desde que não impeçam o acesso ao imóvel. Grupo de Trabalho de Acessibilidade, Mobilidade e Cidadania do CREA-BA
  20. 20. Calçadas CREA-BA
  21. 21. Travessia de pedestre CREA-BA Faixa de Travessia de Pedestres
  22. 22. Devemos evitar: CREA-BA Toco de árvore Degrau na calçada Material de Construção Mesas de bar na calçadaEstacionamento na calçadaComércio na calçada
  23. 23. Devemos evitar: CREA-BA
  24. 24. Cuidados • Permitir o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção nas dependências do condomínio não é apenas uma cortesia, é uma obrigação legal que todos os prédios devem obedecer. Qualquer construção, ampliação ou reforma de condomínios deve obrigatoriamente atender aos regulamentos de acessibilidade previstos em lei, de acordo com o artigo 18 do Decreto Federal 5.296/04. • Todas as áreas comuns devem estar livres de barreiras e obstáculos que impeçam o acesso e o uso de todas as pessoas, inclusive as pessoas com deficiência. As obrigatoriedades de acessibilidade em condomínios partem das calçadas e se estendem a todas as demais áreas fora dos apartamentos, incluindo corredores, áreas de lazer, os banheiros de uso comum e a garagem. • Hoje em dia a população está vivendo mais, é aconselhável adaptar o interior e preparar o espaço para o idoso. • Para realizar as adaptações, devem ser levados em conta todos os moradores do condomínio, isso porque os novos benefícios servem não só para deficientes e cadeirantes, mas também para grávidas, idosos, crianças e obesos. CREA-BA
  25. 25. Cuidados • Portas – devem ter vão livre mínimo de 80 cm, e altura mínima de 2,10m, inclusive de elevadores; • Maçanetas - devem ser do tipo alavanca, instalada entre a altura de 90 cm e 1,10 m; • Rampas - devem ter inclinação de acordo com a norma técnica com corrimão em duas alturas (72 e 90 cm) • Escadas - devem ter corrimão nas suas laterais com diâmetro circular entre 3 e 4,5 cm; • Interruptores e campainhas - devem ser instalados entre 60cm e 1,0m do piso e possuir dispositivos luminosos para facilitar a identificação pelas pessoas com deficiência auditiva. • Nos sanitários devem ser previstas barras de apoio e os equipamentos devem estar instalados em alturas adequadas e área de giro, garantindo o uso de todos os equipamentos; CREA-BA
  26. 26. Conselho Municipal O Conselho é instância de participação e controle social, tendo como pauta a efetivação dos direitos humanos das pessoas com deficiência. O Conselho Municipal da Pessoa com deficiência de Santo Antônio de Jesus é composto por 4 titulares e 4 suplentes, mais 8 representantes do poder público, sendo 4 suplentes e 4 titulares também sendo o presidente Josiel Barreto, e é uma grande representação do movimento social da cidade. Deve ter estrutura adequada, dentro das políticas públicas, As questões referentes as pessoas com deficiência, abrange todas as classes sociais. São inúmeras as dificuldades enfrentadas diariamente por estas pessoas: Acessibilidade, preconceito, discriminação, trabalho, saúde, educação... É necessário investir nessa área para um mundo mais justo. Depoimento CREA-BA
  27. 27. Telefones: (071) 3453-8921 / 8922 / 8925 / 8993 / 8994 tecnica@creaba.org.br

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