Automação industrial introdução aos automatismos

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Automatismos, introdução

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Automação industrial introdução aos automatismos

  1. 1. Automação Introdução aos automatismos industriais Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 1
  2. 2. Automação O objectivo base desta apresentação é adquirir os conhecimentos de base sobre os automatismos industriais de modo a poder efectuar a colocação em serviço dos autómatos programáveis e seus módulos inteligentes tais como por exemplo, os módulos de comunicação ou analógicos. Princípios de funcionamento – Etapas do processo; Arquitectura material do autómato; Arquitectura software do autómato; Fases de desenvolvimento de uma aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 2
  3. 3. Automação Princípios de funcionamento Etapas de colocação em serviço Automatismo é todo o dispositivo eléctrico, electrónico, pneumático ou hidráulico capaz de por si só controlar o funcionamento de uma máquina ou processo. Princípios de funcionamento Parte Operativa Parte Comando Aquisição de dados Captores Ordens Accionadores Age sobre: grandezas físicas; Unidade de tratamento produtos sólidos, líquidos ou gasosos; Interface Homem-Máquina : HMI máquinas ou processos. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 3
  4. 4. Automação Estrutura de um automatismo:  Rede de distribuição (Trifásica, monofásica, ac, dc…) Parte Operativa  Engenho ou máquina (Elevador, semáforo, tapete rolante…)  Accionadores (Motores, lâmpadas, resistências…)  Detectores (Fins de curso, detectores de proximidade, células fotoeléctricas…)  Tratamento de dados (Autómatos programáveis, contactores auxiliares…) Parte Comando  Diálogo Homem – Máquina (Botoneiras, sinalizadores, teclados…)  Comando de potência (Contactores electromagnéticos, relés…) Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 4
  5. 5. Automação Estrutura de um automatismo:Parte Operativa  Rede de distribuição (Trifásica, monofásica, ac, dc…)  Engenho ou máquina (Elevador, semáforo, tapete rolante…)  Accionadores (Motores, lâmpadas, resistências…)Parte Comando  Detectores (Fins de curso, detectores de proximidade, células fotoeléctricas…)  Tratamento de dados (Autómatos programáveis, contactores auxiliares…)  Diálogo Homem – Máquina (Botoneiras, sinalizadores, teclados…)  Comando de potência (Contactores electromagnéticos, relés…) Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 5
  6. 6. Automação Os diferentes componentes Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 6
  7. 7. Automação As etapas de colocação em serviço (1/2) Caderno de encargos Análise do caderno de encargos Configuração do autómato Declaração das variáveis %I100 : nível máx Programação Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 7
  8. 8. Automação As etapas de colocação em serviço (2/2) Transferência da aplicação para o Autómato. Execução da aplicação Colocação em serviço Criação do dossiê de arquivo Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 8
  9. 9. Automação No automatismo  A parte de comando é constituída por uma ou várias unidades de tratamento pilotadas por uma interface Homem-Máquina.  A parte operativa é constituída de uma ou várias unidades de tratamento pilotadas por uma interface Homem-Máquina.  A parte operativa age sobre grandezas físicas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 9
  10. 10. Automação No automatismo  A parte de comando é constituída por uma ou várias unidades de tratamento pilotadas por uma interface Homem-Máquina.  A parte operativa é constituída de uma ou várias unidades de tratamento pilotadas por uma interface Homem-Máquina.  A parte operativa age sobre grandezas físicas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 10
  11. 11. Automação Um captor  Modifica o estado da parte operativa em função das ordens elaboradas pela parte de comando.  Informa a parte de comando sobre o estado da parte operativa.  Age sobre grandezas físicas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 11
  12. 12. Automação Um captor  Modifica o estado da parte operativa em função das ordens elaboradas pela parte de comando.  Informa a parte de comando sobre o estado da parte operativa.  Age sobre grandezas físicas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 12
  13. 13. Automação Um pré-accionador  Informa parte de comando do estado da parte operativa.  Age directamente sobre o processo : motor, cilindro...  Age sobre um accionador de potência. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 13
  14. 14. Automação Um pré-accionador  Informa parte de comando do estado da parte operativa.  Age directamente sobre o processo : motor, cilindro...  Age sobre um accionador de potência. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 14
  15. 15. Automação Um accionador  Permite medir uma grandeza física : pressão, temperatura, deslocamento.  Gerar um sinal eléctrico permitindo agir sobre a parte operativa.  Age directamente sobre o processo : motor, cilindro... Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 15
  16. 16. Automação Um accionador  Permite medir uma grandeza física : pressão, temperatura, deslocamento.  Gerar um sinal eléctrico permitindo agir sobre a parte operativa.  Age directamente sobre o processo : motor, cilindro... Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 16
  17. 17. Automação Princípios de funcionamento – Etapas do processo; Arquitectura material do autómato; Arquitectura software do autómato; Fases de desenvolvimento de uma aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 17
  18. 18. Automação Arquitectura material do autómato O papel do autómato Comunicação Condução Tratamento PC de supervisão, autómatos, impressoras, modems, etc… Robusto relativamente a vibrações e perturbações electromagnéticas Patamares de temperatura Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 18
  19. 19. Automação Arquitectura material do autómato Interface de Interface de Unidade Central Entradas digitais Saídas digitais Interface de Entradas Analógicas Bus interno do 1 Rack Principal Autómato Alimentação Interface de Saídas Analógicas 1 ou vários Racks de extensão para interfaces Interfaces de Comunicação Interfaces Inteligentes Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 19
  20. 20. Automação A alimentação PSU = Power Supply Unit Assegura a alimentação dos diferentes Módulos. Um módulo de alimentação por rack (bastidor). Bloco de visualização por leds OK, RUN, BAT Botão de pressão RESET Pilha de salvaguarda de dados do programa Bornes de ligação : alimentação e saída Watchdog Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 Fusível20-11-2011 Por : Luís Timóteo 20
  21. 21. Automação A unidade central ou processador Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 21
  22. 22. Automação A unidade central ou processador Signalização: Modo de Funcionamento OK Interfaces Memória Run de entradas Bus Interno de Entradas Fault Memória Programa Interfaces Memória de Saídas Bus Interno Ligação PC de de Saídas programação Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 22
  23. 23. Automação As interfaces de entradas digitais ou TON Signalização: Estado das Entradas Bus Interno Adaptação I0 I1 I2 Fault Detectores Isolamento fim-de-curso Encoders, codificadores Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 23
  24. 24. Automação As interfaces de saídas digitais ou TON Signalização: Estado das Saídas Adaptação Q0 Amplificação Q1 Q2 Fault Pré-Accionadores Bus Interno Isolamento Accionadores Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 24
  25. 25. Automação As interfaces de entradas analógicas Ligação dos captores Analógicos : de nível, Bus Interno 400 de pressão, de temperatura, etc… Isolamento 400 Conversão Analógica 4 Volts Numérica 40° Detectores, fins-de-curso,… Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 25
  26. 26. Automação As interfaces de Saídas Analógicas Ligação de: Regulador de pressão, Bus Interno Isolamento Válvula de aquecimento, etc… 800 Conversão Analógica 8 Volts Numérica 80° Detectores, fins-de-curso,… Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 26
  27. 27. Automação As interfaces de comunicação CANopen, DeviceNet, Ethernet, Modbus, LED’s de Diagnóstico: Profibus, etc… RUN Driver+ ERR Microprocess Bus Interno Dados de Tabelas processo variáveis Cíclicas PC de supervisão, autómatos, impressoras, modems etc… Trocas Configuração ACíclicas Regulação Diagnóstico Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 27
  28. 28. Automação As interfaces inteligentes LED’s de Diagnóstico: Driver+ RUN Microprocess ERR Bus Interno Contagem; Tabelas Comando de eixos; Dados de Comando processo variáveis de movimento; Cíclicas Pesagem… Configuração Tabelas Regulação Parâmetros Diagnóstico Diagnóstico Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 28
  29. 29. Automação O autómato  Integra a parte de comando dos sistemas automatizados.  Integra a parte operativa dos sistemas automatizados.  Tem em conta as informações fornecidas pelos accionadores. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 29
  30. 30. Automação O autómato  Integra a parte de comando dos sistemas automatizados.  Integra a parte operativa dos sistemas automatizados.  Tem em conta as informações fornecidas pelos accionadores. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 30
  31. 31. Automação A Unidade Central ou Processador  Fornece a energia eléctrica necessária ao conjunto dos módulos do autómato.  Permite ligar captores e accionadores.  Executa ciclicamente o programa aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 31
  32. 32. Automação A Unidade Central ou Processador  Fornece a energia eléctrica necessária ao conjunto dos módulos do autómato.  Permite ligar captores e accionadores.  Executa ciclicamente o programa aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 32
  33. 33. Automação Uma interface de saída analógica permite ligar:  Captores de nível.  Válvulas de aquecimento.  Codificadores, encoders. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 33
  34. 34. Automação Uma interface de saída analógica permite ligar:  Captores de nível.  Válvulas de aquecimento.  Codificadores, encoders. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 34
  35. 35. Automação Arquitectura software do autómato; Princípios de funcionamento – Etapas do processo; Arquitectura material do autómato; Arquitectura software do autómato; Fases de desenvolvimento de uma aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 35
  36. 36. Automação Estrutura memória do autómato 3 Zonas RAM Com possibilidade de salvaguarda por Variáveis utilizadas pelo bateria programa em leitura e escrita para realizar a aplicação Armazenamento do programa RAM Salvaguardada ou EEPROM Armazenamento das constantes utilizadas pelo programa O tamanho da memória depende do tipo de Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP2008 processador e da carta de extensão memória20-11-2011 Por : Luís Timóteo 36
  37. 37. Automação 4 Tipos de A memória « Dados » variáveis Destinadas a armazenar variáveis ao longo do programa. Variáveis provenientes das diferentes interfaces: digitais, analógicas, comunicação, inteli gentes. Variáveis associadas aos blocos de função do tipo temporizadores, contadores, monostáv eis… Variáveis destinadas a dar informações sobre o autómato ou a agir sobre o mesmo. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 37
  38. 38. Automação As variáveis internas Bit Bit %MF… 1 Bit Octeto Byte %MB … 8 Bits Diferentes Formatos Word Word %MW… 16 bits Dupla word Dupla word %MD… 32 bits Flutuante Flutuante %MF… 32 bits Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 38
  39. 39. Automação As variáveis das interfaces do processo Para o Processo Exemplo de endereços Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 39
  40. 40. Automação Variáveis de interface de Diagnóstico, Regulação e Configuração Diagnóstico Regulação Configuração Exemplo de endereços Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 40
  41. 41. Automação Endereços das variáveis das cartas de interface Exemplo : %IW 104.0.12 %IW XY.i.r Variável N°12 da via 0 Da carta situada no espaço 04 Nível da variável na via do rack N°1 Número da via na carta Posição da carta no rack Endereço do rack Rack N°1, Espaço N°3, via 1 = endereço topológico Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 41
  42. 42. Automação As variáveis dos blocos de funções Pré-definidos utilizados Número do bloco de função Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 42
  43. 43. Automação As variáveis sistema Pré-definidos utilizados %SW… Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 43
  44. 44. Automação %MW100 = 1547 %MW100 = Os diferentes códigos numéricos 11000001011 %MW100 = 60B Decimal ( 0 a 9) Exemplo: %MW100 = 1547 IHM : temperatura, pressão Binário ( 0 e 1) Exemplo: %MW100 = 11000001011 ou seja %MW100 = 1547 em decimal Lógicas: variáveis digitais : ON - OFF Verdadeiro - Falso Hexadecimal ( 0 ; 1 ; 2 ; 3 ; 4 ; 5 ; 6 ; 7 ; 8 ; 9 ; A ; B ; C ; D ; E ; F) Exemplo %MW100 = 60B ou seja %MW100= 1547 em decimal Máscara, operação lógica com octetos, words ou duplas words Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 44
  45. 45. Automação A memória programa RAM salvaguarda REPROM EEPROM Instrução 1 Memória Instrução 2 Programa Fim do programa Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 45
  46. 46. Automação O ciclo do autómato Tempo de ciclo = 20 ms Inicialização autómato RUN !!! Leitura das entradas Programa Instrução Instrução Vigiado por … watchdog Instrução Escrita das saídas Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 46
  47. 47. Automação Os modos de funcionamento do autómato Inicialização autómato RUN, AUTO STOP ou Leitura das entradas RUN ??? STOP, MANU Programa Instrução Instrução Selecção na face frontal: chave, … botão, entrada digital dedicada. Instrução A partir do software de programação ou à distância via rede. Escrita das saídas Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 47
  48. 48. Automação O ciclo máquinaPARAGEM Enchimento do reservatório O reservatório é alimentado por umaARRANQUE bomba. A bomba arranca : • logo que o nível baixo é detectado. • logo que a rega esteja terminada. A bomba pára logo que o nível alto seja atingido. Rega Modo de funcionamento da instalação Logo que o reservatório esteja cheio • PARAGEM permite parar a bomba no caso e após uma espera de 5min, é de problemas. comandada a rega durante 25min. • ARRANQUE permite arrancar a partir da instalação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 48
  49. 49. Automação Arranque a frio, arranque a quente Inicialização Controlo autómato Parâmetros módulo Inicialização das variáveis Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 49
  50. 50. Automação Os dados utilizados pela aplicação são armazenados:  Numa memória RAM.  Numa memória REPROM.  Numa memória EEPROM. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 50
  51. 51. Automação Os dados utilizados pela aplicação são armazenados:  Numa memória RAM.  Numa memória REPROM.  Numa memória EEPROM. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 51
  52. 52. Automação A variável %M15 é uma variável interna do tipo:  Bit.  Octeto.  Word.  Dupla Word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 52
  53. 53. Automação A variável %M15 é uma variável interna do tipo:  Bit.  Octeto.  Word.  Dupla Word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 53
  54. 54. Automação A variável %MD100 é uma variável interna do tipo:  Bit.  Octeto.  Word.  Dupla Word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 54
  55. 55. Automação A variável %MD100 é uma variável interna do tipo:  Bit.  Octeto.  Word.  Dupla Word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 55
  56. 56. Automação %IW104.1.10 é uma variável  interna.  sistema.  de interface.  de um bloco função. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 56
  57. 57. Automação %IW104.1.10 é uma variável  interna.  sistema.  de interface.  de um bloco função. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 57
  58. 58. Automação O valor 105A  É um valor decimal.  É um valor hexadecimal.  É um valor correspondente a um octeto.  É um valor correspondente a uma word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 58
  59. 59. Automação O valor 105A  É um valor decimal.  É um valor hexadecimal.  É um valor correspondente a um octeto.  É um valor correspondente a uma word. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 59
  60. 60. Automação O valor 5A  É um valor binário 0101 1010.  É um valor binário 0101 0010.  É igual ao valor decimal 80.  É igual ao valor decimal 90. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 60
  61. 61. Automação O valor 5A  É um valor binário 0101 1010.  É um valor binário 0101 0010.  É igual ao valor decimal 80.  É igual ao valor decimal 90. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 61
  62. 62. Automação O tempo de ciclo do autómato corresponde:  Ao tempo de execução do programa.  Ao tempo de ciclo da máquina automatizada.  Ao tempo de leitura das entradas, execução do programa, escrita das saídas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 62
  63. 63. Automação O tempo de ciclo do autómato corresponde:  Ao tempo de execução do programa.  Ao tempo de ciclo da máquina automatizada.  Ao tempo de leitura das entradas, execução do programa, escrita das saídas. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 63
  64. 64. Automação Fases de desenvolvimento de uma aplicação Princípios de funcionamento – Etapas do processo; Arquitectura material do autómato; Arquitectura software do autómato; Fases de desenvolvimento de uma aplicação. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 64
  65. 65. Automação Estrutura de uma aplicação autómato Declaração dos módulos e parâmetros Programação em diferentes linguagens Blocos de funções Estrutura, aplicação, valores iniciais das variáveis Visualização on-line da aplicação Realização do dossiê de arquivo, salvaguarda Criação dos ecrãs de vigilância do processo. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 65
  66. 66. Automação Descrição da estação autómato Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 66
  67. 67. Automação Configuração material e software Hardware e software!! Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 67
  68. 68. Automação Declaração e estrutura de dados Declaração Endereço Símbolo Comentário %I1.0 NIV_Haut Detecção nível alto Sintaxe IEC Estrutura Bits Words Inicialização%Ix.y :Entrada TON (x: posição da %MWx : Word interna (x: endereço do processocarta no rack, y: posição da bit). %MW0 até %MW50entrada TON). %MWx:n Tabela de n words.%Qx.y : Saída TON. %MDx : Word de 32 bits.%Mx : Bit interno (x: endereço do %MDx:n Tabela de n words. Zona debit). %MFx (ou %FDx) : Word flutuante. comunicação%Mx:n Tabela de n bits internos. %MFx:n Tabela de n words. %MW200 até%MWx:Xy Bit da word interna (y: %MBx(n) : Cadeia de n caracteres (x: %MW700posição do bit, x: endereço da endereço da cadeia de caracteres).word). %KWx, %KDx, %KFx : Constantes. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 68
  69. 69. Automação Estrutura do programa Corte da rede Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 69
  70. 70. Automação As linguagens de programação IEC 61131-3 Ladder FBD Literal IL Grafcet Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 70
  71. 71. Automação Linguagem Ladder ou linguagem de contactos: LD Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 71
  72. 72. Automação Linguagem Literal (Texto estruturado): ST Inicialização e retorno à etapa inicial Comentários Mise à jour du voyant cycle en cours *) %L2: Etiqueta IF (NOT Bp_présence_véhicule AND NOT Cycle_lancé) IF %M0 THEN THEN SET %M18; Memo_départ_cycle:=TRUE; ELSE RESET %M18; Memo_etape6:=FALSE; Instruções END_IF; Cycle_lancé:=FALSE; (* RAZ application *) END_IF; IF RE %M21 OR %S13 THEN SET %S0; da hora *) (* Leitura Comentários END_IF; RRTC(Horodateur:4); (* initialisationpeças tratadas *)reprise à froid *) Número de des variable sur Comentários TOTAL:=ATELIER1 + ATELIER2; IF %S0 THEN %MF502:=30.0;%MD0:=%MD2:=%MD4:=7;%MW202:= Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 72
  73. 73. Automação Linguagem Grafcet: SFC Acções Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 73
  74. 74. Automação Linguagem Blocos Funcionais: FBD Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 74
  75. 75. Automação Linguagem Lista de Instruções: IL Comentários Instruções de programa Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 75
  76. 76. Automação As tabelas de animação / abertura múltipla de janelas Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 76
  77. 77. Automação Escolher a opção correcta relativamente à estrutura do automatismo  1 . Definição dos dados; 2 . Configuração do autómato; 3 . Estrutura do programa; 4 . Programação; 5 . Tabelas de animação.  1 . Configuração do autómato; 2 . Estrutura do programa; 3 . Programação; 4 . Estrutura dos dados; 5 . Tabelas de animação.  1 . Configuração do autómato; 2 . Estrutura dos dados; 3 . Estrutura do programa; 4 . Programação; 5 . Tabelas de animação; Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 77
  78. 78. Automação Escolher a opção correcta relativamente à estrutura do automatismo  1 . Definição dos dados; 2 . Configuração do autómato; 3 . Estrutura do programa; 4 . Programação; 5 . Tabelas de animação.  1 . Configuração do autómato; 2 . Estrutura do programa; 3 . Programação; 4 . Estrutura dos dados; 5 . Tabelas de animação.  1 . Configuração do autómato; 2 . Estrutura dos dados; 3 . Estrutura do programa; 4 . Programação; 5 . Tabelas de animação; Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 78
  79. 79. Automação As tabelas de animação  Permitem estruturar o programa.  Permitem estruturar os dados.  Permitem visualizar e modificar os dados em tempo real. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 79
  80. 80. Automação As tabelas de animação  Permitem estruturar o programa.  Permitem estruturar os dados.  Permitem visualizar e modificar os dados em tempo real. Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 80
  81. 81. Automação Linguagens IF (NOT Bp_présence_véhicule AND NOT Cycle_lancé) THEN Memo_départ_cycle:=TRUE; END_IF;  Está escrito em linguagem IL (Lista de Instruções).  Está escrito em linguagem Ladder (LD).  Está escrito em linguagem Grafcet.  Está escrito em linguagem estruturada (ST). Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 81
  82. 82. Automação Linguagens IF (NOT Bp_présence_véhicule AND NOT Cycle_lancé) THEN Memo_départ_cycle:=TRUE; END_IF;  Está escrito em linguagem IL (Lista de Instruções).  Está escrito em linguagem Ladder (LD).  Está escrito em linguagem Grafcet.  Está escrito em linguagem estruturada (ST). Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 82
  83. 83. Automação Bibliografias:http://www.schneiderelectric.pt/documents/product-services/training/iaut_cfp2008.pdf Fonte: Schneider Electric - Centro de Formação FBP200820-11-2011 Por : Luís Timóteo 83

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