Antropologia filosófica

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Trabalho de filosofia sobre os principais aspectos da antropologia filosófica de forma resumida e didática.

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  • O homem é o lobo do homem, Tomas Hobbes
    Antes de se estudar filosofia é necessário compreender quem são os filósofos, estes são homens, e o que seria o homem? O que a filosofia antropológica busca compreender e explicar.
    Para se compreender de forma breve tal escola apresentaremos esta em 4 tópicos, abrangendo os principais questionamentos, e pensamentos sobre o tema.
  • Biologicamente o homem o é um animal, porém este apresenta uma singularidade especifica, que é a capacidade de raciocínio, de prever até onde suas ações poderiam leva-lo, indo além do que lhe ensinado e além do instinto. Vocês podem se perguntar porém como seu cachorro te obedece, ou então o corresponde, porém isto só ocorre porque lhe foi ensinado que agir de tal forma é bom ou ruim, com punições e agrados, ao longo da sua vida o cachorro não terá consciência do porque de determinada ação.
    Outra característica que diferencia o homem do animal é a cultura, pois mesmo sendo da mesma espécie cada “grupo” se organiza de uma forma, apresentando suas crenças, valores, gostos musicais, formas de se vestir, tradições, que demonstram a forma de vida desses. O ser humano apresenta também a informação, no momento em que ocorre a troca de culturas, entre as populações, e que se busca interpretar e entender o novo.
    Montaigne assim afirmava que o conhecimento verdadeiro era impossível de ser apreendido,cada ser humano desenvolvia-se em um cenário cultural e histórico diferente, inviabilizando assim que elabore uma tábua de valores aplicável a todos os homens em todas as épocas, motivo que impede o conhecimento que pretendesse ser universal.
    A escola evolucionista defende que um ser humano que tem conhecimento elevado pode facilmente se adaptar a qualquer cultura que se é imposta, e que o individuo estaria em constante evolução, evidenciando as diferenças que existem entre uma cultura e outra.
  • Falando sobre o homem se torna então inevitável refletir sobre seus sentimentos dentre os mais populares o amor e a felicidade, contudo podemos nos perguntar o que é a felicidade, ou o que é ser feliz, desde a filosofia medieval considerava-se como felicidade o ato de comer, beber, ou de estar com o outro, portanto ser a felicidade se revela como algo que nos faz bem individualmente.

    Falamos assim sobre o amor também um sentimento, que divide opiniões entre trazer a felicidade ou a ausência desta, para Espinosa o amor se demonstra também como essas alegria particular que faz feliz, porém só nos permite tal sensação devido a consciência que temos de que aquilo é bom, como por exemplo um primeiro beijo, geralmente criam-se expectativas de que será algo bom, por ser diferente, por todos comentarem sobre a sensação da relação mais intima com o outro, contudo no momento em que de fato isto ocorre, em que se dá o beijo, percebe-se que já não é nada assim tão “mágico”.
    Ainda para sobre espinosa temos assim as paixões como uma tendência a permanecer no próprio ser, chamado por ele como conatus ,algo dois quais não temos controle sobre e onde uma pode leva à outra.
    Contudo apesar do instinto da paixão temos a consciência do que nos faz bem ou mal, considerando como bem o que você considera é útil e o mal o que não se considera.

    Assim para concluir sobre o amor apresentamos alguns pensamentos de Platão para este o amor é desejo,portanto carência que pode ser tanto corporal e Intelectiva, contudo na maioria das vezes acaba sendo mais corporal, como vislumbre do desejo pelo outro ou pela coisa (depende do que você ama), sendo assim você não pode se redigir pelo amor, pois a alma busca a verdade da mente, do que está acima do seu desejo, assim preocupa-se com o corpo a alma se perde, e quando o mundo se torna presente o amor desaparece. Assim só se é feliz quando se busca de fato o que amamos, e que engrandece a alma, nos ajudando a viver harmonicamente, temos por exemplo um professor, a partir do momento em que ele se torna consciente de que vive para dar aula, e é feliz dando aula, ele ama seus alunos, pois sua maior alegria é poder ter a quem passar o conhecimento que lhe é constante adquirido.
  • Além da consciência que gera cultura, e dos sentimentos, temos também como característica humana a linguagem, que não se difere muito do que se aprende nas aulas de português.
    Assim, o que é a linguagem? A maneira pela qual cria nos comunicamos, estabelecemos a troca de culturas e nos relacionamos com o outro, ou a maneira pela qual se cria o conhecimento.
    E o que seria a função da linguagem facilitar essa comunicação por meio de diferentes códigos, organizados dentro do português assim em emotiva;  apelativa; referencial; fática, poética e metalinguística, no momento não é importante enfatizar tais funções, dúvidas consulte um livro de português, ou o Vaggner! Haber
    Sobre linguagem e pensamento quem estabelece essa relação ir primeiro é Piaget, não um filosofo mas um biólogo que escreveu a epistemologia genética, onde relaciona as maneiras com as quais as crianças vão se desenvolvendo em 4 diferentes fases. O que nos convém expor sobre essa relação é diferença entre o saber e o conhecer, onde saber é um conhecimento particular, por exemplo a janela, é uma janela e ponto, o máximo que se pode fazer é refletir sobre sua função, e descrevê-la, contudo o conhecimento é aquilo que podemos explicar, analisar e refazer a ideia de determinada coisa,
    ou seja passamos de um estado para outro estado, utilizando-se assim do pensamento para transmitir suas ideias pela linguagem.
    As escolas antropologicas presentes dentro desse contexto são a Difusionista que trabalha a difusão cultural por zonas de contato ou hibridação, nesse sentido, defendendo que existe uma evolução cultural. E a funcionalista que compara a cultura a um organismo onde as unidades de uma cultura apresentam uma função dentro do contexto cultural.
  • Por fim apresentamos a morte, esta que gera diversas discussões, como o que acontece após a morte, seguimos em frente? Nos dirigimos para um outro lugar onde continuamos a vida sem nossos corpos? Ou será que acaba tudo ali, você, sua existência, os ideias que defendeu? E sobre o corpo que morreu, poderíamos nós enterra-lo em casa, ou o mais certo seria cremar? Vender os orgãos seria um desrespeito ao morto, mesmo que este não vá mais usa-los? E enquanto as rituais fúnebres, seriam eles sempre necessários? Essas são algumas perguntamos que sempre podemos nos fazer sobre a morte, e que podem apresentar, com o conhecimento, diversas respostas, baseadas em crenças, ou influencias mas sempre pessoais, por isso dizemos que ao refletir sobre a morte temos um tabu, evitando falar ou refletir sobre assuntos assim, polêmicos, que variam em cada cultura.
    Para Heidegger vivemos num sentido impróprio que não aponta em direção alguma, como uma finalidade sem fim encontra-se primeiramente lançado no mundo em meio a alguns estados de animo, buscando se desviar do mundo enquanto tal, já que é obrigado a suportar o peso de sua existência. Assim o medo é algo que esta presente no centro de nossas vidas, por isso temos a angustia em relação a morte, sabemos que em algum momento também morremos, contudo não se pode prever quando, ou porque. Justifica-se assim porque ao pensarmos muito sobre a morte, e sentirmos tal angústia, passemos a pensar no que queremos para nossa vida, em como queremos aproveitar os momentos enquanto eles existem.
    A escola literária a qual pertence tais pensamentos é a Estruturalista onde são trabalhados os temas que abrangem mais os profundos pensamentos humanos, como a morte.
    Agrademos o tempo e a escuta de vocês
  • Antropologia filosófica

    1. 1.  Escola Evolucionista  O comportamento animal - Raciocínio x Instinto - A cultura e a informação - Escola Evolucionista - - Montaigne
    2. 2.  O que é ser feliz?  Espinosa - Alegria - Favorece o Conatus - Dor - Prejudica o Conatus  Platão e o amor
    3. 3.  O que é linguagem?  Qual sua função?  Relação entre linguagem e pensamento  Escola Difusionista e Funcionalista
    4. 4.  O tabu da Morte  Heidegger e a angústia da Morte  Pensar na Morte, refletir sobre a Vida  Escola Estruturalista

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