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  1. 1. Tutoria 01 SC
  2. 2. Problema 01: Mãe leva seu filho André, de 1 ano e 9 meses, à Policlínica do Planalto com história de que dormiu bem e acordou no meio da noite com tosse rouca, semelhante à de cachorro. Refere que a criança parecia sufocada e com dificuldade para respirar. Trouxe o cartão de vacina que estava atualizado, tinha recebido todas as vacinas do PNI. Ao Exame: criança desperta, corada, hidratada, acianótica. Sinais vitais: Temperatura 36.70 C, FC= 100 bpm; FR= 28 irpm. ACV: BR, 2T, NF s/sopros; AR= MV audível, com roncos esparsos bilateralmente, sem retrações torácicas. Observa-se voz rouca e estridor laríngeo leve. Demais sistemas examinados sem alterações. O médico disse que ele tinha uma doença obstrutiva das vias aéreas superiores, e orientou a conduta propedêutica e terapêutica pertinente aos agentes etiológicos.
  3. 3. Objetivos: Compreender as doenças obstrutivas de vias aéreas superiores Conhecer o esquema de vacinação da criança para tais doenças Coordenadora: Vanessa Secretária: Melissa
  4. 4. Etiologias - Vírus parainfluenza 1,2,3 - Influenza A e B - Adenovírus - Vírus Sincicial Respiratório - Vírus do Sarampo - Mycoplasma pneumoniae - Haemophilus influenzae tipo B - S. pyogenes - Staphylococcus aureus
  5. 5. Laringotraqueite – Crupe Manifestações Clínicas: - Rouquidão - Tosse ladrante - Estridor - Desconforto respiratório Principais agentes: - Influenza 1, 2 e 3 - Mycoplasma pneumoniae
  6. 6. Laringotraqueite – Crupe Viral Apresentação: - INÍCIO: Rinorréia clara; faringite; tosse leve; febre baixa - 12-48h: Sintomas de obstrução respiratória
  7. 7. Laringotraqueite – Crupe Viral Diagnóstico: - Achados clínicos - Achados radiográficos de pouco valor
  8. 8. Laringotraqueite – Crupe Viral Tratamento: Manutenção das vias aéreas patentes - Nebulização - Corticoesteroides - Epinefrina - Entubação - Internação
  9. 9. Crupe espasmódico Manifestações Clínicas: - Tosse Súbita (à noite) - Estridor - Dispneia moderada - Mucosa laríngea edematosa
  10. 10. Supraglotite Apresentação: - Início abrupto: Odinofagia e disfagia, desconforto respiratório, sensação de engasgo, sialorreia, irritabilidade e agitação - Sinais toxemicos: Temperatura de 40 graus, sinais de sepse, posição tripóide - Cianose e possível coma Principais agentes: - HiB - S. pyogenes - S. aureus - Vírus - Candida
  11. 11. Supraglotite Diagnóstico: - Laringoscopia: Epiglote em cereja - Radiografia lateral de pescoço: Sinal do polegar - Etiológico: Cultura direta do tecido supraglótico ou hemocultura
  12. 12. Supraglotite Tratamento: - Entubação traqueal precoce - HiB: Cefalosporinas de segunda e terceira gerações – cefuroxima; ceftriaxna; cefotaxima - S. pyogenes: Penicilina - S. aureus: Oxacilina ou cefalosporina de primeira geração – cefalotina - Suporte circulatório
  13. 13. Traqueíte Bacteriana Apresentação: - Sintomatologia da crupe: tosse ladrante, rouquidão, estridor, insuficiência respiratória - Febre acima de 38,5 graus Celsius e toxemia - Sintomas respiratórios prolongados - Não responde a corticoesteroides e epinefrina inalatória Principais agentes: - S. aureus - Streptococcus - Moraxella catarrhalis - Haemophilus sp.
  14. 14. Traqueíte Bacteriana Diagnóstico: - Laringoscopia: exsudato purulento e malcheiroso, sem hemorragias - Hemocultura
  15. 15. Traqueíte Bacteriana Tratamento: - Entubação traqueal - Antibiótico endovenoso: cefalosporina de segunda ou terceira geração – cefuroxima; ceftriaxona
  16. 16. Crupe Viral e Traqueíte Bacteriana Diagnóstico diferencial
  17. 17. J.B.A, 10 anos, sexo feminino, chega à consulta acompanhada de sua mãe com queixa de dor de cabeça durantes as aulas de gramática, tendo sua mãe percebido uma queda considerável no seu desempenho escolar. a paciente relatou que a cefaleia começou a 5 meses, quando voltou à escola. A cefaleia surge durante o período escolar, mais precisamente na metade para o fim das aulas, com dor moderada, em pontada na região frontal de forma bilateral e tinha duração de aproximadamente 1 hora, era acompanhada de dor ocular e melhorava quando a paciente era levado para casa. A mãe é viúva há 8 anos e trabalha 12 horas por dia, tendo mais contato com a paciente no período noturno. Ao ser questionada sobre o desempenho escolar do paciente, relata que sua filha tirava notas boas, porém a 2 anos passou a ficar muitas horas jogando jogos eletrônicos no computador durante o período noturno. Ela acredita que esse hábito está prejudicando seus estudos e seu rendimento. Também afirmou que seu falecido marido havia mencionado que usava óculos na adolescência, porém não se lembra do motivo, já que ele já havia feito uma cirurgia de correção quando se conheceram. A mãe também relatou que ao conversar com a professora, esta notou que sua filha estudava com o rosto muito próximo do seu caderno. Ao ser questionada, a paciente afirma que sempre preferiu se sentar nas últimas fileiras da sua sala de aula, devido à sua altura. Relata também dificuldade para enxergar as palavras da professora.
  18. 18. Abscesso Retrofaríngeo Apresentação: - Evolução Insidiosa: febre, irritabilidade, odinofagia, disfagia, sialorreia - Progressão: disfonia, estridor, obstrução das vias aéreas superiores Principais agentes: - S. viridians - S. pyogenes - S. aureus e epidermidis - Anaeróbios - Haemophilus - Klebsiella
  19. 19. Abscesso Retrofaríngeo Diagnóstico: - Radiografia Cervical Lateral - Tomografia Computadorizada Cervical - Ultrassonografia Cervical com Doppler
  20. 20. Abscesso Retrofaríngeo Tratamento: - Internamento, jejum e antibioticoterapia - Associação: antimicrobianos, clindamicina e cefalosporina de terceira geração, ou penicilina penicilase-resistente e cefalosporina de terceira geração.
  21. 21. Abscesso Peritonsilar Apresentação: - Dor de garganta intensa, sialorreia, trismo, febre e comprometimento do estado geral Principais agentes: - S. aureus - Streptococcus sp. - Flora múltipla de germes anaeróbicos
  22. 22. Abscesso Peritonsilar Tratamento: - Antibióticoterapia: penicilina e amoxilina; novos macrolídeos; cefalosporinas orais de primeira geração - Tratamento cirúrgico: Tonsilectomia
  23. 23. Prevenção: Vacinações: - Haemophilus influenzae B: 2, 4 e 6 meses - Pneumocóccica 10-valente: 2, 4 e 6 meses - Vacina gripe – Influenza; trivalente ou tetravalente: 6 meses a 8 anos – 2 doses com intervalo de um mês, com revacinação anual; 9 anos – vacinação única anual
  24. 24. Referências Científico, C., & da Costa Reis, A. G. A. Crupe Viral e Bacteriano. DENNIS ARB.; CAMPOS JÚNIOR, D.; SILVA LR., BORGES WG. Tratado de Pediatria: 2 volumes – 4ª Edição, 2017. NELSON. Tratado de Pediatria - Richard E. Behrman, Hal B. Jenson, Robert Kliegman. 19ª Edição. Elsevier. 2013 SAKAE, Flavio Akira et al. Microbiologia dos abscessos peritonsilares. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, v. 72, p. 247-251, 2006.

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