Seminario dicutindo gênero na escola

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Gerência Executiva de Equidade de Gênero Gerencia de Enfrentamento a todas as formas de Violência contra Mulher Gerente Operacional de Políticas Intersetoriais

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Seminario dicutindo gênero na escola

  1. 1. SECRETARIA DE ESTADOSECRETARIA DE ESTADO DA MULHER E DADA MULHER E DA DIVERSIDADE HUMANADIVERSIDADE HUMANA Gerência Executiva de Equidade de GêneroGerência Executiva de Equidade de Gênero Gerencia de Enfrentamento a todas as formasGerencia de Enfrentamento a todas as formas de Violência contra Mulherde Violência contra Mulher Gerente Operacional de Políticas IntersetoriaisGerente Operacional de Políticas Intersetoriais
  2. 2. SECRETARIA DE ESTADOSECRETARIA DE ESTADO DA MULHER E DADA MULHER E DA DIVERSIDADE HUMANADIVERSIDADE HUMANA Criada em 2011 a Secretaria de Estado daCriada em 2011 a Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, tem o objetivo deMulher e da Diversidade Humana, tem o objetivo de orientar, apoiar, coordenar, acompanhar e executarorientar, apoiar, coordenar, acompanhar e executar políticas públicas para mulheres, população negra,políticas públicas para mulheres, população negra, comunidades tradicionais e quilombolas e populaçãocomunidades tradicionais e quilombolas e população LGBT.LGBT. A Secretaria conta:A Secretaria conta: Gerência Executiva de Equidade de Gênero, GerênciaGerência Executiva de Equidade de Gênero, Gerência Executiva de Direitos Sexuais e LGBT e a GerênciaExecutiva de Direitos Sexuais e LGBT e a Gerência Executiva de Equidade Racial.Executiva de Equidade Racial.
  3. 3. Promover a igualdade racial e de gênero e aPromover a igualdade racial e de gênero e a proteção dos direitos de indivíduos e gruposproteção dos direitos de indivíduos e grupos etnicorraciais, LGBT e de mulheres afetadas poretnicorraciais, LGBT e de mulheres afetadas por discriminação de gênero, racial, de orientação sexual ediscriminação de gênero, racial, de orientação sexual e demais formas de intolerância;demais formas de intolerância; Implementar e acompanhar políticas intersetoriaisImplementar e acompanhar políticas intersetoriais e ações afirmativas no âmbito do Governo do Estado ee ações afirmativas no âmbito do Governo do Estado e estabelecer parceria com os municípios paraibanosestabelecer parceria com os municípios paraibanos para a promoção da cidadania das mulheres, LGBT epara a promoção da cidadania das mulheres, LGBT e grupos etnicorraciais;grupos etnicorraciais; Estabelecer diálogo com os segmentos deEstabelecer diálogo com os segmentos de mulheres, população negra, comunidades tradicionais emulheres, população negra, comunidades tradicionais e população LGBT através dos movimentos sociaispopulação LGBT através dos movimentos sociais organizados.organizados. Objetivo da SEMDHObjetivo da SEMDH
  4. 4. Aporta:Aporta: Conselho Estadual dos Direitos da Mulher -Conselho Estadual dos Direitos da Mulher - CEDMCEDM Conselho Estadual da Promoção da IgualdadeConselho Estadual da Promoção da Igualdade RacialRacial – CEPIR– CEPIR Conselho Estadual de Direitos LGBT -Conselho Estadual de Direitos LGBT - CEDLGBTCEDLGBT Rede Estadual de Atenção as Mulheres,Rede Estadual de Atenção as Mulheres, Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência -Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência - REAMCAVREAMCAV Fórum Estadual de Gestoras Municipais deFórum Estadual de Gestoras Municipais de Políticas Publicas para as MulheresPolíticas Publicas para as Mulheres Centro de Referencia e Cidadania LGBT -Centro de Referencia e Cidadania LGBT - Espaço LGBTEspaço LGBT Centro Estadual de Referencia da MulherCentro Estadual de Referencia da Mulher Fátima Lopes -Fátima Lopes - CERMFLCERMFL Casa Abrigo Ariane Thays -Casa Abrigo Ariane Thays - CAATCAAT
  5. 5. POLITICAS PÚBLICAS PARAS AS MULHERES - PBPOLITICAS PÚBLICAS PARAS AS MULHERES - PB Unidades de Saúde da Família;Unidades de Saúde da Família; Leite da Paraíba;Leite da Paraíba; Restaurante Popular;Restaurante Popular; Ampliação da adesão dos municípios ao PactoAmpliação da adesão dos municípios ao Pacto Estadual de Enfrentamento a Violência Contra a MulherEstadual de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher e monitoramento das ações municipais;e monitoramento das ações municipais; Rede Cegonha;Rede Cegonha; Programa Cidadão;Programa Cidadão; Programa Bolsa Família;Programa Bolsa Família; Linha de Crédito - Empreender Mulher;Linha de Crédito - Empreender Mulher; Projeto Cooperar;Projeto Cooperar; Inserção em Programas de Habitação(titularidadeInserção em Programas de Habitação(titularidade Minha Casa, Minha Vida), emprego e renda;Minha Casa, Minha Vida), emprego e renda; Criação e Implantação do Sistema EstadualCriação e Implantação do Sistema Estadual Integrado de Estatística sobre a Violência Contra aIntegrado de Estatística sobre a Violência Contra a Mulher – Banco de Dados/Notificação compulsória;Mulher – Banco de Dados/Notificação compulsória;
  6. 6. REDE DE ATENDIMENTO ASREDE DE ATENDIMENTO AS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIAMULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
  7. 7. REDE DE ATENDIMENTO ASREDE DE ATENDIMENTO AS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIAMULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA ServiçosServiços MunicípioMunicípio DelegaciasDelegacias Bayeux, Cabedelo, CampinaBayeux, Cabedelo, Campina Grande, Cajazeiras, Guarabira,Grande, Cajazeiras, Guarabira, João Pessoa, Patos, Santa Rita eJoão Pessoa, Patos, Santa Rita e Sousa.Sousa. Promotoria,Promotoria, Juizado eJuizado e DefensoriaDefensoria Campina Grande e João PessoaCampina Grande e João Pessoa Hospitais eHospitais e MaternidadesMaternidades Cajazeiras, Campina Grande,Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, João Pessoa, Monteiro,Guarabira, João Pessoa, Monteiro, Patos, Souza e Santa LuziaPatos, Souza e Santa Luzia
  8. 8. ServiçosServiços MunicípioMunicípio Assistência SocialAssistência Social Centro de Referencia deCentro de Referencia de Assistência Social - CRASAssistência Social - CRAS Centro de ReferenciaCentro de Referencia Especializado de AssistênciaEspecializado de Assistência Social - CREASSocial - CREAS Centro de ReferenciaCentro de Referencia de Atenção a Mulherde Atenção a Mulher João Pessoa, Patos, Cajazeiras eJoão Pessoa, Patos, Cajazeiras e Santa LuziaSanta Luzia Casa AbrigoCasa Abrigo Campina GrandeCampina Grande Centro Estadual deCentro Estadual de Referencia da MulherReferencia da Mulher Fátima LopesFátima Lopes Estadual - Campina GrandeEstadual - Campina Grande Casa Abrigo ArianeCasa Abrigo Ariane ThaysThays EstadualEstadual
  9. 9. Sexismo.mp4
  10. 10. CONCEITO DE GÊNEROCONCEITO DE GÊNERO Biologicamente, costuma-se dividir aBiologicamente, costuma-se dividir a espécie humana em dois grupos: O DO SEXOespécie humana em dois grupos: O DO SEXO FEMININO E O DO SEXO MASCULINO. SegundoFEMININO E O DO SEXO MASCULINO. Segundo uma determinação genética, quem porta OSuma determinação genética, quem porta OS CROMOSSOMOS XX é consideradoCROMOSSOMOS XX é considerado biologicamente “MULHER”, e quem porta osbiologicamente “MULHER”, e quem porta os CROMOSSOMOS XY é considerado “HOMEM”.CROMOSSOMOS XY é considerado “HOMEM”. O conceito de gênero, foi elaborado paraO conceito de gênero, foi elaborado para evidenciar que o SEXO ANATÔMICO NÃO É Oevidenciar que o SEXO ANATÔMICO NÃO É O ELEMENTO DEFINIDOR das condutas da espécieELEMENTO DEFINIDOR das condutas da espécie humana.humana.
  11. 11. HOMENS E MULHERES SÃOHOMENS E MULHERES SÃO PRODUTOS da realidade SOCIALPRODUTOS da realidade SOCIAL e não decorrência da ANATOMIAe não decorrência da ANATOMIA DE SEUS CORPOS.DE SEUS CORPOS. É a CULTURA que CONSTRÓIÉ a CULTURA que CONSTRÓI O GÊNERO, simbolizando asO GÊNERO, simbolizando as atividades como masculinas eatividades como masculinas e femininas.femininas.
  12. 12. Conceitos sociais foramConceitos sociais foram internalizados para estruturar nossainternalizados para estruturar nossa sociedade.sociedade. Patriarcado;Patriarcado; Sexismo;Sexismo; Machismo;Machismo; E o Feminismo se contrapondo aE o Feminismo se contrapondo a tudo isso.tudo isso.
  13. 13. PATRIARCADOPATRIARCADO
  14. 14. PATRIARCADOPATRIARCADO Ideologia na qual o HOMEM éIdeologia na qual o HOMEM é a maior AUTORIDADE, devendo asa maior AUTORIDADE, devendo as MULHERES E CRIANÇAS seremMULHERES E CRIANÇAS serem SUBORDINADAS, prestando-lheSUBORDINADAS, prestando-lhe OBEDIÊNCIA. Fazendo comOBEDIÊNCIA. Fazendo com que as RELAÇÕES entre asque as RELAÇÕES entre as pessoas sejam DESIGUAIS Epessoas sejam DESIGUAIS E HIERARQUIZADAS.HIERARQUIZADAS.
  15. 15. SEXISMOSEXISMO Forma de DISCRIMINAÇÃO,Forma de DISCRIMINAÇÃO, que conduz à SUBALTERNIZAÇÃO,que conduz à SUBALTERNIZAÇÃO, à marginalização ou mesmo àà marginalização ou mesmo à EXCLUSÃO de pessoas ou gruposEXCLUSÃO de pessoas ou grupos com base no SEU SEXO. Utiliza ocom base no SEU SEXO. Utiliza o DISCURSO da DIFERENÇA DISCURSO da DIFERENÇA NATURALNATURAL entre os sexos para justificar eentre os sexos para justificar e LEGITIMAR AS DESIGUALDADES. LEGITIMAR AS DESIGUALDADES. 
  16. 16.   
  17. 17. O FATO DE RECONHECER AO FATO DE RECONHECER A DIFERENÇA — EDIFERENÇA — E HIERARQUIZÁ-LA,HIERARQUIZÁ-LA, TRANSFORMANDO-A EMTRANSFORMANDO-A EM DESIGUALDADE — É UMDESIGUALDADE — É UM ATO SOCIAL.ATO SOCIAL.
  18. 18. MACHISMOMACHISMO É a IDEOLOGIA que LEGITIMA OÉ a IDEOLOGIA que LEGITIMA O CONTROLE econômico e social doCONTROLE econômico e social do sistema político patriarcal, ésistema político patriarcal, é definido como um SISTEMA DEdefinido como um SISTEMA DE REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS, queREPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS, que mistifica as RELAÇÕES DEmistifica as RELAÇÕES DE EXPLORAÇÃO, de DOMINAÇÃO, deEXPLORAÇÃO, de DOMINAÇÃO, de SUJEIÇÃO DE MULHERES, é aSUJEIÇÃO DE MULHERES, é a CRENÇA de que os HOMENS SÃOCRENÇA de que os HOMENS SÃO SUPERIORES ÀS MULHERES.SUPERIORES ÀS MULHERES.
  19. 19. Para justificar e legitimar este modeloPara justificar e legitimar este modelo de organização, fundamentações teóricasde organização, fundamentações teóricas foram elaboradas através de falsasforam elaboradas através de falsas explicações religiosas e biológicas, queexplicações religiosas e biológicas, que classificavam as diferenciações sexuais-classificavam as diferenciações sexuais- reprodutivas masculinas como superiores ereprodutivas masculinas como superiores e as femininas como inferiores.as femininas como inferiores.
  20. 20. FEMINISMOFEMINISMO É um MOVIMENTOÉ um MOVIMENTO SOCIAL, FILOSÓFICO,SOCIAL, FILOSÓFICO, POLÍTICO,POLÍTICO, INTELECTUAL e teórico que procuraINTELECTUAL e teórico que procura DESNATURALIZAR a ideia de que háDESNATURALIZAR a ideia de que há uma DIFERENÇA ENTRE OS GÊNEROS,uma DIFERENÇA ENTRE OS GÊNEROS, cuja meta é, GARANTIR Acuja meta é, GARANTIR A PARTICIPAÇÃO das MULHERES naPARTICIPAÇÃO das MULHERES na sociedade de forma EQUIVALENTE Àsociedade de forma EQUIVALENTE À DOS HOMENSDOS HOMENS, por meio do, por meio do EMPODERAMENTO feminino eEMPODERAMENTO feminino e LIBERTAÇÃO de PADRÕES OPRESSORESLIBERTAÇÃO de PADRÕES OPRESSORES baseados em normas de gênero.baseados em normas de gênero.
  21. 21. Os PAPEIS SOCIAIS dosOs PAPEIS SOCIAIS dos gêneros são SOCIALMENTEgêneros são SOCIALMENTE CONSTRUÍDOS por nós noCONSTRUÍDOS por nós no cotidiano da FAMÍLIA, DA ESCOLA,cotidiano da FAMÍLIA, DA ESCOLA, DA RUA, NA MÍDIA, então parte-seDA RUA, NA MÍDIA, então parte-se do pressuposto de que essasdo pressuposto de que essas convenções sociais PODEM SERconvenções sociais PODEM SER TRANSFORMADAS.TRANSFORMADAS.
  22. 22. Nossas definições eNossas definições e COMPORTAMENTOS SEXUAIS NÃOCOMPORTAMENTOS SEXUAIS NÃO SÃO o resultado de uma EVOLUÇÃOSÃO o resultado de uma EVOLUÇÃO NATURAL, mas eles têm sidoNATURAL, mas eles têm sido CONSTRUÍDOS NO INTERIOR DECONSTRUÍDOS NO INTERIOR DE RELAÇÕES DE PODER.RELAÇÕES DE PODER. Nossos próprios discursos,Nossos próprios discursos, certezas e convicções não estãocertezas e convicções não estão isentos de problematizações, tendoisentos de problematizações, tendo ainda a humildade de reconhecer osainda a humildade de reconhecer os limites de nossa atuação.limites de nossa atuação.
  23. 23. A ESCOLA É PRODUTORA DEA ESCOLA É PRODUTORA DE DIFERENÇAS, DISTINÇÕES EDIFERENÇAS, DISTINÇÕES E DESIGUALDADES.DESIGUALDADES. O trabalho de conformaçãoO trabalho de conformação que tem início na famíliaque tem início na família encontra eco e reforço naencontra eco e reforço na escola, a qual ensina maneirasescola, a qual ensina maneiras próprias de se movimentar, de sepróprias de se movimentar, de se comportar, de se expressar e, atécomportar, de se expressar e, até mesmo, maneiras de preferir.mesmo, maneiras de preferir.
  24. 24. A ESCOLA, como um espaçoA ESCOLA, como um espaço social importante de formação dossocial importante de formação dos sujeitos, TEM UM PAPEL PRIMORDIAL Asujeitos, TEM UM PAPEL PRIMORDIAL A CUMPRIR, que vai além da meraCUMPRIR, que vai além da mera transmissão de conteúdos.transmissão de conteúdos. Cabe a ela AMPLIAR OCabe a ela AMPLIAR O CONHECIMENTO DE SEU CORPOCONHECIMENTO DE SEU CORPO DISCENTE, BEM COMO DOS DEMAISDISCENTE, BEM COMO DOS DEMAIS SUJEITOS QUE POR ELA TRANSITAMSUJEITOS QUE POR ELA TRANSITAM (PROFESSORAS/ES, FUNCIONÁRIAS/OS,(PROFESSORAS/ES, FUNCIONÁRIAS/OS, FAMÍLIAS, ETC.).FAMÍLIAS, ETC.).
  25. 25. Para que A ESCOLA cumpra aPara que A ESCOLA cumpra a contento seu papel É PRECISO QUEcontento seu papel É PRECISO QUE ESTEJA ATENTA ÀS SITUAÇÕES DOESTEJA ATENTA ÀS SITUAÇÕES DO COTIDIANO, OUVINDO ASCOTIDIANO, OUVINDO AS DEMANDAS dos alunos e alunas,DEMANDAS dos alunos e alunas, OBSERVANDO E ACOLHENDO seusOBSERVANDO E ACOLHENDO seus desejos, inquietações e frustrações.desejos, inquietações e frustrações. ESTUDIOSAS DA EDUCAÇÃOESTUDIOSAS DA EDUCAÇÃO AFIRMAMAFIRMAM QUE AQUE A ESCOLA TEM OESCOLA TEM O PODER DE TRANSFORMAÇÃO DOPODER DE TRANSFORMAÇÃO DO SOCIAL.SOCIAL.
  26. 26. É na escola que se APRENDEÉ na escola que se APRENDE SOBRE GÊNERO, A MESMA QUE TEMSOBRE GÊNERO, A MESMA QUE TEM A FORÇA SOCIAL DE MOLDAR EA FORÇA SOCIAL DE MOLDAR E MUDAR A NOSSA REALIDADE,MUDAR A NOSSA REALIDADE, mesmo não sendo a únicamesmo não sendo a única instância que DEVA COMBATER OSinstância que DEVA COMBATER OS VALORES DAS CULTURASVALORES DAS CULTURAS DOMINANTES E POSTURASDOMINANTES E POSTURAS AUTORITÁRIAS, ela é sem dúvida aAUTORITÁRIAS, ela é sem dúvida a mais importante.mais importante.
  27. 27. A ESCOLA acaba REPRODUZINDOA ESCOLA acaba REPRODUZINDO as DESIGUALDADES, seja nosas DESIGUALDADES, seja nos CURRÍCULOS, NOS LIVROS DIDÁTICOS,CURRÍCULOS, NOS LIVROS DIDÁTICOS, NAS PRÁTICAS DAS SALAS DE AULA OUNAS PRÁTICAS DAS SALAS DE AULA OU NOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO.NOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO. A LINGUAGEM SEXISTA dos textos eA LINGUAGEM SEXISTA dos textos e práticas cotidianas, a INVISIBILIDADEpráticas cotidianas, a INVISIBILIDADE DAS MULHERES na CIÊNCIA E NADAS MULHERES na CIÊNCIA E NA HISTÓRIA responde à ideologiaHISTÓRIA responde à ideologia patriarcal, machista, sexista e aopatriarcal, machista, sexista e ao androcentrismo do conhecimento.androcentrismo do conhecimento.
  28. 28. Vale lembrar, ainda, que um dosVale lembrar, ainda, que um dos principais objetivos da escola consisteprincipais objetivos da escola consiste em ampliar os conhecimentos de seusem ampliar os conhecimentos de seus atores sociais (alunos e professores),atores sociais (alunos e professores), devendo ser um espaço de produçãodevendo ser um espaço de produção de saber, questionamento ede saber, questionamento e aprofundamento de toda e qualqueraprofundamento de toda e qualquer questão que seja do interesse dos/asquestão que seja do interesse dos/as alunos/as. Nesse sentido, qualqueralunos/as. Nesse sentido, qualquer tema que circule no espaço escolar étema que circule no espaço escolar é passível de problematização.passível de problematização.
  29. 29. Uma EDUCAÇÃO DEUma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE requer aQUALIDADE requer a transversalidade das açõestransversalidade das ações efetivas com recorte paraefetivas com recorte para a igualdade de gênero,a igualdade de gênero, raça, etnia, liberdade deraça, etnia, liberdade de orientação sexual.orientação sexual.
  30. 30. A importância da educaçãoA importância da educação para consolidação do exercíciopara consolidação do exercício de direitos e para construção dade direitos e para construção da autonomia individual e coletiva,autonomia individual e coletiva, bem como para obem como para o desenvolvimento econômico edesenvolvimento econômico e social do mundo moderno, ésocial do mundo moderno, é reconhecida mundialmente.reconhecida mundialmente.
  31. 31. EDUCAÇÃO NÃO SEXISTAEDUCAÇÃO NÃO SEXISTA Uma EDUCAÇÃO NÃO-Uma EDUCAÇÃO NÃO- SEXISTA se propõe a IR CONTRASEXISTA se propõe a IR CONTRA TUDO ISSO. Ela almeja, entreTUDO ISSO. Ela almeja, entre outras coisas, SAIR DO CAMPOoutras coisas, SAIR DO CAMPO TEÓRICO E DESCER À PRÁTICATEÓRICO E DESCER À PRÁTICA COTIDIANA, empreendendoCOTIDIANA, empreendendo ações que primem pelaações que primem pela IGUALDADE CONCRETA ENTRE OSIGUALDADE CONCRETA ENTRE OS SEXOS.SEXOS.
  32. 32. Propõe a “ELIMINAÇÃO DEPropõe a “ELIMINAÇÃO DE QUALQUER CONCEPÇÃOQUALQUER CONCEPÇÃO ESTEREOTIPADA DOS PAPÉISESTEREOTIPADA DOS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO em todosMASCULINO E FEMININO em todos os níveis e em todas as formas deos níveis e em todas as formas de ensino mediante oensino mediante o encorajamento à EDUCAÇÃOencorajamento à EDUCAÇÃO MISTA e a outros tipos deMISTA e a outros tipos de educação que contribuam paraeducação que contribuam para alcançar este objetivo.alcançar este objetivo.
  33. 33. EDUCAÇÃO NÃOEDUCAÇÃO NÃO TRANSFORMA O MUNDO.TRANSFORMA O MUNDO. EDUCAÇÃO MUDA PESSOAS.EDUCAÇÃO MUDA PESSOAS. PESSOAS TRANSFORMAM OPESSOAS TRANSFORMAM O MUNDO.MUNDO. Paulo FreirePaulo Freire
  34. 34. SEMDH - Secretaria de EstadoSEMDH - Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidadeda Mulher e da Diversidade HumanaHumana Av. Dep. Odon Bezerra, 34 – Tambiá, JoãoAv. Dep. Odon Bezerra, 34 – Tambiá, João Pessoa - PB. (83) 3218-7298 / 3218-7184Pessoa - PB. (83) 3218-7298 / 3218-7184 E-mail:E-mail: secretaria.semdh@gmail.comsecretaria.semdh@gmail.com Gerência Executiva de Equidade de GêneroGerência Executiva de Equidade de Gênero (83) 3224 – 9919(83) 3224 – 9919 E-mail:E-mail: gerenciamulheres.semdh@gmail.comgerenciamulheres.semdh@gmail.com

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