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4. A EDUCAÇÃO ALIMENTAR E AMBIENTAL 
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4.2.1 Dinâmica educativa 
O interesse pela questão ambiental pode ser despertado com dinâmicas educativas: a 
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Figura 6. 
Recreação Convivência em grupo 
Educação Ambiental 
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6. REFERÊNCIAS 
CRIBB, S. L. S. P. A horta escolar como elemento dinamizador da educação ambiental e 
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MELLO, S. S., Trajber, R. Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação 
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O objetivo do estudo foi favorecer a educação nutricional, facilitar a identificação de hortaliças pelas crianças e promover educação ambiental. A participação das crianças se deu de forma efetiva com a implantação da horta escolar, do plantio ao cultivo, despertando maior interesse pelas hortaliças. Plantar e cuidar tornou-se parte das atividades educativo-recreativas das crianças sob a orientação de professores, auxiliares, nutricionista e estagiárias. Os resultados demonstraram que a confecção da horta possibilitou um processo de ensino/aprendizagem diversificado incentivando o trabalho em grupo e o contato direto com a produção do alimento. Conclui-se que a convivência da criança na produção de hortaliças implica na apresentação do alimento, de forma dinâmica e interativa.

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A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche

  1. 1. A horta escolar como estratégia de educação alimentar e ambiental: uma experiência de uma Creche Universitária na cidade de Salvador-BA. (1) Maria Helena Gonçalves Lima - Coordenadora -mhgl@ufba.br (2) Autímio Gonçalves Guimarães Filho - Técnico Colaborador - UFBA (3) Gilda Guimarães Andrade - Professora do G3 (4) Kely Sousa Matos – Bolsista do Programa Permanecer - UFBA RESUMO O objetivo do estudo foi favorecer a educação nutricional, facilitar a identificação de hortaliças pelas crianças e promover educação ambiental. A participação das crianças se deu de forma efetiva com a implantação da horta escolar, do plantio ao cultivo, despertando maior interesse pelas hortaliças. Plantar e cuidar tornou-se parte das atividades educativo-recreativas das crianças sob a orientação de professores, auxiliares, nutricionista e estagiárias. Os resultados demonstraram que a confecção da horta possibilitou um processo de ensino/aprendizagem diversificado incentivando o trabalho em grupo e o contato direto com a produção do alimento. Conclui-se que a convivência da criança na produção de hortaliças implica na apresentação do alimento, de forma dinâmica e interativa. Palavras chaves: Educação alimentar e ambiental, horta, creche, crianças, pré-escolares. 1.Universidade Federal da Bahia, Pró-Reitoria de Assistência Estudantil- Creche - UFBA. Salvador-Bahia-Brasil. Correspondência para mhgl@ufba.br.
  2. 2. 1. INTRODUÇÃO Para as crianças entre dois e três anos de idade, a alimentação deve ser capaz de suprir as demandas de macro e micronutrientes. A necessidade de maior cuidado em relação à alimentação deste grupo decorre principalmente do fato de que nesse estágio de vida, ocorre a incorporação de novos hábitos alimentares, implicando no conhecimento de novos sabores, texturas e cores, experiências sensoriais que influenciarão diretamente no padrão alimentar a ser adotado, (PHIPILIPI, 2003). No processo de ensino-aprendizagem é necessário cada vez mais colocar as informações de uma forma flexível, lúdica e de uso generalizado, além disso, os conteúdos das informações devem permitir assimilação rápida e eficiente. Acredita-se que não há educação sem aprendizado como também que se aprende pondo em pratica o que foi ensinado. Com a implantação da horta escolar na creche, o plantar e cuidar das plantas, passou a fazer parte das atividades educativa das crianças. Segundo Devincenzi (2004), é comum a criança aceitar certos alimentos após a rejeição nas primeiras tentativas, é da própria evolução da maturação dos reflexos das crianças, que é gradativa e depende de aprendizagem. Para Carvalhaes (2002), algumas práticas podem facilitar a aceitação de novos alimentos pela criança, como a interação da mesma no momento da refeição, em contraste com uma apresentação passiva do alimento. Acredita-se que a convivência da criança na produção de hortaliças possa representar essa interação e favorecer a apresentação do alimento de forma dinâmica. Além disso, proporciona uma alternativa diferenciada para os professores, no que diz respeito a ações pedagógicas, por promover a educação alimentar e ambiental, com o acompanhamento das etapas, desde o plantio ao cultivo, com a participação direta em cada uma delas, e, despertar um maior interesse das crianças pelas hortaliças, principalmente. Este artigo relata a experiência da implantação da horta escolar como parte integrante da estratégia de educação alimentar e ambiental para as crianças pré-escolares. A proposta teve como
  3. 3. objetivos favorecer a educação nutricional, facilitando a identificação de hortaliças pelas crianças, de forma dinâmica e ainda favorecer a educação ambiental, através da coleta seletiva. Assim, propõe-se a utilização dessa metodologia de ensino-aprendizagem, como uma das técnicas de educação nutricional para crianças em idade pré-escolar. 2. REFERENCIAL TEÓRICO Santana e Lima (2009) apontam que no Brasil a criação de creche surgiu de forma intensa, após a década de 70 com a inserção da mulher no mercado de trabalho. Tinha como função primordial a guarda e proteção das crianças para que as mães pudessem trabalhar, tendo sido legitimada pela Constituição Federal de 1988, passando a ser um dever do estado e direito da criança. A partir de então a Creche assumiu um papel de formação do sujeito, interferindo no seu bem estar com a formação dos hábitos alimentares. Ainda para os autores, o acelerado desenvolvimento e crescimento infantil são fatores que acontece no período de 0 a 6 anos, fazendo-se necessária nesta fase uma alimentação quantitativa e qualitativamente adequada. A Educação Alimentar pode ter resultados extremamente positivos, em especial quando desenvolvida com grupos etários como crianças, no sentido da modelação e da capacitação para escolhas alimentares saudáveis (Marin, 2009). Conforme Magalhães (2003), as oficinas culinárias, para fazer saladas, sopas, sanduíches naturais, sucos mistos de vegetais e frutas, são estratégias muito eficazes para promover uma melhoria na aceitabilidade desses alimentos, os quais, embora muito nutritivos sejam os campeões de rejeição. Como apontado por Marin et al, (2009) muito de nossos hábitos alimentares são condicionados desde os primeiros anos de vida. Dados de investigação sugerem que as crianças não estão dotadas de uma capacidade inata para escolher os alimentos em função do seu valor nutricional, pelo contrário, os seus hábitos são aprendidos a partir da experiência, da observação e da educação.
  4. 4. A utilização da horta escolar como estratégia, visando estimular o consumo de hortaliças, torna possível educar a alimentação das crianças. Outro fator interessante, abordado pelo autor, é que as hortaliças cultivadas na horta escolar, fazem grande sucesso quando tornam-se presentes na alimentação das crianças, pois elas representam o fruto do “trabalho” delas próprias (MAGALHÃES, 2003). Segundo Morgado e Santos (2008) a horta inserida no ambiente escolar, transforma-se num laboratório vivo, possibilitando o desenvolvimento de diversas atividades pedagógicas em educação alimentar e ambiental. A educação ambiental significa educar com a perspectiva da projeção da vida, na vida e por ela. Para tanto impõe - se uma escola capaz de se organizar através de diálogos com a realidade, diálogos críticos e propositivos com base na autonomia de idéias e práticas que se entrelaçam permanentemente. (UNESCO, 2007). A possibilidade das crianças saírem da sala de aula para um espaço aberto, estar em contato direto com a terra, com a água, poder semear, conhecer os ciclos da semeadura, plantio e cultivo, torna-se uma diversão. E a Educação Ambiental contribui fortemente para o processo de conscientização levando à mudanças de hábitos e atitudes do homem e sua relação com o ambiente (CRIBB, 2010) Para Serrano (2003) a problemática ambiental é hoje uma das principais preocupações da sociedade, desencadeando, por isso, uma série de iniciativas no sentido de reverter a situação atual de conseqüências danosas à vida na terra. Uma dessas iniciativas é a educação ambiental que as instituições de educação básica estão promovendo na busca da formação de cidadãos conscientes e comprometidos com as principais preocupações da sociedade. Portanto, neste projeto, trabalhamos a gestão de resíduos sólidos orgânicos, destinando-os à compostagem, atuando como uma importante ferramenta de educação ambiental na medida em que podemos acompanhar todas as fases de produção e o uso do composto produzido. Este
  5. 5. composto, considerado um fertilizante orgânico, será usado na horta para melhorar as características do solo, além de diminuir a quantidade de resíduos encaminhados para o lixo. 3. METODOLOGIA A metodologia passa inicialmente pelo embasamento teórico com leituras de autores que apontaram idéias sobre horticultura orgânica, compostagem, educação ambiental e hábitos alimentares saudáveis entre outros, para aprofundamento teórico da questão principal. Num segundo momento, contando com a parceria da Prefeitura do Campus Universitário– PCU para o fornecimento da mão de obra necessária, para o preparo do local e de coletores para coleta seletiva de material orgânico, foram confeccionadas as leiras onde foram feitas as sementeiras, além da construção de uma leira para compostagem dos resíduos sólidos orgânicos que foram selecionados e coletados na cozinha da própria creche. Posteriormente foram realizadas atividades recreativas / educativas sob a orientação de professores e auxiliares do grupo 3 que corresponde às crianças de 3 a 4 anos, atendidas na referida creche. Estas atividades foram registradas por fotos e vídeos como forma de obter dados para elaboração de relatórios e artigos científicos para posterior exposição dos resultados obtidos, tanto da horta quanto da produção do composto orgânico (adubo). Os artigos científicos apresentarão as experiências, pontuando a importância da horta escolar na educação alimentar e nutricional e ainda a importância da reciclagem na educação ambiental para as crianças e também para os pais e funcionários. Paralelamente foram confeccionadas as leiras tanto de compostagem como para a horta. Para a construção das leiras inicialmente foram coletadas garrafas PET’s dos pais e funcionários e utilizadas na demarcação dos canteiros. A confecção estratégica das leiras em forma de quadrado, retângulo, triângulo e circulo, principalmente, contribuíram para ampliar o conhecimento de formas geométricas por parte das crianças.
  6. 6. 4. A EDUCAÇÃO ALIMENTAR E AMBIENTAL No processo de ensino-aprendizagem a partir das atividades na horta observou-se que inúmeras possibilidades podem ocorrer paralelamente às ações recreativas. Neste caso apontaram-se duas possibilidades: A educação ambiental ao executar a reciclagem com a produção de adubo orgânico através da compostagem, para ser utilizado nos canteiros, favorecendo o crescimento satisfatório das hortaliças, sem a utilização de adubo químico, e a educação multidisciplinar com a horta favorecendo o ensino/aprendizagem desde o conhecimento de formas geométricas ao conhecimento da produção e da importância das hortaliças como alimentos. 4.1 O processo de compostagem A produção do composto orgânico que foi utilizado como adubo nas leiras da horta foi feito inicialmente com a coleta dos resíduos sólidos (produzido na própria cozinha - cascas de frutas e verduras) As Figura 1 e 2 mostram a Leira de Compostagem. Figura 1. Colocação de resíduos sólidos Figura 2. Proteção do composto contra orgânicos na leira de para compostagem insetos e roedores Fonte: pesquisa direta Fonte: pesquisa direta
  7. 7. 4.2 A horta da creche Com as leiras da horta prontas as crianças do grupo 3 do turno matutino, sob a coordenação da professora do referido grupo, através de atividades recreativas semanais, realizaram plantio das sementes. De volta para a sala de aula, a professora, trabalhou com histórias infantis pertinentes ao tema complementando o conteúdo como, por exemplo: “A viagem da sementinha”, “ A lenda do milho”, “A sementinha mãe”, “ Sol ou chuva? ”, entre outras. Cada criança coloriu figuras de hortaliças comumente usadas no cardápio da creche, a partir daí, elaboraram um cartaz que ficou exposto para a comunidade creche. Em paralelo, as crianças plantaram semente de coentro em vasos individuais, os quais foram cuidados diariamente pelas próprias crianças, influenciados pela participação deste grupo, outras crianças, também participaram fazendo um plantio de forma lúdica, numa das leiras, em formato de estrela, confeccionada já na parte final da área (Figura 3). Figura 3
  8. 8. 4.2.1 Dinâmica educativa O interesse pela questão ambiental pode ser despertado com dinâmicas educativas: a identificação dos locais plantados, com o nome das crianças que irá observar no decorrer do tempo o seu desenvolvimento, despertando assim maior interesse pelas atividades, até então desconhecida para a maioria delas; A confecção de vasos de plantas com garrafas PET’s pintadas, nos quais foram plantadas sementes pelos alunos que acompanharam seu desenvolvimento. As Figura 4 e 5 mostram a dinâmica do acompanhamento do plantio e a dinâmica da pintura em vasos, respectivamente. Figura 4 Figura 5 Fonte: pesquisa direta Fonte: pesquisa direta A figura 6 mostra as possibilidades de ensino/aprendizagem nas diversas atividades da creche, gerada pela implantação da horta escolar.
  9. 9. Figura 6. Recreação Convivência em grupo Educação Ambiental Aprendizado de formas geométricas 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Atividades Lúdicas Horta Escolar na Creche Oficinas culinárias Educação nutricional Acompanhamento do desenvolvimento das hortaliças Com a implantação deste projeto, ainda que na fase inicial, foi possível observar dois pontos primordiais: a coleta seletiva para reciclagem por compostagem e a confecção da horta. A importância da coleta seletiva dos resíduos sólidos orgânicos para compostagem se deu, não só pela redução da quantidade de resíduos que são enviados para descarte como também pela reutilização destes como adubo e ainda pela contribuição na educação ambiental. A horta por sua vez possibilitou a implementação de ações pedagógicas na creche, com atividades recreativas/educativas num ambiente agradável e ao ar livre. As leiras confeccionadas com garrafas PET’s em formatos geométricos (quadrados, retângulos, círculos, dentre outros)
  10. 10. permitiram um processo de ensino/aprendizagem diversificado, pois além de incentivar o trabalho em grupo, de forma colaborativa, várias atividades educacionais foram desenvolvidas como a contação de histórias envolvendo as hortaliças, os grãos, etc., o trabalho lúdico com a confecção das figuras geométricas, estimulando a interdisciplinaridade e a promoção de educação para a saúde. Dado o caráter cíclico das atividades, tanto da coleta seletiva quanto da horta, espera-se dar continuidade com a ampliação e manutenção da horta para que os demais grupos (1 e 2) possam participar também destas atividades. Observa-se ainda que, foi possível transformar um espaço ocioso em um ambiente agradável para as crianças; trazer à comunidade da Creche o acesso à educação alimentar e ambiental; promover a melhoria da aceitabilidade destes alimentos (hortaliças), que são muito rejeitados pelas crianças, embora muito nutritivos, podendo transformá-los em elementos pedagógicos, através de atividades lúdicas, como oficinas, teatro etc.; desenvolver a educação ambiental, através de práticas ambientais saudáveis, como a coleta seletiva e a reciclagem para melhor aproveitamento dos resíduos sólidos orgânicos e debater a importância da alimentação saudável com crianças, funcionários, pais e/ou responsáveis, através de murais, palestras, boletins etc.. O plantio das sementes de hortaliças e o acompanhamento do seu desenvolvimento por parte das crianças favorecem a educação nutricional, além de apresentar um espaço alternativo e propício para que as crianças aprendam a conhecer a origem dos vegetais, a conservar o meio ambiente e a trilhar os caminhos do desenvolvimento sustentável, desde os primeiros anos.
  11. 11. 6. REFERÊNCIAS CRIBB, S. L. S. P. A horta escolar como elemento dinamizador da educação ambiental e de hábitos alimentares saudáveis. In: Anais do Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2007, Florianópolis. VI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Florianópolis, 2007. CRIBB, S. L. S. P. Contribuição da Educação ambiental e horta escolar na promoção de melhorias ao ensino, à saúde e ao ambiente. Ensino Saúde e Ambiente, V. 3n 1 p 42-60 Abril 2010. Florianópolis. CARVALHAES, M. A.; BENÍCIO, M. H. D’A. Capacidade materna de cuidar e desnutrição infantil. Rev. de Saúde Pública, Vol. 36, nº. 2 p. 188-197. Abr. 2002. CASCUDO L. da C. Dicionário do Folclore Brasileiro - 10ª Ed; Ediouro Publicações S.A. Rio de Janeiro s/d DEVINCENZI, M. V. et al . Nutrição e Alimentação nos dois primeiros anos de vida. Compacta Nutrição, São Paulo, v.5, n.1, 2004. MARIN, T: Berton, P: Espírito santo, L. K. R.; Educação Nutricional e Alimentar: por uma correta formação dos hábitos alimentares. Revista F@pciencia, Apucarana. PR V3, n.7, p. 72- 78, 2009.
  12. 12. MELLO, S. S., Trajber, R. Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola. Brasília, Ministério da Educação; Ministério do Meio Ambiente, UNESCO, 2007. MAGALHÃES, A. M.; A horta como estratégia de educação alimentar em Creche. Dissertação (Mestrado em agroecossistemas) – Universidade federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003. MORGADO, F. S. & SANTOS, M. A. A. A Horta Escolar na Educação ambiental e alimentar: experiência do projeto horta viva nas escolas municipais de Florianópolis. Revista Eletrônica de Extensão, n 6, 10p, 2008. PHILIPPI, S.T.; CRUZI, A.T.R.; COLUCCI, A. C. Pirâmide Alimentar para crianças de 2 a 3 anos. Revista de Nutrição. Campinas, Vol. 16, n.1, jan/mar 2003. RECINE, E.; FERNANDEZ, P. M.; IRAIA, C. H. Manual para escolas – A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis - Horta. Faculdade de Ciência da Saúde, Universidade de Brasília, 2001. SANTANA, A. A.C; LIMA, M. H. G. Avaliação do estado nutricional de crianças atendidas na creche UFBA e a importância da Instituição no seu desenvolvimento. In: GRUPO CONVIVER, DIMAS MARTINS et al. (Orgs). Diversidade e convivência: vencendo. Salvador: EDUFBA, 256 p, p.53-69. 2009. Desafios. Salvador, EDUFBA, 256 p,p.53-69. 2009.
  13. 13. SERRANO, C. M. L., Educação ambiental e consumerismo em unidade ensino fundamental de Viçosa, MG Dissertação (mestrado em Ciência Florestal) - Universidade Federal de Viçosa: UFV, 2003. 91p. Disponível em: http://www.ipef.br/servicos/teses/arquivos/serrano, cml.pdf. Acesso em: 10 de abril de 2011. SANTOS, M. P. dos. A sementinha - mãe. São Paulo: Paulinas, 1988. Coleção Fazendo História. SYPRIANO L. & MARTINS C. Sol ou chuva? Belo Horizonte, MG: Editora Compor, 1ª. Edição, 2005. ISBN- 85-86740-55-1. SIGUEMOTO R. [Ilustrações de MARTINEZ]. A viagem da sementinha. São Paulo: Editora Paulinas, 1991. Coleção Sabor Amizade.

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