Parte 4 ... Ainda A AvaliaçãO

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O modelo conceptual de aprendizagem – “comunidade de aprendizagem”, criado por Garrison, Anderson e Archer (2002), e posteriormente desenvolvido por Garrison & Anderson (2003)

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  • Parte 4 ... Ainda A AvaliaçãO

    1. 1. … ainda a avaliação O PROCESSO DE ENSINO NUM CONTEXTO DE APRENDIZAGEM ONLINE (1) Terry Anderson - Athabasca University-
    2. 2. <ul><li>Segundo Garrison & Anderson, o acesso fácil e rápido a informação variada, proporcionada pelo professor, o grau de flexibilidade manifestada por este, e a forma como se relaciona como os seus alunos reflectir-se-á, também na avaliação. </li></ul><ul><li>Num estudo realizado em 2003 sobre a avaliação no ensino à distância Garrison & Anderson também discutiram com grande pormenor a avaliação de aprendizagem em contexto online. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    3. 3. <ul><li>No entanto, neste capítulo as características principais de avaliação online aparecem resumidas. Apresentam-se também, com o objectivo de avaliar a participação da comunidade educativa em estudo, dois quadros que podemos designar por quadros de avaliação. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    4. 4. <ul><li>O feedback atempado e pormenorizado favorece a motivação e dá forma ao comportamento e às construções mentais. Por este motivo, as avaliações tecnológicas tais como as simulações e as questões de escolha múltipla podem ser consideradas como instrumentos de aprendizagem bastante eficazes (Prensky, 2000). </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    5. 5. <ul><li>Segundo (Laurillard, 1997) o feedback professor / aluno e a comunicação directa entre eles é um factor importante, na facilitação da comunicação online. </li></ul><ul><li>Para (Jiang and Ting, 2000) , «A aprendizagem é proporcional ao peso da classificação destinada à participação» Isto é quanto maior for a participação do aluno nas actividades propostas, maior será a sua classificação. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    6. 6. <ul><li>Contudo torna-se quase impossível não deixarmos de estabelecer uma relação desta ideia de Jiang e Ting, com o facto de muitas vezes, no ensino presencial, a classificação da assiduidade funcionar como uma forma de compensar a quantidade e não a qualidade (Campbell, 2002). </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    7. 7. <ul><li>Por outro lado o facto de não existir qualquer incentivo à participação dos elementos da comunidade de aprendizagem, por parte do e-professor, acaba por eliminar de imediato a comunidade, inicialmente formada. </li></ul><ul><li>(Palloff and Pratt,1999) afirmam que o modelo de aprendizagem baseado em teorias construtivistas ( isto é a participação na aprendizagem online num contexto social ) deve ser avaliada e devidamente recompensada. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    8. 8. <ul><li>Na avaliação de aprendizagens online, a participação representa, geralmente um valor entre os 10 % e os 25% da classificação final. Também, ainda numa avaliação de educação à distância tal como ela é hoje entendida, é fundamental que o professor seja explícito, consciente, objectivo e justo, em qualquer tipo de avaliação que faça. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    9. 9. <ul><li>A seguir mostram-se dois exemplos de como a avaliação da participação de dois e-professores vai realçar a sua presença de ensino: Nada Dabbagh (2000) e Susan Levine (2002) </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    10. 10. Quadros de Avaliação - Susan Levine (2002) <ul><li>Susan Levine (2002) desenvolveu um conjunto de regras e orientações com o objectivo de serem utilizadas com alunos dos cursos de aprendizagem online assíncrona. </li></ul><ul><li>Numa mensagem informa os alunos da data do início e do fim da discussão, diz-lhes também que se devem centrar somente nas questões colocadas, e que devem sempre que possível emitir opiniões baseadas também em opiniões de outros colegas do grupo de aprendizagem. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    11. 11. <ul><li>Susan Levine pede aos seus alunos que não se esqueçam de introduzir também todo o tipo de material relacionados com as questões colocadas, outras leituras bem como outras quaisquer questões que se lhes ocorra e que sejam coerentes com o propósito da discussão. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    12. 12. <ul><li>Solicitou ainda aos intervenientes da aprendizagem que tecessem comentários acerca da opinião uns dos outros, sintetizando as respostas e colocassem dúvidas e questões de forma a alargar a compreensão do grupo. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    13. 13. Susan Levine pediu ainda que: <ul><li>Colocassem dois posts de qualidade pelo menos por cada questão em discussão, e que esses posts deviam reflectir a compreensão do material do curso. </li></ul><ul><li>Nos posts devia aparecer de forma justificada todas as formas de negociação das ideias e dos significados do grupo em relação ao material; as contribuições deviam ir além de um “idem”. Susan Levine avançou ainda com outras instruções com o objectivo de aprofundar as discussões: </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    14. 14. <ul><ul><li>Estabelecer relações entre a discussão corrente e as discussões anteriores, uma experiência pessoal, ou conceitos a partir das leituras; </li></ul></ul><ul><ul><li>Comentar ou pedir para clarificar a opinião de um ou outro aluno ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sintetizar as respostas de outros alunos; </li></ul></ul>Margarid@fernandes - UAb
    15. 15. <ul><li>As regras propostas por Susan Levine, orientaram os alunos na quantidade (&quot;dois posts de qualidade&quot; por questão em discussão)   e na qualidade das contribuições esperadas. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb
    16. 16. <ul><li>Da obrigatoriedade de participação imposta por Susan Levine, revela-se a sua «Presença de professor» de uma forma estruturada e explícita, no entanto apreciação da qualidade surge aqui ligada ao conceito de aprendizagem profunda e ao pensamento crítico. </li></ul>Margarid@fernandes - UAb BIBLIOGRAFIA: O PROCESSO DE ENSINO NUM CONTEXTO DE APRENDIZAGEM ONLINE (1) Terry Anderson - Athabasca University-

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