Mestre finezas p. 136

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Mestre Finezas, de Manuel da Fonseca, questionário Conto Contigo 7, Areal, p. 136

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Mestre finezas p. 136

  1. 1. “Mestre Finezas”
  2. 2. Personagem principal do conto MESTRE  Alguém que domina uma arte ou uma ciência; um especialista. FINEZAS  Relaciona-se com delicadeza, suavidade, graciosidade.
  3. 3.  O nome da personagem sugere alguém que é exímio (mestre) numa arte que exige delicadeza e graciosidade.
  4. 4.  1.1. As personagens são o narrador e um barbeiro, com o nome Mestre Finezas. O narrador é um cliente desse barbeiro.  1.2. Quanto à presença, o narrador é participante.  “Agora entro, sento-me de perna cruzada…”
  5. 5.  2.1.  a) “Agora entro, sento-me de perna cruzada” – PRESENTE;  b) “Lembro-me muito bem de como tudo se passava” – PASSADO;  c) “Como o tempo corria devagar!” - PASSADO  d) “Passaram anos. Um dia, parti para os estudos. Voltei homem.” - PRESENTE
  6. 6.  2.2.  1º momento, PRESENTE, do início até “Lembro-me muito bem de como tudo se passava”.  2º momento, PASSADO, de “Minha mãe tinha de fingir-se zangada.” (l.5)até “Voltei homem.”(l.45)  3º momento, PRESENTE, de “Mestre Finezas é ainda a mesma figura seca” até ao fim.
  7. 7. “Como o tempo corria devagar!”  2.3. Para o narrador “o tempo corria devagar”, pois sentia medo de ir ao barbeiro cortar o cabelo, de sentir a tesoura junto das orelhas, sem se poder mexer. Sentia que esse momento demorava muito a passar. (Tempo psicológico)
  8. 8.  3.1. A barbearia tem uma “bola com um penacho”, as “paredes escuras” e “papéis caídos do teto”;  o teatro é um espaço com “tanta luz e gente silenciosa”.
  9. 9.  3.2. A barbearia é o local onde o protagonista sempre exerceu a sua profissão. No presente, reflete o abandono que a sociedade impôs à personagem, causando-lhe amargura. O teatro foi muito importante para ele, por ter sido o local onde se celebrizou e concretizou o sonho de ser artista.  (continua)
  10. 10.  Atualmente, a personagem sente saudade desse lugar e desse tempo, o que o leva a atuar na barbearia para o narrador e para um público imaginário.
  11. 11. Pontos de vista do narrador em relação a Mestre Finezas  4.1. Passado: Barbeiro – vê-o como uma pessoa autoritária e assustadora, tem medo dele. Artista – Admira-o como um grande ator.  Presente: Barbeiro – Reconhece a decadência física dele, fruto da sua idade. Artista – Reconhece a sua decadência como artista.
  12. 12. Com a passagem do tempo, a perspetiva do narrador mudou  4.2. De uma admiração inicial misturada com medo, o narrador passou a encarar o barbeiro com amizade. A decadência da personagem inspira-lhe piedade e sofrimento por não o poder ajudar.
  13. 13.  5. Este conto é uma narrativa aberta. O leitor pode imaginar a continuidade da narrativa.
  14. 14. Recursos expressivos «Via-lhe os braços compridos, arqueados como duas garras sobre a minha cabeça.» «Lembrava uma aranha.»  A utilização das duas comparações revelam a forma como Carlos via o barbeiro, realçam o medo que Mestre Finezas lhe inspirava.
  15. 15. «Eu não te disse nada, Carlinhos, mas, olha, tenho vendido tudo para não morrer de fome… Tudo. Mas isto!...»
  16. 16. Pronome demonstrativo / ponto de exclamação / reticências  O pronome demonstrativo refere-se ao violino. Aquele violino era a última recordação de Mestre Finezas do seu passado de glória, de um passado em que era apreciado pela sua arte sempre que o tocava.  O ponto de exclamação seguido de reticências realça o tom emocionado com que as palavras foram pronunciadas.  As reticências sugerem algo que ficou por dizer, como por exemplo, “Mas isto eu não vendo por nada neste mundo!”.
  17. 17.  FIM

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