CURSO DE PREVENÇÃO DO USO DE DROGAS PARA EDUCADORES DE
ESCOLAS PÚBLICAS

INEP - 32041721

DROGAS: Não entre nessa!
CURSIST...
INTRODUÇÃO
A E.M.E.F. “Ana Araújo” localizada no município de Alfredo Chaves - Espírito
Santo, conta hoje com 520 matrícul...
estão relacionados às drogas, como: dificuldades de aprendizagem, defasagem série/idade,
deficiência intelectual devido ao...
estas classes era a Escola Estadual “Camila Mota”, mas como esta era pública e o Pio XII
particular, começou a haver desav...
FATORES DE PROTEÇÃO: PONTOS
FORTES DA MINHA ESCOLA
Presença de afetividade e confiança no
ambiente escolar;
Fortes vínculo...
JUSTIFICATIVA
A guerra às drogas contraria princípios éticos e direitos civis, ou seja, o combate a
todo, e qualquer, padr...
convivência afetiva. O Projeto de Prevenção abordará ainda a valorização da vida e incluirá,
na medida do possível, progra...
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geral, e às leis e demais nor...
nossa cidade e região, o que possibilitará que os mesmos possam colaborar mais para a
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• A visão da bebida e do fumo nas religiões;
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• Origem das...
 Recursos Materiais
* Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel, tinta guache, tinta plástica de cores
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CRONOGRAMA
DATA

AÇÕES

RESPONSÁVEIS

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15/03/2013

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RECURSOS UTILIZADOS

RECURSOS HUMANOS:
•

Equipe pedagógica da Escola;

•

Equipe administrativa da Escola;

•

Representa...
AVALIAÇÃO

O ato de avaliar está presente em todos os momentos da vida humana. A todo o
momento nós somos obrigados a toma...
 Pesquisa;
 Envolvimento;
 Apresentação oral da pesquisa.
REFERÊNCIAS

ALBERTANI, H. M. B. Diferentes relações com as d...
ANEXOS

LEITURAS RECOMENDADAS
O Vencedor. Frei Betto. Ática, 2000.
Depois Daquela Viagem. Valéria Piassa Polizzi. Editora:...
FILMES
• A corrente do bem, 2000.
Direção: Mini Leder
• Diário de um adolescente, 1995.
Direção: Scott Kalvert
• 28 dias, ...
Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) – www.uniad.org.br
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  1. 1. CURSO DE PREVENÇÃO DO USO DE DROGAS PARA EDUCADORES DE ESCOLAS PÚBLICAS INEP - 32041721 DROGAS: Não entre nessa! CURSISTAS Assunta Maria Libardi Rangel Cibele Bergami Destefani Natali Chirley Cristina Sant’anna Nascimento Partelli Cristiane Gomes Gimenes Sardi Elisangela Santos Marchiori Athayde Flávia Saturnino Muniz de Oliveira Felipe De Nadai Furtado Ilana Gaigher Laurileni Longue da Silva Leandra Krohling Tonani Lidiani Dutra Stefanon Regina Marta Carriço Matos Simone Donna Guisso Oss TUTOR MARCOS PAULO VIANA DE MOURA Rua Expedicionário Oswaldo Saudino, n° 963 – Centro – Alfredo Chaves – ES CEP 29240-000 Tel. (27) 3269 – 1668. 07/06/2013
  2. 2. INTRODUÇÃO A E.M.E.F. “Ana Araújo” localizada no município de Alfredo Chaves - Espírito Santo, conta hoje com 520 matrículas do 1° ao 9° ano do Ensino Fundamental e atende os dois turnos matutino e vespertino, a faixa etária de seus alunos vai de 06 a 14 anos. A distribuição entre os sexos é equilibrada e o nível socioeconômico dos alunos do turno matutino em sua maioria é de classe média, o que muda no turno vespertino, pois a maioria são crianças carentes e/ou de baixa renda. Quanto ao aspecto sociocultural podemos observar que no turno matutino o acesso à cultura e ao lazer é mais acessível uma vez que a estrutura familiar contribui nesse processo. Porém não é a realidade do turno vespertino, pois os mesmos não têm total acesso, visto que as famílias em sua maioria são desestruturadas e com poder aquisitivo baixo. A maioria dos estudantes reside em comunidades próximas, onde a escola conhece e interage com as famílias e alunos. Em relação ao desempenho escolar dos alunos o rendimento é satisfatório, levando em conta a falta de infraestrutura, devido à ausência de laboratórios de informática, biblioteca, quadra esportiva, refeitório, entre outros. O convívio entre estudantes, professores, funcionários e todo o meio escolar é harmonioso, afetivo e respeitoso, facilitando/viabilizando o processo de ensino aprendizagem. Os nossos alunos demonstram maior interesse nas atividades extraclasse: Filmes, gincanas, jogos, biblioteca, estudo de campo, etc. As atividades sociais, culturais e comunitárias preferidas pelos alunos são: Festa Junina, Mostra de Arte, capoeira, show de talentos, dentre outros. Acredita-se que enquanto educadores conhecemos os alunos e suas respectivas famílias dentro dos padrões permitidos pelo ambiente escolar, e em alguns casos não conseguimos intervir em determinados comportamentos pela falta da abertura familiar, porém através da observação diária, do diálogo e de algumas parcerias é possível essa aproximação. A E.M.E.F. “Ana Araújo” atende alunos do 1° ano ao 9° ano, ou seja, crianças de 6 a 14 anos, nos turnos matutino e vespertino. É de conhecimento da equipe escolar alguns casos do uso de drogas no âmbito familiar, pais de alunos com problemas de alcoolismo e fumo, mas não há avaliações quantitativas neste sentido. Diariamente, através da convivência com nossos alunos, percebemos comportamentos que demonstram os problemas que os mesmos presenciam em casa e que na maioria das vezes
  3. 3. estão relacionados às drogas, como: dificuldades de aprendizagem, defasagem série/idade, deficiência intelectual devido ao uso de drogas na gravidez, conflitos familiares que refletem na escola, apatia dos alunos, agressividade excessiva, dentre outros. A escola lida com todos estes problemas ouvindo os alunos e famílias para diagnosticar onde está o problema e como a equipe escolar pode intervir. Dependendo da gravidade da situação, contatamos outras instituições como Conselho Tutelar, Assistência Social e Promotoria Pública. Diante da problemática que o consumo de drogas causa na sociedade alfredense, a Prefeitura Municipal através da Secretaria de Saúde, esporadicamente, organiza palestras a respeito do assunto para toda a comunidade, inclusive a escolar. Nosso município, por estar localizado no interior e não contar com muitas opções de lazer, o uso de bebidas alcoólicas e fumo é um problema perceptível já que muitos jovens e familiares se divertem em bares, festas, clubes e o uso destas drogas está presente. O envolvimento de alunos com uso de drogas é fato, pois percebemos no dia-a-dia escolar e mantendo contato com Conselho Tutelar, Secretaria de Ação Tutelar e Promotoria Pública algumas ocorrências de contextos de risco como: prostituição infantil, muitas vezes com o conhecimento e consentimento da família; delinquência, pequenos furtos realizados no comércio e residências; violência doméstica e brigas, entre alunos, dentro e fora da escola; gravidez na adolescência e incidência de doenças sexualmente transmissíveis. A Escola Municipal de Ensino Fundamental “Ana Araújo” está localizada no centro da cidade e atende alunos advindos da área urbana e rural. Sua história relaciona-se com a história da antiga Escola Pio XII, que era uma escola particular fundada pela Associação Cultural de Alfredo Chaves. A Associação Cultural foi fundada em 13 de março de 1959 pelo Senhor Darcy de Paula Gaigher, nomeado Diretor Presidente da mesma e tendo o Senhor Antônio Robim de Lima como Vice Diretor. Partindo desta associação foi criado o Ginásio Pio XII, fundado pela Portaria 393 de 16 de abril de 1959, tendo como Diretor o Doutor Joel Rogério Wanderley e Secretário o Doutor Ilhomar de Souza e autorizado a funcionar pela Portaria nº 393 de 1959 – ISES-SPAE. Na Escola Pio XII só funcionava o Ginásio que quando os alunos terminavam, não tinham como continuar nos estudos, sendo assim, quatro anos depois foi fundado o Curso de Magistério e um ano mais tarde o Curso técnico em Contabilidade. Observou-se que os alunos e alunas do curso de Magistério tinham em sua grade curricular o estágio que deveria ser cumprido nas séries iniciais e a única escola que possuía
  4. 4. estas classes era a Escola Estadual “Camila Mota”, mas como esta era pública e o Pio XII particular, começou a haver desavenças. Desta forma, em 1965 o presidente Senhor Darcy viu a necessidade da ampliação do Pio XII e conseguiu junto com o Estado, através da Chefe de Divisão de Ensino Normal do espírito Santo, Senhora Ara Araújo, autorização para formar em 1968 a Escola de Demonstração Ana Araújo com quatro turmas de 1ª a 4ª série tendo como alunos, crianças selecionadas da Escola “Camila Mota”. A Escola de Demonstração funcionava anexa ao Pio XII e desta forma conseguiu oferecer o estágio para os alunos e alunas do Curso de Magistério. Mas para que os estudantes recém-formados pudessem dar aula na escola, antes tinham que fazer uma especialização em Demonstração na Escola Maria Ortiz, em Vitória. Com o surgimento da Lei de Diretrizes e Bases – LDB, a escola passou de Escola de Demonstração para Escola de Aplicação Ana Araújo, que funcionava até a 4ª série e que, para lecionar os professores precisavam ter o Curso de Especialização em Aplicação, que era oferecido pela Escola Maria Ortiz, também em Vitória. A Escola recebeu o nome de Ana Araújo em homenagem a Senhora Ana Furtado Araújo que na criação da mesma era chefe da Divisão do Ensino Normal do Espírito Santo e devido à mesma ter sido de muita importância na luta para criação desta escola. Em 1986 em comum acordo com a Associação Cultural de Alfredo Chaves, a Escola Ana Araújo foi estadualizada e passou então a ser denominada Escola de 1º Grau Ana Araújo, e passou a funcionar de 1ª a 8ª série. Em 2005 a mesma foi municipalizada, passando a ser nomeada Escola Municipal de Ensino Fundamental “Ana Araújo” – E.M.E.F. “Ana Araújo”. A Escola Municipal de Ensino Fundamental “Ana Araújo”, objetiva sua ação educativa, fundamentada nos princípios da universalização de igualdade de acesso, permanência e sucesso, da obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar. A proposta é uma Escola de qualidade, democrática, participativa e comunitária, como espaço cultural de socialização e desenvolvimento do/a educando/a visando também preparálo/a para o exercício da cidadania através da prática e cumprimento de direitos e deveres. Como parte da equipe escolar, detectamos os seguintes fatores de proteção e de risco que são:
  5. 5. FATORES DE PROTEÇÃO: PONTOS FORTES DA MINHA ESCOLA Presença de afetividade e confiança no ambiente escolar; Fortes vínculos afetivos entre professor e alunos; Estímulo à prática das atividades escolares; FATORES DE RISCO: PONTOS FRACOS DA MINHA ESCOLA Classe social; Relações amistosas, harmoniosas e abertas entre família e escola; Coerência e congruência entre equipe escolar na aplicação de normas e regras escolares; Falta de autoestima; Definição clara e conjunta com toda comunidade escolar das normas, regras e limites na escola; Promoção de práticas escolares criativas e estimulantes; Abordagem reflexiva e pedagógica junto aos alunos; Presença de diálogo como estratégia para lidar com conflitos; Relações abertas, honestas, sem atitudes negativas, punitivas, preconceituosas e excludentes. Histórico familiar – pré-disposição genética; Desestrutura familiar; Falta de limites e diálogos; Falta de oportunidades e de conhecimento; Curiosidade; Falta de espiritualidade; Falta de autocontrole; Sociedade permissiva.
  6. 6. JUSTIFICATIVA A guerra às drogas contraria princípios éticos e direitos civis, ou seja, o combate a todo, e qualquer, padrão do uso de drogas fere o direito individual de cada um de dispor, livremente, do seu corpo e de sua mente e de poder alterar seu estado de consciência pelo uso de drogas se assim o quiser. Não se trata de estabelecer limites entre o que é certo e o que é errado, mas, sim, de garantir direitos individuais. Numa sociedade de homens livres, torna-se difícil, para não dizer impossível, controlar hábitos de consumo de escolhas individuais. Esses argumentos mostram que é mais eficiente e ético, trabalhar no campo da prevenção para reduzir os danos que o uso abusivo das drogas traz aos indivíduos e à sociedade. A proposta de redução de danos, destinada a diminuir os riscos associados ao uso de drogas é bem diferente das recomendações feitas pelos defensores de um mundo sem drogas, centradas na repressão. Este modelo propõe o fornecimento de informações sobre drogas de modo imparcial e científico. A partir das informações, as pessoas poderão tomar decisões conscientes e bem fundamentadas sobre as drogas. Diante desta terrível problemática que vem afetando todas as camadas da sociedade, percebe-se que a prevenção deve acontecer antes do surgimento do problema drogas. É o caminho que deve ser trilhado pela família, pela escola e pelas demais organizações no sentido de orientar e encaminhar as crianças, adolescentes e os jovens a realizarem atividades prazerosas como: musicais, sociais, literárias e artísticas; que incentivem á autoestima, da ação das famílias que em elogiar, confiar, estimular a crítica, treinar as habilidades para lidar com as frustrações, fracassos e ansiedades, bem como espaço e treino para lidar com autoridades. Lima (1992), diz que seria ideal se a escola acrescentassem em seu currículo, programas que preparassem seus alunos pra enfrentar não só o problema das drogas, mas, os problemas da vida como um todo. Entende-se também que Lima, quis chamar a atenção para outros problemas existentes na sociedade, além do uso das drogas, e alerta para a necessidade dos estudantes se prepararem, para a convivência diária com o problema e da necessidade da realização da prevenção. No Projeto de prevenção ao uso de drogas a ser desenvolvido na E.M.E.F. “Ana Araújo” abordaremos temas como: educação de filhos, de adolescência, de relação social e de
  7. 7. convivência afetiva. O Projeto de Prevenção abordará ainda a valorização da vida e incluirá, na medida do possível, programas: Culturais, de consciência ecológica e de educação afetiva. Os programas culturais, recreativos e educacionais oferecerão alternativas, sadias em substituição á sedução das drogas. Nos Programas de consciência ecológica, trabalharemos em conjunto o Projeto Ecoar (Projeto de Educação ambiental desenvolvido pela escola em 2011 e 2012) incentivaremos um estilo de vida saudável, em contraposição á poluição ambiental, sonora, alimentar e a busca excessiva de automedicação. OBJETIVO GERAL • Promover um amplo trabalho de educação para prevenir e reduzir os problemas decorrentes do uso e comercialização do álcool, fumo e entorpecentes em nossa cidade e região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Enriquecer o currículo escolar com atividades práticas e teóricas na exploração do tema transversal “Drogas”. • Estabelecer diversas parcerias com entidades e órgãos públicos para ampliar os trabalhos e projetos desenvolvidos na Escola; • Promover o interesse e participação da comunidade próxima nas ações e projetos da Escola; • Incentivar aos alunos a adoção de posturas e hábitos que valorizem uma vida saudável, seja em casa, seja na Escola, e por onde eles forem; • Melhorar a qualidade do ensino, reduzindo os problemas dentro e fora da • Oferecer atividades voltadas para o desenvolvimento integral da criança e do Escola; adolescente, estimulando o aprendizado e o desenvolvimento de atitudes sociais positivas, tais como: disciplina, hierarquia, respeito ao próximo, ética, cooperação mútua, amizade, cidadania, entre outras; • Despertar nas crianças, pré-adolescentes e adolescentes o reconhecimento de valores positivos associados à família, à vida espiritual, aos estudos escolares, ao trabalho
  8. 8. profissional, à saúde física e mental, ao respeito ao patrimônio público, às pessoas de modo geral, e às leis e demais normas. PÚBLICO ALVO Alunos que estão cursando as séries iniciais e finais do ensino fundamental na E.M.E.F. “Ana Araújo”. METODOLOGIA O Projeto será desenvolvido pela E.M.E.F. “Ana Araújo” do 1º ao 9º ano, com início no mês de março, com ações a serem desenvolvidas durante o ano letivo. A elaboração do Projeto aconteceu de maneira coletiva com todos os profissionais envolvidos e será encaminhado a cada um dos parceiros que nesta etapa já foram contactados. O próximo passo será a sensibilização do público envolvido, gestores, professores e funcionários que estão presentes na Escola todos os dias, e a comunidade em geral, por meio de bilhetes, convites e apresentações. Contaremos com os seguintes órgãos que estarão desenvolvendo: as ações da Polícia Militar no combate à violência e prevenção de embriagues ao volante; as ações do Conselho Tutelar no apoio às famílias que passam com problemas por causa de alcoolismo e drogas; as propostas dos Vereadores na criação de leis no combate às drogas; a atuação dos profissionais de Saúde no tratamento de pessoas viciadas; os trabalhos das Igrejas e instituições filantrópicas na recuperação dos dependentes e auxílio às famílias; os trabalhos da Associação Comercial e Industrial no cuidados da venda de produtos que são usados como “drogas inalantes” (colas, vernizes, esmaltes, tintas, removedores, líquidos corretivos, gasolina, tinta spray, fixador de cabelos, éter, clorofórmio, óxido nitroso etc.); e as ações dos órgãos municipais de assistência social e no controle do comércio de bebidas, fumo e medicamentos. Tudo isso fará com que a comunidade escolar conheça melhor o que tem sido feito pela prevenção e combate dos problemas relacionados ao uso de bebidas, fumo e entorpecentes em
  9. 9. nossa cidade e região, o que possibilitará que os mesmos possam colaborar mais para a melhoria dessas ações e projetos. Cada professor vai trabalhar antecipadamente cada um dos temas agendados para as palestras, através de atividades em classe, como: leitura de textos de jornais e revistas para a sensibilização; debates e discussões; pesquisas na biblioteca e na internet; e mostra de vídeos. Trabalharemos ainda: peças teatrais, concurso para a escolha da logo e slogan, concurso de desenhos, com exposição e premiação dos melhores trabalhos; concurso de poesias, redações e músicas com a temática “vida saudável sem drogas”, com a culminância de uma apresentação dos melhores trabalhos; concurso para eleição do Rei e Rainha Vida Saudável. Vale destacar que caso seja identificado durante as ações desenvolvidas algum estudante com problemas pessoais ou familiares por causa do uso de entorpecentes, os responsáveis pelo Projeto farão contato com os técnicos da entidade parceiras (Secretaria Municipal de Ação Social, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Municipal de Assistência Social, etc.) para acompanhar a criança e sua família, buscando soluções e intermediando meios para oferecer ajuda através da orientação e encaminhamentos. Para a divulgação dos resultados, organizaremos uma culminância para o projeto, com data ainda a definir, onde todas as turmas envolvidas mostrarão para os demais o que trabalharam e aprenderam sobre uma vida sem drogas. Vale destacar que o sucesso de uma proposta como essa exige esforço integrado de todos os professores, coordenadores e demais profissionais da educação, por meio de métodos interativos, integrados ao currículo, e que promovam a valorização da saúde. Atividades que serão desenvolvidas, sendo que serão adaptadas de acordo com as séries/anos a ser trabalhado: LINGUA PORTUGUESA • Leitura de textos sobre violência no trânsito e álcool; • Elaboração de redações e poesias com essa temática, • Debates e apresentação de vídeos. MATEMÁTICA
  10. 10. • Organizar gráficos com números de acidentes de trânsito e consumo de álcool; • Organizar tabelas com dados de ocorrências policiais nos dias de festas e feriados. INGLÊS • Tradução de textos com a temática “educação antidrogas”; • Traduzir e comparar letras de músicas que falam de problemas sobre drogas; • Propor aos alunos que pesquisem artistas e músicos de língua inglesa que tiveram problemas com abuso de remédios, álcool e drogas. CIÊNCIAS • Poluição do ar; • Componentes do cigarro; • Processo de destilação e fermentação de bebidas; • Verificar o teor alcoólico de soluções (perfume, vinagre, vinho etc.). • Produção de remédios; • Males do consumo excessivo de remédios; • Males do consumo de drogas; • Risco do consumo de álcool e cigarro durante a gravidez. HISTÓRIA • História da produção de medicamentos; • Males das drogas na história da humanidade; • Drogas nas civilizações antigas (gregos, romanos, babilônios, egípcios etc.); • Drogas em rituais mágicos nas comunidades indígenas; • Origem do Carnaval e demais festas nacionais e estaduais.
  11. 11. • A visão da bebida e do fumo nas religiões; • O papel das igrejas no apoio aos usuários de drogas; GEOGRAFIA • Origem das drogas no mundo e no Brasil; • Tráfico Internacional de drogas; • Patentes de medicamentos e biopirataria; • Visão das religiões e o consumo de álcool e fumo. EDUCAÇÃO FÍSICA • Doping nos esportes nacionais e internacionais; • Prejuízos do uso de anabolizantes. ARTE • Desenhos com a temática “educação antidrogas” e vida saudável; • Compor músicas, no estilo “hip hop” ou “repente do nordeste”. RECURSOS: Fazendo um levantamento inicial, acredita-se que serão necessários os seguintes recursos humanos, materiais e financeiros:  Recursos Humanos * Equipe administrativa e pedagógica da Escola, * Alunos de 1° ano a 8ª série, * Prefeitura Municipal, * Igrejas; * Pais dos alunos e comunidade em geral * Palestrantes convidados para falar aos alunos e comunidade sobre a importância da prevenção ao uso de drogas, consequências e tratamento.
  12. 12.  Recursos Materiais * Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel, tinta guache, tinta plástica de cores variadas, isopor, cartolina, TNT, cola branca, fita adesiva, tesoura, cola gliter, Eva, dentre outros; * Materiais recicláveis diversos (garrafas pet, vidro, papel, latinhas, etc.); * Spray de cores diversas; * Aparelho de Data Show e computador portátil; * Equipamento de som, com caixas e microfone; * Aparelho de DVD e televisão grande;  Recursos Financeiros Os investimentos necessários para a implantação do projeto será a própria escola (doações, amigo da escola).
  13. 13. CRONOGRAMA DATA AÇÕES RESPONSÁVEIS Abertura com a apresentação do 15/03/2013 Projeto a toda comunidade escolar e Equipe escolar que estão fazendo o curso. parceiros. Escolhemos essa data por ser o dia da escola. Obs.: Como a logo e slogan serão escolhidos por meio de concurso, o nome DROGAS: Não entre nessa!, 18/03/2013 01/04/2013 02/04 29/05/2013 07/06/2013 É provisório. Início dos trabalhos com a logo e Professoras de Arte. slogan (concurso) Escolha da logo e slogan Comissão julgadora com representantes de professores, alunos e comunidade. a Trabalhando o tema em sala de aula Comunidade Escolar e parceiros. Dezembro/2013 Culminância do Projeto Comunidade escolar e parceiros. Continuando o trabalho com o tema Comunidade escolar e parceiros. em sala de aula com um dos temas transversais. Cada professor, em sua turma ou disciplina, desenvolverá ações distintas, a fim de atingir sistematicamente os alunos e alcançar, efetivamente, os objetivos do presente projeto. Assim, ressalta-se que o Projeto é atemporal, sem data para término, passando a fazer parte do currículo escolar, haverá uma culminância.
  14. 14. RECURSOS UTILIZADOS RECURSOS HUMANOS: • Equipe pedagógica da Escola; • Equipe administrativa da Escola; • Representantes da Secretaria Municipal de Educação; • Representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social; • Representantes da Polícia Militar; • Representantes do Conselho Tutelar e demais Conselhos Municipais; • Representante da Associação Comercial e Industrial; RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS: • Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel, tinta guache, tinta plástica de cores variadas, isopor, cartolina, TNT, cola branca, fita adesiva, tesoura, cola gliter, etc.; • Spray de cores diversas; • Aparelho de Data Show e computador portátil; • Equipamento de som, com caixas e microfone; • Aparelho de DVD e TV.
  15. 15. AVALIAÇÃO O ato de avaliar está presente em todos os momentos da vida humana. A todo o momento nós somos obrigados a tomar decisões que, na maioria das vezes, são definidas a partir de julgamentos provisórios. O ato de avaliar na vida cotidiana se dá permanentemente. Segundo Freire: “Não há como não repetir que ensinar não é pura transferência mecânica do perfil do conteúdo que o professor faz ao aluno passivo e dócil. Como não há também como não repetir que, partir do saber que os educandos tenham não significa ficar girando em torno deste saber. Partir significa pôr-se a caminho, ir-se, deslocar-se de um ponto a outro e não ficar, permanecer.” A avaliação deve ser compreendida como atividade crítica da aprendizagem, em que professores e comunidade trabalham juntos na formação de seres humanos mais felizes e mais realizados. O desafio de cada professor, hoje, é não deixar nenhum aluno fora do processo. “Qualquer caminho é apenas um caminho e não constitui insulto algum – para si mesmo ou para os outros – abandoná-lo quando assim ordena o seu coração. (...) Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias... Então, faça a si mesmo a apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma”. (Carlos Castañeda) “Avaliar para que os alunos aprendam mais e melhor”, a avaliação se dará em todos os momentos do Projeto, valorizando cada ação dos educandos, observando-se:  Trabalho coletivo;  Trabalho individual;  Desempenho dos alunos na realização das tarefas propostas;  Organização;  Cooperação;  Interesse;
  16. 16.  Pesquisa;  Envolvimento;  Apresentação oral da pesquisa. REFERÊNCIAS ALBERTANI, H. M. B. Diferentes relações com as drogas: Abordagem com o adolescente. IN: Curso de prevenção do uso de drogas para educadores de escolas públicas. Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), Ministério da Educação. Brasília, 2008. ALBERTANI, H. M. B. & AZEVEDO, A. C. A Prevenção Integrada no Projeto da Escola. IN: Curso de prevenção do uso de drogas para educadores de escolas públicas. Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), Ministério da Educação. Brasília, 2008. ARRUDA, M. C. V. de. et al. Redução de Danos – Drogas. Disponível em: http://www.sap.sp.gov.br/download_files/reint_social/eixo_4/educ_saude/4_1_pen_pacaembu _reducao_danos_drogas.doc>. Download em: 25 Nov. 2009. BRESSER, M. H. Contra as drogas: educação, prevenção, projetos de vida. Disponível em: <www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/contra-as-drogas-educacao-prevencao-projetosde-vida.php>. Download em: 25 Nov. 2009. GALDURÓZ, J. C.; NOTO, A. R. e NAPPO, S.: O Consumo de Drogas Psicotrópicas na Sociedade Brasileira. Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD). Brasília, 2008. LIMA, Elson Silva. Drogas nas Escolas: Quem consome o quê? Dissertação (mestrado em saúde coletiva) – Instituto de Medicina Social.Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 1992. PROJETO – Alfredinho conta com você. Recicle-se! Ecoe essa ideia! Projeto educativo relacionado ao Meio Ambiente criado e posto em prática na E.M.E.F. “Ana Araújo”. ROTMAN, F. Salvar o Filho Drogado, 2ª ed. Ed. Record. Rio de Janeiro, 1985.
  17. 17. ANEXOS LEITURAS RECOMENDADAS O Vencedor. Frei Betto. Ática, 2000. Depois Daquela Viagem. Valéria Piassa Polizzi. Editora: Ática, 2003. Liberdade é poder decidir. Maria de Lurdes Zemel, FTD, 2000. Conversando sobre drogas. Ronaldo Ribeiro Jacobina, Antônio Nery Filho, Salvador: Edufa, 1999. Drogas - mitos e verdades. Beatriz Carlini Cotrim. São Paulo: Ática, 1998. Drogas Prevenção e Tratamento - O que você queria saber sobre drogas e não tinha a quem perguntar. DP Maluf, Takey EH, Humberg LV, Meyer M, Laranjo THM. São Paulo: Cia Editora, n2002. Guia para Família: cuidando da pessoa com problemas relacionados com álcool e outras drogas. Organizadoras: Anita Taub, Paola Bruno de Araújo Andreoli. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. Doces Venenos: Conversas e desconversas sobre drogas. Lídia Rosenberg Aratangy. São Paulo: olho D’ Água, 1991. Quem não tem problema com droga? Jitman Vibranovski, Paulo Antunes. Rio de Janeiro: Mileto, 2004. Livreto Informativo sobre Drogas Psicotrópicas. CEBRID/SENAD. Brasília. 2004. 123 Respostas Sobre Drogas – Coleção Diálogo na Sala de Aula. Içami Tiba. São Paulo: Editora Scipione. 2003 Pais e Filhos – Companheiros de Viagem. Roberto Shinyashiki. São Paulo: Gente, 1998. Anjos Caídos – Como prevenir e eliminar as drogas na vida do Adolescente. Içami Tiba - São Paulo: Editora Scipione. 1999 Cartilhas Educativas sobre Drogas disponível no site www.senad.gov.br - menu: publicações Série: Por Dentro do Assunto 2007
  18. 18. FILMES • A corrente do bem, 2000. Direção: Mini Leder • Diário de um adolescente, 1995. Direção: Scott Kalvert • 28 dias, 2000. Direção: Betty Thomas • Quando Um Homem Ama Uma Mulher, 1994. Direção: Luis Mandoki • Por volta da meia noite, 1986. Direção: Bertrand Tavernier • Cazuza - O Tempo Não Pára, 2004. Direção: Sandra Werneck e Walter Carvalho • Todos os Corações do Mundo, 1995. Direção: Murillo Salles • Despedida em Las Vegas, 1996. Direção: Mike Figgis • Traffic, 2000. Direção: Steven Soderbergh • O Informante, 1999. Direção: Michael Mann SITES Secretaria Nacional Antidrogas – SENAD – www.senad.gov.br Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas – OBID – www.obid.senad.gov.br Coordenação Nacional de DST`s e AIDS – www.aids.gov.br Programa Álcool e Drogas www.einstein.br/alcooledrogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein –
  19. 19. Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) – www.uniad.org.br Centro Brasileiro www.cebrid.epm.br de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (GREA) - www.grea.org.br Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas (ABEAD) - www.abead.com.br Associação Brasileira de Redutores de Danos (Aborda) – www.aborda.org.br Instituto Nacional do Câncer – INCA – www.inca.org.br Alcoólicos Anônimos – www.alcoolicosanonimos.org.br Narcóticos Anônimos Central – www.na.org.br Instituto de Medicina Social e de Criminologia – IMESC - www.imesc.sp.gov.br –

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