O slideshow foi denunciado.

Racionalização de mão de obra

816 visualizações

Publicada em

Trabalho referente a racionalização, entre duas obras do Sistema PAR

Publicada em: Engenharia
  • Seja o primeiro a comentar

Racionalização de mão de obra

  1. 1. PLANEJAMENTO E GESTÃO DE MÃO DE OBRA COM BASE NA PRODUTIVIDADE
  2. 2. NOME: LUIZ MARCOS NEMEZIO TECNÓLOGO AÇUCAREIRO ENGENHEIRO CIVILENGENHEIRO CIVIL ESPECIALISTA EM CONSTRUÇÃO CIVIL 2
  3. 3. “RACIONALIZAÇÃO” DE MÃO-DE-OBRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL OBSERVAR MEDIR REGISTRARREGISTRAR PENSAR CORRIGIR 3
  4. 4. PORQUÊ: RACIONALIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA? Barros Neto (1997): 60% do custo total de uma obra, é gasto com materiais. Barros Neto (1997) : 40% do custo total de uma obra, é gasto com mão-de-obra. Dados esses confirmado por Ronaldo Sérgio deDados esses confirmado por Ronaldo Sérgio de Araújo (2003). Tese de Mestrado pela U.E.C. 5
  5. 5. CUSTOS UNITÁRIOS BÁSICOS DE CONSTRUÇÃO (CUB)
  6. 6. Obras em questão: Residencial Mata Atlântica 224 apartamentos divididos em 14 blocos Residencial Dom Hélder Câmara 480 apartamentos divididos em 30 blocos
  7. 7. LUF = LABOU UTILIZATION FACTOR FATOR DE UTILIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA LUF = (A+0,25B)/(A+B+C) CATEGORIA A – Trabalho eficiente Trabalhar diretamente no produtoTrabalhar diretamente no produto Deslocar-se até 3m dentro do local de trabalho para pegar uma coisa ou fazer uma ação necessária ao produto 7
  8. 8. LUF = (A+0,25B)/(A+B+C) CATEGORIA B – Trabalho essencialmente contribuidor Realizar algo que auxilia a fabricação do produtoproduto Deslocar-se entre 3m e 10m do local de trabalho para pegar uma coisa ou fazer uma ação necessária ao produto 8
  9. 9. LUF = (A+0,25B)/(A+B+C) CATEGORIA C – TRABALHO INEFICIENTE Não fazer nada ou fazer algo queNão fazer nada ou fazer algo que não tem relação com o produto. Deslocar-se além de 10m do próprio local de trabalho 9
  10. 10. MÉTODO DE OBSERVAÇÃO ALEATÓRIA Horários A B C 8:01 às 9:00 8 2 0 9:01 às 10:00 6 3 1 10:01 às 11:00 9 1 0 11:01 às 12:00 4 2 0 13:00 às 14:00 4 2 013:00 às 14:00 4 2 0 14:01 às 15:00 5 1 0 15:01 às 16:00 3 3 0 16:01 às 17:00 6 0 0 Total - Eventos 45 14 1 LUF % 80,833 10
  11. 11. GRÁFICO DA LUF DE UM COLABORADOR 82,917 80,833 78,906 87,500 80,712 85,000 90,000 BIONOR SILVA DE SOUZA 73,750 78,906 65,000 70,000 75,000 80,000 LUF % 26/set 27/set 28/set 29/set 30/set LUF GERAL Dia
  12. 12. MÉDIA DA LUF DOS PEDREIROS (CERÂMICA) Pedreiros A B C Fat. Util. % Média de Referência 50 Média Geral 72,09 Colaborador A 230 55 17 80,71 Colaborador B 199 72 31 71,85Colaborador B 199 72 31 71,85 Colaborador C 190 78 34 69,37 Colaborador D 190 78 34 69,37 Colaborador E 171 79 27 68,86 Total 980 362 143 72,09 LUF % 72,09 12
  13. 13. MÉDIA DA LUF DOS PEDREIROS (CERÂMICA) MÉDIA GERAL DOS PEDREIROS DA OBRA PAR DOM HÉLDER CÂMARA 72,09 80,71 71,85 69,37 69,37 68,86 60 70 80 90 50 0 10 20 30 40 50 Média de Referência Média Geral Bionor Silva de Souza Cícero dos Santos Filho José Januário dos Santos Fábio Alves da Silva Geraldo da Silva
  14. 14. EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE (CERÂMICA) FUNCIONÁRIOS 1ª Quinzena 2ª Quinzena 3ª Quinzena 4ª Quinzena 5ª Quinzena 6ª Quinzena 7ª Quinzena Funcionário A 5 5,5 10 8 6,5 7,5 11,5 Funcionário B 5 5,5 10 8 6,5 7,5 11,5 Funcionário C 9 11 14 10 12 10 14 Funcionário D 0 0 2 4 5 5,5 12 Funcionário E 0 0 2 4 5 5,5 12 19 22 38 34 35 36 61
  15. 15. OBSERVAÇÕES: ASSENTAMENTO DE CERÂMICA
  16. 16. GRÁFICO DE OBS. DE ASSENTAMENTO DE CERÂMICA
  17. 17. VALORES COMPARATIVOS LUF PEDREIROS.............50% CARPINTEIROS.......45%CARPINTEIROS.......45% ELETRICISTAS.........45% PINTORES................60% SERVENTES.............30% 17
  18. 18. LUF – RESIDENCIAL DOM HÉLDER CÂMARA LUF média de todos os pedreiros Números de funcionários – 56Números de funcionários – 56 Serviço – Alvenaria Estrutural 18
  19. 19. LUF - Alv. Estrut. - DHC 48 50 52 54 56 58 60 62 Percentual Média Diária Média Geral 46 48 16.02 (quarta-feira) 17.02 (quinta-feira) 18.02 (sexta-feira) 21.02 (segunda-feira) 22.02 (terça-feira) 23.02 (quarta-feira) 24.02(quinta-feira) 25.02(sexta-feira) Dias pesquisados
  20. 20. RUP = RAZÃO UNITÁRIA DE PRODUÇÃO RUP é o inverso da produtividade. RUP é a quantidade de Hh por m2 de produção. Quanto maior a RUP menor a produtividade. Quanto menor a RUP maior a produtividade RUPcum – cálculo de todas as rups do 1º ao último dia RUPpot – é a rup com maior possibilidade de ocorrência, dentro os dias considerados normais. 20
  21. 21. RUPdiária-José Cícero da Silva 1 (Semana experimental) 0,5 1 1,5 2 RUPdiária-Alvenaria Estrutural RUPdiária - Nivaldo da Silva Félix (Semana experimental) 1 2 3 4 RUPdiária-Alvenaria Estrutural 0 25/11/0326/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/0301/12/0302/12/0303/12/03 RUPdiária-Alvenaria Estrutural José Cícero da Silva 1 MÉDIA RUP 0 25/11/0326/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/0301/12/0302/12/0303/12/03 RUPdiária-Alvenaria Estrutural Nivaldo da Silva Félix MÉDIA RUP
  22. 22. RUP diária - Jorge da Silva (Semana experimental) 0 1 2 3 4 5 6 RUPdiária-Alvenaria Estrutural RUPdiária - Genival Carlos da Silva (Semana experimental) 0 0,5 1 1,5 2 2,5 RUPdiária-Alvenaria Estrutural 0 25/11/2003 26/11/2003 27/11/2003 28/11/2003 29/11/2003 30/11/2003 1/12/2003 2/12/2003 3/12/2003 RUPdiária-Alvenaria Jorge da Silva MÉDIA RUP 0 26/11/2003 27/11/2003 28/11/2003 29/11/2003 30/11/2003 1/12/2003 2/12/2003 3/12/2003 RUPdiária-Alvenaria Estrutural GenivalCarlos de Melo MÉDIA RUP
  23. 23. RUP diária - Aluízio Pedro dos Anjos (Semana experimental) 0,5 1 1,5 2 2,5 3 RUPdiária-Alvenaria Estrutural RUP diária - João dos Santos (Semana experimental) 0,5 1 1,5 2 2,5 3 RUPdiária-Alvenaria Estrutural 0 0,5 1 26/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/031/12/032/12/033/12/03 RUPdiária-Alvenaria Estrutural Aluízio Pedro dos Anjos MÉDIA RUP 0 0,5 1 26/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/031/12/032/12/033/12/03 RUPdiária-Alvenaria Estrutural João dos Santos MÉDIA RUP
  24. 24. RUP diária - Manuel Moreira (Semana experiemental) 0 1 2 3 4 RUPdiária-Alvenaira Estrutural RUP diária - Roberto dos Santos (Semana experimental) 0,5 1 1,5 2 RUPdiária-Alvenaria Estrutural 26/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/031/12/032/12/033/12/03 RUPdiária-Alvenaira ManuelMoreira MÉDIA RUP 0 0,5 26/11/0327/11/0328/11/0329/11/0330/11/031/12/032/12/033/12/03 RUPdiária-Alvenaria Estrutural Roberto dos Santos MÉDIA RUP
  25. 25. RUP DIÁRIA (Semana Experimental) 1,5 2 2,5 3 3,5 RUP 0 0,5 1 1,5 1 2 3 4 5 6 7 8 Funcionários 26/nov 27/nov 28/nov 29/nov 1/dez 2/dez 3/nov MEDIA SEMANA FIGURA xx – Gráfico RUP Diária (Semana Experimental)
  26. 26. RUP - COEFICIENTE DE VARIAÇÃO (Semana Experimental) 2 2,5 3 3,5 RUP 0 0,5 1 1,5 1 2 3 4 5 6 7 8 Funcionários RUP RUP - 26/NOV RUP - 03/DEZ RUP MÉDIA
  27. 27. RUP's MATA ATLÂNTICA 1,47 1,25 1,02 RUPINICIAL RUPPOTENCIAL RUPCUMULATIVA
  28. 28. RPU- Efeito Aprendizado - José Cícero daSilva 1 0 1 2 RUP- Alvenaria Estrutural RUP- Efeito Aprendizado - Nivaldo daSilva Félix 0 1 2 RUP- Alvenaria Estrutural 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) Alvenaria Estrutural JoséCícerodaSilva1 MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) Alvenaria Estrutural NivaldodaSilvaFélix MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL
  29. 29. RUP - Efeito Aprendizado - Jorge da Silva 0,5 1 1,5 2 RUP-Alvenaria Estrutural RUP - Efeito Aprendizado - Genival Carlos da Silva 1 2 3 RUP- Alvenaria Estrutural 0 0,5 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) RUP-Alvenaria Estrutural Jorge da Silva MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL 0 1 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) RUP- Alvenaria Estrutural Genival Carlos de Melo MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL
  30. 30. RUP - Efeito Aprendizado - Aluízio Pedro dos Anjos 1 2 3 RUP Alvenaria Estrutural RUP - Efeito Aprendizado - João dos Santos 0,5 1 1,5 2 RUP-Alvenaria Estrutural 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) Alvenaria Estrutural Aluízio Pedro dos Anjos MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) RUP-Alvenaria Estrutural João dos Santos MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL
  31. 31. RUP - Efeito Aprendizado - Manuel Moreira 0 0,5 1 1,5 2 RUP-Alvenaria Estrutural RUP - Efeito Aprendizado - Roberto dos Santos 0 1 2 RUP- Alvenaria Estrutural 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) RUP-Alvenaria ManuelMoreira MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL 0 1° 2° 3° 4° Repetições (Semanas) Alvenaria Estrutural Roberto dos Santos MÉDIA RUPINICIAL MÉDIA RUPFINAL RUPPOTENCIAL
  32. 32. RUP Efeito Aprendizado (Primeiras repetições) 0 0,5 1 1,5 2 2,5 RUP 0 1 2 3 4 5 6 7 8 FUNCIONÁRIOS 1ª Semana 4ª Semana RUP Semana Experimental RUP Potencial RUP Cumulativa
  33. 33. CURVA DE APRENDIZAGEM (GEHBAUER 2004)
  34. 34. CURVA DE APRENDIZAGEM 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% TEMPODEMANDADO 0% 10% 20% 30% 40% 1 2 3 4 N°DE REPETIÇÕES TEMPODEMANDADO CURVA MATA ATLÃNTICA CURVA 90% CURVA 70%
  35. 35. RUP média mensal - José Cícero da Silva 1 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural RUP média mensal - Nivaldo da Silva Félix 0,5 1 1,5 2 RUP-Alvenaria Estrutural 0 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 RUP-Alvenaria Estrutural José Cícero da Silva 1 MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL 0 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 RUP-Alvenaria Estrutural Nivaldo da Silva Félix MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL
  36. 36. RUP média mensal - Jorge da Silva 1 1,5 2 RUP-AlvenariaEstrutural RUPmédia mensal - Genival Carlos de Melo 0,5 1 1,5 2 RUP-Alvenaria Estrutural 0 0,5 1 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 RUP-AlvenariaEstrutural Jorge da Silva MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL 0 0,5 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 RUP-Alvenaria Estrutural GenivalCarlos de Melo MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL
  37. 37. RUP média mensal - Aluízio Pedro dos Anjos 1 1,5 2 RUP-Alvenaira Estrutural RUP média mensal - João dos Santos 1 1,5 2 2,5 RUP-Alvenaria Estrutural 0 0,5 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 RUP-Alvenaira Estrutural Aluízio Pedro dos Anjos MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL 0 0,5 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 RUP-Alvenaria Estrutural João dos Santos MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL
  38. 38. RUPmédia mensal - Manuel Moreira 0,5 1 1,5 2 2,5 RUP-Alvenaria Estrutural RUPmédia mensal - Roberto dos Santos 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural 0 0,5 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 RUP-Alvenaria ManuelMoreira MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL 0 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 RUP-Alvenaria Roberto dos Santos MÉDIA RUP RUPPOTENCIAL
  39. 39. RUP Mensal 1 1,5 2 2,5 RUP 0 0,5 1 1 2 3 4 5 6 7 8 Funcionários nov/04 fev/05 RUP Geral RUP POTENCIAL
  40. 40. RUPmédia mensal - José Cícero da Silva 1 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural RUPmédia mensal - Nivaldo dos Santos 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural 0 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 RUP-Alvenaria José Cícero da Silva 1 RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL fev/05 mar/05abr/05 mai/05jun/05 jul/05ago/05 Nivaldo da Silva Félix RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL
  41. 41. RUPmédia mensal - Roberto dos Santos 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural RUPmédia mensal - Jersino dos Santos 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural 0 fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 jul/05 RUP-Alvenaria Robertodos Santos RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL 0 fev/05mar/05abr/05mai/05jun/05 jul/05ago/05 RUP-Alvenaria Jersino dos Santos RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL
  42. 42. RUP média mensal - Geraldo da Silva 0 0,5 1 1,5 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 jul/05 RUP-Alvenaria Estrutural RUP média mensal - Edmilson Ribeiro da Silva 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 jul/05 Geraldo da Silva RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL 0 fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 RUP-Alvenaria Edmilson Ribeiro da Silva RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL
  43. 43. RUP média mensal - José G. A. de Maria 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural RUPmédia mensal - Gilvan da Silva 0 0,5 1 1,5 RUP-Alvenaria Estrutural 0 fev/05 abr/05 jun/05 ago/05 RUP-Alvenaria José G. A. De Maria RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 jul/05 RUP-Alvenaria Gilvan da Silva RUPMÉDIA - DHC RUPPOTENCIAL
  44. 44. RUP Efeito Aprendizado 0,5 1 1,5 RUP 0 1 2 3 4 5 6 7 8 FUNCIONÁRIOS 1ª SEMANA 4ª SEMANA RUP POTENCIAL RUP FINAL-DHC
  45. 45. CURVA DE APRENDIZAGEM - DHC 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% TEMPODEMANDADO 0% 10% 20% 30% 40% 1 2 3 4 N°DE REPETIÇÕES TEMPODEMANDADO CURVA DHC CURVA 90% CURVA 70%
  46. 46. COMPARATIVOS : RESIDENCIAL MATA ATLÂNTICA RUP PRODUTIVIDADE RUP EXPERIMENTAL (1) 1,47 HH/M2 0,68 M2/H RUP POTENCIAL (2) 1,25 HH/M2 0,80 M2/H RUP CUMULATIVA (3) 1,02HH/M2 0,98 M2/H COMPARANDO 1 E 2 17,64 % COMPARANDO 2 E 3 22,50 %COMPARANDO 2 E 3 22,50 % COMPARANDO 1 E 3 44,12 % RESIDENCIAL DOM HELDER CÂMARA RUP PRODUTIVIDADE RUP POTENCIAL (2) 1,02 HH/M2 0,98 M2/H RUP CUMULATIVA (3) 0,78HH/M2 1,28 M2/H COMPARANDO 2 E 3 30,61 % COMPARANDO 1 E 3 88,24 %
  47. 47. Médias diárias de alvenaria MA 6,5 7 7,5 8 8,5 9 9,5 10 10,5 11 11,5 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5 Pedreiros
  48. 48. Médias diárias de alvenaria DHC
  49. 49. OBRIGADO! TELEFONE (82) 9981-7624 (82) 8166-7775 (82) 9988-0018(82) 9988-0018 E-MAIL marcosnemezio54@hotmail.com marcos.nemezio@halbreich.com.br

×