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METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENTE
(ANVISA, 2016)
Identificação Correta do Paciente
Meta I:
META 1 - Identificação do Paciente
É o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento.
Desde a internação até a alta, erros podem acontecer nas seguintes etapas: diagnóstico, coleta de exames, mudança de leito, pacientes homônimos.
O que é?
Onde pode ocorrer a falha? Evitar a ocorrência de erros e enganos que possam causar danos decorrentes da identificação do paciente.
Por que realizar?
Em todos os ambientes de prestação do cuidado de saúde em que sejam realizados procedimentos terapêuticos e de diagnóstico.
Onde fazer?
É o processo pelo qual se assegura
ao paciente que a ele é destinado
determinado tipo de procedimento
ou tratamento.
Desde a internação até a alta,
erros podem acontecer nas
seguintes etapas: diagnóstico,
coleta de exames, mudança de
leito, pacientes homônimos.
Evitar a ocorrência de erros e
enganos que possam causar
d a n o s d e c o r r e n t e s d a
identificação do paciente.
Em to do s o s am biente s d e
prestação do cuidado de saúde
e m q u e s e j a m r e a l i z a d o s
procedimentos terapêuticos e de
diagnóstico.
A identificação correta é o processo pelo qual
se assegura ao paciente o cuidado a qual é
destinado, prevenindo a ocorrência de erros e
enganos que possam causar danos.
(ANVISA, 2017)
IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE
O protocolo deve ser aplicado a todos os ambientes de prestação do
cuidado de saúde em que sejam realizados procedimentos
IDENTIFICADORES
NOME COMPLETO DO
PACIENTE
DATA DE NASCIMENTO
DO PACIENTE
Utilizar, dois identificadores em pulseira padronizada, colocada em
do paciente para que seja conferido antes do
cuidado.
Em casos de politraumatizados, queimados, mutilados colocar a pulseira em
COMO IDENTIFICAR
PA: Pulseira branca + pulseira colorida. No horário em que há a
classificação de risco (09h às 21h), é utilizada pulseira colorida, conforme
protocolo de classificação de riscos. Antes ou após este horário, os
pacientes são identificados com a pulseira branca.
CTI/UI: Pulseira + plano assistencial.
HM: Pulseira colocada em membro superior esquerdo
CC: Pulseira + identificação das salas
Ambulatórios: etiqueta adesiva com os dados de identificação, que deve
ser fixada no peito do paciente.
COMO IDENTIFICAR
COMO IDENTIFICAR
- :
Ficha de identificação contendo duas fontes identificadoras
+ Riscos (Queda e Alergia).
Ficha com: Nome + procedimento a ser realizado + nome
do cirurgião + nome do anestesista + nome do circulante de
sala + riscos (alergia/queda).
TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES PARA OUTRAS
INSTITUIÇÕES:
O número do quarto/enfermaria/leito do paciente não pode
ser usado como um identificador.
Quando for realizada transferência para outro serviço de
saúde manter o uso da pulseira com etiqueta até o outro
serviço assumir o paciente.
Meta II:
Melhorar a comunicação entre Profissionais
META 2 - Comunicação Efetiva
A comunicação efetiva é bidirecional. Para que ela ocorra com segurança, é necessário que haja resposta e validação das informações emitidas.
O que é?
Melhorar a comunicação entre profissionais da assistência, assegurando a transmissão das informações de forma completa e com a garantia da compreensão de todos os envolvidos.
Objetivo
Passagem de plantão; prescrição verbal em situações de emergência; letra ilegível em registros no prontuário e em formulários; ausência de carimbo com identificação do profissional que prestou o cuidado ao paciente; transição de cuidados entre os turnos; transferências entre os setores e entre as instituições de saúde; alta hospitalar e seu registro no prontuário.
Processos críticos envolvidos
A comunicação efetiva é bidirecional. Para
que ela ocorra com segurança, é necessário
q u e h a j a re s p o sta e va l i d a çã o d a s
informações emitidas.
Melhorar a comunicação entre profissionais da
assistência, assegurando a transmissão das
informações de forma completa e com a
garantia da compreensão de todos os
envolvidos.
Passagem de plantão; prescrição verbal em situações de
emergência; letra ilegível em registros no prontuário e em
formulários; ausência de carimbo com identificação do
profissional que prestou o cuidado ao paciente; transição de
cuidados entre os turnos; transferências entre os setores e
entre as instituições de saúde; alta hospitalar e seu registro
no prontuário.
COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS
COMO FAZEMOS: escrita, telefone, meio eletrônico, comunicação
verbal e não verbal.
EVOLUÇÃO EM PRONTUÁRIO
CONTINUIDADE DO CUIDADO
Passagem de Plantão
Informações Importantes:
• Condições do paciente;
• Medicamentos que estão sendo utilizados;
• Exames realizados, previstos e resultados;
• Previsão do tratamento;
• Recomendações sobre os cuidados;
• Alertas sobre alergias e riscos;
• Alterações significativas da evolução do paciente.
Meta III:
Melhorar a segurança em Medicamentos
META 3- Segurança na Utilização de
Medicamentos
Trata-se da diminuição de danos evitáveis relacionados ao uso de medicamentos. A utilização segura engloba atividades de prevenção e minimização dos danos provocados por eventos adversos que resultam do processo de uso dos medicamentos.
O que é?
Promover práticas seguras na prescrição, uso e administração de medicamentos em estabelecimentos de saúde.
Objetivo
• Legibilidade da prescrição;
• Uso de abreviações na prescrição e etiquetas;
• Prescrição de medicamentos com
nomes semelhantes;
• Fluxo de separação, identificação e dispensação
de medicamentos;
• Preparo e administração de medicamentos e
reações adversas;
• Identificação do paciente ao qual se destina;
• Prática do “reproduzir” prescrições médicas em instituições que possuem prontuário eletrônico.
Processos críticos envolvidos
• Legibilidade da prescrição;
• Uso de abreviações na prescrição e etiquetas;
• Prescrição de medicamentos com
nomes semelhantes;
• Fluxo de separação, identificação e dispensação
de medicamentos;
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reações adversas;
• Identificação do paciente ao qual se destina;
• Prática do “reproduzir” prescrições médicas em
instituições que possuem prontuário eletrônico.
Trata-se da diminuição de danos evitáveis
relacionados ao uso de medicamentos. A
utilização segura engloba atividades de
prevenção e minimização dos danos provocados
por eventos adversos que resultam do processo
de uso dos medicamentos.
Promover práticas seguras na prescrição, uso e
a d m i n i st ra çã o d e m e d i ca m e n t o s e m
estabelecimentos de saúde.
(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014)
PILARES PARA A SEGURANÇA DO PROCESSO
PRÁTICAS SEGURAS PARA PRESCRIÇÃO
Formulário institucional
padronizado
Identificação do hospital
Nome completo do paciente
Identificação do prescritor
Leito
Serviço
Enfermaria/apartamento
Número do prontuário/Registro do
atendimento
Data da prescrição
Informações legíveis, prescrições digitadas e eletrônicas
PRÁTICAS SEGURAS PARA PRESCRIÇÃO
Restritas às situações de urgência/emergência, devendo ser imediatamente
escritas no formulário da prescrição após a administração do medicamento
NOME + DOSE + VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Quem recebeu a ordem verbal deve repetir de volta o que foi dito, confirmado pelo
prescritor, antes de administrar o medicamento.
Prescrições verbais:
(ANVISA, 2013)
PRÁTICAS SEGURAS PARA DISTRIBUIÇÃO
10 CERTOS DE ADMINISTRAÇÃO SEGURA
PACIENTE
SEGURO
(ANVISA, 2017)
Meta IV:
Garantir a segurança cirúrgica
META 4- Cirurgia Segura
Protocolo básico de segurança do
paciente, que, através da implantação de
determinadas ações, minimiza a
ocorrência de incidentes, eventos
adversos e reduz a taxa de mortalidade
cirúrgica.
CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA
Trata-se de uma lista de verificação que deve ser aplicada em três momentos:
1) antes da indução anestésica,
2) imediatamente antes da cirurgia (time out)
3) após o procedimento
CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA
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1) antes da indução anestésica,
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O que é?
CIRURGIA SEGURA
CIRURGIA SEGURA
• 1ª etapa: Antes da indução anestésica
• 2ª etapa: Antes da incisão cirúrgica
• 3ª etapa: Antes de o paciente sair da sala de
cirurgia
CIRURGIA SEGURA
Caso haja resposta que inviabilize a
realização do procedimento nas fases
1 e 2 a equipe deverá avaliar o
cancelamento da cirurgia.
O check-list de Cirurgia Segura deverá ser anexado ao
prontuário do paciente de modo a facilitar possíveis
consultas futuras quanto a realização do processo
cirúrgico.
Meta V:
Reduzir o risco de infecção relacionadas ao
cuidado
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
(ANVISA, 2017)
A higienização correta das mãos representa uma prática
do cuidar em enfermagem reconhecida como a medida
mais importante e eficaz no controle de infecções
relacionadas a assistência em saúde.
TÉCNICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
(ANVISA, 2017)
As técnicas empregadas na higienização com uso de sabonete
e preparações alcoólica se assemelham, sendo as únicas
diferenças o produto utilizado e que na higienização com
preparações alcoólicas, não se deve secar as mãos com papel
toalha.
TÉCNICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
OS 5 MOMENTOS PARA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
Meta VI:
Reduzir o risco de quedas e lesão por
pressão
A hospitalização aumenta o risco de queda!
(ANVISA, 2013)
PREVENÇÃO DE QUEDAS
DEFINIÇÃO DE QUEDA
A queda é definida como deslocamento
não intencional do corpo para um nível
inferior à posição inicial, provocado por
diversas circunstâncias, resultando ou
não em dano.
ONDE PODE OCORRER A QUEDA
• da própria altura,
• da maca/cama,
• de assentos (cadeira de rodas, poltronas,
cadeiras, cadeira higiênica),
• vaso sanitário.
FATORES DE RISCO PARA A QUEDA
Idade > 65 anos
Equilíbrio corporal
(marcha alterada)
Comprometimento
sensorial: visão,
audição ou tato
Declínio cognitivo,
depressão,
demência, agitação,
confusão, ansiedade
Necessidade de
dispositivo auxiliar à
marcha
Uso de medicamentos
que causem sonolência,
tontura, fraqueza
muscular, urgência
miccional/
intestinal, etc.
História prévia de
queda
Obesidade severa
Pacientes
encontram-se em
ambientes que não
lhe são familiares
(ANVISA, 2013)
PREVENÇÃO DE QUEDAS
Manter a campainha ao
alcance do paciente,
cama na posição baixa e
com rodas travadas
Orientar ao
paciente/acompanhante
quanto ao risco de queda
Intensificar a atenção a
pacientes que estão em
uso de sedativo e
hipnótico, tranquilizante,
diurético, anti-hipertensivo
e antiparkinsonianos
Manter as grades das
camas sempre elevadas e
orientar os pacientes e
familiares sobre este
cuidado
Avaliar periodicamente camas e macas a fim identificar problemas de funcionamento
Transpor paciente da mesa
cirúrgica para a maca,
quando possível, por mais de
um profissional utilizando
traçado
Realizar transposição de
paciente utilizando cadeira de
rodas, maca ou cama,
sempre acompanhado de no
mínimo 2 técnicos de
enfermagem e rodas
travadas
Manter vigilância e
agilidade no atendimento
às campainhas
O que é?
Prevenir a ocorrência de lesão por pressão e de outras lesões
de pele.
Objetivo
Evitar o prolongamento de internações, riscos de infecção e outros
agravos evitáveis relacionados ao surgimento de lesões de pele e de
lesões por pressão.
(ANVISA, 2017)
PREVENÇÃO DA LESÃO POR PRESSÃO
(ANVISA, 2017)
PREVENÇÃO DA LESÃO POR PRESSÃO
FATORES DE RISCO
• Tempo de permanência do paciente no serviço
de saúde;
• Mobilidade alterada;
• Extremo de idades;
• Deficiência nutricional (desnutrição e
desidratação);
• Incontinência urinária/fecal;
• Alteração na sensibilidade da pele;
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• Presença de doença vascular.
MEDIDAS PREVENTIVAS PARA LESÃO
(ANVISA, 2017)
LESÃO POR PRESSÃO
(ANVISA, 2017)
MEDIDAS PREVENTIVAS PARA LESÃO
O primeiro requisito de um hospital é que
ele jamais deveria fazer mal ao doente.
Florence Nightingale
REFERÊNCIAS
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à
Assistência à Saúde (2016-2020). 2016
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Práticas seguras para prevenção de Lesão por Pressão em serviços de saúde. NOTA
TÉCNICA GVIMS/GGTES No 03/2017.
• BRASIL. NORMA REGULAMENTADORA 32 - NR 32.2002.
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RESOLUÇÃO - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Como posso contribuir para aumentar a segurança do paciente?. 2017
• SCHULMEISTER, L. Patient misidentification in oncology care. Clin J Oncol Nurs. 2008 Jun; 12(3):495-8.
• MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos, 2014.
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Protocolo Prevenção de Quedas, 2013.
• ANVISA. SEGURANÇA DO PACIENTE - Higienização das Mãos. Brasil, 2017.
• ANVISA. Os 5 Momentos para a HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS. Brasil, 2017.
• ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência
à Saúde (2016-2020). 2016
• ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 222/2018 COMENTADA. GERENCIA DE REGULAMENTAÇÃO E
CONTROLE SANITÁRIO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GRECS/GERENCIA GERAL DE TECNOLOGIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE -
GGTES/ANVISA.
• BRASIL. NORMA REGULAMENTADORA 32 - NR 32.2002.
• BRASIL. MINISTERIO DA SAÚDE. PORTARIA NO - 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016.
• SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
• CDC. Centres for Disease Control and Prevention. The White House – Washington. National Strategy for Combating Antibioticresistant
Bacteria. September 2014
• OMS. Organização Mundial de Saúde. Os cinco momentos para a higienização das mãos, 2013
• WHO, World Health Organization. WHO guidelines for safe surgery. Geneva:WHO; 2009
• WHO. World Health Organization. Global Action Plan on Antimicrobial Resistance. 2015.
Semana de segurança do paciente - 2021

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Semana de segurança do paciente - 2021

  • 1.
  • 2. METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENTE (ANVISA, 2016)
  • 3. Identificação Correta do Paciente Meta I:
  • 4. META 1 - Identificação do Paciente É o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento. Desde a internação até a alta, erros podem acontecer nas seguintes etapas: diagnóstico, coleta de exames, mudança de leito, pacientes homônimos. O que é? Onde pode ocorrer a falha? Evitar a ocorrência de erros e enganos que possam causar danos decorrentes da identificação do paciente. Por que realizar? Em todos os ambientes de prestação do cuidado de saúde em que sejam realizados procedimentos terapêuticos e de diagnóstico. Onde fazer? É o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento. Desde a internação até a alta, erros podem acontecer nas seguintes etapas: diagnóstico, coleta de exames, mudança de leito, pacientes homônimos. Evitar a ocorrência de erros e enganos que possam causar d a n o s d e c o r r e n t e s d a identificação do paciente. Em to do s o s am biente s d e prestação do cuidado de saúde e m q u e s e j a m r e a l i z a d o s procedimentos terapêuticos e de diagnóstico.
  • 5. A identificação correta é o processo pelo qual se assegura ao paciente o cuidado a qual é destinado, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que possam causar danos. (ANVISA, 2017) IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE
  • 6. O protocolo deve ser aplicado a todos os ambientes de prestação do cuidado de saúde em que sejam realizados procedimentos
  • 8. Utilizar, dois identificadores em pulseira padronizada, colocada em do paciente para que seja conferido antes do cuidado. Em casos de politraumatizados, queimados, mutilados colocar a pulseira em COMO IDENTIFICAR
  • 9. PA: Pulseira branca + pulseira colorida. No horário em que há a classificação de risco (09h às 21h), é utilizada pulseira colorida, conforme protocolo de classificação de riscos. Antes ou após este horário, os pacientes são identificados com a pulseira branca. CTI/UI: Pulseira + plano assistencial. HM: Pulseira colocada em membro superior esquerdo CC: Pulseira + identificação das salas Ambulatórios: etiqueta adesiva com os dados de identificação, que deve ser fixada no peito do paciente. COMO IDENTIFICAR
  • 10. COMO IDENTIFICAR - : Ficha de identificação contendo duas fontes identificadoras + Riscos (Queda e Alergia). Ficha com: Nome + procedimento a ser realizado + nome do cirurgião + nome do anestesista + nome do circulante de sala + riscos (alergia/queda).
  • 11. TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES PARA OUTRAS INSTITUIÇÕES: O número do quarto/enfermaria/leito do paciente não pode ser usado como um identificador. Quando for realizada transferência para outro serviço de saúde manter o uso da pulseira com etiqueta até o outro serviço assumir o paciente.
  • 12. Meta II: Melhorar a comunicação entre Profissionais
  • 13. META 2 - Comunicação Efetiva A comunicação efetiva é bidirecional. Para que ela ocorra com segurança, é necessário que haja resposta e validação das informações emitidas. O que é? Melhorar a comunicação entre profissionais da assistência, assegurando a transmissão das informações de forma completa e com a garantia da compreensão de todos os envolvidos. Objetivo Passagem de plantão; prescrição verbal em situações de emergência; letra ilegível em registros no prontuário e em formulários; ausência de carimbo com identificação do profissional que prestou o cuidado ao paciente; transição de cuidados entre os turnos; transferências entre os setores e entre as instituições de saúde; alta hospitalar e seu registro no prontuário. Processos críticos envolvidos A comunicação efetiva é bidirecional. Para que ela ocorra com segurança, é necessário q u e h a j a re s p o sta e va l i d a çã o d a s informações emitidas. Melhorar a comunicação entre profissionais da assistência, assegurando a transmissão das informações de forma completa e com a garantia da compreensão de todos os envolvidos. Passagem de plantão; prescrição verbal em situações de emergência; letra ilegível em registros no prontuário e em formulários; ausência de carimbo com identificação do profissional que prestou o cuidado ao paciente; transição de cuidados entre os turnos; transferências entre os setores e entre as instituições de saúde; alta hospitalar e seu registro no prontuário.
  • 14. COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS COMO FAZEMOS: escrita, telefone, meio eletrônico, comunicação verbal e não verbal.
  • 16. CONTINUIDADE DO CUIDADO Passagem de Plantão Informações Importantes: • Condições do paciente; • Medicamentos que estão sendo utilizados; • Exames realizados, previstos e resultados; • Previsão do tratamento; • Recomendações sobre os cuidados; • Alertas sobre alergias e riscos; • Alterações significativas da evolução do paciente.
  • 17. Meta III: Melhorar a segurança em Medicamentos
  • 18. META 3- Segurança na Utilização de Medicamentos Trata-se da diminuição de danos evitáveis relacionados ao uso de medicamentos. A utilização segura engloba atividades de prevenção e minimização dos danos provocados por eventos adversos que resultam do processo de uso dos medicamentos. O que é? Promover práticas seguras na prescrição, uso e administração de medicamentos em estabelecimentos de saúde. Objetivo • Legibilidade da prescrição; • Uso de abreviações na prescrição e etiquetas; • Prescrição de medicamentos com nomes semelhantes; • Fluxo de separação, identificação e dispensação de medicamentos; • Preparo e administração de medicamentos e reações adversas; • Identificação do paciente ao qual se destina; • Prática do “reproduzir” prescrições médicas em instituições que possuem prontuário eletrônico. Processos críticos envolvidos • Legibilidade da prescrição; • Uso de abreviações na prescrição e etiquetas; • Prescrição de medicamentos com nomes semelhantes; • Fluxo de separação, identificação e dispensação de medicamentos; • Preparo e administração de medicamentos e reações adversas; • Identificação do paciente ao qual se destina; • Prática do “reproduzir” prescrições médicas em instituições que possuem prontuário eletrônico. Trata-se da diminuição de danos evitáveis relacionados ao uso de medicamentos. A utilização segura engloba atividades de prevenção e minimização dos danos provocados por eventos adversos que resultam do processo de uso dos medicamentos. Promover práticas seguras na prescrição, uso e a d m i n i st ra çã o d e m e d i ca m e n t o s e m estabelecimentos de saúde.
  • 19. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014) PILARES PARA A SEGURANÇA DO PROCESSO
  • 20. PRÁTICAS SEGURAS PARA PRESCRIÇÃO Formulário institucional padronizado Identificação do hospital Nome completo do paciente Identificação do prescritor Leito Serviço Enfermaria/apartamento Número do prontuário/Registro do atendimento Data da prescrição Informações legíveis, prescrições digitadas e eletrônicas
  • 21. PRÁTICAS SEGURAS PARA PRESCRIÇÃO Restritas às situações de urgência/emergência, devendo ser imediatamente escritas no formulário da prescrição após a administração do medicamento NOME + DOSE + VIA DE ADMINISTRAÇÃO Quem recebeu a ordem verbal deve repetir de volta o que foi dito, confirmado pelo prescritor, antes de administrar o medicamento. Prescrições verbais: (ANVISA, 2013)
  • 22. PRÁTICAS SEGURAS PARA DISTRIBUIÇÃO
  • 23. 10 CERTOS DE ADMINISTRAÇÃO SEGURA PACIENTE SEGURO (ANVISA, 2017)
  • 24. Meta IV: Garantir a segurança cirúrgica
  • 25. META 4- Cirurgia Segura Protocolo básico de segurança do paciente, que, através da implantação de determinadas ações, minimiza a ocorrência de incidentes, eventos adversos e reduz a taxa de mortalidade cirúrgica. CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA Trata-se de uma lista de verificação que deve ser aplicada em três momentos: 1) antes da indução anestésica, 2) imediatamente antes da cirurgia (time out) 3) após o procedimento CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA Trata-se de uma lista de verificação que deve ser aplicada em três momentos: 1) antes da indução anestésica, 2) imediatamente antes da cirurgia (time out) 3) após o procedimento O que é?
  • 27. CIRURGIA SEGURA • 1ª etapa: Antes da indução anestésica • 2ª etapa: Antes da incisão cirúrgica • 3ª etapa: Antes de o paciente sair da sala de cirurgia
  • 28. CIRURGIA SEGURA Caso haja resposta que inviabilize a realização do procedimento nas fases 1 e 2 a equipe deverá avaliar o cancelamento da cirurgia. O check-list de Cirurgia Segura deverá ser anexado ao prontuário do paciente de modo a facilitar possíveis consultas futuras quanto a realização do processo cirúrgico.
  • 29. Meta V: Reduzir o risco de infecção relacionadas ao cuidado
  • 30. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS (ANVISA, 2017) A higienização correta das mãos representa uma prática do cuidar em enfermagem reconhecida como a medida mais importante e eficaz no controle de infecções relacionadas a assistência em saúde.
  • 31. TÉCNICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS (ANVISA, 2017) As técnicas empregadas na higienização com uso de sabonete e preparações alcoólica se assemelham, sendo as únicas diferenças o produto utilizado e que na higienização com preparações alcoólicas, não se deve secar as mãos com papel toalha.
  • 33. OS 5 MOMENTOS PARA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
  • 34. Meta VI: Reduzir o risco de quedas e lesão por pressão
  • 35. A hospitalização aumenta o risco de queda! (ANVISA, 2013) PREVENÇÃO DE QUEDAS DEFINIÇÃO DE QUEDA A queda é definida como deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, provocado por diversas circunstâncias, resultando ou não em dano. ONDE PODE OCORRER A QUEDA • da própria altura, • da maca/cama, • de assentos (cadeira de rodas, poltronas, cadeiras, cadeira higiênica), • vaso sanitário.
  • 36. FATORES DE RISCO PARA A QUEDA Idade > 65 anos Equilíbrio corporal (marcha alterada) Comprometimento sensorial: visão, audição ou tato Declínio cognitivo, depressão, demência, agitação, confusão, ansiedade Necessidade de dispositivo auxiliar à marcha Uso de medicamentos que causem sonolência, tontura, fraqueza muscular, urgência miccional/ intestinal, etc. História prévia de queda Obesidade severa Pacientes encontram-se em ambientes que não lhe são familiares
  • 38. PREVENÇÃO DE QUEDAS Manter a campainha ao alcance do paciente, cama na posição baixa e com rodas travadas Orientar ao paciente/acompanhante quanto ao risco de queda Intensificar a atenção a pacientes que estão em uso de sedativo e hipnótico, tranquilizante, diurético, anti-hipertensivo e antiparkinsonianos Manter as grades das camas sempre elevadas e orientar os pacientes e familiares sobre este cuidado Avaliar periodicamente camas e macas a fim identificar problemas de funcionamento Transpor paciente da mesa cirúrgica para a maca, quando possível, por mais de um profissional utilizando traçado Realizar transposição de paciente utilizando cadeira de rodas, maca ou cama, sempre acompanhado de no mínimo 2 técnicos de enfermagem e rodas travadas Manter vigilância e agilidade no atendimento às campainhas
  • 39. O que é? Prevenir a ocorrência de lesão por pressão e de outras lesões de pele. Objetivo Evitar o prolongamento de internações, riscos de infecção e outros agravos evitáveis relacionados ao surgimento de lesões de pele e de lesões por pressão. (ANVISA, 2017) PREVENÇÃO DA LESÃO POR PRESSÃO
  • 40. (ANVISA, 2017) PREVENÇÃO DA LESÃO POR PRESSÃO FATORES DE RISCO • Tempo de permanência do paciente no serviço de saúde; • Mobilidade alterada; • Extremo de idades; • Deficiência nutricional (desnutrição e desidratação); • Incontinência urinária/fecal; • Alteração na sensibilidade da pele; • Alteração do estado de consciência; • Presença de doença vascular.
  • 41. MEDIDAS PREVENTIVAS PARA LESÃO (ANVISA, 2017) LESÃO POR PRESSÃO
  • 43. O primeiro requisito de um hospital é que ele jamais deveria fazer mal ao doente. Florence Nightingale
  • 44. REFERÊNCIAS • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (2016-2020). 2016 • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Práticas seguras para prevenção de Lesão por Pressão em serviços de saúde. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES No 03/2017. • BRASIL. NORMA REGULAMENTADORA 32 - NR 32.2002. • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RESOLUÇÃO - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Como posso contribuir para aumentar a segurança do paciente?. 2017 • SCHULMEISTER, L. Patient misidentification in oncology care. Clin J Oncol Nurs. 2008 Jun; 12(3):495-8. • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos, 2014. • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Protocolo Prevenção de Quedas, 2013. • ANVISA. SEGURANÇA DO PACIENTE - Higienização das Mãos. Brasil, 2017. • ANVISA. Os 5 Momentos para a HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS. Brasil, 2017. • ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (2016-2020). 2016 • ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 222/2018 COMENTADA. GERENCIA DE REGULAMENTAÇÃO E CONTROLE SANITÁRIO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GRECS/GERENCIA GERAL DE TECNOLOGIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GGTES/ANVISA. • BRASIL. NORMA REGULAMENTADORA 32 - NR 32.2002. • BRASIL. MINISTERIO DA SAÚDE. PORTARIA NO - 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016. • SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE • CDC. Centres for Disease Control and Prevention. The White House – Washington. National Strategy for Combating Antibioticresistant Bacteria. September 2014 • OMS. Organização Mundial de Saúde. Os cinco momentos para a higienização das mãos, 2013 • WHO, World Health Organization. WHO guidelines for safe surgery. Geneva:WHO; 2009 • WHO. World Health Organization. Global Action Plan on Antimicrobial Resistance. 2015.