Crise identidade contemporanea - v_final

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Antropologia - Homem atual e sua crise.

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  • Muitos teóricos afirmam que o homem pós-moderno começou a perder as referências de sua identidade cultural ao inserir-se no mercado global, que o fez compartilhar várias culturas tendo a sua própria sido engolida pelas demais, pois a aldeia global, onde as fronteiras transnacionais foram praticamente dissipadas, não permitiriam uma identidades

    O homem esta perdendo sua identidade, devido ao excesso de interação e falta de interiorização, devido ao bombardeio feito pelos meios de comunicação, e pela lei do consumismo indevido.
    O capitalismo que vivemos passou a ditar a lei do consumo, que nos força a acreditar que somos o que possuímos, desde então países ditos desenvolvidos passaram a se sobrepor sobre os países em desenvolvimento, e impor sua cultura e modo de vida (Globalização e a perda da identidade do Estado-Nação). Isso ocorre principalmente porque as mídias sociais hoje promovem um excesso de interação, onde as pessoas tem uma resposta imediata de toda e qualquer informação, essas mídias são usadas erroneamente para alienar e aumentar a busca pelo consumo leviano. Elas mostram que quanto mais pessoas vc conhecer, quanto melhor vc se vestir, quanto mais vc ganhar (Alienação e a influência da mídia no consumismo dos futuros adultos). E nos faz esquecer que o mais importante é conhecer a nós mesmo.
    (Marx e a crise contemporânea do capitalismo - César Benjamin )
  • O pensamento moderno realizou progresso considerável ao reduzir o existente em uma série de aparições que o manifesta. As aparições que manifestam o existente equivalem-se entre si as aparições não são exteriores nem interiores, as aparições em geral elas apenas se remetem as aparências.
    Trata-se sobretudo de compreender que aparecia revela a essência. E o ser existente é o que ele aparenta.
    Se a essência esta separada da aparência individual que a manifesta, assim compreende-se o ser da aparição ou a essência da aparição, como um “aparecer” que não se opõem a nenhum ser.

  • Crise identidade contemporanea - v_final

    1. 1. 1. Fatores que promovem a crise 2. Influência do Capitalismo 3. Conhecimento Fragmentado 4. A História do Conhecimento 5. Para que você existe? 6. Questões existenciais 7. Caminho para solucionar a crise
    2. 2. Equipe:  André Luiz Gomes Bueno  Claudia Petini  Cristiane di Pacce  Márcia Rodrigues  Márcio Pereira Campos  Regiane Alves  Renata Kanamura FAINC – FACULDADES INTEGRADAS CORAÇÃO DE JESUS 1º Semestre Licenciatura Educação Artística Santo Andre, junho 2013
    3. 3.  Individuo passa ser alguém quando se reconhece no meio.  O Homem perde a identidade, devido ao excesso de interação e falta de interiorização.  Globalização. Qual papel da mídia social?
    4. 4.  O individuo passa a só ser alguém quando está se relacionando com o meio, e não consegue saber qual a sua verdadeira identidade.  O capitalismo passou a ditar a lei do consumo, que nos força a acreditar que somos o que possuímos Consumismo Capitalismo Hiperinteração Falta de interiorização Perda da identidade
    5. 5. A fragmentação do conhecimento tem por consequência a deturpação do sentindo de identidade. O Pensamento complexo em lugar da simplificação e da fragmentação do conhecimento.
    6. 6.  Ciência de Galileu versus Ciência de Johannes Keppler
    7. 7.  Não basta ter olhos, nariz, ouvidos, língua, pele. Os sentidos, no seu estado natural, podem sofrer daquela flacidez , o ensino das, é claro, exige que os professores sejam mestres na dita arte... “Qualquer reforma do ensino e da educação começa com a reforma dos educadores.” Karl Marx
    8. 8.  A aparência revela a essência, e o ser existente é o que ele aparenta?  O pensamento moderno progrediu ao reduzir o ser em manifestações de sua aparência?  Se a essência está separada da aparência individual que a manifesta, assim compreende-se o ser que aparenta ou a essência que aparenta, como um “aparecer” que não se opõem a nenhum ser.
    9. 9. “ O Homem não é nada mais do que faz a si próprio.”  Se pudéssemos perguntar a partir de poucas frases arriscaríamos:  A consciência da liberdade é a angustia?  Ou somos nós que buscamos estabelecer a angústia como consciência de liberdade? “Nem sempre liberdade é fazer aquilo que eu quero, mas aquilo que eu posso” Jean-Paul Sartre
    10. 10. De que forma o conhecimento e saber contribuem para amenizar a crise?
    11. 11. http://docmanagement.com.br/04/17/2012/como-lidar-com-o-excesso-de-informacoes/ www.educarparacrescer.abril.com.br/pensadores-da.../edgar-morin.shtml www.filosofia.ufpr.br/.../1335458620Moral_e_Metafisica_em_Sartre www.bocc.ubi.pt/pag/silva-sergio-salustiano-identidades-culturais.html
    12. 12. http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI229927-17805,00-ANIMACAO+MUITA+INFORMACAO.html 730 350 25 Ano Base 2010 Videos vistos Posts no Facebook TwitterValor expresso em bilhões 108 trilhões de emails

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