Apresentacao corrente eletrica

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Apresentacao corrente eletrica

  1. 1. OS ÁTOMOS SÃO FORMADOS DE: NÚCLEO CONTENDO PRÓTONS E NÊUTRONS. E ELETROSFERA COM SEUS ELÉTRONS
  2. 2. NÊUTRONS: NÃO POSSUEM CARGAS ELÉTRICAS. PRÓTONS: POSSUEM CARGAS POSITIVAS ELÉTRONS: POSSUEM CARGAS NEGATIVAS
  3. 3. ELEMENTOS NEUTROS OU SEM CARGA, NADA ACONTECE. N N
  4. 4. CARGAS IGUAIS: positivo (+) com positivo (+) OU negativo (-) com negativo (-) - -
  5. 5. CARGAS IGUAIS: positivo (+) com positivo (+) OU negativo (-) com negativo (-) - -
  6. 6. CARGAS DIFERENTES: Positiva com negativa -
  7. 7. CARGAS DIFERENTES: Positiva com negativa
  8. 8. UM ÁTOMO POSSUI VÁRIAS ÓRBITAS, CADA ÓRBITA CONTÉM UMA QUANTIDADE DE ELÉTRONS.
  9. 9. ÁTOMOS COM : POUCOS ELÉTRONS NA ÚLTIMA CAMADA SÃO CONDUTORES. TÊM FACILIDADE DE PERDER ELÉTRONS.
  10. 10. ÁTOMOS COM : MUITOS ELÉTRONS NA ÚLTIMA CAMADA SÃO ISOLANTES. TEM FACILIDADE DE RECEBER ELÉTRONS.
  11. 11. NO ÁTOMO DE UM MATERIAL (CONSIDERADO CONDUTOR), OS ELÉTRONS DA ÚLTIMA CAMADA (ELÉTRONS LIVRES), FICAM TROCANDO CONSTANTEMENTE DE ÁTOMO.
  12. 12. CORRENTE ELÉTRICA Condutor sólido sem ddp aplicada em suas extremidades. Movimento aleatório dos elétrons em direções diversas, por causa da agitação molecular (proporcional à temperatura).
  13. 13. O movimento de cargas elétricas no interior de condutores sólidos ocorre por meio da migração de elétrons de uma extremidade do condutor para a outra. E SE APROXIMARMOS UM PÓLO POSITIVO DE UM LADO E UM NEGATIVO DE OUTRO. ESTES ELÉTRONS PASSAM A TER UM MOVIMENTO ORDENADO, DANDO ORIGEM À CORRENTE ELÉTRICA.
  14. 14. Se aplicarmos uma ddp numa solução eletrolítica, cargas positivas irão se movimentar no sentido do campo e as cargas negativas irão se movimentar em sentido contrário ao campo. Poderíamos pensar na existência de duas correntes elétricas: uma constituída de cargas positivas e outra constituída de cargas negativas.
  15. 15. Como cargas positivas movimentando-se num sentido equivalem a cargas negativas em sentido contrário, podemos escolher um dos sentidos como o sentido da corrente. Foi escolhido o sentido da corrente como sendo o sentido com que se movimentam cargas positivas. Essa corrente é chamada de corrente convencional.
  16. 16. Sentidos da Corrente Elétrica Real: movimento dos elétrons (polo negativo para o positivo) Símbolo de uma Pilha (Gerador) É o que ocorre na realidade, o movimento de elétrons.
  17. 17. Sentidos da Corrente Elétrica Símbolo de uma Pilha (Gerador) Não existe movimento de prótons, mas permanece esta concepção por motivos históricos até hoje. Convencional: movimento hipotético de cargas positivas (polo positivo para o negativo, não existe na realidade)
  18. 18. Intensidade de Corrente A intensidade de corrente (i) é uma grandeza que mede a quantidade de carga elétrica que atravessa determinada área de um condutor em determinado intervalo de tempo. t Q i   Ampère segundo Coulomb  Onde: Q – carga elétrica – C(Coulomb) Δ t – tempo - s(segundo) i – corrente elétrica – A(Ampère)
  19. 19. Se a corrente tem intensidade igual a 1,0 A, isso significa que passam por um ponto do condutor 6,25 x 1018 elétrons. Submúltiplos: 1 miliampère = 1 mA = 10-3 A 1 microampère = 1 A = 10-6 A
  20. 20. Corrente elétrica contínua Corrente elétrica contínua é a corrente gerada pelo fluxo de elétrons em uma mesma direção. (I) CC O (t)
  21. 21. EXEMPLO: • A corrente elétrica gerada por uma pilha é uma corrente contínua.
  22. 22. Corrente elétrica alternada Corrente elétrica alternada é a corrente onde os elétrons alternam o sentido do seu fluxo, num movimento de vaivém. 60 ciclos por segundo f = 60Hz
  23. 23. EXEMPLO: Gerador ligado à turbina que transforma a energia da água em corrente elétrica alternada ou contínua.
  24. 24. Resistência Elétrica A figura representa a movimentação de elétrons através de um fio metálico: Os elétrons colidem com os átomos do material encontrando uma oposição à sua movimentação. A grandeza que mede a dificuldade na movimento dos portadores de carga elétrica é chamada de resistência elétrica (R).
  25. 25. A corrente que atravessa um dispositivo é sempre diretamente proporcional à ddp aplicada ao dispositivo. Um dispositivo obedece à Lei de Ohm se a resistência do dispositivo não depende da ddp aplicada. Primeira Lei de Ohm i U R 
  26. 26. Segunda Lei de Ohm A segunda Lei de Ohm é empregada no cálculo da resistência considerando a estrutura atômica do material ( resistividade ρ), a área de secção transversal do condutor (A) e o comprimento do condutor (L) L A L R A  • Onde: • R - Resistência elétrica do condutor (  ); •  - Resistividade do condutor ( .m ); • L - Comprimento do condutor ( m) e • A- Área de secção transversal do fio. ( m2)
  27. 27. OBSERVE O BRILHO DA LÂMPADA DO CONDUTOR LONGO O fio longo e o fio curto estão submetidos à mesma diferença de potencial, mas a intensidade de corrente no fio longo é menor. É mais difícil a movimentação de cargas através do fio longo que através do fio curto.
  28. 28. U 1i U 2i 12 ii  O fio mais curto se opõe menos à movimentação dos portadores de carga. i V R   resistência do fio mais longo é maior que a resistência do fio mais curto. ∆U é igual para os dois fios
  29. 29. Resistor é todo dispositivo elétrico que transforma exclusivamente energia elétrica em energia térmica. Resistor SÍMBOLO R
  30. 30. Alguns dispositivos elétricos classificados como resistores: ferro elétrico, chuveiro, lâmpada incandescente etc. FIM!

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