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COGNIÇÃO ENATIVA E LINGUAGEM
RAQUEL SALCEDO GOMES
• A teoria autopoiética e sua concepção de linguagem: o linguajar
• Caracterização do linguajar e conceitos circundantes: cognição, emoção, conversação
• O linguajar, da autopoiese à enação
• A linguagem no surgimento da cognição enativa
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• Léxico -> rito vocal comandando uma rede esten- dida e crescente de experiências
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mapeada contra a experiência imediata para recuperar decisões e planos relevantes e,
ocasionalmente, para fazê-los evoluir ou adicionar-lhes novos.
• Sintaxe -> algoritmo coletivo e culturalmente formado por meio da experiência pessoal no
curso da experiência individual e da história coletiva da formação, aprendiza- gem, uso e
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• Gramática -> narratividade: acoplamento sujeito (corpo) que faz (verbo) algo (objeto) no
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Cognição enativa e linguagem

  • 1. COGNIÇÃO ENATIVA E LINGUAGEM RAQUEL SALCEDO GOMES
  • 2. • A teoria autopoiética e sua concepção de linguagem: o linguajar • Caracterização do linguajar e conceitos circundantes: cognição, emoção, conversação • O linguajar, da autopoiese à enação • A linguagem no surgimento da cognição enativa • Emergência, representação, categorização, descentralização • O linguajar nos estudos contemporâneos da enação • Multimodalidade e tipos linguageiros • O linguajar como produção de sentido social, adaptativa e participatória • O linguajar para o linguista enativista • Considerações
  • 3. AUTOPOIESE • Imanência, circularidade, autoprodução • Cognição = vida -> gama de disposições para ação possíveis, gradiente de possibilidades • Organização e Estrutura - Conservação e Mudança • Clausura, acoplamento, deriva
  • 4. A ORIGEM DO LINGUAJAR • Modo de ser/viver • Mamíferos com vivência social intensa • Coordenações de ações em acoplamento social • Linguajar humano -> ações conceituais, domínios cognitivos não imediatos • Origem filogenética • Coordenações recorrentes e recursivas • Ações, posturas, gestos, sons, formas • Viver junto ao longo do tempo
  • 5. COGNIÇÃO, EMOÇÃO, CONVERSAÇÃO • Domínio consensual decorrente do acoplamento -> conduta de orientação no domínio cognitivo • Imbricamento entre cognição e linguagem • Conotação antes de denotação - > consenso sobre a sinalização -> performance e metaforização • Emocionar -> tonalidades das redes de conversação que modulam as disposições para ação • Conversar -> “dar voltas com” • Dicotomia entre raciocínio e emoção como falso problema • Importa que continuemos conversando -> aceitar o outro como legítimo
  • 6. O LINGUAJAR DA AUTOPOIESE À ENAÇÃO • O significados são encarnados e enatuados • Dar existência ao que não existe • Fazer autorreferência • Interagir experiencialmente e significativamente em contextos inéditos concretos • Emergência -> linguagem como estrutura altamente recursiva • Representação fraca X forte -> Variação? Contingências? Experiência? Memória? • Universalidade fisiológica e diferenças contextuais -> esquimós e a cor branca
  • 7. • Johnson -> Esquema container; Esquema parte-todo; Esquema força- caminho-objetivo • Sweetser -> mudanças de significados e metáforas -> see=understand • Lakoff e Johnson -> Conceitualização: experiência física e social projetadas imaginativamente em estruturas conceituais abstratas • Caráter convencional
  • 8. O LINGUAJAR NOS ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS DA ENAÇÃO • Controvérsias sobre a origem -> Multimodalidade, inscrição em superfícies • Coloquial X Padrão/Norma culta • Linguajar introvertido, linguajar extrovertido vocal, linguajar extrovertido manual -> padrões interacionais • Corporificação e multimodalidade -> aprendizagem multimídia • Linguajar é conectar por meio de signos as experiências imediatas àquelas encarnadas na memória, escapando dos limites da experiência imediata
  • 11. O LINGUAJAR PARA O LINGUISTA ENATIVISTA • Processo interacional corporificado • Léxico -> rito vocal comandando uma rede esten- dida e crescente de experiências gravadas, hierarquizadas e hetero- gêneas, em uma arquitetura híbrida que pode ser mapeada contra a experiência imediata para recuperar decisões e planos relevantes e, ocasionalmente, para fazê-los evoluir ou adicionar-lhes novos. • Sintaxe -> algoritmo coletivo e culturalmente formado por meio da experiência pessoal no curso da experiência individual e da história coletiva da formação, aprendiza- gem, uso e ensino da linguagem. SVO - organismo faz algo. • Gramática -> narratividade: acoplamento sujeito (corpo) que faz (verbo) algo (objeto) no tempo e no espaço (advérbios) constitui a própria estrutura linguageira, sobre a qual nos posicionamos e interrogamos. • Morfologia -> caráter motivado na convencionalidade das formas. Th-/Wh- do inglês, por exemplo.
  • 12. CONSIDERAÇÕES • Linguagem como fenômeno relacional • Sua aprendizagem depende da experiência • Maneira envolvente de organizar o conhecimento e controlar a ação por meio da intervenção direta no mundo • Escola da vida e da individuação humana -> modo de ser humano • Domínio e expansão do nicho IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO