EspessanteAdesivoBasePVA

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EspessanteAdesivoBasePVA

  1. 1. RESPOSTA TÉCNICA – Espessante para adesivo à base de PVA Novembro/2006 Edição atualizada em: 10/12/2013 Espessante para adesivo à base de PVA Informações básicas sobre espessantes e outros aditivos que podem ser aplicados na produção de adesivos (colas) à base de PVA. Instituto de Tecnologia do Paraná – TECPAR
  2. 2. RESPOSTA TÉCNICA – Espessante para adesivo à base de PVA O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT fornece soluções de informação tecnológica sob medida, relacionadas aos processos produtivos das Micro e Pequenas Empresas. Ele é estruturado em rede, sendo operacionalizado por centros de pesquisa, universidades, centros de educação profissional e tecnologias industriais, bem como associações que promovam a interface entre a oferta e a demanda tecnológica. O SBRT é apoiado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação – MCTI e de seus institutos: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. Resposta Técnica UCHIMURA, Marcelo Shiniti Espessante para adesivo à base de PVA Instituto de Tecnologia do Paraná – TECPAR 30/11/2006 Informações básicas sobre espessantes e outros aditivos que podem ser aplicados na produção de adesivos (colas) à base de PVA. Demanda Estudo a possibilidade de produzir em escala industrial uma cola branca, à base de PVA, de preço altamente competitivo, com cerca de 12% de sólidos. Entretanto, por causa da diluição, o produto fica muito fluido. Qual seria o espessante ideal: amido, carboximetilcelulose ou outro? Amido de milho ou de mandioca? Fiz alguns testes com amido e ficou interessante, mas, como não usei nenhum biocida, depois de algum tempo de armazenamento o produto formou gases e ficou com cheiro azedo. Como evitar isso? Assunto Fabricação de adesivos e selantes Palavras-chave Adesivo; aditivo químico; cola branca; cola PVA; espessante; poliacetato de vinila; PVAC Atualização Em: 10/12/2013 Por: Elizabeth Martines Salvo indicação contrária, este conteúdo está licenciado sob a proteção da Licença de Atribuição 3.0 da Creative Commons. É permitida a cópia, distribuição e execução desta obra - bem como as obras derivadas criadas a partir dela - desde que criem obras não comerciais e sejam dados os créditos ao autor, com menção ao: Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas - http://www.respostatecnica.org.br Para os termos desta licença, visite: http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
  3. 3. RESPOSTA TÉCNICA – Espessante para adesivo à base de PVA 2013 c Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT http://www.respostatecnica.org.br 2 Solução apresentada Segundo a patente industrial americana n.º 6381918, que aborda um adesivo à base de PVA, pode-se usar celulose modificada como espessante. Exemplos citados de espessantes foram a carboximetilcelulose e a hidroxietilcelulose, e espessantes à base de ácido poliacrílico. Se for usado este último, recomenda-se adicionar também um pouco de água de amônia à mistura. Nesta patente, o biocida citado é o hydroxy-methoxymethyl- dioxabicyclooctane (ILLINOIS TOOL WORKS INC., 2002). Na patente industrial americana n.º 7122597, que demonstra outro adesivo à base de PVA, o espessante pode ser também um polissacarídeo, tal como a celulose, o amido, a goma guar ou a goma guar modificada. O biocida citado nesta patente é o 3-iodo-2- propynylbutylcarbamate (também denominado por IPBC; CAS n.º 55406-53-6) (ZINSSER CO. INC., 2006). Segundo Bendror ([200-?]), quando há a presença de álcool polivinílico (plastificante) ou amido (espessante, carga) na formulação, é recomendável adicionar também um umectante, tal como os glicóis, que conferem plasticidade ao adesivo, além de mantê-lo flexível após a secagem. Por causa do retardo na secagem, os umectantes também retardam o tempo de cura e estendem o tempo de trabalhabilidade do adesivo. Conclusões e recomendações A princípio, não há impedimentos em usar amido de milho ou de mandioca ou qualquer outro amido para a função de espessante. A escolha do espessante fica atrelada aos resultados dos testes de cada um em laboratório. Isto é, deve-se fazer uma amostra para cada espessante possível e, de acordo com o resultado obtido, decide-se por aquele que resultou no melhor produto final. Como biocida, recomenda-se usar algum quaternário de amônio, porque, além de inibir a proliferação de micro-organismos, os quaternários de amônio também trabalham como surfactantes. Se a cola branca for usada como material escolar, recomenda-se também a adição de um desnaturante à formulação. O desnaturante tem a função de conferir um sabor desagradável ao produto, atributo útil para evitar que ocorra a ingestão eventual da cola. Recomenda-se consultar as patentes citadas, que estão listadas a seguir. Fontes consultadas BENDROR, Jack. Understanding the use of Polyvinyl Acetate (PVA) Adhesives in Bookbinding. Port Washington, NY (EUA): Mekatronics Inc., [200-?]. Disponível em: <http://www.mekatronicsinc.com/machines/pva_history_terms.pdf>. Acesso em: 10 dez. 2013. ILLINOIS TOOL WORKS INC. (Glenview, IL). Edward Stein; Steve Choi. Wallboard adhesive. US Patent n. 6381918. 07 may 2002. Disponível em: <http://www.patentstorm.us/patents/6381918-description.html>. Acesso em: 10 dez. 2013. ZINSSER CO. INC. (Somerset, NJ). James J. Calienni. Wall papering adhesive. US Patent n. 7122597. 17 oct. 2006. Disponível em: <http://www.freepatentsonline.com/7122597.html>. Acesso em: 10 dez. 2013. Identificação do Especialista Marcelo Shiniti Uchimura – Engenheiro Químico

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