Histórias em quadrinhos avaliação da unidade 4 - marcelo saraiva sanches

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Objetivo do trabalho: A importância do Gênero Textual Histórias em Quadrinhos na Educação.

O uso do gênero em questão pode ajudar aos alunos na aquisição da leitura, incentivando o gosto pela leitura.

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Histórias em quadrinhos avaliação da unidade 4 - marcelo saraiva sanches

  1. 1. O que são asO que são as Histórias emHistórias em Quadrinhos?Quadrinhos?
  2. 2. As histórias em quadrinhos são enredosAs histórias em quadrinhos são enredos narrados quadro a quadro por meio denarrados quadro a quadro por meio de desenhos e textos que utilizam o discursodesenhos e textos que utilizam o discurso direto, característico da língua falada, é umadireto, característico da língua falada, é uma forma de arte que conjuga texto e imagensforma de arte que conjuga texto e imagens com o objetivo de narrar histórias dos maiscom o objetivo de narrar histórias dos mais variados gêneros e estilos. São, em geral,variados gêneros e estilos. São, em geral, publicadas no formato de revistas, livros oupublicadas no formato de revistas, livros ou em tiras publicadas em revistas e jornais.em tiras publicadas em revistas e jornais. Também é conhecida por arte sequencial.Também é conhecida por arte sequencial.
  3. 3. H istória dos Q uadrinhos H istória dos Q uadrinhos no Brasil no Brasil
  4. 4. Acredita-se que as HQs tiveram início nas pinturasAcredita-se que as HQs tiveram início nas pinturas rupestres. Acredita-se que os precursores do gênerorupestres. Acredita-se que os precursores do gênero surgiram apenas na Europa, em meados do séc. XIX, comsurgiram apenas na Europa, em meados do séc. XIX, com as histórias deas histórias de BuschBusch e dee de TopfferTopffer. No fim do séc. XIX,. No fim do séc. XIX, Richard OutcaultRichard Outcault com o “Menino Amarelo”, nascia ocom o “Menino Amarelo”, nascia o primeiro herói dos quadrinhos, cujo texto não vinha maisprimeiro herói dos quadrinhos, cujo texto não vinha mais no rodapé do desenho, mas sim, junto aos personagensno rodapé do desenho, mas sim, junto aos personagens (por exemplo, escrito na túnica amarela do garoto), o que(por exemplo, escrito na túnica amarela do garoto), o que lhes conferiu mais vitalidade. Depois, foram incorporadoslhes conferiu mais vitalidade. Depois, foram incorporados os balões, até hoje, o lugar da linguagem verbal nas HQs.os balões, até hoje, o lugar da linguagem verbal nas HQs. No séc. XX, consolidaram-se os jornais, o veículo idealNo séc. XX, consolidaram-se os jornais, o veículo ideal para expansão do alcance das HQs e da sua diversificação.para expansão do alcance das HQs e da sua diversificação. Desde então, os quadrinhos têm se desenvolvido bastante,Desde então, os quadrinhos têm se desenvolvido bastante, passando a circular em publicações exclusivamente a elespassando a circular em publicações exclusivamente a eles dedicadas, os “Gibis”, e também no meio virtual, comdedicadas, os “Gibis”, e também no meio virtual, com temáticas e estilos os mais diversos.temáticas e estilos os mais diversos.
  5. 5. Características do gêneroCaracterísticas do gênero Histórias em QuadrinhosHistórias em Quadrinhos
  6. 6. As HQs são facilmente identificáveis, dada a peculiaridadeAs HQs são facilmente identificáveis, dada a peculiaridade dos quadros, desenho e balões. Mas também revelamdos quadros, desenho e balões. Mas também revelam complexidade em relação ao funcionamento discursivo.complexidade em relação ao funcionamento discursivo. Cirne a define como: “quadrinhos são uma narrativaCirne a define como: “quadrinhos são uma narrativa gráfico-visual, impulsionada por sucessivos cortes, quegráfico-visual, impulsionada por sucessivos cortes, que agenciam imagens rabiscadas e/ou pintadas”. A tipologiaagenciam imagens rabiscadas e/ou pintadas”. A tipologia textual é mista encontramos os gêneros: narrativo,textual é mista encontramos os gêneros: narrativo, argumentativo e injuntivo.argumentativo e injuntivo. As HQs realizam-se no meio escrito, mas buscamAs HQs realizam-se no meio escrito, mas buscam reproduzir a fala nos balões com a presença constantes dereproduzir a fala nos balões com a presença constantes de interjeições, reduções vocabulares etc.interjeições, reduções vocabulares etc. Podemos situar as HQs numa verdadeira “constelação”Podemos situar as HQs numa verdadeira “constelação” de gêneros não verbais ou icônicos verbais assemelhados.de gêneros não verbais ou icônicos verbais assemelhados. De acordo com os que circulam na mídia escrita citamos aDe acordo com os que circulam na mídia escrita citamos a caricatura, charge, cartun, as próprias HQs e as tiras.caricatura, charge, cartun, as próprias HQs e as tiras.
  7. 7. As Histórias em Quadrinhos e seusAs Histórias em Quadrinhos e seus SubtiposSubtipos
  8. 8. A caricaturaA caricatura (deformação das(deformação das característicascaracterísticas marcantes de umamarcantes de uma pessoa, animal, coisa epessoa, animal, coisa e fato), pode ser usadafato), pode ser usada como ilustração de umacomo ilustração de uma matéria (fato), masmatéria (fato), mas quando esse “fato” podequando esse “fato” pode ser contado inteiramenteser contado inteiramente numa forma gráfica, énuma forma gráfica, é chamado de charge.chamado de charge.
  9. 9. O cartun veio depoisO cartun veio depois da charge usado parada charge usado para expressar idéias eexpressar idéias e opiniões, seja umaopiniões, seja uma critica política,critica política, esportiva, religiosa,esportiva, religiosa, social, através desocial, através de uma imagem, dentrouma imagem, dentro de quadrinhos oude quadrinhos ou não, podendo ternão, podendo ter balões ou legendas. Abalões ou legendas. A charge “envelhece”,charge “envelhece”, como a noticia,como a noticia, enquanto o cartun éenquanto o cartun é mais atemporal.mais atemporal.
  10. 10. CartumCartum HQsHQs xx O cartun e a HQ diferenciam-se: ambos compõem-seO cartun e a HQ diferenciam-se: ambos compõem-se de um ou mais quadrinhos com uma sequênciade um ou mais quadrinhos com uma sequência narrativa. Essa sequência é opcional para o cartun enarrativa. Essa sequência é opcional para o cartun e obrigatória para HQ, a qual conta com personagensobrigatória para HQ, a qual conta com personagens fixos.fixos.
  11. 11. TirasTiras
  12. 12. As tiras, são um subtipo de HQ: mais curtas ( atéAs tiras, são um subtipo de HQ: mais curtas ( até quatro quadrinhos) e, de caráter sintético podendoquatro quadrinhos) e, de caráter sintético podendo ser seqüenciais(“capítulos” de narrativas maiores)ser seqüenciais(“capítulos” de narrativas maiores) ou fechadas ( um episódio por dia). Algumas tirasou fechadas ( um episódio por dia). Algumas tiras satirizam aspectos econômicos e políticos do paissatirizam aspectos econômicos e políticos do pais embora não sejam tão “datadas” como a charge.embora não sejam tão “datadas” como a charge. As tiras fechadas se dividem em dois subtítulos:As tiras fechadas se dividem em dois subtítulos: tiras-piadas, em que o humor é obtido por meiotiras-piadas, em que o humor é obtido por meio das estratégias discursivas utilizadas nas piadas,das estratégias discursivas utilizadas nas piadas, como a possibilidade de dupla interpretação,como a possibilidade de dupla interpretação, sendo selecionadas pelo autor a menos provável esendo selecionadas pelo autor a menos provável e tiras episódio, onde o humor é situação, realçandotiras episódio, onde o humor é situação, realçando as características das personagens .as características das personagens .
  13. 13. MangásMangás O mangá ou manga,O mangá ou manga, literalmenteliteralmente história(s)história(s) em quadrinhosem quadrinhos) é a palavra usada para) é a palavra usada para designar as feitas no estilo japonês. Nodesignar as feitas no estilo japonês. No Japão, o termo designa quaisquer históriasJapão, o termo designa quaisquer histórias em quadrinhos.em quadrinhos.
  14. 14. xxHQSHQS PCNPCN
  15. 15. O PCN incorpora o consenso sobre aO PCN incorpora o consenso sobre a necessidade de exposição à diversidade denecessidade de exposição à diversidade de gênero de circulação social como um dosgênero de circulação social como um dos princípios básicos do ensino de línguaprincípios básicos do ensino de língua materna. O documento salienta, baseando-sematerna. O documento salienta, baseando-se em teorias sócio-interacionistas, que aem teorias sócio-interacionistas, que a representatividade dos gêneros nas praticasrepresentatividade dos gêneros nas praticas comunicativas diárias é um dos critérioscomunicativas diárias é um dos critérios essências para a escolha dos materiais deessências para a escolha dos materiais de leitura. As despeito das orientações do PCN eleitura. As despeito das orientações do PCN e da estima dos leitores pelas HQs, estas aindada estima dos leitores pelas HQs, estas ainda são preteridas pela escola.são preteridas pela escola.
  16. 16. As HQs, aos poucos, estam sendo incorporadas aoAs HQs, aos poucos, estam sendo incorporadas ao elenco de textos com que a escola trabalha, pois hoje jáelenco de textos com que a escola trabalha, pois hoje já encontramos até mesmo clássicos da literatura noencontramos até mesmo clássicos da literatura no formato HQ. As crianças, adolescentes e adultos comformato HQ. As crianças, adolescentes e adultos com baixo grau de letramento preferem esse gênero, poisbaixo grau de letramento preferem esse gênero, pois seus textos são menores e com a utilização das figurasseus textos são menores e com a utilização das figuras que auxiliam no entendimento. Entretanto há quem digaque auxiliam no entendimento. Entretanto há quem diga que é muito “fácil ler histórias em quadrinhos”. Masque é muito “fácil ler histórias em quadrinhos”. Mas algumas HQs demandam estratégias de leiturasalgumas HQs demandam estratégias de leituras sofisticadas, além de um alto grau de conhecimentosofisticadas, além de um alto grau de conhecimento prévio. As HQs têm uma função social muitoprévio. As HQs têm uma função social muito importante, pois é utilizada em campanhas, como porimportante, pois é utilizada em campanhas, como por exemplo: DSTs, uso de preservativos etc., devido a suaexemplo: DSTs, uso de preservativos etc., devido a sua propriedade lúdica e de fácil consumo.propriedade lúdica e de fácil consumo.
  17. 17. BibliografiaBibliografia • Um gênero quadro a quadro: a história em quadrinhosUm gênero quadro a quadro: a história em quadrinhos Márcia Rodrigues de Souza MendonçaMárcia Rodrigues de Souza Mendonça • Google (Imagens / Web)Google (Imagens / Web)

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