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MANUAL DE
NORMALIZAÇÃO ABNT
ETSUS
Como surgiu a ABNT?
• Até os anos 30, os ensaios com materiais de concreto (para medir a
resistência) eram realizados em dois laboratórios (o INT - Instituto Nacional
de Tecnologia no RJ e o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas em SP). Os
dois eram referências em termos de qualidade. Utilizavam procedimentos
diferentes para testar materiais de concreto. Ocorre frequentemente a
aprovação de uma pesquisa em um laboratório e a reprovação em outro.
• Faz-se necessária uma padronização única.
• Então em 28 de setembro de 1940 surge a ABNT (que foi uma das fundadoras
da ISO - International Organization for Standardization em 1947 na Suíça, e
outras entidades e comitês importantes).
Fonte: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. História da normalização brasileira. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 112 p.
ISBN 978-85-07-02528-3. Disponível em: <http://www.abnt.org.br/images/pdf/historia-abnt.pdf>
• São 309 Comitês e Comissões de Estudo Especial.
• 1 Mineração e metalurgia;
• 2 Construção civil;
• 3 Eletricidade;
• 5 Automotivos;
• 8 Aeronáutica e espaço;
• 10 Química;
• 13 Bebidas;
• 14 Informação e documentação;
• 35 Alumínio;
• 26 Odonto-médico-hospitalar, etc.
• 24 Normas;
• É o COMITÊ que compreende as
práticas relativas a bibliotecas,
centro de documentação e
informação, serviços de
indexação, resumos, arquivos,
ciência da informação e
publicação.
ABNT/CB-014 - Comitê Brasileiro de
Informação e Documentação
▶ Para elaborar trabalhos científicos – 12 normas (das 24 do
comitê 14) + norma de apresentação tabular do IBGE +
auxílio do AACR (Código de Catalogação Anglo-Americano).
▶ Ficha catalográfica;
▶ Na NBR 6023 regra 6.7 “Os casos omissos devem ser
resolvidos utilizando-se o código de catalogação
vigente”.
▶ Como preparar o arranjo de nomes compostos
(Vila-Lobos, Castelo Branco, Monte Belo etc),
nomes anglo-saxões do tipo O’Brien, Van Gogh,
MacGregor, graus de parentesco (Filho, Neto,
Sobrinho), nomes espanhóis (Manuel Fangio, Oviedo
Y Baños)?
Utilizando as Normas
▶ O uso das Normas não são obrigatórios, no entanto funcionam como diretrizes
que ajudam no momento de recuperar e de disseminar informações;
▶ Seria difícil normalizar utilizando o auxílio apenas das normas;
▶ Utilizar 9 / 12 NBRs para elaborar um trabalho científico;
▶ Manual de Normalização.
OBS: A Argentina não dispõe de uma norma padrão. Na maioria das vezes, as
universidades estabelecem em seus regulamentos regras próprias de
formatação. Em outras, seguem o padrão norte-americano da APA (American
Psychological Association), ou Vancouver.
▶ Manual de normalização de projetos,
artigos e monografias da Escola
Tocantinense do SUS Dr. Gismar
Gomes: com base nas normas ABNT.
▶ Biblivre (http://10.19.24.5/Biblivre5/ )
▶ http://saude.to.gov.br/gestao-
profissional/etsus/biblioteca/
Vantagens de utilizar um Manual
▶ Padroniza o modelo de apresentação de trabalhos;
Vantagens de utilizar um Manual
▶ Manual Ilustrado - reuni de forma clara as normas para construção de trabalhos acadêmicos;
Vantagens de utilizar um Manual
▶ Apresentação de novos itens (Vídeo, Musica, Redes sociais, Blogs etc.)
Vantagens de utilizar um Manual
▶ Economia quanto a compra das Normas;
▶ Evita divergências quanto ao uso das Normalização dos trabalhos da Instituição;
▶ Autonomia (Para que o próprio usuário normalize seus trabalhos);
▶ Atualização da NBR 6023*
e...
Vantagens de utilizar um Manual
▶ Uso correto das NBRs 10520 e 6023 evita o Plágio. (+ importante)
“[...] menção de uma informação extraída de outra fonte”. (ABNT NBR 10520, 2002, p. 1).
Citação
Referências
“Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite
sua identificação individual” (ABNT NBR 6023, 2003, p. 2).
Dúvidas quanto ao uso das Normas
▶ Referências são justificadas? (NÃO – Regra 6.3 da NBR 6023);
▶ Resumo não é obrigatório? (É – NBR 14724 e NBR 6028);
▶ Qual tipo de resumo para TCC/Tese/Dissertação? (Regra 2.6 da NBR 6028 – R. Informativo)
▶ Citação de vários autores é em ordem Cronológica? (NÃO – REGRA 6.1.5 da NBR 10520 – Em ordem
alfabética)
▶ Índice é o mesmo que sumário? (NÃO – Vide regras 3.2 e 3.4 da NBR 6027 de Sumário)
▶ Quantas páginas tem um trabalho científico segundo a ABNT?
▶ Não pode imprimir frente e verso? (Pode – Introdução e papel reciclado)
POLÍTICA DE FORCOL
POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA ESCOLA
TOCANTINENSE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
DR. GISMAR GOMES
PORTARIA/SES
GABSEC Nº 582
- 23/08/17 –
DO.TO Nº 4.940
POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS
O Bibliotecário
Obra do famoso pintor italiano Giuseppe
Arcimboldo, (c. 1566). Arcimboldo
apresentava suas figuras por meio dos
objetos associados à ocupação de cada
retratado.
Dizem retratar Wolfgang Lazius.
Historiador e humanista austríaco da casa
de Habsburgo.
Hoje localizado no Castello di Skokloster,
Håbo (Suécia)
POLÍTICA DE FORCOL
Uma biblioteca é um organismo em crescimento (5ª Lei de Ranganathan)
POLÍTICA DE FORCOL
Considerando que o descarte de material bibliográfico em
uma unidade de informação é procedimento inevitável, faz-
se importante uma POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO
DE COLEÇÕES para que a biblioteca não se torne um
aglomerado de itens amontoados pelo mero acaso.
Fonte: FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2007.
POLÍTICA DE FORCOL
Política que determina todo o planejamento do acervo.
“Um conjunto de atividades que determina a convivência de se
adquirir, manter ou descartar materiais bibliográficos e não
bibliográficos, mediante critérios previamente estabelecidos,
visando a formação, desenvolvimento e manutenção de um
acervo de qualidade”. (SÃO PAULO, 2013, p. 3).
O QUE É?
Fonte: SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Cultura. Unidade de Bibliotecas e Leitura. Sistema Estadual
de Bibliotecas Públicas de São Paulo. Política de desenvolvimento de coleções. São Paulo, 2013.16 p.
USUÁRIOS REAIS: servidores públicos da Secretaria
de Estado da Saúde do Tocantins.
USUÁRIOS POTENCIAIS: aqueles que integram a
comunidade servida pela biblioteca, dando a este livre
acesso à Biblioteca Etsus, bem como a utilização do
acervo para PESQUISA LOCAL, sendo vedado o
empréstimo de qualquer um dos itens.
POLÍTICA DE FORCOL
PÚBLICO-ALVO
BIBLIOTECA PÚBLICA-ESPECIALIZADA
Divisão e organização do ACERVO
▶ Divisão das áreas do acervo da Biblioteca da Etsus
▶ Acervo Geral (Livros, predominantemente, da área de
Saúde- Área 61); e
▶ MATESP (Monografias, Teses, Dissertações, TCCs,
Projetos, CDs, DVDs e Periódicos).
Divisão e organização do ACERVO
▶ Organização sistemática do acervo?
(CDU, Cutter-Sanborn, AACR2, DeCS)
OBJETIVOS DA POLÍTICA DE FORCOL
➢Normatizar os critérios adotados para o
desenvolvimento da coleção da Biblioteca da
Etsus;
➢Permitir a formação de coleções de acordo com os
objetivos da Instituição;
➢Guiar o bibliotecário no trabalho periódico da
seleção;
➢Estabelecer diretrizes para seleção, aquisição,
avaliação, desbaste e descarte do acervo.
OBJETIVOS DA POLÍTICA DE FORCOL
➢Doações (Critérios)
➢Não recebe cópias (fotocópia)
➢Não recebe revistas semanais ou mensais
(Época, Veja, Isto É, etc.)
➢Mediante termo de doação (Vide “simulação” próximo slide).
➢Entrada de materiais bibliográficos na Biblioteca
➢Doação
➢Compra
➢Permuta
POLÍTICA DE FORCOL
POLÍTICA DE FORCOL
Doação não solicitada
R- O livro não compõe o acervo
• Área da saúde? (Cobertura)
• Faz parte da bibliografia básica ou
complementar de algum curso?
• É de interesse ao público alvo?
• Idioma acessível?
Quando o livro compõe o acervo - Compra (FLUXO)
Livro chega na Biblioteca
Compra (ou doação após seleção do
mesmo)
POLÍTICA DE FORCOL
1º - Leitura Técnica do livro
2º - Classificação (CDU 615.19:53
Medicina alternativa relacionado
com Física quântica)
3º Notação de autor G676 (Cutter-
Sanborn)
Processamento Técnico *
POLÍTICA DE FORCOL
POLÍTICA DE FORCOL
4º Indexar (DeCS)
5º Catalogar - Biblivre + AACR2
POLÍTICA DE FORCOL DA
BIBLIOTECA ETSUS
Machine Readable Cataloging - catalogação legível por computador
6º
POLÍTICA DE FORCOL DA
BIBLIOTECA ETSUS
Carimbo + Etiquetas
DESCARTE (expurgo – SEM CONDIÇÃO DE USO)
Consiste na retirada definitiva de itens do acervo
remanejado.
De acordo com a Lei no 10.753, de 30 de outubro
de 2003 no capítulo V, art.18, “com a finalidade
de controlar os bens patrimoniais das bibliotecas
públicas, o livro não é considerado material
permanente”. (BRASIL, 2003)
POLÍTICA DE FORCOL
POLÍTICA DE FORCOL
Livro com fungos
Livro insalubre – Expurgo
POLÍTICA DE FORCOL
Livro Insalubre - Expurgo
Livro com fungos
POLÍTICA DE FORCOL
Livros insalubres - Expurgo
Limpeza com pano e borracha
Livros insalubres – Papel ácido - Expurgo
Restauração – Limpeza com pano e borracha
POLÍTICA DE FORCOL
PROCESSO DE NEUTRALIZAÇÃO
Desacidificação do Papel
▶ Congelar (-25º a -30ºC - 15 dias) o livro para tirar a
acidez. As páginas continuam amareladas, mas o
Ph torna-se Alcalino eliminando a acidez.
▶ Em 1933: William Barrow introduz a desacidificação
do papel – processo químico – Precisa desmontar o
livro e fazer o procedimento folha por folha.
POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS
Critérios para avaliação de coleção de material –
Trabalhos TÉCNICO-CIENTÍFICOS-ETSUS
➢1 (uma) versão digital em .pdf.;
➢Padrões ABNT, Vancouver ou APA;
➢Assinatura ou ata da banca de avaliação.
GERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS
▶ Marluce Vasconcelos Calazans Pilger
▶ Fernando da Silveira Angelo
▶ Ana Paula Folha Sousa
▶ Juliana Silva e Sousa – Bibliotecária
▶ Marcelo Neves Diniz – Bibliotecário
Biblioteca
Escola Etsus - Q. 606 Sul Al. Portinari, 1 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77022-062.
Link - http://saude.to.gov.br/gestao-profissional/etsus/biblioteca/
E-mail biblioteca@etsus.to.gov.br
FONE: (63) 3218-7245

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Biblioteca Etsus - Manual ABNT e Política de Forcol

  • 1.
  • 3. Como surgiu a ABNT? • Até os anos 30, os ensaios com materiais de concreto (para medir a resistência) eram realizados em dois laboratórios (o INT - Instituto Nacional de Tecnologia no RJ e o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas em SP). Os dois eram referências em termos de qualidade. Utilizavam procedimentos diferentes para testar materiais de concreto. Ocorre frequentemente a aprovação de uma pesquisa em um laboratório e a reprovação em outro. • Faz-se necessária uma padronização única. • Então em 28 de setembro de 1940 surge a ABNT (que foi uma das fundadoras da ISO - International Organization for Standardization em 1947 na Suíça, e outras entidades e comitês importantes). Fonte: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. História da normalização brasileira. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 112 p. ISBN 978-85-07-02528-3. Disponível em: <http://www.abnt.org.br/images/pdf/historia-abnt.pdf>
  • 4. • São 309 Comitês e Comissões de Estudo Especial. • 1 Mineração e metalurgia; • 2 Construção civil; • 3 Eletricidade; • 5 Automotivos; • 8 Aeronáutica e espaço; • 10 Química; • 13 Bebidas; • 14 Informação e documentação; • 35 Alumínio; • 26 Odonto-médico-hospitalar, etc. • 24 Normas; • É o COMITÊ que compreende as práticas relativas a bibliotecas, centro de documentação e informação, serviços de indexação, resumos, arquivos, ciência da informação e publicação.
  • 5. ABNT/CB-014 - Comitê Brasileiro de Informação e Documentação ▶ Para elaborar trabalhos científicos – 12 normas (das 24 do comitê 14) + norma de apresentação tabular do IBGE + auxílio do AACR (Código de Catalogação Anglo-Americano). ▶ Ficha catalográfica; ▶ Na NBR 6023 regra 6.7 “Os casos omissos devem ser resolvidos utilizando-se o código de catalogação vigente”. ▶ Como preparar o arranjo de nomes compostos (Vila-Lobos, Castelo Branco, Monte Belo etc), nomes anglo-saxões do tipo O’Brien, Van Gogh, MacGregor, graus de parentesco (Filho, Neto, Sobrinho), nomes espanhóis (Manuel Fangio, Oviedo Y Baños)?
  • 6. Utilizando as Normas ▶ O uso das Normas não são obrigatórios, no entanto funcionam como diretrizes que ajudam no momento de recuperar e de disseminar informações; ▶ Seria difícil normalizar utilizando o auxílio apenas das normas; ▶ Utilizar 9 / 12 NBRs para elaborar um trabalho científico; ▶ Manual de Normalização. OBS: A Argentina não dispõe de uma norma padrão. Na maioria das vezes, as universidades estabelecem em seus regulamentos regras próprias de formatação. Em outras, seguem o padrão norte-americano da APA (American Psychological Association), ou Vancouver.
  • 7. ▶ Manual de normalização de projetos, artigos e monografias da Escola Tocantinense do SUS Dr. Gismar Gomes: com base nas normas ABNT. ▶ Biblivre (http://10.19.24.5/Biblivre5/ ) ▶ http://saude.to.gov.br/gestao- profissional/etsus/biblioteca/
  • 8. Vantagens de utilizar um Manual ▶ Padroniza o modelo de apresentação de trabalhos;
  • 9. Vantagens de utilizar um Manual ▶ Manual Ilustrado - reuni de forma clara as normas para construção de trabalhos acadêmicos;
  • 10. Vantagens de utilizar um Manual ▶ Apresentação de novos itens (Vídeo, Musica, Redes sociais, Blogs etc.)
  • 11. Vantagens de utilizar um Manual ▶ Economia quanto a compra das Normas; ▶ Evita divergências quanto ao uso das Normalização dos trabalhos da Instituição; ▶ Autonomia (Para que o próprio usuário normalize seus trabalhos); ▶ Atualização da NBR 6023* e...
  • 12. Vantagens de utilizar um Manual ▶ Uso correto das NBRs 10520 e 6023 evita o Plágio. (+ importante) “[...] menção de uma informação extraída de outra fonte”. (ABNT NBR 10520, 2002, p. 1). Citação Referências “Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (ABNT NBR 6023, 2003, p. 2).
  • 13. Dúvidas quanto ao uso das Normas ▶ Referências são justificadas? (NÃO – Regra 6.3 da NBR 6023); ▶ Resumo não é obrigatório? (É – NBR 14724 e NBR 6028); ▶ Qual tipo de resumo para TCC/Tese/Dissertação? (Regra 2.6 da NBR 6028 – R. Informativo) ▶ Citação de vários autores é em ordem Cronológica? (NÃO – REGRA 6.1.5 da NBR 10520 – Em ordem alfabética) ▶ Índice é o mesmo que sumário? (NÃO – Vide regras 3.2 e 3.4 da NBR 6027 de Sumário) ▶ Quantas páginas tem um trabalho científico segundo a ABNT? ▶ Não pode imprimir frente e verso? (Pode – Introdução e papel reciclado)
  • 14.
  • 15.
  • 16. POLÍTICA DE FORCOL POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA ESCOLA TOCANTINENSE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DR. GISMAR GOMES PORTARIA/SES GABSEC Nº 582 - 23/08/17 – DO.TO Nº 4.940
  • 17. POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS O Bibliotecário Obra do famoso pintor italiano Giuseppe Arcimboldo, (c. 1566). Arcimboldo apresentava suas figuras por meio dos objetos associados à ocupação de cada retratado. Dizem retratar Wolfgang Lazius. Historiador e humanista austríaco da casa de Habsburgo. Hoje localizado no Castello di Skokloster, Håbo (Suécia)
  • 18. POLÍTICA DE FORCOL Uma biblioteca é um organismo em crescimento (5ª Lei de Ranganathan)
  • 19. POLÍTICA DE FORCOL Considerando que o descarte de material bibliográfico em uma unidade de informação é procedimento inevitável, faz- se importante uma POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES para que a biblioteca não se torne um aglomerado de itens amontoados pelo mero acaso. Fonte: FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2007.
  • 20. POLÍTICA DE FORCOL Política que determina todo o planejamento do acervo. “Um conjunto de atividades que determina a convivência de se adquirir, manter ou descartar materiais bibliográficos e não bibliográficos, mediante critérios previamente estabelecidos, visando a formação, desenvolvimento e manutenção de um acervo de qualidade”. (SÃO PAULO, 2013, p. 3). O QUE É? Fonte: SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Cultura. Unidade de Bibliotecas e Leitura. Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo. Política de desenvolvimento de coleções. São Paulo, 2013.16 p.
  • 21. USUÁRIOS REAIS: servidores públicos da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins. USUÁRIOS POTENCIAIS: aqueles que integram a comunidade servida pela biblioteca, dando a este livre acesso à Biblioteca Etsus, bem como a utilização do acervo para PESQUISA LOCAL, sendo vedado o empréstimo de qualquer um dos itens. POLÍTICA DE FORCOL PÚBLICO-ALVO BIBLIOTECA PÚBLICA-ESPECIALIZADA
  • 22. Divisão e organização do ACERVO ▶ Divisão das áreas do acervo da Biblioteca da Etsus ▶ Acervo Geral (Livros, predominantemente, da área de Saúde- Área 61); e ▶ MATESP (Monografias, Teses, Dissertações, TCCs, Projetos, CDs, DVDs e Periódicos).
  • 23. Divisão e organização do ACERVO ▶ Organização sistemática do acervo? (CDU, Cutter-Sanborn, AACR2, DeCS)
  • 24. OBJETIVOS DA POLÍTICA DE FORCOL ➢Normatizar os critérios adotados para o desenvolvimento da coleção da Biblioteca da Etsus; ➢Permitir a formação de coleções de acordo com os objetivos da Instituição; ➢Guiar o bibliotecário no trabalho periódico da seleção; ➢Estabelecer diretrizes para seleção, aquisição, avaliação, desbaste e descarte do acervo.
  • 25. OBJETIVOS DA POLÍTICA DE FORCOL ➢Doações (Critérios) ➢Não recebe cópias (fotocópia) ➢Não recebe revistas semanais ou mensais (Época, Veja, Isto É, etc.) ➢Mediante termo de doação (Vide “simulação” próximo slide). ➢Entrada de materiais bibliográficos na Biblioteca ➢Doação ➢Compra ➢Permuta
  • 27. POLÍTICA DE FORCOL Doação não solicitada R- O livro não compõe o acervo • Área da saúde? (Cobertura) • Faz parte da bibliografia básica ou complementar de algum curso? • É de interesse ao público alvo? • Idioma acessível?
  • 28. Quando o livro compõe o acervo - Compra (FLUXO) Livro chega na Biblioteca Compra (ou doação após seleção do mesmo) POLÍTICA DE FORCOL
  • 29. 1º - Leitura Técnica do livro 2º - Classificação (CDU 615.19:53 Medicina alternativa relacionado com Física quântica) 3º Notação de autor G676 (Cutter- Sanborn) Processamento Técnico * POLÍTICA DE FORCOL
  • 30. POLÍTICA DE FORCOL 4º Indexar (DeCS)
  • 31. 5º Catalogar - Biblivre + AACR2 POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS Machine Readable Cataloging - catalogação legível por computador
  • 32. 6º POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS Carimbo + Etiquetas
  • 33. DESCARTE (expurgo – SEM CONDIÇÃO DE USO) Consiste na retirada definitiva de itens do acervo remanejado. De acordo com a Lei no 10.753, de 30 de outubro de 2003 no capítulo V, art.18, “com a finalidade de controlar os bens patrimoniais das bibliotecas públicas, o livro não é considerado material permanente”. (BRASIL, 2003) POLÍTICA DE FORCOL
  • 34. POLÍTICA DE FORCOL Livro com fungos Livro insalubre – Expurgo
  • 35. POLÍTICA DE FORCOL Livro Insalubre - Expurgo Livro com fungos
  • 36. POLÍTICA DE FORCOL Livros insalubres - Expurgo Limpeza com pano e borracha
  • 37. Livros insalubres – Papel ácido - Expurgo Restauração – Limpeza com pano e borracha POLÍTICA DE FORCOL
  • 38. PROCESSO DE NEUTRALIZAÇÃO Desacidificação do Papel ▶ Congelar (-25º a -30ºC - 15 dias) o livro para tirar a acidez. As páginas continuam amareladas, mas o Ph torna-se Alcalino eliminando a acidez. ▶ Em 1933: William Barrow introduz a desacidificação do papel – processo químico – Precisa desmontar o livro e fazer o procedimento folha por folha.
  • 39. POLÍTICA DE FORCOL DA BIBLIOTECA ETSUS Critérios para avaliação de coleção de material – Trabalhos TÉCNICO-CIENTÍFICOS-ETSUS ➢1 (uma) versão digital em .pdf.; ➢Padrões ABNT, Vancouver ou APA; ➢Assinatura ou ata da banca de avaliação.
  • 40. GERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS ▶ Marluce Vasconcelos Calazans Pilger ▶ Fernando da Silveira Angelo ▶ Ana Paula Folha Sousa ▶ Juliana Silva e Sousa – Bibliotecária ▶ Marcelo Neves Diniz – Bibliotecário Biblioteca Escola Etsus - Q. 606 Sul Al. Portinari, 1 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77022-062. Link - http://saude.to.gov.br/gestao-profissional/etsus/biblioteca/ E-mail biblioteca@etsus.to.gov.br FONE: (63) 3218-7245