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Mineração de dados com Facepager

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Curso oferecido no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP.

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Mineração de dados com Facepager

  1. 1. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Coleta de dados relacionais no Facebook Marcelo Alves
  2. 2. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Instrutor – Marcelo Alves • Doutorando pelo PPGCOM/UFF; • Estuda comunicação política em rede; • Sócio-diretor da Vértice Inteligência; • Pesquisador do laboratório de mídia e democracia (LAMIDE/UFF); • Professor do curso de análise de redes do IBPAD COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  3. 3. N = 532 fan- pages A = 8.654 arestas Rede antipetista na eleição de 2014
  4. 4. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Alguém da turma já coletou dados do Facebook? Como fez isso?
  5. 5. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais O que você vai aprender • O básico da concepção teórica da análise de redes; • Processos de coletas de dados relacionais; • Leitura da documentação da Graph API do Facebook • Coleta – Básico - Netvizz • Coleta – Intermediário: Métodos de construções de queries; • Funcionamento e prática com Facepager; • Práticas de extração de dados; • Mapeamento de fan-pages; • Tratamento e manipulação de dados relacionais; • Importar dados no Gephi. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  6. 6. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Por que o Facebook? • A maior parte das pesquisas acadêmicas tem como objeto o Twitter; • O principal argumento é que a Search API do Twitter tem caráter mais aberto que o Facebook; • Esse argumento é verdadeiro em partes; • Dependendo do tipo de pesquisa e dos dados desejados, o Facebook pode ser mais generoso; • O Facebook é a plataforma de longe mais utilizada (83%, PBM) e não pode ser ignorada pelas pesquisas! COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  7. 7. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Antes de praticar, um pouco de teoria!
  8. 8. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais As três operacionalizações de redes sociais • Podemos organizar a literatura que fala de redes em três linhas gerais: 1) Metafórica/ensaística: abordagem abstrata sobre as “redes” e seus efeitos; 2) Normativa: orienta a perspectiva de acordo com um ideal, por exemplo, as noções de horizontalidade e descentralização; 3) Ferramentas analíticas: modo de observar e estudar situações sociais específicas. Eduardo Marques, Os mecanismos relacionais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  9. 9. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais As três operacionalizações de redes sociais “Os ganhos analíticos do uso do método advêm do fato de que os padrões de relação de diversas situações sociais apresentam complexidade tão elevada que não podem ser analisados satisfatoriamente por meio de narrativas que explorem metaforicamente as redes” Eduardo Marques, Os mecanismos relacionais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  10. 10. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais A visão mística/abstrata “A comunicação em rede oferece enormes possibilidades de incrementar a participação cidadã ao invés de reduzir a democracia a um voto midiatizado a cada quatro anos. E como há canais institucionais, a sociedade se expressa através de suas formas autônomas de debate, organização e manifestação, online e nas ruas. Nesse sentido, a comunicação em rede está revitalizando a democracia mediante a crítica aos partidos burocratizados e aos políticos corruptos” Manuel Castells Entrevista COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  11. 11. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais A visão empírica “The overall picture shows a startling concentration of attention on a handful of hypersuccessful sites. Excluding one low-end outlier, the most successful sites in these crawls receive between 14 and 54 percent of the total links—all to a single source of information.” Matthew Hindman The mith of digital democracy COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  12. 12. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Coleta de dados é uma disputa com plataformas comerciais que nem sempre visam o interesse público/acadêmico Como dar conta da “rede”? Como sistematizar observações e registrar padrões relacionais nas mídias sociais??
  13. 13. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais A plataformização da web “I use the term “platformization” to refer to the rise of the platform as the dominant infrastructural and economic model of the social web and the consequences of the expansion of social media platforms into other spaces online. Central to this is the offer of APIs, which turn social network sites into social media platforms.” Anne Helmond The Platformization of the Web COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  14. 14. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais A plataformização da web Podemos entender que as redes sociais observadas nas mídias sociais são condicionadas e derivadas das affordances, características específicas da infraestrutura das plataformas, combinada com os usos que as pessoas fazem. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  15. 15. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais As políticas da coleta de dados “To be sure, while social media APIs make data publicly available, they are not open in the sense of giving full and unlimited access to the entire database of companies such as Twitter and Facebook.” Using APIs for Data Collection on Social Media Stine Lomborg & Anja Bechmann COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  16. 16. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais As políticas da coleta de dados “Any social scientist undertaking research using corporate social media platforms will acknowledge the incredible complexity in getting access to data (…) Corporate social media platforms tend to favour for-profit applications and uses of their services, and this has consequences in terms of accessibility of data for public and critical research. In particular, data from corporate social media platforms is accessible via application programming interfaces (API).” The research politics of social media platforms Ganaele Langlois and Greg Elmer COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  17. 17. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos para o Facebook!
  18. 18. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Os objetos do Facebook • O Facebook possui uma lista gigantesca de objetos. • Diferentemente do Twitter, há classes diferentes de usuários • Grosso modo, podemos dividir dois tipos de objetos. Nós: 1) Perfis 2) Fan-pages 3) Grupos 4) Eventos 5) Links 6) Lugares COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  19. 19. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Os objetos do Facebook • E ligações (ações): 1) Postagens 2) Curtidas 3) Comentários 4) Compartilhamentos 5) Marcações COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  20. 20. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Técnicas de coleta
  21. 21. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Raspagem X APIs • Há duas técnicas muito usadas para coletar dados na internet: 1) Raspagem (scraping): exibe o código HTML na página e “raspa” os dados desejados de acordo com marcações padronizadas; 2) Coleta por API: o próprio website oferece uma interface oficial para extração de dados e define políticas de uso e acessibilidade. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  22. 22. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Qual técnica utilizar? • Sempre que o website oferecer uma API, orienta-se que a coleta de dados utilize essa interface. • Há muitas vantagens associadas ao uso das APIs: 1) São permitidos e regulados pela plataforma; 2) Permitem extração de grande volume de dados com maior velocidade; 3) Podem ser implementados por diversos aplicativos coletores, como Netvizz e Facepager. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  23. 23. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Mas o que são APIs?
  24. 24. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Application Programming Interface • APIs são tanto documentos técnicos, quanto reflexos das diretrizes empresariais de fornecimento de dados; • APIs são modificadas frequentemente, de acordo com as necessidades e interesses mercadológicos das organizações; • As documentações mostram quais requisições são possíveis (queries), em qual volume (rate limit) e com quais parâmetros. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  25. 25. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Facebook Graph API • A interface de coleta de dados do Facebook chama-se Graph API. • A Graph API já possui 10 versões; • Seis estão ativas: 2.4 – 2.9 • As versões anteriores a 2.3 foram descontinuadas. • A única que permitia a coleta de dados de perfis e a busca por postagens com palavra-chave era a 1.0 • Ela não funciona mais desde 2015. • Todas as APIs do Facebook tem funcionamento de dois anos. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  26. 26. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Versionamento da Graph API COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  27. 27. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Diferenças nas APIs de Facebook e Twitter COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  28. 28. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Não é possível coletar por palavras-chave. Fim do mundo? Não!
  29. 29. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Técnicas de amostragem para internet Berhardt Rieder (2012) • Amostra por tópicos: queries por palavras-chave e hashtags. É o método mais comum no Twitter. Todavia, não funciona no Facebook desde a descontinuidade da Graph API 1.0 em 2015; • População: volume completo de usuários e publicações de uma determinada plataforma. Geralmente, é adquirido a partir da compra do banco de dados da empresa. Estudo utilizando dados populacionais = (Freelon et al., 2016); COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  30. 30. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Técnicas de amostragem para internet Berhardt Rieder (2012) • Amostra aleatória: forma mais utilizada nas ciências sociais e exatas. No entanto, como não se sabe a população, há uma série de problemas derivados; • Amostra por marcações: compilada a partir de marcadores geográficos ou linguísticos, como latitude e longitude (espaço) ou linguagem (português, inglês, espanhol...). A implementação de coleta por marcações no Facebook é bem limitada, como veremos mais à frente. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  31. 31. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Técnicas de amostragem para internet Berhardt Rieder (2012) • Amostra por atores: seleciona determinados objetos para coleta de dados. Frequentemente utilizado para estudo de campanhas eleitorais, focando nos candidatos, imprensa ou partidos. • Amostra por grafos: Examina relações a partir do mapeamento de uma série de agentes e faz seleções com base no resultado. Minha dissertação e tese utilizam o procedimento. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  32. 32. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Por que coleta relacional?
  33. 33. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Coleta relacional • O que chamamos aqui de coleta relacional é uma perspectiva que orienta o desenho de pesquisa e a extração de dados a partir dos metadados que apontam para características de relações entre objetos nas plataformas de mídias sociais. Isso quer dizer que a coleta busca identificar padrões e dinâmicas relacionais, encontrar as conexões entre atores, fluxos de conteúdos, menções, práticas de hiperlink, etc... COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  34. 34. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Coleta hierárquica relacional no Facebook (adaptado de Bruns e Burgess, 2014) • A API do Facebook não permite a coleta de dados por palavras-chave ou por hashtags. Método mais utilizado no Twitter, esta é uma das principais razões porque o Facebook é plataforma pouco utilizada em pesquisas de métodos digitais. • Assim, surge a questão, como realizar desenhos de pesquisa especificamente para o Facebook? COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  35. 35. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Coleta hierárquica relacional no Facebook (adaptado de Bruns e Burgess, 2014) • A estratégia mais comum é focar em poucos atores, como as fan-pages de candidatos durante períodos eleitorais. • Embora viável do ponto de vista metodológico, essa opção ignora todas as dinâmicas relacionais que acontecem em torno daqueles candidatos. • A coleta relacional, por outro lado, privilegia as conexões entre os atores nas mídias sociais • Para tanto, usam métodos de amostragem por grafos e bola de neve. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  36. 36. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Implementação de aplicativos de coleta • As APIs são instrumentos públicos; • Funcionam como tubos de cessão de dados a partir de requisições; • Muitos aplicativos foram desenvolvidos (pagos ou gratuitos) para facilitar a extração; • Os aplicativos mais comuns do Facebook são: Netvizz, Netlytic e Facepager; • Eles fazem o trabalho pesado de conexão à API e oferecem interfaces fáceis de operacionalizar COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  37. 37. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz
  38. 38. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  39. 39. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz • É a ferramenta mais estáveis e conhecida para extração de dados do Facebook; • Possui integração com grande número de objetos; • Suas queries são padronizadas – não é possível modificar os metadados; • É rápido e faz tratamentos básicos nos dados; • Só permite a coleta de um objeto por vez, o que torna grandes extrações demoradas ou inviáveis • Anonimiza os perfis por default COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  40. 40. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz – Módulos: Grupos • Coleta postagens realizadas em grupos do Facebook; • Retorna quatro objetos: 1) Métricas básicas por postagem; 2) Métricas de engajamento por dia; 3) Comentários de usuários; 4) Arquivo .gdf com as interações para importar no Gephi 5) Coleta somente grupos abertos ou que o usuário é membro COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  41. 41. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos praticar?
  42. 42. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz – Módulos: páginas • Coleta postagens de fan-pages; • Retorna cinco objetos: 1) Métricas básicas por postagem; 2) Métricas de engajamento por dia; 3) Seguidores da página por país; 4) Comentários de usuários; 5) Arquivo .gdf com as interações para importar no Gephi COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  43. 43. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos praticar?
  44. 44. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz – Módulo: Page Like • Cria uma rede a partir de como as páginas se seguem; • O módulo parte de uma página – chamada de semente • Coleta as fan-pages que a página curte/segue • Extrai ligações de como elas se seguem • Gera um arquivo .gdf para ser importado no Gephi • O padrão de coleta é 1,5 (pois analisa as ligações entre as páginas) • Chega a 2 graus de profundidade – retorno deve ser filtrado COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  45. 45. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Netvizz – Módulo: Page Like • page network (directed) - gdf format – nós são páginas name: the page id label: the page name username: the page username category: page category according to Facebook's ontology post_activity: posts per hour, based on the last 50 posts fan_count: number of likes a page has received talking_about_count: current attention metric provided by Facebook users_can_post: whether page users are allowed to publish posts on the page link: a direct link to the page COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  46. 46. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos praticar?
  47. 47. COLETA DE Dados Relacionais O módulo de busca é um instrumento eficiente para fazer pesquisas no Facebook e começar a levantar objetos para coletas futuras. Netvizz – Módulo: Search • Faz buscas no Facebook a partir de palavras-chave; • Não permite procurar postagens; • Busca quarto objetos: 1) Páginas 2) Grupos 3) Eventos 4) Lugares COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  48. 48. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos praticar?
  49. 49. COLETA DE Dados Relacionais A análise de links é bem interessante para pesquisas que investiguem a disseminação de informações no Facebook! Netvizz – Módulo: Link • Faz requisições a partir de links de outros websites. • Retorna três informações: 1) Total de Curtidas 2) Total de Comentários 3) Total de compartilhamentos COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  50. 50. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Vamos praticar?
  51. 51. Netvizz - avaliação • O Netvizz é um aplicativo rápido e extremamente eficiente para extração de dados do Facebook; • Há vários módulos que podem resolver o problema para muitos desenhos de pesquisa diferentes; • No entanto, o Netvizz não permite personalização das queries; • Isso quer dizer que aproveita apenas uma parte da API do Facebook • Também só faz um pedido por vez. O que pode ser um problema para pesquisas com muitas páginas. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  52. 52. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais GRAPH API Explorer
  53. 53. Facebook Graph API • Explorar a API das plataformas é o próximo passo para a extração de dados; • Por meio da construção de requisições (queries) podemos vasculhar a documentação do Facebook por metadados específicos • Também é possível fazer coleta de vários objetos de uma só vez. Ou seja, podemos extrair as postagens de várias páginas. • Isso agiliza muito o processo de coleta de grande volume de dados! COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  54. 54. Facebook Graph API – Conceitos básicos • Token de acesso: código pessoal e intransferível para acessar a API. Funciona como uma senha. Ele registra todas as coletas em seu perfil. Dura duas horas a cada validação; • Permissões: são os pontos da API a serem requisitados; • Query: é o comando para solicitação de dados. É com ela que se faz o pedido de extração • JSON: JavaScript Object Notation – formato de dados fornecido pela API. É parseado para exportar em csv. COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  55. 55. Facebook Graph API – prática COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais https://developers.facebook.com/tools/explorer/
  56. 56. Construindo query no navegador https://graph.facebook.com/v2.6/ + id / {requisição} ?access_token= {token de acesso} https://graph.facebook.com/v2.6/dilmarousseff/likes?access_token=EAACEdEose0cBAErGN0ycFbkfEzlhW8o 0whxulUmELq3y0bZBVh0sxbNUtUvddkuF0vQmoz9zlUln9QG9oRypH75VEEI2HI39HlsN6rYA9vZCXWYvaVTk PRN585mUqS07AeCW9HHVOvo5wIiGDgfTtu8jNioAof51U4v1n5YQYZBr0tChVsQiblwFj6KOhkZD Facebook Graph API – exibição COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  57. 57. https://developers.facebook.com/docs/gr aph-api/reference Facebook Graph API – documentação COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  58. 58. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Facepager
  59. 59. Facepager - Till Keyling e Jakob junger • Código aberto; • Programando em Python 2.7; • Introduz boa parte dos conceitos de data mining, como query, data munging, data storage, log de processos... • É uma interface para se comunicar com a API e elaborar a query de forma personalizada; • Alto grau de liberdade para os usuários operarem as requisições; • Funciona com Facebook e Twitter; COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  60. 60. Facepager - abas COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais retorno metadados Json key Sistema query
  61. 61. Facepager – search Notação: /search ? type= {user, page, event, group, place} & q= {palavra+chave} & fields= search?type=page&q=dilma+rousseff&fields=id,name,lin k,description,category COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  62. 62. Facepager – fan-pages <user>?fields=name,username,about,talking_about_coun t,fan_count,category,link,bio,description,emails,location,ne w_like_count,start_info,website,id COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais JSON Keys name id username category about bio description fan_count talking_about_count emails.0 website link location.city location.state location.longitude location.latitude
  63. 63. Facepager – publicações Resource Page/posts Fields comments.limit(1).summary(true),likes.limit(1).summary(tr ue),picture,story,from,to,description,source,link,created_ti me,message,type,id,status_type,name,story_tags,caption, reactions.limit(1).summary(true), shares COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  64. 64. Facepager – publicações KEYS COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais name from.name from.category from.id to.data.*.id to.data.*.name story_tags sharedposts.data posts.data story link caption message_tags message status_type type shares.count created_time updated_time reactions.summary.total_count likes.summary.total_count comments.summary.total_cou nt shares.count
  65. 65. Facepager – publicações - relacional COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Links – referentes aos links compartilhados nas publicações. Só registrando quando a postagem é de tipo LINK; Caption – referente ao domínio do link; Message_tags – perfis marcados na mensagem (similar a @mention); Status_type – identificar compartilhamentos e links; Story_tags – fluxo de compartilhamento To – Perfis mencionados With_tags – Com quem estou.
  66. 66. Facepager – ligações dos posts COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais /likes – quem curtiu o post /comments – quem comentou o post, comentário e quantos likes recebeu. Query pode ser feita sobre objeto comentário para extrair respostas; /sharedposts - postagens compartilhadas • Testar shared posts com ID conjunto e Object ID do post!
  67. 67. Facepager - Avaliação COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  68. 68. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Qual ferramenta utilizar?
  69. 69. Facepager ou Netvizz? COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Não há ferramenta melhor ou pior! Isso depende do desenho e do objeto da pesquisa…. Como regra geral, podemos afirmar: Facepager: Queries personalizadas e muitos objetos Netvizz: requisições normais com poucos objetos.
  70. 70. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Mapeamento de fan-pages
  71. 71. Etapas do mapeamento de fan-pages (BRUNS, 2007; ADAM et al., 2015) COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais • Lista de nós-sementes; • Nós-sementes devem ser temáticos e homogêneos. • Bola de neve – crawling com 1 ou 2 graus de profundidade; • Limpeza do resultado; • Manipulação de dados – lista de nós e arestas; • Importação no Gephi; • Categorização dos atores
  72. 72. A função user like COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Notação: id ? fields = likes {aninhamento de parâmetros} Exemplo: dilmarousseff?fields=likes{name, category, id, link, about}
  73. 73. TRATAMENTO DE DADOS COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais 1) Filtros para limpeza de logs; 2) Preparação das listas de nós e arestas Arestas Funçao PROC (=PROC(B684;$A$3:$A$506;$E$3:$E$506) Criar source e target Nós Eliminar duplicatas
  74. 74. TRATAMENTO DE DADOS COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais
  75. 75. Importar csv no Gephi
  76. 76. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Prática de Mapeamento de fan-pages
  77. 77. c COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Análise de comportamento dos seguidores
  78. 78. Referências COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais ADAM, Silke et al. Identifying and Analyzing Hyperlink Issue Networks, In: VOWE ,Gerhard, HENN, Philipp. Political Communication in the Online World (Orgs), Routledge: New York, London, p. 233-247, 2015. ALVES, Marcelo. Coleta de dados nas mídias sociais. In: SILVA, Tarcízio; STABILE, Max (orgs.), Monitoramento e Pesquisa em Mídias Sociais: metodologias, aplicações e inovações, Uva Limão, 2016. BENKLER, Yochai. Political Freedom part 2: Emergence of the networked public sphere. The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom, 2006. BRUNS, Axel. Methodologies for mapping the political blogosphere: An exploration using the IssueCrawler research tool. First Monday, v. 12, n. 5, 2007. CHADWICK, Andrew. Digital network repertoires and organizational hybridity. Political Communication, v. 24, n. 3, p. 283-301, 2007. CHADWICK, Andrew. The political information cycle in a hybrid news system: The British prime minister and the “Bullygate” affair. The International Journal of Press/Politics, v. 16, n. 1, p. 3-29, 2011. CHADWICK, Andrew. The hybrid media system: Politics and power. Oxford University Press, 2013. FREELON, Deen; MCILWAIN, Charlton D.; CLARK, Meredith D. Beyond the hashtags:# Ferguson,# Blacklivesmatter, and the online struggle for offline justice. 2016. KLINGER, Ulrike; SVENSSON, Jakob. The emergence of network media logic in political communication: A theoretical approach. New media & society, v. 17, n. 8, p. 1241-1257, 2015. RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Sulina, 2009. RIEDER, Bernhard. The refraction chamber: Twitter as sphere and network. First Monday, v. 17, n. 11, 2012. ROGERS, Richard. Information politics on the Web. MIT Press, 2004. WASSERMAN, Stanley; FAUST, Katherine. Social network analysis: Methods and applications. Cambridge university press, 1994.
  79. 79. OBRIGADO! COLETA DE Dados Relacionais nas mídias sociais Email: Marceloalves.ufsj@Hotmail.com Site: Marceloalves.org

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