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  1. 1. PERITONITEPERITONITE BACTERIANABACTERIANA ESPONTÂNEA (PBE)ESPONTÂNEA (PBE)
  2. 2. PBEPBE  Ascite + cirrose hepática;Ascite + cirrose hepática;  Considerada pela maioria dos autoresConsiderada pela maioria dos autores como a infecção mais comum emcomo a infecção mais comum em cirróticos;cirróticos;  Primeira infecção espontânea descrita;Primeira infecção espontânea descrita;
  3. 3. PBEPBE  Conceito;Conceito;  Fisiopatogenia;Fisiopatogenia;  Proteínas totais do líquido ascítico < 1g/dl;Proteínas totais do líquido ascítico < 1g/dl;  Fatores favorecedores (intrísecos eFatores favorecedores (intrísecos e circunstanciais);circunstanciais);
  4. 4. PBEPBE Fatores IntrísecosFatores Intrísecos . Flora intestinal. Flora intestinal . Sistema macrófago-. Sistema macrófago- monocitáriomonocitário . Imunidade humoral-. Imunidade humoral- celularcelular FatoresFatores CircunstanciaisCircunstanciais . Alcoolismo. Alcoolismo . Desnutrição. Desnutrição . HDA. HDA . Ruptura de barreiras. Ruptura de barreiras naturaisnaturais
  5. 5. PBEPBE  Monobacteriana;Monobacteriana;  20% de mortalidade;20% de mortalidade;  Em 1 ano possibilidade de 47% a 69% deEm 1 ano possibilidade de 47% a 69% de novo episódio;novo episódio;
  6. 6. SINAIS E SINTOMASSINAIS E SINTOMAS Febre em torno de 38Febre em torno de 38 graus Celsiusgraus Celsius 70%70% Dor AbdominalDor Abdominal 60%60% Alteração do EstadoAlteração do Estado Mental (encefalopatiaMental (encefalopatia hepática)hepática) 55%55% Dor à palpação abdominalDor à palpação abdominal 50%50% Outros (diarréia, íleoOutros (diarréia, íleo paralítico, hipotensãoparalítico, hipotensão arterial)arterial) --------
  7. 7. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO  É laboratorial;É laboratorial;  Cultura positiva + Níveis deCultura positiva + Níveis de polimorfonucleres (PMN) no líquidopolimorfonucleres (PMN) no líquido ascítico > 250 células/mmascítico > 250 células/mm33 ;;  Diagnóstico Diferencial;Diagnóstico Diferencial;
  8. 8. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO  Bacterascite;Bacterascite;  Peritonite Bacteriana Secundária;Peritonite Bacteriana Secundária;
  9. 9. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO  Perfuração de víscera (ex.:úlceraPerfuração de víscera (ex.:úlcera duodenal) ou abcessos intra-abdominaisduodenal) ou abcessos intra-abdominais (ex.: abcesso perirrenal);(ex.: abcesso perirrenal);  Sinais e sintomas não ajudam noSinais e sintomas não ajudam no diagnóstico diferencial;diagnóstico diferencial;  Infecção polimicrobiana e ação nula daInfecção polimicrobiana e ação nula da antibioticoterapia;antibioticoterapia;  PMN > 250 células/ml;PMN > 250 células/ml;
  10. 10. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO PMN no líquido ascíticoPMN no líquido ascítico > 250 células/mm3> 250 células/mm3 (acima de 1.000)(acima de 1.000) Ptn. Totais no líquidoPtn. Totais no líquido ascíticoascítico < 1g/dl< 1g/dl LDH no líquido ascíticoLDH no líquido ascítico AumentadoAumentado Glicose no líquidoGlicose no líquido ascíticoascítico < 50mg/dl< 50mg/dl
  11. 11. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO  Antígeno carcinoembriogênico > 5ng/dl eAntígeno carcinoembriogênico > 5ng/dl e fosfatase alcalina > 240 unidades/L. 92%fosfatase alcalina > 240 unidades/L. 92% de sensibilidade e 88% de especificidadede sensibilidade e 88% de especificidade para perfuração visceral;para perfuração visceral;  Quem preencher os critérios: Raio-X,Quem preencher os critérios: Raio-X, exame intestinal com constrate solúvel eexame intestinal com constrate solúvel e TC.TC.
  12. 12. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO  Seguimento de 48 horas do PMN ascítico;Seguimento de 48 horas do PMN ascítico;  Tratamento: cobertura contra anaeróbiosTratamento: cobertura contra anaeróbios + cefalosporina de 3+ cefalosporina de 3aa geração +geração + laparotomia;laparotomia;  Mortalidade similar a PBE;Mortalidade similar a PBE;
  13. 13. TRATAMENTO EMPÍRICOTRATAMENTO EMPÍRICO  Pacientes com PMN ascítico > 250Pacientes com PMN ascítico > 250 células/ml;células/ml;  Pacientes com PMN < 250, mas comPacientes com PMN < 250, mas com sinais ou sintomas de infecção;sinais ou sintomas de infecção;  Cefotaxime 2g IV de 8h/8h por 5 dias;Cefotaxime 2g IV de 8h/8h por 5 dias;  Alternativa: Ceftriaxona ou ofloxacinoAlternativa: Ceftriaxona ou ofloxacino 400mg, via oral 12h/12h;400mg, via oral 12h/12h;
  14. 14. TRATAMENTO EMPÍRICOTRATAMENTO EMPÍRICO  Cefotaxime X Cefotaxime + albumina;Cefotaxime X Cefotaxime + albumina;  Decrécimo de 29% para 10% daDecrécimo de 29% para 10% da mortalidade;mortalidade;  1,5 g de albumina/kg/peso com 6 horas1,5 g de albumina/kg/peso com 6 horas da detecção e 1g/kg/peso no 3 dia.da detecção e 1g/kg/peso no 3 dia.
  15. 15. PROFILAXIAPROFILAXIA  Prevenção primária aguda: norfofloxacinoPrevenção primária aguda: norfofloxacino ou sulfametoxazol/trimetropin oral 2x aoou sulfametoxazol/trimetropin oral 2x ao dia ou quinolona IV por 7 dias.dia ou quinolona IV por 7 dias.  Prevenção primária crônica: norfloxacinoPrevenção primária crônica: norfloxacino ou sulmetoxazol/trimetropin 5 dias naou sulmetoxazol/trimetropin 5 dias na semana.semana.
  16. 16. PROFILAXIAPROFILAXIA  Profilaxia secundária: Norfloxacino ouProfilaxia secundária: Norfloxacino ou sulfametoxazol/trimetropin até osulfametoxazol/trimetropin até o desaprecimento da ascite;desaprecimento da ascite;  Sobrevida após o primeiro episódio: 9Sobrevida após o primeiro episódio: 9 meses;meses;

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