Oliveira

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Trabalho sobre a oliveira, Olea europaea L.

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Oliveira

  1. 1. OLIVEIRA “Onde a oliveira não chega o Mediterrâneo morre” Manuela Alves 2733 Biologia Vegetal
  2. 2. A OLIVEIRA SURGE NO PLEISTOCENO Fig. 1: D. Herdemerten. Folhas fósseis encontradas em Fira/Santorini. 54.000 B.P. Fig. 2,3: Walter Friedrich. Tronco fóssil de oliveira
  3. 3. LAGARES FONTE DE INFORMAÇÃO Fig. 4 Lagar milenar em Lageosa do Dão Fig. 5 Lagar séc. XV em S. Jorge da Beira
  4. 4. TAXONOMIA  Plantae ◦ Magnoliophyta  Magnoliopsida Lamiales  Oleaceae  Olea L.  Olea europaea L. Olea europaea L. spp. europaea Olea europaea L. spp. sylvestris R D C O F G E
  5. 5. CLIMA  Verão quente e seco, designado como clima mediterrâneo  Inverno ameno com precipitação  Insolação forte durante o ano  Temperaturas médias no Inverno 4,5-10 ºC  Temperaturas médias no Verão de 21-27 ºC  Precipitação média de 38-64 mm  Solo distinto-terra vermelha (Portugal- Fig.6 Olivicultura no Mediterrâneo
  6. 6. OLIVEIRAS MILENARES Ithaca, Grécia 1500 anos? Lasithi, Creta 3500 anos Stª Iria Azóia 2850 anos Monsarz 2450 anos Fig. 7,8,9 e 10 Oliveiras milenares na Grécia e em Portugal
  7. 7. OLIVEIRA  Folha ◦ Alimentação de animais ◦ Fins medicinais ◦ Rituais  Madeira ◦ Fogo ◦ Artesanato ◦ Construção civil  Fruto ◦ Consumo ◦ Azeite
  8. 8. RAÍZ  Profundidade até 6 metros.  Subterrânea  Fasciculada. Floema Xilema Fig.11 Corte transversal de uma raíz de Olea europaea Câmbio
  9. 9. TRONCO  Crescimento lento  Chega aos 20 metros de altura  Árvores selvagens são mais baixas (zambujeiro)  Em olivais são podadas para facilitar a colheita  Vive milhares de anos Câmbio Xilema Medula Colênquim a Floema Súber Fig. 12 e 13 Tronco
  10. 10. FOLHA  A oliveira tem folha persistente  Verde acinzentadas na pág. adaxial e de um cinzento prateado na pág. abaxial  Folhas estreitas, pontiagudas e simples.  Tricomas na página abaxial  A folha depois de seca é usada para cháFig. 15 Tricomas Fig. 16 Corte transv. folha O. Europaea Fig. 14 Pág. Adaxial e Abaxial
  11. 11. FLORES  As oliveiras florescem entre o fim de Abril e o princípio de Junho  Cada inflorescência possui entre 10 e 40 flores  As flores podem ser hermafroditas ou monossexuadas  A flor possui 3 sépalas e 4 pétalas  A maioria autopoliniza-se  Algumas exigem a polinização à distância e do pólen de um exemplar diferente  As flores são polinizadas pelo vento  Diagrama Floral: Fig. 17 e 18 Flores da oliveira na inflorescência
  12. 12. FRUTO  A flor depois da polinização origina o fruto: a drupa (azeitona)  A drupa é formada de um só carpelo que origina uma só semente  A semente juntamente com o endocarpo forma o caroço  A azeitona antes de estar madura é verde  Madura torna-se preta ou violeta- castanhada  A oliveira atinge o ponto de produção óptimo com cerca de vinte anos  A composição média de uma azeitona é água (50%), azeite (22%), açúcar (19%), celulose (5,8%) e proteínas (1,6%) Fig.19 Carpelo Fig. 20 Drupas Azeitonas
  13. 13. AZEITE  A Penísula Ibérica detém 60% da produção mundial de azeite ◦ 3 milhões de toneladas ◦ 800 milhões de oliveiras ◦ 7,5 milhões de hectares  Países produtores: Espanha, Itália, Grécia, Tunísia, Síria, Turquia, Marrocos e Portugal
  14. 14. AZEITE  Alimento rico  Único meio de alumiar as casas  Combustível das piras funerárias  Creme de beleza  Fortalecedor do couro cabeludo  Unguento corporal  Fabrico de perfumes  Os atletas vencedores dos Jogos Olímpicos da Grécia antiga eram premiados com ânforas de azeite
  15. 15. AZEITE E SAÚDE Ácidos gordos ◦ Saturados 17,9% ◦ Monoinsaturados 68,1% ◦ Polinsaturados 14%  Ácidos gordos são reservas de E, em consumo desequilibrado podem aumentar o LDL responsável pela deposição de colesterol nas paredes das artéria  O azeite é rico em Ω3 e Ω6  O Ω3 auxilia na diminuição dos triglicerídeos e do “mau colesterol” LDL e favorece o aumento do “colesterol bom” HDL, necessário para o bom funcionamento do coração e cérebro Fig. 21 e 22 o azeite e o colesterol
  16. 16. VARIEDADES EM PORTUGAL  Arbequina  Azeiteira  Bical Castelo Branco  Bico do Corvo  Blanqueta  Borrenta  Carrasquenha  Cobrançosa  Cordovil ◦ Castelo branco ◦ Elvas ◦ Serpa ◦ Trás-os-Montes  Cornicabra  Frantoio  Galega ◦ Vulgar ◦ Grada de Serpa ◦ Évora  Gama  Hojiblanca  Leccino  Lentisca  Madural  Maçanilha de Tavira  Manzanilla  Negrinha de Freixo  Picholine  Picual  Redondal  Redondil  Santulhana  Verdeal ◦ Alentejana ◦ Trás-os-Montes
  17. 17. PRAGAS
  18. 18. BIBLIOGRAFIA Bohm, J (2013) O GRANDE LIVRO DA OLIVEIRA E DO AZEITE PORTUGAL OLEÍCOLA, Dinalivro editora, Lisboa
  19. 19. SÍTIOS CONSULTADOS  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Olea_europa.jpg?uselang=pt, último acesso 20- 05-2014  wwhttp://w.haw.uni-heidelberg.de/presse/pm_santorin.de.html, último acesso 20-05- 2014  http://megaarquivo.files.wordpress.com/2012/09/colesterol-artc3a9ria_james- benet_istock-346x195.jpg, último acesso 20-05-2014  http://www.herdadedasmargaridas.com/boxslideinteresses/images/o%20azeite%20na% 20saude.jpg, último acesso 24-05-2014  http://www.lavioletera.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/compare-azeitona- verde-preta.jpg, último acesso 24-05-2014  http://1.bp.blogspot.com/-CEfvB- 3Ntbk/TbxJzO8yfXI/AAAAAAAAAXg/lCtCRHm70lQ/s1600/oliv9.JPG, último acesso 24- 05-2014  http://dedsign.files.wordpress.com/2008/02/olivalbig.jpg, último acesso 24-05-2014  http://3.bp.blogspot.com/_e7EBzrJOfhc/TDd6jjbbtBI/AAAAAAAAACA/MaRSei- oShw/s320/untitledh.bmp, ,último acesso 30-05-2014  http://www.dietaemagrecerurgente.com/wp-content/uploads/2011/09/folha-de-oliveira- verdadeira.jpg  http://upm.es/EUITAgricola/PAS/ListaDepartamentos/DepBiologia/8e803127260e6210V gnVCM10000009c7648aRCRD, último acesso 30-05-2014  http://issuu.com/dinalivro/docs/grande_livro_da_oliveira_e_do_azeite_portugal_olei/14, último acesso 30-05-2014  http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Agricultural_maps#mediaviewer/File:OliveT reeBordercommons.jpg, último acesso 30-05-2014

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