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O LINHO 
Culturas Arvenses 
Manuela Alves 2733 
Docente: Helena 
Correia
Introdução 
 A fibra do linho 
pode ser 
classificada como 
sendo uma fibra 
natural, de origem 
vegetal, obtida a 
parti...
Origem 
 Primeiro grupo de plantas 
cultivadas pelo homem 
 Origem no Médio Oriente 
 Vestígios com 9000 anos na 
Síria...
O Linho na Península Ibérica 
 Registos com 4500 anos em Almeria, 
Espanha. 
 Em Portugal o primeiro indício surge no 
n...
Importância Económica 
 Em 1871 eram dedicados à cultura do 
linho 25000 ha(Perry, 1875) 
 Em 1940 restavam apena 1670 h...
 Atualmente não existem variedades de 
linho no Catálogo Nacional de 
Variedades. No passado eram 
conhecidas as seguinte...
Classificação 
Reino: Plantae 
Classe: Rosidae 
Ordem: Linales 
Família: Linaceae 
Género: Linum (cerca de 100 espécies) 
...
Morfologia 
 Planta anual, erecta e glabra 
 Geralmente unicaule verde-acinzentado 
de 0,75-1,2 m de altura 
 Folhas sé...
Morfologia Interna 
O caule tem um diâmetro que 
varia entre 1 e 3 mm, contém 
15 a 40 feixes formados por 
um conjunto de...
Exigências Ambientais 
 Solo 
◦ Solo profundo com boa reserva de água, 
não argiloso 
◦ Rico em matéria orgânica 
◦ Sem e...
 Luz e temperatura 
◦ Planta C3 e de dias longos 
◦ Mínimo de germinação –> 5ºC 
◦ Óptimo de germinação –> 28ºC 
◦ Temper...
 Água 
◦ Cultura muito exigente em água. 
◦ São necessários 783 Kg de água para a 
produção de 1 Kg de matéria seca de 
l...
Variedades 
 Variedade oleaginosa ou Linho de Inverno 
◦ Porte mais rasteiro 
◦ Caule curto (<60 cm) 
◦ Muito ramificado ...
Produtividade 
 O melhoramento da cultura visa 
sobretudo resistência a doenças, à 
acama e ao frio, bem como ao 
aumento...
Fatores Condicionantes da 
Cultura 
 Concorrência de outras fibras. 
 Exigência em termos de solos e clima 
ideais. 
 A...
Fatores Favoráveis à Cultura 
 A EU estabelece ajudas à produção e 
armazenamento. 
 Única fibra produzida na Europa 
Oc...
Produção 
 A produção do linho grão pode 
ultrapassar as 3 t/ha e o linho têxtil as 7 
t/ha. 
 A produtividade não ating...
Tipos de Linho 
 Mourisco 
 Riga Nacional 
 Galego
As Fases do Linho 
Maçagem 
Sementes 
Dobage 
m 
Fiação 
Branqueamen 
to 
Espadelage 
m 
Secagem 
Maceraçã 
o 
Arrinca 
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Preparação do Solo 
 Estrumar com antecedência e com 
estrume bem curtido 
 Mobilizar(grades) repetidamente de 
modo a o...
Fertilização 
 O azoto favorece o crescimento desordenado 
das fibras e com lúmen maior, aumenta a 
ramificação da planta...
Sementeira 
A época mais favorável à sua sementeira é a de 
meados de Abril 
Temperatura considerada mínima para a germi...
Arrinca 
A sua colheita é 
normalmente em 
Junho, por arranque 
pela raiz da planta, 
quando esta 
apresentar cor 
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Ripanço 
Depois da cápsula 
bem seca é ripado 
no ripanço para 
separar as 
cápsulas que 
libertarão as 
sementes
Maceração 
A maceração pode ser feita 
em água, a seco e por 
processos enzimáticos. A 
maceração em água, 
anaeróbia, con...
Secagem 
 O linho em feixes é 
colocado a secar 
ao sol durante 15 
dias
Maçagem 
 Após a secagem 
maça-se no 
maçadouro. 
 A operação também 
pode consistir em 
triturar a parte 
lenhosa do li...
Espadelagem 
 O linho é aquecido 
aos molhos em 
fornos similares 
aos do pão, sendo 
de seguida 
espadelado 
obtendo-se ...
Assedagem 
 É necessário 
assedá-lo, no 
assedeiro. Separam-se 
as fibras de 
acordo com o seu 
comprimento, as 
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Fiação 
 O fio é obtido puxando 
uma mecha de fibras do 
manelo, retorcendo-as 
entre o polegar e o 
indicador, enrolando...
Branqueamento 
 As meadas são 
submetidas a complexos 
processos de 
branqueamento em que 
os fios são levados à 
fervura...
Dobagem 
 Depois de seca a 
meada é convertida 
em novelos a fim de 
facilitar a sua 
utilização nos 
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Tear 
 Com os novelos urde-se 
a teia, na urdideira. 
Cada fio no seu dente. 
Instalar a teia no tear. 
Encher 
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Linhaça 
 As sementes foram consideradas 
muito tempo como um subproduto do 
linho, cultivado essencialmente para a 
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Óleo de linhaça 
O óleo de linho constitui 40% da 
biomassa da semente. Dele fazem 
parte: 
 Ácido oleico(13-36%) 
 Ácid...
Doenças
Pragas
Controlo 
Rotações longas (mais de 3 anos) 
Uso de sementes certificadas 
Desinfeção de sementes (fungicidas) 
Uso de ...
Distribuição Geográfica
Países Produtores 
Produção mundial do linho 
Austria Belgium- 
Argentina 
Luxembour 
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Bulgaria 
Chile 
China, 
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Aplicações 
 Indústria vestuário 
 Indústria automóvel 
 Indústria mobiliário 
 Indústria desporto 
 Indústria cosmét...
Conclusão 
 O linho é o tecido mais ecológico que existe. 
Pesquisas comprovam que é 7 vezes mais 
ecológico que o algodã...
Sites Consultados 
 http://dc250.4shared.com/doc/w1yx9fgE/preview. 
html 
 http://dc238.4shared.com/doc/fFi27V12/preview...
Bibliografia 
 “O Linho e a sua Cultura” 
Carlos Castro e Miguel Sequeira (1995) Vila Real UTAD
Videos 
Pétalas que caem rapidamente https://vimeo.com/31782057 
Arrinca e maceração https://www.youtube.com/watch?v=wDO2a...
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Linum usitatissimum, flax linen, linho

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O linho

  1. 1. O LINHO Culturas Arvenses Manuela Alves 2733 Docente: Helena Correia
  2. 2. Introdução  A fibra do linho pode ser classificada como sendo uma fibra natural, de origem vegetal, obtida a partir do caule das plantas da família das Lináceas – Linum usitatissimum L.
  3. 3. Origem  Primeiro grupo de plantas cultivadas pelo homem  Origem no Médio Oriente  Vestígios com 9000 anos na Síria do Linum bienne Miller  Vestígios com 8000 anos na Síria do Linum usitassimum L.  Registos da cultura do linho pelos egípcios, hebreus, gregos e romanos
  4. 4. O Linho na Península Ibérica  Registos com 4500 anos em Almeria, Espanha.  Em Portugal o primeiro indício surge no neolítico com a descoberta de cossoiros ou fusaiolas em castros pré romanos.  Enorme expansão na Idade Média.  Meados do séc. XIX tem um declínio com a introdução do algodão.  No final do séc. XIX com a intervenção do governo deu-se um aumento na produção
  5. 5. Importância Económica  Em 1871 eram dedicados à cultura do linho 25000 ha(Perry, 1875)  Em 1940 restavam apena 1670 há (Graça, 1943, Matos Sequeira, 1950)  Graça (1943) refere que o linho era uma cultura com importância económica em 66 das 110 freguesias de Vila Real, e que em 1943 existiam ainda 1049 teares em funcionamento (9% do total do país).
  6. 6.  Atualmente não existem variedades de linho no Catálogo Nacional de Variedades. No passado eram conhecidas as seguintes variedades de linho (Oliveira, 1978): ◦ Mourisco ou temporão ◦ Galego ou serôdio ◦ Riga verdadeiro ◦ Real melhorado russo ◦ Riga Primavera ◦ Coimbrão  Hoje o cultivo do linho em Portugal destina-se sobretudo ao artesanato
  7. 7. Classificação Reino: Plantae Classe: Rosidae Ordem: Linales Família: Linaceae Género: Linum (cerca de 100 espécies) Espécie: Linum usitassimum L.,1753
  8. 8. Morfologia  Planta anual, erecta e glabra  Geralmente unicaule verde-acinzentado de 0,75-1,2 m de altura  Folhas sésseis, alternas, linear-anceoladas, achatadas, glaucas e com 3 nervuras.  Raíz aprumada, pouco desenvolvida.  Inflorescência cimeira  Flores hermafroditas e pentâmeras (5 sépalas inteiras ovada-oblongas, 5 pétalas azuis, brancas, lilases ou rosa pálido, 5 estames e 5 carpelos).  Fecundação autogâmica.  Frutos, cápsulas com 5 lóculos globosos ovoides, deiscentes na maturação.  Sementes amareladas, castanhas claras ou escuras, lisas, brilhantes e oblongas.  A viabilidade da semente pode chegar aos 17 anos(Hanson,1990) . Planta e peças anatómicas de Linum usitatissimum - Köhler–s Medizinal-Pflanzen-088
  9. 9. Morfologia Interna O caule tem um diâmetro que varia entre 1 e 3 mm, contém 15 a 40 feixes formados por um conjunto de 12 a 40 fibras. Cada fibra resulta do depósito de camadas sucessivas de celulose contra as paredes de uma célula inicial, processo que conduz ao desaparecimento do seu citoplasma e morte da célula, ficando um espaço vazio, o Fibras do floema do caule de Linnum sp - teste com lugol. Foto de Menezes, N. L.
  10. 10. Exigências Ambientais  Solo ◦ Solo profundo com boa reserva de água, não argiloso ◦ Rico em matéria orgânica ◦ Sem excesso de cálcio ◦ pH óptimo entre os 5-7 ◦ O linho é exigente em zinco ◦ Os linhos para produção de óleo adaptam-se melhor a solos arenosos
  11. 11.  Luz e temperatura ◦ Planta C3 e de dias longos ◦ Mínimo de germinação –> 5ºC ◦ Óptimo de germinação –> 28ºC ◦ Temperatura crítica na floração -> -2ºC
  12. 12.  Água ◦ Cultura muito exigente em água. ◦ São necessários 783 Kg de água para a produção de 1 Kg de matéria seca de linho(Hanson,1990). ◦ O linho têxtil tem maiores produções em climas temperados húmidos. ◦ O linho grão tem maior sensibilidade à falta de água no período que rodeia a floração, pode perder-se 30% da produção.
  13. 13. Variedades  Variedade oleaginosa ou Linho de Inverno ◦ Porte mais rasteiro ◦ Caule curto (<60 cm) ◦ Muito ramificado ◦ Fase vegetativa mais demorada ◦ Necessidades moderadas em temperaturas vernalizantes ◦ Resistência ao frio ◦ Sementes maiores que a variedade têxtil (8 g/1000 sementes)  Variedade Têxtil ou Linho de Primavera ◦ Porte mais erecto ◦ Caule longo (>60 cm) ◦ Pouco ou não ramificado e apenas no topo ◦ Não necessitam de vernalização ◦ Sensíveis ao frio ◦ Sementes de dimensão reduzida (4-6 g/1000 sementes)
  14. 14. Produtividade  O melhoramento da cultura visa sobretudo resistência a doenças, à acama e ao frio, bem como ao aumento da produtividade e qualidade.  A qualidade da semente parece estar associada a sementes de cor amarela e de menor dimensão, embora as maiores tenham mais óleo.
  15. 15. Fatores Condicionantes da Cultura  Concorrência de outras fibras.  Exigência em termos de solos e clima ideais.  A tecnologia do seu processamento é de difícil mecanização, trabalhosa e aprendizagem demorada.
  16. 16. Fatores Favoráveis à Cultura  A EU estabelece ajudas à produção e armazenamento.  Única fibra produzida na Europa Ocidental e utilizada em misturas com algodão e lã  O grão é rico em óleo e origina um bagaço de excelente qualidade (35-40% proteínas) para os animais.  Cultura de ciclo curto.  A palha tem várias utilizações.  Um ha de linho pode produzir mais que o algodão.
  17. 17. Produção  A produção do linho grão pode ultrapassar as 3 t/ha e o linho têxtil as 7 t/ha.  A produtividade não atinge as 2 t/ha e as 3 t/ha.  1 t de palha pode originar 160 kg de tomento e 100 kg de estopa (Dupeux,1982).  O processamento da palha origina 13% de fibras longas (panos, fios), 16% de fibras curtas (estopa usada em oleados, serapilheiras), 40% de “shive” (rolhas), 13% sementes e 18% resíduos vários.
  18. 18. Tipos de Linho  Mourisco  Riga Nacional  Galego
  19. 19. As Fases do Linho Maçagem Sementes Dobage m Fiação Branqueamen to Espadelage m Secagem Maceraçã o Arrinca Tear Sementei ra Secagem Assedagem Lenho Cascas Ripanço
  20. 20. Preparação do Solo  Estrumar com antecedência e com estrume bem curtido  Mobilizar(grades) repetidamente de modo a obter uma cama de sementes fina, sem vazios e sem grandes torrões à superfície  Operar rapidamente de modo a evitar a secagem do perfil  Triturar e distribuir de modo uniforme pelo perfil os resíduos(restolho) de culturas anteriores.
  21. 21. Fertilização  O azoto favorece o crescimento desordenado das fibras e com lúmen maior, aumenta a ramificação da planta, facilita a produção de grão mas também a acama ( Moule, 1972)  A aplicação de fertilizantes potássicos podem precaver excessos de adubação azotada além de favorecer a qualidade da fibra  O fósforo aumenta o número de fibras por feixe, favorece a regularidade do diâmetro das fibras, o teor em óleo das sementes e a precocidade  O excesso de cálcio reduz a riqueza em fibras e prejudica o crescimento das plântulas  A calagem pode originar carências de zinco que levam à diminuição de produção de fibras, as plantas apresentam entrenós curtos e ramificações na base
  22. 22. Sementeira A época mais favorável à sua sementeira é a de meados de Abril Temperatura considerada mínima para a germinação 4ºC A temperatura do solo para a sementeira deve ser de 7ºC No linho têxtil a densidade deve ser de 2000 a 2500 plantas/m2 No linho oleaginoso a densidade deve ser de 500 a 1000 plantas /m2 O risco da acama aumenta a partir das 1800plantas/m2 Quanto maior dor a densidade maior será a qualidade A profundidade de sementeira não deve ultrapassar2 a 4 cm (Cardwell,1984) Com semeadores de precisão deve usar-se
  23. 23. Arrinca A sua colheita é normalmente em Junho, por arranque pela raiz da planta, quando esta apresentar cor amarela em três quartos, incluindo as cápsulas, e as folhas do terço inferior terem já caído. Após o arranque é posto a secar (fenação) até apresentar a cápsula bem seca.
  24. 24. Ripanço Depois da cápsula bem seca é ripado no ripanço para separar as cápsulas que libertarão as sementes
  25. 25. Maceração A maceração pode ser feita em água, a seco e por processos enzimáticos. A maceração em água, anaeróbia, consiste em emergir os feixes 9 a 10 dias. Nesta fase dá-se a curtimenta por fermentação bacteriana que visa libertar as fibras dos elementos lenhosos e do cimento (pectose) que os une. Na maceração em terra, aeróbica, a palha é estendida em camadas e sob fatores climatéricos sofre a decomposição por fungos. Na ausência de orvalho ou chuva deve regar-se. Este processo requer 30 a 40 dias. O processo industrial usa enzimas ou vapor que substituem a ação dos microrganismos
  26. 26. Secagem  O linho em feixes é colocado a secar ao sol durante 15 dias
  27. 27. Maçagem  Após a secagem maça-se no maçadouro.  A operação também pode consistir em triturar a parte lenhosa do linho, pela passagem dos caules entre rolos. Podem ser utilizados engenhos com tração animal ou hidráulicos. Engenho de linho de tração
  28. 28. Espadelagem  O linho é aquecido aos molhos em fornos similares aos do pão, sendo de seguida espadelado obtendo-se assim a separação completa do material lenhoso das fibras de linho
  29. 29. Assedagem  É necessário assedá-lo, no assedeiro. Separam-se as fibras de acordo com o seu comprimento, as fibras longas chamadas linho assedado (mais nobre) e as fibras curtas denominadas estopa assedada (mais grosseiras). Daqui resultam as estrigas.
  30. 30. Fiação  O fio é obtido puxando uma mecha de fibras do manelo, retorcendo-as entre o polegar e o indicador, enrolando este fio no fuso e fazendo-o rodar. Estas fibras ao saírem do manelo da roca puxam outras dando assim continuidade à formação do fio.  Dos fios de linho obtidos nas maçarocas formam-se as meadas no sarilho Feitura das
  31. 31. Branqueamento  As meadas são submetidas a complexos processos de branqueamento em que os fios são levados à fervura, cozidos em grandes potes depois das meadas terem sido empapadas numa calda de água e cinza, deixadas arrefecer e lavadas. Depois são colocadas a corar ao sol durante 15 dias, intercaladas com lavagens com água e sabão.
  32. 32. Dobagem  Depois de seca a meada é convertida em novelos a fim de facilitar a sua utilização nos teares, utilizando-se para o efeito uma dobadoura
  33. 33. Tear  Com os novelos urde-se a teia, na urdideira. Cada fio no seu dente. Instalar a teia no tear. Encher as canelas no caneleiro. As canelas são sucessivamente alojadas na lançadeira, espécie de naveta que transporta o fio, para um lado e outro, na teia. A perdizela é um pequeno eixo, dentro da lançadeira, que segura a canela. Depois é só tecer, recolher as varas, e preparar o bragal.
  34. 34. Linhaça  As sementes foram consideradas muito tempo como um subproduto do linho, cultivado essencialmente para a produção de tecidos.  A semente contém 32 a 44% de óleo rico em ácidos gordos não saturados
  35. 35. Óleo de linhaça O óleo de linho constitui 40% da biomassa da semente. Dele fazem parte:  Ácido oleico(13-36%)  Ácido linoleico(10-25%)  Ácido linolénico(30-60%)  Ácido palmítico(6-16%) Indicado para o uso de pinturas por formar uma espécie de película protetora. O óleo de linho é indicado para o uso de pinturas por formar uma espécie de película protetora, é usado como aditivo de tintas, vernizes, lacas e na produção de linóleo, mas também em tintas de impressão, impermeabilizantes e para produção de sabões. Recentemente o óleo do linho tem sido utilizado no tratamento de betão armado usado em pavimentação.
  36. 36. Doenças
  37. 37. Pragas
  38. 38. Controlo Rotações longas (mais de 3 anos) Uso de sementes certificadas Desinfeção de sementes (fungicidas) Uso de cultivares resistentes
  39. 39. Distribuição Geográfica
  40. 40. Países Produtores Produção mundial do linho Austria Belgium- Argentina Luxembour g Bulgaria Chile China, mainland Belarus Egypt Estonia France Croatia Italy Latvia Lithuania Czech Republic Netherlands Belgium Ukraine Spain Russian Federation Romania Poland Slovakia United Kingdom Turkey China, Taiwan China Produção europeia do Austria 1% Belgium- Luxembour g 4% Bulgaria 0% Belarus 15% Estonia 0% France 25% Croatia 0% Italy 0% Latvia 0% Lithuania 1% Belgium Netherlands 8% Turkey 0% Slovakia Ukraine 5% United Kingdom Russian Federation 16% Romania Czech Republic 5% Poland 1% 0% 0% Spain 6% 7% 5% linho Gráficos realizados a partir dos dados disponibilizados pela FAO
  41. 41. Aplicações  Indústria vestuário  Indústria automóvel  Indústria mobiliário  Indústria desporto  Indústria cosmética  Indústria alimentação
  42. 42. Conclusão  O linho é o tecido mais ecológico que existe. Pesquisas comprovam que é 7 vezes mais ecológico que o algodão. É necessário muito pouco fertilizante químico no seu cultivo. Praticamente todos os seus componentes são utilizados, desde a palha que envolve a fibra (serragem) até à semente (alimentação, cosméticos). O cultivo é renovável não esgotando os solos. A procura crescente de fibras naturais anuncia um futuro risonho para a produção das fibras de linho. Quando tanto se fala em sustentabilidade há que reforçar a necessidade de aplicação em materiais recicláveis.
  43. 43. Sites Consultados  http://dc250.4shared.com/doc/w1yx9fgE/preview. html  http://dc238.4shared.com/doc/fFi27V12/preview. html  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Linum_usi tatissimum_- _K%C3%B6hler%E2%80%93s_Medizinal- Pflanzen-088.jpg  http://www.uc.pt/fluc/iarq/pdfs/Pdfs_FE/FE_93_2 012  http://faostat3.fao.org/browse/Q/QC/E  http://www1.agric.gov.ab.ca/$department/deptdo cs.nsf/all/prm7704  http://www.flaxcouncil.ca/english/index.jsp?p=gro wing7&mp=growing
  44. 44. Bibliografia  “O Linho e a sua Cultura” Carlos Castro e Miguel Sequeira (1995) Vila Real UTAD
  45. 45. Videos Pétalas que caem rapidamente https://vimeo.com/31782057 Arrinca e maceração https://www.youtube.com/watch?v=wDO2ah_Ke- M Assedagem https://vimeo.com/31329976 Fiação https://vimeo.com/79316418 O linho em França https://vimeo.com/18044043 Óleo Sementes https://vimeo.com/43691016 Industrialização do linho https://vimeo.com/31776118 Publicidade ténis https://vimeo.com/9176665 Vídeos incluídos: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/Inventario/Imateriais/Im ateriaisConsultar.aspx?IdReg=280&EntSep=5#gotoPosition ESAV, 10 Novembro 2014

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