SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 41
Doença Inflamatória
Intestinal e Nutrição
Dr. Rodrigo Bremer Nones
Curitiba – PR
Palestrante Participação em
Congressos
Pesquisador
Clínico
Abbvie X
Janssen X X
Pfizer X
UCB X
Nestlé X
Siew C Ng et al. Gut 2013; 62: 630–649
Sheehan D et al. J Gastroenterol 2015; 50: 495–507
Benchimol E et al. Am J Gastroenterol 2015; 110: 553–563
Tempo em anos
Suscetibilidade genética
Epigenoma
Microbioma
Exposoma Infectoma
Atividadededoença
Fase pré-clínica Fase clínica
Início dos sintomas Diagnóstico Recaída
Hospitalizações por DII
(incidence rate ratio, 1,4; CI, 1,31-1,50)
Diagnóstico de DC > em jovens moradores em regiões com alta concentração de NO2
(OR, 2,31; CI, 1,25-4,28)
Rogler G et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21 (2): 400-408
Rogler G et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21 (2): 400-408Shaw SY et al. Am J Gastroenterol 2010; 105 (12): 2687-2692
Sheehan D et al. J Gastroenterol 2015; 50: 495–507
Dixon L et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21: 912–922
Alto teor de gorduras, açúcares e calorias + baixo teor de fibras
• Alteração da permeabilidade do epitélio intestinal
• Favorecimento da translocação e enteroadesividade bacteriana
• Alteração da microbiota intestinal – pró-inflamatória
História Natural da Doença de Crohn
História Natural da Colite Ulcerativa
Manifestações Intestinais
Diarreia
Dor abdominal
Sangramento Digestivo
Alterações perineais
Fístulas
Massa abdominal
Obstipação
Manifestações Extra intestinais
Desnutrição e déficit ponderal
Anemia
Manifestações articulares e ósseas
Manifestações oftalmológicas
Manifestações dermatológicas
Manifestações hepatobiliares
Trombose venosa profunda
Condições concomitantes
Síndrome do Intestino Irritável
Disabsorção de sais biliares
Malabsorção de carboidratos
Supercrescimento Bacteriano
Câncer colo-retal
Doenças imunomediadas associadas:
Doença Celíaca, etc.
Efeitos colaterais do tratamento
Manifestações Clínicas
Colite Ulcerativa
Doença de Crohn
Avaliação Laboratorial
• Hemograma com plaquetas
• Provas de atividade inflamatória
• Proteína C reativa, velocidade de hemossedimentação
• Provas de função hepática
• Provas de função renal
• Avaliação do estado nutricional
• Índices hematimétricos, albumina, transferrina, vitaminas (B12, D), Ác. Fólico, etc.
• Exames de fezes
• Parasitológico de fezes, pesquisa da toxina do Clostridium difficille
• Biomarcadores
• Calprotectina fecal
• ANCA / ASCA
Complicações possíveis
• Desnutrição
• Infecção
• Complicação de uma fistula
• Translocação bacteriana
• Obstrução intestinal
• Perfuração intestinal
• Hemorragia digestiva
• Colite aguda severa vs. Megacólon tóxico
• Trombose venosa profunda e TEP
• Câncer
• Colo-retal
• Linfoma e Câncer de pele
• Efeitos colaterais dos tratamentos
Princípios gerais do tratamento das DII
• Qual é o diagnóstico?
• Qual é o objetivo?
• Indução
• Manutenção
• Qual é a localização?
• Qual é o fenótipo?
• Qual é a severidade?
• Existe alguma contraindicação para a opção?
Leve Moderada Severa
Evacuações com
sangue
< 4 / dia < 6 / dia
ou mais SE
≥ 6 / dia
E PELO MENOS UM
Pulso < 90 ppm ≤ 90 ppm > 90 ppm OU
Temperatura < 37,5 ˚C ≤ 37.8 ˚C > 37,8 ˚C OU
Hemoglobina > 11,5 g/dL ≥ 10,5 g/dL < 10,5 g/dL OU
PCR Normal ≤ 30 mg/L > 30 mg/L OU
VHS < 20 mm/h ≤ 30 mm/h > 30 mm/h
Graduação da severidade da Colite Ulcerativa
Leve Moderada Severa
• CDAI 150 - 220 • CDAI 220 - 450 • CDAI > 450
• PCR normal ou
• PCR pouco aumentada
• PCR aumentada • PCR aumentada
• < 10% perda ponderal • > 10% perda ponderal
• Massa abdominal
• Sem resposta ao
tratamento de doença
leve
• Caquexia
• Obstrução
• Abscesso
• Sintomas persistentes
Graduação da severidade da Doença de Crohn
Aminossalicilatos
Antibióticos
Corticóides
Imunomoduladores
Imunobiológicos
Cirurgia
ORGANIZAÇÃO DO TRATAMENTO DA COLITE ULCERATIVA
LEVE
MODERADA
SEVERA
AMINOSSALICILATOS AMINOSSALICILATOS
CORTICÓIDES AZATIOPRINA
IMUNOBIOLÓGICOS
AMINOSSALICILATOSAMINOSSALICILATOS
CIRURGIA
AZATIOPRINACORTICÓIDES
IMUNOBIOLÓGICOSCICLOSPORINA
LEVE
MODERADA
SEVERA
AMINOSSALICILATOS
CORTICÓIDES
AZATIOPRINA
IMUNOBIOLÓGICOS
CIRURGIA
AZATIOPRINACORTICÓIDES
IMUNOBIOLÓGICOS
ORGANIZAÇÃO DO TRATAMENTO DA DOENÇA DE CROHN
NENHUM
ANTIBIÓTICOS
BUDESONIDA
BUDESONIDA
AMINOSSALICILATOS
NENHUM
CORTICÓIDES
METOTREXATE
METOTREXATE
REDUÇÃO DA INGESTÃO ORAL50 – 70 % - DOENÇA DE CROHN
18 – 62 % - COLITE ULCERATIVA
Tárrago, C. P. et al. Nutr Hosp 2008, 23(5): 417-427
MALABSORÇÃO DE NUTRIENTES
ESTADO HIPERCATABÓLICO
PERDA ENTERAL DE PROTEÍNAS
Desnutrição e DII
Tárrago, C. P. et al. Nutr Hosp 2008, 23(5) 417-427
• PERDA DE MASSA MUSCULAR
• DÉFICIT DE CRESCIMENTO E RETARDO DO DESENVOLVIMENTO
PUBERAL
• OSTEOPOROSE
• ANEMIA
• HIPOGONADISMO
• ALTERAÇÕES DERMATOLÓGICAS
• HIPERHOMOCISTEINEMIA E AUMENTO DO RISCO TROMBÓTICO
• DEFICIÊNCIA NO TRANSPORTE PLASMÁTICO DE FÁRMACOS
• ESTADO CLÍNICO DE IMUNOSSUPRESSÃO
• AUMENTO DO RISCO CIRÚRGICO
• AUMENTO DA MORBIDADE E MORTALIDADE
• PERÍODOS DE REMISSÃO MAIS CURTOS
CRÍTICAS A TERAPIA NUTRICIONAL NAS DII
• DEFINIÇÃO DE PADRÃO OURO
• DIFICULDADE DE EXECUÇÃO DE PESQUISA CIENTÍFICA
• QUALIDADE DA EVIDÊNCIA
• OBJETIVOS TERAPÊUTICOS
MODOS DE USO DA TERAPIA NUTRICIONAL
• MEDIDA PRIMÁRIA
• MEDIDA SUPLEMENTAR
• NUTRIÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA
• ORAL
• NUTRIÇÃO ENTERAL
• NUTRIÇÃO PARENTERAL
TERAPIA NUTRICIONAL ORAL
FASE ATIVA vs. FASE DE REMISSÃO
• Hipercalórica
• Hiperproteica
• Hipogordurosa
• Normoglicídica
• Restrição de lactose
• Restrição de sacarose
• Restrição de fibras
NUTRIENTES ESPECÍFICOS
• Ômega 3
• Glutamina
• Prebióticos
• Probióticos
• Glúten
“BOWEL REST”
Greenberg, G. R. et al. Gut 1988, 29: 1309-1315
Gossum, A. V. et al. Clinical Nutrition 2009, 29: 415-427
ESPEN GUIDELINE
NPT NÃO DEVE SER UTILIZADA COMO
MEDIDA PRIMÁRIA PARA TRATAMENTO
DE DC DE PADRÃO INFLAMATÓRIO
LUMINAL
DESVANTAGENS ADICIONAIS DA NUTRIÇÃO
PARENTERAL
• “DOUBLE HIT”
• “BYPASS THE GUT AND THE LIVER”
• SUPERCRESCIMENTO BACTERIANO
• ATROFIA MUCOSA GASTROINTESTINAL
• AUMENTO DA PERMEABILIDADE MUCOSA
• TRANSLOCAÇÃO BACTERIANA
• DISFUNÇÃO HEPÁTICA
Marik, P. E. et al. Crit Care Med 2014, 42: 962-969
EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA
Day, A. S. et al. Aliment Pharmacol Ther 2008, 27: 293-307
1. Equivalência ao uso de PDN na
indução de resposta
2. Melhora do crescimento
3. Cicatrização mucosa
EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA
Canani, R. B. et al. Dig Liver Dis 2006, 38: 381-387
EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA
Adaptado de Bannerjee, K. et al. J Pediatr Gastroenterol Nut 2004, 38: 270-275
E NA POPULAÇÃO ADULTA?
• COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES FÓRMULAS DE TERAPIA
NUTRICIONAL ENTERAL
• QUAL É A FÓRMULA IDEAL?
• QUAL É O PERFIL IDEAL DE PACIENTE – PADRÃO E LOCALIZAÇÃO DE DOENÇA?
• COMPARAÇÃO ENTRE USO DE TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E
CORTICOIDES
• ANÁLISE GLOBAL – FAVORECE CORTICOIDES – OR 0,33 (95% CI 0,21 – 0,53)
• SUB-ANÁLISE COM ESTUDOS DE ALTA QUALIDADE APENAS – OR 1,18 (95% CI
0,37 – 3,70)
Zachos, M. et al. Cochrane Database of Systematic Reviews 2007
E NA POPULAÇÃO ADULTA?
Takagi, S. et al. Aliment Pharmachol Ther 2006, 24: 1333-1340
E NA POPULAÇÃO ADULTA?
Hanai, H. et al. Dig Liver Dis 2012, 44: 649-654
E NA POPULAÇÃO ADULTA?
Yamamoto, T. et al. Int J Colorectal Dis 2013, 28: 335-340
E NA POPULAÇÃO ADULTA?
Hirai, F. et al. Dig Dis Sci 2013, 58: 1329-1334
POSSÍVEIS MECANISMOS DE AÇÃO DA
TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL
• BAIXO TEOR DE RESÍDUOS ALTERAM A MICROBIOTA INTESTINAL
• BAIXO TEOR DE ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIAS LONGAS
• ISENÇÃO DE COMPONTENTES “NOCIVOS” DA DIETA NORMAL
• ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA DA SUA COMPOSIÇÃO – TGF-β
Richman, E. et al. Aliment Pharmacol Ther 2013, 38: 1156-1171

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaCíntia Costa
 
Hepatite crônica b oculta prevalência e aspectos clínicos em população de e...
Hepatite crônica b oculta   prevalência e aspectos clínicos em população de e...Hepatite crônica b oculta   prevalência e aspectos clínicos em população de e...
Hepatite crônica b oculta prevalência e aspectos clínicos em população de e...Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
 
Aula vitamina d e litiase
Aula vitamina d e litiase Aula vitamina d e litiase
Aula vitamina d e litiase Alex Meller
 
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C Interface com a Formação Básica em Odont...
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C   Interface com a Formação Básica em Odont...HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C   Interface com a Formação Básica em Odont...
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C Interface com a Formação Básica em Odont...Alexandre Naime Barbosa
 
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de Hoje
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de HojeHIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de Hoje
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de HojeAlexandre Naime Barbosa
 
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
 
Transplante renal aspectos praticos
Transplante renal aspectos praticosTransplante renal aspectos praticos
Transplante renal aspectos praticosAnestesiador
 
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
 
ECO em estágios diferentes do HIV
ECO em estágios diferentes do HIVECO em estágios diferentes do HIV
ECO em estágios diferentes do HIVgisa_legal
 
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e TratamentoHIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e TratamentoAlexandre Naime Barbosa
 

Mais procurados (20)

Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
 
Hepatite crônica b oculta prevalência e aspectos clínicos em população de e...
Hepatite crônica b oculta   prevalência e aspectos clínicos em população de e...Hepatite crônica b oculta   prevalência e aspectos clínicos em população de e...
Hepatite crônica b oculta prevalência e aspectos clínicos em população de e...
 
HIV PG Hemocentro
HIV PG HemocentroHIV PG Hemocentro
HIV PG Hemocentro
 
Aula 4 - câncer de mama
Aula 4 - câncer de mamaAula 4 - câncer de mama
Aula 4 - câncer de mama
 
Aula vitamina d e litiase
Aula vitamina d e litiase Aula vitamina d e litiase
Aula vitamina d e litiase
 
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C Interface com a Formação Básica em Odont...
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C   Interface com a Formação Básica em Odont...HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C   Interface com a Formação Básica em Odont...
HIV/Aids - Hepatite B - Hepatite C Interface com a Formação Básica em Odont...
 
NutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em CirurgiaNutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em Cirurgia
 
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de Hoje
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de HojeHIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de Hoje
HIV Hepatite C - Tratamento nos Dias de Hoje
 
Imunologia - Casos Clínicos
Imunologia - Casos ClínicosImunologia - Casos Clínicos
Imunologia - Casos Clínicos
 
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...
Concordância entre duas técnicas de quantificação do hbv dna e associações co...
 
Cirurgia em ec iv
Cirurgia em ec ivCirurgia em ec iv
Cirurgia em ec iv
 
Artigo_08
Artigo_08Artigo_08
Artigo_08
 
Câncer de mama enfoque hormonal
Câncer de mama   enfoque hormonalCâncer de mama   enfoque hormonal
Câncer de mama enfoque hormonal
 
Transplante renal aspectos praticos
Transplante renal aspectos praticosTransplante renal aspectos praticos
Transplante renal aspectos praticos
 
HIV/Aids: Moderna Epidemiologia
HIV/Aids: Moderna EpidemiologiaHIV/Aids: Moderna Epidemiologia
HIV/Aids: Moderna Epidemiologia
 
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...
Segurança e eficácia da vacina contra hepatite b no lúpus eritematoso sistêmi...
 
ECO em estágios diferentes do HIV
ECO em estágios diferentes do HIVECO em estágios diferentes do HIV
ECO em estágios diferentes do HIV
 
Aula HIV Geral - PM Botucatu
Aula HIV Geral - PM BotucatuAula HIV Geral - PM Botucatu
Aula HIV Geral - PM Botucatu
 
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e TratamentoHIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento
HIV e Aids - Epidemiologia, Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento
 
Pneumocistose
PneumocistosePneumocistose
Pneumocistose
 

Semelhante a DII e Nutrição

Apresentaçao Queimados
Apresentaçao QueimadosApresentaçao Queimados
Apresentaçao Queimadoscristiane1981
 
Câncer gástrico
Câncer gástricoCâncer gástrico
Câncer gástricokalinine
 
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...Eno Filho
 
Probiótios, prebióticos e simbióticos.
Probiótios, prebióticos e simbióticos.Probiótios, prebióticos e simbióticos.
Probiótios, prebióticos e simbióticos.Day Borges
 
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1Wilson Mileris
 
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescreverONCOcare
 
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".Academia Nacional de Medicina
 
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...Conrado Alvarenga
 
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptxIsraeldeSouzaMarques
 
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...ONCOcare
 
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...Universidade Estadual de Maringá
 
Aula 1 introdução à Nutrigenômica
Aula 1  introdução à NutrigenômicaAula 1  introdução à Nutrigenômica
Aula 1 introdução à NutrigenômicaHelena Ximenes, PhD
 

Semelhante a DII e Nutrição (20)

Apresentaçao Queimados
Apresentaçao QueimadosApresentaçao Queimados
Apresentaçao Queimados
 
Icterícia Neonatal
Icterícia NeonatalIcterícia Neonatal
Icterícia Neonatal
 
Câncer gástrico
Câncer gástricoCâncer gástrico
Câncer gástrico
 
Estado nutricional
Estado nutricionalEstado nutricional
Estado nutricional
 
Nutrição
NutriçãoNutrição
Nutrição
 
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...
Prevenção do câncer de colo uterino e mama e prevenção dos excessos de preven...
 
Probiótios, prebióticos e simbióticos.
Probiótios, prebióticos e simbióticos.Probiótios, prebióticos e simbióticos.
Probiótios, prebióticos e simbióticos.
 
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1
Casos clinicos pcdt gt 1 vp 1
 
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever35   vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
35 vias alternativas de alimentação - quando indicar e como prescrever
 
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".
Dr. Carlos Eduardo Brandão Mello: "Hepatite C: do diagnóstico a Terapêutica".
 
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...
Aula fator masculino e infertilidade x Highlights do Congresso Europeu de Rep...
 
av nutri ED 2019.pdf
av nutri ED 2019.pdfav nutri ED 2019.pdf
av nutri ED 2019.pdf
 
Ovário policísticos 2
Ovário policísticos 2Ovário policísticos 2
Ovário policísticos 2
 
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx
5- Pancreatite Crônica (Fatores de Risco, Tipos, Clínica).pptx
 
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...50   fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
50 fisiopatologia da desnutrição dos pacientes com câncer de estômago, cólo...
 
Celiaco
CeliacoCeliaco
Celiaco
 
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...
Estudo de associação entre os polimorfismos de um único nucleotídeo em genes ...
 
Aula 1 introdução à Nutrigenômica
Aula 1  introdução à NutrigenômicaAula 1  introdução à Nutrigenômica
Aula 1 introdução à Nutrigenômica
 
Disruptores endocrinologicos
Disruptores endocrinologicosDisruptores endocrinologicos
Disruptores endocrinologicos
 
O que é
O que é O que é
O que é
 

Mais de Mab Davilla

Livro de gastronomia e saude mab davilla roberts diversas receitass
Livro de gastronomia e saude  mab davilla roberts  diversas receitassLivro de gastronomia e saude  mab davilla roberts  diversas receitass
Livro de gastronomia e saude mab davilla roberts diversas receitassMab Davilla
 
Livro de gastronomia e saude especial festas canapes
Livro de gastronomia e saude  especial festas canapesLivro de gastronomia e saude  especial festas canapes
Livro de gastronomia e saude especial festas canapesMab Davilla
 
Livro de gastronomia culinaria italiana
Livro de gastronomia culinaria   italianaLivro de gastronomia culinaria   italiana
Livro de gastronomia culinaria italianaMab Davilla
 
Livro de gastronomia quitandas
Livro de gastronomia  quitandasLivro de gastronomia  quitandas
Livro de gastronomia quitandasMab Davilla
 
Livro de coqueteis e festas mab davilla roberts
Livro de coqueteis e festas mab davilla robertsLivro de coqueteis e festas mab davilla roberts
Livro de coqueteis e festas mab davilla robertsMab Davilla
 
Livro receitas testadas da mab
Livro  receitas testadas da mabLivro  receitas testadas da mab
Livro receitas testadas da mabMab Davilla
 
Livro de receitas diversas mab davilla roberts
Livro  de receitas diversas   mab davilla robertsLivro  de receitas diversas   mab davilla roberts
Livro de receitas diversas mab davilla robertsMab Davilla
 
Livro de quitandas capitulo pasteis e companhia -mab davilla roberts
Livro de quitandas  capitulo pasteis e companhia -mab davilla robertsLivro de quitandas  capitulo pasteis e companhia -mab davilla roberts
Livro de quitandas capitulo pasteis e companhia -mab davilla robertsMab Davilla
 
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude rit -chefaint...
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude  rit -chefaint...Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude  rit -chefaint...
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude rit -chefaint...Mab Davilla
 
Canapes e receitas de pastas e mousses mab davilla roberts para rit melhor ...
Canapes  e receitas de pastas e mousses  mab davilla roberts para rit melhor ...Canapes  e receitas de pastas e mousses  mab davilla roberts para rit melhor ...
Canapes e receitas de pastas e mousses mab davilla roberts para rit melhor ...Mab Davilla
 
Receitas saborosas dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...
Receitas saborosas   dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...Receitas saborosas   dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...
Receitas saborosas dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...Mab Davilla
 
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spa
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spaDicas de emagrecimento e receitas = grupo spa
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spaMab Davilla
 
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...Mab Davilla
 
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit chefain mab
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit  chefain mabReceitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit  chefain mab
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit chefain mabMab Davilla
 
Dicas de saude para melhor idade
Dicas de saude para melhor idadeDicas de saude para melhor idade
Dicas de saude para melhor idadeMab Davilla
 
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mab
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mabFeita para o grupo de emagrecimentos com carinho mab
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mabMab Davilla
 
Cones rit internacional escola
Cones  rit internacional escolaCones  rit internacional escola
Cones rit internacional escolaMab Davilla
 
Alongamentos para quem fica o dia todo sentado
Alongamentos para quem fica o dia todo sentadoAlongamentos para quem fica o dia todo sentado
Alongamentos para quem fica o dia todo sentadoMab Davilla
 
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)Mab Davilla
 
Bolos especiais rit e chefain
Bolos especiais rit e chefainBolos especiais rit e chefain
Bolos especiais rit e chefainMab Davilla
 

Mais de Mab Davilla (20)

Livro de gastronomia e saude mab davilla roberts diversas receitass
Livro de gastronomia e saude  mab davilla roberts  diversas receitassLivro de gastronomia e saude  mab davilla roberts  diversas receitass
Livro de gastronomia e saude mab davilla roberts diversas receitass
 
Livro de gastronomia e saude especial festas canapes
Livro de gastronomia e saude  especial festas canapesLivro de gastronomia e saude  especial festas canapes
Livro de gastronomia e saude especial festas canapes
 
Livro de gastronomia culinaria italiana
Livro de gastronomia culinaria   italianaLivro de gastronomia culinaria   italiana
Livro de gastronomia culinaria italiana
 
Livro de gastronomia quitandas
Livro de gastronomia  quitandasLivro de gastronomia  quitandas
Livro de gastronomia quitandas
 
Livro de coqueteis e festas mab davilla roberts
Livro de coqueteis e festas mab davilla robertsLivro de coqueteis e festas mab davilla roberts
Livro de coqueteis e festas mab davilla roberts
 
Livro receitas testadas da mab
Livro  receitas testadas da mabLivro  receitas testadas da mab
Livro receitas testadas da mab
 
Livro de receitas diversas mab davilla roberts
Livro  de receitas diversas   mab davilla robertsLivro  de receitas diversas   mab davilla roberts
Livro de receitas diversas mab davilla roberts
 
Livro de quitandas capitulo pasteis e companhia -mab davilla roberts
Livro de quitandas  capitulo pasteis e companhia -mab davilla robertsLivro de quitandas  capitulo pasteis e companhia -mab davilla roberts
Livro de quitandas capitulo pasteis e companhia -mab davilla roberts
 
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude rit -chefaint...
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude  rit -chefaint...Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude  rit -chefaint...
Livro de receitas diversas dicas de economia domestica e saude rit -chefaint...
 
Canapes e receitas de pastas e mousses mab davilla roberts para rit melhor ...
Canapes  e receitas de pastas e mousses  mab davilla roberts para rit melhor ...Canapes  e receitas de pastas e mousses  mab davilla roberts para rit melhor ...
Canapes e receitas de pastas e mousses mab davilla roberts para rit melhor ...
 
Receitas saborosas dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...
Receitas saborosas   dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...Receitas saborosas   dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...
Receitas saborosas dos grupos internacionais associdados chefaint-rit-melho...
 
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spa
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spaDicas de emagrecimento e receitas = grupo spa
Dicas de emagrecimento e receitas = grupo spa
 
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...
Rit grupo escola de troca de receitas culinarias delicias de minas gerais de ...
 
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit chefain mab
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit  chefain mabReceitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit  chefain mab
Receitas diversas normais e especiais e de emagrecimento rit chefain mab
 
Dicas de saude para melhor idade
Dicas de saude para melhor idadeDicas de saude para melhor idade
Dicas de saude para melhor idade
 
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mab
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mabFeita para o grupo de emagrecimentos com carinho mab
Feita para o grupo de emagrecimentos com carinho mab
 
Cones rit internacional escola
Cones  rit internacional escolaCones  rit internacional escola
Cones rit internacional escola
 
Alongamentos para quem fica o dia todo sentado
Alongamentos para quem fica o dia todo sentadoAlongamentos para quem fica o dia todo sentado
Alongamentos para quem fica o dia todo sentado
 
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)
Rit e-chappin-grupos-escolas-internacionais-curso-de-sopas-e-cremes (1)
 
Bolos especiais rit e chefain
Bolos especiais rit e chefainBolos especiais rit e chefain
Bolos especiais rit e chefain
 

Último

1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOTHIALYMARIASILVADACU
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemCarlosLinsJr
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfanalucia839701
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptfernandoalvescosta3
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999vanessa270433
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoPamelaMariaMoreiraFo
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 

Último (14)

1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 

DII e Nutrição

  • 1. Doença Inflamatória Intestinal e Nutrição Dr. Rodrigo Bremer Nones Curitiba – PR
  • 3. Siew C Ng et al. Gut 2013; 62: 630–649
  • 4. Sheehan D et al. J Gastroenterol 2015; 50: 495–507
  • 5. Benchimol E et al. Am J Gastroenterol 2015; 110: 553–563
  • 6. Tempo em anos Suscetibilidade genética Epigenoma Microbioma Exposoma Infectoma Atividadededoença Fase pré-clínica Fase clínica Início dos sintomas Diagnóstico Recaída
  • 7. Hospitalizações por DII (incidence rate ratio, 1,4; CI, 1,31-1,50) Diagnóstico de DC > em jovens moradores em regiões com alta concentração de NO2 (OR, 2,31; CI, 1,25-4,28) Rogler G et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21 (2): 400-408
  • 8. Rogler G et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21 (2): 400-408Shaw SY et al. Am J Gastroenterol 2010; 105 (12): 2687-2692
  • 9. Sheehan D et al. J Gastroenterol 2015; 50: 495–507
  • 10. Dixon L et al. Inflamm Bowel Dis 2015; 21: 912–922 Alto teor de gorduras, açúcares e calorias + baixo teor de fibras • Alteração da permeabilidade do epitélio intestinal • Favorecimento da translocação e enteroadesividade bacteriana • Alteração da microbiota intestinal – pró-inflamatória
  • 11.
  • 12.
  • 13. História Natural da Doença de Crohn
  • 14. História Natural da Colite Ulcerativa
  • 15. Manifestações Intestinais Diarreia Dor abdominal Sangramento Digestivo Alterações perineais Fístulas Massa abdominal Obstipação Manifestações Extra intestinais Desnutrição e déficit ponderal Anemia Manifestações articulares e ósseas Manifestações oftalmológicas Manifestações dermatológicas Manifestações hepatobiliares Trombose venosa profunda Condições concomitantes Síndrome do Intestino Irritável Disabsorção de sais biliares Malabsorção de carboidratos Supercrescimento Bacteriano Câncer colo-retal Doenças imunomediadas associadas: Doença Celíaca, etc. Efeitos colaterais do tratamento Manifestações Clínicas
  • 17.
  • 18. Avaliação Laboratorial • Hemograma com plaquetas • Provas de atividade inflamatória • Proteína C reativa, velocidade de hemossedimentação • Provas de função hepática • Provas de função renal • Avaliação do estado nutricional • Índices hematimétricos, albumina, transferrina, vitaminas (B12, D), Ác. Fólico, etc. • Exames de fezes • Parasitológico de fezes, pesquisa da toxina do Clostridium difficille • Biomarcadores • Calprotectina fecal • ANCA / ASCA
  • 19. Complicações possíveis • Desnutrição • Infecção • Complicação de uma fistula • Translocação bacteriana • Obstrução intestinal • Perfuração intestinal • Hemorragia digestiva • Colite aguda severa vs. Megacólon tóxico • Trombose venosa profunda e TEP • Câncer • Colo-retal • Linfoma e Câncer de pele • Efeitos colaterais dos tratamentos
  • 20. Princípios gerais do tratamento das DII • Qual é o diagnóstico? • Qual é o objetivo? • Indução • Manutenção • Qual é a localização? • Qual é o fenótipo? • Qual é a severidade? • Existe alguma contraindicação para a opção?
  • 21. Leve Moderada Severa Evacuações com sangue < 4 / dia < 6 / dia ou mais SE ≥ 6 / dia E PELO MENOS UM Pulso < 90 ppm ≤ 90 ppm > 90 ppm OU Temperatura < 37,5 ˚C ≤ 37.8 ˚C > 37,8 ˚C OU Hemoglobina > 11,5 g/dL ≥ 10,5 g/dL < 10,5 g/dL OU PCR Normal ≤ 30 mg/L > 30 mg/L OU VHS < 20 mm/h ≤ 30 mm/h > 30 mm/h Graduação da severidade da Colite Ulcerativa
  • 22. Leve Moderada Severa • CDAI 150 - 220 • CDAI 220 - 450 • CDAI > 450 • PCR normal ou • PCR pouco aumentada • PCR aumentada • PCR aumentada • < 10% perda ponderal • > 10% perda ponderal • Massa abdominal • Sem resposta ao tratamento de doença leve • Caquexia • Obstrução • Abscesso • Sintomas persistentes Graduação da severidade da Doença de Crohn
  • 24. ORGANIZAÇÃO DO TRATAMENTO DA COLITE ULCERATIVA LEVE MODERADA SEVERA AMINOSSALICILATOS AMINOSSALICILATOS CORTICÓIDES AZATIOPRINA IMUNOBIOLÓGICOS AMINOSSALICILATOSAMINOSSALICILATOS CIRURGIA AZATIOPRINACORTICÓIDES IMUNOBIOLÓGICOSCICLOSPORINA
  • 25. LEVE MODERADA SEVERA AMINOSSALICILATOS CORTICÓIDES AZATIOPRINA IMUNOBIOLÓGICOS CIRURGIA AZATIOPRINACORTICÓIDES IMUNOBIOLÓGICOS ORGANIZAÇÃO DO TRATAMENTO DA DOENÇA DE CROHN NENHUM ANTIBIÓTICOS BUDESONIDA BUDESONIDA AMINOSSALICILATOS NENHUM CORTICÓIDES METOTREXATE METOTREXATE
  • 26. REDUÇÃO DA INGESTÃO ORAL50 – 70 % - DOENÇA DE CROHN 18 – 62 % - COLITE ULCERATIVA Tárrago, C. P. et al. Nutr Hosp 2008, 23(5): 417-427 MALABSORÇÃO DE NUTRIENTES ESTADO HIPERCATABÓLICO PERDA ENTERAL DE PROTEÍNAS Desnutrição e DII
  • 27. Tárrago, C. P. et al. Nutr Hosp 2008, 23(5) 417-427 • PERDA DE MASSA MUSCULAR • DÉFICIT DE CRESCIMENTO E RETARDO DO DESENVOLVIMENTO PUBERAL • OSTEOPOROSE • ANEMIA • HIPOGONADISMO • ALTERAÇÕES DERMATOLÓGICAS • HIPERHOMOCISTEINEMIA E AUMENTO DO RISCO TROMBÓTICO • DEFICIÊNCIA NO TRANSPORTE PLASMÁTICO DE FÁRMACOS • ESTADO CLÍNICO DE IMUNOSSUPRESSÃO • AUMENTO DO RISCO CIRÚRGICO • AUMENTO DA MORBIDADE E MORTALIDADE • PERÍODOS DE REMISSÃO MAIS CURTOS
  • 28. CRÍTICAS A TERAPIA NUTRICIONAL NAS DII • DEFINIÇÃO DE PADRÃO OURO • DIFICULDADE DE EXECUÇÃO DE PESQUISA CIENTÍFICA • QUALIDADE DA EVIDÊNCIA • OBJETIVOS TERAPÊUTICOS
  • 29. MODOS DE USO DA TERAPIA NUTRICIONAL • MEDIDA PRIMÁRIA • MEDIDA SUPLEMENTAR • NUTRIÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA • ORAL • NUTRIÇÃO ENTERAL • NUTRIÇÃO PARENTERAL
  • 30. TERAPIA NUTRICIONAL ORAL FASE ATIVA vs. FASE DE REMISSÃO • Hipercalórica • Hiperproteica • Hipogordurosa • Normoglicídica • Restrição de lactose • Restrição de sacarose • Restrição de fibras NUTRIENTES ESPECÍFICOS • Ômega 3 • Glutamina • Prebióticos • Probióticos • Glúten
  • 31. “BOWEL REST” Greenberg, G. R. et al. Gut 1988, 29: 1309-1315 Gossum, A. V. et al. Clinical Nutrition 2009, 29: 415-427 ESPEN GUIDELINE NPT NÃO DEVE SER UTILIZADA COMO MEDIDA PRIMÁRIA PARA TRATAMENTO DE DC DE PADRÃO INFLAMATÓRIO LUMINAL
  • 32. DESVANTAGENS ADICIONAIS DA NUTRIÇÃO PARENTERAL • “DOUBLE HIT” • “BYPASS THE GUT AND THE LIVER” • SUPERCRESCIMENTO BACTERIANO • ATROFIA MUCOSA GASTROINTESTINAL • AUMENTO DA PERMEABILIDADE MUCOSA • TRANSLOCAÇÃO BACTERIANA • DISFUNÇÃO HEPÁTICA Marik, P. E. et al. Crit Care Med 2014, 42: 962-969
  • 33. EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA Day, A. S. et al. Aliment Pharmacol Ther 2008, 27: 293-307 1. Equivalência ao uso de PDN na indução de resposta 2. Melhora do crescimento 3. Cicatrização mucosa
  • 34. EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA Canani, R. B. et al. Dig Liver Dis 2006, 38: 381-387
  • 35. EXPERIÊNCIA VINDA DA PEDIATRIA Adaptado de Bannerjee, K. et al. J Pediatr Gastroenterol Nut 2004, 38: 270-275
  • 36. E NA POPULAÇÃO ADULTA? • COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES FÓRMULAS DE TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL • QUAL É A FÓRMULA IDEAL? • QUAL É O PERFIL IDEAL DE PACIENTE – PADRÃO E LOCALIZAÇÃO DE DOENÇA? • COMPARAÇÃO ENTRE USO DE TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E CORTICOIDES • ANÁLISE GLOBAL – FAVORECE CORTICOIDES – OR 0,33 (95% CI 0,21 – 0,53) • SUB-ANÁLISE COM ESTUDOS DE ALTA QUALIDADE APENAS – OR 1,18 (95% CI 0,37 – 3,70) Zachos, M. et al. Cochrane Database of Systematic Reviews 2007
  • 37. E NA POPULAÇÃO ADULTA? Takagi, S. et al. Aliment Pharmachol Ther 2006, 24: 1333-1340
  • 38. E NA POPULAÇÃO ADULTA? Hanai, H. et al. Dig Liver Dis 2012, 44: 649-654
  • 39. E NA POPULAÇÃO ADULTA? Yamamoto, T. et al. Int J Colorectal Dis 2013, 28: 335-340
  • 40. E NA POPULAÇÃO ADULTA? Hirai, F. et al. Dig Dis Sci 2013, 58: 1329-1334
  • 41. POSSÍVEIS MECANISMOS DE AÇÃO DA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL • BAIXO TEOR DE RESÍDUOS ALTERAM A MICROBIOTA INTESTINAL • BAIXO TEOR DE ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIAS LONGAS • ISENÇÃO DE COMPONTENTES “NOCIVOS” DA DIETA NORMAL • ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA DA SUA COMPOSIÇÃO – TGF-β Richman, E. et al. Aliment Pharmacol Ther 2013, 38: 1156-1171

Notas do Editor

  1. Deficiências nutricionais ou incapacidade de manter o peso, todos os portadores de DII devem ser considerados como em risco nutricional Redução da ingestão – anorexia, jejum prolongado, obstrução intestinal, dyspepsia induzida por drogas Malabsorção – diarreia, supercrescimento, ressecção, inflamação mucosa Estado hipercatabólico – inflamação, sepse associada Perda enteral de proteínas – inflamação, fístula
  2. Indicação da NPT – estudo de 1985, retrospective, análise de 100 casos, DC refratária ao tratamento clínico, remissão conseguida em 77 casos, manutenção da remissão de até 60% Contra-indicação da NPT – estudo de 1988 – 51 pt, prospective, análise de 3 semanas / 1 ano, DC refratária, 3 braços (NPT, NE e controle oral), sem diferença estatística na indução ~ 70%, manutenção ~50%, desde então, autores não recomendam NPT como estratégia de tratamento de indução Desde a década de 90 – ESPEN indica preferência da NE sobre a NPT
  3. Double hit = não alimentar o intestine + complicações metabólicas, imunológicas e infecciosas da infusão de solução rica em glicose e gordura de modo endovenoso
  4. Não há conclusão definitive para o tipo de formula, quanto a fonte da proteína, dieta elementar, semi ou polimérica, perfil de gordura Não há conclusão para o perfil e localização da doença – há sugestão não confirmada de que a doença do intestine Delgado responda mais, embora boa parte dos estudos não diferencia a topografia e há descrição de resposta na doença colônica Análise global – 6 estudos – intenção de tratamento – favorece corticoids Sub-análise de estudos de alta qualidade – 2 estudos – equivalência de resultados Grande dificuldade – manutenção por período de tempo adequado para se conseguir resposta = análises por protocol também mostram equivalência de resposta
  5. 51 pacientes de modo prospective, indução de resposta com NE exclusive, NPT, corticoide ou IFX, acompanhamento por 2 anos, objetivo primário – taxa de relapse definido por CDAI > 200 ou terapia de resgate
  6. Estudo prospective 95 pacientes em 3 braços, após indução, acompanhamento por 2 anos – observer taxa de recaída, definida pelo CDAI e necessidade de terapia de resgate
  7. Estudo prospective, 40 pacientes, pós-op de ressecção ileal / ileo-colônica, acomp 5 anos, objetivo taxa de recaída que necessita IFX ou nova cirurgia Alem das recaídas serem menos frequentes nos grupos com dieta, a severidade foi mais baixa também