Resenha espirita on line 106

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Notícias de Divaldo Franco e Raul Teixeira e o trabalho de divulgação de Espiritismo em todo o mundo.

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Resenha espirita on line 106

  1. 1. 1 no 106 Ano 522 de marçro de 2014 RESENHA espíritaon line a informação na medida certa
  2. 2. 2 3RESENHARESENHA xv congresso espírita colombiano 21 a 24 de março de 2014 Centro de Convênções Cartagena de Índias Cartagena Participação de Divaldo Franco: 21/03/2014 - às 18h - Conferência: O Evangelho segundo o Espiritismo 24/03/2014 às 10h45 - Conferência: Jesus e vida plena
  3. 3. 4 5RESENHARESENHA 4º Movimento Você e a Paz em Washington Divaldo Franco estará em Washingto DC, USA, no dia 27 de março de 2014, para participar de mais um Movimento Você e a Paz. O evento será no National Museum of Woman and the Arts (1250, New York Ave, marcado para iniciar às 19h. Dependências do National Museum of Woman and the Arts USA Presença de Divaldo Franco 25 de março de 2014 - MIAMI: Seminário - Transição evolutiva do Séc. XXI - das 19h às 22h - LOCAL: Sofitel Miami Events, 5800 Blue Lagoon Dr. - Miami, FL 33126 26 de março de 2014 - ATLANTA: Conferência - Vida em plenitude - das 20h às 22h - LOCAL: UUMAN - 11420 Crabapple Rd. - Roswell, GA 30075 27 de março de 2014 - WASHINGTON, DC - 4º Movimento Você e a Paz - das 19h às 23h - LOCAL: National Museum of Women in the Arts - 1250 - New York Ave NW - Washington, DC 20005 29 de março de 2014 - BOSTON - Seminário - A psicologia da gratidão - das 14h às 17h - LOCAL: Holiday Inn Boston-Bunker Hill - 30 Washington Street, Somerville 02143 30 de março de 2014 - NEW YORK - Seminário - Vivendo com Jesus - das 13h30 às 16h30 - LOCAL: 4 West 43rd Street, NY Miami - USA
  4. 4. 6 7RESENHARESENHA Divaldo Franco no Rio Grande do Sul Em abril de 2014, Divaldo Franco realizará jornada doutirnária em várias cidades do Rio Grande do Sul, proferindo palestras e seminários: 15 de abril de 2014 - Santa Cruz do Sul 16 de abril de 2014 - Soleda- de 17 de abril de 2014 - Ijuí 18 de abril de 2014 - Erechim 19 de abril de 2014 - Vacaria 20 de abril de 2014 - Flores da Cunha Espiritismo e a Nova Era Nos dias 8 e 9 de março de 2014, a convite da Federação Espírita da Flórida, Divaldo Franco e Raul Teixeira estiveram em Miami, partici- pando do Encontro: Espiritismo e a Nova Era. (Foto abaixo) Divaldo em Goiás O Movimento Espírita goiâ- nio recebeu a visita de Divaldo Franco, neste mês de março, quando teve ensejo de proferir palestras em Gioânia (3 e 4/03), Anápolis (4/03) e Caldas Novas (5/03). (Foto ao lado: Caldas Novas)
  5. 5. 8 9RESENHARESENHA Conferência Estadual Espírita DepoisdeestaremLondrina(11/03/14), Guarapuava (12/03/14) e em Pon- ta Grossa (13/03/14), Divaldo Franco participou da Conferência Estadual Es- pírita, nos dias 14 a 16 de março de 2014, na cidade de Pinhais, PR, a con- vite da Federação Espírita do Paraná, promotora dos eventos. Nessa mesma ocasião, esteve também presente Raul Teixeira, como convidado espeicial, e mais Alberto Almeida e Haroldo Dutra, conferencistas. Estima-se que 40 mil pessoas ali esti- veram ao longo dos dias. Raul Teixeira presente no Paraná Raul Teixeira presente na Conferência Estadual Espírita, em Pinhais, PR, nos dias 14 a 16 de março de 2014, atendendo convite especial da Federação Espírita do Paraná. Ali teve a oportunidade de rever amigos, conversar com as pessoas presentes em seus momentos de autógrafo, além de receber o carinho da gratidão de todos, como reconhecimento da excelência de seu trabalho espírita.
  6. 6. 10 11RESENHARESENHA Os vencedores alucinados exultavam nos cárceres internos que os enlouque- ciam quando passeavam a sua hedion- dez nos carros do triunfo aureolados de folhas de mirto ou de loureiro. O medo aparvalhava os já infelizes atirados ao deserto dos sentimentos in- diferentes daqueles que os devoravam como abutres. A esperança vivia asfixiada no des- prezo, sem oportunidade de expandir- -se nos países submetidos, A queles eram dias tormentosos a estes semelhantes. O monstro da guerra devo- rava as nações, que se transformavam em amontoados de cadáveres e pasto de devastação, enquanto a loucura do poder temporal escravizava as vidas nas malhas fortes da sua dominação impiedosa. O ser humano valia menos do que uma animália, como ocorre hoje quando o denominam como excluído, tomban- do na exaustão da miséria. quando Elechegou...Nada obstante, reinava um fio de ex- pectativa em a noite de dores inenarrá- veis. As agonias extremas abateram-se sobre Israel por longos séculos de hor- ror e desespero. Mas o fio de esperança era a expec- tativa da chegada do Messias, vingador e poderoso, como os algozes de então, anunciado pelos profetas antigos e des- crito por Isaías, há quase setecentos anos... Ele seria poderoso e arrancaria o jugo hediondo de sobre o seu povo, conce- dendo-lhe benesses e glórias. Enquanto isso, predominava a opres- são dos que tombaram sob as legiões voluptuosas do Império Romano desde a vitória de Pompeu e todos os males que dela advieram... Um estrangeiro execrando, mais cruel do que o romano, dominava o país ultrajado e vergado pela vergonha do asmoneu insano, que beijava as mãos de César, adornava-as de ouro e púrpu- ra arrancados do suor e do sangue do povo que submetia. Os impostos roubavam o alento e o parco pão dos desvalidos, enquanto o desconforto cantava em toda parte a li-
  7. 7. 12 13 tania da miséria e da servidão. Aumentava a mole dos desventura- dos que abarrotavam as cidades en- quanto os campos ficavam ao abando- no. Tudo era escasso, especialmente o amor que fugira envergonhado dos co- rações, enquanto a compaixão e a mi- sericórdia ocultaram-se dos espoliados e indigentes. A ingênua alegria das massas fugi- ra dos seus corações que passaram a homiziar o ressentimento e o crime, a degradação e as paixões vis, a serviço das intrigas intérminas e das lutas ver- gonhosas. Os potentados, especialmente os fa- riseus, os saduceus e os cobradores de impostos, todos odiados também, de- testavam-se uns aos outros, enquanto eram, por sua vez, desprezados... A vil política de Jerusalém estendera- -se por todo o território israelense e nin- guém escapava à sua inclemente perse- guição. A própria Natureza, naqueles dias, sofria inclemência dos dias quentes e das noites mornas, sem a suave brisa cantante que carreava o perfume das rosas e das flores silvestres. A fria Judeia era amada em razão do seu fabuloso Templo, ornado de ouro e de gemas preciosas, mas também odia- da pela governança insensível que lhe aumentara o poder. Os chacais que a administravam es- poliavam a ignorância e as superstições do povo humilhado que ali buscava con- solação. * Ele crescera no deserto e robustecera o caráter na aridez e ardência da região sem vida e sem beleza. Mergulhara o pensamento no abismo das reflexões, por anos a fio, buscando entender o objetivo primordial da exis- tência, Deus e Sua justiça, diferente de tudo aquilo que havia ouvido dos sacer- dotes indignos. As noites estreladas e frias refresca- ram-lhe a alma que ardia em febre de expectativas pela chegada do Rei liber- tador de consciências e de sentimentos. Ele sabia, sem saber como, que fora designado, mesmo antes do berço, de anunciar o Messias e, por essa razão, no momento próprio transferiu-se para RESENHARESENHA o vau da Casa da Passagem, no rio Jor- dão, a fim de anunciá-lO. A sua era uma voz tonitruante e o seu um aspecto chocante, mesmo para os padrões daqueles dias especiais. Os seus olhos brilhavam como lanternas acesas quando ele falava sobre o Ungi- do de Deus. Afirmava que Ele já se encontrava en- tre todos e seguia desconhecido. Tam- bém asseverava que Ele viria fazer justi- ça, punir os réprobos morais, submeter os insubmissos, vingar-se do abandono a que fora relegado pelos tempos lon- gos. As multidões que se reuniam na praia fresca do rio fascinavam-se por temor, por necessidade de um Salvador. Elucidava que Ele era tão grande, o Triunfador a quem servia, que não era digno sequer de amarrar os cordéis das Suas sandálias. E batizava, lavando simbolicamente as misérias do homem comprometido, a fim de que ressurgisse o novo ser au- reolado de bênçãos. Não conhecia ainda o Messias, mas adivinhava-O. Inesperadamente, em formosa ma- nhã, no meio da multidão Ele surgiu, aproximou-se, e os seus olhos detive- ram-se uns nos outros, então ele ex- clamou, tomado de lágrimas e sorriso: - Este é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Como Ele era belo e manso, suave e meigo, discreto e amoroso! Aquele Homem-sol curvou-se diante dele e disse-lhe: -Cumpre as profecias... Estranho temor tomou-lhe todo o cor- po austero e pensou como seria possível ao servo permanecer ereto enquanto o Rei se dobrava com sublime humildade. Era seu primo e não O conhecia, era seu mentor e ele O serviria... A partir daquele momento inolvidá- vel, o seu verbo amaciou, a sua voz passou a cantar, a sua vida se modifi- cou. Antes de morrer, inquieto e expec- tante, enviou-Lhe dois discípulos, a fim de que tivesse a confirmação de ser Ele o Messias. Desejava retornar à pátria em paz e segurança. Na terrível noite da fortaleza de Ma-
  8. 8. 14 15 Não dê ouvidos às sugestões do comodismo. O que seria de você sem os seus filhos, por mais peral- tas ou indiferentes que sejam? Por certo, sem eles a lhe valorizarem os dias, seria você uma boneca deco- rada para a vitrine da ilusão ou uma sombra ambulante, encharcada de tóxicos vários para suportar as frus- trações. O Senhor conta com você, de modo particular, porque, quan- do você decidir-se a educar e amar, instruir e orientar com firmeza e dis- posição, o mundo mudar-se-á para melhor. Assimilará a luz que jorra do Infinito por meio da sua atuação. Não se esqueça disso, mulher, e proponha-se, desde hoje, clarifica- da pela excelsa inspiração do Mais Alto, a conduzir os seus filhos reno- vados, para o regaço do verdadeiro Pai, o Pai de todos nós. Terá você, então, cumprido o seu papel. Será você, desde aí, muitíssimo feliz. Thereza de Brito (Livro: Vereda Familiar. Thereza de Brito, Cap. 13. Raul Teixeira) Este amigo que te oferece braço forte; esse companheiro a quem estimas com especial carinho; aquele conhe- cido a quem te devotas com superior dedicação; estoutro colega que te sen- sibiliza; essoutro discreto benfeitor da tua vida; aqueloutro vigilante auxiliar que se apaga para que apareças, são teus familiares em espírito, que ontem envergaram as roupagens de um pai abnegado ou de uma mãe sacrificada, de um irmão zeloso ou primo genero- so, de uma esposa fiel e querida ou de um marido cuidadoso, ora ao teu lado, noutra modalidade biológica e familiar, alma irmã da tua alma, diminuindo as tuas dores, no carreiro da evolução e impulsionando-te para cima, sem pen- sarem em si... Os adversários gratuitos que te sitiam e perturbam, os que te buscam sedentos e esfaimados, vencidos por paixões mesquinhas, são, também, fa- miliares outros a quem ludibriaste e tra- íste, que agora retornam, necessitados do teu carinho, da tua reabilitação mo- ral, a fim de que se refaça o grupo es- piritual, que ascenderá contigo no rumo da felicidade. Joanna de Ângelis (Livro: SOS Família. Diversos, Cap. Laços eternos. Divaldo Franco) VIDAEM familia´ RESENHARESENHA caeros ou Maqueronte, na Pereia, após o longo cativeiro de meses, a sua voz foi silenciada pela espada do sicário Herodes Antipas, por solicitação de Sa- lomé, filha da sua mulher ambiciosa e atormentada... * Na madrugada espiritual que passou a vestir Israel de luz,o canto de amor começou a ecoar desde as praias do mar da Galileia até a tórrida Judeia, dos contrafortes dos montes Galaad, da ca- deia de Golan até a longínqua região do Aravá, o vale que se estende além do Mar Morto, por toda parte. As multidões que acorriam para vê- -lO, para ouvi-lO, eram mais ou menos iguais às de hoje, ansiosas e sofredo- ras, inebriando-se com a melodia rica de beleza, de suavidade, de esperança. As ráfagas ora brandas da alegria pe- netravam os casebres e os bordéis, as sinagogas e as ruas, diminuindo a aspe- reza do sofrimento. Os corpos em decomposição refa- ziam-se ao delicado toque das Suas mãos, enquanto os olhos apagados re- cuperavam a clara luz da visão, os ou- vidos moucos se abriam aos sons e a Natureza explodia em festa de perfume e de estesia. Por onde Jesus passava nada perma- necia como antes. O Messias do amor chegara sem exércitos, sem clarins anunciadores, sem forças de impiedade e, por isso, não foi bem recebido pela ímpia Judeia, pelos iludidos do mentiroso poder tem- poral. Seu incomparável canto ainda pros- segue, há dois mil anos incessantes, convidando com invulgar ternura: - Vin- de a mim e eu vos consolarei... Incompreendido ainda hoje, submeti- do às nefárias paixões dos séculos, im- posto a ferro e a fogo no passado, dei- xado ao abandono, jamais se apagou da memória da Humanidade que sempre O tem necessitado. E hoje, como naqueles dias de turbu- lências e de incompreensões, de poder mentiroso e arrogância doentia, a Sua música prossegue e é ouvida somente por aqueles que silenciam o tormento, deleitando-se com o Seu convite e de- claração graves: -É leve o meu fardo e suave o meu jugo. Vinde! Ele veio como uma primavera de bên- çãos para sempre e aguarda! Amélia Rodrigues Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica de 31 de julho de 2013, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia
  9. 9. 16 17 Porfia em Jesus. Recorda-se d’Ele em todos os momentos, mesmo quando a alma se encontre estraçalhada, e especialmente nesse momen- to. Não obstante com familiares, amigos e companheiros, este- ve sempre a sós nos ásperos momentos dos testemunhos de amor. Não te atormentes de for- ma alguma ante as injunções do mundo e as circunstância de do- res e alegrias... Tudo passa! Menos a subli- me conquista defluente do amor, no exercício da caridade e todos: sejam os que transitam pelo teu lar de provações até aqueles que vêm de longe ulcerar-te a alma sensível. Persevera na resistência pa- cífica e não te permitas desani- mar, nunca. Joanna de Ângelis (Livro:Rumos libertadores. Joanna de Ânge- lis, Cap.: 37. Divaldo Franco) Só em Jesus Cristo cada um de nós consegue engrandecer-se no exercício da simplicidade, sem pobreza; da humildade, sem sub- serviência; do trabalho e do estu- do, sem excesso ou presunção. Valoriza teu tempo na etapa moça do corpo físico de modo a construíres, desde o mundo, a edi- ficação da tua ventura, da tua bri- lhante espiritualidade, e seguires triunfante na direção do Criador, elevando bem alto a tua experi- ência juvenil, a fim de não guar- dares agonias, culpas e remorsos para os dias vindouros quando o amadurecimento do corpo e os reveses da vida testarão as tuas convicções e os valores que tra- zes no íntimo, desde jovem, para atravessar engrandecido os difí- ceis meandros da existência hu- mana. Ivan de Albuquerque (Livro: Caminhos para o amor e a paz . Ivan de Albuquerque, Parte IX. Raul Teixeira) Cintilação das Estrelas: É de muita beleza e profundez a visão que o espírito Camilo nos leva a ter da vida, dos seres e das coisas do mundo, a partir dos seus arrazoados. Em CINTILAÇÃO DAS ESTRELAS, ele desenvolve brilhantes reflexões sobre a mediunidade, a distinção entre a causa e a casa espírita, a importância da educação espírita, o poder desastroso da irritação, os exotismos que se misturam à tese da reencarnação, o abortamento, a verdadeira liberdade, dentre outros instigantes temas da vida humana. CINTILAÇÃODASESTRELASpermite-nosumapanorâmica sobre muitas das ideias espíritas, em particular, e espiritualistas, em geral, o que nos enseja respaldo mais racional e lógico para o fortalecimento de uma fé mais lúcida e inquebrantável. Em Algum Lugar do Futuro: A Autora espiritual Eros, nesta obra, apre- senta 25 profundas reflexões, cada qual mais bela, que penetrarão fundo o sen- timento do leitor, deixando-lhe uma suave e doce impres- são de paz. É um pequeno livro para reflexões, trabalhado na experi- ência luminosa de pensadores do Oriente e nas canções exuberantes dos seres e das coisas do cotidiano. Clareado pelo exemplo de Jesus-Cristo, é uma oferenda para quem deseja crescimento íntimo e harmonia pessoal. São páginas de conforto e esperança, otimismo e sabe- doria. A autora espiritual, nesta obra, apresenta 25 profundas reflexões. cada qual mais bela, que penetrarão fundo o sentimento do leitor, deixando-lhe uma suave e doce im- pressão de paz. Prefaciando o delicado livro, escreveu a autora: “Somos aprendizes da vida, que nos conduz ao porvir libertador. A tradição da sabedoria antiga oferece mestres devotados em toda a parte, sempre dispostos para o ensino do bem. Pacientes e generosos, a sua palavra orienta e acalma, apontando os roteiros seguros para os passos hu- manos ansiosos...” RESENHARESENHA

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