DiagnóStico Ortodontico

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DiagnóStico Ortodontico

  1. 1. 1 ESTUDOS EM ORTODONTIA DIAGNÓSTICO EM ORTODONTIA Mordida cruzada 9 5 MOYERS definiu a mordida cruzada como regiões . Estas interferências podem levar a a incapacidade dos arcos superior e inferior um desvio mandibular lateral e, em alguns em ocluir normalmente em uma relação casos, protrusivo. Como uma tentativa de se lateral, podendo ser decorrente de problemas evitar estas interferências, o paciente desvia de posicionamento dentário, de crescimento lateralmente a mandíbula, a fim de encontrar alveolar ou de uma grave desarmonia entre a a posição de máxima intercuspidação. Esta maxila e a mandíbula. Segundo ele, mordida é denominada mordida cruzada alterações das bases ósseas, musculares, posterior funcional. dentárias, traumatismos, perda precoce de SILVA FILHO e colab. 13, 1986, relatam que dentes decíduos, hábitos de sucção e ao manipularmos a mandíbula em relação postura seriam alguns dos fatores que cêntrica, podemos verificar, quase sempre, levariam à mordida cruzada. Ele ainda as que o comprometimento do arco superior é classifica, baseado nos fatores etiológicos, simétrico, ou seja, em cêntrica, existe uma em três tipos, a saber: 1) Dentárias: aquelas mordida de topo bilateral, geralmente com causadas por uma inclinação axial lingual de contato prematuro dos caninos decíduos. um ou mais dentes superiores; 2) Musculares Como este padrão de oclusão não oferece ou Funcionais: originadas por uma adaptação estabilidade, ocorre desvio da mandíbula funcional às interferências dentárias; e 3) buscando uma posição de conforto. Assim, Ósseas: decorrentes de alterações no as características desta mordida cruzada crescimento ósseo, ou seja, crescimento são: padrão unilateral, com desvio da linha assimétrico da maxila ou mandíbula, ou uma média e cruzamento de todos os dentes após relação anormal entre ambos. o canino. De acordo com WOOD 16, as mordidas 8 MATHIAS , 1984, examinou 300 crianças, no cruzadas funcionais podem ser produzidas município de São Paulo, com dentadura por: 1) interferências dentárias, 2) distúrbios decídua completa, verificando quadros de têmporo-mandibulares e 3) uma assimetria maloclusão. No que se refere a mordida dos arcos superior e inferior. cruzada, a prevalência foi de 16,3%, e 75,5% 2 CHENEY relata que interferências oclusais, dos casos apresentavam desvio de linha ou seja, dentes mal posicionados, sensíveis média. ou traumatizados, perda prematura de dentes As mordidas cruzadas posteriores não são decíduos, dentes decíduos anquilosados, auto-corrigíveis e se não tratadas, os molares restaurações oclusais falhas e atividade e pré-molares permanentes erupcionam em anormal dos lábios levam a mordidas mordida cruzada 10. KUTIN & HAWES 6 cruzadas funcionais. encontraram que de 48 pacientes com O desenvolvimento de uma mordida cruzada mordidas cruzadas posteriores não tratadas é usualmente acompanhado por um desvio na dentição decídua, 44 deles apresentavam da mandíbula para o lado afetado quando do os primeiros molares e pré-molares fechamento da boca 7. permanentes erupcionados em uma relação A forma mais simples de mordida cruzada cruzada. observada na dentição decídua ou WEST 15 encontrou que interferências início da mista é aquela causada por funcionais não tratadas são mais comuns interferências dentárias, especialmente dos resultarem em maloclusões de maior 5 caninos decíduos . Em outros casos, as complexidade do que qualquer outro tipo de interferências podem ocorrer durante o problema na dentição decídua. Segundo ele, processo de ajuste, na região de molares os objetivos do tratamento precoce na decíduos, mas os princípios básicos para o dentição decídua são: 1) remoção das desgaste são os mesmos para ambas as interferências para a normalização da função 1
  2. 2. 2 e crescimento; 2) manutenção de uma do arco superior e uma diminuição na largura função normal e 3) correção de desarmonias do arco inferior. ósseas. O desgaste funcional pode ser justificado por O tratamento precoce através somente do duas razões: a primeira é que as desgaste, ou em combinação com a interferências podem ser tão pequenas que o expansão, é aconselhado para reduzir a tratamento com expansor não é necessário; 5, 6, 14 prevalência das mordidas cruzadas e, e a segunda, se houver atresia, a provavelmente, em alguns casos, eliminar a combinação do ajuste oclusal com o necessidade de tratamento em estágios expansor pode levar a um resultado mais 5 posteriores do desenvolvimento da oclusão . rápido do que a utilização isolada de um deles. Além do mais, a filosofia de desgaste funcional na dentição decídua deve ser mais DISCUSSÃO largamente difundida, devendo ser feito em As mordidas cruzadas são maloclusões todos os casos onde uma pequena bastante frequentes, causando alterações no interferência de cúspide é diagnosticada, de perfil do paciente quando não tratadas modo a agir tão precocemente quanto precocemente, uma vez que elas não são possível, a fim de impedir a atresia do arco auto-corrigidas com a erupção dos dentes (processo de crescimento) 5. permanentes, como relatado por KUTIN & Os dentistas não estão familiarizados com HAWES 6 e WEST 15. este ajuste oclusal e podem se mostrar As mordidas cruzadas funcionais são hesitantes para desgastar de forma agressiva significativas a medida em que o os dentes decíduos até removerem esmalte deslocamento resultante do movimento do suficiente, a fim de proporcionar o ajuste côndilo pode alterar o equilíbrio entre forma e do(s) dente(s) envolvido(s). As crianças função, podendo ser o fator etiológico no também apresentam um desgaste natural desenvolvimento de disfunções da ATM. dos dentes decíduos em um processo de MYERS e colab.10, encontraram que ambos ajuste oclusal natural 1. os valores dos espaços vertical e horizontal Deve ser enfatizado que um minucioso medidos entre a cavidade glenoíde e o diagnóstico deve preceder o tratamento côndilo, foram significantemente menores no ortodôntico, particularmente diferenciando lado cruzado comparado ao lado não entre um dente mal posicionado, alterações cruzado em crianças com mordida cruzada ósseas ou na ATM. posterior funcional. Quanto ao tratamento das mordidas O diagnóstico de uma mordida cruzada cruzadas, todos os autores concordam que o depende de vários fatores, incluindo mesmo deve ser precoce e sempre que avaliação clínica oclusal, avaliação funcional possível deve-se interceptá-las na fase de comparando a relação de fechamento dentição decídua, antes que problemas mais cêntrico com a oclusão cêntrica ou posição graves se instalem nas dentições mista e de máxima intercuspidação e a análise da permanente, dificultando o tratamento dimensão do arco dentário que compara, 13 posterior 1, 3, 4, 15. Na maioria destes casos, a especificamente, a largura de cada arco . eliminação dos contatos prematuros, Diferentes métodos foram sugeridos para precocemente, principalmente na região de que o equilíbrio oclusal se auto-processe, caninos, é suficiente para promover a incluindo a eliminação dos contatos correção espontânea da mordida cruzada prematuros que levam ao desvio 6, 14, posterior funcional. diminuição no tamanho das coroas dos CONCLUSÕES caninos decíduos e planos inclinados nestes 1- A análise funcional da oclusão é uma dentes 5. ajuda válida para o diagnóstico de KISLING 5 sugere a confecção de planos interferências dentárias que levam a inclinados com aproximadamente 45° com o alterações oclusais. longo eixo axial do dente, nas superfícies 2- Um correto diagnóstico e o conhecimento vestibular dos inferiores e palatina dos sobre o crescimento e desenvolvimento superiores. Além do mais, os planos infantil capacita o odontopediatra a inclinados oferecem à criança uma oclusão interceptar as maloclusões em uma idade estabilizada na primeira posição de contato, precoce. A correção dos problemas bem como promovem um aumento na largura funcionais permitirão o crescimento e 2
  3. 3. 3 desenvolvimento normais e podem simplificar ortodôntico futuro. qualquer necessidade de tratamento * Mordida Cruzada Posterior Funcional:Relato de Profs. Doutores da Disciplina de Odontopediatria FOUSP Caso, Alessandro L. CAVALCANTI, RODRIGUES**, C. http://www.odontologiainfantil.8m.com/publicacoesa2.ht M. D.; FAZZI, R.** ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA m PAULISTA DE ODONTOLOGIA, nov./dez., 1996. ** Sobremordida profunda Em pacientes braquifaciais, existem verticalizados, com tendência ao freqüentemente sobremordidas profundas apinhamento, e com a presença de uma que são uma tendência inerente ao sobremordida exagerada, observada padrão morfológico de crescimento facial, principalmente nos pacientes portadores de com tendências rotacionais de crescimento face curta. mandibular no sentido anti-horário. A CORREÇÃO: As quatro morfologia mandibular dos braquicefálicos, estratégias fundamentais para a correção da tão bem estudada por Björk com a mordida profunda, sem incluir opções tendência de fechamento do ângulo cirúrgicas, são: goníaco, bem como um maior crescimento  extrusão dos dentes do ramo mandibular e a forma mandibular posteriores, “quadrada”, predispõe à formação de  distalização dos dentes sobremordida profunda. posteriores, É comum a ocorrência de uma  inclinação dos dentes curva de Spee acentuada na arcada inferior anteriores e devida à extrusão e lingualização dos  intrusão dos incisivos incisivos inferiores que buscam um contato superiores e/ou dos incisivos com os incisivos superiores, que na inferiores. maioria dos casos encontram-se O tratamento nos casos com altura facial inferior curta, excessiva curva de Spee, e moderada ou mínima exposição dos incisivos pode envolver a extrusão dos dentes posteriores com um controle vertical irruptivo dos dentes anteriores. Sugere-se que um milímetro de extrusão dos molares superiores ou inferiores efetivamente reduz a sobremordida dos incisivos de 1,5 a 2,5mm. A maior desvantagem da correção da mordida profunda por extrusão é uma excessiva exposição dos incisivos, o aumento do espaço interlabial (de 3 a 4mm é considerado normal com os lábios relaxados), e uma piora no sorriso gengival. A estabilidade da extrusão posterior pode ser questionada em 3
  4. 4. 4 pacientes que já completaram o seu Podem ser realizadas distalizações dos crescimento. dentes posteriores o que ocasiona a extrusão Para os pacientes que estão em dos dentes posteriores se assim o forte crescimento, o aumento da altura facial padrão muscular o permitir, ou realizar a ântero-inferior ocasionado pela extrusão protrusão dos dentes anteriores, se for dentária posterior, deve ser seguido por condizente com o perfil dos tecidos moles um crescimento compensatório mandibular. bem como o posicionamento adequado Se o crescimento compensatório não ocorrer, destes dentes nas suas respectivas bases a mandíbula sofrerá rotação para baixo e apicais, para a correção da sobremordida para trás, provavelmente com o crescimento profunda. do ramo mandibular e da altura facial A reversão da curva de Spee posterior. Nestes casos, é prudente se inferior e acentuação da curva superior é o evitar terapias com extrações, devido às método de escolha destas técnicas de arco mesmas aumentarem a sobremordida e o contínuo para o controle vertical, de maneira forte padrão muscular e mastigatório a efetuar a “abertura da mordida” com a dificultar ou impossibilitar o fechamento dos subseqüente correção da sobremordida espaços remanescentes das extrações. na profunda e regularização da curva de Spee correção da sobressaliência aumentada. inferior. DOLICOFACIAIS E CONTOLE VERTICAL- MORDIDA ABERTA Em pacientes dolicofaciais17, 18, devido oclusão durante o seu movimento para à morfologia e tendência de crescimento mesial, não ocorrendo a esperada mandibular horário, é muito comum a intrusão dos dentes posteriores, o que ocorrência de mordidas abertas, o que é seria favorável à correção da mordida ditado pelo pouco crescimento do ramo aberta. mandibular, maior abertura do ângulo O controle vertical nos dentes goníaco, crescimento alveolar posteriores é realizado por meio de acentuado da região posterior e altura dispositivos extrabucais de tração alta, facial ântero-inferior aumentada com bem como qualquer dispositivo supra erupção dos dentes posteriores ortodôntico que impeça a extrusão dos superiores. Além disso, observa-se uma dentes posteriores, como barra reduzida altura vertical dentoalveolar transpalatina, botão de Nance ou Bite anterior com vistas a “compensar” um Block. problema estrutural esquelético. Sugere-se que para cada milímetro de O tratamento de escolha nestes intrusão molar, aproximadamente 3mm pacientes seria a intrusão dos dentes de redução da mordida aberta é posteriores ou um controle vertical de observada na região anterior. modo que os dentes posteriores não Em alguns raros pacientes extruíssem, piorando o padrão vertical e dolicofaciais, faz-se presente uma aumentado a mordida aberta anterior. sobremordida profunda, apesar do Nestes pacientes, a correção desta padrão esquelético vertical. Nestes sobremordida negativa está associada pacientes, a reversão da curva de às extrações dentárias com a Spee inferior e acentuação da curva verticalização dos dentes anteriores, superior, especialmente fora da fase de visto que a mesialização dos segmentos crescimento, com vistas à correção da posteriores está associada à extrusão mordida profunda, poderá acarretar a dentária compensatória com vistas à extrusão dos dentes posteriores preservação da dimensão vertical de superiores, com a conseqüente rotação 4
  5. 5. 5 horária mandibular, e abertura da acordo com os padrões estéticos e mordida anterior. Assim, pode haver funcionais de guia anterior, como a linha também uma piora da sobressaliência do sorriso em repouso em relação aos (overjet) pela retrusão do mento devido dentes superiores e o mínimo de a esta mesma rotação mandibular. Ou desoclusão dos dentes posteriores seja, as extrusões dentárias durante as excursões protrusivas posteriores são contra-indicadas em mandibulares compatíveis com a pacientes com excessiva altura facial inclinação da eminência articular, e um inferior. controle excelente da extrusão dos É improvável que os pacientes dentes posteriores, para se evitar a dolicofaciais, mesmo na fase de extrusão dentária destes dentes. crescimento, tenham a capacidade de Provavelmente em pacientes de ângulo compensar esta extrusão dentária, médio (mesofaciais) que estejam em pelo crescimento vertical do ramo crescimento, poderia se utilizar o recurso mandibular, devido às características biomecânico de reversão da curva de morfológicas intrínsecas de deficiência Spee inferior e acentuação da curva da altura facial ântero-posterior destes superior, visto que o crescimento vertical pacientes. O tratamento de escolha do ramo mandibular compensaria a para estes pacientes deve priorizar a extrusão dentária posterior. intrusão dos dentes anteriores ,de MORDIDA CRUZADA FUNCIONAL Diagnóstico inicial a fim de se observar o relacionamento O paciente, quando observado em norma dentário posterior. facial frontal19, apresenta assimetria facial O paciente apresenta mordida cruzada por desvio em lateralidade da mandíbula. Ao funcional quando, em relação cêntrica, não exame intrabucal em MIH observa-se a ocorre mais a presença de mordida cruzada presença de mordida cruzada unilateral e posterior, observando-se contato prematuro desvio de linha média inferior para o lado da de algum elemento dentário, geralmente em mordida cruzada. Devido à memória caninos decíduos. Nos casos de mordida muscular, geralmente ocorre assimetria cruzada funcional não ocorre real atresia mandibular mesmo quando a mandíbula se maxilar, mas somente uma acomodação encontra em posição de repouso. mandibular para a melhor intercuspidação Diagnóstico definitivo dentária, com o objetivo de desviar dos Para se obter o diagnóstico definitivo, a contatos prematuros. O tratamento indicado mandíbula é manipulada em relação cêntrica, é o desgaste seletivo em dentes decíduos, para eliminação de interferências oclusais. 5
  6. 6. 6 6
  7. 7. 7 ANÁLISE FUNCIONAL & Desvio de linha média Para o diagnóstico do paciente em trajeto do repouso até a oclusão habitual, ortodontia, na avaliação faz-se a ANÁLISE está poderá se manifestar por desvio de linha FUNCIONAL, associando-se às outras média. A partir daí, o tipo de desvio vai análise, como as de modelo, radiográfica, determinar o tipo de intervenção ortodôntica. exame clínico. Há 3 tipos de desvio de linha média A análise funcional possibilita na análise funcional: visualizar como ocorre a oclusão na sua 1. FUNCIONAL, dinâmica, ou seja, na sua função de 2. DENTAL E movimentos de abertura e lateralidade, 3. ESQUELÉTICA. partindo-se da posição de Relação Central. FUNCIONAL: quando do repouso Primeiro determina-se a posição de até oclusão habitual ocorre um desvio de repouso e do Free Way Space. linha média, é dito desvio funcional porque SEQUENCIA DO EXAME: durante a função há o deslocamento 1. DETERMINAR A POSIÇÃO DE mandibular para se adaptar à interferência. REPOUSO Tratamento: remove interferência! 2. REGISTRAR E MEDIR A DENTAL: o desvio de linha média POSIÇÃO DE REPOUSO permanece no mesmo lugar durante a 3. AVALIAR O função, então é dente que está desviado. RELACIONAMENTO DA POSIÇÃO DE Tratamento da linha média! REPOUSO DA MANDÍBULA NA DIMENSÃO ESQUELÉTICA: o desvio de linha SAGITAL, VERTICAL E TRANSVERSAL. média está presente em máxima Em cada plano, tanto sagital, intercuspidação habitual (MIH), porém em vertical ou transversal, avalia-se o movimento de abertura o desvio de linha relacionamento da posição de repouso à média aumenta, indicando um crescimento oclusão habitual. maior de um lado da mandíbula. No plano transversal se houver interferências oclusais que atrapalhem o REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 8- MATHIAS, R. S. - Prevalência de algumas 1- BELANGER, G. K - The Rationale and anomalias de oclusão na dentadura decídua: Indications for Equilibration in the Primary relação terminal desfavorável dos segundos Dentition. Quint Int v.23,n.3, p. 169-174, molares decíduos, mordida aberta anterior, March 1992. apinhamento anterior e mordida cruzada 2- CHENEY, E. A. - Indications and Methods posterior. São Paulo, 1984. Dissertação for Interceptation os Functional Crossbites (Mestrado) - Faculdade de Odontologia da and Interlockings. Dent Clin Noth Am, p. 385- Universidade de São Paulo. 401, 1959. 9- MOYERS, R. - Ortodontia, 3ª ed., trad. 3- CLIFFORD, F. O. - Cross-bite Correction Décio Rodrigues Martins, Ed. Guanabara- in the Deciduous Dentitions: Principles and Koogan, 1988. Procedures. Am J Orthod, v.59, n.4, p. 343- 10- MYERS, D. R.; BARENIE, J. T.; BELL, R. 349, April 1971. A.; WILLIAMSON, E. H. - Condylar Position 4- GUEDES-PINTO, A. C. - Odontopediatria, in Children with Functional Posterior 5ª ed., São Paulo, Ed. Santos, 1995. Crossbites: Before and After Crossbite 5- KISLING, E. - Occlusal Interferences in the Correction Ped Dent v.2, n.3, p. 190-194, Primary Dentition J Dent Child v.48,n.3, Sept. 1980. p.181-191, May/ June 1981. 11- NGAN, P. W.; WEI, S. H. Y.; YEN, P. K. 6- KUTIN, G. & HAWES, R.R. - Posterior Y. - Orthodontic Treatment of the Primary Cross-bites in the Deciduous and Mixed Dentition J Am Dent Assoc v.116, n.3, p. 336- Dentitions Am J Orthod v.56, n.5, p. 491-504, 340, March 1988. Nov. 1969. 12- SCHRODER, U. & SCHRODER, I. - Early 7- LEIGHTON, B. C. - The Early Treatment of Unilateral Posterior Crossbite in Development of Cross Bites Dent Pract v.17, Children with Bilateral Contracted Maxillae n.4, p. 145-152, Dec. 1969. Europ J Orthod v.6, n.1, p. 65-69, Febr. 1984 7
  8. 8. 8 13- SILVA FILHO, O. G.; ALVES, R.M.; CAPELOZZA FILHO - Alterações Cefalométricas ocorridas na dentadura mista após o uso de um expansor fixo tipo quadrihélice Ortodontia, v.19, p.22-33, 1986. 14- THILANDER, B.; WAHLUND, S.; LENNARTSSON, B. - The Effect of Early Interceptive Treatment in Children with Posterior Cross-Bite Europ J Orthod v.6, n.1, p. 25-34, Febr. 1984. 15- WEST, E. E. - Treatment Objectives in the Deciduous Dentition Am J Orthod v.55, n.6, p. 617-632, June 1969. 16- WOOD, A. W. S. - Anterior and Posterior Crossbites J Dent Child v.29, n.4, p. 280- 285, 1962. 17. BURZIN, J.; NANDA, R. The stability of deep overbite correction In: NANDA, R. (Ed.). retention and stability. Philadelphia: WB Saunders, 1993. 18. ALMEIDA, M R ; VIEIRA, G M et al, Emprego racional da Biomecânica em Ortodontia: “arcos inteligentes”. R Dental Press Ortodon Ortop Facial, Maringá, v. 11, n. 1, p. 122-156, jan./fev. 2006. 19. LOCKS, A; WEISSHEIMER, A et al, Mordida cruzada posterior: uma classificação mais didática. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 146 Maringá, v. 13, n. 2, p. 146-158, mar./abr. 2008 8

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