CoesãO 22

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CoesãO 22

  1. 1. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA UNIDADE DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO - UDE
  2. 2. FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS ANOS/SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL LÍNGUA PORTUGUESA CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA TP5 UNIDADE 19: COESÃOTEXTUAL UNIDADE 20: RELAÇÕES LÓGICAS NO TEXTO
  3. 3. ANTUNES , Irandé Costa. Lutar Com Palavras – Coesão e Coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
  4. 4. COESÃO TEXTUAL <ul><li>RECURSOS </li></ul><ul><li>DA </li></ul><ul><li>REPETIÇÃO </li></ul>
  5. 5. <ul><li>A paráfrase </li></ul><ul><li>A paráfrase acontece sempre que recorremos ao procedimento de voltar a dizer o que já foi dito antes, porém, com outras palavras, como se quiséssemos traduzir o enunciado, ou explica-lo melhor, para dei­xar o conteúdo mais transparente, sem perder, no entanto, sua originalidade conceitual. A paráfrase é, portanto, uma operação de reformulação, de dizer o mesmo de outro jeito. É um recurso bastante comum nos textos explicativos, ou naqueles com função didá­tica, nos quais há, obviamente, um interesse particu­lar na compreensão dos pontos abordados. </li></ul><ul><li>Normalmente, os fragmentos parafrásicos são introduzidos por expressões do tipo em outras palavras, em outros termos, isto é, ou seja, quer dizer, em resumo, em suma, em síntese, expressões que sinalizam claramente que a mesma informação, o mesmo argumento, O mesmo item volta a ser dito, porém numa outra formulação lingüística e, por vezes, com peque­nos acréscimos ou ajustes. </li></ul><ul><li>Antunes, Irandé. Lutar com palavras : coesão e coerência. São Paulo, Parábola, 2005 . </li></ul>
  6. 6. O disfarce dos bichos <ul><li>Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como &quot;bicho-pau&quot;. Ele é tão parecido com o galhinho, que pode ser confundido com o graveto. </li></ul><ul><li>Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defender dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. </li></ul><ul><li>Esses truques são chamados de mimetismo , isto é, imitação . </li></ul><ul><li>O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica estudando os animais. </li></ul><ul><li>MAVIAEL MONTEIRO, JOSÉ. Bichos que usam disfarces para defesa. Folhinha, 6 nov. 1993. Suplemento infantil do jornal Folha de São Paulo. Adaptado pelas autoras. In:HELENA, Maria; Bernadette. Novo Tempo: Português. São Paulo: Scipione, 1999. v. 1, p. 31. </li></ul>
  7. 7. 2. O paralelismo <ul><li>O paralelismo é um recurso muito ligado à coordenação de segmentos que apresentam valores sintá ticos idênticos, o que nos leva a prever que os elementos coordenados entre si apresentem a mesma estrutura gramatical. Ou seja, a unidades semânticas similares deve corresponder uma estrutura gramatical similar. É o que se chama, comumente, de paralelismo ou simetria de construção. </li></ul>
  8. 8. VEJA O EXEMPLO ABAIXO: <ul><li>FREQÜENTEMENTE, O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL TROCA DE SOM, DE TELEVISÃO, DE VIDEOCASSETE, DE RELÓ­GIO, DE APARTAMENTO, DE MÓVEIS. </li></ul><ul><li>TODOS OS ANOS, O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL TROCA DE CARRO. </li></ul><ul><li>MUITO FREQÜENTEMENTE, O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL TROCA DE WHISKY, DE VODKA, DE PERFUME. </li></ul><ul><li>QUASE TODOS OS DIAS, O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL TROCA DE RESTAURANTE, DE AVIÃO, DE HOTEL, DE BAR, DE LIVRO, DE DISCO. </li></ul><ul><li>TODOS OS DIAS, O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL TROCA DE CALÇA, DE CAMISA, DE GRAVATA, DE TERNO, DE BLA­ZER, DE SAPATO, DE MEIAS. </li></ul><ul><li>O LEITOR DA GAZETA MERCANTIL SÓ NÃO TROCA DE JOR­NAL. SE VOCÊ NÃO TROCA A CLASSE A POR NADA, ANUN­CI E NA GAZETA MERCANTIL. </li></ul><ul><li>(ANÚNCIO DA GAZETA MERCANTIL) </li></ul>
  9. 9. 3. A repetição propriamente dita <ul><li>A repetição, como o próprio nome indica, corresponde à ação de voltar ao que foi dito antes pelo recurso de fazer reaparecer uma unidade que já ocorreu previamente. Essa unidade pode ser uma palavra, uma seqüência de palavras ou até uma frase inteira. </li></ul><ul><li>Ao contrário do que aparece nas instruções de certos manuais de redação, a repetição de palavras é um recurso textual significativo. </li></ul><ul><li>Em geral, e por falta de um conhecimento mais consistente, a repetição tem sido vista apenas como uma característica da oralidade. </li></ul><ul><li>Os resultados de várias pesquisas põem abaixo essa visão e mostram que, em textos escritos formais, como editoriais de jornais, por exemplo, a repetição de palavras é um recurso generalizado, incontestável e funcional. </li></ul><ul><li>Mas, a repetição não é apenas uma regularida­de textual. É um recurso de grande funcionalidade, pois pode desempenhar diferentes funções, todas elas, de alguma forma, coesivas. Vejamos algumas. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>REPETE-SE PARA: </li></ul><ul><li>M arcar a ênfase a um determinado segmento; </li></ul><ul><li>(NINGUÉM DEVE COMPRAR IMÓVEL SEM ANTES FAZER PESQUISA. NINGUÉM. ) </li></ul><ul><li>(METADE À VISTA E A OUTRA METADE A PERDER DE VISTA.) </li></ul><ul><li>Marcar o contraste entre dois segmentos; </li></ul><ul><li>(HÁ ESTUDANTES E ESTUDANTES...) </li></ul><ul><li>Corrigir ou sugerir uma correção; </li></ul><ul><li>“ O ITAMARATY ASSISTIU COM UMA PONTA DE ALMA LAVADA AO FRACASSO DA COMEMORAÇÃO DOS 500 ANOS. A ORGANIZAÇÃO ESTAVA A CARGO DOS DIPLOMATAS, MAS RAFAEL GRECCA ASSUMIU-A PARA PROMOVER UMA FESTA POPULAR. POPULAR?” </li></ul><ul><li>(VEJA, 3/5/2000) </li></ul><ul><li>Quantificar; </li></ul><ul><li>“ ERA UMA VEZ UM BRASIL ONDE OS GOVERNANTES ACREDITAVAM QUE RÉIS, CRUZEIROS, CRUZADOS E REAIS NASCIAM EM ÁRVORES. PARA SE CRIAR UMA NOVA DESPESA COM DINHEIRO PÚBLICO, BASTAVA CONTRAIR UMA DÍVIDA, E OUTRA, E OUTRA, E OUTRA, E ASSIM SUCESSIVAMENTE.” </li></ul><ul><li>(lSTO É, 6/4/2005, P. 28) </li></ul><ul><li>Antunes, Irandé. Lutar com palavras : coesão e coerência. São Paulo, Parábola, 2005. </li></ul>
  11. 11. A grande função da repetição é marcar a a continuidade de um tema em foco. <ul><li>HISTÓRIA DE FLOR </li></ul><ul><li>FURTEI UMA FLOR DAQUELE JARDIM. O PORTEIRO DO EDIFICIO COCHILAVA, E EU FURTEI A FLOR. </li></ul><ul><li>TROUXE-A PARA CASA E A COLOQUEI NUM COPO. LOGO SENTI QUE ELA NÃO ESTAVA FELIZ. o COPO DESTINA-SE </li></ul><ul><li>A BEBER, E UMA FLOR NÃO É PARA SER BEBIDA. </li></ul><ul><li>PASSEI-A PARA UM VASO E NOTEI QUE ELA ME AGRADECIA </li></ul><ul><li>REVELANDO MELHOR SUA DELlCADA COMPOSiÇÃO. QUANTAS NOVIDADES HÁ NUMA FLOR, SE A CONTEMPLARMOS BEM. </li></ul><ul><li>SENDO O AUTOR. DO FURTO, EU ASSUMIA A OBRIGAÇÃO DE CONSERVÁ-LA. RENOVEI A ÁGUA DO VASO, MAS A FLOR EMPALIDECIA. TEMI POR SUA VIDA. NÃO ADIANTAVA </li></ul><ul><li>RESTITUÍ-LA AO JARDIM, NEM APELAR PARA O MÉDICO </li></ul><ul><li>DE FLORES. EU A FURTARA, EU A VIA MORRER, </li></ul><ul><li>JÁ MURCHA E COM A COR PARTICULAR DA MORTE, PE­GUEI-A DOCEMENTE E FUI DEPOSITÁ-LA NO JARDIM ONDE NASCERA, o PORTEIRO ESTAVA ATENTO E REPREENDEU-ME: - QUE IDÉIA A SUA, DE VIR JOGAR LIXO NESTE JARDIM! </li></ul><ul><li>(CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. CONTOS PLAUSIVEIS. RIO DE JANEIRO: José OLYMPIO, 1985) </li></ul>
  12. 12. Sintetizando os procedimento da repetição Repetição propriamente dita Paralelismo Paráfrase Repetição Reiteração Recursos Procedimento Relações textuais
  13. 13. COESÃO TEXTUAL <ul><li>RECURSOS </li></ul><ul><li>DA </li></ul><ul><li>SUBSTITUIÇÃO </li></ul>
  14. 14. 1. SUBSTIUIÇÃO POR PRONOME <ul><li>Uma substituição pronominal supõe, na seqüência de um texto, dois possíveis modos de ocorrências: </li></ul><ul><li>1.1 Anáfora. </li></ul><ul><li>VELHA CHÁCARA </li></ul><ul><li>A casa era por aqui... Onde? Procuro- a e não acho. Ouço uma voz que esqueci: É a voz deste mesmo riacho. </li></ul><ul><li>Manuel Bandeira, 1974, pág. 179. </li></ul>
  15. 15. 1.2 Catáfora O repouso da guerreira Muita e muita gente já a desejou. Alguns a tiveram. Ao longo da década de 80, ela deslumbrou o Brasil desfilando nas passarelas do Rio de Janeiro. Os anônimos que a desejaram, é natural, já a esqueceram. O tempo se encarrega de trocar nossos claros ou obscuros objetos de desejo. Mas os famosos que a tiveram, dela se esqueceram também. Ela se chama Josette Armenia de Campos Rodrigues . No auge de seu estrelato, chamava-se Josi Campos. Era uma mulher introspectiva, mas batalhadora e guerreira. (Isto É, 29/09/2004)
  16. 16. 2. SUBSTIUIÇÃO DE ADVÉRBIO POR ADVÉRBIO <ul><li>Numa pequena floresta, perto do parreiral morava uma astuciosa e trapaceira raposa, ali ela sua verdadeira vocação de enganar, trapacear e mentir para todos que encontrava . </li></ul>
  17. 17. 2. SUBSTIUIÇÃO LEXICAL <ul><li>A substituição de um unidade lexical por outra é, também, um recurso coesivo, pelo qual se promove a ligação entre dois ou mais segmentos textuais. Implica pois, como o próprio nome indica o uso de uma palavra no lugar de uma outra que lhe seja textualmente equivalente. </li></ul><ul><li>O uso desse recurso oferece a vantagem de poder acrescentar informações ou dados acerca de uma referência já introduzida anteriormente. </li></ul><ul><li>Dentre as possibilidades implicadas na substituição de uma palavra por outra podemos destacar que pode ocorrer substituição por: </li></ul><ul><li>Sinônimo; </li></ul><ul><li>Hiperônimo; </li></ul><ul><li>Caracterização Situacional. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>EXEMPLO 1 </li></ul><ul><li>PEDRO MALASARTES E A SOPA DE PEDRA </li></ul><ul><li>Um dia, Pedro Malasartes vinha pela estrada com fome e chegou a uma casa onde morava uma velha muito pão-dura . </li></ul><ul><li>– Sou um pobre viajante faminto e cansado. Venho andando de muito longe, há três anos, três meses, três semanas, três dias, três noites, três horas... </li></ul><ul><li>– Pare com isso e diga logo o que quer – interrompeu a mulher . </li></ul><ul><li>– É que estou com fome. Será que a senhora podia me ajudar? </li></ul><ul><li>– Não tem nada de comer nesta casa – foi logo dizendo a velha. </li></ul>2.1 Substituição por sinônimo EXEMPLO 2 O COMBATE À INFLAÇÃO, A LUTA PELO EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO, (...) A BATALHA DA MORALIZAÇÃO DA COISA PÚBLICA (...) ESTÃO SENDO LEVADOS A SÉRIO. DIÁRIO DE PERNAMBUCO, 1/10/1960.
  19. 19. 2.3 Substituição por Hiperônimo <ul><li>Graças a Deus não experimentei a força e eficiência do Air bag, pos nunca fui vítima de um acidente. Mas sou totalmente a favor do equipamento. Jamais soube de casos em que pessoas que dirigiam um carro com esse dispositivo tiveram um ferimento mais grave (...) Na compra de um automóvel, o brasileiro deve levar em conta os diversos parâmetros de segurança, e não somente a disponibilidade do Air bag. Este último item, sozinho, não pode ser considerado o “salvador da pátria”. </li></ul><ul><li>Isto É, 1996. </li></ul>
  20. 20. 2.3 Caracterização situacional <ul><li>Deu-se que Pedrinho estava brincando no jardim e, sem querer, jogou a bola por cima do travessão. A dita foi contra uma vidraça e despedaçou tudo. Pededrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai, </li></ul>
  21. 21. 3 . A retomada por elipse <ul><li>A elipse pode ser considerada como um tipo particular de substituição, que os autores chamam substituição por zero. </li></ul><ul><li>Enquanto recurso coesivo, a elipse corresponde à estratégia de omitir um termo, uma expressão, ou até mesmo uma seqüência maior já mencionado que é recuperado por marcas do próprio contexto verbal em que ocorre, as vezes por uma vírgula. </li></ul>
  22. 22. A GALINHA REIVINDICATIVA ( MILLÔR FERNANDES) <ul><li>Em certo dia de data incerta, um galo velho e uma galinha nova encontraram-se no fundo de um quintal e, entre uma bicada e outra, # trocaram impressões sobre como o mundo estava mudado. O galo, porém, fez questão de frisar que # sempre vivera bem, # tivera muitas galinhas em sua vida sentimental e agora, velho e cansado, # esperava calmamente o fim de seus dias. </li></ul>Em certo dia de data incerta, um galo velho e uma galinha nova encontraram-se no fundo de um quintal e, entre uma bicada e outra, ELES trocaram impressões sobre como o mundo estava mudado. O galo, porém, fez questão de frisar que ELE sempre vivera bem, ELE tivera muitas galinhas em sua vida sentimental e agora, velho e cansado, ELE esperava calmamente o fim de seus dias.
  23. 23. Sintetizando os procedimento da substituição Retomada por Elipse Repetição propriamente dita <ul><li>Substituição lexical por: </li></ul><ul><li>Sinônimo; </li></ul><ul><li>Hiperônimo; </li></ul><ul><li>Caracterização situacional </li></ul>Gramatical Substituição Reiteração Recursos Procedimento Relações textuais
  24. 24. A COESÃO PELA CONEXÃO <ul><li>A conexão se efetua por meio de conjunções, preposições e locuções conjuntivas e preposicional, bem como por meio de alguns advérbios e locuções adverbiais. Todos esses são elementos que estabelecem a conexão do texto. </li></ul>
  25. 25. O texto “Bolo de uísque” é repleto de elementos responsáveis por sua conexão que dão conta da progressão temporal da elaboração do bolo. Além dos conectivos: “ e & Por isso” que estabelecem relação de adição e conclusão respectivamente. <ul><li>BOLO DE UÍSQUE </li></ul><ul><li>(DE EU ODEIO COZINHAR) </li></ul><ul><li>Como fazer: </li></ul><ul><li>Primeiro pegue o uísque no armário e tome um pequeno gole com propósitos medicinais. Em seguida bata o açúcar e a manteiga, fazendo um creme. Acrescente os ovos batido. Depois misture a farinha, o fermento, o sal e a noz-moscada e some ao creme de manteiga. Então ponha o leite. Agora misture o bicabornato de sódio com o melaço e depois adicione ao resto de uísque. Despeje numa assadeira bem untada e leve ao forno por duas horas. O seu bolo de uísque dura para sempre. Por isso pode enrolá-lo em papel alumínio e guardar na geladeira. Ele ficará melhor se de tempos em tempos você furá-lo e injetar mais uísque com um conta gotas. </li></ul>
  26. 26. São bem conhecidas as relações semânticas estabelecidas pelas conjunções em textos. <ul><li>Casualidade; </li></ul><ul><li>Condicionalidade; </li></ul><ul><li>Temporalidade; </li></ul><ul><li>Finalidade; </li></ul><ul><li>Alternância; </li></ul><ul><li>Conformidade; </li></ul><ul><li>Complementação; </li></ul><ul><li>Delimitação; </li></ul><ul><li>Adição; </li></ul><ul><li>Oposição; </li></ul><ul><li>Justificação; </li></ul><ul><li>Conclusão; </li></ul><ul><li>Comparação; </li></ul>
  27. 27. UM POEMA QUE BRINCA COM A CORRESPONDÊNCIA METAFÓRICAENTRE OS SENTIDOS EMBUTIDOS NAS CONJUNÇÕES. <ul><li>Embora soneto </li></ul><ul><li>Vivo meu porém </li></ul><ul><li>A coesão pela conexão </li></ul><ul><li>No encontro do todavia </li></ul><ul><li>Sou mais </li></ul><ul><li>Contudo </li></ul><ul><li>Encho-me de ainda </li></ul><ul><li>Na espera do quando. </li></ul><ul><li>Viver é apesar </li></ul><ul><li>Amar é a despeito </li></ul><ul><li>Ser e não obstante. </li></ul><ul><li>Destarte </li></ul><ul><li>Sou outrossim </li></ul><ul><li>llusão, sem embargo </li></ul><ul><li>Malgrado senão. </li></ul><ul><li>(Paulo Alberto M. M. de Barros. 1986, p. 17) </li></ul>

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