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CBERS - Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres

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O Programa CBERS nasceu de uma parceria inédita entre Brasil e China no setor técnico-científico espacial. Com isto, o Brasil ingressou no seleto grupo de Países detentores da tecnologia de geração de dados primários de sensoriamento remoto.

Um dos frutos dessa cooperação foi a obtenção de uma poderosa ferramenta para monitorar seu imenso território com satélites próprios de sensoriamento remoto, buscando consolidar uma importante autonomia neste segmento.

O Programa CBERS contemplou num primeiro momento apenas dois satélites de sensoriamento remoto, CBERS-1 e 2. O sucesso do lançamento pelo foguete chinês Longa Marcha 4B e o perfeito funcionamento do CBERS-1 e CBERS-2 produziram efeitos imediatos.

Ambos os governos decidiram expandir o acordo e incluir outros três satélites da mesma categoria, os satélites CBERS-2B e os CBERS-3 e 4, como uma segunda etapa da parceria Sino-Brasileira.

A família de satélites de sensoriamento remoto CBERS trouxe significativos avanços científicos ao Brasil. No país, praticamente todas as instituições ligadas ao meio ambiente e recursos naturais são usuárias das imagens do CBERS.

Suas imagens são usadas em importantes campos, como o controle do desmatamento e queimadas na Amazônia Legal, o monitoramento de recursos hídricos, áreas agrícolas, crescimento urbano, ocupação do solo, em educação e em inúmeras outras aplicações.

Também é fundamental para grandes projetos nacionais estratégicos, como o PRODES, de avaliação do desflorestamento na Amazônia, o DETER, de avaliação do desflorestamento em tempo real, e o monitoramento das áreas canavieiras (CANASAT), entre outros.

Publicada em: Governo e ONGs
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CBERS - Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres

  1. 1. . w⁄ J - [WJ Saäéiäüe 4 % _ raásåëeêm ê %ecwrs@s Tezrestres
  2. 2. A . mmm, p O Programa CBERS "/ t) Brasil e China possuem extensöe- . . continentais, com inümeros re- Chimâggr h cursots naturais te vastas retgioes Resources llvte Ifggfâfmgllâeâs 3° em °°“ 'Was h 1** i; F* fh ç I __ ⁄ r, å / O monitoramento desses recursos l z __ _ ⁄ e o acompanhamento da evoluçäo dessas transformaçöes, tanto natu- rais como as causadas pela açäo do homem, sâo realizados com maior eficiência e economia quando a observa- çâo do territörio é feita a partir do espaço. Em 6 de julho de 1988, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a CAST (Academia Chinesa de Tecnologia Espacial) iniciaram um programa de cooperaçâo para desenvolver satélites de sensoriamento remoto - um esforço conjunto para capacitaçäo na área de Observaçäo da Terra. Esse Programa é internacionalmente conhecido como CBERS (China-Brasil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recur- sos Terrestres). O Programa CBERS contemplou, em sua primeira etapa, os satélites CBERS -1 e CBERS-2. O sucesso no Iançamento do foguete chinês Longa Marcha 4 e o perfeito fun- cionamento dos satélites incentivaram os dois governos a expandir o acordo e incluir mais três satélites da mesma categoria, CBERS-2B, CBERS-3 e CBERS-4, como uma segunda etapa da parceria sino-brasileira. Dos cinco satélites planejados, três já foram Iançados, CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B - o segundo totalmente integrado e testado no INPE. Graças ao Programa CBERS, o Brasil é hoje um dos maiores distribuidores de imagens de satélite do mundo. As imagens do CBERS sâo usadas no controle do desmatamento e quei- madas, monitoramento de recursos hidricos, áreas agricolas, crescimento urbano, ocupaçäo do solo, educaçâo e em inümeras outras aplicaçöes. O INPE distribui cerca de 700 imagens por dia para centenas de instituiçöes (mais de 70.000 usuários) Iigadas ao meio ambiente, contribuindo efetiva- mente para o desejado cenário de responsabilidade ambiental, um dos gran- des desafios deste século.
  3. 3. Os satélites CBERS säo compostos por dois mödulos: O mödulo de "carga ütil" que acomo- da os sistemas öpticos e eletrönicos usados para a observaçäo da Terra, que säo: a Câmera Imageadora de Alta Resoluçâo - CCD, o Imageador de Alta Varredura de Média Resoluçäo - IRMSS e a Câmera Imageadora de Amplo Cam- po de Visada - WFI, e ainda o Repetidor para o Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais. O mödulo de "serviço" contém os equi- pamentos que asseguram o suprimento de energia, os controles, as telecomuni- caçöes e demais funçöes necessárias á operaçâo do satélite. Vil« EFU-Tëi Primeiro Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres r 'u 1 - Ensaios de vibraçâo do modelo estrutural de CBERS 1 e 2, LIT/ INPE 2-Interaçäo mecânica do modelo estrutural do CBERS 1 e 2, LIT/ INPE 3 - Lançamento do CBERS 1, China m. . . -Q-Ju⁄5.ø/ L. ; .. , L-. _.›-›. .._v. v.= ..i3
  4. 4. 1-Teste de EMIÆMC do modelo de voo (MV), CBERS 2, LlT/ INPE 2 - Ensaio de vibraçâo, CBERS 2/MV, LIT/ INPE 3-Medidas de propriedades de massa, modelo de voo, CBERS 2, LlT/ lNPE <ëEEP#HL Segundo Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres O Programa CBERS permite, a partir de imagens obtidas por seus instrumentos embarcados, quantificar fenömenos na superficie do planeta essenciais a previsäo de colheitas, ao controle de desmatamen- to, ao monitoramento das áreas urbanas, ao comportamento dos rios etc. O enten- dimento destes fenömenos é fundamental para o planejamento de politicas püblicas. O CBERS-2 foi construido para dar conti- nuidade as aplicaçöes espaciais iniciadas com o CBERS-1 e aos projetos dos usuá- rios e instituiçöes associadas ao Prog rama. L gaard' , tir - v i . r___n'-ü>u.4 få: M g V,
  5. 5. vil'. u$1l_. äl: (C› ; lg âiâi , =§C= il" ltüq: c i, . . u 4g V. ” , .o. e . e ⁄ ny, .V n, ' . . . . . ›. .:Z«'Å * wø --i g « x' , F. l>"»-- ; gr-z * 'V' 'v 3+' V H-. lululilnw-it: :mar “ i , w Y , .#1 “z ' -ë . 5 i . gaar , tg. -. å, ” . ' w* ç | r *x*âw V119," '-§_. s i v x-Afç' O CBERS-2B mantém a mesma con- cepçâo dos dois primeiros modelos na sua construçäo técnica e missäo no es- paço. Porém, foram incluidas algumas alteraçöes na carga ütil. Algumas melhorias foram introduzidas, como a substituiçäo do Imageador IR- MSS pela Câmera Pancromática de Alta Resoluçäo - HRC, um novo sistema de gravaçäo de bordo e um avançado sis- tema de posicionamento que inclui GPS e sensor de estrelas. < : to | Li 2,, 4f*_ Terceiro Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres 1 10mm çvluuuw rev-urter: .- ' 7 , .mm ';31 T3717? . fâñfârgzççaâü , rv . RY vvæáäfv n' 57 w›»'uø'w'å7JU'J'u"n7-h7 uNuv-Nxww HVMHVW-VVJ 55233219-5 r. l' 1 - Posicionamento do Satélite para integraçâo do SAG, CBERS 2B⁄MV, LIT/ INPE 2-Ensaio acüstico do SAG do CBERS 2B/ M/ , LIT/ INPE 3 - Teste de EMI/ EMC, CBERS 2B⁄MV, LIT/ INPE
  6. 6. <ÆFEP#ñl 499,006?; .;. .,. ..: ... L.. ,.. .ÅÅ' (;52, Quinto saténte 3 acia raslwvå - - - " 'B Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres O sucesso da parceria e a relevância dos resultados obtidos por sensoriamento remoto para o Brasil e a China levaram ambos os paises a decidir pela continui- dade do Programa CBERS. Em novembro de 2002, foi firmado um novo acordo para o desenvolvimento e Iançamento de mais dois satélites, os CBERS-3 e 4. Nessa etapa da cooperaçâo, a participaçâo brasileira foi ampliada para 50%. Até entäo, cabia ao Brasil 30%, enquanto a China era responsável pelo restante do Programa. Os satélites CBERS-3 e 4 representaram uma evoluçäo em relaçäo aos CBERS-1, 2 e 2B. A Carga ütil dos CBERS-3 e 4 foi equipada com um novo e sofisticado conjunto de quatro câmeras: Imageador de Amplo Campo de Visada (WFI), Imageador de Média Resoluçâo (MUX), Imageador Infravermelho (IRS) e Imageador de Alta Re- soluçäo (PAN). Todos os Imageadores tiveram seus desempenhos geométricos e radiométricos melhorados em relaçäo aos CBERS-1, 2 e 2B. Tendo em vista que näo foi possivel colocar em örbita o CBERS-3 em dezembro de 2013, o Iançamento do CBERS-4 foi, mediante um esforço concentrado, ante- cipado para dezembro de 2014 na mesma orbita que seus antecessores. tlal' mr. ,
  7. 7. #1 . _ ⁄; ⁄' n r" 'i : Z'/ " t VN- k 'x l 13A ix- i J. Os satélites CBERS operam em örbita heliossincrona, em uma altitude de 778 km, efetuando cerca de 14 revoluçöes por dia. Nesta örbita, o satélite cruza a linha do equador sempre á mesma hora local, 10h30. Esta dinâmica permite a obtençäo das mesmas condiçöes de iluminaçäo solar durante a aquisiçäo de imagens. Imagem CCD/ CBERS 2B sobre a regiäo de Manaus des- tacando o encontro das águas do rio Negro com o rio Solimöes j" 7 i- vw ⁄ r ; i vv › - r: rj " " Av ' '%' _ "i . › › e' _ ' gun: i i g ⁄ . Å . ' c , '11 i “ 'I 'J «_ . "7-"l'“< . 1 x' 7 . t' , Zf' ' L« '- V' m r å? y ' * "rr lift, . * r, - »j_ "i i -. Vw' / W lign) 1 1.1K i). v 'j7* 5 ä ai j r- en, m, mi) , x ⁄z- T _ ⁄ ; w l ' s- Å , fr › - vi' ' . ,, _, - / T/A ' ; Å l' . / . *i . T i . 'AQ- *ñ* W 'DA ry? 4 , i altura 778 km inclinaçäo 98.504° periode 100.26 min
  8. 8. Caracteristicas CBERS-1 e 2 e 2B CBERS-3 e 4 Massa total 1450 kg 2100 kg (máx. ) Potência gerada 1100 W 1500 W (min) Dimensöes do corpo 1,8 X 2 X 2,2 m 1,8 X 2 X 2,5 m Taxa de dados 100 Mbit/ s 300 Mbit/ s Participaçâo brasileira 30% 50% Taxa de vida esperado 2 anos 3 anos Estabilimçäo 3 eixos 3 eixos 'I'l'&C bandas UHF, VHF e S S 1 -Teste de balanço térmico do modelo térmico do CBERS 3 na câmara de vácuo-térmica (6x8) m, LlT/ INPE 2- Preparaçäo para o teste de separaçâo satéIite/ cinta/ interface cilindrica do modelo de qualificaçâo estrutural, CBERS 3, LIT/ INPE 3 - Medidas de propriedades de massa, modelo de voo, CBERS 3, China . .__ v . . r. . 4 'CW 5.. . x v , 11.-, « rr g ' ', , VÅ- 1 . v *' “U '› di. _ r ' l . . - . rj-lø me, __« . . rl , å' 'v lå* T - Å i x , Q - › <| _ ' | v) i L, _ 'Wk " i V; - EV L' ' . , » V _ I 1 8, v 1,1 4 “i 1 2' * 3 -. › i K n V i I __ 1 , 1 va, ' 4 ; nu -x__l _ v ' -, i , _ _
  9. 9. g Oulubro de 2003 g % , LT I J-. x = . gi'r; *i . _ å” , " tyr/ ny ' M305 l Gçif. V. §V. "K*: L1Z1O'JY _ A _ re; i' »pg , K t. t* cigigiqsqig 3) ggiiäjggäi-ävtE. 'a setembro de 2007 / 'Zlâlxi§. k§t5›f'l_? §K? l,lll§lKQi, JÅÅEÅÅQQICrÅ Au Q t, , (SO sgsçb . S3 Saw , › 4 d e lnstituto Nac0“? ⁄ _, AMJ- : nnwym b* "9 oe* 4 ”at 4 CBERS” 3 TSaléliVeSinavñrcsileirc x r “g gi'r' A _ deRecwsosTerveslles l i ' : r “r w <9- “i” " 3.3. Dezembrode2014 'å 'i r. « ' x- __ « '. = 54 u. . l á å* i »J ' å*
  10. 10. 98,00. . v39 / âånaciaiaraáilwa « . ACADEMIA CHINESA DE TECNOLOGIA ESPACIAL N° 31, Baishiqiao Rd. ,Haidan District P. O.B0x: 2417-50 - Beijing 100081, P. R. China A' A' r- 157. | INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS - INPE Av. dos Astronautas, 1758 - Cx. Postal 515 - CEP: 12201-970 Säo José dos Campos - SP. www. inpe. br u! ' u! * m. , a' T 13.4 'e. e.'lu« i«, 131.511 'i'. GOVERNO FEDERAL . . -. _ f* æ I M Ministerio da _ mp5 iv , i- n. : Ciencia, Tecnologia * ' W' ' eInovaçao l i . . PAIS RICO E PAIS SEM POBREZA 1._ Msêucu ESPACIAL ERASILEIRA

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