CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comALUNO(A)...
CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comdezenas ...
CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comos indiv...
CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comQUESTION...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Video debate 001 a corporação

1.338 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.338
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
20
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Video debate 001 a corporação

  1. 1. CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comALUNO(A) / MATRÍCULA: DATA: ____ / ____ / _____INSTRUÇÕESDurante este trabalho não é permitido cópia integrais da internet sem as devidas citações e NEM EM-PRÉSTIMOS DE RESPOSTAS A OUTRAS PESSOAS. Caso seja deflagrado aluno/a será atribuído NOTA ZEROpara ambas as EQUIPES.Este trabalho contém 09 questões. 01 A 09 QUESTÕES – EM FORMATO DISCURSIVOTodos deverão levar impresso ou manuscrito. ENTREGAR NO DIA DA PROVA. (1 A 4 PES).QUESTÕES SOBRE O FILME NO FINAL DO TEXTOA Corporação (The Corporation)Dir: Mark Achbar e Jennifer AbbottRoteiro: Joel Bakan - Canadá, 2004.http://www.youtube.com/watch?v=Zx0f_8FKMrYInfelizmente por razões “comerciais” o documentário não teve grande divulgação na mídia, oque se torna mais uma prova de como nós, consumidores, somos reféns dos interesses merca-dológicos das grandes corporações. O filme introduz uma visão crítica sobre como é realizadaa manipulação mercadológica e o controle das corporações acerca do comportamento deconsumo da humanidade. Reflete sobre a questão: se as corporações fossem pessoas, quetipo de pessoas elas seriam?Em 1886, o condado de Santa Clara, nos EUA, enfrentou nos tribunais a Southern Pacific Railro-ad, poderosa companhia de estradas de ferro. No veredicto, sem maiores explicações, o juizresponsável pelo caso declarou, em sua argumentação, que "a corporação ré é um individuoque goza das premissas da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proíbe ao Es-tado que este negue, a qualquer pessoa sob sua jurisdição, IGUAL PROTEÇÃO PERANTE A LEI".Isso significa que, a partir daquele momento, era estabelecida uma jurisprudência através daqual, perante as leis norte americanas, empresas poderiam considerar-se como indivíduos.Apesar do peculiar raciocínio por trás do veredicto do caso de Santa Clara, corporações, éclaro, não podem ser consideradas como "pessoas". Tecnicamente, elas nada mais são do queum instrumento legal através do qual determinado negócio é transformado numa estrutura cu-jo funcionamento transcende as limitações individuais de seus responsáveis de carne e osso.Por conta disso, apesar das posições individuais de seus fundadores, e mesmo após a mortedestes, uma corporação segue em sua existência, operando como um "organismo" autônomoem busca de um objetivo bastante específico - o lucro.Mesmo assim, ainda que o bom senso determine uma linha bastante clara entre pessoas reaise corporações, ambas seguem merecendo, perante a Constituição dos EUA, o mesmo tipo detratamento. Mas, e se corporações fossem mesmo indivíduos? Que tipo de gente seriam? Embusca da resposta para essa questão, o escritor Joel Bakan e os cineastas Mark Achbar e Jen-nifer Abbott resolveram adentrar os subterrâneos do mundo e da cultura corporativa, anali-sando os motivos e conseqüências das ações das companhias transnacionais através de ummétodo de estudo que, distanciando-se da análise sócio-política, aproxima-se da PSICANÁLISE.O trabalho dos três, que resultou no documentário A Corporação (The Corporation), apontapara uma conclusão perturbadora.LUCROS SEM CULPAO documentário, baseado no livro THE CORPORATION - the pathological pursuit of profit andpower*, de Joel Bakan (que também assina o roteiro do filme), é uma profunda e divertida a-nálise do mundo corporativo. A partir do estudo de crimes cometidos por transnacionais, e de
  2. 2. CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comdezenas de entrevistas com gente direta ou indiretamente ligada ao mundo corporativo, co-mo ativistas de esquerda e de direita, acadêmicos, jornalistas, executivos, e espiões industriais,os autores fazem uma radiografia das corporações como "seres" autônomos, que funcionamde acordo com um conjunto específico e determinado de regras e motivações, bastante dis-tintas daquelas partilhadas entre os homens comuns.Criadas com o objetivo único de TORNAR MAIS EFICIENTE O ACÚMULO DO CAPITAL, corpora-ções seguem uma dinâmica própria, que transcende as vontades individuais de seus acionistase executivos. Mas, mais do que criar estruturas de produção viciadas, a lógica do lucro é res-ponsável também pelo modo como é construída a cultura corporativa e suas noções de res-ponsabilidade social e política. "Pedir a uma corporação que seja socialmente responsável faztanto sentido quanto pedir a um edifício que o seja", dispara, em depoimento, MILTON FRIED-MAN, economista vencedor do prêmio Nobel. Ou, como lembrado em outra entrevista, destavez pelo historiador Howard Zinn, "corporações sempre foram amigas de políticas totalitárias".Isso é refletido também nas relações de trabalho. Seja no que diz respeito à dissociação entreatos individuais de funcionários e realizações criminosas cometidos pela companhia, seja nadesumanização do processo de produção, existe, no ideal corporativo, algo próximo da dimi-nuição do homem à condição de máquina. O esforço humano despe-se de qualquer cargamoral ou ideológica, aproximando-se de um ideal de eficiência análogo à idéia pré-fordistade automatização."Como um mercador que, de tão ganancioso, vende a corda com a qual ele próprio vai serenforcado", afirma, no documentário, o jornalista e documentarista Michael Moore.CHAMANDO O BLEFEProduto de intensa e ampla pesquisa, A Corporação procura, mais que trazer o debate sobrepoder corporativo à agenda do dia, criar mobilização. "Nós queremos mostrar às pessoas queelas ainda podem mudar as coisas", disse, em entrevista à agência de notícias IPS, o roteiristaJoel Bakan.O caráter de guerrilha, que permeia todo o filme, é estendido também à estratégia de divul-gação. Sem grandes investimentos em publicidade, os realizadores do filme apostam na pro-paganda boca-a-boca para conquistar espectadores. No que depender da recepção ao do-cumentário em festivais ao redor do mundo, a publicidade positiva parece certa. Vencedor doprêmio de melhor documentário nos festivais de Sundance e Amsterdam, o filme tem tido re-cepção calorosa de público e crítica ao redor do mundo.Trechos de falas do documentário: “150 anos atrás, a grande corporação era uma instituiçãoinsignificante. Hoje, ela é onipresente como a igreja, a monarquia e o partido comunista anti-gamente... a corporação hoje é dominante. Este documentário examina a natureza, evolu-ção, impacto... e possível futuro da corporação moderna. Sob um rígido controle legal no iní-cio... o que permitiu à corporação atual obter tanto poder e influência sobre nós?”.RESUMOO rico venderá a corda para se enforcar, se ele achar que lucrará com isso. As corporaçõesbuscam a ação racional, isto é, a ação detalhadamente arquitetada, em nome de um objeti-vo. ( Max Weber). Émile Durkheim propõe a passagem de uma sociedade mecânica – na qualo indivíduo tem sua individualidade anulada em relação a coletividade, ocasionando umadependência que torna o homem um objeto à disposição da sociedade – para uma socieda-de orgânica – onde no exercício da prática comum, resultante da especialização do trabalho,
  3. 3. CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comos indivíduos conscientes de seu papel (função) recebem usos e práticas legitimados pelo gru-po (corporação) a que pertencem e deste modo há um jugo menor tendo em vista o espaçodisponível às partes (esfera de ação própria, as personalidades).Max Weber através de um estudo complexo sobre as relações de dominação, possibilita acompreensão do surgimento e desenvolvimento do domínio que os homens impõe e subme-tem-se quando em sociedade. Weber destaca que as formas de dominação, caracterizadaspela violência considerada legítima, ocorrem através de três vertentes básicas: domínio tradi-cional, domínio carismático e domínio racional-legal. O domínio tradicional é apresentado,segundo a perspectiva weberiana como sendo “a autoridade do ontem eterno, isto é dosmores santificados pelo reconhecimento inimaginavelmente antigo e da orientação habitualpara o conformismo. É o domínio tradicional exercido pelo patriarca e pelo príncipe patri-monial de outrora” (Weber, 1982: 99).Essa forma de dominação, estabelecida a partir do controle dos bens de produção, impõeuma relação de dependência a qual os indivíduos submetem-se visando à sobrevivência co-mo destacou Karl Marx na Crítica da Economia Política (Marx, 1982). A situação na qual umassalariado, por exemplo, se encontra assegurará ao empresário capitalista o apoio (obediên-cia) necessário à administração exercida através da autoridade. A obediência às imposiçõesocorre,...Um dos conceitos de corporação trazido pelo documentário é o de conjunto de indivíduostrabalhando juntos com uma série de objetivos, sendo que o principal é o de trazer lucro paraos proprietários da empresa. Esse conceito remete a instituições que criam grande poder edessa forma, estabelecem e mantém o sistema capitalista. Segundo Guiddens (2000), o capita-lismo é um sistema de produção de bens. Neste sistema, os produtores não produzem apenaso indispensável para sua subsistência, ou de pessoas próximas. Portanto, o capitalismo implicaum mercado de trocas, que pode atingir até mesmo um nível mundial, com o comércio entrepaíses.Nas sociedades em que a produção tem lugar sob a forma capitalista, a riqueza consiste emmercadorias. Uma mercadoria é, um objeto externo útil, isto é, capaz de satisfazer direta ouindiretamente a quaisquer desejos humanos. O produto seja ele qual for, para se tornar mer-cadoria, tem de ser transferido a quem vai utilizá-lo por meio de troca. A troca é a condiçãopara que a coisa ou produto possa ser considerado mercadoria. Todos os bens produzidos emum mercado podem ser encarados sob dois aspectos: o do seu valor de uso e de seu valor detroca. O valor de uso refere-se à utilidade dos bens, e as necessidades que podem ser satisfei-tas por eles. Um objeto pode ter valor de uso e não ser um bem, mas um bem sempre tem queter valor de uso. Já o valor de troca refere-se ao valor que determinado produto tem na trocacom outros produtos. (Guiddens, 2000). Como o valor de troca é inseparável de um mercadode troca dos produtos, as corporações surgem nesse sentido para produzirem bens através dotrabalho, ou seja, na corporificação na forma de caráter útil dos trabalhos realizados sobre ca-da coisa.Marx apud Guiddens (2000), afirma que o valor de uso e o valor de troca de um bem se rela-ciona diretamente com a quantidade de trabalho necessária para produzi-lo. Esta quantidadepode ser medida pelo tempo gasto pelo trabalhador na produção do bem. Um melhoramentotecnológico, por exemplo, poderia diminuir a quantidade de tempo gasta na produção de umbem.Fonte de Pesquisa: Tiago Soares - The Cronics
  4. 4. CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDISCIPLINA: RESPONSABILIDADE SOCIALVIDEO – DEBATE 001PROFº. JORGE LUTIFlutif@lutif.comQUESTIONAMENTOS:01. A emissão de CO2, o vilão do efeito estufa, está na pauta do Progresso da Economia, afinala Produção Industrial é um importante emissor. Do outro lado da equação, os créditos de car-bono podem vir a ser o “x” da questão, ou uma das incógnitas. Assim, filosoficamente temosque, tudo que se movimenta deve ter algo com CUSTOS, FINANÇAS e ECONOMIA então, tudoque expele fumaça tem a ver com meio ambiente... e onde há fumaça, há fogo! Qual a rela-ção dos Processos de Consumo da População (Oferta x Demanda crescente) com o vídeoapresentado ? quais os impactos que as empresas tem em centrar como objetivo exclusiva-mente a Maximização dos Lucros como questões estruturais da sociedade e do meio ambientecitados nos 60 minutos iniciais do filme (principalmente relatado no caso da Nike, Mosanto edemais empresas) ?02. O que é e como atua uma corporação? Explique: O que mais lhe chamou atenção comrelação à situação dos trabalhadores das corporações? E Como as empresas (através dos cus-tos, finanças e economia) lidam com guerras e catástrofes citado no filme?03. Você conhece alguma experiência de atuação de uma corporação similar ao demons-trado no filme em nossa região? e em nosso país? Conte o que você sabe:04. As corporações contribuem para o desenvolvimento sustentável? Justifique sua opinião:05. A partir do documentário The Corporation, escolham pelo menos 2 (dois) dos eixos de análi-se expostos no filme:1. Relações de Trabalho2. Apropriação dos recursos naturais3. Publicidade para o público infantil4. Responsabilidade Social5. Relações das corporações com os governos• Explicite qual a posição quanto ao tema; Cite até três razões para a tomada de posição;Levante justificativas para suas razões; Conclua de forma clara sobre qual sua posição; Façauma lista de possíveis argumentos contrários e fortaleça sua posição para defesa de cada umdos argumentos.06. Qual a relação da Teoria da Oferta x Demanda e a futilidade dos indivíduos conforme pro-tagonizado no Filme sobre o Consumismo (...) “Comprando Bugigangas” (...) ? Quais os motivosque levarão a Coca-cola criar a Fanta Laranja durante o Regime nazi-fascista na Alemanhasegundo o Filme ? E por fim qual a relação das Privatizações e os Governos comentados noFilme ?07. Maximizar o Lucro é o mesmo que maximizar o valor da empresa? fundamente a respostacom base nas informações finais do filme?08. Qual a relação da Economia Capitalista x Protecionismo Econômico Americano pelo Go-verno para as discussões de RSE nos negócios financeiros e comerciais (Corporações)?09. Qual a grande mensagem que o filme traz mediante o cenário econômico atual enfrenta-do pelos Países em desenvolvimento e os desenvolvidos ?

×