Franchising

296 visualizações

Publicada em

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
296
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
22
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Preço abaixo...  Porte pequeno, custo e imposto baixo, região foco reduzida, qualidade comparável
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • ESTIMATIVA DO BETA PARA FRANQUEADO E FRANQUEADOR
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Explicar problema visualmente
    Contexto histórico (porque é importante)
    Dwight ?
  • Preço abaixo...  Porte pequeno, custo e imposto baixo, região foco reduzida, qualidade comparável
  • Preço abaixo...  Porte pequeno, custo e imposto baixo, região foco reduzida, qualidade comparável
  • Preço abaixo...  Porte pequeno, custo e imposto baixo, região foco reduzida, qualidade comparável
  • Franchising

    1. 1. Metodologia de análise da franqueabilidade de um negócio Luigi C. Gianni
    2. 2. Criar uma metodologia que responda duas perguntas fundamentais: OBJETIVOS 1. É viável franquear o negócio? 2. Qual a taxa inicial e royalties que devem ser cobrados?
    3. 3. 431 2 AGENDA NOVA METODOLOGIA Como ela funciona? PRÓXIMOS PASSOS Quais as melhorias propostas? MODELO DE FRANQUIAS Como funciona o modelo de franchising? MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Qual o método comumente utilizado?
    4. 4. MODELO DE FRANQUIAS Estratégias de expansão (Tikoo, 1996) Lucros Capital (Risco) Salário fixo Gerente Know-how e Suporte
    5. 5. MODELO DE FRANQUIAS Estratégias de expansão (Tikoo, 1996) Know-how e Suporte Lucros Capital (Risco) Salário fixo Gerente Know-how e Suporte Royalties Lucros Empreendendor Capital (Risco)
    6. 6. MODELO DE FRANQUIAS Estratégias de expansão (Tikoo, 1996) Lucros Capital (Risco) Salário fixo Gerente Royalties Lucros Empreendendor 15%1 Integração Vertical 85% Franchising 1 Média nos EUA (Lafontaine e Shaw, 2005) Know-how e Suporte Know-how e Suporte Capital (Risco)
    7. 7. MODELO DE FRANQUIAS Estruturas híbridas (Hoffman e Preble, 1991) Área 1 Área 2 LOJA PRÓPRIA FRANQUIA SUB-FRANQUIA MASTER FRANCHISING FRANCHISING DE ÁREA FRANCHISING TRADICIONAL INTEGRAÇÃO VERTICAL Área 3
    8. 8. MODELO DE FRANQUIAS Estruturas híbridas (Hoffman e Preble, 1991) Área 1 Área 2 LOJA PRÓPRIA FRANQUIA SUB-FRANQUIA MASTER FRANCHISING FRANCHISING DE ÁREA FRANCHISING TRADICIONAL INTEGRAÇÃO VERTICAL Área 3
    9. 9. MODELO DE FRANQUIAS Estruturas híbridas (Hoffman e Preble, 1991) Área 1 Área 2 LOJA PRÓPRIA FRANQUIA SUB-FRANQUIA MASTER FRANCHISING FRANCHISING DE ÁREA FRANCHISING TRADICIONAL INTEGRAÇÃO VERTICAL Área 3
    10. 10. MODELO DE FRANQUIAS Estruturas híbridas (Hoffman e Preble, 1991) FRANCHISING DE ÁREA: INCENTIVA FRANQUEADOS ATUAIS A ABRIREM MAIS FRANQUIAS (GRUNHAGEN E DORSCH, 2003) FRANQUIAS: FONTE DE INOVAÇÃO E CONHECIMENTO DE MERCADO (HSU E JANG, 2009) LOJAS PRÓPRIAS: TESTE DE NOVAS POLÍTICAS, PROCESSOS E MÉTODOS (HSU E JANG, 2009) MASTER FRANCHISING: EXPANSÃO INTERNACIONAL (HOFFMAN E PROBLE, 1991)
    11. 11. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista da franqueadora (Tikoo, 1996) 1. Expansão rápida sem capital próprio
    12. 12. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista da franqueadora (Tikoo, 1996) 1. Expansão rápida sem capital próprio 2. Ganhos de escala
    13. 13. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista da franqueadora (Tikoo, 1996) 1. Expansão rápida sem capital próprio 2. Ganhos de escala 3. Aumento da demanda (Canal de Distribuição)
    14. 14. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista da franqueadora (Tikoo, 1996) 1. Expansão rápida sem capital próprio 2. Ganhos de escala 3. Aumento da demanda (Canal de Distribuição) 4. Desenvolvimento da marca
    15. 15. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista do franqueado (Hing, 1996) Negócio próprio Franquia
    16. 16. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista do franqueado (Hing, 1996) Negócio próprio Franquia Autonomia Royalties Conflito Tempo Dinheiro Know-how Risco Lucratividade
    17. 17. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista do franqueado (Hing, 1996) Negócio próprio Franquia Autonomia Royalties Conflito Tempo Dinheiro Know-how Risco Lucratividade Tempo Dinheiro Know-how Risco Lucratividade Autonomia Royalties Conflito
    18. 18. MODELO DE FRANQUIAS Ponto de vista do franqueado (Hing, 1996) Negócio próprio Franquia Autonomia Royalties Conflito Tempo Dinheiro Know-how Risco Lucratividade Tempo Dinheiro Know-how Risco Lucratividade Autonomia Royalties Conflito “In essence, the advantages to the franchisee can be summarised as all the advantages of a large chain operation without losing the Independence of being your own boss” (Hing, 1996)
    19. 19. MODELO DE FRANQUIAS Importância econômica 1 Fonte: ABF, BC, IBGE e Credit Suisse FATURAMENTO DO SETOR DE FRANCHISING BRASILEIRO 1 (valor em bilhões de R$)
    20. 20. MODELO DE FRANQUIAS Importância econômica 1 Fonte: ABF, BC, IBGE e Credit Suisse
    21. 21. 431 2 AGENDA NOVA METODOLOGIA Como ela funciona? PRÓXIMOS PASSOS Quais as melhorias propostas? MODELO DE FRANQUIAS Como funciona o modelo de franchising? MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Qual o método comumente utilizado?
    22. 22. MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Método proposto por (Ribeiro et al, 2011) “A regra de ouro para definição da taxa de royalties é o equilíbrio financeiro para o negócio. Ou seja, os royalties deverão ser suficientes para sustentar a estrutura de suporte às franquias e, ao mesmo tempo, caberem no orçamento das franquias sem dificuldade.” “A taxa de royalties, por ser cobrada mensalmente e por toda a vida da franquia, é um item importante na avaliação e decisão pela compra de uma franquia pelos interessados e, desta forma, se torna um fator de competitividade entre as franqueadoras.”
    23. 23. MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Método proposto por (Ribeiro et al, 2011) “A regra de ouro para definição da taxa de royalties é o equilíbrio financeiro para o negócio. Ou seja, os royalties deverão ser suficientes para sustentar a estrutura de suporte às franquias e, ao mesmo tempo, caberem no orçamento das franquias sem dificuldade.” “A taxa de royalties, por ser cobrada mensalmente e por toda a vida da franquia, é um item importante na avaliação e decisão pela compra de uma franquia pelos interessados e, desta forma, se torna um fator de competitividade entre as franqueadoras.”
    24. 24. MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Método proposto por (Ribeiro et al, 2011) “A regra de ouro para definição da taxa de royalties é o equilíbrio financeiro para o negócio. Ou seja, os royalties deverão ser suficientes para sustentar a estrutura de suporte às franquias e, ao mesmo tempo, caberem no orçamento das franquias sem dificuldade.” “A taxa de royalties, por ser cobrada mensalmente e por toda a vida da franquia, é um item importante na avaliação e decisão pela compra de uma franquia pelos interessados e, desta forma, se torna um fator de competitividade entre as franqueadoras.” UPPER BOUND = Máximo que você pode cobrar, garantindo viabilidade da franquia LOWER BOUND = Mínimo que você pode cobrar, garantindo suporte à franquia Taxa de royalties escolhida
    25. 25. MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Problemas do método 1. Não fornece um método, muito menos um método quantitativo 2. Não preocupa-se com a viabilidade da franqueadora 3. O tamanho (e dispersão) da rede afeta a viabilidade da franqueadora e os custos de suporte. Este fator é ignorado 4. Relação entre a taxa inicial e os royalties é ignorada 5. Não incorpora análise de viabilidade financeira 6. Ponto entre estratégia e royalties não está clara 7. Não existe uma preocupação com a viabilidade da franqueadora, consequentemente não são levantados investimentos iniciais 8. Entre outros...
    26. 26. MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Problemas do método 1. Não fornece um método, muito menos um método quantitativo 2. Não preocupa-se com a viabilidade da franqueadora 3. O tamanho (e dispersão) da rede afeta a viabilidade da franqueadora e os custos de suporte. Este fator é ignorado 4. Relação entre a taxa inicial e os royalties é ignorada 5. Não incorpora análise de viabilidade financeira 6. Ponto entre estratégia e royalties não está clara 7. Não existe uma preocupação com a viabilidade da franqueadora, consequentemente não são levantados investimentos iniciais 8. Entre outros...
    27. 27. 431 2 AGENDA NOVA METODOLOGIA Como ela funciona? PRÓXIMOS PASSOS Quais as melhorias propostas? MODELO DE FRANQUIAS Como funciona o modelo de franchising? MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Qual o método comumente utilizado?
    28. 28. METODOLOGIA PROPOSTA Premissas 1. Taxa inicial de franquia financia apenas custos 2. Objetivo é maximizar o retorno da franqueadora, com a restrição que a franquia deve ser viável economicamente 3. Existe uma relação inversa entre a taxa e os royalties 4. Ganhos de escala são nulos. Sem evidência empíricas (Hing, 1996) 5. Proporção de 100% de lojas franqueadas 6. Franqueado e franqueador possuem 100% do capital inicial necessário 7. A taxa de franquia deve ser a menor possível 8. Crescimento em dois estágios (horizonte de cinco anos) 9. Incertezas são desconsideradas 10. Custo de controle independe da maturidade da franquia
    29. 29. METODOLOGIA PROPOSTA Premissas 1. Taxa inicial de franquia financia apenas custos 2. Objetivo é maximizar o retorno da franqueadora, com a restrição que a franquia deve ser viável economicamente 3. Existe uma relação inversa entre a taxa e os royalties 4. Ganhos de escala são nulos. Sem evidência empíricas (Hing, 1996) 5. Proporção de 100% de lojas franqueadas 6. Franqueado e franqueador possuem 100% do capital inicial necessário 7. A taxa de franquia deve ser a menor possível 8. Crescimento em dois estágios (horizonte de cinco anos) 9. Incertezas são desconsideradas 10. Custo de controle independe da maturidade da franquia
    30. 30. METODOLOGIA PROPOSTA Crescimento em dois estágios ANO 0 5 10 META DE EXPANSÃO PORCENTAGEM DE LOJAS PRÓPRIAS (TIKOO, 1996)
    31. 31. METODOLOGIA PROPOSTA Crescimento em dois estágios 0 5 10 PRIMEIRO ESTÁGIO (ESTA APRESENTAÇÃO) SEGUNDO ESTÁGIO, IMPULSIONADO POR FRANQUEADOS ATUAIS (GRUNHAGEN E DORSCH, 2003)
    32. 32. METODOLOGIA PROPOSTA Crescimento em dois estágios 0 5 103 REVISÃO DO PLANO
    33. 33. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline.
    34. 34. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline.
    35. 35. METODOLOGIA PROPOSTA Análise da competição PAYBACK CRITÉRIOS DE ESCOLHA - Valor da marca - Suporte - Tempo da empresa - Tamanho da rede - ... 4 anos 1 ano min max
    36. 36. METODOLOGIA PROPOSTA Análise da competição PAYBACK CRITÉRIOS DE ESCOLHA - Valor da marca - Suporte - Tempo da empresa - Tamanho da rede - ... 4 anos 1 ano min max
    37. 37. METODOLOGIA PROPOSTA Análise da competição PAYBACK CRITÉRIOS DE ESCOLHA Principal Concorrente Concorrentes
    38. 38. METODOLOGIA PROPOSTA Análise da competição PAYBACK CRITÉRIOS DE ESCOLHA Payback Meta Principal Concorrente Posicionamento da empresa Concorrentes Suporte Meta
    39. 39. METODOLOGIA PROPOSTA Análise da competição PAYBACK CRITÉRIOS DE ESCOLHA Payback Meta Principal Concorrente Posicionamento da empresa Concorrentes Suporte Meta Impacta a taxa e os royalties Impacta a viabilidade da franquia
    40. 40. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline.
    41. 41. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline.
    42. 42. PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA
    43. 43. PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA Taxa inicial de franquia Taxa de royalties VIABILIDADE DA FRANQUIA - Mapa de valor: - Recrutamento - Treinamento - Seleção do local, etc. - Mapa de valor - Serviço de campo e Suporte da matriz - P&D - Mistery Shoppers - CAPM para o franqueado
    44. 44. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franquia ANOS
    45. 45. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franquia INVESTIMENTO TAXA INICIAL CUSTOS LUCRO ROYALTIES
    46. 46. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franquia INVESTIMENTO TAXA INICIAL CUSTOS LUCRO ROYALTIES max ROYALTIES s.t. ROYALTIESPAYBACK ≤ Payback Meta VPL ≥ 0 1 1 TMA estimada de acordo com método CAPM
    47. 47. PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA Taxa inicial de franquia Taxa de royalties - Mapa de valor: - Recrutamento - Treinamento - Seleção do local, etc. - Mapa de valor - Serviço de campo e Suporte da matriz - P&D - Mistery Shoppers - CAPM para o franqueadoVIABILIDADE DA FRANQUIA VIABILIDADE DA FRANQUEADORA Tamanho da rede - Mapa de valor - CAPM para o franqueador - Análise de capacidade Revisão dos custos de controle e MKT
    48. 48. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franqueadora FLUXO DE CAIXA DA FRANQUEADORA TAMANHO DA REDE 1 2 VPL = - 40k ANO 0 1 2 3 4 5 NÚMERO DE FRANQUIAS
    49. 49. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franqueadora FLUXO DE CAIXA DA FRANQUEADORA TAMANHO DA REDE 1 3 2 VPL = 10k 0 1 2 3 4 5 ANO NÚMERO DE FRANQUIAS
    50. 50. METODOLOGIA PROPOSTA Viabilidade da franqueadora FLUXO DE CAIXA DA FRANQUEADORA TAMANHO DA REDE 1 3 2 VPL = 10k 0 1 2 3 4 5 ANO NÚMERO DE FRANQUIAS ORÇAMENTO
    51. 51. PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA Taxa inicial de franquia Taxa de royalties VIABILIDADE DA FRANQUIA VIABILIDADE DA FRANQUEADORA ANÁLISE DE CENÁRIOS Tamanho da rede - Mapa de valor - CAPM para o franqueador - Análise de capacidade Incorporação do risco - Mapa de valor: - Recrutamento - Treinamento - Seleção do local, etc. - Mapa de valor - Serviço de campo e Suporte da matriz - P&D - Mistery Shoppers - CAPM para o franqueado
    52. 52. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline.
    53. 53. Análise Estratégica Definição do mix Plano viável PERSPECTIVA ESTRATÉGICA E MERCADOLÓGICA PERSPECTIVA ECONÔMICO-FINANCEIRA 1. Por quê expandir? 2. Por quê franchising? 3. Análise da competição 1. Qual a taxa e royalties? 2. Qual o orçamento? 3. Qual o tamanho da rede? 1. Tamanho da rede. 2. Aumento de capacidade. 3. Timeline. Precificação
    54. 54. 431 2 AGENDA NOVA METODOLOGIA Como ela funciona? PRÓXIMOS PASSOS Quais as melhorias propostas? MODELO DE FRANQUIAS Como funciona o modelo de franchising? MÉTODO DE PRECIFICAÇÃO Qual o método comumente utilizado?
    55. 55. PRÓXIMOS PASSOS Melhorias e oportunidades de pesquisa Melhorias Oportunidades de Pesquisa 1. Análise de viabilidade financeira do franqueado1 e franqueador 2. Diferentes estruturas de pagamento de royalties (Seid, 2011) 3. Método de Monte Carlo para incorporação de riscos2,3 1. Transformar em um modelo de otimização. 2. Qual a melhor estrutura de pagamento de royalties? 3. Estudar robustez das diferentes estruturas perante incertezas (Jeon e Park, 2011) 1 Considerando acesso a capital mais barato, inclusive do franqueador (Hing, 1996) 3 Risco de falha aumenta com tamanho da rede (Frazer e Winzar, 2004) 2 Risco de falha da franquia é maior nos primeiros anos (Stanworth et al, 1998)
    56. 56. PRÓXIMOS PASSOS Melhorias e oportunidades de pesquisa Melhorias Oportunidades de Pesquisa 1. Análise de viabilidade financeira do franqueado1 e franqueador 2. Diferentes estruturas de pagamento de royalties (Seid, 2011) 1 Considerando acesso a capital mais barato, inclusive do franqueador (Hing, 1996) 3. Método de Monte Carlo para incorporação de riscos2,3 3 Risco de falha aumenta com tamanho da rede (Frazer e Winzar, 2004) 2 Risco de falha da franquia é maior nos primeiros anos (Stanworth et al, 1998) 1. Transformar em um modelo de otimização. 2. Qual a melhor estrutura de pagamento de royalties? 3. Estudar robustez das diferentes estruturas perante incertezas (Jeon e Park, 2001)
    57. 57. REFERÊNCIAS Jeon, Seungwon, e Chan Su Park. "A comparative analysis of two royalty structures in franchising under demand uncertainty." Journal of Retailing and Consumer Services 9, no. 1 (2001): 37-43. Hing, Nerilee. "An empirical analysis of the benefits and limitations for restaurant franchisees." International Journal of Hospitality Management 15, no. 2 (1996): 177-187. Tikoo, Surinder. "Assessing the franchise option." Business Horizons 39, no. 3 (1996): 78-82. Hsu, Li-Tzang Jane, e SooCheong Shawn Jang. "Effects of restaurant franchising: does an optimal franchise proportion exist?." International Journal of Hospitality Management 28, no. 2 (2009): 204- 211. Ribeiro, Adir, Leonardo Marc, Mauricio Galhardo, e Luis Gustavo Imperatore. Gestão Estratégica do Franchising. DVS Editora. Shane, Scott, Venkatesh Shankar, e Ashwin Aravindakshan. "The effects of new franchisor partnering strategies on franchise system size." Management Science 52, no. 5 (2006): 773-787.
    58. 58. REFERÊNCIAS Grünhagen, Marko, e Michael J. Dorsch. "Does the franchisor provide value to franchisees? Past, current, and future value assessments of two franchisee types." Journal of Small Business Management 41, no. 4 (2003): 366-384. Frazer, Lorelle, e Hume Winzar. "Exits and expectations: why disappointed franchisees leave." Journal of Business Research 58, no. 11 (2005): 1534-1542. Stanworth, John, David Purdy, Stuart Price, e Nicos Zafiris. "Franchise versus conventional small business failure rates in the US and UK: More similarities than differences." International Small Business Journal 16, no. 3 (1998): 56-69. Stanworth, John, Celia Stanworth, Anna Watson, David Purdy, e Simon Healeas. "Franchising as a Small Business Growth Strategy A Resource-Based View of Organizational Development." International Small Business Journal 22, no. 6 (2004): 539-559. Kaufmann, Patrick J., e Rajiv P. Dant. "The pricing of franchise rights." Journal of Retailing 77, no. 4 (2002): 537-545.
    59. 59. REFERÊNCIAS Hoffman, Richard C., e John F. Preble. "Franchising: selecting a strategy for rapid growth." Long Range Planning 24, no. 4 (1991): 74-85. Barthélemy, Jérôme. "Opportunism, knowledge, and the performance of franchise chains." Strategic Management Journal 29, no. 13 (2008): 1451-1463. Mathewson, G. Frank, e Ralph A. Winter. "The economics of franchise contracts." Journal of Law and Economics (1985): 503-526. Lafontaine, Francine, e Sugato Bhattacharyya. "The role of risk in franchising." Journal of Corporate Finance 2, no. 1 (1995): 39-74. Shane, Scott A. "Research notes and communications: Making new franchise systems work." Strategic Management Journal 19, no. 7 (1998): 697-707. Alon, Ilan, M. Victoria Bordonaba-Juste, Laura Lucia-Palacios, e Yolanda Polo-Redondo. "The effects of franchise ownership and price on survival: beyond resource scarcity."
    60. 60. Metodologia de análise da franqueabilidade de um negócio Luigi C. Gianni

    ×