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Inconfidência nº 241

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Inconfidência nº 241

  1. 1. BELO HORIZONTE, 31 DE JULHO DE 2017 - ANO XXIII - Nº 241 AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR, A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. Site: www.jornalinconfidencia.com.br E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br OS MEANDROS FINANCEIROS DO FUSEX PÁGINA 12 PÁGINA 9 PÁGINA 8 CAXIAS–OPACIFICADOR Em 2003, por ocasião do bi- centenário de nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o Du- quedeCaxias,lançamosuma edi- ção histórica comemorativa, recordando a ver- dadeira História Militar e do Brasil, da qual é o seu maior herói. Considerando o grande sucesso alcançado, decidimos, desde então, reeditá-la anualmen- te, o que faremos mais uma vez neste mês de agosto. Após a leitura, se não guardá-la como fonte de consultas, repasse-a para um professor de História do Brasil, para a biblioteca de sua escola ou ainda, para um jovem universitário. Desde já, agradecemos. PÁGINAS 24 E 25 Edição Histórica do Duque de Caxias VII ENCONTRO DOS ARTICULISTAS DO INCONFIDÊNCIA Articulistas e colaboradores do Inconfidência participaram do VII Encontro, acontecido na tarde de 14 de julho, no Salão Cristal, na sede “Lagoa” do Clube Militar. Na ocasião, os Coronéis Psicólogos Carlos de Souza Scheliga e Rodolpho Heggendorn Donner, receberam das mãos deste Editor as coletâneas/2016 do Inconfidência – PÁGINAS 14 E 15 LIBERDADE LULA: CASO DE CADEIA PÁGINA 3 O TSE - Tribunal Superior Eleitoral vai entrar para os ANAIS da história como o primeiro tribunal do planeta à absolver os réus por excesso de provas! “Catedrático na arte da astúcia, das manhas e artimanhas, é claro que Lula procurou se cercar de todas as maneiras para que suas pegadas, rastros e vestigios não ficassem registrados para fins de futuros questionamentos judiciais. Contando com o companheirismo, complacência e a bovina obediência de seus seguidores, ele praticamente conseguiu que tudo o que desejou, fosse realizado sem que suas impressões digitais ficassem expostas. Mas, será que também a ele não poderia ser aplicada a figura do “domínio do fato”, tese que ficou consagrada durante o julgamento do mensalão? Afinal nada era feito sem que ele não aprovasse. Claro que Lula não “passou recibo”de suas manobras e manipulações para obter os ganhos que obteve. Mas será que ficou alguma dúvida sobre quem esteve por trás de todas as ameaças e maracutaias praticadas durante seus dois períodos de governo? Eis a questão! Sua condenação foi justa e merecida. Toda solidariedade ao nobre Juiz Sergio Moro por sua coragem e altivez em realizar solitariamente essa travessia histórica em nosso país. Que os nossos ministros do STF não nos desapontem.” CONDENAÇÃO DE LULA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS VERGONHA NACIONAL Convite DDDDDando prosseguimento ao debate e às perguntas interrompidas por ocasião da palestra "Os Militares e a Política", a 30 de junho, convidamos os participantes e interessados a comparecer no Círculo Militar, na segunda-feira, 21 de agosto, às 19:30h. PÁGINA 26 VENEZUELA
  2. 2. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 2 * A. C. Portinari Greggio * Economista *MarcoAntonio FelíciodaSilva *General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com General Emílio Mola, herói da Guerra Civil Espanhola, que lançou a expressão “quinta coluna” em 1936 As organizações criminosas no Brasil já constituem Estados pa- ralelos, com seus próprios territórios, governos, leis, finanças e milícias ar- madas. Estão imbricadas na política e mantêm relações com narcotráfico e terrorismo no exterior. Mas não chegam a monopolizar o anárquico mundodocrime.Apenasfuncionam dentro dele. Ao seu redor enxameiam inúmeros grupos e indivíduos avulsos com carta branca para atacar à vontade o “inimigo” comum, ou seja, a sociedade produtiva e civilizada. O Brasil vive uma guerra civil de facto, guerra que não é fortuita, mas tem causas e responsáveis bem definidos. Em artigos anteriores, creio haver demonstrado a óbvia relação entre o atual regime político brasileiro e a criminalidade. Não se trata de meta intencional – afinal, os políticos não são loucos – mas de consequência ine- vitável da inserção dos direitos humanos no texto cons- titucional. É impossível combater efi- cazmente o crime sem derrogar essa desastrada constituição. Mas o fim da constituição seria suicídio para os po- líticos, portanto vão espernear para mantê-la. Consequência: o regimebra- sileirovainaufragarnaguerracivil,junto com a sua constituição. Para evitar essa fatalidade, os políticos, no desespero, apelam para o Exército, que aceita a missão porque prevista no art. 142 da constituição, sob a rubrica da garantia da lei e da ordem (GLO). Em recente entrevista, o Gen. Villas Bôas, Comandante do Exército, mencionouesseimperativoconstitucio- nal e discutiu as duas principais frentes no combate ao surto de criminalidade: o controle das fronteiras e a repressão e prevenção interna. Mas não se discutiu o tema mais importante: aterceira frente, que denominaremos a quinta coluna do império do crime. O Comandante certamente a conhece muito bem, mas a entrevista não era o lugar e a hora de abordar o in- cômodo assunto. Nós, porém, do INCONFIDÊNCIA, vamos tratar dela, porque nossa missão é essa mesma: mexercomo“imexível”.Leiaoartigoatéofim,caroleitor. O controle das fronteiras é necessário porque a logística do império do crime depende do tráfico de narcóticos e do contrabando de armas. Mas não é suficiente. O combate ao império do crime só será efetivo mediante eficaz repressão e prevenção inter- na com o objetivo de destruir seus núcleos e redes de comando e controle. Acontece que os comandos do crime estão profundamente enraizados nas comuni- dades criminógenas das cidades brasileiras. Não é, portanto, problema militar ou policial, é o principal problema social do Brasil, é consequência da degene- ração demográfica e da constituição de 1988. Para resolvê-lo, portanto, o Brasil precisa duma revolução. Para avaliar o problema, vamos começar pelas comunidades criminógenas. Um dos principais obs- táculos ao combate ao crime no Brasil é o desconheci- mento da real natureza do crime violento. Para entender o crime como fenômeno macro, há que entender o micro, que é o perfil do criminoso típico. O perfil do típico do criminoso violento é semelhante em todos os países: (1) Em mais de 90% dos casos, é homem. Mulheres raramente cometem crimes violentos. (2) É jovem. Mais de 80% dos crimes vio- lentos são cometidos por indivíduos entre 13 e 24 anos. (3) É filho de mãe solteira ou abandonada, criado sem o pai. (4) Vive em comunidades pobres, que dependem de ajudadogovernoparasobreviver.(5)Tembaixorendimen- to escolar e raramente conclui o curso básico. (6) É A QUINTA COLUNA DO CRIME NO BRASIL A quinta coluna do crime é a responsável pelo crime e a desordem no Brasil desempregado crônico. (7) Possui baixo nível de inte- ligência. (8) É impulsivo e descontrolado. (9) Apresen- ta nível de testosterona acima do normal. O fator fundamental da criminalidade é a baixa inteligência. Observações feitas em vários países de- monstram, sem dúvida, que o típico criminoso violento tem QI entre 90 e 80, ou seja, abaixo do normal. Esses estudos foram conduzidos na Europa e nos Estados Unidos, onde o QI médio da população é próximo de 100. Ao transpor esses dados para o Brasil, surge um problema: o nível “abaixo do normal” naqueles países é o nível “normal” no Brasil. O QI médio da população brasileira é inferior a 87, portanto está na faixa potencialmente criminosa. A baixa inteligência da maioria da população é a causa material não só da criminalidade, mas de todos os problemas ditos “sociais”. Pobreza, imprevidência, in- capacidade de constituir família estável, baixo rendi- mento escolar, dependência da ajuda do governo,desempregocrônico,tudoissoestá correlacionado com a incapacidade cog- nitiva. QI baixo não é simples deficiência como a surdez ou a miopia, que só afeta aspectos parciais da vida. O nível de inteli- gênciacondicionatodososaspectosdavida. PopulaçõescombaixoQImédiotendemater SES (status econômico-social) proporcio- nalmente baixo. No Brasil altamente urba- nizado do século 21, elas se concentram em favelas nas quais se formam comunidades potencialmente criminosas, ou comuni- dades criminógenas. Na forçada proximi- dade da favela com a cidade que as rejeita, a humilhantecomparação–dumlado,miséria, ignorância, feiura e sujeira, do outro a vida civilizada–gerainsuportáveisressentimentos cuja resul- tante é o crime, que, para o jovem favelado, não é cri- me, é guerra, é a suprema maneira de ser alguém. Masabaixainteligêncianãoé,porsisó,determinante do crime. Há países em situação pior que o Brasil, tanto em termos de QI médio como de pobreza, com índices de criminalidade bem menores que o nosso. Deve haver no Brasil algum outro elemento criminógeno que se com- bina com a baixa inteligência. Pois, como dissemos, as populações de baixa inteligência são fator necessário, mas não suficiente para os elevados índices de cri- minalidade. Para completar o quadro, temos de consi- derar os outros fatores: o incentivo ideológico, a ano- mia e a impunidade intencional proporcionada pelo sistema político que inventado pela constituição de 1988. O narcotráfico e as organizações criminosas, portanto, não são a causa da criminalidade, são simples derivaçõesdadegeneraçãodemográficaativadaeexplo- rada pela quinta coluna do crime no Brasil. Quinta coluna, como se sabe, é qualquer rede de traidores, sabo- tadores, e agentes de influência a serviço do inimigo. No Brasil, a quinta coluna do crime é a mídia, as ongues, a oabê, as pastorais, a intelectualha, os políticos, toda essa gentequedefendeoscriminosos,difamaapolícia,acoberta o tráfico, desarma a população e faz campanhas idiotas contra a “violência”. A quinta coluna do crime é a causa eficiente, a responsável pelos milhões de homicídios, estupros, assaltos e outros flagelos que infelicitam a vida dos brasileiros. Não por acaso, também são res- ponsáveis por todos esses movimentos de degradação moral,dedissolução da família, de invasões, deusurpa- ção da nossa soberania. São muitos, são financiados do exterior, trabalham contra o Brasil, são, em resumo, traidores, inimigos da Nação. Enquantoaquintacolunadocrimenãoforsupri- mida,nemarepressãoeprevençãointernas,nemocon- trole das fronteiras, serão efetivos. O novo Plano Nacional de Segurança Pública será apenas mais uma balela temporária, como foram todos os outros já anunciados por governos passados, por meio da verborragia de pomposos Minis- tros da Defesa, defendendo seus interesses políticos e de governado- res, utilizando-se, politicamente, das Forças Armadas como se polícias fossem, com alto custo e sem qualquer resultado viável de longo prazo. O problema da insegurança que assalta a população brasileira, embora se faça presente e intensamente em grande cidade, cercada de favelas por todos os lados, como Rio de Janeiro, em verdade se espraia e se fixa, cada vez mais, por todo o País. Não só no interior dos estados como nas principais cidades e capitais. São inúmeras organizações cri- minosas de cunho local, estadual, nacional e já internacional( PCC ligado ao Hezbollah) agindo associadas ou isoladas, infiltradas nas diversas áreas da sociedade nacional, cooptando grande parcela de jovens e praticando intensamente o tráfico de drogas e de armas, lavagem de di- nheiro, roubo de cargas, assaltos a bancos e controle de áreas e de suas populações e até mesmo de serviços públicos, como as UPAS, em re- giões do Rio, constituindo verdadeiros pequenos estados onde ditam as sua próprias leis. O número aviltante de assassi- natos e de latrocínios significa para os HUMANOS DIREITOS, mortos ino- centemente, a punição que deveria existir legalmente para os criminosos hediondos, protegidos por pretensos Direitos Humanos, defendidos por ONG financiadas, regiamente, por autoridades irresponsáveis. Coisa si- milar ocorre com o código de proteção de menores, permitindo a for- mação de verdadeiro exército de bandidos de toda espécie e de assas- sinos drogados. O nosso sistema prisional e os nossos reformatórios de jovens são, em realidade, escolas de especialização de criminosos. Psiquiatras forenses afirmam que mais de 40% dos assassinos presos são psicopatas sem recuperação e que não poderiam voltar jamais, às ruas, para matar indiscriminadamente. Entretanto, governos irresponsá- veis, como os dos últimos 30 anos, contigenciam os recursos destinados à Segurança Pública e culpam as Polícias Militares de ineficientes, que têm seu militares mortos, em grande número, quando em defesa de uma sociedade relapsa e omissa. A atualidade mostra a demagogia política e o descaso dos go- vernos, estadual e Federal, com incremento da violência e da inseguran- ça: A União, ano passado, repassou só 1,2% dos 40 milhões destinados ao Rio, isto é, 503 mil reais. O governo do Rio, em 2014, reduziu de 277,4 para 74,2 milhôes, os recursos da Secretaria de Segurança, enquanto a cúpula do governo roubava bilhões. Os cortes de verbas para combate à criminalidade atingiram todos os Estados. E querem, ainda, os ladrões governantes acabar com a LavaJato. E é inacreditável que chegamos a tal grave situação pela le- niência e corrupção, alarmantes e comprovadas, de elites dirigentes sem projeto de Nação e com projetos de poder pelo poder e de en- riquecimento ilícito, principalmente durante a Nova República e em go- vernos da famigerada esquerda como os do malfadado PT. Tornaram putrefatos os poderes ditos republicanos, em todos os os seus ní- veis. Lógicamente ajudados por uma população ignorante e aliena- da e por omissão inexplicável de quem tem a obrigação de intervir, constitucionalmente, como já se faz necessário, em defesa da Nação e não o fazer em nome de legalidade sem legitimidade, de respeito a Estado Democrático de Direito inexistente e de democracia falida. Necessitamos, urgentemente, de tolerância e impunidade zero. A Nação sangra!!!!!!! INSEGURANÇA PÚBLICA, LENIÊNCIA, DEMAGOGIA E INCOMPETÊNCIA Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE! Governosirresponsáveis, como os dos últimos 30 anos, contigenciam os recursos destinados à Segurança Pública e culpam as Polícias Militares de ineficientes. 2
  3. 3. Nº 241 - 31 de Julho/2017 3 * Rodolpho Heggendorn Donner Oinquisidor-mor denunciou o presiden- te. O blog Imprensa Viva acertou em cheio: “Por mais que o presidente Michel Temer não tenha conquistado altos índices de popularidade, com uma coisa todos de- vem concordar: nenhum presidente da his- tória do país sofreu ataques tão implacáveis de origens tão distintas e conseguiu se manter de pé como ele. Temer foi alvo de ações ferozes e letais planejadas por seto- res do Judiciário, incluindo a PGR e o STF, de quase toda a imprensa brasileira, dos ar- tistas, dos partidos de esquerda e de forma- dores de opinião nas redes sociais e, pelo menos até o momento, conseguiu resistir com elegância. O mérito por ter resistido a forças tão de- vastadoras é todo de Temer e de mai s ninguém. Os empre- gados da Globo ficaram es- baforidos de tanto pedirem a renúncia do presidente. Nem a Globo, nem os artistas, Janot, Fachin, os partidos de esquerda, os movimentos sociais e sindicais con- seguiram convencer a população a ir para as ruas pedir a renúncia”. O blog prossegue: “Logo que assu- miu o poder, Temer lavou a alma dos brasi- leiros e mexeu com interesses poderosís- simos. Demitiu mais de 20 mil macacos petistas que viviam dependurados na má- quina pública, acabou com a mamata dos artistas petistas que viviam das verbas da Lei Rouanet, cortou verbas pú- blicas para jornalistas de alu- guel, sites petistas e todos os blogues sujos da esgotos- fera, não aliviou Lula dos ob- jetos que ele roubou dos pa- lácios do Planalto e Alvora- da, cortou os 80 motoristas de Dilma, acabou com a farra das grandes empresas no BNDES, rompeu con- tratos com empresas amigas do PT e propôs quebrar as pernas de mais de 13 mil sindica- tos do Brasil por meio da extinção da contri- buição sindical obrigatória”. “Como se não bastasse, Temer con- seguiu tirar o Brasil da pior recessão em mais de 100 anos, reduziu a inflação, conteve a escalada do dólar, reduziu juros, e o país já estava começando a gerar empregos com carteira assinada, até que veio a tentativa de golpe. Fiando-se nos baixos índices de po- pularidade de Temer, a Globo e o PT acha- ram que o derrubariam com um espirro. Jun- taram-se aos bandidos da JBS e armaram um video` preparado´ em conluio com o procu- rador-geral da República, Rodrigo Janot, e o ministro Edson Fachin. Janot até encarre- gou seu braço direito na PGR, o ex-procura- dor Marcelo Miller, para orientar Joesley Batista, que conseguiu um belíssimo acor- do de delação premiada”. Temer foi a guerra contra o grupo JBS do criminoso confesso Joesley Batista. “Em uma sequência devastadora de ataques, Políticos de algibeira e profetas de botequim em geral empolgam-se e, com o melhor da sapiência do ouvir dizer, com voz serena e altiva, declaram-se ir- restritamente fiéis à liberdade total. Pro- clamam o inabalável direito ao exercício de liberdade. Total liberdade. Nada de censura. Liberdade de expressão, de im- prensa, de culto, de gênero, sexual e mais uma série de outras liberdades que nem bem conhecem, mas defendem. Creem na própria sapiência. Triste ilu- são. Proclamadores da irrestrita liber- dade, não sabem que melhor poderiam estar fazendo se induzissem os que lhes ouvem a pensar um pouco melhor. Interesses e poderes pessoais de- formando a gosto próprio a execução de leis e o desrespeito à ética são avisos cer- tos de proximidade ao caos. Portanto, liberdade precisa primariamente ser en- tendida como um conceito pertinente àquilo que as leis e a ética não proíbem. Não é o que está acontecendo no nos- so país. Ameaça-nos a falência dos po- deres republicanos, que estão se per- dendo à sombra de leis tidas como cadu- cas, ética pouco valorizada e até des- crédito da própria Constituição, inter- pretada livremente a gostos pessoais ou comprometimentos políticos por quem mais deveria obedecê-la, a supremacia jurídica e o exercício parlamentar. Em sequentes desmandos enten- didos como ”liberdade” pelos “eu-que- ro-assim -porque-eu-quero-e-tenho- poder”, obrigam-nos a conviver com denúncias internas de corrupção e LIBERDADE “Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual.” É o primeiro item de conhecido decálogo, listando princípios que orientam a busca de poder pela militância esquerdista. Liberdade precisa primariamente ser entendida como um conceito pertinente àquilo que as leis e a ética não proíbem. formação de quadrilha, absurdas tendências po- líticas no prende-solta criminosos con- fessos, permissividade de obras de palco onde a degradada noção de liberdade artística torna-se apenas indecente. Tam- bém, Imprensa e TV ditas livres, mas nem tanto, dependentes de influências políti- cas e de audiência passiva, fingindo que não veem no que produzem inevitáveis consequências sociais de liberdade ir- responsável. Principalmente aquela de relações promíscuas geradoras de filhos de pais diferentes, depois abandonados, ignorados ou jogados às ruas para o trá- fico, furtos e crimes de encomenda. Sem dúvida, é o que também tem sido ofereci- do por camuflados vetores de políticas partidárias populistas, degradantes, in- teressadas em votos e na destruição de valores conservadores. Definitivamente, o correto signi- ficado do termo liberdade precisa ser amplamente discutido e socialmente re- visto, melhor compreendido e obriga- toriamente respeitado. Não pode ser usado para tornar-se justificativa ao li- vre exercício de impulsos e vontades pes- soais à revelia e abuso das leis e da ética. Consequências perigosas muito bem sa- bidas pela ciência, bem antes de atuais partidos políticos acontecerem graças a atitudes destinadas a desmerecer valo- res e comportamentos que prezam o res- peito a bens sociais conquistados por direito, árduo trabalho e autêntico enten- dimento do que possa ser liberdade. * Coronel - Psicólogo A CONSPIRAÇÃO (CONTRA TEMER)Advogado Sacha Calmon Temer encerrou uma linha de crédito de R$ 9 bilhões que a J&F; tinha na Caixa Econômica, cancelou um contrato de for- necimento de gás da Petrobras para uma termelétrica do grupo e elevou o teto das multas da Comissão de Valores Mobiliá- rios de R$ 500 mil para R$ 500 milhões. A JBS é alvo de nada menos que nove in- quéritos na CVM. Temer literalmente que- brou as pernas de Joesley Batista”. A conspirata visa a derrubar Temer, que reagiu. Expôs Janot de forma cruel ao insinuar que ele recebeu dinheiro por meio de Miller, que deixou o Ministério Público Federal para atuar em um escritório de advocacia que ne- gociou o acordo de leniência da JBS. “Talvez os milhões de honorários recebidos não fos- sem apenas ao assessor de con- fiança [Miller], mas eu tenho responsabilidade e não farei ila- ções. Tenho a mais absoluta con- vicção de que não posso denunci- ar sem provas”, disse Temer, referindo- se ao ex-procurador como “homem da mais estrita confiança” de Janot”. A ilação de Temer é “presunção” ló- gica. Ilógica, digo eu, como ex-juiz fede- ral, é dizer que Temer “solicitou” ou “re- cebeu” R$ 500 mil de Joesley. Mas onde está a prova do recebimento? Sem ela, cri- me não há. Faça-me o favor, sr. Zveiter. Pôde ser Pilatos, mas agiu como Judas. Vá pe- dir perdão ao seu rabino. Zvei- ter, da turma do Cabral no Rio, aceitou uma denúncia va- zia por pilantragem política e falta de caráter. É como bem disse Mariz de Oliveira, na defesa do pre- sidente: “Deseja-se encerrar esse tópico exteriorizando- se a mais profunda indignação de um advo- gado criminal que milita na defesa há quase 50 anos, quanto à afirmação de que o presidente recebeu uma mala contendo R$ 500.000. Prove, sr. acusador”. Anularam por envolver a presiden- te na gravação entre Dilma-Lula (“Use só se for necessário, viu, Lula”). Isso sim é obstrução da Justiça: nomear Lula minis- tro para dar-lhe foro especial e evitar a pri- são, que se esperava que viesse a ocor- rer. A gravação que ele armou entre Joes- ley e Temer, no entanto, é a base de sua acu- sação. Pode haver, sr. Janot, maior con- tradição? A Rede Globo, a mídia da esquer- da e os políticos em geral criaram um clima de ingovernabilidade contra Te- mer. Mesmo com teto de gastos, uma ex- celente equipe econômica, a reforma tra- balhista aprovada; a previdenciária e a economia crescendo. Tirem-no e quero ver o que poderão fazer de melhor. Es- tou certo de que vão se danar e nós va- mos pagar a conta. (16/07) http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/07/16/interna_opiniao,244545/a-conspiracao.shtml PTV “O mote suscitado por essa expres- são publicada hoje numa coluna do jornal O Globo, dá ensejo à reflexão: - “Má vontade generalizada” é um sentimento espontâneo que brota no indivíduo, fruto de uma experi- ência pessoal ou pode ser engenhosamente provocado nele por forças externas que de- sejam torná-lo contaminado por ela? Essa aversão psicológica nasceria naturalmente no coração das pessoas ou seria consequência de uma manobra hábil e oportunista com vis- tas a torná-las susceptíveis ao desânimo e à descrença no futuro? Sinceramente, soam estranhas a frequência, o teor e a ênfase com que têm sido publicados os resultados das pesquisas sobre o atual governo. Quais as razões para lhes dar tanto destaque, tanta MÁ VONTADE GENERALIZADA divulgação? Afinal, quem as está solicitando e com que finalidade? Refletindo-se sobre o conteúdo delas, certamente conclui-se que não estão sendo encomendadas com a nobre visão de levantar o moral da nossa gente sofrida e ansiosa por melhores dias. A meta é torná-la fragilizada, pronta para aceitar um retorno ao populismo que nos trouxe ao caos que vivemos. Assim, a quem elas estariam interessando tanto? Generalizada? Não pode ser esquecido que o atual governo herdou todo esse descalabro e por mais que se es- force para implantar as reformas que se impõem, os chacais da esquerda e da mídia comprometida tudo estão fazendo para não permitir que isso aconteça. Com que objetivos?” Pesquisa sobre o atual governo 3
  4. 4. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 4 * Maria Lucia Victor Barbosa *Professora, escritora, socióloga, autora entre outros livros de "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – a Ética da Malandragem", Editora Zahar e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido", Editora Saraiva. - mlucia@sercomtel.com.br - www.maluvibar.blogspot.com.br * Luís Mauro Ferreira Gomes * Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice- Presidente do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos; e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e dos Conselhos Deliberativos dos Clubes Militar e de Aeronáutica. Oensinamento que dá título a esse artigo pertence ao filósofo Heráclito, considerado o pai da dialética. Para ele tudo está em movimento. Isso significa que nós e nossas circunstâncias estão sempre mu- dando, portanto, nada se repete. Transpondo o antigo e sempre atual pensa- mento do filósofo grego para a política do momen- to, tomemos como exemplo o caso de Lula e de seu partido, o PT. Discute-se se ele ganha ou não a eleição presidencial de 2018. Surgem pesquisas onde ele figura com 30% de votação, porcenta- gem que o PT manteve por muito tempo sem lo- grar vencer. Mas na mesma pesquisa ele é rejei- tado por 54% dos entrevistados. Para confundir mais a opinião pública Lula é no momento o único candidato em campanha frenética mesmo antes de ser indicado pelo PT, o que é ilegal, mas permitido ao petista. Pesquisas podem ser eficien- te marketing de campanha e muita gente pode até crer que o candidato único já ganhou. Entretanto, é interessante analisar se Lula e suas circunstâncias são as mesmas de antes, quando ele pairava acima da lei e hipnotizava as massas com bravatas, mentiras e palavre- ado vulgar. Relembre-se que Lula foi transformado pelo marketing em um mito inatacável, sendo que no Dicionário Aurélio uma das definições de mito é: "ideia falsa, sem correspondente na realidade". Será que agora o mi- to está sofrendo uma erosão? Recordemos resumidamente alguns fatos que mostram co- mo mudaram as circunstâncias do poderoso che- fão e do seu partido. 1º - O impeachment de Rousseff foi ante- cedido por impressionantes, inéditos e espontâ- neos protestos populares em todo o país, quando milhões foram às ruas gritar: "Fora Dilma". "Fora Lula". "Fora PT". 2º - A pressão das ruas desencadeou o im- peachment que venceu por larga margem de vo- tos na Câmara e no Senado. Muito pedidos fo- ram protocolados, mas foi aceito aquele em que um dos signatários, significativamente, foi Hé- lio Bicudo, um dos fundadores do PT, eminente companheiro por muito tempo. Em vão Lula tentou evitar que deputados e senadores votassem a favor da cassação de sua criatura política. Seu desprestígio ficou eviden- te e pode ser simbolizado pela "traição" do depu- tado Tiririca. Nem este obedeceu ao "mestre". Mesmo Rousseff tendo conservado seus direitos políticos por uma manobra inconstitucio- nal, seu impeachment foi um tiro de canhão no "NÃO PODEMOS NOS BANHAR DUAS VEZES NO MESMO RIO" É interessante analisar se Lula e suas circunstâncias são as mesmas de antes, quando ele pairava acima da lei e hipnotizava as massas com bravatas, mentiras e palavreado vulgar. Poderá Lula ser absolvido por outros tribunais? Tudo é possível no país da impunidade. Wesley Batista não recebeu "indulgência plenária" e disse que processa quem o chamar de bandido? Cheque cruzado pode ser muito mais do que um meio de paga- mento com depósito obrigatório em banco. Para os aviadores, é um procedimento usado nos voos em que a visibilidade externa está prejudicada por condições meteorológi- cas, que consiste em observar, sucessivamente, os instrumentos, se- guindo determinados padrões, para manter a consciência da real po- sição da aeronave com relação ao solo. Antigamente, os instrumentos eram distribuídos, separadamen- te, em um painel e, como cada um deles fornecia uma informação ne- cessária, tornava-se imprescindível a monitoração de todos, já que a fixação por muito tempo, em um só deles, permitiria que os dados mos- trados pelos outros variassem sem correção, conduzindo ao que se cha- ma de atitude anormal e à consequente perda do controle sobre a aero- nave, que poderia levar a acidente, dependendo da altitude do voo, do tipo equipamento usado e do grau de treinamento do piloto. Sabemos que não devemos abusar de analogias, mas, mui- tas vezes, elas facilitam a compreensão dos problemas, e, quem sa- be, suas soluções. Guardadas as proporções, é o que está acontecendo com a po- lítica no Brasil. Os políticos, os formadores de opinião e os cidadãos em geral têm-se fixado exageradamente em alguns fatos, deixando que outros evoluam sem acompanhamento e sem correção, o que nos tem levado a sucessivas e desastrosas crises. O fenômeno não é novo e já tinha ocorrido diversas vezes em nossa História, porém, agora, torna-se muito mais grave pela grande im- portância que as novas tecnologias deram aos meios de comunicação. Certas empresas de telecomunica- ções, como a Rede Globo, sem ne- nhuma sanção, mais pelo medo de afrontá-las e aos movimentos de esquerda, têm abusado das liber- dades que a nossa aparência de de- mocracia lhes dá, para forçar seus leitores e ouvintes a se aterem às notícias que lhes são divulgadas, não somente omitindo-lhes outros fatos e, também, distorcendo o que in- formam, como, igualmente, privando-os da capacidade de interpretá-los corretamente, quando a eles têm acesso por outras fontes. É incompreensível que ainda não tenha causado indignação e clamor público a campanha de lavagem cerebral que a citada Rede Globo tem feito com o objetivo de dar curso a um golpe de Estado que imponha novo governo que lhe favoreça os interesses comer- ciais e ideológicos. Contrasta fortemente a fúria com que os repórteres globais transformam em faltas gravíssimas todas as ações do Presidente da República, por melhor que sejam, com o silêncio sepulcral que dedi- caram à reportagem exibida pela Rede Record que expôs supostas ações ilegais das empresas Globo e criminosas de seus dirigentes. A Hora é Agora! Ou nos livramos dessas influências e voltamos a realizar o sistemático cheque cruzado na situação política nacional pa- ra, em conhecendo toda as circunstâncias, tomarmos as rédeas do nosso destino, ou caminharemos para crises cada vez mais graves que termi- narão por nos levar a uma situação anormal. Esse agravamento de crises nos conduzirá, como já dissemos em outras oportunidades, inevitavelmente, a uma ditadura de esquerda, se não formos capazes de abortá-la mais uma vez, ou, em caso contrário, a um regime autoritário, pois as forças esquerdistas derrotadas tratariam de inviabilizar qualquer governo, obrigando-o a munir-se de pode- res extraordinários para sobreviver, como aconteceu em 1964. CHEQUE CRUZADO É incompreensível que ainda não tenha causado indignação e clamor público a campanha de lavagem cerebral que a citada Rede Globo tem feito com o objetivo de dar curso a um golpe de Estado que imponha novo governo que lhe favoreça os interesses comerciais e ideológicos. Os repórteres globais transformam em faltas gravíssimas todas as ações do Presidente da República, por melhor que sejam. peito da Jararaca e do PT, algo cuja profundida- de ainda não foi devidamente analisada. De to- do modo, pode-se dizer que ali começou a ero- são do mito. 3º - Uma das consequências do impeachment apareceu nas eleições de 2016, quando o PT per- deu 60% de suas prefeituras. Em termos de po- der e cargos isso foi uma enormidade. Se o PT repetir a performance em 2018, o que pode acon- tecer, se transformará em partido nanico, com pouca representação no Congresso. 4º - A descrença com o partido foi demonstra- da não só por Hélio Bicudo. Em 9 de abril deste ano, membros do PT escolheram dirigentes mu- nicipais e delegados estaduais. Compareceram cerca de 200 mil militantes, o que representa me- nos da metade dos votantes de 2013. Além dis- so, 27% dos municípios não conseguiram se- quer formar uma chapa de 20 filiados para com- por o diretório municipal. 5º - Diante da crise petista, que sem dúvida enfraquece o "lulismo", ditos movimentos sociais resolveram arregimentar forças. Duas greves ge- rais foram tentadas e as duas fra- cassaram redondamente. 6º - Lula, o inimputável foi condenado pelo Juiz Sergio Mo- ro que também sequestrou seus bens. Houve um ralo movimento de apoio ao líder na Av. Paulista, alguns gatos pingados em pou- cas cidades. Nenhuma multidão foi às ruas para rasgar as vestes e arrancar os cabelos como Lula e o PT esperavam. 7º - Enquanto isso, Temer não cai, está melhorando a econo- mia e conseguindo aprovação dos seus projetos no Congresso. Inclusive, as mudanças na ultra- passada Lei Trabalhista, em que pese o espetáculo pueril e ridículo das senadoras que tentaram em vão barrar a votação se aboletando por sete horas na mesa diretora. 8º - Lula não tem mais a força do PMDB, os magnatas empreiteiros que o elegeram estão pre- sos, sem falar que seu próprio partido está enfra- quecido e atônito. Poderá Lula ser absolvido por outros tribu- nais? Tudo é possível no país da impunidade. Wesley Batista não recebeu "indulgência plenária" e disse que processa quem o chamar de bandido? Se lula for absolvido poderá voltar à presi- dência em 2018? Ninguém dispõe de bola de cristal para prever o futuro e o povo é facilmente engana- do, como já demonstrou em eleições passadas. Um fato, porém, é real: nem Lula nem suas circunstâncias são as mesmas e, assim, está difícil para ele conseguir nadar de novo no rio do poder. Pelo bem do Brasil que isso não aconteça. 4
  5. 5. Nº 241 - 31 de Julho/2017 5 * Ernesto Caruso *Coronel, Administrador, Membro da AHMTB *Aileda de Mattos Oliveira *Professora Universitária, ESG/2010, Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008, Acadêmica Fundadora da Academia Brasiliera de Defesa e Membro do CEBRES ailedamo@gmail.com TERRORISMO COMUNISTA EXPLODE SOLDADO SENTINELA OS DIAS ERAM ASSIM Aideologia e o fanatismo cegam o ser humano. Foi o que aconteceu em 26 de junho de 1968 no corpo da guarda do QG do II Exército, São Paulo/SP, hoje Comando Militar do Sudeste. Os dias eram assim. Guer- rilha urbana e rural pontuando a luta arma- da no mundo. A mesma prática odienta, com objetivos diversos, que atormenta a Euro- pa nos dias atuais. Não foi diferente naquela ocorrência, pois que em 1966 houvera o atentado a bom- ba no Aeroporto dos Guararapes em Recife, onde por sorte, pouco antes da explosão, tre- zentas pessoas aguardavam a chegada do marechal Costa e Silva, mas alertados de que por pane no avião o deslocamento seria por via terrestre, se retiraram. Mesmo as- sim, houve mortos e feridos. A reforçar o argumento, as palavras de dois partícipes da luta armada, Fernando Ga- beira e Eduardo Jorge, que desmentem os objetivos de que lutavam para restabelecer a democracia,videmuseuvitimasdoscomunistas. com.br - depoimentos. Ambos declaram que lutavam para implantar uma ditadura comunis- ta no Brasil. A Vanguarda Po- pular Revolucionária, que se dedicou priorita- riamente às atividades militaristas e que teve como integrante o de- sertor, ex-capitão do ExércitoCarlosLamarca, executouumataquecom carro-bombacontrauma organização do mesmo Exército que o acolheu, ainda jovem, filho de sapateiro, morador do morro São Carlos na ci- dade do Rio de Janeiro até os 17 anos. Exército multifacetado social e etnicamente e, raiz da nacionalidade. Enquanto no outro lado do mundo, as estátuas de Lênin, Stalin — senhores do co- munismo — são derrubadas, no Brasil, figuras como a do Lamarca são reverenciadas: Praça Capitão Lamarca, Ipupiara, BA, inaugurada em 2007, com monumento e feriado munici- pal no dia da sua morte. A irracionalidade do ato redundou na morte do soldado Mário Kozel Filho, 19 anos, que estava de sentinela no portão da guarda e, ferimento em outros militares. No carro, 50 toneladas de dinamite que produziram danos no raio de 300 metros, um corpo destroçado, desolação e dor. No jornal O Estado de S. Paulo as man- chetes reportam àqueles momentos de triste- za: "Cinco mil levam Mário ao túmulo", "Mui- tos chegam cedo", "Exemplo glorifica Exérci- to", "Inimigo ataca à traição". Nas fotos: "O Há que se reprovar as incitações por parte de líderes de grupos/ partidos, como no mais recente pronunciamento da deputada Benedita da Silva em seminário do PT, ao usar a expressão "sem derramamento de sangue não há redenção... vamos à luta com qualquer que seja nossa arma", como ela diz, está escrito na sua Bíblia. caixão, coberto pela Bandeira Nacional, é conduzido pelas alamedas até o túmulo". Na mesma publicação, narrativas que emocionam: - "Ao apresentar a solidariedade da sua paróquia às autoridades do II Exército, o pa- dre Francisco Amaral, vigário da Casa Verde, e o padre Eliseu Murari, que foi capelão na Revolução de 1932, declararam que "a morte do soldado é uma séria advertência à Nação", associando-a à intentona comunista de 1935." - "Cardeal solidário: O cardeal-arcebis- po de São Paulo, D. Agnelo Rossi, acompanha- do de grande número de assessores, chegou ao local do velório às 9 e 50. "Venho apresentar a solidariedade da Igreja ao Exército e lamentar a perda de uma vida por esse condenável ato de terrorismo anticristão", — disse o cardeal." - "O toque de silêncio — dado por um corneteiro que chorava — encerrou ontem a homenagem dos cinco mil militares e civis que foram levar o corpo de 3º sargento Mário Kozel Filho ao cemitério do Araçá. No cortejo que saiu da 2ª Divisão de Infantaria, no Ibirapuera, havia mais civis que militares, havia muita gente chorando, mesmo ao longo das ruas por onde, sobre um carro de assalto M-8, coberto com a Bandeira Nacional, se- guiu o caixão do soldado assassinado." Os dias eram assim. Terrorismo indis- criminado, anticristão como mencionou D. Agnelo Rossi. Recordar o passado com os episódios dissonantes, sentir os dissabores do presente nos atos de vandalismo e morte como do cine- grafistaSantiagoAndrade,comafundamentodo crânio,vítimaderojãoemprotestonoRiodeJa- neiro, há que se reprovar as incitações por parte de líderes de grupos/partidos, como no mais re- cente pronunciamento da deputada Benedita da Silva em seminário do PT, ao usar a expressão "semderramamentodesanguenãoháredenção... vamosàlutacomqualquerquesejanossaarma", como ela diz, está escrito na sua Bíblia. Ser vitorioso inde- pende do lado em que se terça as armas: se em nome da consoli- dação das instituições nacionais, se em no- me da destruição de todas elas. O que dis- tingue o vencedor é o resultado atingido ao pôr em prática as formas de ação para alcan- çar os objetivos pretendidos. Ora, Lula é um vitorioso quanto ao seu desempenho e a de seus asseclas na demolição do tríplice ali- cerce do Estado: a Família, a Educação, a Fé. Não há como negar esta verdade. Refiro-me à Fé, à Crença, e não à Igreja, tão poluída quanto qualquer outra instituição. O país desmoralizou-se, tor- nou-se promíscuo, liberou o materialismo arraigado nessa doutrina infame pela qual reza o rebotalho dos que infectaram Brasília e contagiaram todas as demais capitais. Por isso, qualquer que seja o veredic- to das sentenças futuras que venha receber o abjeto Lula, qualquer que seja o seu destino na vida particular e pública, terá já conquistado o laurel de vencedor. O mise- rável torneiro mecânico deu asas à sua imagina- ção nanica de sádico e pôs à deriva uma nau gi- gantesca que espera um comandante patriota para fazê-la retornar ao porto seguro. Todo o esforço desenvolvimentista do governo militar submerge na irresponsabilidade dos sacrílegos Lula, Dilma, e na dos chicaneiros dos outros Dois Podres Poderes da Repú- blica. Quem, senão ele, participa, em pri- meiro plano, das estatísticas internacionais como o maior assaltante de cofres públicos e de estatais que o mundo já conheceu? Quem, senão ele, destruiu todas as institui- ções do país em pouco mais de uma déca- da? Sim, Lula é o grande vencedor! E po- de gabar-se desse feito inédito e interna- cional ao lado do séquito de comparsas, levantando a munheca vermelha e gru- nhindo a frase que se tornou legenda de sua vil presença neste território que sem- pre detestou: “Nunca na história deste país ...”, e acrescentamos nós: houve um presidente que destruísse o Brasil como o migrante de Garanhuns! O repugnante sujeito não rompeu as fronteiras da rejeição, não impôs a sua cara congestionada, sua voz grosseira, seu palavreado de pasto, para governar com decência o país. Não tem alma no- bre para tal missão; ocupou o Executi- vo apenas para vingar-se de ter nascido pobre, de ser “filho de mãe analfabeta”. Para ele, a nação lhe devia com juros a sua infância miserável. A sua única meta, por- tanto, foi realizar a rapina de todos os dutos que pudessem satisfazer a concupiscência de um torneiro mecânico alçado ao trono de uma claudicante república. ELE VENCEU! O vencedor transformou as instituições em células do PT, a maior Organização Criminosa de todos os tempos Ensinaram-lhe o significado literal de ‘coisa pública’. E assim entendida, botou-a, rapidamente, no bolso, sem-cerimônia. Comprou o apoio da ralé estrangeira com o dinheiro do contribuinte brasileiro; per- mitiu a entrada de quem quer que seja em nosso território e se vangloria disso ao ros- nar para a fiel plateia de seu aprisco, as asni- ces de ébrio. Como a Justiça no Brasil parece tam- bém estar a caminho do camburão, nada acontece com ele quando, nos arroubos de fanfarrão, confessa abertamente a traição e a intencional bancarrota do país. Cobertos pela toga, magistrados empertigados, igual- mente destroem o país, entupindo os ouvi- dos da maltratada população com um diale- to de casta, com um jargão de gueto. Estan- do ausente o notório saber, tomou o seu lugar o notório engrupir. Lula é, realmente, vitorioso. Vitorio- so na crueldade, à custa do sofrimento dos “oprimidos” que diz defender. Que todos sejam como ele, é o seu supremo desejo: um indivíduo sem categoria definida. Vitorio- so, ao destruir a Educação quando já havia destruído a Família. Sem alicerce fa- miliar a Educação não se sustenta. Sem a Fé, não nos sustentamos. Vitorio- so, ainda, ao destruir a inocência das crian- ças, ao liberar nas escolas o lixo da promis- cuidade sexual, travestida de “gênero” que autores perniciosos, adoradores do ídolo ordinário, disseminaram. Vitorioso ao dominar a mídia para veículo de desmoralização das Polícias Mi- litares e das Forças Armadas. Vitorioso ao exterminar com a Saúde no Rio de Janeiro, por vias do apoio ao sórdido Sérgio Cabral e à sua miserável quadrilha. Lula venceu, sim. Vitorioso na igno- mínia, no retrocesso moral e na desintegra- ção do país. Lula é o símbolo do Vazio, do Roubo, da Traição, da Mediocridade, da Incultura, do Asco. Destruiu um gigantes- co Brasil em quatorze anos e que levará meio século, ou mais, para se reerguer, se hou- ver um dirigente à altura e que tenha por ele alguma afetividade e noção de civismo. O vencedor transformou as institui- ções em células do PT, a maior Organiza- ção Criminosa de todos os tempos. Fez das Estatais doadores de sangue para fortale- cimento do corpo patrimonial dos confra- des; substituiu o Estado pelo governo, re- presentante máximo do desqualificado parti- do. Toda a destruição planejada executou e fez executar. É ou não um vencedor? É ou não o “bezerro de ouro” das camadas en- furnadas na sua própria alienação? Lula venceu, sim. Vitorioso na ignomínia, no retrocesso moral e na desintegração do país. 5
  6. 6. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 6 Ocombateaessaherançapassapelo fortalecimentodoEstadoDemocráticode Direito. Não dá para esquecer o que aconteceu, o que exige revisitar o passado, recontar a história da sociedade e de suas instituições e punir exemplarmente os torturadoreseassassinos. BOLETIM DAS BAIAS Caixa Econômica promovendo o comunismo Ocombateaessaherançapassapelo fortalecimentodoEstadoDemocráticode Direito. Não dá para esquecer o que aconteceu, o que exige revisitar o passado, recontar a história da sociedade e de suas instituições e punir exemplarmente os torturadoreseassassinos. Publicação da Federação das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal. Edição nº 84 - ano 18 - Janeiro/Fevereiro 2015 Distribuição gratuita CORRUPÇÃO Fora Temer NÃO Prendam eles SIM INVERSÃO DE VALORES Polícia x Ladrão ELEIÇÕES Lula, Dilma, Renan e Aécio O patrimônio público usado para a promoção da ideologia criminosa marxista. Alguém ainda duvida que a PRIVATIZAÇÃO da CEF é necessária?
  7. 7. P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S QUE PARTIDO É ESSE? PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL Nº 241 - 31 de Julho/2017 7 Relação das viagens da "funcionária" Rosemary Noronha no avião presidencial, que “nós financiamos”: Data País Evento Fonte: Blog do Políbio Braga (jornalista e escritor) - www.polibiobraga.com.br NR: A lista corre nas redes sociais. O editor checou e divulga porque é pública e ver- dadeira. São as viagens de Rosemary Noronha – a afamada Rose do Lula - uma mulher ambiciosa, pistoleira profissional, companheira de cama e mesa do ex-presidente Lula, de cuja relação na horizontal extraía seu poder. Mas que acabou apanhada de calcinha na mão fazendo malfeitorias públicas graças ao suado exercício de deitar e rolar com o pilantra no privado. A vagaba de carteirinha só viajou porque o cafajeste decidiu que nós pagaríamos a conta da patifaria. O avião presidencial, o AeroLula, que nos custou o olho da cara, virou motel aéreo! O vagabundo andou com ela pelo mundo, en- quanto no Brasil nós trabalhamos para manter e sustentar essa quadrilha de sindicalistas do PT! (Internet) Dez.2005 Uruguai (Montevidéu) Cúpula do Mercosul Jul.2006 Argentina(Córdoba) Cúpula do Mercosul Jun.2007 Portugal(Lisboa) CimeiraUniãoEuropeia-Brasil Jul.2007 Bélgica(Bruxelas) ConferênciaInternacionaldeBiocombustíveis Nov.2007 Chile(Santiago) Cúpula Ibero-americana Dez.2007 Argentina (B. Aires) Posse de Cristina Kirchner Dez.2007 Venezuela(Caracas) Visita de trabalho Dez.2007 Bolívia (La Paz) Declaração sobre o Corredor Bioceânico Dez.2007 Uruguai (Montevidéu) Cúpula do Mercosul Abr.2008 Gana (Acra) Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento Mai.2008 Peru(Lima) Cúpula da Alcue (Conferência de Ciência eTecnologia) Jul.2008 Portugal(Lisboa) Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Out.2008 Espanha (Madri) Visita oficial Out.2008 ElSalvador CúpulaIbero-americana Out.2008 Cuba (Havana) Visitaoficial Mar.2009 Qatar (Doha) Cúpula América do Sul-Países Árabes Mar.2009 França (Paris) Encontrobilateral Abr.2009 Reino Unido (Londres) Cúpula do G20 Mai.2009 ElSalvador Posse presidencial Mai.2009 Guatemala Encontrobilateral Mai.2009 Costa Rica (San José) Encontrobilateral Ago.2009 Paraguai(Assunção) Cúpula do Mercosul Nov.2009 Venezuela(Caracas) Encontrobilateral Dez.2009 Ucrânia(Kiev) Visita de Estado Dez.2009 Portugal (Estoril) CúpulaIbero-americana Dez.2009 Alemanha(Berlim) Visita de Estado Dez.2009 Alemanha(Hamburgo) Encontro empresarial Mar.2010 México(Cancún) Calc (Cúpula da América Latina e Caribe sobre Integração e Desenv olvimento) e Cúpula G-Rio Mar.2010 Cuba (Havana) Visitaoficial Mar.2010 ElSalvador(S.Salvador) Visitaoficial Mai.2010 Rússia (Moscou) Visitaoficial Mai.2010 Portugal(Lisboa) CimeiraBrasil-Portugal Nov.2010 Moçambique (Maputo) Encontrobilateral Nov.2010 Coreia do Sul (Seul) Cúpula do G20 Publicado no Inconfidência nº 203 de 03 de junho de 2014 VALE A PENA LER DE NOVO Festa da corrupção: Adriana, Sérgio Cabral, Pezão e Lula OSítionãoédoLula. O Triplex não é do Lula. Os 40 milhões de reais na conta do Lula não são do Lula. OsfilhosdoLulaque ficaram milionários não são do Lula. A única coisa que é do Lula é o bando de idiotas que defende ele na internet. MORO CONFISCA BENS E BLOQUEIA R$ 606 MIL DO EX-SINDICALISTA LULA FOTO: ESTADÃO Ojuiz federal Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 606 mil pertencentes ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dinheiro estava distribuído em quatro con- tas, nos bancos do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Itaú. No total, foram blo- queados R$ 606.727,12. Ha- viaR$397.636,09noBacodo Brasil,R$123.831,05naCai- xa Econômica, R$ 63.702,54 no Bradesco e R$ 21.557,44 no Itaú. O confisco inclui três imóveis do petista e um ter- reno. Também foram arres- tados dois automóveis. O bloqueio foi realizado pelo Banco Central. “Na sentença foi decretado o confis- Na condenação de Lula, o Juiz exigiu o pagamento de R$ 16 milhões co do apartamento como produto do cri- me. Neste processo, pleiteia o sequestro de bens do ex-Presidente para recuperação do produto do crime e o arresto dos mesmos bens para garantir a reparação do dano. Este Juízo reputou pruden- te sentenciar o caso antes de decidir o plei- to de constrição”, diz trecho do despacho. Na condenação de Lula, o juiz exigiu o pagamento de R$ 16 milhões, valor esse re- ferente a uma suposta conta da empreiteira OAS com o PT. Com a determinação de Mo- ro, restam ainda cerca de R$ 13,7 milhões a serem descontados. Na internet vem circulando um vídeo que, apesarderecorrente,bemevidenciaocará- ter antipatriótico do condenado Lula. O fato se refere à nacionalização (encampação) de duas refinariasdaPetrobras,queforamocupadaspelo Exército boliviano, em 1° de maio de 2006. O vídeo apresenta Lula ladeado por uma autoridade boliviana e pelo recém-faleci- do e nada saudoso Marco Aurélio (top-top) Garcia. À certa hora de seu pronunciamento, o petralha declarou textualmente: “Eu quero confessar para vocês, com orgulho: ......... uma elite atrasada que queria que o Brasil de- veria (sic) ser duro com Evo Morales”. E, mais ESTUPEFACIENTE!!! (CRIME DE LESA-PÁTRIA) adiante, complementou: “Olha, o gás é de vo- cês e o petróleo é de vocês, então vocês façam o que vocês quiserem e foi assim que nós nos comportamos, respeitando a soberania da Bo- lívia”. Com isso, diz o comentarista, o Brasil perdeu 5 bilhões de reais (!), o que daria para construir 200 hospitais públicos! Este crime confesso de lesa-pátriaé,nomínimo,ESTUPE- FACIENTE! Esse execrável condenado e ainda pen- tarréu deseja ser de novo presidente do Bra- sil... Assim, nada mais oportuno do que repe- tirmos o nosso tradicional bordão: ESQUECER TAMBÉM É TRAIR! Em 2016, o Ministério Público Federal havia solicitado o sequestro de bens. De acordo com o órgão, Lula é o comandante do maior esquema de corrupção instalado no país. (19 de julho de 2017) Diário do poder / Elson Maranhão NR: Quando condenado definitivamente, deveria ser expatriado!
  8. 8. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 8 O RIO DE JANEIRO VIROU UMNARCO-ESTADO * TEN CEL PMERJ * Luiz Felipe Schittini * Ipojuca Pontes * Ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos. Garantia Sivuca - José Guilherme Godinho, po- licial membro da Scuderie Detetive Le Cocq, um dos responsáveis pela caçada e morte de Cara de Cavalo, cafetão, traficante, assassino e “caso ín- timo” do Hélio Oiticica, vanguardeiro performático das artes tropicalistas que chegou a homenagear o amor bandido com a ode-legenda “Seja margi- nal, seja herói” – bem, dizia Sivuca que “bandido bom é bandido morto”, bordão que o fez Deputado Estadual por duas vezes no ainda tolerável Rio de Janeiro dos anos 1990. Pessoalmente, não chego a tanto. Mas acredi- to piamente que “bandido bom é bandido preso”, se possível, em certos casos, perpetuamente, num pre- sídio de segurança máxima. Este é bem o caso, por exemplo, de Luiz Inácio da Silva, reconhecido nas rodas civiliza- das como o “Chacal” da politicagem tupiniquim. Recentemente, como sabem todos (e a quase generalidade da população aplaudiu), o competente juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente a 9 anos e meio de ca- deia, por corrupção e lavagem de dinhei- ro. É pouco – muito pouco, pouco mes- mo. Neste sentido, procuradores da for- ça-tarefa do Ministério Público Federal tomaram a decisão de recorrer da sen- tença e pedir penas maiores para o do- no do PT. Faz sentido. De fato, como já escrevi, onde se abrir o código penal, o ho- norável Lula corre o risco de ser enquadra- do: felonia, prevaricação, peculato, cor- rupção ativa e passiva, lavagem de dinhei- ro, tráfico de influência, formação de quadrilha, en- tre outras tantas mazelas, formam o prontuário des- ta imperdoável figura que levou o País à degrada- ção moral, política, econômica e social de forma nun- ca trilhada na nossa controversa história republi- cana. Com Lula e o entorno comunista do PT, am- bos aboletados nas utopias funestas e convenien- tes a tipos que nem Frei Beto (não dá pra mais de um “t”), FHC, Antonio Candido, Sérgio Buarque de Holanda, Geisel, Golberi et caterva, o Brasil tri- lhou (e continua a trilhar) os caminhos criminosos do “socialismo tropical” ou, se quiserem, do “esta- tismo selvagem”. Com a comunalha no poder, in- gressamos, sem tirar nem pôr, na atmosfera mór- bida do sétimo círculo do inferno traçado por Dan- te Alighieri nas páginas da Divina Comédia. Eis o fato: nos 13 anos em que Luiz Inácio corrompeu a nação (sim, o “cara” impôs e sempre esteve por trás das manobras da guerrilheira mario- nete), atingimos a condição de um dos países mais corruptos e violentos do mundo, ao tempo em que se consolidou entre nós o aparelhamento do “Estado Forte” e se fincou no pedaço, seguindo as reso- luções do Foro de São Paulo, uma burocracia insus- tentável que nos levou à insolvência absoluta. Os números atuais impressionam: o País da era Lula comporta hoje 151 estatais deficitárias (entre elas, a Petrobras), 30 ministérios falidos, 153 au- tarquias e fundações federais inviáveis, 100 mil car- gos comissionados e funções de confiança e gratifi- LULA: CASO DE CADEIA De fato, como já escrevi, onde se abrir o código penal, o honorável Lula corre o risco de ser enquadrado: felonia, prevaricação, peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, formação de quadrilha, entre outras tantas mazelas, formam o prontuário desta imperdoável figura que levou o País à degradação moral, política, econômica e social de forma nunca trilhada na nossa controversa história republicana. cações supimpas, 250 mil funcionários-ativistas terceirizados, sem incluir o rombo previdenciário es- timado (só em 2017) em R$ 167 bilhões e a alucinante dívida pública federal avaliada (pelo Tesouro Nacio- nal) em mais de R$ 3 trilhões. Eis o prognóstico tardio: segundo cálculos fundamentados, as contas nacio- nais, caso as legiões socialistas de Lula fossem ex- pulsas hoje das bocas estatais, só seriam ajustadas a partir de 2089. Ou seja, daqui a 60 anos! Na sua oligofrenia progressiva, Lula diz que o seu governo livrou da fome 40 milhões de carentes que saíram da linha da pobreza para ingressar numa “nova classe média”. Sem jamais entrar numa fila do INSS, sustenta que transformou a saúde do Brasil em coisa de 1° mundo. Mais: garante que mesmo sendo analfabeto de pai e mãe, abriu as portas das uni- versidades para o povo. E tudo a partir da conso- lidação, pelo seu “Estado Forte”, de uma política de “conteúdo nacional” (vide a “Nova Matriz Econômica”, de fedor leninesco). Cinismo assumido, a mentira tem per- nas curtas. Semana passada, amplo rela- tório divulgado pela Organização Mun- dial do Comércio (OMC) deu conta, de- talhadamente, da desastrosa política industrial e comercial imposta ao País nos 13 anos dos governos de Lula Rous- seff. Escorado na farra vertiginosa de sub- sídios fiscais e financeiros, que detonou uma inflação de dois dígitos, foram desper- diçados R$ trilhões com os “campeões naci- onais” JBS-Friboi, Odebrecht, empresas do finório Eike Batista, OI, OAS etc., cujo objetivo para- lelo gerou propinoduto para abastecer os cofres ina- bordáveis do PT, dos partidos aliados e demais “companheiros de viagens”. Pior: no esquema criminoso adotado, foram preteridas as relações comerciais com economias de- senvolvidas enquanto eram torrados US$ bilhões com Cuba, Venezuela, Angola, República Domini- cana, Bolívia e afins, países velhacos manobrados por comunistas ávidos de dinheiro fácil em troca da adesão irrestrita ao “socialismo do século XXI”. Coisa de doido! Por fim, ouriçados com a decisão do Juiz Moro em bloquear R$ 9 milhões do ex-presidente, a tropa de choque petista classificou-a como “mesquinha”. De fato, a decisão do juiz, em se tratando de condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, é obrigatória. Assim, o protesto soa como deboche. Ademais, Lula aufere gordas aposentado- rias, tem carro com chofer, apartamento confortável do qual não pode ser despejado, adega de fazer inveja a Brillat-Savarin, além de filhos e sobrinhos ricos. Há quem admita até que o honorável dispõe de boas reservas em Cuba e na Venezuela. E o PT, ainda hoje uma das siglas partidárias mais ricas do planeta, não vai permitir que o seu “líder carismático” saia da boa vida e fique “asfixiado”. Fonte: Jornal O Globo, de domingo, 23 de julho de 2017. ESTADO SEM LEI Traficantes decidem quem vai ser atendido em unidades de saúde Os criminosos e traficantes já se apoderaram da EDU- CAÇÃO, ditando quais dias que poderá haver aulas ou não, devido aos intensos tiroteios; da SEGURANÇA PÚBLICA, amedrontando a população a não sair à noi- te ou passar em determinadas vias e da SAÚDE, inter- ferindo no atendimento em hospitais públicos e Unidades de Pronto Atendimento (UPAS). Devemos agradecer muito aos ex- governadores Brizola e Sérgio Cabral. Brizola impediu as Polícias Civil e Militar a realizarem Operações Policiais nos morros, durante os seus dois governos (83 à 86 e 90 à 93), favorecendo em demasia os criminosos, que construíram várias fortalezas e muralhas, como defesa a possíveis incursões policiais. Sérgio Cabral roubou em demasia, ocasionando a falência econô- mica do Estado. Restaram parcos recursos para essas três áreas essen- ciais para a população. Esse caos provocado por Cabral está minguando a segunda receita do RJ, que é o turismo. Há notícias de que vários turistas estão cancelando viagens , devido à situaçãopelaqualoestadopassa.Cabralerao“queridinho“deLulaeDilma, o qual afirmaram em apoio durante os seus comícios e carreatas, de que ele era o mais competente e honesto entre os candidatos, ao governo estadual. Atualmente a população do Estado se tornou refém da criminalidade, com uma média diária de 14 assassinatos, 461 roubos de rua, 153 roubos de veículos,28detransportedecargase22aestabelecimentoscomerciais.Ocerne dessa violência está muito atrelada à entrada diuturna de armas e drogas. O Primeiro Comando da Capital (PCC) tornou-se hegemônico no Paraguai e se fixou em Pedro Juan Caballero. Acabou com os atraves- sadores e os integrantes da facção criminosa trazem a cocaína da Bolívia e armas do Paraguai. Utilizam muito caminhões e carros , com fundo falso, para os seus transportes. NãopodemosesquecerqueumdoslíderesdafacçãocriminosaComando Vermelho (CV), o Fernandinho Beira-mar, embora preso, mantém estreitas ligações com as Forças Armadas Colombianas (FARCs). Esta em fase de desmantelamento , devido ao acordo firmado recentemente com o governo, passou a ser a grande fornecedora de armamentos para o CV. O mais surpreendente é a atual parceria entre o PCC e o grupo terrorista libanês Hezbolah, onde tem vários simpatizantes, na tríplice fron- teira (Brasil, Argentina e Paraguai). A vantagem que o PCC encontra no Brasil é a sua grande territorialidade , que abrange uma fronteira com 10 países e mais de 15.000 Kms, carentes de uma infraestrutura maior e de vigilância. Estima-se que o orçamento anual do PCC é de cerca de R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais). Não podemos olvidar que a polícia paulista durante um mandado de reintegração de posse, do prédio do antigo cine Marrocos, na Av. Ipiranga, centro de São Paulo, encontrou uma forte ligação entre o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Primeiro Comando da Capital ( PCC). O MTST, um apêndice do PT,escondia drogas e armas no prédio ocupado pertencentes à facção criminosa, que abastecia diariamente a Cracolândia, situada a poucos metros do local invadido irregularmente. Com a Operação Lava Jato em pleno andamento e a prisão de vários políticos e empresários corruptos, o PT resolveu se aliar à facções criminosas, afimdeminimizaraquedadoseufaturamento.Essepartidonãotemescrúpulos e adota sem constrangimento, que os fins, justificam os meios. A violência que ceifa a vida de 60.000 brasileiros por ano e o consumo excessivo de drogas no país , especialmente o crack e a cocaína, tem muito a ver , com a perpetuação no poder, por parte do PT. Que nas eleições ma- joritárias de 2018, o povo brasileiro alije do cenário político, esse partido que tanto mal fez ao nosso país! 8
  9. 9. Nº 241 - 31 de Julho/2017 9 * É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina. *Graça Salgueiro OForo de São Paulo (FSP) realizou seu XXIII Encontro em Manágua, Nicará- gua, entre os dias 15 e 19 de julho de 2017 e, diferente dos outros anos, apenas dois temas dominaram os debates: a defesa intransigente a Lula e o apoio incondici- onal ao golpe de Estado sob a fachada de uma Assembléia Nacional Constituinte (ANC) na Venezuela de Maduro. Assim diz a resolução relativa à Venezuela: “Em 30 de junho o povo venezuelano irá às urnas para eleger a composição da ANC. Nesse contexto, o FSP aderiu à campanha e chama- mos todos a se somar e parti- cipar da campanha “Vene- zuela Coração da América” parademonstrarnossoapoio à Venezuela e às decisões soberanas de seu povo, com vistas ao 30 de julho e depois dessa data. Na próxima se- mana, o objetivo pontual se- rá visibilizar a ANC como um processo legítimo e abra- çado por todos os povos que defendem a auto-determina- ção, a soberania e a paz frente ao ingeren- cismo” [1] . Ora, essa não foi uma “decisão sobe- rana de seu povo” mas uma decisão auto- ritária dos ditadores Raúl Castro e Nicolás Maduro uma vez que, ao rejeitar a lista de assinaturas para um referendo em dezem- brode2016,nãocumpriroquerezanaatual Constituição que exige que o povo se ma- nifeste sobre o desejo de realizar uma nova Constituição e desconhecer os resulta- dos da Consulta Popular realizada no dia 16 de julho passado onde 7.505.338 elei- tores disseram que NÃO queriam uma ANC, Maduro deixou claro seu caráter autoritário ditatorial, contrastando flagran- temente o que dizem Gleise Hoffmann e Mônica Valente nessa resolução do FSP. OConselhoNacionalEleitoral(CNE) havia cancelado as eleições para governa- dor e vereadores que deveriam ocorrer em 2016, alegando que não havia tempo nem verba suficiente para bancar o evento, do mesmo modo que na Consulta Popular or- ganizada e realizada pela oposição, mas teve mais que o suficiente para organizar em apenas 4 meses e bancar os custos da ANC porque era imperativo consolidar uma monstruosa fraude que garantisse o controle total dos cubanos e da Nomenkla- tura chavista-madurista no poder. No último dia de campanha Madu- ro fez ameaças públicas aos funcionários públicos caso não votassem [2] , coisas A GRANDE FRAUDE DA CONSTITUIÇÃO CUBANO-VENEZUELANA DO FORO DE SÃO PAULO tais como: ser demitido, perder o direito aos programas sociais e ao cartão que permite comprar mercadorias com preço mais barato. A procuradora Luisa Ortega Díaz anunciou que o Ministério Público abriu um expedienteparareceberasdenún- cias que são incontáveis e afirmou: “Por imperativo categórico e mandato das leis, me pronuncio para desconhecer a ori- gem, processo e suposto resultado da imo- ral constituinte presidencial”. E no dia da votação o que reinou mesmo foi a violência, a repressão e um saldo de 16 assassinatos, um dos quais um meninode 13anose milharesde feridos.Os jornalistas não tiveram direito a acesso aos centros de votação, sendo agredidos e al- guns presos pela Guarda Nacional Boli- variana (GNB). Um prédio residencial foi incendiado e não permitiram que chamas- sem os bombeiros; a esposa e filhas do deputadoopositor,SimónCalzadillo,foram seqüestradas e levadas ao SEBIM; o filho de outro deputado foi seqüestrado dentro de casa. Os centros de votação estavam de- sertos, havia mais policiais e guardas reprimindo o po- vo nas ruas e gente nas filas para conseguir pão do que nos centros de votação, en- tretanto, a reitora do CNE fez um anúncio em cadeia de televisão prorrogando a votação por mais uma hora porque sabia que o mundo inteiro estava ven- do o que ocorria e eles pre- cisavam justificar a frau- de mais tarde. O governo reverbe- rava que a participação foi “massiva”, mas MUD cal- culou que somente 12% dos eleitores aptos a votar compareceram, perfazendo um total de 2.383.073 votos contabilizados até as 18:00 h. Desses, 25% foram nulos, prova- velmente dos funcionários públicos que foramobrigadosavotar,masquandooCNE resolveu anunciar os resultados já passan- do da meia-noite, ouviu-se o que já era es- perado:41,53%ouseja,8.089.320eleitores votaram nos candidatos a assembleístas. A Venezuela possui 19,5 milhões de pessoas aptas a votar, então a pergunta que não quer calar é a seguinte: como num momento 7.505.338pessoassemanifestamcontrárias a participar de uma farsa ilegal e incons- titucional, e depois o número dos que apói- am é maior? A explicação para essa rotunda mentiraéque,segundooArt.348doCódigo eleitoral, para que uma eleição seja va- lidada é necessário que 15% dos elei- tores votem e Maduro sabia que não havia conseguido! Oresultadodessecrimeeleitoral e constitucional foi o rechaço e desco- nhecimento de vários países que se manifestaram mesmo antes da divul- gação dos resultados. Os Estados Uni- dos encabeçaram a lista, ainda na se- mana passada, sancionando 13 altos funcionários do governo, dentre os quais Tibisay Lucena, reitora do CNE, TarekWilliamSaab,DefensordoPovo, Elias Jaua, ex-vice presidente, e os co- mandantes da Guarda Nacional, Polícia e Forças Armadas, bloqueando bens, conge- lando contas e cartões de crédito, proibindo qualquer contato pessoal ou comercial com eles, além do cancelamento do visto e da proibição de entrada no país. Aos USA so- maram-se,adotando as mesmas restrições, Canadá, México, Colômbia, Peru e Pana- má.AUniãoEuropéia,aONUeoMERCO- SUL também rejeitaram e desconheceram a ANC assim como Brasil, Argentina, Paraguai e Espanha. Em fevereiro deste ano o Escritório de Controle de Bens Estrangeiros do Te- souro dos Estados Unidos (OFAC na si- gla original) já havia sancionado com as mesmas medidas a Tareck el Aissami, vice-presidente da Venezuela, Freddy Ber- nal, Hugo Carvajal, Henry Rangel Silva, RamónRodríguezChacínpornarcotráfico conhecido como o “Cartel dos Sóis” além de 13 magistrados, e hoje Maduro foi in- cluído na lista. Em pronunciamento no fim da tarde do dia 31, o Assessor de Se- gurança Nacional dos Estados Unidos, H. R. McMaster, disse de Maduro e da vo- tação de ontem: “As eleições ilegítimas da Venezuela confirmam que Maduro é um ditador que menospreza o desejo dos venezuelanos”. Mais sanções contra Maduro e sua ditadura criminosa virão de todos os cantos do mundo, e na Ve- nezuela a oposição se fortalece nu- ma luta que entra no quinto mês com um saldo de 126 mortos, mais de 1.000 presos políticos e centenas de feridos. Eles prometem não parar. Só quando derrubarem esse regime assassino e tiverem de volta a liber- dade e democracia no país. É um bra- vo povo, que resiste e, como Davi, enfrenta um Golias demoníaco. Ma- duro e o FSP fracassaram. Que Deus abençoe a Venezuela! Notas: [1] http://forodesaopaulo.org/venezuela-corazon-de-america-en-este-30-todo-el-continente-por-la-constituyente [2] <iframe width=”560" height=”315" src=”https://www.youtube.com/embed/diqzmwOqVPc” frameborder=”0" allowfullscreen></iframe> Venezuela hoje: caos, fome, miséria, violência e 126 vítimas de assassinatos em 4 meses Foto: EPA Fome e miséria na Venezuela: é isso que defendem o PT e o Foro de São Paulo. Foto: José Pachecho Com cédulas eleitorais, venezuelanos escrevem na parede “Fraude Constituinte” Foto: EFE/Miguel Gutiérrez As eleições ilegítimas da Venezuela confirmam que Maduro é um ditador que menospreza o desejo dos venezuelanos. 9
  10. 10. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 10 * Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com Cel Osmar José de Barros Ribeiro (continua) * Manoel Soriano Neto “Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la.” General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970) AMAZÔNIA – O GRANDE DESAFIO (IV)(IV)(IV)(IV)(IV) Em prosseguimento ao estudo da Amazônia brasileira, em sua expressão fisiográfica, teceremos considerações acerca da bacia potamográfica nela contida, um verda- deiro ‘Mar Interior’, um mar fechado (‘Mare Clausum’) – ou ‘Mare Nostrum Brasilei- ro’, na feliz expressão do escritor e médico sanitarista Gastão Cruls. É um verdadeiro ‘Império das Águas’, abrangendo as calhas dos rios Solimões-Amazonas e seus inú- meros tributários. Relembre-se, por muito relevante, que as águas da imensa bacia impulsionam, hoje, várias usinas termelétricas, já prontas ou em construção, impres- cindíveis para o desenvolvimento nacional. Por digno de nota, assinale-se um recente e importante estudo científico publica- do na revista ‘Science Advances’. Segundo ele, no passado remoto (no ‘Mioceno’, de 23 a 5,3 milhões de anos atrás), a nossa Amazônia era um grande mar de pouca pro- fundidade e salinidade, possuidor de uma fauna abundante, onde existiam peixes de to- das as espécies e até tubarões. As conclusões a que chegaram os cientistas são funda- mentais para as atuais pesquisas sobre a flora e a fauna, a biodiversidade, enfim, da re- gião, eis que ela possui 20% de terras úmidas/inundáveis, em seu todo geográfico, com notáveis resquícios materiais do período mencionado. Os rios Solimões-Amazonas, ou simplesmente rio Amazonas, como será chamado daqui para a frente, nasce, consoante novas revelações científicas, na Cordilheira dos An- des, ao Sul do Peru - e não ao Norte, como antes era entendido - , a 5.567 metros de altitude, numa das regiões mais secas do planeta, no encontro dos desertos de Nasca e do Atacama, e segue na direção Oeste-Leste até desaguar no Oceano Atlântico. Em verdade, o Ama- zonas origina-se no rio Ucayalli (e não no rio Marañon, como se dizia), o qual, por sua vez, provém da fonte Apurimac. Há geógrafos que propõem uma denominação única para os dois rios - o Ucayalli e o Solimões, tanto no Peru quanto no Brasil -, que passariam a se chamar de ‘Amazonas’. No Brasil, o Solimões, depois de receber o rio Negro, pró- ximo a Manaus, se denomina ‘Rio Amazonas’ – o ‘Rio-Mar’ ou ‘Mar Doce’. A propó- sito, anote-se que na linguagem indígena, o Amazonas é chamado de ‘Paraná-Açu’, ou, em tradução livre, ‘Rio ou Mar Grande’ ou ‘Rio-Mar’. Os aruaques, em seu rico fabulário, o denominam de ‘Amaru Mayu’ – ‘A Serpente-Mãe do Mundo’... Este rio era anteriormente africano, mas correu para a América do Sul, após a separação dos continentes (tudo, em pristinas eras, era um único conjunto - a ‘pangeia’), e desem- bocava no Oceano Pacífico. Entretanto, após a abrupta elevação da Cordilheira dos Andes, inverteu o seu curso e rumou para o Atlântico. É o mais volumoso - ou cau- daloso - e extenso curso d’água do planeta, como nos dá conta o conceituado INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Ele supera os rios Nilo (é cerca de 50 km maior do que este curso d’água, que era considerado o mais comprido do mundo) e Mississipi, como foi comprovado em uma expedição científica conjunta brasileiro- peruana, o ‘Projeto Panamazônia’, com o auxílio de satélites da NASA, no ano de 2007. O potencial energético existente nesses rios é incomensurável, estando em andamen- to, nunca é demais repetir, megaprojetos, bem como o planejamento e a construção de usinas de pequeno porte, as ditas PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), que vêm almejando uma maior participação na produção energética. E o que são ‘rios voadores’, que transportam água? O assunto constará do pró- ximo artigo. SIMPLESMENTE, LAMENTÁVEL Assim, acreditando que nada mudaria no cenário nacional, seguiam os partidos e seus "donos" na rotina do "toma lá, dá cá" quando, graças à Operação Lava Jato, tomou-se conhecimento, de forma inso- fismável de que nos altos escalões parti- dárioseadministrativosda República, tan- to ontem quanto hoje, a corrupção é tida e havida como normal, moeda de troca entre políticos e altos funcionários, com as raras e honrosas exceções de sempre. Exemplo destas, vamos encontra-lo no livro "A guerra do açúcar: as invasões ho- landesas no Brasil" (Carlos Roberto Car- valhoDaróz.BibliotecadoExército,2106. Coleção General Benício), em passagem referente a Matias de Albuquerque que, quando da invasão holandesa foi, su- cessivamente e ao longo sete anos, ca- pitão-mor de Per- nambuco e gover- nador-geral do Bra- sil. O frade francis- canoVicentedoSal- vador conviveu com ele e registrou, en- tre outros traços da sua personalidade, o seguinte: ... sempre muito limpo de mãos, não aceitando coisa alguma de quem quer que fosse, nem tirando a outros seus em- pregos para dar aos seus adeptos. ... Do trecho acima, é fácil concluir a abissal diferença entre Matias de Albu- querque e o ex-presidente Luiz Inácio Lu- la da Silva. O primeiro, além de guerreiro, foi administrador honesto e capaz, prodi- galizando bons exemplos; o segundo, sin- dicalista, ídolo (com pés de barro) do Par- tido dos Trabalhadores, informante do DOPS paulista, acertava greves com a indústria automobilística e é o principal responsável, como presidente do Brasil, pelo altíssimo grau de corrupção que as- solou a administração pública federal no seu governo e no da sua sucessora. Hoje, condenado em primeira instância a nove Sabemos que inexistem santos entre os políticos. Não obstante, elegemos e reelegemos os mesmos nomes e sobrenomes, no bojo de um sistema eleitoral feito sob medida para a inexistência de grandes surpresas. anos e seis meses de prisão em regime fechado, ainda tem o desplante de lan- çar-se candidato à presidência da Re- pública. Se pensávamos já ter visto de tu- do em matéria de safadeza parlamentar, eis que o deputado petista Vicente Cân- dido (além das benesses como deputa- do recebe, da Confederação Brasileira de Futebol, um salário de R$35.000,00 mensais), relator da reforma política que os "nobres" deputados pensam vo- tar um dia, incluiu no projeto emenda que impediria a prisão de candidatos até oito meses antes das eleições. Tal emenda, claro está, objetiva salvar Lula de provável prisão, haja vista sua pre- tensão de voltar ao Planalto. À emenda aci- ma, há que acrescen- tar que nossos "no- bres" deputados es- tão dispostos a mudar, no texto de um novo Código de Processo Pe- nal em elaboração, as atuais regras que re- gem a delação premi- ada, a prisão preven- tiva e a condução coercitiva, além de revogar o entendimento de que as pe- nas podem começar a ser cumpridas após a condenação em segunda instância. Tudo com vistas a destruir os funda- mentos sobre os quais a Operação Lava Jato vem sendo levada a cabo. O Congresso, tudo faz crer, per- deu a vergonha e se insurge contra tu- do o que, no combate à corrupção que grassa nos mais altos escalões políti- cos da nossa "república bananeira", atende aos reclamos da esmagadora maioria da população brasileira que tem a ousadia de pensar em novos tempos, nos quais a correção no trato do di- nheiro público e a meritocracia sejam a regra. Há que mudar para que tudo siga como antes. Simplesmente, lamentável. O Rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes, no Peru, nas cabeceiras do Rio Apurimac, na montanha Nevado Mesmi, a 5.567 metros de altitude O Congresso, perdeu a vergonha e se insurge contra o combate à corrupção que grassa nos mais altos escalões políticos da nossa "república bananeira" ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Ipso facto, é de se esperar que, por iniciativa própria, as autoridades cons- tituídas, sob suspeita de prática de crimes, convoquem as Forças Armadas para a garantia da Lei e da Ordem (GLO) em seu próprio habitáculo? É óbvio que não! ... Deduz-se, então, que, as Forças Armadas tomem a iniciativa da ação ou ficarão impedidas de cumprir sua missão constitucional. É o que têm feito – agir por iniciativa própria – os Policiais Federais e os Procuradores da República que atuam na operação Lava Jato. Um exemplo a ser seguido! GLO - GARANTIA DA LEI E DA ORDEM O Antagonista
  11. 11. Nº 241 - 31 de Julho/2017 11 INTERVENÇÃO MILITAR Ogeneral José Eduardo Leal de Olivei- ra, comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Rondônia, impediu nesta terça-feira, 11 de julho, durante inspeção no Complexo Peniten- ciário Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul, a participação do juiz de direito Hu- go Torquato, da Vara de Execuções Pe- nais no município, que tentou acompa- nhar o trabalho das Forças Armadas no local. A pedido do governo do Acre, inte- grantes da Brigada Príncipe da Beira fize- ram uma varredura no presídio em busca de armas, aparelhos celulares e drogas, entre outros produtos ilícitos. Hugo Torquato disse por telefone ao ac24horas que a ação do general foi “in- constitucional” e “truculenta”. O magistra- do afirmou que José Eduardo Leal fez vários questionamentos a ele. “Uma atuação, embora com boas intenções, desrespeitosa. O general ques- tionou se com ordem de quem eu estaria ali. Deu ordem na minha própria escolta, os policiais que estavam na minha escol- ta, segundo ele estavam sob o comando dele também, e determinou minha retira- da do local. Uma conduta que não tem qualquer amparo, que é truculenta e não tem qualquer amparo.” Vale lembrar que é atribuição do juiz de execução penal inspecionar pre- sídios e penitenciárias para verificar as condições em que os condenados estão cumprindo pena. O GENERAL E O JUIZ ACRE: General impede que juiz acompanhe inspeção em presídio de Cruzeiro do Sul * Archibaldo Antunes e Luciano Tavares A presidência do Supremo Tribu- nal Federal foi informada pela Associ- ação dos Magistrados do Acre sobre o episódio. No começo da noite desta terça, em coletiva à imprensa do Juruá para apre- sentar o resultado da operação, o procu- rador de Justiça Militar José Luiz Pereira Gomes confirmou o episódio, sob a condi- ção de que as câmeras, microfones e gra- vadores fossem desligados. O procurador não soube precisar o nome do magistrado cuja participação nas ações dentro do presídio foi negada pelo general Leal. De acordo com o procurador de Jus- tiça Militar, o indeferimento da presença do magistrado durante a revista nas celas se baseou no princípio de que, naquele mo- mento, a penitenciária estava sob contro- le das Forças Armadas, não cabendo a um juiz interferir na operação. A ação da 17ª Brigada ocorreu con- soante o decreto presidencial de 17 de janeiro de 2017, no qual o presidente Mi- chel Temer autorizou o uso dos contin- gentes das Forças Armadas nas inspe- ções aos presídios do país, com o obje- tivo de garantir a lei e ordem. O desentendimento entre o general Leal e o juiz de Cruzeiro do Sul foi consi- derado um episódio de menor importân- cia diante dos resultados alcançados pe- los responsáveis da operação. NR: Corretíssima a ação do General. Ora, se foi dada a missão para que o Exército efetuasse a varredura, a ingerência do juiz é inconsequente, ou iria querer o “Capa-Preta” ensinar o padre a rezar missas? Para o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, falta interesse da classe política brasileira em combater a corrupção. “Lamentavelmente, eu vejo uma ausência de um discurso mais vigoroso por parte das autoridades políticas brasileiras em relação ao problema da corrupção. Fica a impressão de que essa é uma tarefa única e exclusiva de policiais, procuradores e juízes”, afirmou Moro em entrevista concedida à Folha e a outros integrantes do grupo internacional de jornalismo colaborativo “Investiga Lava Jato” –o jornal é um dos coordenadores da iniciativa. POLÍTICOS NÃO TÊM INTERESSE EM COMBATER A CORRUPÇÃO... *Aristóteles Drummond * Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ aristotelesdrummond@mls.com.br www.aristotelesdrummond.com.br Estamos chegando a um ponto em que o compromisso com a so- brevivência da pátria co- mo democracia política e social corre riscos reais. Não pode haver paz, ordem, progres- so, liberdade, em clima de impunidade, de trapaças e artimanhas de proteção a pode- rosos, sem a aplicação de valores éticos e morais alicerçados no patriotismo. Os conceitos da nacionalidade vêm sendo desgastados com o tempo em sis- temático programa de destruição de va- lores. Desde a família, as instituições na- cionais, com ênfase para o afastamento iné- dito dos militares das altas decisões na- cionais. E a deformação de nossa história, com o martelar de versões mentirosas apre- sentadas às novas gerações. A subversão e a corrupção sempre encontraram na presença militar um forte componente de contenção. Vargas ficou 15 anos no poder, com respaldo militar, tendo como alicerce sólido a austeridade no trato da coisa pública naqueles anos. Ninguém enriqueceu, deixou fortunas. Pelo con- trário Oficiais- Generais de sustentação do regime, como Góis Monteiro, Canrobert, Eurico Gaspar Dutra, Zenóbio da Costa, Conrado Heck, Protógenes Guimarães, Renato Guilhobel e Silvio Noronha, deixa- ram um legado de patriotismo nas suas ar- mas. Assim como os fundadores da nossa EM CIMA DA HORA Precisamos de um líder, um porta-voz do pensamento dos brasileiros que abraçaram uma carreira de sacrifícios em que a maior recompensa é servir ao Brasil. Aeronáutica, Salgado Filho e Armando Trompowski. O regime de 64 nos deu não só exem- plo nos presidentes Castello Branco, Costa e Silva, Médici e Figueiredo, mas nos ofici- ais que vieram a formar o mais competente time de ministros da República, com re- velaçõescomoMárioAndreazza,CésarCals, Haroldo Corrêa de Matos, Jarbas Passari- nho, Hygino Corsetti e Ruben Ludwig, en- tre outros. Todos sem mácula. Não se trata de pregar uma interven- ção militar, pois os tempos são outros, mas, sim, de alertar para a necessidade de uma presença militar nas grandes decisões naci- onais, na orientação de medidas urgentes para acelerar questões que limitam a capa- cidade do país sair da crise. Entre elas: a mo- rosidade nas reformas e nos tribunais que estão cuidando de pôr fim a impunidade nos casos de corrupção e abuso de poder. Precisamos de um líder, um porta-voz do pensamento dos brasileiros que abraça- ram uma carreira de sacrifícios em que a maior recompensa é servir ao Brasil. O que não é possível, guardando postura que pode pecar pela discrição ou até pela omis- são. Vamos ver como introduzir no debate nacional a presença militar, que tem o res- peito do povo e o exemplo da história. Nosso Jornal está datado de 31 de julho, quando o finalizamos e reservamos este es- paço para apresentar o resultado da votação na Câmara dos Deputados, acontecida a 2 de agosto, do contrário perderíamos a oportunidade de comentá-lo. A finalidade da votação era julgar a denúncia por corrupção contra o presidente Temer, apresentada pela Procuradoria Geral da República e teve o seguinte resultado: Sim: 263 - Não: 227 - Abstenção: 002 - Total: 493 - Ausentes: 019 Na nossa opinião, esse resultado foi o menos pior para o Brasil. Foi triste assistir e ouvir a votação dos deputados, a maioria corrupta e ainda alguns citaram o nome do Lula e da Dilma. Em Minas foram 33 sim, 18 não, 1 abstenção e 1 ausente. Temos a melhor solução para a triste situação que vive o nosso país, as palavras de Rui Barbosa: Internet A VOTAÇÃO NA CÂMARA DE DEPUTADOS INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL “não é uma opção mas sim uma solução” "O Exército é uma força essencialmente obediente dentro da lei e da Cons- tituição. Não quer isso dizer que ao Exército caiba o papel de jurista, de leguleio, de intérprete dos casos complexos na inteligência da Constituição e das leis bra- sileiras. Não. Mas quer dizer que, quando os atos do governo romperem ostensiva- mente, material e grosseiramente contra as leis e contra a Constituição, é não só direito, mas dever das Forças Armadas, não prestar obediência a estes abertamente rebelados contra a Constituição e contra as leis".
  12. 12. 8Nº 241 - 31 de Julho/2017 12 Cel José Batista Pinheiro Em economia, sem precisar ser can- didato ao Prêmio Nobel, é fácil entender que: ”NÃO SE DEVE GAS- TAR ALÉM DO QUE SE ARRECA- DA”. Este dogma abrange o princípio de que toda RECEITA é estimada e toda DESPESA é aplicada. A começar no nosso próprio lar onde precisamos ter muito cuidado para não aplicarmos o nosso salário em gastos su- pérfluos para não tornar de- ficitário o nosso orçamento doméstico. O equilíbrio das nossas contas consiste em sabermos exatamente os nos- sos ganhos e aplicar apenas as despesas iguais ou meno- res que estes. No caso da adminis- tração financeira do FUSEX pelo go- verno federal esta regra simples de receita e despesa foge a esse funda- mental princípio. Não sabemos o que se arrecada, o planejamento da des- pesa, se existe déficit, superávit ou qual o rendimento do nosso dinheiro no mercado financeiro. Pelo que en- tendemos e lemos todos os dias na imprensa e nas redes sociais, embo- ra sendo o Brasil um país que produz grandes riquezas é pródigo em es- banjamento, gerando dívidas absur- das em seu orçamento. Como vamos Prezado(a) Senhor(a), Ao cumprimentá-lo(a), cordialmente, o Centro de Comunicação Social do Exército Brasileiro acusa e agradece o recebimento do e-mail formulado por Vossa Excelência/Vossa Senhoria. A respeito do assunto, este Centro informa o seguinte: O presente email foi encaminhado ao setor responsável para conhecimen- to, análise, estudo e as providências pertinentes. Atenciosamente, Divisão de Relações Públicas/CCOMSEx Acesse: www.eb.mil.br Exército Brasileiro, Braço Forte - Mão Amiga OS MEANDROS FINANCEIROS DO FUSEX confiar na gerência de gastos governamen- tais que se afundam em dívidas? Daí, a nossa preocupação em sa- ber que o dinheiro descontado do nos- so bolso está sendo entregue de ban- deja às Rendas da União para ser pul- verizado. Achamos,salvemelhor juízo, que a nossa tese em re- tirar a arrecadação do FU- SEX das garras da União procede, é coerente e neces- sária para que tenhamos uma administração própria con- forme preceitua a definição, em economia, de fundo fi- nanceiro: “são recursos mo- netários específicos quando reserva- dos para determinados fins.” Portan- do, compete aos militares da força ter- restre administrar em causa própria os recursos monetários arrecadados em folha de pagamento para os eleva- dos fins do tratamento da saúde em suas preciosas vidas. É apenas uma problemática de querer ou não trans- formar esse fundo financeiro em um excelente Plano de Saúde igual ou melhor aos existentes na iniciativa pri- vada. Assunto pertinente às demais Forças. FALE CONOSCO <exercitobrasileiro-3@ccomsex.eb.mil.br> Data: 17 de julho de 2017 14:33 Assunto: Re: OS MEANDROS FINANCEIROS DO FUSEX Para: José Batista Pinheiro <batistapinheiro30@gmail.com> EFEITO VINCULANTE Decisão do STF sobre Raposa Serra do Sol vale para toda a administração, diz governo Apartir de 20 de julho, a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a terra indígena Raposa Serra do Sol deve ser seguida em todos os processos de demarcação de terra indígena pelo go- verno federal. O presidente Michel Te- mer aprovou parecer da Advocacia- Geral da União que manda a União se- guir a decisão do STF. O texto foi publi- cado no Diário Oficial da União. Presidente Michel Temer aprova parecer da AGU e transforma decisão do Supremo sobre Raposa Serra do Sol em regra de cumprimento obrigatório pela administração pública. Portanto, as “salvaguardas insti- tucionais” estabelecidas pelo Supremo para o caso da Raposa Serra do Sol valem para todos os processos de demarcação de terras indígenas. Entre as salvaguar- das estão a definição de que só são terras indígenas as ocupadas por índios na data da promulgação da Constituição, a proi- bição de expandir as áreas demarcadas e a determinação de que os direitos dos povos indígenas não se sobrepõem a questões de segurança nacional. Na prática, o parecer tem força de lei. O texto, assinado pelo consultor-ge- ral da União substituto André Rufino do Vale, vincula toda a administração públi- ca federal e transforma a decisão do Su- premo, tomada num processo subjetivo, em norma de seguimento obrigatório. O parecer faz parte do grupo de manifestações da AGU descritas no arti- go40daLeiComplementar73.Odisposi- tivo diz que, depois de aprovados pelo Pedro Canário presidente da República, os órgãos e en- tidades da administração pública federal “ficam obrigados a lhe dar fiel cumpri- mento”. É uma das técnicas legislativas do Executivo Federal, ao lado da medida provisória. Esse tipo de parecer ganhou es- pecial importância depois que o Plená- rio do STF decidiu que apenas as ações de controle concentrado de constitu- cionalidade e súmulas vinculantes têm efeitos para além das partes em litígio. As demais aplicam-se apenas aos casos concretos. Nos casos de declaração de inconstitucionalidade de lei em ações de controle concreto, como os recursos com repercussão geral, o Supremo deve ofici- ar o Senado para que decida se extirpa ou não a lei do ordenamento jurídico. Em outubro de 2013, o Plenário do STF seguiu voto de Barroso e estabele- ceu que decisão no caso da Raposa Serra do Sol só se aplica àquele processo. O parecer sobre a Raposa Serra do Sol se sobrepõe a uma portaria da AGU, de 2012, que mandava os órgãos de as- sessoria jurídica da União obedecer às diretrizes do Supremo. É que em outubro de 2013 a corte decidiu, em embargos de declaração, que, embora a decisão sobre a Raposa Serra do Sol tenha sido um precedente importante, não tem caráter vinculante. Portanto, só se aplica àquele caso específico, e não a todos os casos sobre o mesmo tempo, conforme o voto do ministro Luís Roberto Barroso, segui- do à unanimidade. Revista Consultor Jurídico, 20 de julho de 2017 Foto: Gervásio Baptista/SCO/STF MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO GABINETE DO COMANDANTE Acoisa que MAIS me impressiona no Brasil é a turma dos políticos falando bonito enquanto em volta nossos compatriotas são abatidos a tiros como pombos de barro num estande e o QI médio da população cai como uma bola de chumbo jogada num poço. Falam de problemas econômicos e administrativos como se não estivesse acontecendo mais nada, como se tudo o que falta ao nosso povo fossem uns empreguinhos e uns postes de iluminação. É uma alienação psicótica. ALIENAÇÃO PSICÓTICAProfessor Olavo de Carvalho

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