Apresentacao urgencias e_emergencias_odontologia

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Apresentacao urgencias e_emergencias_odontologia

  1. 1. Urgências e EmergênciasUrgências e Emergências Ambulatoriais emAmbulatoriais em OdontologiaOdontologia Prof. ANDRÉ VIANAProf. ANDRÉ VIANA -- UNIFORUNIFOR ESPECIALISTA EM ONCOLOGIAESPECIALISTA EM ONCOLOGIA –– FICFIC MESTRE EM FARMACOLOGIAMESTRE EM FARMACOLOGIA -- FACULDADE DE MEDICINAFACULDADE DE MEDICINA –– UFCUFC DOUTORANDO EM FARMACOLOGIADOUTORANDO EM FARMACOLOGIA -- FACULDADE DE MEDICINAFACULDADE DE MEDICINA –– UFCUFC
  2. 2. Urgência x EmergênciaUrgência x Emergência ll EmergênciaEmergência ¡¡PrevistaPrevista llEvitávelEvitável llInevitávelInevitável ¡¡ImprevistaImprevista ll UrgênciaUrgência
  3. 3. Urgência x EmergênciaUrgência x Emergência ll LegislaçãoLegislação ¡¡Lei 5.081 (1966)Lei 5.081 (1966) ¡¡CódigosCódigos llÉticaÉtica llCivil brasileiroCivil brasileiro llPenalPenal llDefesa do consumidorDefesa do consumidor
  4. 4. Apuração daApuração da ResponsabilidadeResponsabilidade ll DanoDano ll Ato profissionalAto profissional ll Ausência de doloAusência de dolo ll Nexo CausalNexo Causal ll Aspectos importantesAspectos importantes ¡¡CapacitaçãoCapacitação ¡¡TreinamentoTreinamento ¡¡Recursos técnicosRecursos técnicos ¡¡Recursos materiaisRecursos materiais ¡¡Controle imediatoControle imediato ¡¡Conduta adequadaConduta adequada
  5. 5. Avaliação ClínicaAvaliação Clínica ll ImportânciaImportância ll MeiosMeios ¡¡AnamneseAnamnese ¡¡Exame físicoExame físico ¡¡Exames laboratoriaisExames laboratoriais
  6. 6. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  7. 7. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  8. 8. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  9. 9. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar ll Quadro infeccioso agudoQuadro infeccioso agudo ll EnvolveEnvolve –– dente X processo alveolardente X processo alveolar ll EtiologiaEtiologia ¡¡ Complicações de cáriesComplicações de cáries ¡¡ CistosCistos periapicaisperiapicais infectadosinfectados ¡¡ Traumatismos dentaisTraumatismos dentais ¡¡ Corpo estranhoCorpo estranho ¡¡ Fraturas maxilar ou mandibularFraturas maxilar ou mandibular
  10. 10. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar ll Fase inicial ou de evoluçãoFase inicial ou de evolução ¡¡Dor localizada e intensaDor localizada e intensa ¡¡Hipersensibilidade dentalHipersensibilidade dental ¡¡Apagamento do sulcoApagamento do sulco mucogengivalmucogengival ¡¡Mucosa alveolarMucosa alveolar hiperemiadahiperemiada, lisa e brilhante, lisa e brilhante ll Fase de estadoFase de estado ¡¡ Aumento das sintomatologiaAumento das sintomatologia –– local e sistêmicalocal e sistêmica ¡¡ Indício de celuliteIndício de celulite ¡¡ TrismoTrismo ll Fase FinalFase Final ¡¡Regressão dos sintomasRegressão dos sintomas ¡¡FlutuaçãoFlutuação
  11. 11. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar Os abscessosOs abscessos agudos representam um tipo deagudos representam um tipo de infecçãoinfecção odontogênicaodontogênica ee na clínica odontológicana clínica odontológica geralmente apresentamgeralmente apresentam--se como patologia dese como patologia de urgênciaurgência, requerendo a intervenção imediata por, requerendo a intervenção imediata por parte do cirurgiãoparte do cirurgião--dentista.dentista. O tratamentoO tratamento primordial dessas lesões é a realização daprimordial dessas lesões é a realização da drenagemdrenagem e,e, quando necessária, a instituição daquando necessária, a instituição da antibioticoterapiaantibioticoterapia,, com o objetivo de prevenir umacom o objetivo de prevenir uma maior disseminação da coleção purulenta emaior disseminação da coleção purulenta e propiciar ao organismo melhores condições depropiciar ao organismo melhores condições de reparo tecidual.reparo tecidual.
  12. 12. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar OO pacientepaciente EE.. SS.. CC..,, sexosexo masculino,masculino, comcom 2828 anosanos dede idade,idade, apresentouapresentou--sese comcom queixaqueixa dede “dor“dor dede forteforte intensidade”intensidade”.. ForamForam constatadasconstatadas pressãopressão arterialarterial dede 150150xx100100 mmmm HgHg ee temperaturatemperatura axilaraxilar dede 3838 ºCºC.. RelatouRelatou serser fumantefumante ee usuáriousuário contínuocontínuo dede bebidabebida alcoólicaalcoólica.. NaNa avaliaçãoavaliação extrabucalextrabucal observouobservou--sese ligeiraligeira assimetriaassimetria facialfacial,, comcom maiormaior alteraçãoalteração volumétricavolumétrica nana regiãoregião submandibularsubmandibular dodo ladolado esquerdoesquerdo.. ConstatadoConstatado doençadoença periodontalperiodontal generalizadageneralizada ee existênciaexistência dede cáriecárie profundaprofunda nono 3636.. AA mucosamucosa alveolaralveolar nana áreaárea apresentavaapresentava edemaciada,edemaciada, comcom aumentoaumento dede volumevolume flutuanteflutuante ee extravasamentoextravasamento dede coleçãocoleção purulentapurulenta pelopelo sulcosulco gengivalgengival..
  13. 13. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  14. 14. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  15. 15. AbscessoAbscesso DentoalveolarDentoalveolar
  16. 16. AbscessoAbscesso PeriodontalPeriodontal
  17. 17. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal
  18. 18. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal
  19. 19. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal Os abscessos que acometem oOs abscessos que acometem o periodontoperiodonto sãosão causadoscausados pela presença de microorganismos dopela presença de microorganismos do biofilme dentalbiofilme dental subgengivalsubgengival em casos deem casos de exarcerbaçãoexarcerbação dede periodontitesperiodontites prépré--existentes,existentes, após terapia periodontal inapropriada, pelaapós terapia periodontal inapropriada, pela recorrência da doença periodontal ou narecorrência da doença periodontal ou na ocorrência de superocorrência de super--infecçõesinfecções após terapiaapós terapia sistêmica com antibióticos.sistêmica com antibióticos.
  20. 20. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal ll Abscessos gengivaisAbscessos gengivais ¡¡ Lesões dolorosasLesões dolorosas ¡¡ LocalizadasLocalizadas ¡¡ Envolvendo gengiva marginal ou papilaEnvolvendo gengiva marginal ou papila interdentalinterdental ¡¡ Penetração de corpo estranhoPenetração de corpo estranho ll AbscessosAbscessos pericoronáriospericoronários ¡¡Acúmulo purulentoAcúmulo purulento ¡¡Envolvendo capuzEnvolvendo capuz pericoronáriopericoronário ¡¡DentesDentes semisemi--erupcionadoserupcionados ll Abscessos periodontaisAbscessos periodontais ¡¡ExsudatoExsudato purulento dentro de bolsa periodontalpurulento dentro de bolsa periodontal ¡¡Destruição de ligamento periodontal e osso alveolarDestruição de ligamento periodontal e osso alveolar
  21. 21. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal ll Abscessos periodontaisAbscessos periodontais ¡¡DorDor ¡¡EdemaEdema ¡¡SupuraçãoSupuração ¡¡VermelhidãoVermelhidão ¡¡Extrusão dentalExtrusão dental ¡¡Sensibilidade a percussãoSensibilidade a percussão ¡¡FebreFebre ¡¡LinfadenopatiaLinfadenopatia
  22. 22. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal OO pacientepaciente AA..JJ..SS.. 4747 anos,anos, comcom relatorelato dede malmal estar,estar, febrefebre ee ínguaíngua.. FoiFoi constatadaconstatada temperaturatemperatura axilaraxilar dede 3838,,77 ºCºC.. RelatouRelatou serser fumantefumante ee usuáriousuário doragasdoragas ilícitasilícitas ee estarestar emem tratamentotratamento parapara periodontiteperiodontite crônicacrônica.. ApresentaApresenta quadroquadro dede aumentoaumento dede volumevolume vestibularvestibular emem regiãoregião dede 4747,, comcom bolsabolsa periodontalperiodontal dede 77mmmm associadoassociado aa umauma restauraçãorestauração dede amálgamaamálgama classeclasse VV subgengivalsubgengival..
  23. 23. Abscesso PeriodontalAbscesso Periodontal
  24. 24. AlveoliteAlveolite
  25. 25. AlveoliteAlveolite
  26. 26. AlveoliteAlveolite RefereRefere--se a uma condiçãose a uma condição na qualna qual o alvéolo dental não apresentao alvéolo dental não apresenta uma via normal de reparaçãouma via normal de reparação, transformando, transformando-- se num grande problema para a práticase num grande problema para a prática clínica. Aclínica. A incidência daincidência da alveolitealveolite é variável,é variável, estando presente emestando presente em 2% a 6% das extrações2% a 6% das extrações dentais, sendodentais, sendo mais comum emmais comum em exodontiasexodontias isoladasisoladas e em alvéolose em alvéolos de molares inferioresde molares inferiores.. A faixa etária mais acometida é deA faixa etária mais acometida é de 30 a 4030 a 40 anos, com predileção pelo sexo femininoanos, com predileção pelo sexo feminino..
  27. 27. AlveoliteAlveolite ll EtiologiaEtiologia ¡¡ Idade e sexo do pacienteIdade e sexo do paciente ¡¡Uso de contraceptivos oraisUso de contraceptivos orais ¡¡Localização anatômicaLocalização anatômica ¡¡Circulação localCirculação local ¡¡FibrinóliseFibrinólise ¡¡Curetagem alveolarCuretagem alveolar ¡¡Presença de infecções e cáriesPresença de infecções e cáries ¡¡Ação dos anestésicos locaisAção dos anestésicos locais ¡¡FumoFumo ¡¡Trauma cirúrgico,Trauma cirúrgico, ¡¡inexperiência do operadorinexperiência do operador ¡¡Problemas de saúde em geralProblemas de saúde em geral -- diabetesdiabetes mellitusmellitus
  28. 28. AlveoliteAlveolite O diagnóstico daO diagnóstico da alveolitealveolite é feito geralmenteé feito geralmente nono segundo ou terceiro dia após a extraçãosegundo ou terceiro dia após a extração dental, quando o quadro clínico é extremamentedental, quando o quadro clínico é extremamente desconfortável para o paciente, poisdesconfortável para o paciente, pois acompanhado deacompanhado de dor intensa, pulsátil e nãodor intensa, pulsátil e não controlada pela ação de analgésicoscontrolada pela ação de analgésicos. Além da. Além da dor, a presença de umdor, a presença de um alvéolo vazio e a halitosealvéolo vazio e a halitose são os principais achados clínicos dasão os principais achados clínicos da alveolitealveolite..
  29. 29. AlveoliteAlveolite ll Tratamentos locaisTratamentos locais -- empirismoempirismo ¡¡ Óxido de zinco eÓxido de zinco e eugenoleugenol ¡¡EsponjasEsponjas embebidasembebidas comcom antibióticos,antibióticos, ¡¡MedicamentosMedicamentos -- locallocal ouou sistêmicossistêmicos ¡¡PastasPastas dede ácidoácido acetilsalicílico,acetilsalicílico, bálsamobálsamo dodo peru,peru, eugenoleugenol ee lanolinalanolina ((AlveosanAlveosan)) ¡¡ÓxidoÓxido dede zinco,zinco, iodofórmio,iodofórmio, paramonoclorofenolparamonoclorofenol,, resinaresina brancabranca ee excipienteexcipiente ((AlveolitenAlveoliten)) ¡¡LimpezaLimpeza cirúrgicacirúrgica dodo alvéoloalvéolo (curetagem(curetagem ee irrigação)irrigação)
  30. 30. AlveoliteAlveolite
  31. 31. CelulitesCelulites OrofaciaisOrofaciais
  32. 32. Celulite OrofacialCelulite Orofacial A celulite facial é uma patologia relativamenteA celulite facial é uma patologia relativamente frequentefrequente, com diversas etiologias possíveis,, com diversas etiologias possíveis, entre as quais se inclui aentre as quais se inclui a patologia dentáriapatologia dentária.. Esta patologia predomina noEsta patologia predomina no sexo masculinosexo masculino, as, as regiões maisregiões mais afectadasafectadas sãosão regiãoregião jugaljugal,, mandibular e palpebral inferiormandibular e palpebral inferior . Os agentes mais. Os agentes mais frequentesfrequentes sãosão oo StreptococcusStreptococcus bb hemoliticushemoliticus ee anaeróbiosanaeróbios..
  33. 33. Celulite OrofacialCelulite Orofacial
  34. 34. Celulite OrofacialCelulite Orofacial
  35. 35. Celulite OrofacialCelulite Orofacial ll EtiologiaEtiologia ¡¡GranulomaGranuloma e cistose cistos periapicaisperiapicais infectadosinfectados ¡¡AbscessosAbscessos periapicaisperiapicais ¡¡Sinusites maxilaresSinusites maxilares ¡¡AlveolítesAlveolítes ¡¡OsteomielítesOsteomielítes ¡¡PeriodontopatiasPeriodontopatias avançadasavançadas ¡¡Complicações de fraturas ósseasComplicações de fraturas ósseas ¡¡Complicações pósComplicações pós--operatórias cirúrgicasoperatórias cirúrgicas ¡¡ComplicaçõesComplicações endodônticasendodônticas ¡¡Lesões de tecidos molesLesões de tecidos moles
  36. 36. Celulite OrofacialCelulite Orofacial ll SintomatologiaSintomatologia ¡¡Aumento de volumeAumento de volume ¡¡Desaparecimento dos sulcos anatômicosDesaparecimento dos sulcos anatômicos ¡¡Dor intensa e irradiadaDor intensa e irradiada ¡¡TrismoTrismo ¡¡LinfadenopatiaLinfadenopatia locoloco--regionalregional ¡¡Deformidade facialDeformidade facial –– cervical, palpebral,cervical, palpebral, periauricularperiauricular,, ¡¡FebreFebre ¡¡Anorexia hipertensãoAnorexia hipertensão
  37. 37. Celulite OrofacialCelulite Orofacial RR..MM..,, meninomenino dede 66 anosanos dede idadeidade,, previamentepreviamente hígidohígido,, apresentaapresenta febrefebre ee edemaedema dada faceface.. RelatoRelato dede queque doisdois diasdias antesantes dodo internamento,internamento, surgiusurgiu subitamentesubitamente dordor ee edemaedema importanteimportante dodo lábiolábio superior,superior, febrefebre elevadaelevada (máximo(máximo 3939,,55ºC)ºC) comcom recusarecusa alimentaralimentar.. NoNo diadia seguinteseguinte houvehouve agravamentoagravamento dada sintomatologia,sintomatologia, comcom extensãoextensão dada tumefaçãotumefação parapara hemifacehemiface direita,direita, acompanhadaacompanhada dede dordor àà compressãocompressão locallocal.. HistóriaHistória préviaprévia dede odontalgiaodontalgia.. AoAo exameexame apresentavaapresentava estadoestado geralgeral conservado,conservado, temperaturatemperatura axilaraxilar dede 3939,,44ºC,ºC, edemaedema marcadomarcado dodo lábiolábio superiorsuperior ee dada hemifacehemiface direita,direita, comcom dordor àà palpaçãopalpação.. ExameExame físicofísico intraintra--oraloral abscessoabscesso periapicalperiapical emem regiãoregião dede fundofundo dede sucosuco dodo 1313..
  38. 38. Celulite OrofacialCelulite Orofacial
  39. 39. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  40. 40. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  41. 41. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  42. 42. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal OO seio maxilarseio maxilar, o maior dos seios paranasais, é um, o maior dos seios paranasais, é um espaço pneumático contido no interior do ossoespaço pneumático contido no interior do osso maxilar bilateralmente.maxilar bilateralmente. O seu grande volumeO seu grande volume associado à fragilidade capilar e à proximidadeassociado à fragilidade capilar e à proximidade com os ápices de alguns dentes superiorescom os ápices de alguns dentes superiores permitem que, em algumas circunstâncias, formepermitem que, em algumas circunstâncias, forme-- se um acesso direto entre este e a cavidade bucalse um acesso direto entre este e a cavidade bucal chamadachamada comunicaçãocomunicação bucobuco--sinusalsinusal. Quando tal. Quando tal canal de acesso entre as cavidades se encontracanal de acesso entre as cavidades se encontra revestido porrevestido por tecido epitelialtecido epitelial, oriundo da, oriundo da proliferação dos tecidos que circundam aproliferação dos tecidos que circundam a comunicação, a mesma passa a secomunicação, a mesma passa a se chamar fístulachamar fístula bucobuco--sinusalsinusal..
  43. 43. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal OO seio maxilarseio maxilar, o maior dos seios paranasais, é um, o maior dos seios paranasais, é um espaço pneumático contido no interior do ossoespaço pneumático contido no interior do osso maxilar bilateralmente.maxilar bilateralmente. O seu grande volumeO seu grande volume associado à fragilidade capilar e à proximidadeassociado à fragilidade capilar e à proximidade com os ápices de alguns dentes superiorescom os ápices de alguns dentes superiores permitem que, em algumas circunstâncias, formepermitem que, em algumas circunstâncias, forme-- se um acesso direto entre este e a cavidade bucalse um acesso direto entre este e a cavidade bucal chamadachamada comunicaçãocomunicação bucobuco--sinusalsinusal. Quando tal. Quando tal canal de acesso entre as cavidades se encontracanal de acesso entre as cavidades se encontra revestido porrevestido por tecido epitelialtecido epitelial, oriundo da, oriundo da proliferação dos tecidos que circundam aproliferação dos tecidos que circundam a comunicação, a mesma passa a secomunicação, a mesma passa a se chamar fístulachamar fístula bucobuco--sinusalsinusal..
  44. 44. Com relação aos fatores etiológicos, a abertura doCom relação aos fatores etiológicos, a abertura do seio maxilar freqüentemente é realizadaseio maxilar freqüentemente é realizada acidentalmenteacidentalmente durante extrações dentáriasdurante extrações dentárias. Tal. Tal perfuração geralmente envolve dentes com raízesperfuração geralmente envolve dentes com raízes divergentes nas proximidades de espaçosdivergentes nas proximidades de espaços edêntulosedêntulos, situação em que o seio maxilar se torna, situação em que o seio maxilar se torna pneumatizadopneumatizado, enfraquecendo o alvéolo e levando o, enfraquecendo o alvéolo e levando o ápice dentário a uma íntima relação com a cavidadeápice dentário a uma íntima relação com a cavidade sinusal.sinusal. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  45. 45. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal ll Comunicação e FístulaComunicação e Fístula bucobuco--sinusalsinusal ¡¡Alteração de timbreAlteração de timbre -- nasalnasal ¡¡Transtornos na deglutição de líquidos e alimentosTranstornos na deglutição de líquidos e alimentos ¡¡HalitoseHalitose ¡¡CorizaCoriza ¡¡Paladar alteradoPaladar alterado ¡¡Obstrução nasal unilateralObstrução nasal unilateral ¡¡Dor na face ou cefaléia frontal (quando de sinusite)Dor na face ou cefaléia frontal (quando de sinusite) ¡¡Corrimento nasal unilateral e tosse noturnaCorrimento nasal unilateral e tosse noturna ¡¡Inabilidade para assoprar ou puxar fumaça de umInabilidade para assoprar ou puxar fumaça de um cigarro.cigarro. ¡¡Presença de tecido hiperplásico, em direção àPresença de tecido hiperplásico, em direção à cavidade bucalcavidade bucal
  46. 46. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  47. 47. ComunicaçãoComunicação BucoBuco--sinusalsinusal
  48. 48. Fratura deFratura de InstrumentalInstrumental
  49. 49. Fratura de InstrumentalFratura de Instrumental
  50. 50. Alguns acidentes trazem grandes transtornos eAlguns acidentes trazem grandes transtornos e dificuldades tanto ao paciente quanto ao cirurgiãodificuldades tanto ao paciente quanto ao cirurgião, e,, e, dentre esses, podemos citar as lesões a nervos,dentre esses, podemos citar as lesões a nervos, hemorragias, comunicaçõeshemorragias, comunicações bucosinusaisbucosinusais, bem como, bem como a fratura de instrumentos,a fratura de instrumentos, em especial a fratura deem especial a fratura de agulhasagulhas, devido à dificuldade de tratamento no, devido à dificuldade de tratamento no momento da ocorrência. Mesmo com toda a evoluçãomomento da ocorrência. Mesmo com toda a evolução na fabricação das agulhas, assim como a melhoriana fabricação das agulhas, assim como a melhoria da técnica anestésica aplicada pelos cirurgiõesda técnica anestésica aplicada pelos cirurgiões-- dentistas, adentistas, a quebra e aquebra e a consequenteconsequente perda da agulhaperda da agulha dentro dos tecidos do paciente aindadentro dos tecidos do paciente ainda podempodem vir avir a ocorrerocorrer.. Fratura de InstrumentalFratura de Instrumental
  51. 51. ¡¡EtiologiaEtiologia llFalhasFalhas nana fabricaçãofabricação dada agulhaagulha llMovimentaçãoMovimentação súbitasúbita dodo pacientepaciente durantedurante aa punçãopunção llErrosErros dede técnicatécnica profissionalprofissional llInserçãoInserção dede todatoda aa hastehaste dada agulhaagulha nono tecidotecido-- alvoalvo llDobraDobra dada hastehaste dada agulhaagulha llReutilizaçãoReutilização excessivaexcessiva Fratura de InstrumentalFratura de Instrumental
  52. 52. PacientePaciente JJ.. CC.. JJ.. ,, sexosexo masculinomasculino 3434 anosanos dede idade,idade, hígido,hígido, apresentouapresentou--sese comcom oo relatorelato dede terter ocorridoocorrido umauma fraturafratura dede agulhaagulha emem suasua mandíbulamandíbula nana realizaçãorealização dada exodontiaexodontia .. AoAo exameexame clínicoclínico extraextra--oral,oral, aa pacientepaciente apresentavaapresentava--sese comcom leveleve edemaedema emem faceface ee semsem outrasoutras alteraçõesalterações.. AoAo aspectoaspecto pôdepôde--sese detectardetectar lojaloja cirúrgicacirúrgica emem processoprocesso cicatricialcicatricial comcom suturassuturas posicionadasposicionadas.. AA pacientepaciente apresentavaapresentava--sese comcom imagemimagem radiográficaradiográfica panorâmicapanorâmica queque evidenciavaevidenciava aa presençapresença dede umum corpocorpo estranho,estranho, compatívelcompatível comcom aa hastehaste dede umauma agulhaagulha anestésicaanestésica,, emem regiãoregião dede corpocorpo mandibularmandibular esquerdoesquerdo.. AssociadaAssociada àà agulhaagulha anestésica,anestésica, pôdepôde--sese detectardetectar aa presençapresença dede raízesraízes residuaisresiduais resultantesresultantes dada tentativatentativa dede remoçãoremoção dada unidadeunidade dentáriadentária 3838.. Fratura de InstrumentalFratura de Instrumental
  53. 53. Fratura de InstrumentalFratura de Instrumental
  54. 54. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  55. 55. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  56. 56. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  57. 57. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  58. 58. AA GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética AgudaAguda (GEHA) é a(GEHA) é a primoprimo--infecção causada pelo vírusinfecção causada pelo vírus herpes simplesherpes simples (HSV), que age como um parasita(HSV), que age como um parasita intracelular obrigatório. O HSV apresenta dois gruposintracelular obrigatório. O HSV apresenta dois grupos sorotipo diferentes,sorotipo diferentes, o HSVo HSV--1 e HSV1 e HSV--2.2. O sorotipo 1 é responsávelO sorotipo 1 é responsável pelas infecções bucais epelas infecções bucais e peribucaisperibucais. O. O sorotipo 2 é responsável pelas infecções genitaissorotipo 2 é responsável pelas infecções genitais recorrentes.recorrentes. Estabelece vida latente,Estabelece vida latente, localizandoselocalizandose no gângliono gânglio trigeminaltrigeminal ou deou de GasserGasser.. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  59. 59. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética ¡¡ReativaçãoReativação llEstabeleceEstabelece vidavida latente,latente, nono gângliogânglio trigeminaltrigeminal llFebreFebre llTrauma,Trauma, llExposiçãoExposição àà luzluz solarsolar ee ultravioletaultravioleta llEstresseEstresse llImunossupressãoImunossupressão llInfecçõesInfecções
  60. 60. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética ¡¡SintomatologiaSintomatologia llEritemaEritema difusodifuso llLesõesLesões vesiculovesiculo--bolhosasbolhosas -- UlceraçãoUlceração llEdemaEdema llHemorragiaHemorragia llDorDor llLinfadenopatiaLinfadenopatia locoloco--regionalregional llFebreFebre llGengivaGengiva -- edemaciada,edemaciada, dolorosadolorosa ee eritematosa,eritematosa, podendopodendo apresentarapresentar zonaszonas erosivaserosivas puntiformespuntiformes aoao longolongo dada margemmargem gengivalgengival
  61. 61. Paciente,Paciente, 1212 anos,anos, gênerogênero masculino,masculino, leucodermaleucoderma,, estudante,estudante, procurouprocurou atendimentoatendimento odontológicoodontológico porpor apresentarapresentar inúmerasinúmeras vesículasvesículas queque rompiamrompiam comcom facilidadefacilidade nono palato,palato, bochechabochecha ee lábio,lábio, alémalém dede malmal-- estarestar geral,geral, febrefebre ee anorexiaanorexia.. ObservouObservou--sese debilidadedebilidade sistêmica,sistêmica, apatiaapatia ee linfadenopatialinfadenopatia cervicalcervical acentuadaacentuada nasnas cadeiascadeias I,I, IIII.. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  62. 62. GengivoestomatiteGengivoestomatite HerpéticaHerpética
  63. 63. Gengivite UlcerativaGengivite Ulcerativa NecrosanteNecrosante
  64. 64. Gengivite UlcerativaGengivite Ulcerativa NecrosanteNecrosante
  65. 65. AA GUNGUN,, anteriormenteanteriormente denominada Gengivitedenominada Gengivite UlcerativaUlcerativa NecrosanteNecrosante Aguda (Aguda (GUNAGUNA), caracteriza), caracteriza--sese microscopicamente por um infiltrado de neutrófilos emicroscopicamente por um infiltrado de neutrófilos e um componenteum componente crônicocrônico abundante nas áreas maisabundante nas áreas mais profundas. Clinicamente mostraprofundas. Clinicamente mostra--se comose como lesõeslesões limitadas envolvendo o tecido gengival, sem perda delimitadas envolvendo o tecido gengival, sem perda de inserção periodontainserção periodontal, apresentandol, apresentando áreas marginaisáreas marginais ulceradasulceradas, com necrose tanto da região, com necrose tanto da região interproximalquantointerproximalquanto das faces livres, além dadas faces livres, além da presença de crateras teciduais localizadas.presença de crateras teciduais localizadas. Normalmente asNormalmente as lesões ulceradas estão cobertas porlesões ulceradas estão cobertas por uma pseudomembranauma pseudomembrana, se removidas, resultarão em, se removidas, resultarão em sangramento e exposição de tecido conjuntivosangramento e exposição de tecido conjuntivo Gengivite UlcerativaGengivite Ulcerativa NecrosanteNecrosante
  66. 66. ¡¡EtiologiaEtiologia llImunossupressãoImunossupressão llDietaDieta pobrepobre llDiminuiçãoDiminuição nana quantidadequantidade dede linfócitoslinfócitos TT llEstresseEstresse psicológicopsicológico llDiciênciaDiciência nana higienehigiene oraloral llTabagismoTabagismo llDeficiênciaDeficiência dede ácidoácido ascórbicoascórbico Gengivite UlcerativaGengivite Ulcerativa NecrosanteNecrosante
  67. 67. Gengivite UlcerativaGengivite Ulcerativa NecrosanteNecrosante
  68. 68. HematomaHematoma
  69. 69. HematomaHematoma
  70. 70. HematomaHematoma
  71. 71. É oÉ o extravasamento sanguíneo e acúmulo de sangueextravasamento sanguíneo e acúmulo de sangue fora de câmaras cardíacas e vasos sanguíneosfora de câmaras cardíacas e vasos sanguíneos porpor meio de lesão tecidual vascular acidental ou cirúrgica.meio de lesão tecidual vascular acidental ou cirúrgica. ¡¡EtiologiaEtiologia:: llPatologiasPatologias queque interfereminterferem nana coagulaçãocoagulação -- anemiaanemia profunda,profunda, plaquetopeniaplaquetopenia,, púrpurapúrpura trombocitopênicatrombocitopênica,, hemofilia,hemofilia, hepatopatias,hepatopatias, usouso dede anticoagulantesanticoagulantes orais,orais, senilidadesenilidade.. llCausasCausas locaislocais -- exodontiaexodontia,, granulomasgranulomas,, periodontopatiasperiodontopatias avançadas,avançadas, gengivites,gengivites, lesãolesão dede tecidostecidos molesmoles llProcedimentosProcedimentos cirúrgicoscirúrgicos HematomaHematoma
  72. 72. HematomaHematoma
  73. 73. HemorragiaHemorragia
  74. 74. HemorragiaHemorragia
  75. 75. É oÉ o extravasamento sanguíneoextravasamento sanguíneo por meio de lesãopor meio de lesão tecidual vascular acidental ou cirúrgica.tecidual vascular acidental ou cirúrgica. ¡¡EtiologiaEtiologia:: llPatologiasPatologias queque interfereminterferem nana coagulaçãocoagulação -- anemiaanemia profunda,profunda, plaquetopeniaplaquetopenia,, púrpurapúrpura trombocitopênicatrombocitopênica,, hemofilia,hemofilia, hepatopatias,hepatopatias, usouso dede anticoagulantesanticoagulantes orais,orais, senilidadesenilidade.. llCausasCausas locaislocais -- exodontiaexodontia,, granulomasgranulomas,, periodontopatiasperiodontopatias avançadas,avançadas, gengivites,gengivites, lesãolesão dede tecidostecidos molesmoles llProcedimentosProcedimentos cirúrgicoscirúrgicos HemorragiaHemorragia
  76. 76. HemorragiaHemorragia
  77. 77. Lesão de TecidosLesão de Tecidos MolesMoles
  78. 78. Lesão de TecidosLesão de Tecidos MolesMoles
  79. 79. Lesão de TecidosLesão de Tecidos MolesMoles
  80. 80. Lesões que comprometem os tecidos moles tais comoLesões que comprometem os tecidos moles tais como as dilacerações extensas da mucosa,as dilacerações extensas da mucosa, as feridas daas feridas da língua ou dos lábios, ductos salivares, soalho oral elíngua ou dos lábios, ductos salivares, soalho oral e regiãoregião jugaljugal.. ¡¡EtiologiaEtiologia:: llUsoUso indevidoindevido ouou imprudenteimprudente dede alavancaalavanca llAusênciaAusência dede sindesmotomiasindesmotomia durantedurante exodontiaexodontia llDeslizamentosDeslizamentos dede instrumentaisinstrumentais cortantescortantes ee perfurantesperfurantes llPinçamentoPinçamento inadvertidoinadvertido dede lábioslábios ouou língualíngua llAfastamentoAfastamento traumáticotraumático dede tecidostecidos llUsoUso incorretosincorretos dede brocasbrocas Lesão de TecidosLesão de Tecidos MolesMoles
  81. 81. Lesão de TecidosLesão de Tecidos MolesMoles
  82. 82. LuxaçãoLuxação TemporomandibularTemporomandibular
  83. 83. LuxaçãoLuxação TemporomandibularTemporomandibular
  84. 84. A luxação da articulaçãoA luxação da articulação temporomandibulartemporomandibular ocorreocorre quando oquando o côndilo mandibular movecôndilo mandibular move--se para fora dase para fora da cavidadecavidade glenóideglenóide e permanece travado anteriormentee permanece travado anteriormente à eminência articular.à eminência articular. ¡¡EtiologiaEtiologia:: llCirurgiaCirurgia dede dentesdentes inferioresinferiores (luxação)(luxação) llAberturaAbertura dada bocaboca –– exageradaexagerada ouou porpor muitomuito tempotempo llUsoUso incorretoincorreto dede abridoresabridores dede bocaboca LuxaçãoLuxação TemporomandibularTemporomandibular
  85. 85. LuxaçãoLuxação TemporomandibularTemporomandibular
  86. 86. OsteomieliteOsteomielite
  87. 87. OsteomieliteOsteomielite
  88. 88. OsteomieliteOsteomielite
  89. 89. OsteomieliteOsteomielite é uma doença pouco comum,é uma doença pouco comum, considerada de difícil diagnóstico e tratamento.considerada de difícil diagnóstico e tratamento. É definida comoÉ definida como uma inflamação óssea comuma inflamação óssea com envolvimento da cortical e sua medularenvolvimento da cortical e sua medular, normalmente, normalmente causada por invasão da flora bacteriana local,causada por invasão da flora bacteriana local, podendo se estender para o periósteo e tecidospodendo se estender para o periósteo e tecidos moles, com envolvimento de regiões situadas longemoles, com envolvimento de regiões situadas longe do sítio inicial.do sítio inicial. OsteomieliteOsteomielite
  90. 90. ¡¡EtiologiaEtiologia:: llTraumatismoTraumatismo acidentalacidental llProcessosProcessos infecciososinfecciosos pulparespulpares llComplicaçõesComplicações exodônticasexodônticas llCistosCistos ee tumorestumores infectadosinfectados llAlveoliteAlveolite llFraturasFraturas ósseaóssea nãonão tratadastratadas OsteomieliteOsteomielite
  91. 91. OsteomieliteOsteomielite
  92. 92. Paralisia FacialParalisia Facial
  93. 93. AA Paralisia do Nervo FacialParalisia do Nervo Facial (PNF) pode ocorrer por(PNF) pode ocorrer por diferentes motivos, comodiferentes motivos, como traumatismo, compressão,traumatismo, compressão, processos infecciosos ou inflamatórios, distúrbiosprocessos infecciosos ou inflamatórios, distúrbios metabólicos emetabólicos e iatrogeniasiatrogenias. O nervo facial, dentre os. O nervo facial, dentre os nervos cranianos, é o mais acometido, sendo anervos cranianos, é o mais acometido, sendo a ocorrência de lesõesocorrência de lesões durante o tratamento dentáriodurante o tratamento dentário bastante rara e incomum. A recuperação dosbastante rara e incomum. A recuperação dos movimentos normaismovimentos normais pode demorar algumas horaspode demorar algumas horas,, com o paciente estando apto a realizar suascom o paciente estando apto a realizar suas atividades normais em um breve período de tempo.atividades normais em um breve período de tempo. Paralisia FacialParalisia Facial
  94. 94. Paralisia FacialParalisia Facial
  95. 95. Paralisia FacialParalisia Facial ¡¡SintomatologiaSintomatologia llInjeçãoInjeção dede anestésicosanestésicos locaislocais llExtraçãoExtração dentáriadentária llProcessosProcessos infecciososinfecciosos llOsteotomiasOsteotomias llCirurgiasCirurgias prépré--protéticasprotéticas llExcisãoExcisão dede tumorestumores ee cistoscistos llCirurgiaCirurgia dada articulaçãoarticulação têmporotêmporo--mandibularmandibular llTratamentoTratamento dasdas fraturasfraturas faciaisfaciais ee dede pacientespacientes fissuradosfissurados llCirurgiaCirurgia OrtognáticaOrtognática
  96. 96. Paralisia FacialParalisia Facial
  97. 97. PeriodontitePeriodontite UlcerativaUlcerativa NecrosanteNecrosante
  98. 98. PeriodontitePeriodontite UlcerativaUlcerativa NecrosanteNecrosante
  99. 99. A PUN é definida como umaA PUN é definida como uma doença periodontaldoença periodontal severa, de rápida progressãosevera, de rápida progressão, que cursa com áreas de, que cursa com áreas de eritema na gengiva livre e gengiva inserida.eritema na gengiva livre e gengiva inserida. ExtensasExtensas áreas de necrose de tecido moleáreas de necrose de tecido mole podem serpodem ser evidenciadas, além de severa perda doevidenciadas, além de severa perda do periodontoperiodonto dede inserção, muitas vezes sem formação de bolsainserção, muitas vezes sem formação de bolsa periodontal.periodontal. CaracterizaCaracteriza--se por um começose por um começo relativamente rápido (entre 2 e 3 meses) erelativamente rápido (entre 2 e 3 meses) e radiograficamente exibe áreas de extensa perdaradiograficamente exibe áreas de extensa perda óssea.óssea. Radiograficamente, lesões iniciais de PUNRadiograficamente, lesões iniciais de PUN demonstram pequena perda de osso e poucademonstram pequena perda de osso e pouca mobilidade. Rapidamente tais lesões podem evoluirmobilidade. Rapidamente tais lesões podem evoluir para uma exuberante perda óssea, associada à grandepara uma exuberante perda óssea, associada à grande mobilidademobilidade PeriodontitePeriodontite UlcerativaUlcerativa NecrosanteNecrosante
  100. 100. PeriodontitePeriodontite UlcerativaUlcerativa NecrosanteNecrosante
  101. 101. SinusiteSinusite OdontogênicaOdontogênica
  102. 102. SinusiteSinusite OdontogênicaOdontogênica
  103. 103. A Sinusite maxilar crônica de origem dentária é umaA Sinusite maxilar crônica de origem dentária é uma doença cujadoença cuja prevalência é muitas vezes subestimada.prevalência é muitas vezes subestimada. A causa mais comum é oA causa mais comum é o granulomagranuloma apicalapical,, especialmente doespecialmente do primeiro molarprimeiro molar, mas, mas periodontiteperiodontite avançada deve ser considerada como fator etiológico.avançada deve ser considerada como fator etiológico. OO ápice dos dentes molar e préápice dos dentes molar e pré--molar estãomolar estão intimamente associados com o seio maxilarintimamente associados com o seio maxilar ee freqüentemente sua raizfreqüentemente sua raiz protruiprotrui na cavidade sinusal.na cavidade sinusal. SinusiteSinusite OdontogênicaOdontogênica
  104. 104. SinusiteSinusite OdontogênicaOdontogênica ¡¡SintomatologiaSintomatologia llDorDor surdasurda llPressãoPressão ee desconfortodesconforto llDenteDente -- sensívelsensível àà percussãopercussão ,, àà mastigaçãomastigação ee aoao friofrio llHistóriaHistória dede infecçãoinfecção dede viasvias aéreasaéreas superioressuperiores ee congestãocongestão nasalnasal acompanhandoacompanhando aa dordor dentáriadentária llSensibilidadeSensibilidade dolorosadolorosa infraorbitáriainfraorbitária àà palpaçãopalpação acimaacima dodo seioseio afetadoafetado llAumentoAumento dada dordor quandoquando oo pacientepaciente curvacurva--sese parapara aa frentefrente
  105. 105. SinusiteSinusite OdontogênicaOdontogênica
  106. 106. Obrigado!Obrigado!

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