Bullying - A Agressividade Entre Pares
Conceito de BullyingDan Olweus (1991), definiu o conceito de Bullying               1991),afirmando que “um aluno está a s...
BULLYING
Formas de Bullying                  Espalhar                   Boatos   Intimidação                Dominar Ciber          ...
Prevalência     As investigações apontam para o seguinte:Maior incidência no sexo masculino. Eles praticam bullying mais  ...
Provocadores (bullies)
CaracterísticasSão geralmente do sexo masculino;                       masculino;No fundo são indivíduos que se sentem inf...
Características (cont.)A família usa estilos de disciplina punitiva ou rígida, ensinadade forma inconsistente e com pouca ...
Vitimas
CaracterísticasAs vitimas típicas são mais deprimidas;Consideram a escola um espaço desagradável;Tendem a ter reacções psi...
Características (cont.)Geralmente são pouco sociáveis;Forte sentimento de insegurança;Baixa auto-estima agravada por inter...
Vitimas Provocativas
CaracterísticasRetaliam quando são atacadas;Expressam frequentemente a recusa pelos pares;Tendem a exibir desagrado pela e...
Consequências
As situações de Bullying poderão dar origem:  Baixa auto-estima e medo em expressar emoções;        auto-  Problemas de re...
Sinais de Bullying Ter poucos amigos; Vontade de estar sozinho; Desmotivação escolar e vontade de faltar às aulas; Desempe...
Os professores
Como lidam com estas situações?   COM POUCA INFORMAÇÃO E SOZINHOSEstudos apontam que:A escola não é proactiva;Não organiza...
Expulsar um aluno problemático ou         suspende-         suspende-lo solucionaria o problema?                          ...
É possível ao professor adoptar um  comportamento preventivo nestas situações?                         SIMA acção isolada ...
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Como é que a escola pode actuar no               seu todo?                        PREVENÇÃOCriando um regulamento conhecid...
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Investigações apontam algumas             sugestões:Aplicar questionários às turmas sobre bullying, com oobjectivo de conh...
Algumas sugestões bibliográficasBeane, A. L. (?) A sala de aula sem Bullying. (?): Porto  Editora.   (Este manual contempl...
BibliografiaAmado, J. e Freire, I. (2001). Indisciplina e Violência na  escola – Compreender para prevenir. ?: Lisboa.Gasp...
Bullying “Compreender para Prevenir”        As vitimas de hoje poderão ser os             agressores de amanhãA humanidade...
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Apresentacao bullying (1)

  1. 1. Bullying - A Agressividade Entre Pares
  2. 2. Conceito de BullyingDan Olweus (1991), definiu o conceito de Bullying 1991),afirmando que “um aluno está a ser provocado/vitimadoquando ele ou ela está exposto/a, repetidamente, ao repetidamente,longo do tempo e de forma intencional, a acções intencional,negativas da parte de uma ou mais pessoas”. pessoas”.Esse importunar repetido pode ser físico, verbal,psicológico e/ou sexual. sexual.
  3. 3. BULLYING
  4. 4. Formas de Bullying Espalhar Boatos Intimidação Dominar Ciber Provocação Gozarbullying Oprimir Insultar Exclusão
  5. 5. Prevalência As investigações apontam para o seguinte:Maior incidência no sexo masculino. Eles praticam bullying mais masculino.directo (ameaçam e batem); batem);Por seu lado, Elas praticam um bullying mais social (ofensas,boatos negativos e rejeição)Anos escolares de mais incidência: no 7.º e 8.º ano de incidência:escolaridade;escolaridade;As vitimas são sobretudo alunos mais novos; novos;A probabilidade de serem ameaçados, diminui à medida queaumenta a idade; idade;Nos EUA, uma em cada sete crianças é um agressor ou vitima; vitima;
  6. 6. Provocadores (bullies)
  7. 7. CaracterísticasSão geralmente do sexo masculino; masculino;No fundo são indivíduos que se sentem infelizes; infelizes;Têm mais probabilidade de se envolver emcomportamentos de risco e de consumo (álcool,tabaco, drogas, etc.); etc.Pertencem a famílias que lhes dão pouco afecto eprotecção, existindo distância emocional entre osmembros familiares; familiares;Os pais desvalorizam-nos ao invés de os elogiar; desvalorizam- elogiar;
  8. 8. Características (cont.)A família usa estilos de disciplina punitiva ou rígida, ensinadade forma inconsistente e com pouca monitorização; monitorização;Baixa tolerância à frustração; frustração;Falam de si como vencedores e desprezam os mais fracos; fracos;Os agressores/bullies são arrogantes, conflituosos e adoramganhar;ganhar;A resolução de problemas é feita de forma pobre e/ouagressiva.agressiva.
  9. 9. Vitimas
  10. 10. CaracterísticasAs vitimas típicas são mais deprimidas;Consideram a escola um espaço desagradável;Tendem a ter reacções psicossomáticas, como aenurese, dores estomacais, cefaleias, etc;Tendem a pertencer a famílias que educam de formarestritiva e com excesso de protecção por parte dospais;
  11. 11. Características (cont.)Geralmente são pouco sociáveis;Forte sentimento de insegurança;Baixa auto-estima agravada por intervenções auto-criticas;Têm poucos amigos;São passivos e quietos, não reagindo aos actosde agressividade;Baixo desempenho escolar.
  12. 12. Vitimas Provocativas
  13. 13. CaracterísticasRetaliam quando são atacadas;Expressam frequentemente a recusa pelos pares;Tendem a exibir desagrado pela escola;Instabilidade emocional, que pode decorrer daexposição a situações de violência e abusos;Pais punitivos que usam estratégias agressivas e derejeição.
  14. 14. Consequências
  15. 15. As situações de Bullying poderão dar origem: Baixa auto-estima e medo em expressar emoções; auto- Problemas de relacionamento com o outro; Recusa escolar; Aparecimento de comportamentos de risco; Ansiedade; Pensamento corrente que até merecem ser maltratados; Alto nível de absentismo e possível abandono escolar; Depressão e/ou sintomas psicossomáticos; A vitima pode tornar-se num agressor; tornar- Em algumas situações culmina no SUÍCIDIO
  16. 16. Sinais de Bullying Ter poucos amigos; Vontade de estar sozinho; Desmotivação escolar e vontade de faltar às aulas; Desempenho escolar fraco; Frequentes mudanças de humor, variam entre a ira, arevolta, a depressão, a ansiedade e outros sentimentosambivalentes..
  17. 17. Os professores
  18. 18. Como lidam com estas situações? COM POUCA INFORMAÇÃO E SOZINHOSEstudos apontam que:A escola não é proactiva;Não organiza sistemas internos de ajuda mútua;Não há envolvimento da escola na resolução dosproblemas.
  19. 19. Expulsar um aluno problemático ou suspende- suspende-lo solucionaria o problema? NÃOSó em casos muito excepcionais dão resultado positivo epersistente;persistente;Na maior parte dos casos, tem um efeito pontual ecircunstancial, e frequentemente agrava mais o problema(orgulho e satisfação); satisfação);Os alunos problemáticos são os que mais precisam daescola e de um professor que os compreenda. compreenda.
  20. 20. É possível ao professor adoptar um comportamento preventivo nestas situações? SIMA acção isolada de um professor é positiva, mas muitolimitada;limitada;É importante a definição de regras claras e consistentesbaseadas num clima de diálogo e compreensão; compreensão;O diálogo com o aluno é muito importante e deve serassociado a outras tarefas de ensino: trabalhos de grupo, ensino:ensino cooperativo, Internet, saídas em conjunto. conjunto.EM SUMA: criar condições para que os alunos aprendam uns SUMA:com os outros. outros.
  21. 21. É possível ao professor adoptar um comportamento preventivo nestas situações? (cont.) SIM Aconselhamento aos alunos:-Não devem andar sozinhos;-Devem ter actividades fora da escola para poder ter maisamigos;-Incentivar a criança/jovem a ter um melhor amigo queas possa ajudar;-Em caso de confronto com o agressor ter uma posturadireita e confiante, sem revelar medo e insegurança.
  22. 22. Como é que a escola pode actuar no seu todo? PREVENÇÃOCriando um regulamento conhecido por todos que inclua asregras de convivência e socialização no espaço escola; escola;Esclarecer os direitos e os deveres de cada um e de todos; todos;Apoiar actividades que continuem as acções dos professores: professores:clubes, projectos, conhecimento do meio social e patrimonial,gabinete de apoio aos alunos; alunos;Estar atento aos sinais de alerta; alerta;Inclusão dos encarregados de educação; educação;Clima de entreajuda entre os professores. professores.
  23. 23. Deveria a acção dos órgãos de gestão dasescolas ser mais firme nos casos de violência? SIMA firmeza deve assentar na definição de regras e normas. São normas.indispensáveis;indispensáveis;Esta firmeza não significa ameaça e castigo; castigo;O castigo só deve ter lugar quando todos os outros meios seesgotarem;esgotarem;Firmeza sim e sempre, baseada no diálogo e compreensãoprofunda de toda a situação; situação;Dever-se-Dever-se-á conhecer quem interveio na situação de indisciplina eescolher o procedimento pedagógico mais ajustado. ajustado.
  24. 24. Investigações apontam algumas sugestões:Aplicar questionários às turmas sobre bullying, com oobjectivo de conhecer melhor cada aluno, pois cadacaso é um caso; caso;Educação parental (inclusão das famílias); famílias);Promoção de trabalhos de grupo em sala de aula sobrea temática (debater o tema, tomada de consciência daseriedade do problema). problema).
  25. 25. Algumas sugestões bibliográficasBeane, A. L. (?) A sala de aula sem Bullying. (?): Porto Editora. (Este manual contempla mais de 100 sugestões para combater este problema)Amado, J. e Freire, I. (2001). Indisciplina e Violência na escola – Compreender para prevenir. ?: Lisboa. (Este manual aborda a problemática numa linha mais preventiva)
  26. 26. BibliografiaAmado, J. e Freire, I. (2001). Indisciplina e Violência na escola – Compreender para prevenir. ?: Lisboa.Gaspar de Matos, Margarida et al (2001), Bullying – A 2001), Provocação/ Vitimação entre Pares no Contexto Escolar Português. Análise Psicológica, 4 (XIX): 523- Português. 537.http://www.tu-alinhas.pthttp://www.psicronos.pthttp://www.educare.pthttp://www.esec-danielsampaio.pt/
  27. 27. Bullying “Compreender para Prevenir” As vitimas de hoje poderão ser os agressores de amanhãA humanidade não pode libertar-se da violência libertar- não- senão por meio da não-violência. (Gandhi)

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