Estrutura de Capital
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mantida pela empresa

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Tipos de Capital
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Ordinárias e Ações Preferenciais
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Ações Ordinárias
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Ações Preferenciais
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Como veremos na figura, a administração das S/A‘s
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Acionistas

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O Presidente ou Diretor Executivo (CEO – Chief
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Objetivo da empresa
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E quanto aos grupos de interesse?
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O papel da ética
Definição de ética
Ética é o conjunto de padrões de conduta ou julgamento moral
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O papel da ética
Análise dos aspectos éticos
• Para avaliar a viabilidade ética de uma ação proposta, deve-se
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O papel da ética
Ética e preço da ação
• Os programas de comportamento ético procuram:
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Questões de agency
O problema de agency
• Sempre que um administrador detém menos de 100% do capital

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A questão de agency
Solução do problema
• Forças de mercado, como os principais acionistas e a ameaça
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Solução do problema
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• Os mercados financeiros são fóruns nos quais os fornecedores
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Mercados financeiros
• Independentemente de serem posteriormente negociados no
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Mercado monetário
• O mercado monetário é criado por uma relação financeira entre
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• O mercado de capitais permite transações entre fornecedores e
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Mercados de valores
Mercados organizados de valores
• As bolsas de valores são mercados secundários tangíveis nos

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Mercados de valores
Mercados organizados de valores
• Somente aqueles que possuem títulos patrimoniais de uma

bolsa podem...
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Initial Public Offering (IPO)
• A Oferta Pública Inicial de Ações constitui um
evento de transformação na organizaçã...
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Bibliografia
• GITMAM, Laurence J. Princípios de
Administração Financeira. 12ª ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall...
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Aula 2 estrutura de capital - soc. ações. - mercados financeiros

  1. 1. Estrutura de Capital • composição de dívida de longo prazo e capital próprio mantida pela empresa • é uma das mais complexas na tomada de decisão financeira devido à sua inter-relação com outras variáveis consideradas na decisão financeira. • Decisões de estrutura de capital inadequadas podem resultar em um alto custo de capital. • As decisões apropriadas sobre estrutura de capital podem reduzir o custo de capital.
  2. 2. 2/15 Tipos de Capital Todos os itens no lado direito do balanço patrimonial da empresa, excluindo o passivo circulante, são fontes de capital. O balanço patrimonial simplificado a seguir ilustra a divisão básica do capital total em seus dois componentes: capital de dívida e patrimônio líquido:
  3. 3. 3/15 Sociedades por Ações, Ações Ordinárias e Ações Preferenciais As empresas podem levantar capital próprio por meio de venda de ações ordinárias e preferenciais. Todas as sociedades por ações, a princípio, emitem ações ordinárias para levantar capital. Algumas delas posteriormente emitem mais ações ordinárias ou preferenciais para levantar mais capital. Sociedade por ações – é uma entidade legal com poderes de uma pessoa, no sentido de que pode mover ações judiciais e ser acionada judicialmente, firmar e ser parte em contratos, e adquirir bens em seu nome. Embora as empresas com essa forma jurídica de organização sejam minoria, são dominantes no que concerne a faturamento e lucros.
  4. 4. 4/15 Os proprietários de uma sociedade por ações são os acionistas e seu direito de propriedade, ou equity, é representado tanto por ações ordinárias como por preferenciais. Os acionistas esperam ser remunerados através de dividendos – distribuição periódica de lucro – ou pela realização de ganhos decorrentes do aumento do preço da ação. Exemplo de S/A‘s no Brasil:  CVRD;  Petrobras;  Grupo Pão de Açúcar;  Etc.
  5. 5. 5/15 Ações Ordinárias Os verdadeiros proprietários das S/A‘s são os acionistas ordinários. Eles são chamados de proprietários residuais porque recebem o que sobra – o resíduo – depois de atendidos todos os demais direitos sobre resultados e ativos da empresa. Gozam de uma única garantia: não podem perder mais do que investiram na empresa. Por causa dessa condição cheia de ―incertezas”, os acionistas ordinários esperam ser remunerados com dividendos condizentes e, afinal, com ganhos de capital.
  6. 6. 6/15 De modo geral, cada ação ordinária dá a seu titular direito a um voto na eleição do conselho de Administração e na deliberação de assuntos especiais. Os votos podem ser transferíveis por procuração e devem ser feitos na assembleia anual de acionistas.
  7. 7. 7/15 Ações Preferenciais Conferem aos titulares privilégios que lhes dão prioridade em relação aos acionistas ordinários. As ações preferenciais são muitas vezes consideradas como quase dívida porque especificam um pagamento periódico fixo (dividendos) que se assemelha ao pagamento de juros. Têm preferência em relação aos ordinários na distribuição dos lucros e também na liquidação dos ativos de uma empresa falida. Por conferirem um direito fixo sobre os resultados da empresa com prioridade em relação aos acionistas ordinários, os preferenciais estão expostos a um risco menor. Por isso, não costumam ter direito a voto.
  8. 8. 8/15 Estrutura das S/A’s Como veremos na figura, a administração das S/A‘s encontra-se organizada de forma democrática. Os acionistas (proprietários) votam periodicamente para eleger os membros do Conselho de Administração e deliberar sobre outras questões, como a alteração do estatuto social. O Conselho de Administração costuma ser responsável pelo desenvolvimento de planos e objetivos estratégicos, pelo estabelecimento de políticas gerais, pela orientação dos negócios da empresa, pela aprovação de grandes dispêndios e pela contratação ou demissão, pela remuneração e pelo monitoramento dos principais diretores e executivos. Os membros do Conselho podem ser tanto ―internos‖, como altos executivos da firma, quanto ―externos‖, como executivos de outras firmas.
  9. 9. Acionistas Acionistas Acionistas 9/15 Acionistas Conselho de Administração CEO – Presidente Executivo Vice-Presidente de RH Vice-Presidente de Operações Industriais CFO – Vice-Presidente de Finanças Vice-Presidente de Marketing Tesoureiro Gerente de Caixa Gerente de Câmbio Gerente de Investimento de Capital Vice-Presidente de Recursos de TI Controller Gerente de Crédito Gerente de Planejamento e Captação de Fundos Gerente de Contabilidade Gerencial Gerente de Assuntos Fiscais Gerente de Contabilidade de Custos
  10. 10. 10/15 O Presidente ou Diretor Executivo (CEO – Chief Executive Officer) é responsável pela administração da empresa no dia a dia e pela execução das políticas estabelecidas pelo conselho de administração. O CEO deve apresentar relatórios periódicos aos membros do conselho.
  11. 11. Objetivo da empresa Maximização do lucro? Receita de vendas $ 100.000 Entrada de caixa $ 100.000 Menos: custos $ 80.000 Menos: saída de caixa $ 80.000 Lucro líquido $ 20.000 Fluxo líquido de caixa $ 20.000 A maximização do lucro não leva em conta as diferenças em termos de níveis de fluxos de caixa, sua distribuição no tempo e o risco desses fluxos de caixa.
  12. 12. Objetivo da empresa Maximização da riqueza do acionista • Por quê? • Porque a maximização da riqueza do acionista leva adequadamente em conta os fluxos de caixa, a distribuição dos fluxos no tempo e seu risco
  13. 13. Objetivo da empresa Valor econômico adicionado (EVA ) • O valor econômico adicionado (EVA®) é uma medida popular utilizada por muitas empresas para determinar se um investimento — proposto ou existente — contribui de maneira positiva para a riqueza dos acionistas. • O EVA® é calculado subtraindo dos lucros operacionais líquidos de um investimento o custo dos fundos utilizados para financiá-lo. • Investimentos com EVA® positivo aumentam a riqueza do acionista, e aqueles com EVA® negativo diminuem sua riqueza
  14. 14. Objetivo da empresa E quanto aos grupos de interesse? • Os outros grupos de interesse incluem todos os indivíduos com algum vínculo econômico direto com a empresa, como: – – – – – funcionários; clientes; fornecedores; credores; proprietários. • Esse ponto de vista, que leva em conta os outros grupos de interesse, indica que a empresa deve fazer um esforço deliberado para evitar ações prejudiciais à riqueza desses grupos. • Diz-se que essa é uma visão ‗socialmente responsável‘.
  15. 15. O papel da ética Definição de ética Ética é o conjunto de padrões de conduta ou julgamento moral — tem-se transformado numa questão fundamental tanto em nossa sociedade quanto na comunidade financeira. • As violações éticas geram enorme publicidade. A publicidade negativa produz, em geral, impactos também negativos sobre uma empresa.
  16. 16. O papel da ética Análise dos aspectos éticos • Para avaliar a viabilidade ética de uma ação proposta, deve-se perguntar: – A ação é arbitrária ou caprichosa? Concentra-se injustamente em um indivíduo ou grupo? – A ação viola os direitos morais ou legais de algum indivíduo ou grupo? – A ação está de acordo com os padrões morais aceitos? – Existem alternativas de ação que tenderiam a causar menos danos efetivos ou potenciais?
  17. 17. O papel da ética Ética e preço da ação • Os programas de comportamento ético procuram: – reduzir a ocorrência de litígios e os custos judiciais; – manter uma imagem positiva da empresa; – aumentar a confiança dos acionistas; – conquistar a lealdade, o comprometimento e o respeito dos diversos grupos de interesse vinculados à empresa. O resultado esperado de tais programas é um impacto positivo sobre o preço da ação da empresa.
  18. 18. Questões de agency O problema de agency • Sempre que um administrador detém menos de 100% do capital da empresa, há um possível problema de agency. • Teoricamente, os administradores deveriam atuar de acordo com a maximização da riqueza do acionista. • Entretanto, eles também se preocupam com sua riqueza pessoal, com a segurança de seu emprego, com benefícios indiretos e com seu estilo de vida. • Isso pode fazer com que os administradores não atuem de maneira a sempre beneficiar os acionistas da empresa.
  19. 19. A questão de agency Solução do problema • Forças de mercado, como os principais acionistas e a ameaça de conquista de controle por outra empresa, ajudam a pressionar os administradores a se preocuparem com o desempenho da empresa. • Custos de agency podem garantir que os administradores atuem de acordo com os interesses dos acionistas.
  20. 20. A questão de agency Solução do problema • Exemplos incluem restrições ou monitoramento do comportamento dos administradores, bem como a montagem de esquemas de remuneração que alinhem os interesses deles aos dos acionistas. • Entretanto, estudos recentes não têm sido capazes de encontrar uma forte relação entre remuneração de executivos e preço da ação.
  21. 21. Instituições e mercados financeiros • As empresas que necessitam de fundos externos podem obtê-los de três maneiras: – junto a um banco ou outra instituição financeira; – nos mercados financeiros; – por meio de colocações fechadas.
  22. 22. Instituições e mercados financeiros Instituições financeiras • As instituições financeiras atuam como intermediárias, promovendo a canalização das poupanças de indivíduos, empresas e órgãos do governo para empréstimos ou aplicações. • Os principais fornecedores e demandantes de fundos são indivíduos, empresas e órgãos governamentais. • Em geral, os indivíduos são fornecedores líquidos de fundos, enquanto as empresas e os órgãos governamentais são demandantes líquidos de fundos.
  23. 23. Mercados financeiros • Os mercados financeiros são fóruns nos quais os fornecedores e os demandantes de fundos podem transacionar diretamente. • Os dois principais mercados financeiros são o mercado monetário e o mercado de capitais. • As transações de títulos negociáveis de curto prazo ocorrem no mercado monetário, e as de títulos de longo prazo, no mercado de capitais.
  24. 24. Mercados financeiros • Independentemente de serem posteriormente negociados no mercado monetário ou no mercado de capitais, os títulos são inicialmente lançados no mercado primário. • Esse mercado é o único no qual o emitente, seja uma empresa ou um órgão governamental, envolve-se diretamente com a transação e recebe algum benefício. • Uma vez emitidos, os títulos passam a ser negociados nos mercados secundários, como as Bolsas de Valores.
  25. 25. Mercado monetário • O mercado monetário é criado por uma relação financeira entre fornecedores e demandantes de fundos de curto prazo (com prazo de vencimento de no máximo um ano). • A maioria das transações de mercado monetário envolve títulos negociáveis, ou seja, instrumentos de dívida de curto prazo, como letras do Tesouro e notas promissórias comerciais. • As transações no mercado monetário podem ser executadas diretamente ou com a ajuda de um intermediário.
  26. 26. Mercado de capitais • O mercado de capitais permite transações entre fornecedores e demandantes de fundos de longo prazo. • Os principais instrumentos de mercado de capitais são obrigações (dívidas de longo prazo) e ações ordinárias e preferenciais (títulos de participação acionária ou propriedade). • As obrigações são instrumentos de dívida de longo prazo utilizados por empresas e órgãos governamentais para levantar volumes substanciais de recursos, em geral junto a um grupo de fornecedores. • Ações ordinárias são unidades de participação acionária ou propriedade de uma sociedade por ações.
  27. 27. Mercados de valores Mercados organizados de valores • As bolsas de valores são mercados secundários tangíveis nos quais ocorrem compras e vendas de títulos. • São responsáveis por cerca de 46% do volume monetário total das transações domésticas de ações. • Somente as empresas maiores e mais rentáveis preenchem os requisitos de registro nas Bolsas de Valores.
  28. 28. Mercados de valores Mercados organizados de valores • Somente aqueles que possuem títulos patrimoniais de uma bolsa podem realizar negócios no pregão. • Os negócios são realizados por meio de um processo de leilão, no qual especialistas ‗fazem mercado‘ para títulos específicos. • Como remuneração pela execução de ordens, os especialistas ganham dinheiro na diferença entre preço de compra e preço de venda ou spread.
  29. 29. 29/8 Initial Public Offering (IPO) • A Oferta Pública Inicial de Ações constitui um evento de transformação na organização. É o momento onde a empresa passará a ter o seu capital negociado de forma normalmente, em bolsa de valores. pública,
  30. 30. 30/15 Bibliografia • GITMAM, Laurence J. Princípios de Administração Financeira. 12ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. • RIBEIRO, O.M. Estrutura e Análise de Balanços Fácil. 8ª ed. ampl. e atual – São Paulo, Saraiva, 2009.

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