Mecanismos de defesa do ego c

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Mecanismos de defesa do ego c

  1. 1. MECANISMOS DE DEFESA DOEGOEstudando com Profª Ms Simony
  2. 2. ConflitoId X SuperegoFrustração(Id)Tensão(Ego)“Escape”:Comportamento agressivoÁlcool/DrogasMecanismos de defesa do Ego(contenção das pulsões) Habitualmente:Pressão(Superego)
  3. 3. • Mecanismos de defesa são processos psíquicosinconscientes que aliviam o ego do estado de tensãopsíquica entre o id, o superego e as fortes pressões queemanam da realidade externa.• Devido a esse jogo de forças presente na mente, emque as mesmas se opõem e lutam entre si, surge aansiedade cuja função é a de assinalar um perigointerno. Esses mecanismos entram em ação parapossibilitar que o ego estabeleça soluções decompromisso (para problemas que é incapaz deresolver), ao permitir que alguns componentes dosconteúdos mentais indesejáveis cheguem à consciênciade forma disfarçada.
  4. 4. Mecanismos de defesa do EgoEstratégias inconscientes que os indivíduos “encontram” para diminuira angustia nascida dos conflitos anterioresSituação que ocorre a partir do momento em que o superego seconstitui e passa a impor ao id as regras e normas sociais, criandoassim, um obstáculo intrínseco à satisfação das pulsões do Id.São divididas em:A) Defesas bem sucedidas – que geram o cessação daquilo que serejeita.B) Defesas ineficazes que exigem repetição ou perpetuação doprocesso de rejeição.
  5. 5. NegaçãoMais Simples e mais ineficienteNegação é a tentativa de não aceitar na consciência algum fato queperturba o Ego.Os adultos têm a tendência de fantasiar que certos acontecimentos nãosão, de fato, do jeito que são, ou que na verdade nunca aconteceram.Recusa-se a reconhecer fatos reais e os substitui por imaginários.
  6. 6. RepressãoA essência da Repressão consiste em afastar uma determinada coisa doconsciente, mantendo-a à distância -no inconsciente.Entretanto, o material reprimido continua fazendo parte da psique, apesar deinconsciente, e que continua causando problemas.Segundo Freud, a repressão nunca é realizada de uma vez por todas edefinitivamente, mas exige um continuado consumo de energia para semanter o material reprimido.Para ele os sintomas histéricos com freqüência têm sua origem em algumaantiga repressão. Algumas doenças psicossomáticas, tais como asma, artrite eúlcera, também poderiam estar relacionadas com a repressão.Também é possível que o cansaço excessivo, as fobias e a impotência ou afrigidez derivem de sentimentos reprimidos.RepressãoBloquear involuntariamente da própria consciência sentimentos eexperiências desagradáveisEx :Uma vítima de acidente não consegue se lembrar de nada a respeito doacidente.
  7. 7. • Regressão é um retorno a um nível dedesenvolvimento anterior ou a um modo de expressãomais simples ou mais infantil.• É um modo de aliviar a ansiedade escapando dopensamento realístico para comportamentos que, emanos anteriores, reduziram a ansiedade.• A regressão é um modo de defesa bastante primitivo e,embora reduza a tensão, freqüentemente deixa semsolução a fonte de ansiedade original.Ex: Ao ser hospitalizado devido a amigdalite, Pedro de 2anos, só mama na mamadeira, embora sua mãe diga queele está tomando leite no copo há seis meses.
  8. 8. DeslocamentoSubstituição do objeto de pulsão por outrosocialmente aceitoEx: criança que destrói os seus brinquedos,quando proibida pela mãe de ir brincar com osamigosDeslocamentoA transferência de sentimentos de um alvo paraoutro, que é considerado menos ameaçador oué neutro.
  9. 9. Ex: O profundo sentimento de repulsa que ocontato com o estuprador lhe provocou permanecepronto para aflorar: purifica-se por meio do ritualhigienizante. O mecanismo de defesa do psiquismodesloca para o corpo o que não pode realiza namente- a purificação. (TOC)Durante uma discussão, por exemplo, a pessoa temum forte impulso em socar o outro, entretanto,acaba deslocando tal impulso para um copo, o qualatira ao chão.
  10. 10. RacionalizaçãoTrata-se de “criação de desculpas falsas, masplausíveis para poder justificar um comportamentoinaceitável.É um modo de aceitar a pressão do Superego, dedisfarçar verdadeiros motivos, de tornar oinaceitável mais aceitável.Enquanto obstáculo ao crescimento, aRacionalização impede a pessoa de aceitar e detrabalhar com as forças motivadoras genuínas,apesar de menos recomendáveis.Ex:"Eu bebo porque esta é a única maneira que tenho paralidar com meu casamento fracassado e meu emprego aindapior”
  11. 11. PROJEÇÃOO ato de atribuir a uma outra pessoa, animal ou objeto as qualidades, sentimentosou intenções que se originam em si próprio, é denominado projeção. Projeção =>o indivíduo atribui a um objeto externo suas próprias tendências inconscientesinaceitáveis para seu superego, percebendo-as então como características própriasdo objeto. A projeção consiste, portanto, em atribuir tendências próprias a outraspessoas ou coisas. É o mecanismo defensivo mais destacado na paranóia.É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de umindivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo.A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. A pessoa com Projeção pode,então, lidar com sentimentos reais, mas sem admitir ou estar consciente do fato deque a idéia ou comportamento temido é dela mesma.Alguém que afirma textualmente que "todos nós somos algo desonestos" está, narealidade, tentando projetar nos demais suas próprias características.Ou então, dizer que "todos os homens e mulheres querem apenas uma coisa,sexo", pode refletir uma Projeção nos demais de estar pessoalmente pensandomuito a respeito de sexo.Outras vezes dizemos que "inexplicavelmente Fulano não gosta de mim", quandona realidade sou eu quem não gosta do Fulano gratuitamente.
  12. 12. SUBLIMAÇÃOAdaptação lógica e ativa às normas do meio ambiente, com proveito para nós mesmose para a sociedade, dos impulsos do id, rechaçados como tais pelo ego numa funçãoharmônica com o superego. Forma de satisfação indireta. Processo pelo qual uminstinto abandona seu objetivo original, uma vez que, pelo princípio de realidade, asatisfação poderia originar um desprazer (castigo). Desse modo, o instinto elege umnovo fim, em relação com outro objeto, seja pessoa ou coisa, que concilie asexigências do princípio de realidade e do superego, e que, além disso, tenha umsentido plenamente aceito pela sociedade. A sublimação produz prazer, a formaçãoreativa não.Sublimação• A energia associada a impulsos e instintos socialmente e pessoalmenteconstrangedores é, na impossibilidade de realização destes, canalizada paraatividades socialmente meritosas e reconhecidas.Ex: A frustração de um relacionamento afetivo e sexual mal resolvido, por exemplo, ésublimado na paixão pela leitura ou pela arte.Uma mãe cujo filho foi morto por um motorista embriagado canaliza sua raiva eenergia para ser a presidente da seção local da Mães contra motoristas Bêbados.
  13. 13. CompensaçãoEncobrir uma fraqueza real ou percebidaenfatizando uma característica que se consideramais desejávelEx:Um menino deficiente físico não conseguejogar futebol, por isso compensatornando-semuito estudioso.
  14. 14. IdentificaçãoRepresenta a forma mais precoce e primitiva devinculação afetiva. Consiste em sua forma maistípica, em transferir o acento psíquico do objetopara o ego, ou seja, o ego incorpora o objeto. Aidentificação pode ser parcial ou total.Ex :Num caso de identificação parcial, por exemplo,o aluno fuma cachimbo, como faz o professor; masnuma identificação total ele estuda e mantém umaatitude geral idêntica à do mestre.
  15. 15. Formação reativaLeva o ego a efetuar aquilo que é totalmenteoposto às tendências do id que se pretenderechaçar. Num esforço para criar formaçõesreativas como defesa contra os instintos,originam-se traços caracterológicos de naturezadistinta.Ex: se ela luta contra tendências agressivas, cairánuma bondade indiscriminada e rígida.
  16. 16. IsolamentoSeparar um pensamento ou recordação dosentimento, afeto ou emoção a eles associados.Essetipo de defesa observa-se particularmente nosneuróticos obsessivos, que conhecemconscientemente, na maioria dos casos, o fato quefoi a causa dos seus sintomas, mas não sabemconscientemente que os mesmos sintomas provêmdaquela vivência.Ex: Uma mulher jovem descreve como foi atacada eestuprada, sem demonstrar nenhuma emoção.

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