Micologia 2° parte

2.088 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.088
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
42
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Micologia 2° parte

  1. 1. <ul><li>ALGUNS GRUPOS CLÍNICOS DE DERMATÓFITOS COMPREENDEM : </li></ul><ul><li>Tinha da cabeça: infecção fúngica que acomete o couro cabeludo, sobrancelhas ou cílios, geralmente causada por uma espécie de Trichophyton; </li></ul><ul><li>Tinha da barba: geralmente causada pela espécie de Trichophyton , aparece como uma lesão do pêlo facial, freqüentemente transmitida pelo gato; </li></ul><ul><li>Tinha do corpo: as bordas das lesões são sobrelevadas e hiperêmicas. </li></ul>
  2. 2. Tinha crural: Apresenta os mesmos sintomas que a tinha do corpo, mas afeta apenas a virilha, em volta dos órgãos genitais e ânus. As bordas das lesões são mais críticas, com coloração rosada no centro da região afetada. Esse tipo de tinha é mais comum entre os homens.
  3. 3. Tinha do corpo: Afeto tronco, braços, pernas e a face em forma de erupções que coçam, liberam líquidos e podem até inflamar. Tinha do couro cabeludo: Esse tipo de micose pode alastrar-se do couro cabeludo para os cílios, sobrancelhas e pálpebras.
  4. 4. MICOSES SISTÊMICAS (Subcutânea, Profunda, Oportunista)
  5. 5. Histoplasma capsulatum : presente em excrementos de aves e morcegos. Causa Histoplasmose, infecção respiratória leve. Pneumocystis carinii : encontrado em tecido pulmonar.
  6. 6. Histoplasma capsulatum
  7. 7. Cryptococcus neoformans: encontrados em excrementos de pombos. É um fungo oportunista. Pode causar meningite, lesões na pele, nos pulmões e sistema nervoso. A doença é denominada de Cpriptococose.
  8. 8. Cryptococcus neoformans
  9. 9. Fonsecae pedrosoi: lesões na pele (cromoblastomicose). Paracoccidioides brasilienses: lesões iniciais nos pulmões.
  10. 10. CROMOBLASTOMICOSE
  11. 11. CROMOBLASTOMICOSE
  12. 12. Paracoccidioides brasilienses
  13. 13. <ul><ul><ul><li>Levar instrumentação adequada. As lâminas devem ser novas ou esterilizadas, lavadas em água e sabão, enxaguadas, mergulhadas em álcool a 70% e enxutas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Identificar corretamente paciente, profissão, tipo de amostra, local colhido, tipo de lesão, nome do exame, data, hora, uso de medicação, etc.; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não colher crostas (esporotricose), líquidos (dermatofitose) de lesões e escamas (tinha) do couro cabeludo. Fazer assepsia antes; </li></ul></ul></ul>CUIDADOS NA COLETA E NO TRANSPORTE
  14. 14. <ul><ul><ul><li>Não demorar no transporte; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O “swab” deverá ser usado com salina, para evitar desidratação do material; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O refrigerador desidrata o material; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sangue e medula óssea, devem ser semeados diretamente da seringa para o meio de cultura; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Raspar as unhas por baixo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Adicionar 0,2 mg de cloranfenicol p/ mL em fezes; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O exame direto é recomendado sempre junto a cultura; </li></ul></ul></ul>
  15. 15. <ul><ul><ul><li>Os meios de cultura devem ser mantidos cobertos em posição vertical, para se evitar que a água de condensação, umedeça os tampões; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não deixar o material exposto a agentes físicos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Contaminação (derrame); </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A amostra deve ser colhida com pelo menos 1 semana sem medicamento tópico; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Caso não haja secreção suficiente no dia da colheita, recomendar a volta ao laboratório quando houver; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fezes, urina e pus devem ser refrigerados até o processamento. Pele, pelo e unha podem ser processados em alguns dias; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Micoses superficiais e cutâneas abrangem a maioria dos pedidos de exames micológicos. </li></ul></ul></ul>
  16. 16. BIBLIOGRAFIA SANTOS, M. G. Introdução a Micologia. Primeira Edição, 1998. VERONESI, R. Doenças infecciosas e parasitárias. 8ª Ed. Guanabara Koogan, 1991.

×