História da Farmácia no Brasil

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História da Farmácia no Brasil

  1. 1. História da Farmácia no Brasil Assistência Farmacêutica Safia Naser
  2. 2. Assistência Farmacêutica <ul><li>Grupo de atividades relacionadas com os medicamentos, que têm por finalidade, apoiar as ações de saúde. </li></ul><ul><li>Envolve o abastecimento de medicamentos em cada uma de suas etapas constitutivas, a produção, conservação, controle de qualidade, distribuição, armazenamento, dispensação, a segurança, o acompanhamento da utilização, entre outras. </li></ul><ul><li>Inclui, também, a obtenção e difusão de informações sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos. </li></ul><ul><li>(PNM, 1998) </li></ul>
  3. 3. História da Farmácia no Brasil Origem dos termos <ul><li>Físicos, unguentários e mascates: eram profissionais que comercializavam preparações com fins curativos. Sua atividade era, em geral, ambulante. </li></ul><ul><li>Botica: caixa de madeira e folha de flandres que continha as drogas medicinais para comércio ambulante. </li></ul><ul><li>Mais tarde designou o estabelecimento comercial de ervas medicinais, unguentos, xaropes, produtos para cura em geral. </li></ul>
  4. 4. Histórico <ul><li>Desde o descobrimento do Brasil usou-se o termo Botica e Boticário. </li></ul><ul><li>O termo farmácia e farmacêutico surgiu no início do Século XIX, para denominar o local de fornecimento e o profissional do medicamento. </li></ul><ul><li>Palavra derivada do grego Pharmakon , palavra que significava remédio, veneno e amuleto mágico. </li></ul>
  5. 5. Histórico <ul><li>Desde a pré-história os povos tinham conhecimentos de plantas medicinais e sistemas terapêuticos que combinavam elementos empíricos, racionais, religiosos e mágicos. </li></ul><ul><li>Existem documentos da Mesopotâmia (4.000 AC), do Egito (4.300 AC), dos hebreus, chineses, indianos (3.250 AC), gregos, etc que registram a utilização de preparados a base de plantas, substâncias de origem mineral e animal para cura e alívio dos sintomas de doenças. </li></ul>
  6. 6. Histórico <ul><li>Pouco antes do descobrimento do Brasil, em Portugal, foi editada a “Carta dos Privilégios” que estabelece que os boticários têm os mesmos direitos, graças, isenções e privilégios dados aos “ doutores phisicos”. </li></ul><ul><li>Os boticários eram considerados “ homens de ciência ” e não apenas comerciantes. </li></ul><ul><li>1521 – necessidade de aprovação, concessão de licença para instalar boticas, que eram inspecionadas, para fixação de preços e obtenção de licença para fabricação de remédios. </li></ul>
  7. 7. Histórico <ul><li>No Brasil, para os indígenas, a assistência aos doentes era reservada ao intermediário entre homens e deuses, o que lhe concedia o poder e o dom de curar (Pagés e feiticeiros). </li></ul><ul><li>Devia ser capaz de usar plantas medicinais para curar, exorcisar os maus espíritos, tirar encantamentos, fazer poções mágicas e oferendas, e confeccionar amuletos. </li></ul>
  8. 8. Histórico <ul><li>1548 – Tomé de Souza chega ao Brasil trazendo o Boticário Diego de Castro, líder do primeiro corpo sanitário da Colônia. </li></ul><ul><li>1553 – devido aos saques piratas aos navios, começa a produção de remédios elos Jesuítas nos colégios de Piratininga e Salvador. </li></ul><ul><li>José de Anchieta é considerado o primeiro boticário de Piratininga(SP) que preparava substâncias medicinais e foi o primeiro a descrever espécies vegetais nativas. </li></ul>
  9. 9. Histórico <ul><li>1810 – regulamentação do exercício da medicina e da farmácia. </li></ul><ul><li>As boticas eram inspecionadas e recebiam certidões conforme a exatidão dos pesos, asseio e qualidade dos produtos. </li></ul><ul><li>As fórmulas eram secretas. </li></ul><ul><li>1832 – criação dos primeiros cursos de Farmácia, vinculados às faculdades de Medicina, em Salvador e Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>1839 – criação do primeiro curso autônomo de Farmácia em Vila Rica, hoje Ouro Preto. </li></ul>
  10. 10. Histórico <ul><li>Início do Séc. XIX - começa a utilização da denominação ‘Farmácia e Farmacêutico’ </li></ul><ul><li>Os boticários continuam a existir e a exercer o ofício sem cursar farmácia. </li></ul><ul><li>Recebiam o alvará pela reconhecida “arte e competência”. </li></ul><ul><li>1851 - decreto imperial que cria a Junta de Saúde Pública e a exigência de diploma para dirigir farmácia e adoção da Farmacopéia Francesa. </li></ul><ul><li>1926 – publicação da I Farmacopéia Brasileira por Rodolfo Albino. </li></ul>
  11. 11. Histórico <ul><li>1931 – Decreto 19.606, regula o exercício da profissão de farmacêutico e estabelece as suas competências em: </li></ul><ul><li>Preparação de medicamentos </li></ul><ul><li>Análises clínicas </li></ul><ul><li>Função de químico, bromatologista, biologista e legista. </li></ul><ul><li>Estabelece normas para atividade de drogaria e vendas no atacado; </li></ul><ul><li>Normas para importação e exportação de medicamentos; </li></ul><ul><li>Obrigações e responsabilidade técnica. </li></ul>
  12. 12. Histórico <ul><li>1931 – Decreto 20.877, concede a leigos a permissão para o exercício de atribuições próprias do farmacêutico; </li></ul><ul><li>Oficializa-se a a figura do “Prático”. </li></ul><ul><li>O declínio do prestígio do farmacêutico coincide com o o crescimento da produção da indústria farmacêutica, depois da II Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>A indústria faz medicamentos que o farmacêutico não pode. A produção em grande escala diminui o custo e facilita o controle de qualidade. </li></ul>
  13. 13. Histórico <ul><li>A indústria promove maciçamento os seus produtos a prescritores e vendedores no varejo. </li></ul><ul><li>A propaganda cria necessidades e concepções a respeito do valor científico da tecnologia embutida nos novos medicamentos e da inevitabilidade do seu uso, “Medicalização da saúde”. </li></ul>
  14. 14. Histórico <ul><li>Dédada de 40, 50 e 60 – consolidação da indústria farmacêutica e da panacéia dos medicamentos. </li></ul><ul><li>Década de 60 – começam a ser verificados e notificados efeitos adversos graves por utilização de medicamentos. </li></ul><ul><li>Cloranfenicol e anemia aplástica, Talidomida e focomelia, mortes relacionadas ao uso de anestésicos, câncer de vagina e uso de Dietilbestrol, etc. </li></ul><ul><li>Surgimento da Farmácia Clínica – seguimento farmacoterapêutico nos hospitais. </li></ul><ul><li>Agência reguladora americana, FDA, financia programa de coleta e notificação de Reações Adversas a Medicamentos. </li></ul><ul><li>EUA e outros países, com apoio da OMS iniciam programas de Farmacovigilância. </li></ul>
  15. 15. Histórico <ul><li>1960 – Lei 3.820 cria os Conselhos Federal e regionais de Farmácia, com finalidade de zelar pelo exercício profissional de acordo com a ética. </li></ul><ul><li>Décadas de 70 e 80 – OMS e FIP reafirmam a importância do farmacêutico como educador em saúde e seu papel imprescindível como orientador do uso racional de medicamentos. </li></ul><ul><li>Realização de grandes conferências para reafirmação e redefinição do papel do papel do farmacêutico na equipe de saúde. </li></ul><ul><li>Resgate do papel do farmacêutico e surgimento da Atenção Farmacêutica ( Pharmaceutical care ), no EUA. </li></ul>
  16. 16. Histórico <ul><li>1973 – Lei 5.991 estabelece as normas para funcionamento de farmácias e drogarias: </li></ul><ul><li>Farmácia: estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, de dispensação e atendimento privativo. </li></ul><ul><li>Drogaria: estabelecimento de dispensação e comércio de drogas, medicamentos e correlatos em suas embalagens originais. </li></ul><ul><li>Ervanaria: estabelecimento que realiza a dispensação de plantas medicinais. </li></ul><ul><li>Distribuidora – empresa atacadista de drogas, produtos e insumos farmacêuticos que comercializam e distribuem produtos a farmácias e drogarias e são obrigadas a ter farmacêutico por ser atividade de relevância para a saúde e proteção do consumidor. </li></ul>
  17. 17. O papel do farmacêutico na farmácia )OMS, FIP, Tóquio, 1993) <ul><li>Preparar e dispensar medicamentos; </li></ul><ul><li>Informar o paciente sobre a utilização correta dos produtos farmacêutico; </li></ul><ul><li>Contribuir para o uso e a prescrição racional; </li></ul><ul><li>Acompanhar e avaliar a utilização de produtos farmacêuticos; </li></ul><ul><li>Aconselhar sobre o uso de produtos não prescritos; </li></ul><ul><li>Participar em programas de educação e promoção da saúde; </li></ul><ul><li>Estimular hábitos saudáveis de vida e de higiene; </li></ul><ul><li>Educar a população para a prevenção de doenças; </li></ul><ul><li>Integrar e colaborar com a equipe de saúde. </li></ul>
  18. 18. Medicamento – principal ferramenta da Assistência farmacêutica <ul><li>O que o medicamento? </li></ul><ul><li>É uma substância química </li></ul><ul><li>+ </li></ul><ul><li>Tecnologia </li></ul><ul><li>+ </li></ul><ul><li>Informação </li></ul><ul><li>A qualidade da informação a respeito do medicamento é tão importante quanto a qualidade do princípio ativo. </li></ul>
  19. 19. Medicamento <ul><li>Lei 5.991/73: </li></ul><ul><li>Medicamento: produto tecnicamente elaborado com finalidade curativa, preventiva ou diagnóstica. </li></ul><ul><li>Remédio: é qualquer cuidado utilizado para curar ou aliviar os sintomas das doenças; </li></ul><ul><li>Droga: substância ou matéria prima com finalidade medicamentosa; </li></ul><ul><li>Correlato: substância, produto, aparelho ou acessório para uso ou aplicação ligado a defesa ou proteção da saúde, higiene, diagnóstico, cosmético, perfume, dietético etc. </li></ul>
  20. 20. Medicamentos <ul><li>Medicamentos essenciais: </li></ul><ul><li>São aqueles considerados básicos e indispensáveis para atender as necessidades de assistência à saúde da maioria da população. </li></ul><ul><li>Medicamento de referência: </li></ul><ul><li>São medicamentos inovadores, registrados no órgão federal responsável pela vigilância sanitária (ANVISA), </li></ul><ul><li>e comercializados sob patente com direito a exclusividade de produção. </li></ul><ul><li>Sua eficácia, segurança e qualidade devem ser comprovadas cientificamente por ocasião do registro no órgão de VISA. </li></ul>
  21. 21. Medicamento Genérico <ul><li>É aquele que apresenta a mesma fórmula e componentes, mesma concentração, forma farmacêutica, apresentação, via de administração e biodisponibilidade do medicamento de referência, podendo com ele ser intercambiável. </li></ul><ul><li>Só pode ser produzido após expirar a patente do medicamento de referência. </li></ul><ul><li>São comercializados com o nome da substância ativa, denominação genérica conforme a DCB ou DCI. </li></ul><ul><li>Biodisponibilidade indica a velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo em uma forma de dosagem, a partir de sua curva de concentração na circulação sanguínea ou sua excreção na urina ou outras vias. </li></ul>
  22. 22. Medicamentos genéricos - vantagens <ul><li>O uso de medicamentos no Brasil é caracterizado pela dificuldade de acesso da maior parte da população aos medicamentos essenciais e abuso pelas classes que têm poder de compra, expostos à influência da propaganda. </li></ul><ul><li>Diminuem custos, facilitando o acesso a medicamentos de qualidade; </li></ul><ul><li>Ajudam o prescritor associar o nome do princípio ativo com a patologia; </li></ul><ul><li>Favorecem o acesso, caso o medicamento comercial saia do mercado, ou se o paciente estiver em outro país; </li></ul><ul><li>Diminuem o risco do paciente receber dois medicamentos iguais com nomes comerciais diferentes. </li></ul><ul><li>Segundo a lei brasileira, é permitido, APENAS , ao farmacêutico realizar a substituição genérica, se não houver manifestação contrária do prescritor. </li></ul>
  23. 23. Nomenclatura de Medicamentos <ul><li>Nome genérico: Ácido Acetil Salicílico </li></ul><ul><li>Nome de marca: Aspirina, Doril etc </li></ul><ul><li>Nifedipina </li></ul><ul><li>Adalat, Oxcord, Cardalin </li></ul><ul><li>Cimetidina </li></ul><ul><li>Tagamet, Ulcimet, Duomet </li></ul>
  24. 24. Medicamentos similares <ul><li>São medicamentos semelhantes aos de referência, podendo diferir somente nas características relativas ao tamanho e forma do produto, e alguns componentes da fórmula, como excipientes e veículos. </li></ul><ul><li>Não é necessário apresentar a mesma biodisponibilidade. </li></ul><ul><li>Deve ser registrado com um nome comercial. </li></ul>
  25. 25. Registro de medicamentos <ul><li>É a autorização para produção e comércio de medicamentos. </li></ul><ul><li>É ato privativo da Agência nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA. </li></ul><ul><li>Destina-se a assegurar o direito de produção segundo as exigências legais. </li></ul><ul><li>Exigências: documentos que comprovem licença do fabricante, certificado de Boas Práticas de fabricação, certificado de responsabilidade técnica, descrição química, biológica, farmacocinética, farmacodinâmicas e técnicas do produto. </li></ul>
  26. 26. Seqüência de desenvolvimento de um novo fármaco <ul><li>Descoberta </li></ul><ul><li>(pesquisa de produtos naturais ou síntese química) </li></ul><ul><li>Caracterização fisicoquímica </li></ul><ul><li>Estudos pré-clínicos farmacológicos </li></ul><ul><li>Estudos pré-clínicos toxicológicos </li></ul><ul><li>(toxicidade aguda, crônica, mutagenicidade, teratogenicidade, carcinogenicidade) </li></ul><ul><li>Estudos clínicos: </li></ul><ul><li>Fase I: estudos primários em voluntários </li></ul><ul><li>Fase II: medidas iniciais de atividade e estudo de descoberta da dose </li></ul><ul><li>Fase III: ensaios terapêuticos para definir eficácia </li></ul><ul><li>Fase IV: Estudos pós-comercialização (FARMACOVIGILÂNCIA </li></ul>
  27. 27. Aspectos a serem considerados com relação ao uso de medicamentos <ul><li>Benefícios: deve apresentar eficácia na prevenção, controle e /ou cura de doenças, sintomas e complicações; </li></ul><ul><li>Riscos: efeitos adversos a curto e longo prazo, fatores de risco especiais associados a doenças ambientais e genéticas, nutrição, idade, sexo, gestação, lactação etc; </li></ul><ul><li>Razão benefício-risco: prescrição de medicamentos cujos riscos são inferiores ao benefício apresentado; </li></ul><ul><li>Injustiça social: não-disponibilidade de medicamentos ao que dele necessitam; </li></ul><ul><li>Custo: não deve inviabilizar o consumo aos que dele necessitam. </li></ul>
  28. 28. Medicamentos <ul><li>Todo medicamento apresenta risco ao ser consumido; </li></ul><ul><li>Os medicamentos não são capazes por si só de promover a saúde da comunidade; </li></ul><ul><li>Os medicamentos são bens da sociedade e não simples bens de consumo. </li></ul>
  29. 29. Comercialização segundo portaria do órgão regulador de VISA <ul><li>Medicamentos de venda livre ou sem prescrição </li></ul><ul><li>Medicamentos cuja venda é permitida mediante apresentação de prescrição médica (tarja vermelha) </li></ul><ul><li>Medicamentos cuja comercialização é permitida mediante retenção de receita especial (tarja preta) </li></ul>
  30. 30. Comercialização <ul><li>Na hora da compra, VERIFIQUE SEMPRE na embalagem do medicamento: </li></ul><ul><li>1 - Se consta a data de validade do produto. </li></ul><ul><li>3 - Se o nome do produto está bem impresso e pode ser lido facilmente. Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada. </li></ul><ul><li>2 e 4 - Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia. O registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo estado em que a fábrica do medicamento está instalada. Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde. </li></ul>
  31. 31. COMERCIALIZAÇÃO <ul><li>Se o número do lote impresso na parte de fora da caixa é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna. </li></ul><ul><li>SOROS E XAROPES DEVEM VIR COM LACRE. </li></ul>
  32. 32. Aspectos relacionados com a autenticidade do produto <ul><li>A BULA NÃO PODE SER UMA FOTOCÓPIA. </li></ul><ul><li>Recusar medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados. </li></ul><ul><li>Verifique, sempre, com o farmacêutico ou com a indústria se houve mudança de embalagem, ou de cor, de formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado; </li></ul><ul><li>Certifique-se, também, em caso de mudança de sabor, cor ou forma do produto. </li></ul>
  33. 33. Formas farmacêuticas e vias de administração <ul><li>Via oral: comprimidos, cápsulas, drágeas, pastilhas, pós para reconstituição, gotas, xaropes, solução oral e suspensão. </li></ul><ul><li>Via parenteral: soluções e suspensões injetáveis. </li></ul><ul><li>Via nasal: spray e gotas nasais. </li></ul><ul><li>Via oftálmica: colírios, pomadas oftálmicas. </li></ul><ul><li>Via cutânea: soluções tópicas, pomadas, cremes, loção, gel, e adesivos. </li></ul><ul><li>Via auricular: gotas auriculares ou otológicas, pomadas auriculares. </li></ul><ul><li>Via pulmonar: aerossol e nebulização. </li></ul><ul><li>Via vaginal: cremes, pomadas e óvulos; </li></ul><ul><li>Via retal: supositórios e enemas. </li></ul>
  34. 34. Uso Racional de Medicamentos <ul><li>É o uso consentido e correto, seguro e efetivo do medicamento, a partir de um diagnóstico preciso, resultando no menor risco de aparecimento de reações adversas para o usuário, e ao menor custo possível . </li></ul><ul><li>Requisitos: indicação precisa, dose e via de administração adequadas e duração do tratamento apropriada, com acompanhamento da utilização. </li></ul>
  35. 35. Uso Racional de Medicamentos <ul><li>Em 1985, a OMS organizou em Nairobi, uma conferência internacional com representantes dos governos, universidades, pacientes, consumidores, entidades profissionais e indústria farmacêutica. </li></ul><ul><li>O objetivo era discutir a importância dos países formularem políticas de medicamentos que promovessem o Uso Racional de Medicamentos. </li></ul>
  36. 36. Uso racional de medicamentos: estratégia para sua promoção <ul><li>Educativas: educação formal e permanente em farmacoterapia da equipe de saúde; elaboração e divulgação de material impresso independente sobre medicamentos; realização de eventos para discussão de problemas relacionados ao tema; </li></ul><ul><li>De gestão: estabelecer critérios para seleção, financiamento, aquisição, distribuição, prescrição e dispensação de medicamentos; </li></ul><ul><li>Normativas: controle de promoção e publicidade de medicamentos; controle e orientação da prescrição; controle do registro, comercialização e dispensação de medicamentos. </li></ul>

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