Assessoria de Imprensa e as Novas Mídias

1.324 visualizações

Publicada em

Aula de Assessoria de Imprensa e as Novas Mídias, na pós-graduação da FAG, em 16 e 17 de março de 2012.

Publicada em: Educação
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.324
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
54
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Assessoria de Imprensa e as Novas Mídias

  1. 1. Lorena NogaroliJornalista – MBA em MarketingSócia-proprietária da Central Press4 prêmios Sindicato dos Jornalistas do Paraná3 Top de Marketing3 prêmios Aberje CONTATOS: Central Press Telefone: +55 41 3026-2610 lorena@centralpress.com.br www.centralpress.com.br @lorenanogaroli
  2. 2. Plano de Aula1. Evolução da Assessoria de Imprensa no Brasil2. Funções de uma Assessoria de Imprensa3. Mercado de Trabalho4. Produção de Conteúdo para a Web: características gerais do texto e segmentação5. Assessoria de Imprensa na Web: A P R E S E N TA Ç Ã O ferramentas importantes6. Estudo de Casos: marketing político e as mídias digitais7. Administração de Crises de Imagem8. Avaliação
  3. 3. 2009
  4. 4. Mercado de Trabalho EVERYTHING CHANGES
  5. 5. Assessoria de Imprensa na Era Digital1. Velocidade;2. Abrangência;3. Capilaridade;4. Frequência;5. Fontes;6. Furo / Exclusiva;7. Crises + frequentes.
  6. 6. Funções de uma Assessoria de Imprensa1. Pesquisa de imagem, tendências e ganchos;2. Planejamento = definição de briefing, objetivos e ações;3. Pauta = busca e criação de notícias;4. Reportagem = busca de fontes, entrevistas e produção de texto;5. Mailing = encontrar os canais para atingir o público-alvo;6. Clipping = monitoramento das notícias;7. Produção de conteúdo.
  7. 7. IMAGEM GLOBAL CLIENTE PÚBLICO ALVO - SteakHolders - Colaboradores - Mercado INTERNET / MIDIAS SOCIAIS RÁDIO / TVINFORMAÇÃO REVISTAS A P R E S E N TA Ç Ã O GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO JORNAIS
  8. 8. Diferenciais1. Consultoria em jornalismo e branding(análise de imagem e estratégias de posicionamento);1. Gerenciamento de mídias sociais;2. Media Training;3. Relacionamento;4. Gerenciamento de crises.
  9. 9. Mercado de Trabalho1. Enxugamento das redações;2. Fechamento de veículos de comunicação;3. Mais de 100 assessorias de imprensa só na capital (migração);4. Cerca de 15 AIs disputam os grandes clientes;5. A P R E S E N TA Ç Ã O Oportunidades de trabalho (recém-formados x experientes)6. Concorrência (preço, ética, evolução);7. Segmentação;
  10. 10. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  11. 11. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  12. 12. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  13. 13. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  14. 14. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  15. 15. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  16. 16. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  17. 17. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  18. 18. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  19. 19. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  20. 20. Mercado de TrabalhoO PERFIL DAS ASSESSORIAS DE IMPRENSA DE CURITIBA NA ERA DAS REDES SOCIAISPesquisa – TCC de Ívna Ortellado e Juliano Zemuner – ESEEI, Curitiba, 2011
  21. 21. Conteúdo para WebCaracterísticas gerais do texto para Web1. Concisão2. Simplicidade3. Coesão4. Coerência5. Precisão6. Interesse PULAR
  22. 22. Conteúdo para WebConcisãoMais informação, menos espaço (e tempo)A finalidade deste foi apresentar ... ApresentouDar informação ... informarDar a entender ... sugerir
  23. 23. Conteúdo para WebSimplicidade(clareza) Frases curtas e ordem direta Palavras acessíveis (avião e não aeronave - casa e não residência -procura e não demanda - entrar e não ingressar) Evitar termos técnicos (ou traduzí-los) Evitar regionalismos (guri, vina, farol, etc.) Evitar palavras estrangeiras (troque menu por cardápio; stress porestresse, shampoo por xampu). Evitar palavras e sentenças com duplo sentido (O diretor disse a Joãoque seu cargo seria extinto...) Evitar siglas e abreviações (vc; abç; kd; kz, etc.)
  24. 24. Conteúdo para WebCoesão(sequência lógica)1. Ordenar por tópicos2. Encontrar seqüência para os tópicos - cronológica - causa / efeito - ataque / defesa - sintomas / transmissão / perigos / prevenção
  25. 25. Conteúdo para WebCoerência(cuidar com contradições)“As crianças estão morrendo de fomepor causa da riqueza do País.”“As crianças estão morrendo de fome,apesar da riqueza do País.”“As crianças adoram sanduíche porque engorda.”“As crianças adoram sanduíche, embora engorde.”
  26. 26. Conteúdo para WebPrecisão Cuidado com informações da web! Conferir dados Fontes seguras Citar fontes Evitar informações imprecisas(vários, muitos, diversos)Ele chegou rapidamente.Ele chegou em menos de um minuto.
  27. 27. Conteúdo para WebInteresse1. Público-alvo2. Atualidade3. Ineditismo4. Tamanho5. Informações completas6. Design7. A importância do título(inclusive no assunto do e-mail)
  28. 28. Segmentação de CanaisMensagens iguais para meios diferentes = diferentes linguagens TV – Rádio – Revista – Jornal - Web – Redes Sociais1. Revistas- Sugestões de Fontes- Aprofundar assuntos = mais pesquisa- Antecedência2. Jornal- Segmentação por editorias / colunas- Texto padrão (lead + detalhes)- Atenção para datas de fechamento de cadernos
  29. 29. Segmentação de Canais3. RádioSugestão de Pauta – Lead + Detalhes + Serviço+ Sugestão de Fontes4. TVSugestão de Pauta com sugestões de imagense entrevistas5. Web e Redes SociaisCada site, cada blog, cada rede social temcaracterísticas específicas = não utilizar compartilhamento
  30. 30. Segmentação de Canais
  31. 31. Segmentação de Canais30 sites mais acessados no Brasil em 2011:1º orkut.com.br 11º facebook.com 21º ig.com.br2º live.com 12º baixaki.com.br 22º wordpress.com3º youtube.com 13º mercadolivre.com.br 23º sp.gov.br4º uol.com.br 14º twitter.com 24º caixa.gov.br5º orkut.com 15º 4shared.com 25º ask.com6º globo.com 16º wikipedia.org 26º americanas.com.br7º msn.com 17º bing.com 27º oi.com.br8º blogspot.com 18º abril.com.br 28º itau.com.br9º terra.com.br 19º groupon.com.br 29º vagalume.com.br10º yahoo.com 20º microsoft.com 30º buscape.com.br Fonte: centralmidia.org
  32. 32. Assessoria de Imprensa na Web
  33. 33. Assessoria de Imprensa na Web
  34. 34. Assessoria de Imprensa na Web
  35. 35. Estudo de Caso: Marketing Político Marketing Político x Marketing Eleitoral BARACK OBAMA Campanha EUA (2008) •Internet = 87% da arrecadação •Mais de 6 redes sociais diferentes •Menos de 2% do orçamento •Eleito com 53% dos votos
  36. 36. Estudo de Caso: Marketing PolíticoA estrutura da campanha online de Obama era formada pelas redes sociais: Facebook (oficial), Myspace, YouTube, Mi Gente, Twitter, Glee, Black Planet (site mais visitado por negros norte-americanos) e o site MyBarackObama.com. Este último, é uma rede social onde os eleitores podem criar os seus próprios blogs para discussão, enviar recomendações diretamente à campanha, criar seu mini-site para arrecadação de doações, organizar eventos, entre outros. Além disso, a campanha possuía ainda 16 espaços sociais oficiais (De acordo com a etnia e perfil psicográfico do público) e mais de 500 grupos no Facebook (criados espontaneamente pelos usuários).
  37. 37. Estudo de Caso: Marketing PolíticoSucesso do marketing político nas mídias digitais:1. Acreditar no produto;2. Escutar o público: o que ele quer?3. Posicionamento (change);4. Estratégias (criar conexões com o público, para que ele se sintaparte da sua missão).
  38. 38. Estudo de Caso: Marketing Político Enquanto isso, no Brasil...
  39. 39. Estudo de Caso: Marketing Político Desde 2009 nas redes sociais Eleito em out/2010 Dep. Federal Candidato à Prefeitura de Curitiba em 2012
  40. 40. Gestão de Crises DEFINIÇÃO DE CRISECircunstância, muitas vezes imprevisível, que corre o risco deaumentar em intensidade, atraindo assim a atenção daimprensa e/ou uma investigação governamental, interferindonas operações regularesda empresa, danificando a imagem da companhia e, emúltima instância, arriscando a sobrevida da organização.(Steve Fink e Ian Miller)
  41. 41. Gestão de Crises CLASSIFICAÇÃO DE CRISE Impacto negativo no meio ambiente Impacto negativo nas pessoas Impacto negativo nas condições financeiras Impacto negativo na reputação da empresa
  42. 42. Gestão de Crises
  43. 43. Gestão de Crises ?
  44. 44. Gestão de Crises ITAIPU BINACIONAL Apagão (2009) •Deixou 18 Estados sem energia •Menos de três horas depois do blecaute foi criado o perfil no Twitter @usina_itaipu •Mais de 2.500 seguidores em menos de 24 horas •97% de retweets no 1º dia •Resposta imediata à crise
  45. 45. Gestão de Crises“Água no umbigo, sinal de perigo!” Assim como a água sobe aos poucos, a crise vai dando sinais. Crises são inevitáveis, mas previsíveis.
  46. 46. Gestão de Crises ALTO RISCO• Indústria química e • Parques de DiversãoFarmacêutica • Produtores de sucos• Bancos e Inst. e refrigerantesFinanceiras • Construtoras• Transporte público • Postos de Gasolina• Hotéis, restaurantes,empresas de Turismo • Empresas Públicas de Serviços e aeroportos• Usinas Nucleares • Fabricantes de material• Produtores de alimentos de construção civil• Cassinos, Boates
  47. 47. Gestão de Crises A importância da blindagem da marca  A marca de uma organização pode representar 84% do valor total da empresa;  Falhar em proteger a imagem e a reputação das marcas nas crises pode resultar em perdas líquidas de até 15% do valor da empresa;  Proteger a imagem e reputação das marcas nas crises pode resultar em ganhos médios de 5% no valor da marca.
  48. 48. Gestão de Crises SINAIS DE ALERTA Descontinuidade técnica; Resistência do público às inovações; Alertas de segurança, fiscais de construção civil ou inspetores de saúde; Reclamações repetidas de clientes; Rumores internos; Alertas de empregados;
  49. 49. Gestão de CrisesOS 6 PASSOS: 1º passo: criação do CGCI 2º passo: análise das vulnerabilidades 3º passo: criação do Plano de Respostas Rápidas 4º passo: desenvolvimento do Plano de Ação 5º passo: produção e divulgação de um Manual de GCI 6º passo: simulações e treinamentos
  50. 50. Gestão de CrisesComitê de Gerenciamento de Crisesde Imagem• Administrador Senior • Jurídico• RH • Relações c/ Clientes• Técnico Operacional • Contratos (Seguro)• Segurança Trabalho • Relações c/ Investidores• Relações com a Indústria • Marketing• Dep. Médico• RP/Comunicação
  51. 51. Gestão de CrisesComitê de Gerenciamento de Crisesde Imagem EQUIPE NÃO AFINADAVAI DESAFINAR NA HORA DA CRISE
  52. 52. Gestão de CrisesClassificação das Vulnerabilidades1. Probabilidade – possibilidade da crise realmente acontecer dentro de uma unidade do grupo.2. Público envolvido – número de pessoas atingidas direta e indiretamente com a crise específica.3. Impacto na sociedade – repercussão que a crise pode gerar. Interesse da sociedade e da mídia.4. Gravidade – letalidade, culpa, responsabilidade, pessoas diretamente envolvidas.5. Grau de prevenção – até que ponto esta crise pode ser evitada?6. Proximidade – a crise específica está próxima da nossa realidade? É um perigo iminente ou distante?
  53. 53. Gestão de CrisesClassificação das Vulnerabilidades Probabilidade Proximidade Impacto na prevenção sociedade Gravidade envolvido Grau de Público Vulnerabilidade (pontuar de 1 a 10)
  54. 54. Gestão de CrisesDoutrina Defesa Civil AmericanaPrevention Preparation ResponseReconstruction
  55. 55. Gestão de Crises PLANO DE AÇÃO
  56. 56. Gestão de CrisesCrise na rede: 3 tipos de usuários-problemas: Encrenqueiros Bullies Valentões que querem ridicularizar os outros Mais fáceis de detectar e moderar (cyberbulling) Perseguidores Stalkers Fãs …. obsessivos e até destrutivos Podem sair do mundo digital Líderes Polêmicos e sensacionalistas – gostam de chamar a atenção Trolls Devem ser isolados o mais rapidamente possível, para não contaminarem os outros

×