O Petróleo e o Mundo, 26.08.2014

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Geologia e Evolução do Planeta, Definição de Petróleo, a Bacia de Campos, a Cadeia Produtiva do Petróleo, Projeções e Novas Tecnologias.

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O Petróleo e o Mundo, 26.08.2014

  1. 1. Exploração e Produção de Petróleo Campos dos Goytacazes, 26, de agosto de 2014
  2. 2. LINCOLN WEINHARDT 1985 GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA – USP 1989 ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE EQUIPAMENTOS – PETROBRAS - UFRJ 2001 PÓS-GRADUAÇÃO MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL – FGV – MANAGEMENT 2002 PÓS-GRADUAÇÃO EM MARKETING DE TI – ESPM 2003 MESTRANDO EM ECONOMIA EMPRESARIAL – UCAM DOCÊNCIA PROFESSOR DE MARKETING, ECONOMIA E TECNOLOGIA (2001- 2011) •PREPARANDO ALUNOS DAS UNIVERSIDADES SALGADO DE OLIVEIRA, CÂNDIDO MENDES E ISE-CENSA, PARA INGRESSAREM NO MERCADO DE TRABALHO CONSCIENTE DA REALIDADE MERCADOLÓGICA E DAS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS. PETROBRAS GERENTE DE PLANEJAMENTO INTEGRADO E GERENCIAMENTO DE CONTRATOS DE PROJETOS, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM (2013 - ... ) RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE PROJETOS, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM NA UO-BC. GERENTE DE COMUNICAÇÃO E SEGURANÇA DE INFORMAÇÕES (2007 – 2013) RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE COMUNICAÇÃO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÕES (2006) •RESPONSÁVEL COORDENAÇÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE MOVIMENTAÇÃO DE GÁS (2005) •RESPONSÁVEL COORDENAÇÃO DA MOVIMENTAÇÃO E PRODUÇÃO DO GÁS DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE PLANEJAMENTO DE TI (2003 - 2004 ) •RESPONSÁVEL PELA REESTRUTURAÇÃO DA GERÊNCIA DE TI PARA O SEGMENTO DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE APOIO AO USUÁRIO DE TI (2002 - 2003) •RESPONSÁVEL PELA CERTIFICAÇÃO ISO 9001 NO PROCESSO DE APOIO AO USUÁRIO DE TI DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE MARKETING DE TI E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (2001 - 2002) •RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DA ÁREA DE MARKETING DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DA BACIA DE CAMPOS, PARA CERCA DE 12.000 CLIENTES. GERENTE DE INFRA-ESTRUTURA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO (1998 - 2001) •RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE INFRA-ESTRUTURA DE TI NA UNIDADE OPERACIONAL DA BACIA DE CAMPOS. CONSIDERADO PELO GARTNER GROUP O BENCHMARK MUNDIAL EM TCO.
  3. 3. 700
  4. 4. 700 A Crosta Terrestre é fina e sólida, profundidade de 0 - 70Km; O Manto superior é parte sólido e parte pastoso: composto de Magnésio, Silício e Ferro, profundidade de 70 - 700Km; O Manto inferior é sólido: composto de Magnésio, Silício e Ferro, profundidade de 700 - 3000Km; O Núcleo externo da Terra é uma massa líquida: composto de Ferro e Níquel, profundidade de 3000 - 5000Km; O Núcleo interno da Terra é sólido: composto de Ferro e Níquel, profundidade de 5000 - 6000Km.
  5. 5. A Crosta Terrestre pode ser comparada à pele do tomate
  6. 6. A Crosta Terrestre se apoia sobre a parte sólida do Manto superior. Juntos eles formam a Litosfera, profundidade de 0 - 150Km.
  7. 7. A Litosfera suporta a Biosfera, onde está localizada toda a vida do Planeta (Vegetal e Animal).
  8. 8. Por fim a Atmosfera, camada gasosa que cobre a Terra e permite a sobrevivência da vida no Planeta.
  9. 9. Vejamos como se formam as rochas que compõem em grande parte a Litosfera.
  10. 10. 700
  11. 11. A teoria das placas tectônicas explica os movimentos da Crosta Terrestre.
  12. 12. O Magma movimenta-se sob o efeito do calor proveniente do centro da Terra e arrasta as Placas neste seu movimento de convecção.
  13. 13. As placas são separadas pelas fronteiras. Uma Fronteira Divergente separa duas placas que se afastam . O Magma que emana e resfria, formará a “nova” Crosta.
  14. 14. Do outro lado, a placa se reencontra com outra placa na Fronteira Convergente. A Placa mais densa se encaixa sob a outra e se dissolve no magma em fusão.
  15. 15. As Fronteiras Transformantes permitem o movimento em paralelo das Placas, que avançam em diferentes velocidades .
  16. 16. As Placas Tectônicas se deslocam apenas poucos centímetros por ano. A Placa sob o Oceano Pacífico se desloca cerca de 5 cm/ano. A Placa Sul-americana 2 cm/ano.
  17. 17. Para tornar tangível o tempo, vamos utilizar uma régua milimétrica , onde, 1 milímetro ≈ 1.000 anos.
  18. 18. Imagine uma régua com 4,6km de comprimento, equivalente à distância do percurso da Av. 24 de Outubro (esquina com a Av. Gilberto Cardoso) até o final da Av. 28 de Março. Para entendermos a idade da Terra, podemos considerar cada milímetro desta régua, representando mil anos. Assim, 4,6 Km = 4,6 milhões de milímetros ≈ 4,6 bilhões de anos. A espécie Homo Sapiens surge a cerca de 150.000 anos, em nossa régua quilométrica o ser humano está presente no Planeta, somente, nos últimos 15 cm. Se considerarmos o período após a primeira organização urbana há 11 mil anos, estamos falando do último centímetro de nossa régua com 4,6 Km.
  19. 19. Origem da Terra -4,6 bilhões de anos
  20. 20. Sem vida 4,6 a 3,8 bilhões de anos Pré-cambriano Vida Primitiva de 3,8 bilhões a 600 milhões de anos Durante 1,7 bilhões de anos Somente existiram seres unicelulares 4,6 bilhões de anos = Origem do Planeta Terra 3,8 bilhões de anos = Início da vida na Terra 3,5 bilhões de anos = Estromatólitos ( responsáveis pelo lançamento de oxigênio na atmosfera) 2,1 bilhões de anos = A vida evolui para seres multicelulares 1,5 bilhões de anos = Vida complexa surge
  21. 21. Após 800 m -3,8 bilhões de anos (Surgem bactérias)
  22. 22. Durante 1,7 bilhões de anos somente existiram seres unicelulares
  23. 23. Após 2.300 m -2,3 bilhões de anos (surgem multicelulares)
  24. 24. Após 3.500 m -1,1 bilhões de anos (placas tectônicas)
  25. 25. 1,1 bilhão de anos = Surgem as placas tectônicas e o movimento faz surgir um continente único. Os estromatólitos continuam a lançar oxigênio na atmosfera. Não há vida na sobre o continente. 750 milhões de anos a Pangea começa a se dividir. Numerosos vulcões cobrem a Terra.
  26. 26. Após 4.000 m -600 milhões de anos (Explosão Cambriana)
  27. 27. 640 milhões de anos = a vida se multiplica no fundo dos oceanos.
  28. 28. 540 milhões de anos = A explosão Cambriana. Um mundo marinho povoado por milhares de novas espécies. Com destaque para as trilobitas e o super-predador Anomalocaris de quase 1 metro de comprimento.
  29. 29. Evolution of CO2 levels during the Phanerozoic. The modern-day concentration is represented by the number 1 (380 parts per million).
  30. 30. Após 4.350 m - 250 milhões de anos (Extinção Permiana)
  31. 31. 250 milhões de anos Extinção Permiana
  32. 32. 250 milhões de anos
  33. 33. http://www.youtube.com/watch?v=PWxcgJUCDxg
  34. 34. Após 4.540 m - 65 milhões de anos (Extinção dos Dinossauros)
  35. 35. Após 4.559,85 m (muita coisa vai acontecer nestes 15 cm - 150 mil de anos (surge o Homo Sapiens)
  36. 36. 65 milhões de anos Extinção dos Dinossauros 250 milhões de anos Extinção Permiana
  37. 37. O que é o Petróleo?
  38. 38. O que é o Petróleo?
  39. 39. O petróleo (do latim petroleum, petrus, pedra e oleum, óleo, do Grego πετρέλαιον (petrelaion) óleo da pedra, do grego antigo πέτρα (petra), pedra + έλαιον (elaion) óleo de oliva, qualquer substância oleosa.), no sentido de óleo bruto, é uma substância oleosa, inflamável, geralmente menos densa que a água, com cheiro característico e coloração que pode variar desde o incolor ou castanho claro até o preto, passando por verde e marrom (castanho). Combinação complexa de hidrocarbonetos. Composta na sua maioria de hidrocarbonetos alifáticos, alicíclicos e aromáticos. Também pode conter quantidades pequenas de nitrogênio (N), oxigênio (O), compostos de enxofre (S) e íons metálicos, principalmente de níquel (Ni) e vanádio (V). Esta categoria inclui petróleos ligeiros, médios e pesados, assim como os óleos extraídos de areias impregnadas de alcatrão. Materiais hidrocarbonatados que requerem grandes alterações químicas para a sua recuperação ou conversão em matérias-primas para a refinação do petróleo tais como óleos de xisto crus, óleos de xisto enriquecidos e combustíveis líquidos de hulha não se incluem nesta definição. Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocarbonetos
  40. 40. PETRÓLEO = HIDROCARBONETOS Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocarbonetos
  41. 41. PETRÓLEO = HIDROCARBONETOS Quanto à forma das cadeias carbônicas, os hidrocarbonetos podem ser divididos, em: hidrocarbonetos alifáticos: neles, a cadeia carbônica é acíclica (ou seja, aberta), sendo subdivido em: • alcanos • alcenos • alcinos • alcadienos hidrocarbonetos cíclicos: possuem pelo menos uma cadeia carbônica fechada, subdivididos em: • cicloalcanos ou ciclanos • cicloalcenos ou ciclenos • aromáticos, que possuem pelo menos um anel aromático (anel benzênico) além de suas outras ligações. Quanto ao tipo de ligação entre os carbonos, os hidrocarbonetos podem ainda ser divididos, didaticamente, em: • hidrocarbonetos saturados, englobando alcanos e cicloalcanos, que não possuem ligações dupla, tripla ou aromática; • hidrocarbonetos insaturados, que possuem uma ou mais ligações dupla ou tripla entre átomos de carbono (entre eles os alcenos, alcadienos e cicloalcenos - com ligação dupla; alcinos - com ligações tripla -; e aromáticos) O número de átomos de hidrogênio em hidrocarbonetos pode ser determinado,se o número de átomos de carbono for conhecido, utilizando as seguintes equações: • Alcanos: CnH2n+2 • Alcenos: CnH2n • Alcinos: CnH2n-2 • Ciclanos: CnH2n • Ciclenos: CnH2n-2 . Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocarbonetos
  42. 42. PETRÓLEO = HIDROCARBONETOS Fonte: Wikipédia Sistema IUPAC O nome de todos os alcanos termina com o sufixo ano. Alcanos de cadeias retas com oito ou menos carbonos são nomeados conforme a tabela abaixo, que também dá o nome do radical alquila, formado pelo destacamento de uma ligação de hidrogênio. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocarbonetos Nome do alcano Fórmula do alcano Radical alquila Fórmula do radical alquila metano CH4 metil(a) CH3 etano C2H6 etil(a) C2H5 propano C3H8 propil(a) C3H7 butano C4H10 butil(a) C4H9 pentano C5H12 pentil(a) C5H11 hexano C6H14 hexil(a) C6H13 heptano C7H16 heptil(a) C7H15 octano C8H18 octil(a) C8H17
  43. 43. PETRÓLEO = HIDROCARBONETOS Fonte: Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocarbonetos
  44. 44. PETRÓLEO Propriedades: Viscosidade Fonte: MIT http://web.mit.edu/ Elasto-Capillary Thining in a Microfilament Rheometer,Test Fluid: Glycerin Elasto-Capillary Thining in a Microfilament Rheometer, Test Fluid: HEUR (Associative Polymer) http://web.mit.edu/nnf/research/
  45. 45. GRAU API DO AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE Forma de expressar a densidade relativa de um óleo ou derivado. A escala API, medida em graus, varia inversamente com a densidade relativa, isto é, quanto maior a densidade relativa, menor o grau API. O grau API é maior quando o petróleo é mais leve. Petróleos com grau API maior que 30º são considerados leves; entre 22º e 30º API, são médios; abaixo de 22º API, são pesados; com grau API igual ou inferior a 10º, são petróleos extrapesados. Quanto maior o grau API, maior o valor do petróleo no mercado. A densidade API trata-se de uma escala expressa em graus e dada por números inteiros. A escala é dada pela equação ºAPI = 141,5 / densidade a 60/60ºF - 131,5, onde a densidade a 60/60ºF representa um número que é obtido da relação entre a massa do produto e igual massa de água, ambas a 60ºF Fonte: Petrobras Glossário http://www2.petrobras.com.br/ri/port/Glossario/Glossario.asp?
  46. 46. A origem da Bacia de Campos
  47. 47. O planeta 120 milhões de anos atrás
  48. 48. Quando os continentes se separaram, “seus bens” - lagos internos repletos de sedimentos formados por milhões de anos de deposições - foram divididos. Não é coincidência haver reservas petrolíferas no litoral do Rio de Janeiro e no litoral de Angola. Assim como, haver reservas petrolíferas no litoral do Rio Grande do Norte e no litoral da Nigéria. O planeta
  49. 49. DINÂMICA DO SISTEMA PETROLÍFERO DO PRÉ-SAL 2200 3000 5000 7000 Profundidade (m) Fundo do mar Topo do sal Campo A Campo B Campo C SAL (selo) Reservatório Rochas geradoras Rochas sedimentares pós-sal
  50. 50. A Bacia de Campos e o Pré-Sal Fonte: Petrobras
  51. 51. Recente no Brasil - Lagoa Salgada, litoral de Campos 1cm Carbonatos do Pré-Sal e seu análogo recente Testemunho do Pré-Sal Carbonatos do Pré-Sal e seu análogo recente Fonte: Petrobras
  52. 52. DINÂMICA DO SISTEMA PETROLÍFERO DO PÓS-SAL 1000 2000 4000 6000 PPooççoo AA PPooççoo BB PPooççoo CC PPooççoo DD Fundo do mar Rochas sedimentares pós-sal Janela de sal SAL (selo) 3000 SAL (selo) Rochas geradoras Prof. (m) Fonte: Petrobras
  53. 53. Pré-Sal na Bacia de Campos Algumas das unidades existentes produzem óleo do Pós e do Pré-Sal. Em 2 de setembro de 2008, o Campo de Jubarte, através da P-34, produzia o primeiro óleo do Pré-Sal brasileiro. P-34 – Campo de Jubarte Fonte: Petrobras
  54. 54. A produção comercial de petróleo na Bacia de Campos começou em 13 de agosto de 1977, com a entrada em operação do poço 3-EN-1-RJS, com vazão de 10 mil barris por dia, no campo de Enchova. A descoberta ocorrera três anos antes, em dezembro de 1974, no Campo de Garoupa. Plataforma semissubmersível Sedco 135D, no campo de Enchova na Bacia de Campos, em 1977. Fonte: Petrobras
  55. 55. A Bacia de Campos A Bacia de Campos: Área: 100 mil km² Produção: 80% do petróleo nacional Fonte: Petrobras
  56. 56. A cadeia produtiva do Petróleo
  57. 57. UPSTREAM Atividades de exploração e produção. CADEIA PRODUTIVA DE E&P MACRO PROCESSOS LOGÍSTICA A B C D E F G PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO PRODUTO FINAL EXPLORAÇÃO PRODUÇÃO Fonte: Petrobras
  58. 58. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Origins of Oil and Gas Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  59. 59. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Seismic sections provide 2-dimensional views of underground structure. By using special shooting techniques such as spaced airgun arrays or towing the streamer slantwise, or by shooting very closely spaced lines, it is possible to produce 3-dimensional (3D) seismic images below. These images comprise vertical sections and horizontal sections ('time-slices'). Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  60. 60. Pesquisa sísmica marítima
  61. 61. Onde furar?
  62. 62. Para que serve? • Obter imagens do subsolo da Terra • Pode ser em terra ou no mar • Permite a identificação de camadas de rocha onde existe a possibilidade de ter acumulação de petróleo (óleo ou gás) • Sem estas imagens, é praticamente impossível descobrir petróleo, principalmente no mar. Fonte: Petrobras
  63. 63. Como é feita? • Um sinal sonoro é emitido em direção ao subsolo • O sinal é refletido pelas camadas de rocha e retorna à superfície • Em seguida, é gravado na forma de dados • Os dados registrados são processados • E geram imagens do subsolo Fonte: Petrobras
  64. 64. O levantamento sísmico no mar Conjunto de cilindros de ar comprimido Cabos com sensores Navio sísmico 6 mil metros Corredor que precisa estar desimpedido para a passagem do navio Embarcações de apoio e assistente Fonte: Petrobras
  65. 65. Cilindros de ar comprimido Boias Cilindro de ar comprimido Fonte: Petrobras
  66. 66. Cilindros de ar comprimido Saída de ar Fonte: Petrobras
  67. 67. Cabo com sensores Fonte: Petrobras
  68. 68. Sala de controle – sísmica e navegação Fonte: Petrobras
  69. 69. Tipos de levantamento sísmico no mar •Método convencional com cabos rebocados por navio Fonte: Petrobras
  70. 70. Tipos de levantamento sísmico no mar • Método com tecnologia com cabos de fundo (OBC) Fonte: Petrobras
  71. 71. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Recent increases in computing capacity have enabled the migration process to be applied before stack, i.e. on the vast amounts of data collected in the acquisition phase. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  72. 72. Resultado Uma “radiografia do subsolo” mar rochas Fonte: Petrobras
  73. 73. Resultado Detalhe de seção sísmica da Bacia de Campos Fonte: Petrobras
  74. 74. Resultado Detalhe da seção sísmica na Bacia de Campos - Informação Poço Fm Ubt/Mb Geribá Mb Outeiro Fm Ubt/Mb Tamoios Um campo de óleo Fm Lagoa Feia Mb Coqueiros Pebbly Eoc Marco Azul Maa/Camp Arn Maa OS-1010/1005(?) NRT-0011 Mb Macabu Poço Fonte: Petrobras
  75. 75. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO ZetaWare, Inc. http://www.zetaware.com/consortium/t3migration.avi Estudos e modelos sobre a migração do pretróleo entre as rochas. PVT relationship controls fractionation of hydrocarbon composition during migration (Larter and Mills, 1991, England, 2002). Let's look at a typical marine source rock, under the pressure and temperature conditions where hydrocarbons are generated, oil and gas are mostly mixed as a single undersaturated oil phase. As this mixed fluid migrates to shallower depths, oil and gas may start to separate as pressure drops below the "bubble point" for that composition. Depending on the volume of the fluids, seal capacity and trap capacity, and pressure and temperature at the prospect, the final hydrocarbon columns in a prospect may be a gas field (with condensate), an oil field (with dissolved gas) or both (oil field with a gas cap) as can be seen in the figure above.
  76. 76. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Another recent development is that visualisation has been taken to a new level with the advent of Virtual Reality rooms, allowing 3D subsurface images to be displayed on large screens and to be viewed from almost any angle. Different development options, such as the impact of various drilling targets, can be simulated . Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/ Petrobras – Bacia de Campos Visita de comitiva do Isecensa à sala de visualização 3D em 19/nov/2007
  77. 77. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Há vários tipos de plataformas de perfuração. Em águas rasas a mais usual é aplataforma auto-elevável ou jack-up. Para águas profundas e ultraprofundas as semisubmersíveis e os navios sondas de posicionamento dinâmico são as mais utilizadas. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  78. 78. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO The derrick supports the weight of the drillstring which is screwed together from 9-metre lengths of drill pipe. Hoisting equipment in the derrick can raise or lower the drillstring. At the bottom of the drillstring is a drill bit, which can vary in size and type. It is attached to the drill collars, heavy pipe-sections that put weight on the bit. On semi-submersible rigs, a compensator keeps the drillstring stationary while the rig and derrick move as a result of wave motion. The drill bit is rotated either by turning the whole drillstring ("rotary drilling") or by using a downhole turbine which rotates as drilling fluid is pumped through it. In rotary drilling, the rotary motion is imparted to the drillstring by the "top drive". Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  79. 79. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO The drilling derrick towers above the drill floor and is where most of the activity is concentrated. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  80. 80. TIPOS DE PERFURAÇÃO
  81. 81. PERFURAÇÃO HORIZONTAL
  82. 82. Processo de perfuração de um poço sob leito marinho
  83. 83. Revestimento de 30” Elevador Bucha da Mesa Rotativa
  84. 84. Cunha
  85. 85. Broca
  86. 86. Drill Pipe
  87. 87. óleo Descendo revestimento de 30”, com BHA de jateamento
  88. 88. óleo Descendo revestimento de 30”, com BHA de jateamento Coluna de Drill Pipes
  89. 89. óleo Início do Jateamento
  90. 90. óleo Jateamento
  91. 91. óleo Sapata do 30” Final do Jateamento
  92. 92. óleo Perfuração da Fase de 16” Sapata do 30”
  93. 93. óleo Cascalhos Final da Fase de 16” Sapata do 30”
  94. 94. óleo Circulando para limpar o poço Sapata do 30”
  95. 95. óleo Circulando para limpar o poço Sapata do 30”
  96. 96. óleo Poço Limpo Sapata do 30”
  97. 97. óleo Retirando coluna para descer o revestimento de 13 3/8” Sapata do 30”
  98. 98. óleo Sapata do 30” Retirando coluna para descer o revestimento de 13 3/8”
  99. 99. óleo Sapata do 30” Poço preparado para descida do revestimento de 13 3/8”
  100. 100. óleo Sapata do 30” Iniciando descida do revestimento de 13 3/8”
  101. 101. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 13 3/8”
  102. 102. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 13 3/8”
  103. 103. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 13 3/8”
  104. 104. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 13 3/8”
  105. 105. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 13 3/8”
  106. 106. óleo Sapata do 30” Final da descida do revestimento de 13 3/8” Sapata do 13 3/8”
  107. 107. óleo Sapata do 30” Circulando para cimentar revestimento de 13 3/8” Sapata do 13 3/8”
  108. 108. óleo Sapata do 30” Cimentando revestimento de 13 3/8” Sapata do 13 3/8” Retorno de cimento no fundo do mar
  109. 109. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Retirando Ferramenta de Assentamento de 13 3/8”
  110. 110. óleo Sapata do 30” Descendo BOP Sapata do 13 3/8”
  111. 111. óleo Sapata do 30” Descendo BOP Sapata do 13 3/8”
  112. 112. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Riser BOP
  113. 113. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Iniciando perfuração da fase de 12 1/4”
  114. 114. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Perfurando fase de 12 1/4”
  115. 115. óleo Sapata do 30” Perfurando fase de 12 1/4” Sapata do 13 3/8”
  116. 116. óleo Sapata do 30” Perfurando fase de 12 1/4” Sapata do 13 3/8”
  117. 117. óleo Sapata do 30” Final da fase de 12 1/4” Sapata do 13 3/8”
  118. 118. óleo Sapata do 30” Circulando para limpeza do poço Sapata do 13 3/8”
  119. 119. óleo Sapata do 30” Circulando para limpeza do poço Sapata do 13 3/8”
  120. 120. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Poço limpo
  121. 121. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Retirando coluna para perfilar o poço
  122. 122. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Retirando coluna para perfilar o poço
  123. 123. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Poço preparado para ser perfilado
  124. 124. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Perfilando poço de 12 1/4”
  125. 125. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Concluída a perfilagem e preparando para descida do revestimento de 9 5/8”
  126. 126. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Descendo revestimento de 9 5/8” por dentro do Riser, BOP, Revestimento de 13 3/8”
  127. 127. óleo Sapata do 30” Descendo revestimento de 9 5/8” Sapata do 13 3/8” em poço aberto
  128. 128. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Descendo revestimento de 9 5/8” em poço aberto
  129. 129. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Final da descida do revestimento de 9 5/8” Sapata do 9 5/8”
  130. 130. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Circulando para cimentar revestimento de 9 5/8” Sapata do 9 5/8”
  131. 131. óleo Sapata do 30” Sapata do 13 3/8” Cimentando revestimento de 9 5/8” Sapata do 9 5/8” Final da cimentação do revestimento de 9 5/8”
  132. 132. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO The size of the field must be established, and the most efficient production method worked out in order to assess whether it will repay, with profit, the huge costs of offshore development and day-to- day operation. Appraisal may take several years to complete and is itself very costly. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  133. 133. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Production may prove difficult and expensive if the reservoir rock is seriously disrupted by faulting or contains extensive areas of poor permeability. Porosity and permeability may vary dramatically where the reservoir rock consists of a variety of sediments, and may be much reduced in areas where mineral growth has blocked the available pore spaces. Studies in the Brent Field showed that the reservoir rocks most closely resemble the sediments deposited in a large delta. This geological model explained the interlayering of muddy, poorly permeable rocks with better quality reservoir sandstones. The figure above shows the varied delta environments where these rocks may have accumulated. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  134. 134. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO When deciding whether to develop a field, a company must estimate how much oil and gas will be recovered and how easily they will be produced. Although the volume of oil and gas in place can be estimated from the volume of the reservoir, its porosity, and the amount of oil or gas in the pore spaces, only a proportion of this amount will be recovered. This proportion is the recovery factor, and is determined by various factors such as reservoir dimensions, pressure, the nature of the hydrocarbon, and the development plan. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  135. 135. O que é o Petróleo?
  136. 136. Vamos para a produção do petróleo?
  137. 137. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO The Offshore Challenge Most oil and gas production platforms in offshore Britain rest on steel supports known as 'jackets', a term derived from the Gulf of Mexico. A small number of platforms are fabricated from concrete. The steel jacket, fabricated from welded pipe, is pinned to the sea floor with steel piles. Above it are prefabricated units or modules providing accommodation and housing various facilities including gas turbine generating sets. Towering above the modules are the drilling rig derrick (two on some platforms), the flare stack in some designs (also frequently cantilevered outwards) and service cranes. Horizontal surfaces are taken up by store areas, drilling pipe deck and the vital helicopter pad. . Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/
  138. 138. PLATAFORMA AUTO-ELEVATÓRIA OU JACK-UP GlobalSantaFe Jack-up Rig Galaxy 11 em doca seca em Nigg - Escócia Shell – Visão artística uma jack-up ao lado de uma plataforma fixa
  139. 139. Plataforma fixa PGP-1 Fonte: Petrobras
  140. 140. CLUSTER DE PLATAFORMAS FIXAS Pemex – Campo de Cantarell 1 Km
  141. 141. Plataforma semissubmersível de produção P-20 Fonte: Petrobras
  142. 142. Navios de produção FPSO – Floating Production, Storage and Offloading P-37 Fonte: Petrobras
  143. 143. Navio de estocagem e transferência FSO – Floating , Storage and Offloading P-38 Fonte: Petrobras
  144. 144. Hydro project Fonte: www.offshore-technology.com
  145. 145. Produção em 2013 •Instalação de uma plataforma do tipo TLWP (tension leg wellhead platform), que opera com árvores de natal secas no convés da própria unidade; • Linhas flexíveis com aquecimento elétrico que evitam perdas de produção com óleo de alta viscosidade; • 140 mil bpd e 1 milhão de m³ de gás por dia. TLWP FPSO Projeto definitivo de Papa-Terra Pela pimeira vez no Brasil um sistema integrado de produção composto por FPSO (P-63), interligado à TLWP (P-61). Fonte: Petrobras
  146. 146. Curva de produção de um campo de petróleo Novas tecnologias de produção Novas descobertas
  147. 147. UMS – Unidade de Manutenção e Segurança Suporte para garantir a eficiência e a economia às obras de revitalização das unidades marítimas, sem interromper a produção de qualquer tipo de plataforma. UMS Cidade de Casimiro de Abreu UMS Cidade de Arraial do Cabo UMS Cidade de Carapebus UMS Cidade de Quissamã Fonte: Petrobras
  148. 148. UMS – Unidade de Manutenção e Segurança UMS Cidade de Casimiro de Abreu - PNA-1 UMS Cidade de Arraial do Cabo – PCH-1 UMS Cidade de Quissamã – P-37 UMSs atuando junto às unidades da Bacia de Campos Mão de obra: Cada UMS gera em torno de 1.000 postos de trabalho diretos e 4.000 indiretos. Fonte: Petrobras
  149. 149. Sistemas de produção Fonte: Petrobras
  150. 150. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Flow from the well is controlled by valves on the "Christmas tree" at the wellhead. Oil & Gas UK the leading representative organisation for the UK offshore oil and gas industry http://www.oilandgas.org.uk/ Petrobras – Bacia de Campos Arvore de Natal Molhada - GLL
  151. 151. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Completação de um poço. Exemplo de perfil feito por ultra-som, avaliando a cimentação do revestimento. Petrobras – Bacia de Campos Arvore de Natal Molhada – GLL Completação Vertical THOMAS, José Eduardo Fundamentos de Engenharia de Petróleo
  152. 152. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Petrobras – Bacia de Campos Arvore de Natal Molhada – GLL Completação Horizontal
  153. 153. Sistemas de Produção Objetivo O objetivo do processamento de petróleo produzido nas plataformas offshore é: - separar o gás do óleo sob condições controladas -remover a água, sal e outras impurezas do óleo e do gás. O óleo deve ficar livre de gás e água e estar suficientemente estável para ser transferido. Isto é feito nos sistemas de produção, que são um conjunto de sistemas como os de compressão de gás e de tratamento de água oleosa, os quais podem ser instalados em terra – onshore ou no mar – offshore. Os sistemas de produção offshore, pode ser instalado em diversos tipos de plataformas. Fonte: Petrobras
  154. 154. Sistemas de Produção A produção de petróleo e gás natural pede ser obtida através de quaisquer dos tipos de sistemas de produção apresentados anteriormente. Conforme os estudos do reservatório e de viabilidade técnica-econômica, o sistema de produção definido poderá ter uma planta de processamento bem simples ou complexa. Plantas de processo, mais simples, são baseadas apenas na separação gás-óleo-água ou somente gás-líquido, sem o aquecimento dos fluidos. Quando se trata de reservatórios de grande porte e bem definidos, prevê-se no planejamento da planta de processamento, além da separação gás-óleo-água o tratamento e a estabilização dos fluidos, mas também os sistemas de compressão e tratamento de água para injeção no reservatório. Fonte: Petrobras
  155. 155. Sistemas de Produção Plantas de Processo em sistemas de produção offshore: Processar o óleo significa separá-lo do gás, da água, do sal e sólidos e reduzi-los a limites aceitáveis. o Gás deve ser reduzido para não prejudicar o bombeamento e o processamento do óleo nas etapas posteriores à produção; a Água provoca corrosão na tubulação e equipamentos e aumenta o custo do transporte; o Sal provoca incrustações e corrosão; os Sólidos provocam erosão e obstrução nos equipamentos e instrumentos. A função da planta de processo é adequar o óleo para estocagem ou transferência. A planta é definida em função das características e potencial do reservatório, tipos e propriedades dos fluidos, mecanismos de produção, tipos e fatores de recuperação, número de poços produtores, número de poços injetores de água e gás. Fonte: Petrobras
  156. 156. Sistemas de Produção Os atuais sistemas de produção podem ser divididos em cinco tipos principais, no que se refere a o processamento de petróleo: 1- Sistemas sem separação de fluidos; 2- Sistemas com separação Bifásica; 3- Sistemas com separação Trifásica; 4- Sistemas com separação Trifásica e Tratamento de Óleo; 5- Sistemas com Tratamento de Óleo apenas.
  157. 157. Sistemas de Produção Sistemas Tipo 1 - sem separação de fluidos: São sistemas usualmente utilizados em plataformas satélites, que tranferem suas produções para serem tratados em uma plataforma central. O escoamento da produção é feito através de fluxo multifásico, por oleodutos, que se utilizam da energia do reservatório, ou da energia fornecida por um sistema de bombeio. O sistema de bobeamento pode ser através de bombas de transferência ou pelos equipamentos de bombeio centrífugo submerso (BCS). Separador de teste Poço BCS Fonte: Petrobras
  158. 158. Sistemas de Produção Sistemas Tipo 2 - Sistemas com separação Bifásica: São sistemas usualmente utilizados em sistemas transitórios Tratam-se de plantas bastante simples, consistindo basicamente em coletores de produção, separadores de teste, separadores bifásicos de produção, surge tank, sistema de transferência e medição de produção, além de facilidades para o aproveitamento do gás associado e demais utilidades. Em geral estes sistemas não possuem facilidades para descarte de água produzida, a qual é transferida junto com o óleo. Separador de teste Poço Separador de produção Gás Óleo Fonte: Petrobras
  159. 159. Sistemas de Produção Sistemas Tipo 3 - Sistemas com separação Trifásica: São sistemas chamados de sistemas definitivos de produção. Tratam-se de plantas com algum grau de complexidade, consistindo de coletores de produção, permutadores de calor, separadores de teste, separadores trifásicos de produção, sistemas de separação água oleosa/gás e água/óleo, sistema de transferência e medição de produção, além de instalações complexas para o tratamento e aproveitamento do gás associado e demais utilidades. Separador de teste Poço Separador de produção Gás Óleo Sist. Trat. Água Oleosa Fonte: Petrobras
  160. 160. Sistemas de Produção Sistemas Tipo 4 - Sistemas com separação Trifásica e Tratamento de Óleo: São sistemas trifásicos que adicionalmente possuem tratadores de óleo eletrostáticos, para a retirada do excesso de água, para o enquadramento do óleo em padrões de qualidade para o refino, além de mais um 3° estágio de separação para a estabilização do petróleo. Separador de teste Poço Separador 1° Estágio Gás Óleo Sist. Trat. Água Separador 2° Estágio Gás Separador 3° Estágio Gás Tratador de óleo Fonte: Petrobras
  161. 161. Sistemas de Produção Sistemas Tipo 5 - Sistemas de Tratamento de Óleo: São sistemas que recebem a produção de outras unidades, para a retirada do excesso de água do óleo (BSW) e o enquadramento deste em padrões de qualidade para o refino, também possuem sistema para o tratamento da água produzida. As unidades especifícas para o tratamento de óleo não possuem poços interligados. Usualmente são utlizados os FSOs ou FPSOs, neste caso o “P” vem de processing. Outras Plataformas Óleo Sist. Trat. Água Tratador de óleo Fonte: Petrobras
  162. 162. Sistemas de Produção Plantas de Processo em sistemas de produção offshore: A planta de processo poderá conter vários estágios de separação, aquecedores, tratadores eletrostático, estação de transferência (bombeamento) e de medição, compressores para o aproveitamento do gás natural produzido ou para gás lift, unidades de desidratação e dessulfurização do gás comprimido para escoamento através de gasodutos, unidade de tratamento de água de injeção no reservatório, etc. Toda planta de processo possui uma capacidade nominal de processamento. Assim, existem vazões limites de óleo, gás e água, impostas pelas capacidades dos equipamentos e vasos que a compõe. Fonte: Petrobras
  163. 163. Sistemas de Produção Descrição do fluxograma básico e principais componentes: Além das funções descritas anteriormente, uma unidade de produção pode ter: - Equipamentos para teste individual de poços, sem interromper a produção; sistema de gás-lift para a elevação artificial; - Sistema de bombeio para a injeção d’água para a recuperação secundária; - Sistema de compressão de gás para armazenamento ou recuperação secundária; - Sistemas de utilidades elétricas e não elétricas – combustíveis, esgoto e alojamento – freqüentemente mais da metade dos equipamento em uma plataforma são referentes a estes sistemas e não relativos ao processamento de petróleo. Entre os desafios de um projeto de instalação marítima estão os problemas de limitação de espaço e peso, além de ter que desenvolver tecnologias para possibilitar a produção dos campos em águas profundas; ampliar o fator de recuperação dos campos maduros e produzir os reservatórios situados nas camadas pré-sal das bacias do Atlântico. Fonte: Petrobras
  164. 164. Sistemas de Produção Vasos Separadores: Existem vários tipos de vasos separadores, podendo ser classificados quanto sua forma, pressão de trabalho, finalidade ou tipo de operação. Finalidade: Separadores, separadores de óleo e gás, decantadores de água – water knockout, vaso de expansão – Flash, depuradores de gás – gas scrubber. Posição: Horizontal ou vertical. Forma: Cilíndrica ou esférica. Montagem: Monotubo ou bitubo. Fases: Bifásico ou trifásico. Especiais: Separador medidor, hidrociclone, etc. Fonte: Petrobras
  165. 165. Sistemas de Produção Vasos Separadores: Separadores bifásicos: Os separadores bifásicos baseiam-se nos seguintes mecanismos de separação das fases líquido e gás: - Ação da gravidade e diferença de densidades; - Separação inercial, onde mudanças bruscas de velocidade e de direção de fluxo permite o gás desprender-se da fase líquida devido a inércia; - Aglutinação das partículas, onde o contato das gotículas de óleo dispersas sobre uma superfície facilita sua coalescência e com o seu diâmetro aumentando pela aglutinação separar-se por gravidade; - Força centrífuga, onde aproveita-se das diferenças de densidade entre o óleo e o gás e faz-se a corrente fluídica entrar no separador tangenciando sua parte interna. O óleo tendo massa específica maior que o gás tende a projetar-se com mais força sobre a parede do recipiente, formando-se em seguida duas correntes distintas: gás acima e óleo abaixo. Fonte: Petrobras
  166. 166. Sistemas de Produção Vasos Separadores: Separadores bifásico horizontal*: Válvula de controle de pressão Fonte: Petrobras Entrada 4- Seção aglutinadora ou de coalescimento Saída de Gás Saída de Líquido Extrator de névoa ou demister 1- Separação primária Defletor de entrada 3- Separação secundária Decantação por gravidade 2- Seção de acumulação Coleta de líquido Interface gás/líquido Válvula de controle de nível •Os separadores bifásico vertical e esférico possuem as mesmas funcionalidades do horizontal.
  167. 167. Sistemas de Produção Vasos Separadores: Separadores Trifásico horizontal*: Fonte: Petrobras Entrada 4- Seção aglutinadora ou de coalescimento Saída de Gás Saída de Óleo Extrator de névoa ou demister 1- Separação primária Defletor de entrada 3- Separação secundária Decantação por gravidade Interface gás/líquido 2a- Seção de Óleo e Emulsão Válvula de controle de pressão Válvula de controle de nível 2b- Seção de Água 5- Vertedouro Saída de Água Válvula de controle de nível Coletor de descida – Downcomer
  168. 168. Sistemas de Produção Vasos Separadores: Separadores Trifásico horizontal – Recipiente Vertedor Fonte: Petrobras Entrada 4- Seção aglutinadora ou de coalescimento Saída de Gás Saída de Água Extrator de névoa ou demister 1- Separação primária Defletor de entrada 3- Separação secundária Decantação por gravidade Interface gás/líquido 2a- Seção de Óleo e Emulsão Válvula de controle de pressão Válvula de controle de nível 2b- Seção de Água 5a- Recipiente de óleo Saída de Óleo Válvula de controle de nível Coletor de descida – Downcomer 5b- Vertedor de água
  169. 169. Sistemas de Produção Planta de processamento de Petróleo Fonte: Pemex
  170. 170. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Acompanhado toda esta cadeia produtiva há uma vasta rede de processos de logística, envolvendo: Transporte; Armazenagem; Gestão de Recursos Humanos; Gestão de SMS – Saúde, Meio ambiente e Segurança; Manutenção; Construção e Montagem Industrial; Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia; Tecnologia da Informação; Telecomunicações; Suporte Contábil, Tributário, Financeiro e Jurídico; Segurança Empresarial e Patrimonial; Comunicação Empresarial e Relacionamento com a Sociedade. Fonte: Petrobras
  171. 171. PROCESSO DE LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE DADOS EXPLORATÓRIOS PROCESSO DE SONDAGEM EXPLORATÓRIA PROCESSO DE DELIMITAÇÃO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO PROCESSO DE PRODUÇÃO PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO DE BACIAS PROCESSO DE ESTUDOS E OTIMIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO Após a operação de offloading, transferência do petróleo ou gás, a cadeia produtiva do upstream está concluída. Seja, por meio de navios aliviadores, que recebem o petróleo de navios plataforma FPSO/FSO, ou pela transferência por dutos para os terminais terrestres. Com o transporte do óleo e gás produzidos, inicía-se a cadeia do Downstreamculminado na comercialização e distribuição de derivados. DOWNSTREAM - Termo usado para definir, essencialmente, as atividades de refino do petróleo bruto, e também o tratamento do gás natural, o transporte e a comercialização/distribuição de derivados. Fonte: Petrobras
  172. 172. Logística na Bacia de Campos Macaé Samarco Porto do Rio Vitória Portos Itanhaém Navegantes Itajaí São Tomé Cabo Frio Jacarepaguá Aeroportos Bacia de Santos Bacia de Campos Bacia do ES Fonte: EP-SERV/US-LOG/OPNP/OPL Dados atualizados em julho de 2013
  173. 173. Demanda de passageiros e aeronaves Demanda mensal de passageiros por aeroporto (SSE) - Aeroporto de Macaé: 29 mil - Heliporto de Farol de São Tomé: 19 mil - Aeroporto de Campos: 8 mil - Aeroporto de Cabo Frio: 12 mil - Aeroporto de Jacarepaguá: 10 mil - Aeroporto de Navegantes: 2 mil - Aeroporto de Itanhaém: 960 - Aeroporto de Vitória: 9 mil Passageiros transportados (junho de 2013) = 516 mil passageiros por mês Fonte: EP-SERV/US-LOG/TASSE/COTRAT Dados atualizados em julho de 2013.
  174. 174. Quantitativo de aeronaves no EP-SSE - Pequeno Porte: 1 - Médio Porte: 83 - Grande Porte: 32 - Aeromédico: 3 TOTAL:119aeronaves Quantitativo de aeronaves na Bacia de Campos - Pequeno Porte: 1 - Médio Porte: 58 - Grande Porte: 13 TOTAL:72aeronaves Fonte: EP-SERV/US-LOG/TASSE/COTRAT Dados atualizados em julho de 2013. Demanda de passageiros e aeronaves
  175. 175. Atender no menor tempo possível os agravos à saúde dos trabalhadores embarcados - tanto os que ocorrem de forma natural quanto os acidentais, visando a cura ou diminuir ao máximo as possibilidades de sequelas. Resgate aeromédico Fonte: Petrobras
  176. 176. Histórico e Projeção de Produção da Bacia de Campos
  177. 177. Recordes de produção em lâmina d’água Fonte: Petrobras
  178. 178. Poços cada vez mais fundos Fonte: Petrobras
  179. 179. Petrobras PNG 2013-2017 Fonte: Petrobras
  180. 180. Tecnologias, logística e o futuro
  181. 181. Sísmica 4D Fonte: Petrobras
  182. 182. Mapa de anomalias do topo do reservatório do campo de Marlim Evolução das Anomalias nos últimos anos Anomalias Sísmicas diferença 2005 - 1997 Anomalias Sísmicas diferença 2010 - 1997 Sísmica 4D Fonte: Petrobras
  183. 183. Separador Submarino de Água e Óleo Realidade SSAO: uma realidade da Petrobras em 2011, na Bacia de Campos. Entrou em produção em 2012, no campo de Marlim – P-37. Ficção Filme: O segredo do abismo (1989), de James Cameron. Fonte: Petrobras
  184. 184. Separador Submarino de Água e Óleo
  185. 185. Arranjos Submarinos Imagem: Baker Hughes
  186. 186. Arranjos Submarinos Imagem: Baker Hughes https://www.youtube.com/watch?v=RugjBqFw9M0
  187. 187. Obrigado! Lincoln Weinhardt

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