Olhar no Abrolhos por Lilia Tandaya

1.308 visualizações

Publicada em

Documentação fotográfica da biodiversidade e interações socioambientais na região dos Abrolhos, Parque Nacional Marinho no sul da Bahia - Brasil/ 2007
© Lilia Tandaya

Publicada em: Arte e fotografia
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Olhar no Abrolhos por Lilia Tandaya

  1. 1. Olhar no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos<br />por Lilia Tandaya<br />Caravelas, Bahia <br />2007<br />
  2. 2. O arquipélago dos Abrolhos é formado por 5 ilhas de origem vulcânica e fica a 70km da costa do litoral Sul da Bahia<br />
  3. 3. A ilha Guarita é a menor, com pedras “pintadas” de branco das fezes de aves que vivem ali.<br />
  4. 4. A ilha Redonda é a mais alta do Parque, nas encostas nidificam as fragatas.<br />
  5. 5. A ilha Siriba é a única onde os visitantes podem desembarcar<br />
  6. 6. A ilha de Santa Bárbara é a maior e é de jurisdição da Marinha do Brasil que controla o Farol.<br />
  7. 7. A ilha Sueste é a mais distante e onde vivem a maioria dos atobás marrons<br />
  8. 8. A recepção na área do PARNAM dos Abrolhos é feita pelo guarda-parque<br />
  9. 9. A guarda-parque explica sobre as normas do parque aos visitantes<br />
  10. 10. Estagiários colaboram na palestra de recepção dos visitantes e nas atividades do parque<br />
  11. 11. Instrutores de mergulho também orientam sobre o parque<br />
  12. 12. A proposta é preservar esse santuário marinho para que todos possam usufruir<br />
  13. 13. O melhor de Abrolhos está embaixo d’água<br />
  14. 14. O mergulho autônomo tem que ser feito dentro das regras e com o instrutor<br />
  15. 15. Perfeito para o mergulho livre já que boa parte da vida submersa está a menos de 10m<br />
  16. 16. Encontramos a Tartaruga de Pente, Eretmochelys imbricata<br />
  17. 17. Outra Tartaruga também identificada como de Pente, Eretmochelys imbricata<br />
  18. 18. No parque além Tartaruga de Pente também se encontra a Cabeçuda e a Verde<br />
  19. 19. Peixe Frade, Pomacanthus paru<br />
  20. 20. Peixe Anjo, Holacanthus ciliaris<br />
  21. 21. Cangulo, Balistes ventula<br />
  22. 22. Peroá Rei, Aluterus scriptus<br />
  23. 23. Peixes Porquinho Stephanolepis Hispidus e Porquinho Pintado Cantherhines macrocerus<br />
  24. 24. Peixe Dentão, Lutjanus joccu<br />
  25. 25. Peixe Largarto, Pseudupeneus maculatus<br />
  26. 26. Peixe Budião, Halichoeres dimidiatus<br />
  27. 27. Budião Azul, Scarus trispinosus, e os cirurgiões Acanthurus coeruleus<br />
  28. 28. Cirurgião Azul, Acanthurus chirurgus<br />
  29. 29. Saioba ou Guaiuba, Ocyurus chrysurus, e Budiões Azul Scarus trispinosus<br />
  30. 30. Cambumba ou Biquaras, Haemulon parra<br />
  31. 31. Cardume de Cocorocas ou Biquaras, Haemulon plumieri<br />
  32. 32. Cardume de Juiz-da-Paz ou Salemas, Anisotremus virginicus<br />
  33. 33. Cardume de Piragicas, Kyphosus sectatrix<br />
  34. 34. Garajubas, Carangoides ruber<br />
  35. 35. Barracudas, Sphyraena barracuda<br />
  36. 36. Agulhão, Hemiramphus brasiliensis<br />
  37. 37. Agulhão<br />
  38. 38. Moréia Verde, Gymnothorax funebris<br />
  39. 39. Moréia de Cauda Dourada, Gymnothorax miliaris<br />
  40. 40. Raia Chita, Aetobates narinari<br />
  41. 41. Sargentinho, Abudefduf saxatilis<br />
  42. 42. Peixe Jaguariça Holocentrus adscensionis entre os corais Mussismilia braziliensis<br />
  43. 43. Peixe Borboleta-Listrada Chaetodon striatus próximo a corais Mussismilia braziliensis<br />
  44. 44. Salemas passam sobre o Coral Mussismilia braziliensis, conhecido como coral-cérebro<br />
  45. 45. Corais Mussismilia braziliensis variam as tonalidades sendo uma espécie endêmica da Bahia<br />
  46. 46. Peixes junto aos Corais Mussismilia braziliensis<br />
  47. 47. Coral Mussismilia braziliensis e o Hidrocoral, ou coral de fogo, Milepora alcicornes<br />
  48. 48. Octocoral Plexaurella regia entre corais Mussismilia braziliensis e Mussismilia hartti<br />
  49. 49. Coral Mussismilia hartti e o Hidrocoral, ou coral de fogo, Milepora alcicornes<br />
  50. 50. Coral Madracis decactis entre a o coral mole palythoa<br />
  51. 51. Esponja, filo porifera, encontrado nos recifes da ilha Sueste<br />
  52. 52. Esponja, filo porifera, encontrada nos recifes da ilha Sueste<br />
  53. 53. Octocoral Gorgonia visto no naufrágio do Rosalina<br />
  54. 54. O mergulho é uma atividade praticada no parque e pode ser no naufrágio do Rosalina<br />
  55. 55. Além do Rosalina existem outros 2 naufrágios o Guadiana e o recém descoberto Santa Catharina <br />
  56. 56. É preciso pedir autorização para a Marinha para entrar na ilha de Santa Bárbara<br />
  57. 57. As únicas residências do arquipélago ficam na ilha de Santa Bárbara e são da Marinha do Brasil<br />
  58. 58. Com a autorização da Marinha que opera o Rádio Farol Abrolhos é possível visitar a ilha e o Farol<br />
  59. 59. Vista das ilhas de Santa Bárbara, da Siriba e da Redonda<br />
  60. 60. A ave mais populosa do arquipélago é o Atobá, Sula dactylatra<br />
  61. 61. Casal de atobás no ponto Fixo da ilha de Santa Bárbara e vista da ilha Redonda<br />
  62. 62. No fim de tarde casais de atobás se encontram no Ponto Fixo<br />
  63. 63. A Grazina ou rabo-de- palha,Phaethon aethereus, também nidifica na Ilha de Santa Bárbara<br />
  64. 64. Filhote de Grazina ou rabo-de- palha, Phaethon aethereus<br />
  65. 65. A guarda-parque verifica um possível ninho de tartaruga próximo ao rastro na praia dos Caldeiros<br />
  66. 66. Estagiários e moradores monitoram o nascimento das tartarugas no porto da Ilha Santa Bárbara<br />
  67. 67. Cabras foram inseridas na ilha de Santa Bárbara e vivem em grupo livremente<br />
  68. 68. Outra espécie encontrada nas ilhas é o calango ou taruíra, ou Mabuia<br />
  69. 69. Revoada de Fragatas, Fregata magnificens, e jovem na encosta da ilha Redonda<br />
  70. 70. Fragatas Fregata magnificens, em ninhal na encosta da ilha Redonda<br />
  71. 71. Fragatas Fregata magnificens, o macho tem a bolsa gular vermelha, o único ovo postado pela fêmea é incubado em sistema de revezamento pelo casal<br />
  72. 72. Os Atobás marrons Sula leucogaster são encontrados principalmente na ilha Sueste<br />
  73. 73. Para se alimentar os filhotes precisam que, no caso o Atobá Marrom, adulto regurgite o alimento<br />
  74. 74. Na ilha Siriba os visitantes podem fotografar os atóbas na trilha<br />
  75. 75. Sempre com a monitoria do guarda-parque ou do estagiário<br />
  76. 76. E possível dar a volta na ilha Siriba percorrendo uma trilha de 800m<br />
  77. 77. Vários tipos de barcos e visitantes freqüentam o PARNAM dos Abrolhos<br />
  78. 78. Pesquisadores como a Dra. Márcia Fiqueiredo que estuda alga calcária e o Dr. Gary Kendrick, especialista em sargaço vem aos Abrolhos desenvolver suas pesquisas<br />
  79. 79. A Equipe do IBJ - Instituto Baleia Jubarte monitora as águas do Parque de julho a novembro atentos aos borrifos e movimentos das baleias que freqüentam a região para se reproduzir<br />
  80. 80. O trabalho de levantamento de dados sobre as Jubartes na região é feito desde 1988<br />
  81. 81. Avistagem de dorsal das baleias jubartes, Megaptera novaeangliae, filhote, femêa e escort <br />
  82. 82. A cauda de cada baleia é diferente e isso gera a identidade da jubarte, até 2006 foram catalogadas 1870 baleias nas águas dos Abrolhos<br />
  83. 83. É proibido pescar na área do Parque, e os pescadores que infringem essa lei podem ser apreendidos e multados pela fiscalização do IBAMA.<br />
  84. 84. As águas da região dos Abrolhos possuem riquezas ainda desconhecidas, <br />Sendo um desafio constante conhecer, usufluir e preservar esse ambiente único no Atlantico Sul<br />
  85. 85. Bibliografia<br />Corals Of Southern Bahia – Editora Nova Fronteira S.A.<br />Peixes Costa Brasileira – Alfredo Carvalho Filho - Editora Marca D’Água<br />Estrutura e dinâmica das assembléias de peixes recifais no Banco de Abrolhos, Bahia: subsídios para conservação e manejo. - volume 2 - 2005 - Ronaldo Bastos Francini Filho <br />www.fishbase.com.br<br />Nota: Não houve revisão especializada na identificação da espécies<br />Música: Chance Meeting - Acoustic Alchemy<br />
  86. 86. AgradecimentosAo Projeto Manguezal, Ulisses, Sandra e equipe, que me acomodou durante toda a estadia em Caravelas.A Equipe do Horizonte Aberto que me levou e trouxe de Abrolhos.Ao Pessoal doSamuk, Mauricio, tripulação, mergulhadores Sandra e Thiago os passageiros pesquisadores, Márcia, Diego, Dr. Gary que me acolheram por 1 dia possibilitando acompanhar seus trabalhos.Ao Russo e equipe do Black Tune que me levou para o mergulho no naufrágio do navio Rosalina.Aos Oficiais da Marinha, Rádio Farol Abrolhos, pelo acantonamento e receptividade na ilha de Santa Bárbara.<br />
  87. 87. Parque Nacional Marinho dos AbrolhosIBAMAMarcello LourençoChefeDanielSub ChefeMonitoresMarileneEdsonBrunaBiancaGuarda-ParquesBernardetteEgno<br />
  88. 88. Fotos tiradas entre 9 e 22 de dezembro de 2006<br />Parte das fotos produzidas foram perdidas...Peixes como Trombeta, e outros não identificadosPolvo, Anêmonas, e várias imagens da biodiversidade e das interações na região dos Abrolhosficaram sem representação nesse trabalho mas estão em plena atividade<br />Caravelas / Bahia 2007<br />© Lilia Tandaya<br />www.profotos.com.br<br />

×