Universidade Estadual do Ceará – UECEFaculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos - FAFIDAMCurso de Licenciatura Plena em Ci...
ANÁLISE CITOGENÉTICA NALEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA•Vanderléia da S. Montenegro¹ ;• Vera Maria Valporto O. dos Santos ²;• Mel...
Introdução3A análise citogenética das células malignas:AvançoBiológicoNeoplasias Leucemogênese
Crescimento descontrolado das célulasmalignas (tumores) que proliferamanormalmente os tecidos, parcial outotal.4NeoplasiaI...
Desenvolvimento das leucemias.5IntroduçãoLeucemogêneseDoença maligna dos glóbulos brancos(leucócitos) devido o acúmulo dec...
6• As leucemias são classificadas de acordo com o tipo celularpresente no sangue e seu grau de maturação. Compreendem duas...
7Diferenciação das células hematopoiéticas.
8Fase Crônica• A sobrevida é maior, podendo passar de um ano após instalação dossintomas;• O tipo celular encontrado nesta...
Medula - Esterno e Bacia9
10InvestigarObjetivoEvolução dastécnicasLeucemia MielóideCrônicaUrgência no serviçopúblico de saúdeImplantação
ANÁLISE CITOGENÉTICA CLÁSSICA11Citogenética clássica ou convencional - envolve a cultura de célula.•Banda Q, R, G, C, NOR ...
12A partir da técnica do bandeamento, comprovou-se o que se acreditavaser uma deleção era, na realidade, uma translocação ...
Cromossomo22q11 9q34 e 22q11.2Ph13• Resultado de uma translocação recíproca entre os braços longosdos cromossomos 9 e 22, ...
14• Uma translocação entre dois cromossomos, tal, é designada pelaletra minúscula t seguida, entre parênteses, dos dois cr...
15• Essa translocação t (9;22)(q34; q11.2) justapõe o oncogene ABL(Abelson Leukemia Vírus), mapeado no cromossomo 9, que c...
16• A proteína mutante BCR/ ABL apresenta umaatividade tirosina quinase elevada pelapatogênese da doença.• O BCR/ABL trans...
17• A análise citogenética é feita nas células hematopoiéticas emamostra da Medula Óssea (MO) por estar em completo proces...
186. Para tanto, utiliza-se a colchicina (substância capaz de parar adivisão celular mitótica). Após basta dar um “choque ...
19A LMC é uma doença clonal maligna de célula progenitorahematopoiética da linhagem mielóide, com intensa proliferaçãomedu...
20É caracterizada pela presença do cromossomo Ph, apóstranslocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22 em queencontramos...
Montagem de ideograma de cariótipo humano do sexomasculino (46, XY) t (9;22) (q34;q11.2).21
22O principal efeito funcional da fusão BCR/ABL parece ser o aumento naatividade tirosina quinase.A proteína de fusão BCR/...
23• Cada vez com melhores resultados, as técnicas de citogenética têmaplicabilidade no diagnóstico da leucemia mielóide cr...
24REFERÊNCIASMONTENEGRO, S. V.; SANTOS, O. V. M. V.; VEITH, M. Análisecitogenética na leucemia mielóide crônica - Revista ...
“A vida é mais do queum simples dia, o quehoje podemos sofrer,amanhã poderá nosfortalecer e nos ensinara melhor maneira de...
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Lidiano Oliveira, Artigo - defesa

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ANÁLISE CITOGENÉTICA NA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA..

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Lidiano Oliveira, Artigo - defesa

  1. 1. Universidade Estadual do Ceará – UECEFaculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos - FAFIDAMCurso de Licenciatura Plena em Ciências BiológicasPeríodo: 6º SemestreDisciplina: CitogenéticaProfessora: Manuella RochaDEFESA DE ARTIGOFrancisco Lidiano Guimarães OliveiraLimoeiro do Norte – CENovembro/2012
  2. 2. ANÁLISE CITOGENÉTICA NALEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA•Vanderléia da S. Montenegro¹ ;• Vera Maria Valporto O. dos Santos ²;• Melissa Veith³.1 - Acadêmica do curso de Biomedicina -Universidade Presidente Antonio Carlos -UNIPAC/MG;2- Professora adjunta de Genética -UNIPAC/MG;3- Co-orientadora citogeneticista doLaboratório Côrtes Villela Ltda.Revista da Faculdade de Ciências Médicas deSorocaba, v. 10, n. 3, p. 5 - 12, 2008.
  3. 3. Introdução3A análise citogenética das células malignas:AvançoBiológicoNeoplasias Leucemogênese
  4. 4. Crescimento descontrolado das célulasmalignas (tumores) que proliferamanormalmente os tecidos, parcial outotal.4NeoplasiaIntrodução
  5. 5. Desenvolvimento das leucemias.5IntroduçãoLeucemogêneseDoença maligna dos glóbulos brancos(leucócitos) devido o acúmulo decélulas jovens anormais na medulaóssea.LeucemiaEletromicrografiamostrando acúmulode glóbulos brancos.
  6. 6. 6• As leucemias são classificadas de acordo com o tipo celularpresente no sangue e seu grau de maturação. Compreendem duasfases: a aguda e a crônica;• Impedem a produção dos glóbulos vermelhos (causandoanemia).Leucemia
  7. 7. 7Diferenciação das células hematopoiéticas.
  8. 8. 8Fase Crônica• A sobrevida é maior, podendo passar de um ano após instalação dossintomas;• O tipo celular encontrado nesta fase é bem diferenciado, ou seja,encontram-se todas as linhagens hematopoiéticas matura, imatura ecom pouco blasto na circulação.Fase Aguda• A MO fica recoberta de células primitivas (blastos) das sériescelulares envolvidas;• Caracteriza-se pela proliferação clonal acompanhada de bloqueiomaturativo (anaplasia) variável;• Pode ser fatal dentro de três meses.
  9. 9. Medula - Esterno e Bacia9
  10. 10. 10InvestigarObjetivoEvolução dastécnicasLeucemia MielóideCrônicaUrgência no serviçopúblico de saúdeImplantação
  11. 11. ANÁLISE CITOGENÉTICA CLÁSSICA11Citogenética clássica ou convencional - envolve a cultura de célula.•Banda Q, R, G, C, NOR e Bandeamento de Alta resolução.Funções:• Permite ver o genoma inteiro de uma só vez;• Usado quando se suspeita uma anomalia específica;• Utilizado de forma geral para detectar cromossomos adicionais;• Anormalidades comumente vistas com a progressão da enfermidade.
  12. 12. 12A partir da técnica do bandeamento, comprovou-se o que se acreditavaser uma deleção era, na realidade, uma translocação recíproca,envolvendo os cromossomos 9 e 22.Detecção segura e confiávelCromossomosCromossomoPhiladelphia - Ph
  13. 13. Cromossomo22q11 9q34 e 22q11.2Ph13• Resultado de uma translocação recíproca entre os braços longosdos cromossomos 9 e 22, que foi devido a um erro no processo dedivisão celular;• Detectado por citogenética clássica em 90% - 95% dos indivíduoscom LMC, e pode ocorrer em 2% - 10% em rearranjos variantes:CROMOSSOMO PHILADELPHIASimplesaberraçãoComplexasalterações
  14. 14. 14• Uma translocação entre dois cromossomos, tal, é designada pelaletra minúscula t seguida, entre parênteses, dos dois cromossomosenvolvidos separados por ponto e vírgula e novamente entreparênteses o braço e a banda, respectivamente, de cadacromossomo envolvido. Exemplo: 46,XX, t (9;22) (q34;q11.2).
  15. 15. 15• Essa translocação t (9;22)(q34; q11.2) justapõe o oncogene ABL(Abelson Leukemia Vírus), mapeado no cromossomo 9, que codificauma proteína tirosina quinase, e o gene BCR (Breakpoint ClusterRegion), mapeado no cromossomo 22.• Os oncogenes são genes ligados ao surgimento de tumores.
  16. 16. 16• A proteína mutante BCR/ ABL apresenta umaatividade tirosina quinase elevada pelapatogênese da doença.• O BCR/ABL transforma a célulahematopoiética normal em células malignas eapresenta uma mieloproliferação contínua queresulta em proliferação.
  17. 17. 17• A análise citogenética é feita nas células hematopoiéticas emamostra da Medula Óssea (MO) por estar em completo processo dedivisão celular e conter mais material para análise.1. Deve-se utilizar como anticoagulante a heparina;2. A célula deve estar na metáfase, onde os cromossomos estãocondensados, os centríolos estão em pólos opostos na célula;3. O aspirado da medular, então, passa por uma lavagem com meioespecífico que também nutrirá as células;4. Para melhorar a nutrição e o cultivo, utiliza-se também o sorofetal Bovino;5. Incuba na estufa de CO e, logo após, é necessário fazer com quetodas as células parem de se dividir;MÉTODO DE DETECÇÃO
  18. 18. 186. Para tanto, utiliza-se a colchicina (substância capaz de parar adivisão celular mitótica). Após basta dar um “choque hipotônico” comsalina (KCL) por 15 a 20 minutos. Isso causará inchaço e separação doscromossomos e, ainda, eliminará restos citoplasmáticos. É precisocolocar fixador na diluição 1:3 (ácido acético e metanol);7. Devem-se preparar, então, as lâminas para a análise citogenética,sendo necessário que o material seja bem espalhado para ter uma boavisualização;8. Em seguida, essas lâminas já podem ser coradas com coranteconvencional (Giemsa ou Leishman). No caso da LMC, o melhor é obandeamento G. Ao se fazer uma análise de, no mínimo, 20 metáfases,fazendo uma varredura na lâmina e analisando as melhores células. Apresença de pelo menos quatro cromossomos Ph + pode levar aodiagnóstico positivo para LMC.
  19. 19. 19A LMC é uma doença clonal maligna de célula progenitorahematopoiética da linhagem mielóide, com intensa proliferaçãomedular e periférica, esplenomegalia e anemia.Contribui com 15 % da leucemia adulta que em criança é raro e temuma incidência de 1 a 2 por 100.000 em adultos.LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA
  20. 20. 20É caracterizada pela presença do cromossomo Ph, apóstranslocação recíproca entre os cromossomos 9 e 22 em queencontramos o gene híbrido BCR/ABL na análise molecular.LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA
  21. 21. Montagem de ideograma de cariótipo humano do sexomasculino (46, XY) t (9;22) (q34;q11.2).21
  22. 22. 22O principal efeito funcional da fusão BCR/ABL parece ser o aumento naatividade tirosina quinase.A proteína de fusão BCR/ABL na LMC interfere na morte celularprogramada que é inibida. Assim, as células sobrevivem um tempo maiorna circulação maior que o normal, acumulando-se em vários órgãos etecidos.LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICAA LMC tem um cursor clínico bifásico ou trifásico, constituído pela fasecrônica que pode durar três a quatro anos.Ressalta-se que a doença pode ser controlada com o uso demedicamentos mielossupressores, como bissulfato ou hidroxiuréia.
  23. 23. 23• Cada vez com melhores resultados, as técnicas de citogenética têmaplicabilidade no diagnóstico da leucemia mielóide crônica,principalmente a clássica;• Portanto, a urgência e extrema necessidade de se implantar no serviçopúblico de Saúde laboratórios responsáveis por análises citogenéticas;• Minimizar o tempo decorrido para liberação do diagnóstico correto é desuma urgência para que se possa utilizar a medida terapêutica maisadequada ao tratamento o mais rápido possível.CONCLUSÃO
  24. 24. 24REFERÊNCIASMONTENEGRO, S. V.; SANTOS, O. V. M. V.; VEITH, M. Análisecitogenética na leucemia mielóide crônica - Revista daFaculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, v. 10, n. 3, p.5 - 12, 2008.
  25. 25. “A vida é mais do queum simples dia, o quehoje podemos sofrer,amanhã poderá nosfortalecer e nos ensinara melhor maneira desermos felizes. “
  26. 26. Obrigado...

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