Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas - Regional norte 2

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Apresentação do Regional Norte 2 - Pará e Amapá no SEMINÁRIO NACIONAL DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, EM SÃO CAETANO, SÃO PAULO - partilhando sua experiência de Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas, em 8 de novembro de 2014.
Responsável: Pe, Zezinho

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Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas - Regional norte 2

  1. 1. Regional Norte 2 Pará e Amapá
  2. 2. PARÓQUIA N. S.RAINHA DA PAZ IVC nas Comunidades Ribeirinhas ILHAS DE ABAETEUBA/PA
  3. 3. 1. O MUNICÍPIO DE ABAETETUBA LOCALIZAÇÃO Situada na foz do Rio Tocantins Com 73 ilhas e 45 mil habitantes
  4. 4. RABUDO AÇAÍ MORADIA PESCA
  5. 5. A PARÓQUIA N. Sra. RAINHA DA PAZ Fundada em 1987, no modelo de rede de comunidades. Não tem matriz, mas um Centro Pastoral para os grandes momentos de formação, encontros e atendimentos.
  6. 6. CENTRO PASTORAL
  7. 7. Rede de Comunidades Temos 61 Comunidades com suas Igrejas e Centros Catequéticos espalhadas pela região.
  8. 8. 61 IGREJAS ESPALHADAS PELA REGIÃO
  9. 9. Modelo Eclesial Pequenas Comunidades - CEB’s, que dinamizam suas atividades pastorais através dos grupos de evangelização e de diversas equipes de pastorais específicas e serviços.
  10. 10. Coordenação Pastoral A nível paroquial: > Um padre > 40 leigos e leigas que estão nos conselhos e equipes a nível paroquial. Nas comunidades: a coordenação de cada comunidade e suas lideranças.
  11. 11. A PRESENÇA DE LEIGOS COMUNIDADES E SETORES LEIGOS/AS PASTORAIS E NOS CONSELHOS CELEBRAÇÕES DA PALAVRA E NA LEITURA ORANTE NOS ESPAÇOS DE CONTROLE
  12. 12. Celebração dominical Predomina a Celebração da Palavra, presidida por uma equipe de liturgia da própria comunidade
  13. 13. Ministérios Ministros da sagrada comunhão eucarística que durante a celebração distribuem a eucaristia.
  14. 14. Celebração Eucarística Missa é só de 2 a 5 vezes ao ano, em cada Comunidade
  15. 15. Igreja em constante saída É uma Igreja itinerante, onde suas lideranças (padre e leigos/as) vivem em constante visita nas comunidades ou setores que agrupam as comunidades.
  16. 16. 2. DA NECESSIDADE, NASCE A EXPERIÊNCIA 2.1 Passar de uma Programação paroquial para um PLANEJAMENTO PASTORAL com inspiração Catecumenal; 2.2 Sair de uma catequese voltada exclusivamente para as crianças, para um INTINERÁRIO DE FÉ, com inspiração Catecumenal a partir de jovens e adultos;
  17. 17. 2.3 Renovar as Comunidades; 2.4 Passar de um povo preocupado com o sacramento à um povo INICIADO NA FÉ e ENGAJADO NA COMUNIDADE; 2.5 A Missão do Pároco centrada nos sacramentos e nas festas de Padroeiros;
  18. 18. Motivações  Assembleia Diocesana do Povo de Deus (2007/2013) >Prioridades: Iniciação à Vida cristã e Palavra de Deus  Conferencia de Aparecida – impulso missionário  DGAE – (2011 a 2015)  Urgências: Missão > IVC > Animação bíblica > Comunidade > Vida plena.
  19. 19. 3. Novo Paradigma a. Do agendamento para um PLANEJAMENTO PASTORAL.
  20. 20. b. Da catequese doutrinal para um ITINERÁRIO DE FÉ. + Com inspiração catecumenal, + Acompanhando passo a passo o ano litúrgico, onde, principalmente nas celebrações dominicais vai se fazendo a experiência do mistério da fé (mistagogia).
  21. 21. + Com jovens e adultos, + Grupos de catequistas, + COMUNIDADE como a primeira responsável de todo o processo (Comunidade iniciadora), + Acompanhamento sistemático dos catequistas com formação e orientação permanente.
  22. 22. c. A missão do pároco no processo da IVC
  23. 23. d. Desenvolver as atividades pastorais a partir do querigma e da mistagogia
  24. 24. Caminhos definidos.....
  25. 25. 4. METODOLOGIA
  26. 26. Sensibilização e formação Da comunidade: lideranças e catequistas Criar todo um ambiente favorável para acolher e acompanhar os que estão chegando.
  27. 27. Nos inspiramos no processo catecumenal dos primeiros séculos – RICA Facilita: + Pequenas comunidades + Acompanhamento personalizado + Comunidades iniciadoras Dificulta: + Celebrações e ritos de passagens centrados nos ministérios ordenados.
  28. 28. Pré-catecumenato  Para todos (catecúmenos, os que foram batizados ainda criança, e os que fizeram catequese em vista da eucaristia quando criança.  Por um período de 6 meses, começando nos pequenos grupos de leitura orante, em seguida sendo estimulados a participarem da celebração dominical com a comunidade e finalmente realizando uns encontros como grupo que deseja entrar no catecumenato.
  29. 29. Leitura Orante semanal
  30. 30. Esta etapa tem seu cume na apresentação do grupo na comunidade e na celebração de entrada no catecumenato, onde recebem o crucifixo e a Bíblia.
  31. 31. Catecumenato Atividades: as catequeses (semanais ou quinzenais), e outras iniciativas de evangelização (novenas de natal, CF, peregrinações, leitura orante, etc).
  32. 32. A celebração dominical
  33. 33. As atividades práticas, caritativas (mutirões, visitas, etc.)
  34. 34. No aspecto celebrativo – litúrgico: Entrega do Símbolo e da Oração do Senhor. Participação nos encontros de preparação e nas celebrações do advento-natal e quaresma-páscoa, onde se faz a experiência do mistério de Jesus Cristo.
  35. 35. Grandes concentrações - Natal e páscoa jovem
  36. 36. Estágio Pastoral Com jovens e adultos se faz também um tempo de estágio nas diversas pastorais e serviços presentes na comunidade, como estimulo para o conhecimento das atividades da comunidade e o engajamento
  37. 37. Purificação e iluminação No tempo da quaresma Começa com a eleição...e celebração de acolhida dos eleitos, onde a inscrição dos nomes é feita de forma solene. Nesta etapa as catequeses estão estritamente ligadas com o evangelho do domingo do ano A, e nas celebrações se realizam os escrutínios.
  38. 38. No Tríduo Pascal  A participação ativa com a comunidade na preparação da páscoa e na celebração do tríduo pascal.  Os catecúmenos jovens, fazem uma experiência itinerante em outras comunidades, junto com o pároco, onde intensificam a preparação dos sacramentos com retiro espiritual, conversa pessoal, confissão, visitas nas famílias e a noite as celebrações nas comunidades.  Fazem experiência de missão e da descoberta da Igreja como grande família de fé e amor.
  39. 39. O cume de tudo é a vigília pascal onde recebem os sacramentos
  40. 40. Mistagogia: Como tempo de vivência do mistério pascal aproveitamos para completar as catequeses sobre os sacramentos, rever as marcas que o caminho deixou na vida de cada um e celebrar com os adultos os sacramentos, inclusive o matrimônio.
  41. 41. A conclusão de todo o caminho de fé se faz em duas celebrações: Na solenidade de pentecostes
  42. 42. E na solenidade da Santíssima Trindade Celebrada em cada comunidade, onde se faz o rito do engajamento e o envio dos novos cristãos.
  43. 43. 5. Percepção de resultados, frutos que já se pode ver... Os resultados se percebe em três níveis: Pessoal: + Fortalecimento da identidade cristã e dos vínculos com a Comunidade; + Maior coerência entre fé e vida; + Entusiasmo e disponibilidade para os serviços na comunidade;
  44. 44. + Interesse pela formação permanente; + Aquisição da Bíblia e sua leitura pessoal e comunitária; + Participação mais ativa e consciente na liturgia; + Despertar vocacional; + Maior sensibilidade social; + Partilha dos bens
  45. 45. Nas comunidades: + Revitalização e/ou criação de comunidades; + Entendimento da EVANGELIZAÇÃO com a missão fundamental da Igreja;
  46. 46. + Participação e engajamento de adultos e jovens com motivações que nasceram da fé; + Preocupação e ação com os que estão fora da comunidade – atividades missionárias.
  47. 47. Missão Jovem, Missão Paroquial
  48. 48. + Fortalecimento ou criação das equipes de coordenação das pastorais, em particular da liturgia e catequese; + Criação de novos grupos de evangelização; + Celebrações dominicais são preparadas com a vivência; + Organização do espaço litúrgico, dos serviços e ministérios na liturgia;
  49. 49. + Criação ou fortalecimento das coordenações das comunidades; + Fortalecimento da pastoral do dízimo, dos grupos de jovens e dos núcleos de casais
  50. 50. A nível paroquial: + Estamos aprendendo a planejar; + Focados no que é essencial - Evangelização; + Unidade nas ações evangelizadoras, principalmente entre catequese e liturgia; + Organização e fortalecimento das coordenações paroquias, com destaque à de catequese, liturgia e social;
  51. 51. + Reanimação das lideranças veteranas e surgimento de novas; + Organização . da catequese em todas as faixas etárias e com pais e padrinhos; + Acompanhamento com formação e orientação bimensal para todas as lideranças;
  52. 52. + Criação da escola de formação de lideranças cristãs “Caminho de Emaús” para a formação permanente de lideranças, com 130 alunos; + A auto sustentação; + Ampliação ou construção dos espaços para os serviços pastorais.
  53. 53. 6. Perspectivas que se vislumbram... Ser uma paróquia: comunidade de comunidades, iniciadora na fé, no testemunho e na missão; Chegar a todas as 61 comunidades com a IVC e as etapas da catequese, ajudando-as a serem comunidades iniciadoras;
  54. 54.  Multiplicação dos pequenos grupos de leitura orante;  Criação de novas comunidades nas áreas que ainda estamos ausentes;  Ter um subsidio feito a partir do contexto religioso, social e cultural da Amazônia;  Ser estimulo para as outras paróquias da diocese.
  55. 55. Pequena conclusão: A conversão pastoral solicitada pelo papa Francisco e o magistério da Igreja passa em grande parte pela capacidade da paróquia entender e assumir a IVC como responsabilidade de todos e para todos, colocando-a como eixo integrador de sua ação evangelizadora. Assim criaremos Comunidades iniciadoras na fé e homens e mulheres configurados a Cristo, prontos para a missão.
  56. 56. Agradecemos!

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