Regional Norte 2 
Pará e Amapá
PARÓQUIA N. S.RAINHA 
DA PAZ 
IVC nas 
Comunidades 
Ribeirinhas 
ILHAS DE ABAETEUBA/PA
1. O MUNICÍPIO DE ABAETETUBA 
LOCALIZAÇÃO 
Situada na foz do Rio 
Tocantins 
Com 73 ilhas e 45 mil 
habitantes
RABUDO 
AÇAÍ 
MORADIA 
PESCA
A PARÓQUIA N. Sra. RAINHA DA PAZ 
Fundada em 1987, 
no modelo de rede 
de comunidades. 
Não tem matriz, mas um Centro Past...
CENTRO PASTORAL
Rede de Comunidades 
Temos 61 Comunidades com suas Igrejas e 
Centros Catequéticos espalhadas pela região.
61 IGREJAS ESPALHADAS PELA 
REGIÃO
Modelo Eclesial Pequenas 
Comunidades - 
CEB’s, que 
dinamizam suas 
atividades 
pastorais através 
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Coordenação Pastoral 
A nível paroquial: 
> Um padre 
> 40 leigos e leigas 
que estão nos conselhos e 
equipes a nível par...
A PRESENÇA 
DE LEIGOS 
COMUNIDADES 
E SETORES 
LEIGOS/AS 
PASTORAIS E 
NOS 
CONSELHOS 
CELEBRAÇÕES 
DA PALAVRA 
E NA LEITU...
Celebração dominical 
Predomina a 
Celebração 
da Palavra, 
presidida 
por uma 
equipe de 
liturgia da 
própria 
comunidad...
Ministérios 
Ministros da 
sagrada 
comunhão 
eucarística 
que durante 
a celebração 
distribuem a 
eucaristia.
Celebração Eucarística 
Missa é só de 
2 a 5 vezes 
ao ano, em 
cada 
Comunidade
Igreja em constante saída 
É uma Igreja 
itinerante, onde 
suas lideranças 
(padre e leigos/as) 
vivem em 
constante visit...
2. DA NECESSIDADE, NASCE A EXPERIÊNCIA 
2.1 Passar de uma Programação 
paroquial para um PLANEJAMENTO 
PASTORAL com inspir...
2.3 Renovar as Comunidades; 
2.4 Passar de um povo 
preocupado com o sacramento à 
um povo INICIADO NA FÉ e 
ENGAJADO NA...
Motivações 
 Assembleia Diocesana do Povo de Deus 
(2007/2013) 
>Prioridades: Iniciação à Vida cristã e 
Palavra de Deus ...
3. Novo Paradigma 
a. Do agendamento para um PLANEJAMENTO 
PASTORAL.
b. Da catequese doutrinal para um ITINERÁRIO 
DE FÉ. 
+ Com inspiração 
catecumenal, 
+ Acompanhando 
passo a passo o ano ...
+ Com jovens e adultos, 
+ Grupos de catequistas, 
+ COMUNIDADE como a 
primeira responsável de 
todo o processo 
(Comunid...
c. A missão do pároco no processo da IVC
d. Desenvolver as atividades pastorais a 
partir do querigma e da mistagogia
Caminhos definidos.....
4. METODOLOGIA
Sensibilização e formação 
Da comunidade: 
lideranças e 
catequistas 
Criar todo um 
ambiente favorável 
para acolher e 
a...
Nos inspiramos no processo catecumenal 
dos primeiros séculos – RICA 
Facilita: 
+ Pequenas comunidades 
+ Acompanhamento ...
Pré-catecumenato 
 Para todos (catecúmenos, os que foram 
batizados ainda criança, e os que fizeram 
catequese em vista d...
Leitura Orante semanal
Esta etapa tem seu cume na 
apresentação do grupo na comunidade e 
na celebração de entrada no 
catecumenato, onde recebem...
Catecumenato Atividades: as 
catequeses 
(semanais ou 
quinzenais), e 
outras 
iniciativas de 
evangelização 
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A celebração dominical
As atividades práticas, caritativas (mutirões, 
visitas, etc.)
No aspecto celebrativo – litúrgico: 
Entrega do Símbolo 
e da Oração do 
Senhor. 
Participação nos 
encontros de 
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Grandes concentrações - 
Natal e páscoa jovem
Estágio Pastoral 
Com jovens e adultos 
se faz também um 
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Purificação e iluminação 
No tempo da quaresma 
Começa com a eleição...e 
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No Tríduo Pascal 
 A participação ativa com a comunidade na 
preparação da páscoa e na celebração do 
tríduo pascal. 
 O...
O cume de tudo é a vigília pascal 
onde recebem os sacramentos
Mistagogia: 
Como tempo de vivência do 
mistério pascal aproveitamos 
para completar as catequeses 
sobre os sacramentos,...
A conclusão de todo o caminho de fé se 
faz em duas celebrações: 
Na solenidade de pentecostes
E na solenidade da Santíssima Trindade 
Celebrada em cada comunidade, onde se 
faz o rito do engajamento e o envio dos 
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5. Percepção de resultados, frutos que já 
se pode ver... 
Os resultados se percebe em três níveis: 
Pessoal: 
+ Fortaleci...
+ Interesse pela 
formação permanente; 
+ Aquisição da Bíblia e 
sua leitura pessoal e 
comunitária; 
+ Participação mais ...
Nas comunidades: 
+ Revitalização 
e/ou criação de 
comunidades; 
+ Entendimento 
da 
EVANGELIZAÇÃO 
com a missão 
fundame...
+ Participação e engajamento de adultos e jovens 
com motivações que nasceram da fé; 
+ Preocupação e ação com os que estã...
Missão Jovem, Missão Paroquial
+ Fortalecimento ou 
criação das equipes de 
coordenação das 
pastorais, em particular 
da liturgia e catequese; 
+ Criaçã...
+ Criação ou 
fortalecimento das 
coordenações das 
comunidades; 
+ Fortalecimento 
da pastoral do 
dízimo, dos grupos 
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A nível paroquial: 
+ Estamos aprendendo a planejar; 
+ Focados no que é essencial - 
Evangelização; 
+ Unidade nas ações ...
+ Reanimação das lideranças 
veteranas e surgimento de novas; 
+ Organização . 
da catequese em 
todas as faixas etárias e...
+ Criação da escola de 
formação de 
lideranças cristãs 
“Caminho de Emaús” 
para a formação 
permanente de 
lideranças, c...
6. Perspectivas que se vislumbram... 
Ser uma paróquia: comunidade 
de comunidades, iniciadora na 
fé, no testemunho e na...
 Multiplicação dos pequenos grupos 
de leitura orante; 
 Criação de novas comunidades nas 
áreas que ainda estamos ausen...
Pequena conclusão: 
A conversão pastoral solicitada pelo papa 
Francisco e o magistério da Igreja passa em 
grande parte p...
Agradecemos!
Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas - Regional norte 2
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Apresentação do Regional Norte 2 - Pará e Amapá no SEMINÁRIO NACIONAL DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, EM SÃO CAETANO, SÃO PAULO - partilhando sua experiência de Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas, em 8 de novembro de 2014.
Responsável: Pe, Zezinho

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Iniciação à Vida Cristã nas comunidades ribeirinhas - Regional norte 2

  1. 1. Regional Norte 2 Pará e Amapá
  2. 2. PARÓQUIA N. S.RAINHA DA PAZ IVC nas Comunidades Ribeirinhas ILHAS DE ABAETEUBA/PA
  3. 3. 1. O MUNICÍPIO DE ABAETETUBA LOCALIZAÇÃO Situada na foz do Rio Tocantins Com 73 ilhas e 45 mil habitantes
  4. 4. RABUDO AÇAÍ MORADIA PESCA
  5. 5. A PARÓQUIA N. Sra. RAINHA DA PAZ Fundada em 1987, no modelo de rede de comunidades. Não tem matriz, mas um Centro Pastoral para os grandes momentos de formação, encontros e atendimentos.
  6. 6. CENTRO PASTORAL
  7. 7. Rede de Comunidades Temos 61 Comunidades com suas Igrejas e Centros Catequéticos espalhadas pela região.
  8. 8. 61 IGREJAS ESPALHADAS PELA REGIÃO
  9. 9. Modelo Eclesial Pequenas Comunidades - CEB’s, que dinamizam suas atividades pastorais através dos grupos de evangelização e de diversas equipes de pastorais específicas e serviços.
  10. 10. Coordenação Pastoral A nível paroquial: > Um padre > 40 leigos e leigas que estão nos conselhos e equipes a nível paroquial. Nas comunidades: a coordenação de cada comunidade e suas lideranças.
  11. 11. A PRESENÇA DE LEIGOS COMUNIDADES E SETORES LEIGOS/AS PASTORAIS E NOS CONSELHOS CELEBRAÇÕES DA PALAVRA E NA LEITURA ORANTE NOS ESPAÇOS DE CONTROLE
  12. 12. Celebração dominical Predomina a Celebração da Palavra, presidida por uma equipe de liturgia da própria comunidade
  13. 13. Ministérios Ministros da sagrada comunhão eucarística que durante a celebração distribuem a eucaristia.
  14. 14. Celebração Eucarística Missa é só de 2 a 5 vezes ao ano, em cada Comunidade
  15. 15. Igreja em constante saída É uma Igreja itinerante, onde suas lideranças (padre e leigos/as) vivem em constante visita nas comunidades ou setores que agrupam as comunidades.
  16. 16. 2. DA NECESSIDADE, NASCE A EXPERIÊNCIA 2.1 Passar de uma Programação paroquial para um PLANEJAMENTO PASTORAL com inspiração Catecumenal; 2.2 Sair de uma catequese voltada exclusivamente para as crianças, para um INTINERÁRIO DE FÉ, com inspiração Catecumenal a partir de jovens e adultos;
  17. 17. 2.3 Renovar as Comunidades; 2.4 Passar de um povo preocupado com o sacramento à um povo INICIADO NA FÉ e ENGAJADO NA COMUNIDADE; 2.5 A Missão do Pároco centrada nos sacramentos e nas festas de Padroeiros;
  18. 18. Motivações  Assembleia Diocesana do Povo de Deus (2007/2013) >Prioridades: Iniciação à Vida cristã e Palavra de Deus  Conferencia de Aparecida – impulso missionário  DGAE – (2011 a 2015)  Urgências: Missão > IVC > Animação bíblica > Comunidade > Vida plena.
  19. 19. 3. Novo Paradigma a. Do agendamento para um PLANEJAMENTO PASTORAL.
  20. 20. b. Da catequese doutrinal para um ITINERÁRIO DE FÉ. + Com inspiração catecumenal, + Acompanhando passo a passo o ano litúrgico, onde, principalmente nas celebrações dominicais vai se fazendo a experiência do mistério da fé (mistagogia).
  21. 21. + Com jovens e adultos, + Grupos de catequistas, + COMUNIDADE como a primeira responsável de todo o processo (Comunidade iniciadora), + Acompanhamento sistemático dos catequistas com formação e orientação permanente.
  22. 22. c. A missão do pároco no processo da IVC
  23. 23. d. Desenvolver as atividades pastorais a partir do querigma e da mistagogia
  24. 24. Caminhos definidos.....
  25. 25. 4. METODOLOGIA
  26. 26. Sensibilização e formação Da comunidade: lideranças e catequistas Criar todo um ambiente favorável para acolher e acompanhar os que estão chegando.
  27. 27. Nos inspiramos no processo catecumenal dos primeiros séculos – RICA Facilita: + Pequenas comunidades + Acompanhamento personalizado + Comunidades iniciadoras Dificulta: + Celebrações e ritos de passagens centrados nos ministérios ordenados.
  28. 28. Pré-catecumenato  Para todos (catecúmenos, os que foram batizados ainda criança, e os que fizeram catequese em vista da eucaristia quando criança.  Por um período de 6 meses, começando nos pequenos grupos de leitura orante, em seguida sendo estimulados a participarem da celebração dominical com a comunidade e finalmente realizando uns encontros como grupo que deseja entrar no catecumenato.
  29. 29. Leitura Orante semanal
  30. 30. Esta etapa tem seu cume na apresentação do grupo na comunidade e na celebração de entrada no catecumenato, onde recebem o crucifixo e a Bíblia.
  31. 31. Catecumenato Atividades: as catequeses (semanais ou quinzenais), e outras iniciativas de evangelização (novenas de natal, CF, peregrinações, leitura orante, etc).
  32. 32. A celebração dominical
  33. 33. As atividades práticas, caritativas (mutirões, visitas, etc.)
  34. 34. No aspecto celebrativo – litúrgico: Entrega do Símbolo e da Oração do Senhor. Participação nos encontros de preparação e nas celebrações do advento-natal e quaresma-páscoa, onde se faz a experiência do mistério de Jesus Cristo.
  35. 35. Grandes concentrações - Natal e páscoa jovem
  36. 36. Estágio Pastoral Com jovens e adultos se faz também um tempo de estágio nas diversas pastorais e serviços presentes na comunidade, como estimulo para o conhecimento das atividades da comunidade e o engajamento
  37. 37. Purificação e iluminação No tempo da quaresma Começa com a eleição...e celebração de acolhida dos eleitos, onde a inscrição dos nomes é feita de forma solene. Nesta etapa as catequeses estão estritamente ligadas com o evangelho do domingo do ano A, e nas celebrações se realizam os escrutínios.
  38. 38. No Tríduo Pascal  A participação ativa com a comunidade na preparação da páscoa e na celebração do tríduo pascal.  Os catecúmenos jovens, fazem uma experiência itinerante em outras comunidades, junto com o pároco, onde intensificam a preparação dos sacramentos com retiro espiritual, conversa pessoal, confissão, visitas nas famílias e a noite as celebrações nas comunidades.  Fazem experiência de missão e da descoberta da Igreja como grande família de fé e amor.
  39. 39. O cume de tudo é a vigília pascal onde recebem os sacramentos
  40. 40. Mistagogia: Como tempo de vivência do mistério pascal aproveitamos para completar as catequeses sobre os sacramentos, rever as marcas que o caminho deixou na vida de cada um e celebrar com os adultos os sacramentos, inclusive o matrimônio.
  41. 41. A conclusão de todo o caminho de fé se faz em duas celebrações: Na solenidade de pentecostes
  42. 42. E na solenidade da Santíssima Trindade Celebrada em cada comunidade, onde se faz o rito do engajamento e o envio dos novos cristãos.
  43. 43. 5. Percepção de resultados, frutos que já se pode ver... Os resultados se percebe em três níveis: Pessoal: + Fortalecimento da identidade cristã e dos vínculos com a Comunidade; + Maior coerência entre fé e vida; + Entusiasmo e disponibilidade para os serviços na comunidade;
  44. 44. + Interesse pela formação permanente; + Aquisição da Bíblia e sua leitura pessoal e comunitária; + Participação mais ativa e consciente na liturgia; + Despertar vocacional; + Maior sensibilidade social; + Partilha dos bens
  45. 45. Nas comunidades: + Revitalização e/ou criação de comunidades; + Entendimento da EVANGELIZAÇÃO com a missão fundamental da Igreja;
  46. 46. + Participação e engajamento de adultos e jovens com motivações que nasceram da fé; + Preocupação e ação com os que estão fora da comunidade – atividades missionárias.
  47. 47. Missão Jovem, Missão Paroquial
  48. 48. + Fortalecimento ou criação das equipes de coordenação das pastorais, em particular da liturgia e catequese; + Criação de novos grupos de evangelização; + Celebrações dominicais são preparadas com a vivência; + Organização do espaço litúrgico, dos serviços e ministérios na liturgia;
  49. 49. + Criação ou fortalecimento das coordenações das comunidades; + Fortalecimento da pastoral do dízimo, dos grupos de jovens e dos núcleos de casais
  50. 50. A nível paroquial: + Estamos aprendendo a planejar; + Focados no que é essencial - Evangelização; + Unidade nas ações evangelizadoras, principalmente entre catequese e liturgia; + Organização e fortalecimento das coordenações paroquias, com destaque à de catequese, liturgia e social;
  51. 51. + Reanimação das lideranças veteranas e surgimento de novas; + Organização . da catequese em todas as faixas etárias e com pais e padrinhos; + Acompanhamento com formação e orientação bimensal para todas as lideranças;
  52. 52. + Criação da escola de formação de lideranças cristãs “Caminho de Emaús” para a formação permanente de lideranças, com 130 alunos; + A auto sustentação; + Ampliação ou construção dos espaços para os serviços pastorais.
  53. 53. 6. Perspectivas que se vislumbram... Ser uma paróquia: comunidade de comunidades, iniciadora na fé, no testemunho e na missão; Chegar a todas as 61 comunidades com a IVC e as etapas da catequese, ajudando-as a serem comunidades iniciadoras;
  54. 54.  Multiplicação dos pequenos grupos de leitura orante;  Criação de novas comunidades nas áreas que ainda estamos ausentes;  Ter um subsidio feito a partir do contexto religioso, social e cultural da Amazônia;  Ser estimulo para as outras paróquias da diocese.
  55. 55. Pequena conclusão: A conversão pastoral solicitada pelo papa Francisco e o magistério da Igreja passa em grande parte pela capacidade da paróquia entender e assumir a IVC como responsabilidade de todos e para todos, colocando-a como eixo integrador de sua ação evangelizadora. Assim criaremos Comunidades iniciadoras na fé e homens e mulheres configurados a Cristo, prontos para a missão.
  56. 56. Agradecemos!

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