Gonzo Jornalismo

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Gonzo Jornalismo

  1. 1. Frederico Maritan Lauzemir Carvalho Letícia Abelha Rodrigo Castro Taís Pires
  2. 3. <ul><li>Novo jornalismo </li></ul><ul><li>Relação com o jornalismo literário </li></ul><ul><li>Hunter Thompson e suas origens </li></ul><ul><li>Características do jornalismo gonzo </li></ul>
  3. 5. <ul><li>Louisville, Kentucky </li></ul><ul><li>Pais alcoolatras </li></ul><ul><li>Começou a beber com 15 anos </li></ul><ul><li>Envolvido com os esportes desde criança </li></ul><ul><li>Trabalhou para Rolling Stones, Playboy, Sports Illustraded San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner, Esquire, Vanity Fair e ESPN. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>Hell's Angels </li></ul><ul><li>The Kentucky Derby is Decadent and Depraved </li></ul><ul><li>Fear and Loathing on the campaing trail 72' </li></ul><ul><li>The Curse of Lono </li></ul><ul><li>The Great Shark Hunt </li></ul><ul><li>Generation of Swine </li></ul><ul><li>The Rum Diary . </li></ul>Principais Trabalhos
  5. 7. <ul><li>Gonzo: gíria franco-canadense ( gonzeaux ) cujo significado pode ser entendido como “caminho iluminado” </li></ul><ul><li>Jornalismo literário / Novo Jornalismo </li></ul><ul><li>Estilo de reportagem em que a ficção pode ser infinitamente mais verdadeira que qualquer tipo de jornalismo </li></ul><ul><li>Imergir no universo do assunto da reportagem </li></ul><ul><li>O bom gonzo jornalista deveria ter o talento de um grande jornalista, o olho de um fotógrafo, e os culhões de um ator, ou seja, viver a ação e reportá-la enquanto – e como – estivesse se desenrolando. </li></ul><ul><li>Primeiro artigo gonzo: The Kentucky Derby is Decadent and Depraved </li></ul>
  6. 8. <ul><li>Captação participativa </li></ul><ul><li>Descrição extrema das situações </li></ul><ul><li>Dificuldade de discernir ficção da realidade </li></ul><ul><li>Uso do narrador na primeira pessoa </li></ul><ul><li>Temática repetida </li></ul><ul><li>Uso de citações e epígrafes </li></ul><ul><li>Referências sem pudores a figuras públicas </li></ul><ul><li>Tendência de se distanciar do tópico principal da narrativa </li></ul><ul><li>Uso de sarcasmo ou vulgaridade como humor </li></ul>Características
  7. 10. <ul><li>Primeiro livro publicado de Thompson </li></ul><ul><li>Retrato brutal e violento do ano que ele passou convivendo com a gangue de motociclistas </li></ul><ul><li>Lançado pela Random House em 1966 </li></ul><ul><li>Começou como o artigo “Gangues de motociclistas: Perdedores e Excluídos” escrito para a edição de 17 de Maio da revista The Nation </li></ul><ul><li>Lançou a carreira de Thompson como escritor e deu início ao Gonzo Jornalismo </li></ul><ul><li>Por causa do sucesso de Hell's Angels Thompson pode publicar artigos em diversas revistas renomadas no fim dos anos 60. </li></ul>“ No meio do verão, eu tinha me envolvido tanto com o ambiente dos desordeiros que não tinha mais certeza se estava fazendo uma pesquisa sobre os Hell’s Angels ou se estava, aos poucos, entrando para o grupo.”
  8. 11. <ul><li>Livro responsável pela maior parte da fama e reconhecimento de Thompson. </li></ul><ul><li>Baseado em duas viagens para Las Vegas que o autor fez com seu advogado Oscar Zeta Acosta. </li></ul><ul><li>Publicado originalmente em artigos na revista Rolling Stone durante o ano de 1971. </li></ul><ul><li>Revolucionou as bases do texto jornalístico e transformou Hunter Thompson em um dos grandes retratistas dos ideais libertários dos Estados Unidos nos anos 60. </li></ul><ul><li>Medo e delírio se tornou um clássico da contracultura e foi levado às telas do cinema com Johnny Depp e Benicio Del Toro, em 1998. </li></ul>“ Dos trezentos dólares em dinheiro fornecidos pelos editores da revista, quase tudo já tinha sido gasto em drogas altamente perigosas. O porta-malas do carro mais parecia um laboratório móvel do departamento de narcóticos.”
  9. 13. <ul><li>Consagração como jornalista e escritor – Hell’s Angel’s e suas reportagens esportivas </li></ul><ul><li>Filmes </li></ul><ul><li>Fama </li></ul><ul><li>Falta de desempenho produtivo </li></ul><ul><li>Relação familiar tortuosa </li></ul><ul><li>Culmina com suicídio em 2005 </li></ul>Auge Decadência
  10. 14. Não! Ele se espalhou entre os escritores e jornalistas!
  11. 15. José Hamilton Ribeiro
  12. 16. Arthur Veríssimo
  13. 17. Michael Moore
  14. 18. Xico Sá O Rei está tão serelepe, sem “nóias”, agora até canta, como no show do navio, um “Negro Gato”, música banida por conta do TOC — nada escuro podia. Canta e comenta. Já, já, insinua, vão rolar os versos “e de que tudo mais vá pro inferno”, outro sucesso ainda proibidão pelas forças estranhas e internas. O Rei ri à toa. Anuncia que, depois de 25 anos, vai voltar a comer carne vermelha. “Só comi, nesse tempo todo, o que nada ou o que balança com o vento”, fala, espero que sobre peixes e folhas –

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