Apresentao culturas anuais caxias ma-140721084220-phpapp01

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Apresentao culturas anuais caxias ma-140721084220-phpapp01

  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IFMA - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CURSO: AGRICULTOR FAMILIAR DISCIPLINA: CULTURAS ANUAIS PROFESSOR: MARCOS AURÉLIO
  2. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CURSO: AGRICULTOR FAMILIAR DISCIPLINA: CULTURAS ANUAIS 25 h. PROFESSOR: MARCOS AURÉLIO
  3. 3. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA BEM VINDO A CAXIAS-MA
  4. 4. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CULTURAS ANUAIS INTRODUÇÃO As culturas anuais são aquelas que concluem seu ciclo produtivo em um ano ou em até menos tempo. Por esse motivo, essas culturas também são chamadas de culturas de ciclo curto. Após a colheita, há a necessidade de se realizar o plantio novamente. Culturas como a soja, o feijão, o milho, o trigo, o arroz a mandioca são consideradas culturas anuais. Exemplo. Plantação de milho, uma cultura anual. Após a colheita, será necessário realizar novamente o preparo do solo, a adubação e a semeadura.
  5. 5. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA O milho, o feijão, o arroz, e a mandioca são culturas que apresentam importância econômica e social para o maranhão, sobretudo em nossa região. Dentre os agricultores que se dedicam a estas atividades, pode-se encontrar uma ampla gama de variação em termos de uso de tecnologia, havendo desde produtores pouco tecnificados a produtores que a utilizam intensivamente. Entretanto, predominam no Estado os cultivos conduzidos em bases familiares, com menor emprego de recursos tecnológicos. INTRODUÇÃO
  6. 6. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO A sub-região leste maranhense ou regiões dos cocais, localiza-se entre a capital do Piauí, Teresina e a capital do Maranhão, São Luís, esta região do estado do maranhão a qual compreende municípios como Aldeias Altas, Caxias, São João do Sóter, Duque Bacelar, Afonso Cunha, Coelho Neto, Codó etc. É fortemente caracterizada pela presença em abundancia da palmeira do coco babaçu por período de chuvas determinados (variando do inicio de novembro a março, com período de veranicos neste intervalo, nos meses de janeiro e fevereiro), 40% do total das populações destes municípios É RURAL o que lhes confere características rurais bastante evidentes, pode- se dizer que em sua maioria são municípios com vocação agropecuária.
  7. 7. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA No aspecto rural a região caracteriza-se pela exploração de lavouras sazonais, com o plantio de arroz, milho, feijão, mandioca de forma rudimentar sem uso de tecnologias de produção em sequeiro com caráter de subsistência, pela pecuária de pequenas criações no sistema extensivo de bovinos, suínos e aves, pelo o extrativismo do Coco babaçu, caju, manga, caça e pesca e ainda pelos programas sociais do governo federal como bolsa família e as aposentadorias dos idosos, são a principal fonte de circulação de dinheiro no meio rural na região dos cocais leste maranhense. CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO
  8. 8. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO
  9. 9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO
  10. 10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO
  11. 11. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA ACIDEZ DO SOLO OU PH DO SOLO A acidez do solo ou pH do solo, é a concentração de íons H+ presente na solução do solo e um dos indicadores de sua fertilidade. A faixa de pH ideal dos solos para a agricultura é entre 5,5 e 6,5. Isto porque é nesta faixa que os nutrientes ficam mais disponíveis às plantas, ou seja, na solução do solo. A acidez do solo tem origem nas rochas que formam o solo, da interação do solo com o clima - principalmente em áreas onde a pluviosidade é elevada-, na absorção dos sais alcalinos pelas plantas cultivadas ou pela reação de ácida de certos produtos utilizados na fertilização do solo.
  12. 12. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A ACIDEZ DO SOLO OU PH DO SOLO A acidez do solo pode ser corrigida com a incorporação ao solo de substâncias alcalinas como as conchas moídas e calcário. É recomendado o acompanhamento de um engenheiro florestal ou agrônomo, ou até um técnico em agricultura, para fazer a coleta de amostras e enviar para laboratórios especializados antes de fazer a calagem.
  13. 13. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A acidez do solo se divide em ATIVA e POTENCIAL. Acidez ativa: são os íons H+ da solução do solo em concentrações baixas quando comparados com os íons H+ adsorvidos. É expressa pelo valor do pH do solo. O pH é determinado em água: usa-se uma relação solo:água de 1:2,5. Mede-se o pH através da imersão de um elétrodo de vidro ligando a um potenciômetro. Podem ser usadas, também, soluções salinas, como o KCl e CaCl2. A acidez potencial divide-se em acidez trocável e não trocável. A acidez trocável refere-se aos íons Al³+ e H+ retidos na superfície dos coloides do solo. Esta quantidade de H+ trocável é pequena. Como o H+ representa menos de 5% da acidez trocável, é admitido apenas o Al³+ trocável.
  14. 14. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A Capacidade de Troca de Cátions - CTC - é a medida do poder de adsorção e troca de cátions do solo: é a quantidade de cátions que um solo é capaz de reter por unidade de peso, e é expressa em cmolc/dm³ ou mmolc/dm³. A CTC varia com o pH do solo por causa da existência de um número grande de cargas negativas dependentes de pH, na superfície dos coloides. A CTC efetiva é determinada em função do pH do solo. A CTC potencial é determinada com uma solução tampão a pH 7,0. Nos solos ácidos, a CTC efetiva é inferior à CTC potencial. As CTC's são estimadas pela soma de bases trocáveis, ou seja, os íons adsorvidos, como Ca²+, Mg²+, K+, Na+, H + Al³.
  15. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A ACIDEZ DO SOLO OU PH DO SOLO
  16. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A ACIDEZ DO SOLO OU PH DO SOLO
  17. 17. 1.QUAIS OS TIPOS E FORMAS DE ADUBAÇÃO? 2.O QUE E CALCARIO E PARA QUE SERVE? 3.O QUE É NPK? 4.O QUE É ANALISE QUIMICA DE SOLO?
  18. 18. Diferença entre Pragas e Doenças Pragas: insetos Doenças: Causadas por fungos, vírus, bactérias e nematóides. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA
  19. 19. DEFENSIVOS AGRÍCOLAS INSETICIDA HERBICIDA FUNGICIDA NEMATICIDA – CONTROLE QUIMICO CONTROLE BIOLÓGICO CONTROLE ALTERNATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA
  20. 20. 1. O QUE SÃO PRAGAS? 2. O QUE É INSETICIDADE, FUNGICIDA, HERBICIDA, ? 3. QUAIS OS AGENTES CAUSADORES DE DOENÇAS NAS PLANTAS? 4. QUE CUIDADOS TEMOS QUE TER NO USO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS? 5. COMPREI UM FUNGICIDA PARA COMBATER UM DOENÇA EM MINHA LAVOURA. NO ROTULO DO PRODUTO DIZ QUE PARA CADA 100L DE ÁGUA DEVO ADICIONAR, 20 ML DO PRODUTO. CALCULE: A. QUANTOS ML DO PRODUTO DEVO USAR PARA PREPARAR UMA BOMBA COSTAL COM CAPACIDADE DE 20L DE ÁGUA? B. QUANTOS ML DO PRODUTO DEVO USAR PARA PREPARAR UM PULVERIDAOR COM CAPACIDADE DE 500L DE ÁGUA?
  21. 21. 1. O QUE SÃO PRAGAS? 2. O QUE É INSETICIDA, FUNGICIDA, HERBICIDA, ? 3. QUAIS OS AGENTES CAUSADORES DE DOENÇAS NAS PLANTAS? 4. QUE CUIDADOS TEMOS QUE TER NO USO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS? 5. COMPREI UM FUNGICIDA PARA COMBATER UM DOENÇA EM MINHA LAVOURA. NO ROTULO DO PRODUTO DIZ QUE PARA CADA 100L DE ÁGUA DEVO ADICIONAR, 20 ML DO PRODUTO. CALCULE: A. QUANTOS ML DO PRODUTO DEVO USAR PARA PREPARAR UMA BOMBA COSTAL COM CAPACIDADE DE 20L DE ÁGUA? B. QUANTOS ML DO PRODUTO DEVO USAR PARA PREPARAR UM PULVERIZADOR COM CAPACIDADE DE 500L DE ÁGUA?
  22. 22. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA CULTURA DO MILHO
  23. 23. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO MILHO A importância do milho não está apenas na produção de uma cultura anual, mas em todo o relacionamento que essa cultura tem na produção agropecuária brasileira, tanto no que diz respeito a fatores econômicos quanto a fatores sociais. Pela sua versatilidade de uso, pelos desdobramentos de produção animal e pelo aspecto social, o milho é um dos mais importantes produtos do setor agrícola no Brasil. Elemento básico para a ração animal, além de um papel importante na alimentação humana.
  24. 24. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO MILHO Na região leste maranhense o milho é plantado em consorcio com as culturas do arroz e mandioca sem um espaçamento adequado ou uso de qualquer técnica e manejo na condução da lavoura, o mesmo tem uma importância alimentar para os animais e para venda da produção, também e muito comum seu uso com base para comidas típicas e muito difundido o seu consumo in natura, milho verde, cozido ou asado. É considerada uma das principais espécies utilizadas no mundo, visto que anualmente são cultivados cerca de 132 milhões de hectares, os quais contribuem para a produção de, aproximadamente, 500 milhões de toneladas de grãos.
  25. 25. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO MILHO Botânica Família: Gramineae Gênero: Zea Espécie: Zea mays É uma planta herbácea, anual, monocotiledônea. Provavelmente teve origem na América do Norte. na cidade do México .
  26. 26. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO MILHO A Planta e suas Partes
  27. 27. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO MILHO A Planta e suas Partes
  28. 28. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO O plantio de uma lavoura deve ser muito bem planejado, pois determina o inicio de um processo de cerca de 120 dias e que afetará todas as operações envolvidas, além de determinar as possibilidades de sucesso ou insucesso da lavoura. O planejamento do plantio começa com a compra da semente e demais insumos. O agricultor deverá planejar a melhor época de receber a semente, assim como reservar um local limpo e arejado para armazená-la até a data do plantio.
  29. 29. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO São consideradas ideais as cultivares de boa produtividade de espigas associadas às seguintes características: •Porte: plantas com altura média de inserção de espigas, objetivando facilitar a colheita, que é essencialmente manual. •Forma de espigas: cilíndrica, com sabugo fino e grãos longos (de maior rendimento por ocasião do corte dos grãos). •Cor e sabor dos grãos:grãos de cor alaranjada forte, com sabor e aroma de milho, para satisfazer as preferências do consumidor. •Tipo de espiga: espigas bem empalhadas ou de palhas longas, de pontas bem fechadas, objetivando protegê-las contra o ataque de lagartas que atacam as espigas.
  30. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO Escolha da cultivar Na escolha da cultivar devem ser considerados aspectos como: Altura da planta e da inserção da espiga Porte: Alto – acima de 2,80 m Médio – 2,80 a 2,20 m Baixo – menos de 2,20 m
  31. 31. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO
  32. 32. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO Elementos do clima Temperatura, Luz, Água, Vento. O milho é uma espécie termo-sensível. A maioria dos genótipos atuais não se desenvolve em temperaturas inferiores a 10oC (temperatura basal da espécie). Temperatura ideal: 25 a 30oC Ciclo de uma cultivar de milho é o tempo decorrido entre a emergência e o florescimento da planta., Cultivares tardias Cultivares precoces Cultivares media, ou normais.
  33. 33. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA ESTADIOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILHO
  34. 34. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA ESTADIOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILHO
  35. 35. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA PLANTIO DO MILHO PRAGAS E DOENÇAS
  36. 36. RESPONDA.1. 1. EDILENE PLANTOU NA LAVOURA 2013/2014 15 LINHAS DE ROÇA. QUANTOS HECTARES ELA PLANTOU? (01 ha = A 3,5 LINHAS). 2. ANA SÁVIA E SEU ESPOSO, PLANTARAM ESTE ANO 7 ha QUANTAS LINHAS ELES PLANTARAM?
  37. 37. RESPONDA. 2. 1. ROSANA COLHEU 12 SACOS (60KG) DE MILHO EM SUA LAVOURA. SENDO QUE A MESMA PLANTOU 15 LINHAS DE MILHO. QUAL FOI SUA PRODUTIVIDADE POR ha? 2. SE ESTE ANO A ROSANA PLANTAR A MESMA CULTIVAR DE MILHO EM 10 ha. QUANTOS SACOS DE 60KG ELA PRODUZIRÁ?
  38. 38. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ Botânica O Arroz, é uma planta da familia da gramineas, do sub grupo dos cereais, que pode atingir até cerca de um metro de altura, de raízes fibrosas geralmente ramificadas e caule cilíndrico. As folhas são dísticas, com nervuras paralelinérvias, com presença de lígula membranosa, são estreitas, pontiagudas e ásperas, devido a presença de epiderme com células silicificadas. As flores são pequenas, com brácteas na base e dispostas em inflorescências secundárias do tipo espiga. O fruto é do tipo cariopse, indeiscente, seco e rodeado por duas glumelas ligadas.
  39. 39. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ ORIGEM A explicação mais provável é que o arroz seja originário da Ásia e que as primeiras culturas tenham sido iniciadas há sete mil anos, na China. “Através dos mouros, chegou, inicialmente, à península ibérica no século VIII e, em sete séculos, espalhou-se pelo resto da Europa”. Com a descoberta e colonização das Américas, seu cultivo tornou-se popular no mundo inteiro. “Hoje, o arroz é a terceira maior cultura de cereais do mundo, ficando atrás do milho e do trigo”.
  40. 40. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ – A PLANTA
  41. 41. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ – A PLANTA
  42. 42. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ – A PLANTA – O GRÃO
  43. 43. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - CARACTERISTICAS Tipo de arroz Proteína (g/100g) Ferro (mg/100g) Zinco (mg/100g) Fibra (g/100g) Branco - polido (a) 6,8 1,2 0,5 0,6 Marrom (a) 7,9 2,2 0,5 2,8 Vermelho (b) 7,0 5,5 3,3 2,0 Roxo (b) 8,3 3,9 2,2 1,4 Preto (a) 8,5 3,5 - 4,9
  44. 44. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - INTRODUÇÃO Entre os países produtores, a China ocupa o 1° lugar, com uma produção equivalente a 36% da mundial e 39% do continente asiático, responsável por 92% do arroz produzido em todo o mundo. O Brasil encontra-se entre os noves maiores produtores com uma produção em torno de 1,5% de produção. O cultivo do arroz está presente por todo território nacional, sendo que a produção está concentrada nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, responsáveis por 74% de todo arroz produzido no País. Na região Nordeste, destaca-se o Maranhão como grande produtor, participando com 10% da produção nacional. A participação do Ceará é de apenas 1,8% da área cultivada e 1,7% da produção.
  45. 45. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - INTRODUÇÃO
  46. 46. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - FATORES FÍSICO-QUÍMICOS Como fatores físico-químicos essenciais para o desenvolvimento e a produção do arroz, encontram-se o •Clima; •Solo; •luz.; •Água; •Temperatura; •Ventos; •gases da atmosfera; •umidade; •substâncias químicas do solo.
  47. 47. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - FASES DO DESENVOLVIMENTO
  48. 48. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - FASES DO DESENVOLVIMENTO
  49. 49. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - TÉCNICAS DE PLANTIO Semeação Como métodos de semeação, usa-se a semeadura manual, mecânicas tracionadas a animal ou mecanizadas. Dados indicam que as sementes, quando semeadas uniformemente a uns 5 cm de profundidade dão os melhores resultados na colheita, o que possibilita nascerem sementes de melhor qualidade e quantidade
  50. 50. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - TÉCNICAS DE PLANTIO Semeação Como métodos de semeação, usa-se a semeadura manual, mecânicas tracionadas a animal ou mecanizadas. Dados indicam que as sementes, quando semeadas uniformemente a uns 5 cm de profundidade dão os melhores resultados na colheita, o que possibilita nascerem sementes de melhor qualidade e quantidade; Fator de muita importância na semeação é a distribuição uniforme das sementes no sulco. Experiências realizadas provaram que o número ideal deve ser aproximadamente 50 sementes por metro linear de sulco, O que se vai gastar por hectare, então, estará em função desse número e do espaçamento usado. Nessas condições, o gasto de sementes é aproximadamente de 25 a 35 kg/ha
  51. 51. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO. CAMPUS – CAXIAS. PRONATEC - PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO CAXIAS-MA A CULTURA DO ARROZ - TÉCNICAS DE PLANTIO Espaçamento Na cultura de sequeiro, o espaçamento usado obedece a dois pontos principais: melhor aproveitamento do terreno e facilidade de trato da cultura durante o ciclo vegetativo da planta. Sendo o espaçamento um a função das condições físico-químicas do solo, da variedade usada e do clima, é lógico que não deve ser igual para todas situações. Podendo-se esquematizar o seu emprego assim: Espaçamento Variedade Comum Variedade Precoce Entre Linhas 60 cm 50 cm Nas linhas Linhas Cheias Linhas Cheias
  52. 52. Pragas e Doenças do Arroz
  53. 53. Brusone (Magnaporthe grisea) A brusone é uma das doenças que causam maior prejuízo aos Orizicultores. A brusone causa manchas nas folhas, colmos, panículas e grãos. Nas folhas e nas panículas a doença aumenta com altas doses de nitrogênio.
  54. 54. Escaldadura das Folhas (Monographella albescens) A doença é detectada frequentemente em Roraima em arroz de terras altas e paralisa o crescimento da planta no início do emborrachamento, principalmente quando ocorre nessa fase alta precipitação pluviométrica. O fungo sobrevive em sementes, restos de cultura e plantas voluntárias e a disseminação dos conídios à longa distância ocorre pelo vento. A doença é favorecida pelas temperaturas entre 25 e 32ºC.
  55. 55. Queima-das-Bainhas (Thanatephorus cucumeris ) A doença ocorre nas bainhas e no colmo na forma de manchas ovaladas ou arredondadas, de coloração cinza e bordas marrons bem definidas . Em casos severos observam-se manchas de aspecto irregular em folhas .
  56. 56. 70
  57. 57. Queima Das Glumelas (Phoma sorghina) Atacar as panículas desde o início da emissão até o estádio de grão maduro. Quando ocorre infecção inicial, as panículas emergem com grãos manchados, que surgem na extremidade apical e gradualmente se espalham por todo o grão. 71
  58. 58. Falso carvão ou Carvão verde (Ustilaginoidea virens )
  59. 59. Pragas Qualquer animal que de alguma maneira possa competir com o homem pelo alimento é considerado uma praga, portanto, os animais. são considerados pragas quando sua densidade populacional acarreta perdas econômicas ao homem.
  60. 60. Cascudo preto (Eutheola humilis) É um inseto causa danos às raízes antes da inundação da lavoura. Na fase larval, alimentam-se das raízes e na fase adulta danificam a base da planta.
  61. 61. Pulgão da raiz (Rhopalosiphum rufiabdominal) É um inseto-praga que provoca alguns danos diretos ao se alimentar e injeta toxinas e suga a seiva, causando o amarelecimento das folhas, paralisando o crescimento da planta.
  62. 62. Cigarrinhas das pastagens (Deois flavopicta) As cigarrinhas das pastagens sugam as plantas de arroz, tanto os adultos como os seus filhotes, introduzem toxinas, deixando as plantas amarelas e necrosadas.
  63. 63. Lagarta da folha (Spodoptera frugiperda) Alimentam-se das folhas e cortam os colmos (caule) novos rentes ao solo. O ataque vai desde a emergência até a inundação da lavoura. As lagartas abrigam-se durante o dia, atacando as plantas a noite.
  64. 64. Gorgulhos aquáticos (Oryzophagus oryzae) Os ovos são postos isoladamente no interior do tecido vegetal, nas lacunas aeríferas da porção da bainha da folha que fica submersa. O casulo fica fortemente aderido a uma raiz jovem e, através desta, a pupa recebe o suprimento de oxigênio necessário para a sua sobrevivência
  65. 65. Paquinhas (Neocurtilla hexadactyla) Destroem as raízes causando secamento das plantas em arroz de sequeiro. 80
  66. 66. Larva-arame (Conoderus scalaris) As larvas-arame destroem as raízes, causando amarelecimento e morte das plantas, sendo que as touceiras atacadas com facilidade.
  67. 67. Percevejos-do-grão-do-arroz(Oebalus poecilus) São consideráveis vorazes, sugam os grãos, pois muitas vezes o amido se encontra em estado leitoso. Em consequência dessa sucção, as sementes não se formam, isto é, deixam a casca vazia. Grão solido:provocam uma mancha característica de cor marrom-escura.Esses grãos torna-se “gessados” e quebram-se facilmente.
  68. 68. 83
  69. 69. Cigarrinha-do-arroz (Tagosodes oriziola) Sugam a seiva, essa espécie inocula toxina na planta. Todavia, o dano maior ocorre quando ela transmite os vírus causador da doença hoja blanca, que acarreta perda de produção. 84
  70. 70. Noiva-do-arroz ou broca-do-colmo (Rupela albinella) As lagartinhas penetram no talo do arroz logo que eclodem e broqueiam a região tenra da medula. Isto normalmente ocasiona murchamentos e culmina com os sintomas típicos de coração morto ou panícula branca. 85
  71. 71. Controle: Inseticidas seletivos, ou seja, que mata a praga e preserva os inimigos naturais. Respeite o período de carência do produto; Usando inseticida, não se esqueça de usar equipamento de proteção individual. 86 OBSERVAÇÃO IMPORTANTE Os defensivos, tanto inseticidas como herbicidas, fungicidas, dentre outros, são produtos tóxicos e, por isso, necessitam de cuidados especiais no seu manuseio, para evitar o envenenamento das pessoas e/ou a contaminação do ambiente. Procure sempre um profissional competente, Agrônomo na AGED OU AGERP ou ainda nas secretarias municipais de agricultura.
  72. 72. 1. QUAIS AS FASES DE DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DO ARROZ? 2. QUE CUIDADOS TEMOS QUE TER NO USO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS?
  73. 73. 88
  74. 74. MANDIOCA: O cultivo O cultivo da mandioca é de grande relevância econômica como principal fonte de carboidratos para milhões de pessoas, essencialmente nos países em desenvolvimento. O Brasil possui aproximadamente 2 milhões de hectares em plena produção, é um dos maiores produtores mundiais, com produção superior a 23 milhões de toneladas de raízes frescas de mandioca.
  75. 75. As principais cultivares de mandioca Classificadas em: 1) Doces ou de "mesa", também conhecidas como: aipi, aipim, aimpim, candinga, castelinha, macamba, macaxeira, macaxera, mandioca-brava, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, moogo, mucamba, pão-da-américa, pão-de-pobre, pau-de-farinha, pau- farinha, tapioca, uaipi, xagala, usadas na alimentação animal e humana. 2) Amargas ou mandiocas bravas, geralmente usadas nas indústrias.
  76. 76. Cultivar IAC 12, colhida com um ciclo de cultivo.
  77. 77. Cultivar Roxinha, Mico ou Chuamba, colhida com dois ciclos de cultivo.
  78. 78. Cultivar Fibra, colhida com dois ciclos de cultivo.
  79. 79. Cultivar IAC 13, colhida com dois ciclos de cultivo.
  80. 80. As principais pragas Mandarovás Ácaros Percevejo de renda Mosca branca Mosca do broto Broca do caule Cupins e formigas.
  81. 81. Broca dos brotos Silba pendula (Bezzi) A mosca ou broca-dos-brotos da mandioca é uma praga da cultura que tem sua incidência variável de acordo com a região e época do ano. No Estado de São Paulo, em diferentes localidades, onde foram conduzidos experimentos com varias cultivares da mandioca do Instituto Agronômico (IAC), foi observado, há alguns anos, que as maiores infestações desse inseto têm ocorrido na região litorânea, especialmente no Vale do Ribeira, nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Sintomas das doenças Broca-do-Broto ocorre em todos os municípios do Brasil onde se cultiva a mandioca. Seu ataque é notável, pois a gema apical é o local preferido para sua alimentação. Por motivo da larva ingerir pequenas porções próximo do ápice (ponta) os ramos morrem.
  82. 82. As brocas dos brotos encontram-se praticamente em todas as regiões produtoras de mandioca do mundo, mas são especialmente importantes nas Américas, principalmente no Brasil. Em geral causam dano esporádico ou localizados, as larvas variam em tamanho e forma e segundo a espécie, sendo encontradas fazendo túneis na região central ou medula das hastes.
  83. 83. Desenvolvimento da broca
  84. 84. Larva em atividade
  85. 85. Atividade da larva
  86. 86. Principal causador da broca
  87. 87. Sintoma da mandioca atacada pela broca (planta adulta)
  88. 88. Sintomas de plantas atacadas
  89. 89. Outros ataques, como a Antracnose
  90. 90. Ataque a outras culturas como as da raízes pimenteira
  91. 91. As doenças mais comuns Bacteriose Superbrotamento Viroses Antracnose Podridão das raizes Ao ser constatada qualquer alteração no estado fitossanitário, consultar técnico ou órgão competente mais próximo.
  92. 92. São preconizados diversos tipos de controle para a broca-dos-brotos da mandioca entre os quais, o químico e o cultural. Este último considera o plantio em época de menor população da referida praga (Bellotti & Schoonhoven, 1978). A utilização de cultivares resistentes são recomendadas, podendo constituir-se em mais uma opção de controle de pragas e doenças.
  93. 93. As cultivares mais resistentes IAC 289-70 Essa cultivar apresentou 0,25 % de brotos broqueados por planta. De todas as cultivares, foi que melhor apresentou resultados nos estudos e experimento no IAC/SP.
  94. 94. São recomendadas capinas periódicas em pequenas lavouras. Sendo grandes, três no primeiro ano e duas no segundo ano. Aqui plantio mecanizado
  95. 95. Expressão Econômica O Brasil ocupa a segunda posição na produção mundial 1. Na alimentação humana 2. Na alimentação animal 3. Matéria prima na indústria e na geração de empregos e renda
  96. 96. Industrialização da mandioca Potencialidade do amido no Brasil
  97. 97. Distribuição da mandioca no mundo
  98. 98. Nas Américas O Brasil é o maior produtor de mandioca A produção brasileira, apesar de ser bastante significativa, praticamente estagnou nos últimos anos, ora apresentando pequenos decréscimos, ora apresentando pequenos acréscimos, porém, nada significativo. Na maioria dos países das Américas, o principal consumo da mandioca é sob a forma fresca, à exceção do Brasil, que apresenta a farinha de mesa o seu principal produto.
  99. 99. Os principais problemas agrícolas da cultura nas Américas a) Processo de produção bastante empírico; b) Bacteriose, doença que ocorre no Centro-Sul do Brasil, Paraguai, Colômbia e outra regiões; c) Ocorrência de pragas como o Mandarová, Ácaros, Cochonilhas, Brocas do broto, etc.; d) Apodrecimento de raízes, nas regiões quentes e úmidas.
  100. 100. Respeitar e aplicar conhecimento técnico, o resultado pode ser surpreendente.

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