Educacao social

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Educacao social

  1. 1. Adalberto Dias de Carvalho e Isabel Baptista Educação Social – Fundamentos e EstratégiasINDICEIntrodução – pág. 71. Emergência da educação social – pág. 11– Educação social e responsabilidade cívica – pág. 11– Reconfiguração do sujeito – pág. 11– O aprofundamento da democracia: sociedade civil e opinião pública – pág. 13– A difícil reformulação do pepel da escola – pág. 14– A crise das identidades tradicionais e as novas contradições – pág. 14– Do trabalho como valor ao trabalho como anátema – pág. 15– A família: novos papéis e modelos, pág. 18– Direitos humanos e promoção da diversidade – pág. 19– Das novas racionalidades aos novos imperativos do trabalho social – pág. 20– A complexa identidade da educação social – pág. 22– A centralidade contemporânea do humanismo – pág. 23– Défices da sociedade contemporânea: desfafios para a educação social – pág. 24– O conceito de exclusão – pág. 25– Tipos de exclusão – pág. 26– Recontextualizações teóricas do conceito de exclusão – pág. 28– Foucault: o filósofo da exclusão – pág. 30– Condicionantes contemporâneas da exclusão – pág. 31– A violência: novas realidades, outras representações – quem são as vítimas? - pág. 31– A fragilidade da velhice – pág. 32
  2. 2. – Importância da indagação hermenêutica dos conceitos – pág. 35– Os sentidos da investigação – pág. 36– As ilusões do positivismo e os impasses do homem-sujeito – pág. 38– A intervenção do liberalismo – pág. 39– A crise das utopias e a emergência de uma nova política social: dos riscos do autoritarismo às dificuldades de participação – pág. 40– Categorização e riscos de etiquetagem – pág. 43– Marginalidade e violência – pág. 43– As rotinas da violência e o quotidiano da segurança – pág. 44– Da violência na sociedade contemporânea à cultura contemporânea da violência – pág. 46– Teorias sobre a violência – pág. 47– Os desafios contemporâneos da educação social – pág. 49– Educação e solidariedade social – pág. 51– Direito de participação, dever de implicação – pág. 52– Cidadania activa e sociedade inclusiva – pág. 532. Educação social e pedagogia social – pág. 55– A pedagogia como instância epistemoantropológica – pág. 56– Pressupostos epistemológicos e consequências antropoeducativas das intersecções da pedagogia social com a educação social – pág. 57– A pedagogia como saber matricial – pág. 58– Conexão entre teoria eprática – pág. 59– Para lá de uma pedagogia de urgência – pág. 60– Áreas de intervenção – pág. 63– Modelos de intervenção socioeducativa – pág. 63– O trabalho de projecto – pág. 65– Relevância da avaliação criterial – pág. 67– Entidades promotoras dos projectos pedagógicos – pág. 68– Sentido transformador dos projectos pedagógicos – pág. 69– Sentido integrador dos projectos pedagógicos – pág. 70– Trabalho social em rede – pág. 71– Mediação pedagógica – pág. 72– A pedagogia social como suporte na construção das cidades educadoras – pág. 72– Instituindo lugares de hospitabilidade – pág. 73– Sentido ético dos projectos pedagógicos – pág. 75– Reconhecimento mútuo e estima social – pág. 77– O Homem como problema ético – pág. 78– O protagonismo educativo dos direitos humanos – pág. 79– Estatuto ético da relação educativa – pág. 80– Vida ética das organizações socioeducativas – pág. 823. Educadores sociais – uma identidade profissional em construção – pág. 83– A pedagogia social como saber profissional de referência – pág. 83– A multidimensionalidade do educador e da educação – pág. 84– O educador social como profissional reflexivo – pág. 85– A formação das competências do educador social – pág. 85– Importância da formação contínua – pág. 87– Novas exigências, novas competências – pág. 89– A cultura como meio antropológico da formação do educador social – pág. 90– A escrita profissional como suporte de formação e de afirmação – pág. 91– O educador como actor e mediador social – pág. 92– O educador social como profissional da condição humana – pág. 93– O educador social como técnio da relação – pág. 95
  3. 3. – O reconhecimento público como direito profissional – pág. 97– A ética como eixo da profissionalidade – pág. 98– A ética profissional no horizonte de uma ética aplicada – pág. 99– Problemas, conflitos e dilemas éticos – espaço de decisão profissional – pág. 101– Modelos e princípios de actuação do educador social – pág. 103– Ética e qualidade na acção socioeducativa – pág. 104– Declaração de Barcelona – 2001 – pág. 105Considerações finais – pág. 107Referências bibliográficas – pág. 109

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