Tema gerador: Residuos

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Slides produzidos na disciplina de Educação Ambiental, no Ano de 2011, referente ao tema gerador proposto, Resíduos

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Tema gerador: Residuos

  1. 1. Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. Departamento de Biologia – Educação Ambiental <ul><li>Tema gerador: </li></ul><ul><li>RESÍDUOS </li></ul>Docente: Fernanda da Rocha Brando Discentes: Layara Luana Malvestio; Lívia Maria M. da Silva
  2. 2. Resíduos
  3. 3. Excrementos. Restos de Alimentos
  4. 4. Revolução Industrial Crescimento Populacional Aumento do lixo e mudança na composição
  5. 5. Revolução Tecnológica
  6. 7. O problema da falta de espaço para colocar o lixo afeta a terceira maior cidade da Itália e, nos últimos dias, milhares de toneladas de dejetos acumularam-se nas ruas 22/06/10 - Lixo e entulho são vistos na famosa rua 'Toledo', em Nápoles, Itália. O problema da falta de espaço para colocar o lixo afeta a terceira maior cidade da Itália e, nos últimos dias, milhares de toneladas de dejetos acumularam-se nas ruas, fazendo com que moradores da região entrassem em confronto com a polícia para obter a resolução do problema.
  7. 8. Vazamento de petróleo no Golfo do México <ul><li>Às 22h do dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. Onze funcionários da empresa British Petroleum ficaram desaparecidos no acidente. Desde então, formou-se uma corrida contra aquele que pode ser tornar em breve o maior derramamento de óleo já ocorrido nos Estados Unidos, e um dos maiores da história – somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico. </li></ul><ul><li>D evido ao acidente, foi lançado ao mar, entre abril e julho, o equivalente a 4,9 milhões de barris de petróleo </li></ul><ul><li>O vazamento parece não oferecer mais riscos mas para o turismo o risco é a longo prazo, pois afetou fauna e flora que talvez nem sejam recuperadas. </li></ul><ul><li>Será que há um jeito de reduzir essas consequências? </li></ul>
  8. 10. Problema sócio-ambiental “ Para o turismo litorâneo,por exemplo, parte do petróleo vazado foi queimado com objetivo de que não atingisse as praias. Mas os gases liberados nessa combustão foram liberados no meio ambiente e podem afetar várias espécies marinhas.”
  9. 11. ” Nada de ostras, pelo menos no futuro próximo. Nada de caranguejos, pescados nem fruto do mar nos restaurantes, ninguém comprando gelos, iscas e suprimentos. Com a moratória da perfuração em alta mar muita gente fica sem salário. Esses impactos vão perdurar por muito tempo.” Ao observar as ondas sujas de óleo ele diz: “...Noto dois pássaros que vêm do leste, voando baixo...são talha-mares, voando rente à água com o bico aberto para capturar peixes pequenos a 8 cm de profundidade. Quando passam por mim, vejo que estão vasculhando a água oleosa. Penso em enxotá-los, fazer um sinal de alerta, assustá-los. Mas é tarde demais. Eles continuam pelo outro lado da praia, os bicos na água, sem darem conta do perigo”
  10. 12. Como fica a fauna e a flora ? “ O petróleo que não foi contido ainda oferece risco para toda a flora e fauna marinha” “ O cavalo-marinho ( Hippocampus zosterae ), pode ser encontrado apenas nas águas do oceano da costa do golfo. &quot;Todas as populações de cavalo-marinho da região estão ou serão afetadas, mas o cavalo-marinho-anão tem o maior risco de extinção, pois grande parte do seu hábitat tem sido devastado pelo desastre&quot;(Scientific American) “ Além de o petróleo ter acumulado nesses tapetes, a BP queimou muitos deles para impedir que o óleo chegasse as praias”
  11. 13. <ul><li>Estudo divulgado nesta semana pelo departamento de engenharia da universidade revelou que &quot;bolas&quot; de alcatrão trazidos para a superfície pela tempestade tropical Lee, que atingiu a costa norte-americana no início de setembro, e depositadas nas praias do Alabama neste mês são composições químicas &quot;essencialmente idênticas&quot; às amostras retiradas dos tapetes depois do vazamento de petróleo da BP, provocado pela explosão da plataforma Deepwater Horizon. </li></ul><ul><li>O estudo de engenharia civil, realizado antes, durante e depois que a tempestade tropical chegou às praias do Alabama, indicou que os resquícios do vazamento permaneceram em sua maioria iguais, 17 meses depois que a plataforma Deepwater Horizon explodiu e afundou próximo à costa do Louisiana. Os dados relacionaram diretamente as bolas de alcatrão ao vazamento de mais de 200 milhões de galões de petróleo em 2010. </li></ul>
  12. 14. http://www1.folha.uol.com.br //www1.folha.uol.com.br/ 08/09/2011 - 17h00 Centenas de peixes morrem no rio Pardo, interior de SP A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) em Barretos investiga a causa da morte de centenas peixes no rio Pardo, na altura da ponte da rodovia SP-373, que liga as cidades de Morro Agudo e Jaborandi. De acordo com Davi Faleiros, gerente regional da Cetesb, a mortandade aconteceu pelo baixo nível de oxigênio na água. O coletor da Cetesb marcou 0,20 mg/l, enquanto a taxa considerada aceitável varia entre 4 e 8 mg/l, segundo ele. As causas da baixa do oxigênio são investigadas pela Cetesb, que coletou amostras da água e de peixes para a realização do exame de DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio). Edson Silva/Folhapress
  13. 15. <ul><li>Fukushima já vazou 168 bombas de Hiroshima em radiação? </li></ul><ul><li>17:54 - 26-08-2011 </li></ul><ul><li>Nós sabemos que a usina nuclear de Fukushima vem vazando radiação constantemente desde que o desastre começou em março. Mas agora temos uma forma de quantificá-la: segundo o jornal japonês Tokyo Shimbun, a quantidade de césio-137 lançada pela usina é “igual a 168 Hiroshimas”. A comparação é questionável, mas joga à luz a questão: por que ainda não temos uma medida melhor? </li></ul><ul><li>Já sabemos que o problema do Japão é sério, mas que não será outra Chernobyl. Por outro lado, o Tokyo Shimbun cita estudos do próprio governo japonês que estimam a atividade do césio-137 lançado pela usina em 15.000 terabecquerels. Em comparação, a bomba atômica Little Boy, lançada pelos EUA na cidade de Hiroshima, tinha 89 tera-becquerels em urânio. </li></ul><ul><li>O governo japonês argumenta, no entanto, que a comparação não é válida. De fato, uma bomba atômica mata mais por causa da explosão e onda de calor intensa que ela lança, e menos pela radiação que ela emite. Em Fukushima, houve explosões, mas causadas por hidrogênio – não um elemento radioativo como o césio. Mas foram essas explosões que fizeram o césio vazar dos reatores. </li></ul><ul><li>[ Tokyo Shimbun via AFP] </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Sacola Plástica biodegradável, consciência ou desculpa. </li></ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=NDAeRR3J-BQ&feature=related </li></ul>?

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