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CENTRO TÉCNICO MACÊDO AMORIM – CTMA
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: SAÚDE MENTAL
DOSCENTE:INGRID CARVALHO
DISCENTE: LAURA EMANUELLA
T E A
OClassificado pelo DSM V, como Transtorno
do Espectro Autista, englobando cinco
transtornos mentais que antes eram
tratados separadamente hoje são unidos
por uma única sigla.
Autismo Clássico
• De maneira geral, os
portadores são voltados
para si mesmos, não
estabelecem contato
visual com as pessoas
nem com o ambiente;
conseguem falar, mas não
usam a fala como
ferramenta de
comunicação. Embora
possam entender
enunciados simples, têm
dificuldade de
compreensão e
apreendem apenas o
sentido literal das
palavras.
Autismo de alto
desempenho
• São verbais e
inteligentes. Tão
inteligentes que
chegam a ser
confundidos com
gênios, porque são
imbatíveis nas áreas
do conhecimento em
que se especializam.
Quanto menor a
dificuldade de
interação social, mais
eles conseguem levar
vida próxima
à normal.
Autismo sem
outras
especificações
• os portadores são
considerados dentro
do espectro do
autismo (dificuldade
de comunicação e de
interação social), mas
os sintomas não são
suficientes para incluí-
los em nenhuma das
categorias específicas
do transtorno, o que
torna o diagnóstico
muito mais difícil.
O Segundo Lorna Wing 1976, relatou que os
indivíduos com autismo apresenta déficits
específicos em três áreas: imaginação,
socialização e comunicação
( tríade de Wing).
O É através dos sentidos que aprendemos, é o
sistema sensorial que nos permite sabermos se a
água do banho é fria ou quente, se a comida está
temperada, os aromas e cheiros do ambiente ou de
perfume, o abraço, a música, etc.
O As sensações podem ser diferentes para cada
pessoa, isto acontece devido a maneira que estas
informações chegam ao nosso cérebro.
HIPERSENSÍVEL HIPOSSENSÍVEL
-Apresenta incômodo ao cortar unhas e
cabelo;
-Incomoda-se com etiquetas nas
roupas;
-Incomoda-se com um simples carinho,
reage agressivamente ;
-não anda descalço;
-Evita o toque, está sempre distante
das pessoas;
-A alimentação é seletiva, escolhe
alimentos com base na textura ou
consistência;
-Escovar os dentes parece muito
sofrido;
-Enjoa ao andar em carro ou ônibus;
-Barulho de geladeira, liquidificador e
ventiladores o incomodam, muitas
vezes dificultando sua atenção nos
ambientes;
-Evita parquinhos (gira-gira, balanços,
escorregos);
-Evita sujar-se, não gosta de
brincadeiras que envolvam a pintura
ou argila.
-Quando tocado não percebe o toque;
-Adora andar descalço;
-morde-se ou morde o outro;
-Bate ou esbarra em objetos, parece
desajeitado;
-Parece ter prazer em cair;
-Adora parquinho e tem muita
intensidade nos brinquedos;
-Parece não ter saciedade ou não
sentir fome;
-Adora comer alimentos com textura
variada, crocante e/ou
apimentadas;
-Parece não ouvir e adora música alta;
-Cheira objetos;
-Leva objetos não comestíveis à boca;
-Toca objetos e pessoas
excessivamente;
-Adora tomar banho de chuveiro;
-Suja-se nas brincadeiras e não
demonstra qualquer incômodo; não
percebe que está sujo.
O Dificuldades acentuadas no uso e compreensão
de comportamentos não verbais(contato visual,
expressão facial, gestos);
O Dificuldade em fazer amigos;
O Dificuldade em demonstrar reciprocidade social ou
emocional.
O Atraso ou falta de linguagem verbal;
O Para aqueles em que a fala é presente, verifica-se
uma grande dificuldade em iniciar ou manter um
diálogo;
O Uso estereotipado e repetitivo da linguagem;
O Falta ou identificação em brincadeiras de “faz de
conta” e/ou brincadeira social, dependendo da faixa
etária.
O Preocupação insistente com um ou mais padrões de
comportamento e/ou interesses, com intensidade ou
foco anormal;
O Assumem de forma inflexível rotinas ou rituais (tem
“manias” ou focalizam-se em um único assunto de
interesse);
O Maneirismos motores estereotipados (agitar as mãos,
por exemplo);
O Preocupações com partes de objetos, em vez do todo
(fixação na roda do carro, por exemplo)
Durante muitas décadas a causa do autismo era definida
como sendo de ordem psicológica. Atualmente esta ideia é
totalmente descartada não se sabe exatamente as causas que
levam ao autismo, mas sabemos que estas envolvem os vários
circuitos cerebrais, sendo uma disfunção neurológica orgânica.
Dentro do espectro autista encontramos pessoas com todos os
graus de inteligência, assim como na população sem problemas.
A desorganização no sistema nervoso central faz com que, na
maioria das vezes não possam viver de acordo com o potencial
cognitivo que possuem.
Atualmente casos de diagnósticos de autismo aumentaram
imensamente. Várias são as explicações para este fato. A mais
comum é que se conhece melhor o problema e crianças que
recebiam outros rótulos anteriormente, agora recebem um
diagnóstico dentro do espectro autista. Fala-se também em
fatores ambientais, modificação na alimentação, etc. Acredita-se
que muitos dos comportamentos dos autistas se deva a uma
forma diferente de sentir e perceber o ambiente através dos
sentidos.
O O tratamento é multidisciplinar. O uso de medicamentos, que antes
desempenhava um papel importante e fundamental, passa a
funcionar como alivio dos sintomas do TEA para que outras
abordagens possam ser trabalhadas, como a reabilitação e educação
especial. As principais drogas utilizadas no tratamento são: os
neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do TEA, tem como
resposta boa no geral e melhora no aprendizado, apesar de
apresentar efeitos colaterais como sedação excessiva, reações
distônicas (rigidez muscular), discinesia (alteração do movimento
muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor). As anfetaminas, são
usadas com o objetivo de diminuir a hiperatividade e melhorar a
atenção, porém seu efeito colateral é a irritabilidade, excitação
motora e diminuição do apetite. Os anti-opióides, usados
principalmente em tratamento de dependência a drogas, agi
principalmente em quadros de auto agressividade. Causa como efeito
colateral a hipoatividade, diminuindo a impulsividade, a
hiperatividade, a repetição persistente de atos, frases ou palavras
sem sentido (estereotipias) e da agressividade . A utilização de
complexos vitamínicos , como a vitamina B6 associada ao aspartato
de magnésio, bem como o uso de ácido fólico, embora descritos por
diversos autores, apresenta aspectos e resultados conflitantes.
LEI Nº 12.764, DE 27 DE
DEZEMBRO DE 2012.
DECRETO Nº 8.368, DE
2 DE DEZEMBRO DE
2014
O A pessoa com transtorno
do espectro autista é
considerada pessoa com
deficiência, para todos os
efeitos legais. É garantido
à pessoa com transtorno
do espectro autista o
direito à saúde no âmbito
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Saúde - SUS, respeitadas
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TEA

  • 1. CENTRO TÉCNICO MACÊDO AMORIM – CTMA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: SAÚDE MENTAL DOSCENTE:INGRID CARVALHO DISCENTE: LAURA EMANUELLA
  • 2. T E A OClassificado pelo DSM V, como Transtorno do Espectro Autista, englobando cinco transtornos mentais que antes eram tratados separadamente hoje são unidos por uma única sigla.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9. Autismo Clássico • De maneira geral, os portadores são voltados para si mesmos, não estabelecem contato visual com as pessoas nem com o ambiente; conseguem falar, mas não usam a fala como ferramenta de comunicação. Embora possam entender enunciados simples, têm dificuldade de compreensão e apreendem apenas o sentido literal das palavras. Autismo de alto desempenho • São verbais e inteligentes. Tão inteligentes que chegam a ser confundidos com gênios, porque são imbatíveis nas áreas do conhecimento em que se especializam. Quanto menor a dificuldade de interação social, mais eles conseguem levar vida próxima à normal. Autismo sem outras especificações • os portadores são considerados dentro do espectro do autismo (dificuldade de comunicação e de interação social), mas os sintomas não são suficientes para incluí- los em nenhuma das categorias específicas do transtorno, o que torna o diagnóstico muito mais difícil.
  • 10. O Segundo Lorna Wing 1976, relatou que os indivíduos com autismo apresenta déficits específicos em três áreas: imaginação, socialização e comunicação ( tríade de Wing).
  • 11. O É através dos sentidos que aprendemos, é o sistema sensorial que nos permite sabermos se a água do banho é fria ou quente, se a comida está temperada, os aromas e cheiros do ambiente ou de perfume, o abraço, a música, etc. O As sensações podem ser diferentes para cada pessoa, isto acontece devido a maneira que estas informações chegam ao nosso cérebro.
  • 12. HIPERSENSÍVEL HIPOSSENSÍVEL -Apresenta incômodo ao cortar unhas e cabelo; -Incomoda-se com etiquetas nas roupas; -Incomoda-se com um simples carinho, reage agressivamente ; -não anda descalço; -Evita o toque, está sempre distante das pessoas; -A alimentação é seletiva, escolhe alimentos com base na textura ou consistência; -Escovar os dentes parece muito sofrido; -Enjoa ao andar em carro ou ônibus; -Barulho de geladeira, liquidificador e ventiladores o incomodam, muitas vezes dificultando sua atenção nos ambientes; -Evita parquinhos (gira-gira, balanços, escorregos); -Evita sujar-se, não gosta de brincadeiras que envolvam a pintura ou argila. -Quando tocado não percebe o toque; -Adora andar descalço; -morde-se ou morde o outro; -Bate ou esbarra em objetos, parece desajeitado; -Parece ter prazer em cair; -Adora parquinho e tem muita intensidade nos brinquedos; -Parece não ter saciedade ou não sentir fome; -Adora comer alimentos com textura variada, crocante e/ou apimentadas; -Parece não ouvir e adora música alta; -Cheira objetos; -Leva objetos não comestíveis à boca; -Toca objetos e pessoas excessivamente; -Adora tomar banho de chuveiro; -Suja-se nas brincadeiras e não demonstra qualquer incômodo; não percebe que está sujo.
  • 13. O Dificuldades acentuadas no uso e compreensão de comportamentos não verbais(contato visual, expressão facial, gestos); O Dificuldade em fazer amigos; O Dificuldade em demonstrar reciprocidade social ou emocional.
  • 14. O Atraso ou falta de linguagem verbal; O Para aqueles em que a fala é presente, verifica-se uma grande dificuldade em iniciar ou manter um diálogo; O Uso estereotipado e repetitivo da linguagem; O Falta ou identificação em brincadeiras de “faz de conta” e/ou brincadeira social, dependendo da faixa etária.
  • 15. O Preocupação insistente com um ou mais padrões de comportamento e/ou interesses, com intensidade ou foco anormal; O Assumem de forma inflexível rotinas ou rituais (tem “manias” ou focalizam-se em um único assunto de interesse); O Maneirismos motores estereotipados (agitar as mãos, por exemplo); O Preocupações com partes de objetos, em vez do todo (fixação na roda do carro, por exemplo)
  • 16. Durante muitas décadas a causa do autismo era definida como sendo de ordem psicológica. Atualmente esta ideia é totalmente descartada não se sabe exatamente as causas que levam ao autismo, mas sabemos que estas envolvem os vários circuitos cerebrais, sendo uma disfunção neurológica orgânica. Dentro do espectro autista encontramos pessoas com todos os graus de inteligência, assim como na população sem problemas. A desorganização no sistema nervoso central faz com que, na maioria das vezes não possam viver de acordo com o potencial cognitivo que possuem. Atualmente casos de diagnósticos de autismo aumentaram imensamente. Várias são as explicações para este fato. A mais comum é que se conhece melhor o problema e crianças que recebiam outros rótulos anteriormente, agora recebem um diagnóstico dentro do espectro autista. Fala-se também em fatores ambientais, modificação na alimentação, etc. Acredita-se que muitos dos comportamentos dos autistas se deva a uma forma diferente de sentir e perceber o ambiente através dos sentidos.
  • 17. O O tratamento é multidisciplinar. O uso de medicamentos, que antes desempenhava um papel importante e fundamental, passa a funcionar como alivio dos sintomas do TEA para que outras abordagens possam ser trabalhadas, como a reabilitação e educação especial. As principais drogas utilizadas no tratamento são: os neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do TEA, tem como resposta boa no geral e melhora no aprendizado, apesar de apresentar efeitos colaterais como sedação excessiva, reações distônicas (rigidez muscular), discinesia (alteração do movimento muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor). As anfetaminas, são usadas com o objetivo de diminuir a hiperatividade e melhorar a atenção, porém seu efeito colateral é a irritabilidade, excitação motora e diminuição do apetite. Os anti-opióides, usados principalmente em tratamento de dependência a drogas, agi principalmente em quadros de auto agressividade. Causa como efeito colateral a hipoatividade, diminuindo a impulsividade, a hiperatividade, a repetição persistente de atos, frases ou palavras sem sentido (estereotipias) e da agressividade . A utilização de complexos vitamínicos , como a vitamina B6 associada ao aspartato de magnésio, bem como o uso de ácido fólico, embora descritos por diversos autores, apresenta aspectos e resultados conflitantes.
  • 18. LEI Nº 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. DECRETO Nº 8.368, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2014 O A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais. É garantido à pessoa com transtorno do espectro autista o direito à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, respeitadas as suas especificidades.